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Projeto PEBA Itinerante _ Afrobrasilidades de Pernambuco e Bahia é uma mostra fotográfica que circulará por dez comunidades quilombolas dos dois estados, destacando as heranças africanas que moldam identidades culturais, sociais e estéticas. Em cada local, será montado um varal com 30 obras de fotógrafos(as) pernambucanos(as) e baianos(as), selecionadas por curadoria especializada como recorte da exposição de maior público da Caixa Cultural Recife (2024/2025). Além da mostra, o projeto promove oficina de fotografia e edição em celular para crianças e jovens de 10 a 17 anos, estimulando a criatividade, o olhar crítico e o uso consciente das tecnologias. Realiza também contação de histórias voltada a crianças e famílias, fortalecendo a transmissão oral, a memória ancestral e o combate ao racismo. Com acesso gratuito e recursos de acessibilidade, o PEBA Itinerante reafirma a fotografia como instrumento de resistência, educação e valorização da identidade afrobrasileira.
O Projeto PEBA Itinerante – Afrobrasilidades de Pernambuco e Bahia é uma ação cultural e educativa que une fotografia, oralidade e formação artística para valorizar, difundir e fortalecer as heranças africanas que moldam identidades e resistências em territórios quilombolas. Realizado em dez comunidades dos dois estados, o projeto reafirma a arte como espaço de denúncia, pertencimento e memória, criando experiências coletivas de encontro, aprendizado e celebração da cultura afro-brasileira.O produto central do projeto é a exposição fotográfica itinerante, estruturada em formato de varal com 30 imagens de fotógrafas e fotógrafos de Pernambuco e Bahia, selecionadas por curadoria especializada a partir do recorte da mostra de maior público já realizada na Caixa Cultural Recife (2024/2025). As obras destacam a riqueza estética e simbólica das afrobrasilidades, revelando tradições, corpos, festas, religiosidades e modos de vida que resistem ao tempo e às desigualdades.Montada em espaços escolhidos em diálogo com cada comunidade, a exposição permanecerá por dois dias em cada localidade, sempre com acesso gratuito, recursos de acessibilidade e mediações pontuais para aproximar o público das narrativas visuais. As fotografias, ampliadas no tamanho de 50x75cm, serão dispostas em altura confortável, permitindo ampla visualização, inclusive para pessoas com baixa visão ou mobilidade reduzida.Além da exposição, o projeto amplia sua potência educativa com duas ações complementares:Oficina de Fotografia e Edição em Celular – voltada a jovens e adultos, cada oficina terá a participação de até 20 integrantes por comunidade, totalizando cerca de 200 beneficiados diretamente. As oficinas estimulam a criatividade, a expressão autoral e o uso consciente das tecnologias, proporcionando noções práticas de fotografia e edição em dispositivos móveis. Ao final de cada oficina, os participantes realizarão um ensaio fotográfico sobre sua própria comunidade. Até 80 imagens serão impressas em cada local, compondo um acervo comunitário de aproximadamente 800 novas fotografias. Esse gesto reforça o protagonismo juvenil, fortalece o registro da memória local e amplia a valorização da fotografia como instrumento de resistência e afirmação identitária.Contação de Histórias – atividade voltada para crianças e famílias, realizada em cada comunidade, resgata a tradição oral como ferramenta pedagógica e afetiva. Serão 10 sessões, reunindo em média 50 pessoas por localidade, totalizando cerca de 500 participantes. Inspiradas na literatura infantil e popular, as narrativas trazem ensinamentos, lendas e reflexões que fortalecem a identidade afro-brasileira, combatem o racismo e promovem o diálogo intergeracional. Ao reunir avós, pais, mães, filhos e netos em torno da escuta coletiva, a contação de histórias cria espaços de afeto, pertencimento e partilha da ancestralidade.Cada produto do PEBA Itinerante é pensado como parte de uma experiência única: a exposição mobiliza o olhar, as oficinas capacitam e engajam e a contação de histórias fortalece a memória oral. Essa tríade reafirma o papel da cultura como motor de transformação social.O impacto do projeto se reflete não apenas no público diretamente alcançado, mas também na ampliação da circulação de obras já legitimadas em espaços institucionais. Ao descentralizar a arte e levá-la a territórios historicamente excluídos, o PEBA Itinerante cria pontes entre centros culturais e comunidades quilombolas, democratizando o acesso e garantindo que as afrobrasilidades de Pernambuco e Bahia sejam reconhecidas, celebradas e transmitidas.Todas as ações do projeto são gratuitas e inclusivas, com intérpretes de Libras contratados em cada município e atenção à acessibilidade física e atitudinal. O compromisso com a diversidade e a inclusão está presente em todas as etapas: na escolha dos espaços, na disposição das obras, na escuta das lideranças locais e no cuidado com o acolhimento do público.A sinopse da obra, portanto, revela um projeto que é mais do que uma exposição: é um movimento cultural itinerante que percorre quilombos de Pernambuco e Bahia, carregando consigo imagens, palavras e memórias que afirmam a resistência e a riqueza da identidade afro-brasileira. O PEBA Itinerante é ao mesmo tempo denúncia e celebração, encontro e aprendizado, reafirmando o poder da fotografia, da oralidade e da formação artística como ferramentas de transformação, pertencimento e continuidade da ancestralidade.
