Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realizar a montagem e uma temporada do espetáculo teatral "A mulher de preto" na cidade de São Paulo/SP.
Espetáculo - Um advogado, Arthur Kipps, busca exorcizar os fantasmas de seu passado ao compartilhar um segredo sombrio que o assombra há anos. Ele contrata um jovem ator para ajudá-lo a dramatizar os eventos que ocorreram na Mansão Eel Marsh, um lugar isolado e envolto por mistérios. Enquanto eles encenam a história, a figura de uma mulher de trajes pretos emerge das sombras, trazendo consigo a presença do inexplicável e do aterrorizante. Misturando tensão psicológica e mistério, A Mulher de Preto revela que o passado nunca permanece enterrado e que alguns segredos não podem ser silenciados. Classificação indicativa: 12 anosPalestras:- O sobrenatural na literatura britânica;- Literatura na sala de aula: Desafios e caminhos para o futuro;- Escrita criativa: Explorando narrativas;- Vozes femininas na literatura inglesa;- Da página para a tela: Adaptações da literatura para o cinema;Classificação indicativa: 12 anos
Objetivo Geral:Produção e realização de uma temporada do espetáculo teatral "A mulher de preto", adaptação de Stephen Mallatratt da obra da novelista Susan Hull, na cidade de São Paulo, com Gustavo Oliveira e Hugo Miglioli no elenco e direção artística de Marco Antônio Pâmio. Objetivos Específicos:São objetivos específicos do projeto a realização de: Montagem do espetáculo teatral A Mulher de Preto, com contratação de equipe técnica e artística especializada;Temporada de 18 apresentações do espetáculo teatral A mulher de preto, em um teatro na cidade de São Paulo;Ciclo de 05 palestras sobre temas adjacentes do espetáculo;
"A Mulher de Preto", adaptada por Stephen Mallatratt a partir do romance de Susan Hill, é um dos maiores sucessos do teatro britânico contemporâneo há quase quatro décadas em cartaz. A proposta desta montagem brasileira dialoga com literatura, teatro e educação, promovendo trocas significativas com o público por meio de uma experiência imersiva, conectada a temas universais como luto, memória e medo.A obra se destaca por revisitar o gênero gótico sob uma perspectiva psicológica, abrindo espaço para reflexões críticas sobre o desconhecido e o silenciamento de traumas; temas cada vez mais atuais e fortes no contexto contemporâneo. A relevância da autora Susan Hill, consolidada na literatura britânica, ganha força local ao ser transposta com sensibilidade para o palco brasileiro, mantendo o rigor da estrutura original, mas dialogando com nossa tradição cênica.Artisticamente, a montagem aposta em um formato minimalista e sofisticado, inspirado na produção do West End, com apenas dois atores em cena, uma proposta sonora original e iluminação expressiva. Isso resulta em uma experiência sensorial marcante, que surpreende e encanta pela sugestão e não pelo excesso, estimulando a imaginação e os sentidos do espectador. A proposta artística da montagem do espetáculo teatral A Mulher de Preto valoriza a estética e a narrativa minimalista, utilizando recursos técnicos multimídia como som, iluminação e projeção instigando a imaginação do espectador na criação de uma atmosfera de tensão e terror proposto pelo texto original.Lançando mão de recursos e equipe técnica altamente especializada, o projeto pretende oferecer ao público em geral um espetáculo com uma estética alinhada com o fazer artístico contemporâneo, com vistas a valorizar a criação artística nacional, nos termos do inciso III, do artigo 1º da Lei Rouanet. Nos termos da alínea "c" e "e", do inciso III, do artigo 3º da referida Lei, os recursos captados, serão canalizados para desenvolvimento do espetáculo de artes cênicas, de modo a atender os objetivos do Programa Nacional de Apoio a Cultura.
Ciclo de palestras:O sobrenatural na literatura britânica – (Presencial)A professora e pesquisadora Jéssica Rodrigues ministrará a palestra "O Sobrenatural na Literatura Britânica", explorando como o medo e o desconhecido foram retratados por grandes autores do gênero gótico. A palestra abordará as obras de Mary Shelley e Bram Stoker, analisando seus contextos históricos e sociais, além do impacto dessas narrativas na construção do terror literário. A atividade busca incentivar o público a refletir sobre como esses elementos ainda ressoam na literatura e no teatro contemporâneo.Literatura na sala de aula: Desafios e caminhos para o futuro – (Presencial)A professora e mestra Amanda Chiarelo trará um olhar atual sobre o ensino da literatura na escola com a palestra "Literatura na Sala de Aula – Desafios e Caminhos para o Futuro". O debate abordará estratégias para tornar a literatura mais acessível e envolvente para os estudantes, considerando o impacto das novas tecnologias e a importância da leitura crítica. A proposta é refletir sobre a formação de leitores na atualidade e discutir metodologias para aproximar os jovens das obras literárias.Escrita criativa: Explorando narrativas – (Presencial)A escrita criativa será o foco da palestra "Escrita criativa: Explorando narrativas", ministrada pela professora e mestra Joana Darezzo. Com experiência internacional e formação na California College of the Arts, Joana abordará técnicas essenciais para o desenvolvimento de personagens, ambientações e estruturas narrativas envolventes. Além disso, discutirá os desafios e possibilidades da escrita em uma segunda língua, incentivando os participantes a expandirem sua expressividade e repertório literário.Vozes femininas na literatura inglesa – (Online)A professora e mestra Marcela Cintra ministrará a palestra online "Vozes Femininas na Literatura Inglesa", destacando a trajetória de escritoras que marcaram a literatura mundial. O evento abordará a relevância de nomes como Jane Austen, Virginia Woolf e Agatha Christie, discutindo suas contribuições e os desafios enfrentados pelas mulheres no cenário literário. A palestra busca não apenas valorizar essas vozes, mas também estimular reflexões sobre a representatividade feminina na literatura.Da página para a tela: Adaptações da literatura para o cinema – (Online)Encerrando o ciclo de palestras, a professora e mestra pela universidade de Sorbonne, em Paris, Renata Rubio conduzirá a palestra online "Da Página para a Tela: Adaptações da Literatura para o Cinema", explorando o processo de adaptação de obras literárias escritas por mulheres para o cinema. Serão analisadas as transformações narrativas em filmes baseados em textos de diversas autoras americanas e inglesas, discutindo as diferenças entre as linguagens e os desafios de transpor histórias literárias para o audiovisual.
Nos termos da Instrução Normativa 23/2025, a proponente se compromete a adotar medidas de acessibilidade de aspecto arquitetônico e comunicacional, como: realização de temporada em teatro com acessibilidade física em sua sala de espetáculo e em seus espaços acessórios; tradução das sessões do espetáculo para LIBRAS;Em relação a comunicação do projeto, será realizada divulgação acessível, bem como em formatos acessíveis, nos termos da legislação pertinente.No mais, o proponente se compromete a contratar consultoria especializada em acessibilidade cultural, para que possa oferecer as soluções mais adequadas para que a cada um dos produtos culturais gerados por meio do projeto, presencial e virtualmente, adotando ações necessárias para que a memória do projeto pode alcançar mais pessoas.
A distribuição dos produtos gerados por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, observará:até 10% (dez por cento) do total de ingressos distribuídos gratuitamente para patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;até 10% (dez por cento) do total de ingressos distribuídos gratuitamente para ações de divulgação do projeto;mínimo de 10% (dez por cento) do total de ingressos para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino, com fornecimento de ônibus gratuito para deslocamento dos membros/alunos da instituição. mínimo de 20% (vinte por cento) do total de ingressos para comercialização em valores que não ultrapassem R$50,00 (cinquenta reais).