OBJETIVO GERALPromover a valorização e difusão das heranças africanas presentes em Pernambuco e Bahia, por meio de uma mostra fotográfica itinerante em dez comunidades quilombolas, aliada a ações formativas e educativas, de modo a fortalecer a memória ancestral, a identidade afrobrasileira e o combate ao racismo, utilizando a fotografia como instrumento de resistência, educação e afirmação cultural. OBEJETIVOS ESPECÍFICOS• Realizar uma mostra fotográfica itinerante em 10 comunidades quilombolas de Pernambuco e Bahia, alcançando diretamente cerca de 2.500 famílias e pessoas (estimativa baseada no levantamento populacional das comunidades), com a montagem de varais fotográficos contendo 30 obras de fotógrafos(as) dos dois estados.• Exibir a mostra em cada comunidade por 2 dias consecutivos, com mediações pontuais sobre as obras, garantindo gratuidade e recursos de acessibilidade (intérpretes de Libras locais, além de cuidados com os recursos de acessibilidade arquitetônica dos espaços e atitudinal através da equipe do projeto).• Oferecer 10 oficinas de fotografia e edição em celular (uma por comunidade), com até 20 jovens e adultos participantes em cada local, totalizando 200 beneficiados diretamente.• Estimular o protagonismo comunitário ao final de cada oficina, quando os participantes realizarão um ensaio fotográfico da própria comunidade, com até 80 imagens impressas na hora, de tamanho 10x15cm com moldura temática da logo do projeto, contendo as marcas que compõem o Programa Rouanet Nordeste e doadas à comunidade, criando um acervo coletivo de aproximadamente 800 novas fotografias.• Promover 10 sessões de contação de histórias voltadas a crianças e seus familiares, reunindo em média 50 participantes por comunidade, totalizando cerca de 500 beneficiados diretamente.• Ampliar a circulação de obras já apresentadas na Caixa Cultural Recife (2024/2025), exposição que recebeu 107.662 visitantes, democratizando o acesso à fotografia em territórios tradicionalmente excluídos de grandes circuitos culturais.• Envolver e valorizar a mão de obra local ao contratar intérpretes de Libras de cada município, garantindo inclusão e gerando oportunidades profissionais.• Contribuir para a formação cultural, artística e educativa das comunidades quilombolas, utilizando a fotografia e a oralidade como instrumentos de resistência, memória ancestral e afirmação da identidade afrobrasileira. IMPACTO MENSURÁVEL (estimativa):• Público alcançado pela exposição: cerca de 2.500 pessoas/famílias.• Oficinas de fotografia: 10 oficinas, até 20 participantes cada = 200 jovens/adultos formados.• Produção fotográfica comunitária: até 800 novas imagens impressas e distribuídas nas comunidades.• Contação de histórias: 10 sessões, média de 50 pessoas cada = 500 crianças e familiares.TOTAL DAS AÇÕES: 10 exposições + 10 oficinas + 10 contações de histórias = 30 atividades artísticas e educativas.