Maracutaia - Arte e Espaço Público é uma produtora da cidade de São Paulo que produz e representa artistas, grupos e coletivos que desenvolvam atividades artísticas em suas mais variadas linguagens: arte urbana, artes visuais, audiovisual, artes cênicas, dentre outras. Atuando desde 2014, a empresa é responsável por representar artistas e coletivos, como Desvio Coletivo, que com seus trabalhos em arte urbana vem representando o Brasil em vários festivais internacionais, dentro e fora do nosso país. Marco Antônio Pâmio - ator, professor e diretor teatral. Estudou no Centro de Pesquisa Teatral (CPT) e no Drama Studio London, Inglaterra. Estreou profissionalmente no papel de Romeu na montagem de “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, dirigida por Antunes Filho, trabalho que lhe valeu o Prêmio APCA como ator revelação de 1984. Sob a direção de Antunes, também atuou em “Macunaíma” e “Nelson 2 Rodrigues”, em temporada de repertório no Teatro Sesc Anchieta de São Paulo e turnês na Europa, Austrália, Estados Unidos e Israel. Destaca-se por sua atuação na cena teatral paulistana, em montagens dirigidas por Jô Soares (“A Noite de 16 de Janeiro”, “Troilo e Créssida”), Naum Alves de Souza (“Longa Jornada de um Dia Noite Adentro”, “Mediano”, “Operação Trem Bala”), Zé Henrique de Paula (“Ou Você Poderia me Beijar”, “Preto no Branco”, “A Herança”), Elias Andreato (“A Língua em Pedaços”), Ron Daniels (“Macbeth”, “Medida por Medida”), Gabriel Villela (“Macbeth”), Bete Coelho (“Um Número”), Sérgio Ferrara (“Exercício para Antígona”, “O Senhor Paul”, “Pobre Super Homem”, “A Última Viagem de Borges”, “O Casamento Suspeitoso”), Aderbal Freire-Filho (“Céus”), Nelson Baskerville (“Cock”) e Hugo Coelho (“As Aves da Noite”), entre outras. Recebeu outros três Prêmios APCA de teatro: melhor ator em “Edmond” (2006), melhor diretor por “Assim É (Se lhe Parece)” (2014) e melhor ator em “A Herança” (2023), trabalho pelo qual também concorreu aos Prêmios Shell e Bibi Ferreira de melhor ator. Foi indicado outras três vezes ao Prêmio Shell: melhor ator em “Um Número” (2004), melhor diretor por “Assim É (Se lhe Parece)” (2014), e melhor diretor por “Playground” (2016). Outras direções suas incluem “A Profissão da Sra. Warren” (com Clara Carvalho), “Jardim de Inverno” (protagonizada por Andréia Horta na primeira temporada em 2019 e Bianca Bin na segunda, em 2022), “Consertando Frank”, “Propriedades Condenadas”, “Noites Sem Fim”, “Cobra na Geladeira”, “Ator Mente”, “A Catástrofe do Sucesso” e “Baixa Terapia” (com Antonio Fagundes, espetáculo que permaneceu por mais de 5 anos em cartaz). Em 2022 dirigiu “Terremotos”, no Teatro Popular do SESI, que lhe valeu o Prêmio Bibi Ferreira de melhor diretor de peça teatral do mesmo ano. Na TV, integrou o elenco de novelas e minisséries, entre elas “De Quina Pra Lua”, “Memórias de um Gigolô”, “Mandala” e “JK” (Globo); “Sangue do Meu Sangue” e “Corações Feridos” (SBT); “Água na Boca” (Band); “Onisciente” (Netflix); “Assédio” (Globoplay); “Terra Dois” (TV Cultura) e “Sessão de Terapia” (GNT). É professor de teatro e oratória na FAAP, e de interpretação e montagem teatral na Escola de Atores Wolf Maya.Gustavo Oliveira - ator, produtor teatral, designer e diretor de arte. No cinema, interpretou Quico em Chaves – O Filme. Na televisão, destacou-se pelos papéis em Poliana Moça, As Aventuras de Poliana e Carinha de Anjo, produções do SBT. Na publicidade, ganhou destaque na campanha da Reciclus, vencedora do Bronze no Lusophone Awards 2022, e na campanha Feito com Você, do Itaú, em que participou de dois filmes. No teatro, atuou em peças marcantes como Pano de Boca, de Fauzi Arap, São Paulo Surrealista e Pornosamba e a Bossa Nova Metafísica, ambas de Marcelo Marcus Fonseca, pelo Teatro do Incêndio. Também interpretou Camilo em A Winter’s Tale, sob direção de Marco Antônio Pâmio, e estreou em Hell of Old Buk, dirigido por David Rock. Como produtor, Gustavo iniciou sua trajetória após se formar pela Escola de