O Projeto PEBA Itinerante _ Afrobrasilidades de Pernambuco e Bahia surge como uma ação cultural estratégica para valorizar, difundir e fortalecer as heranças africanas presentes nos dois estados, consolidando a fotografia como instrumento de memória, resistência e afirmação da identidade afro-brasileira. Ao levar a exposição fotográfica a dez comunidades quilombolas, o projeto promove a aproximação da arte com territórios historicamente marginalizados, fomenta o pertencimento cultural, fortalece laços comunitários e valoriza práticas culturais locais.Em Pernambuco, o projeto contemplará: Goiana (Comunidade Quilombola de São Lourenço); Garanhuns (Comunidade Quilombola de Castainho); Triunfo (Comunidade Quilombola Sítio Águas Claras); Salgueiro (Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas) e Petrolina (Comunidade Quilombola da Ilha Massangano), abarcando a Zona da Mata, o Agreste e o Sertão pernambucanos. Já na Bahia, serão atendidos: Juazeiro (Comunidade Quilombola do Alagadiço); Palmeiras (Comunidade Quilombola Campina); Lençóis (Quilombo do Remanso); Cachoeira (Comunidade Quilombola São Francisco do Paraguaçu) e Santo Amaro (Comunidade Quilombola de Acupe), contemplando o Vale do São Francisco, a Chapada Diamantina e o Recôncavo Baiano.A produção do projeto, em diálogo com lideranças de cada comunidade, definirá os melhores espaços para realização das ações, sempre priorizando o público e os resultados pretendidos. A acessibilidade será tratada como eixo essencial, buscando minimizar possíveis limitações arquitetônicas e garantir que todas as pessoas possam usufruir integralmente das atividades.O projeto será totalmente gratuito e acessível, contando com intérpretes de Libras em todos os municípios, atuando nas oficinas de fotografia e nas sessões de contação de histórias, assegurando a participação plena de crianças, jovens e adultos surdos. Essa escolha estratégica também valoriza a mão de obra local qualificada, reforçando a economia criativa regional e ampliando a inclusão social.Além da exposição fotográfica, o PEBA Itinerante oferecerá ações formativas e educativas, como oficinas de fotografia e contação de histórias, reforçando a valorização das heranças africanas, irradiando diversidade étnico-racial, resgatando a ancestralidade e combatendo o racismo e os estereótipos. Nas oficinas, crianças e jovens entre 10 e 17 anos realizarão ensaios fotográficos da própria comunidade, resultando em até 80 fotos impressas por localidade, que permanecerão como acervo e registro da memória comunitária, fortalecendo o sentimento de pertencimento e identidade cultural.O Projeto PEBA já demonstrou sua relevância e alcance em edições anteriores. A primeira edição também foi itinerante e percorreu 3.200 km entre Pernambuco e Bahia, levando ações a oito municípios e reunindo mais de 50 profissionais entre artistas, técnicos, educadores e articuladores culturais. A segunda edição, na Caixa Cultural Recife (2024/2025), atingiu a marca histórica de 107.662 visitantes em 70 dias, consolidando-se como a exposição de maior público da história da instituição, com programação paralela de shows, oficinas, visitas guiadas, rodas de conversa e lançamentos literários.A continuidade e itinerância do PEBA fortalecem o acesso à cultura em territórios historicamente excluídos, contribuindo para a democratização da arte e da educação. A escolha das comunidades quilombolas reflete a intenção de promover identidade, ancestralidade e protagonismo cultural local, impactando diretamente crianças, jovens e adultos e criando laços entre a arte, a história e a vida cotidiana.Do ponto de vista legal, o projeto se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91, contribuindo para:• Inciso I: preservação e difusão de manifestações artísticas, culturais e educativas;• Inciso II: valorização de manifestações culturais de grupos sociais historicamente marginalizados;• Inciso IV: promoção da acessibilidade e inclusão social;• Inciso VI: incentivo à produção artística e formação de público.Também atende aos objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, ao:• I _ Incentivar a criação e difusão de manifestações culturais, promovendo diversidade étnico-racial;• II _ Ampliar o acesso do público, especialmente em territórios quilombolas;• IV _ Apoiar ações educativas e formativas;• VI _ Contribuir para a preservação da memória e identidade cultural;• VII _ Promover inclusão social e igualdade de oportunidades.Assim, o PEBA Itinerante representa uma ação cultural de alto impacto, integrando arte, educação e inclusão, fortalecendo identidade, memória e pertencimento afro-brasileiro, e assegurando que as comunidades quilombolas de Pernambuco e Bahia tenham acesso a uma experiência artística, educativa e social única.
Não se aplica.
1. Exposição Fotográfica Itinerante – Afrobrasilidades de Pernambuco e BahiaA exposição itinerante constitui o núcleo central do Projeto PEBA. Montada em formato de varal fotográfico, contará com 30 imagens de fotógrafas e fotógrafos de Pernambuco e Bahia, selecionadas por curadoria especializada a partir do recorte da exposição realizada na Caixa Cultural Recife (2024/2025).Detalhes técnicos:• Formato de exibição: varal fotográfico estruturado, base de alumínio, com fios de seda e prendedores específicos, garantindo segurança e estabilidade.• Quantidade de obras: 30 fotografias.• Dimensões: 50x75 cm (horizontais e verticais), com impressão em alta resolução fineart, em lona sem trama fosco, visando durabilidade e melhor leitura visual.• Altura de montagem: dispostas em altura confortável (1,60 m do chão em média), permitindo acesso visual tanto de crianças quanto de pessoas com mobilidade reduzida.• Duração da exposição: 2 dias consecutivos em cada comunidade quilombola.• Mediação: em horários estratégicos, será realizada mediação conduzida pelo Coordenador Geral, contextualizando as obras e estimulando a interação do público com os temas.• Acessibilidade: - fotografias ampliadas, facilitando a leitura por pessoas com baixa visão; - disposição em espaços de fácil circulação, priorizando acessibilidade física;Classificação indicativa: Livre.Público estimado: cerca de 250 pessoas em cada comunidade, totalizando aproximadamente 2.500 visitantes ao longo da itinerância.A exposição, pela sua configuração simples e adaptável, pode ser montada em praças, escolas, associações comunitárias ou centros culturais, sempre em diálogo com as lideranças locais. 2. Oficina de Fotografia e Edição em CelularAs oficinas são estruturadas como ações de arte-educação voltadas para crianças e jovens, estimulando o protagonismo comunitário, a criatividade e a valorização do território quilombola.Plano de Oficina• Título: Fotografia e Edição em Celular – Olhares sobre a Comunidade• Público-alvo: jovens e adultos; cada oficina atenderá até 20 participantes por comunidade (total de 200 beneficiados).• Carga horária: 4 horas (divididas em dois encontros de 2h cada).• Metodologia: práticas participativas, valorizando a experiência dos participantes e a experimentação com dispositivos móveis.• Conteúdo programático: 1) Introdução à fotografia: composição, luz, enquadramento e narrativa visual. 2) Exercícios práticos de registro fotográfico no espaço da comunidade. 3) Noções básicas de edição em aplicativos gratuitos de celular (ajustes de luz, contraste, saturação e corte). 4) Discussão sobre fotografia como memória, identidade e ferramenta de resistência. 5) Produção final: ensaio fotográfico da comunidade realizado pelos próprios participantes.• Produto final: até 80 imagens impressas (10x15 cm, com moldura temática e logo do projeto e empresas relacionadas ao Programa Rouanet Nordeste) por comunidade, doadas às famílias e ao espaço comunitário, constituindo acervo coletivo.• Ementa: Oficina prática de fotografia e edição em celular que estimula o olhar crítico, criativo e autoral de jovens e adultos quilombolas. A atividade alia teoria e prática, promovendo registros fotográficos da comunidade, que resultam em um acervo visual coletivo e fortalecem a memória local.• Recursos técnicos: celulares dos participantes, impressora fotográfica portátil, kit de molduras personalizadas, intérprete de Libras e materiais de apoio.• Classificação indicativa: Livre. 3. Contação de Histórias – Vozes da AncestralidadeAs sessões de contação de histórias são pensadas como momentos de encontro e partilha intergeracional, fortalecendo a oralidade e a transmissão de saberes ancestrais.Plano de Ação Pedagógica• Título: Vozes da Ancestralidade – Contos e Memórias Afro-brasileiras• Público-alvo: crianças de 4 a 12 anos e suas famílias; média de 50 participantes por comunidade (total de 500 beneficiados).• Carga horária: 2 horas por sessão (1 hora de contação + 1 hora de conversa e partilha).• Metodologia: contação interativa, com uso de recursos expressivos como música, objetos cênicos e rodas de conversa.