Atores Wolf Maya, em 2015. Além de sua atuação nos palcos, Gustavo é designer gráfico, assinando projetos para grupos como Desvio Coletivo, Teatro do Incêndio, Cia dos Reis e Companhia do Voo. Destaca-se pelo design dos livros do Teatro do Incêndio e pela identidade visual de peças premiadas, como O Santo Milagroso, da Companhia do Voo. Gustavo também possui uma sólida experiência em publicidade, tendo participado de campanhas para marcas como Claro, Volkswagen, Eletropaulo, Club Social, Mercado Livre, Itaú, Banco do Brasil, Nissin, Heineken e muitas outras. Sua vivência artística ganhou ainda mais profundidade com os dois anos que passou na Inglaterra, um período de intensa imersão cultural e contato direto com a tradição teatral britânica. Essa experiência foi essencial para ampliar sua bagagem intelectual e estética, permitindo-lhe incorporar ao seu trabalho elementos do teatro clássico e contemporâneo. Essa conexão com a cultura inglesa se reflete diretamente em projetos como A Mulher de Preto, onde a sensibilidade e o rigor técnico do teatro britânico se entrelaçam com sua visão criativa e inovadora.Hugo Miglioli - ator, cantor, produtor e tradutor. Formado em Artes Cênicas pela Escola de Atores Wolf Maya e em Letras (Português e Linguística) pela Universidade de São Paulo, Hugo combina uma formação acadêmica sólida com uma ampla experiência no campo das artes. No teatro, sua versatilidade é notável, destacando-se em papéis cômicos e dramáticos. Entre seus trabalhos recentes estão atuações de destaque em Conto de Inverno e Viúva, Porém Honesta, que demonstram sua habilidade em transitar com maestria por diferentes gêneros e estilos teatrais. Como cantor, Hugo também brilha em musicais, tendo interpretado personagens icônicos como Sweeney Todd em Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet, Frollo em O Corcunda de Notre Dame e Amos Hart em Chicago. Esses papéis evidenciam seu talento vocal e interpretativo, consolidando sua presença no palco musical. Como professor de inglês há mais de uma década, Hugo é certificado com o nível C2 pela Universidade de Cambridge. Ele também atua como tradutor, trazendo ao teatro brasileiro peças de dramaturgos ingleses, americanos e australianos. Sua especialização em literatura inglesa acrescenta profundidade ao seu trabalho de tradução e adaptação, permitindo-lhe preservar as nuances e a essência das obras originais. Sua experiência como professor, aliada à formação em linguística e literatura inglesa, se conecta diretamente com sua atuação como tradutor e adaptador, conferindo um toque único de sensibilidade e precisão ao seu trabalho, especialmente em projetos que exploram temas universais e culturais, como a peça A Mulher de Preto.Leandro Brasilio - Coordenação de Produção: artista, produtor cultural e advogado. É especialista em Gestão de Projetos Culturais pela ECA/USP. Diretor de Produção (DRT n. 5.349 /SP). Advogado com ênfase na área cultural (OAB/SP n. 337.631). Desde 2013 trabalha como produtor, desenvolvendo projetos em performance, artes cênicas, artes visuais, arte urbana e audiovisual. Desde 2015 integra o Desvio Coletivo (SP), grupo que atua na zona de fronteira entre arte urbana, performance arte e artes visuais. Produz a circulação global da performance urbana CEGOS que já representou o Brasil em festivais e eventos América do Sul, América do Norte, Europa, África e Ásia, dentre os quais: Festival D’Aurillac (França), Ansan Street Arts Festival (Coréia do Sul), Georgetown Festival (Malásia), Mindelact (Cabo Verde), Festival de Dança de Londrina (Paraná), Virada Cultural (São Paulo), World Stage Design (Taiwan), Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira (Portugal), Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília, Festivale – Festival Nacional de Teatro do Vale do Paraíba (São Paulo), Festival Aldeia do Velho Chico (Pernambuco), Nuit Blanche Brussels (Bruxelas, Bélgica), dentre outros.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.