• Conteúdo programático: 1) Apresentação e ambientação inicial com músicas e brincadeiras de roda. 2) Narrativas inspiradas na tradição oral africana e afro-brasileira, lendas populares e literatura infantil negra. 3) Dinâmicas de diálogo com as crianças e familiares, estimulando relatos pessoais e coletivos. 4) Encerramento com roda de conversa, onde o público compartilha aprendizados e memórias evocadas pelas histórias.• Referências narrativas: tradição oral africana; literatura infantil de autores(as) negros(as); contos e lendas coletados junto às comunidades quilombolas.• Ementa: Atividade de arte-educação voltada à valorização da oralidade como instrumento pedagógico e cultural. A contação de histórias mobiliza imaginários, fortalece identidades e estimula o diálogo intergeracional, combatendo estereótipos e racismo desde a infância.• Recursos técnicos: microfone portátil (quando necessário), figurinos e objetos cênicos, intérprete de Libras, espaço circular para proximidade com o público.Classificação indicativa: Livre. Integração dos ProdutosA exposição, a oficina e a contação de histórias compõem um conjunto articulado de ações. A mostra mobiliza o olhar estético e crítico; a oficina fomenta a produção artística e o protagonismo de jovens e adultos; e a contação de histórias valoriza a oralidade e a ancestralidade. Juntas, essas ações consolidam a proposta do PEBA Itinerante como um projeto de impacto cultural, formativo e comunitário, que alia memória, identidade e resistência em territórios quilombolas.
O Projeto foi planejado para garantir acesso amplo e inclusivo em todas as suas ações, considerando a diversidade de necessidades do público. Por ser realizado em comunidades quilombolas, reconhecemos que podem existir limitações estruturais de acessibilidade física. Por isso, após a aprovação do projeto, haverá uma negociação prévia com lideranças locais para definição dos espaços mais adequados para a realização da exposição fotográfica (varal) e das ações de arte-educação (oficina de fotografia e contação de histórias).ACESSIBILIDADE FÍSICA:• A escolha dos espaços levará em conta a melhor condição de acesso possível, buscando locais de fácil circulação e evitando barreiras arquitetônicas sempre que viável.• Na montagem do varal fotográfico, as imagens serão dispostas em altura confortável, permitindo visibilidade tanto de crianças quanto de pessoas com mobilidade reduzida.• O tamanho das fotos será de 50x75cm (horizontal e vertical), o que facilita a visualização das imagens para pessoas com baixa visão.• Serão priorizados espaços com boa iluminação natural ou artificial e com área suficiente para circulação segura do público.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO:• Todas as atividades de arte-educação contarão com intérprete de Libras contratado(a) localmente, garantindo acesso pleno às pessoas surdas.• Haverá atenção especial à disposição do espaço, assegurando que o público surdo tenha visibilidade adequada tanto do intérprete quanto dos(as) artistas e oficineiros(as).• As medidas de acessibilidade serão aplicadas tanto na oficina de fotografia quanto nas sessões de contação de histórias, assegurando a participação efetiva e inclusiva de todos os públicos.ACESSIBILIDADE ATITUDINAL:• A equipe do projeto estará preparada para receber, orientar e acolher pessoas com deficiência em todas as etapas das atividades.• Haverá apoio personalizado para guiar até os locais das ações, explicar o funcionamento das atividades e oferecer suporte sempre que necessário, garantindo que todos se sintam respeitados, seguros e incluídos.• Essa postura reforça o compromisso do PEBA em promover não apenas o acesso físico e comunicacional, mas também um ambiente de cuidado, empatia e valorização da diversidade.Com essas estratégias, o projeto reafirma seu compromisso em minimizar barreiras físicas e comunicacionais, promovendo acesso democrático à cultura e garantindo que todas as comunidades quilombolas contempladas possam usufruir plenamente da experiência artística e educativa do PEBA Itinerante.
O projeto promove a ampliação e democratização do acesso às manifestações culturais, por meio de estratégias que combinam gratuidade, itinerância e inclusão social. O produto principal, a exposição fotográfica, será instalada em dez comunidades quilombolas, permanecendo dois dias em cada local, garantindo que todas as pessoas da comunidade possam apreciar as obras. As fotos serão exibidas em altura confortável, com iluminação adequada e dimensões de 50x75cm (horizontal e vertical), facilitando a visualização e a contextualização das imagens.Além da exposição, o projeto realizará oficinas de fotografia e edição de imagens e sessões de contação de histórias. Cada oficina atenderá até 20 crianças e jovens por comunidade, com enfoque na produção fotográfica local, cujas imagens serão impressas e doadas às comunidades, fortalecendo memória e identidade cultural. As contações de histórias atenderão crianças e seus responsáveis, promovendo educação cultural desde a primeira infância. Todas as atividades são gratuitas e acessíveis, contando com intérpretes de Libras locais e atenção à acessibilidade física dos espaços.As comunidades serão envolvidas na pré-produção, colaborando na definição dos melhores locais para realização das ações, garantindo que o acesso seja efetivo, seguro e confortável para todos os públicos.Dessa forma, o projeto assegura participação ampla e inclusiva, promove formação artística, cultural e educativa, fortalece o pertencimento e a identidade comunitária e amplia o alcance da fotografia como instrumento de memória e resistência cultural.
Sérgio Tavares de Figueirêdo (Sérgio Figueirêdo) Função no projeto: Coordenador Geral e Mediador Fotógrafo autodidata e produtor cultural, fundador da Grão Fotografia Profissional Ltda., idealizou e coordena o Projeto PEBA, promovendo exposições, oficinas e ações culturais em Pernambuco e Bahia. Especialista em registros da cultura popular nordestina, atua na mediação do varal fotográfico, articulação comunitária e condução das atividades formativas, garantindo o diálogo entre arte, educação e memória afro-brasileira. Williany Amaral da Silva (Wiily Amaral)Função no projeto: Coordenação PedagógicaWiily Amaral, pedagoga com pós-graduação em arte educação, tem mais de 20 anos de experiência em escolas públicas e programas de formação docente. Co-criadora do Projeto PEBA, atua como Coordenadora Pedagógica, integrando ações de arte educação com contação de histórias e oficinas que aproximam crianças, jovens e adultos e comunidades de saberes artísticos e culturais. Pedro de Lima Castro (Pedro Castro) Função no projeto: Produção GeralProdutor cultural e diretor artístico com mais de 25 anos de experiência, presidente da Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco. Atua na produção geral do Projeto PEBA, além de festivais, espetáculos e campanhas de valorização cultural, como o Janeiro de Grandes Espetáculos e Mostras Musicais. Especializado em gestão de projetos artísticos, coordena logística, equipes e execução das ações formativas e itinerantes.Rebeka Monita de Oliveira (Rebeka Monita) Função no projeto: CuradoraMulher negra, Mestre em Artes Visuais, vice-diretora do Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM), atua há 15 anos em produção, curadoria e formação em artes visuais. No Projeto PEBA, realiza o recorte curatorial da exposição, selecionando obras e articulando com as comunidades quilombolas, garantindo representatividade, qualidade estética e diálogo com o público, além de contribuir para a formação e mediação artística durante o projeto.Genivaldo Francisco da Silva (Genivaldo Francisco)Função no Projeto: Produção das Ações de Arte EducaçãoHomem negro, coreógrafo, diretor e produtor cultural com ampla experiência em gestão de projetos artísticos e sociais. Atua na coordenação e execução das ações formativas do Projeto PEBA, incluindo oficinas e atividades educativas. Experiência consolidada em espetáculos, balés e projetos comunitários, garantindo alinhamento pedagógico, qualidade artística e engajamento do público infantojuvenil e comunitário. Carla Roberta Pereira (Carlita Roberta)Função no Projeto: Coordenação de ComunicaçãoCarlita Roberta, mulher negra, graduanda em Serviço Social e formada em Comunicação Comunitária, é ativista, escritora e produtora cultural. Com experiência em projetos voltados ao protagonismo e à resistência do povo preto, coordena a comunicação do Projeto PEBA, que une arte, educação e resistência em quilombos de Pernambuco e Bahia, por meio de exposição fotográfica e ações formativas sobre afrobrasilidades.
Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.