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O projeto Cordel 2.0 Nordeste amplia sua bem-sucedida metodologia para 10 municípios da Região Metropolitana de Salvador, integrando formação em cordel, xilogravura, contação de histórias e inteligência artificial. Realizará 40 oficinas e 10 saraus acessíveis, formando 400 pessoas, capacitando 20 agentes culturais e/ou produtores locais para replicabilidade e legando uma plataforma digital permanente. A proposta garante acesso inclusivo através de libras, legenda e audiodescrição, fortalecendo a poética e a economia criativa das periferias da Região Metropolitana de Salvador - RMS.
Não se aplica.*As atividades de contações de histórias, serão construídas nas oficinas, a partir das atividades propostas, de acordo com a realidade de cada comunidade, mantendo as medidas de acessibilidade e seguindo a pedagogia do projeto, conforme PP apresentado.
Objetivo Geral:Promover a formação artística, cultural e digital em municípios da Região Metropolitana de Salvador, fortalecendo as identidades periféricas através da literatura de cordel, xilogravura, contação de histórias e do uso crítico da inteligência artificial, garantindo acesso inclusivo e gratuito e fomentando a economia criativa local. Objetivos Específicos:1. Realizar 40 oficinas (10 formação em cordel, 10 xilogravura, 10 contação de histórias e 10 inteligência artificial) para 400 participantes;2. Apresentar 10 saraus acessíveis (1 em cada cidade) para 2.000 espectadores;3. Produzir 1 (ou mais) vídeo documental com legendas e audiodescrição; 4. Capacitar 20 agentes culturais e/ou produtores locais como multiplicadores da metodologia (2 por município);5. Criar/Utilizar 1 plataforma digital com todos os materiais produzidos para domínio público.
O Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, estabelecido pela Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), é imprescindível para a viabilização deste projeto devido à sua natureza estruturante, seu amplo alcance territorial e seu compromisso com a democratização cultural. O "Cordel 2.0 Nordeste" articula a salvaguarda de expressões culturais tradicionais com a inovação tecnológica, demandando um investimento de porte que, através do incentivo fiscal, permite parceria estratégica entre o poder público, a iniciativa privada e a sociedade civil para fomentar um desenvolvimento cultural regional inclusivo e sustentável. Este mecanismo é a ferramenta ideal para potencializar o impacto social do projeto, assegurando que os recursos sejam aplicados de forma direta e eficaz nos 10 municípios da Região Metropolitana de Salvador. Enquadramento Legal (Lei 8.313/91):O projeto Cordel 2.0 Nordeste encontra lastro legal nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei Rouanet:Art. 1º, III: "estimular a produção e difusão cultural": O projeto é, em sua essência, um grande exercício de produção (oficinas, saraus, documentário, plataforma digital) e difusão cultural (circulação por 10 municípios, plataforma de domínio público, ações de comunicação).Art. 1º, V: "promover a descentralização geográfica": A execução do projeto em 10 municípios da RMS, incluindo territórios periféricos e de comunidades tradicionais, é a materialização deste objetivo, descentralizando o acesso aos recursos e à produção cultural.E visa alcançar os seguintes objetivos previstos no Art. 3º da mesma lei:Art. 3º, I: "contribuir para facilitar o acesso às fontes de cultura": Ao levar formação cultural qualificada e gratuita, com todos os recursos de acessibilidade, para o interior dos territórios, o projeto remove barreiras geográficas, econômicas e físicas ao acesso cultural.Art. 3º, IV: "estimular a produção e difusão de bens culturais": A capacitação de 400 pessoas e 20 multiplicadores locais, e a criação de um vasto acervo digital, estimula diretamente a cadeia produtiva da cultura, gerando novos bens culturais e agentes capacitados para sua contínua difusão. Justificativa Cultural e Social:Necessidade comprovada: Baixa oferta de formação cultural integrada (tradição + tecnologia) nos municípios da RMS, com acesso limitado a atividades acessíveis.Inovação metodológica: Integração inédita na região de quatro linguagens - cordel, xilogravura, contação de histórias e inteligência artificial -, valorizando saberes ancestrais e tecnológicos.Impacto territorial: Atendimento a 10 municípios da RMS com carência de projetos culturais de formação que dialoguem com comunidades tradicionais, quilombolas, indígenas, ciganas e periféricas.Sustentabilidade: Formação de 20 agentes culturais locais como multiplicadores, priorizando lideranças de comunidades tradicionais e periféricas.Acessibilidade: Todos os produtos e atividades contarão com recursos de acessibilidade comunicacional (Libras, legendas, audiodescrição), garantindo inclusão de pessoas com deficiência desses territórios. Alinhamento com o Edital Rouanet Nordeste 2025:Enquadramento na área de Humanidades (item 3.3.2);Segmento: Eventos Literários/Ações Educativo-Culturais de Incentivo à Leitura e Escrita Criativa;Valor: R$ 499.972,50 (faixa até R$ 500.000);Abrangência: 10 municípios da RMS (máxima pontuação em abrangência geográfica);Ações Afirmativas: Composição majoritária da equipe com mulheres negras, artistas periféricos, LGBTQIAPN+ e PcDs, com foco no público em situação de vulnerabilidade social.
Nossa equipe combina experiência acadêmica com saber popular, garantindo excelência técnica e profundidade cultural na execução do projeto. Composta majoritariamente por mulheres negras, LGBTQIAP+, mestres de cultura tradicional e profissionais com deficiência, assegura o protagonismo de grupos historicamente marginalizados. O projeto prioriza o atendimento a comunidades periféricas, quilombolas e PcDs, com metodologia cocriada com mestres griôs e tecnologia acessível, integrando saberes ancestrais e inovação para garantir diversidade na execução e no público beneficiado. (de acordo com o item 11.3. Critérios de ações afirmativas e de acessibilidade).
PROJETO PEDAGÓGICO RESUMIDO (Segue documento completo em anexo)Cordel 2.0 – Expansão Território Metropolitano Salvador Oficinas de Criação, Oralidade, Cultura Popular e IAG na Prática da Escrita 1. APRESENTAÇÃO GERAL O projeto Cordel 2.0 inicia sua expansão para 10 municípios do Território Metropolitano de Salvador, aprofundando o diálogo entre cultura popular, literatura de cordel, oralidades, tecnologias de escrita e inteligência artificial generativa. A formação prevê três jornadas presenciais (4h cada) e monitorias online, culminando na produção de textos autorais para publicação impressa e digital, bem como para circulação em plataformas culturais parceiras. O projeto integra memória, território, criação poética, tradição cordelista e experimentações com IAG, sempre em perspectiva crítica, ética e humanista. 2. OBJETIVOS 2.1 Objetivo Geral Promover experiências criativas que articulem cultura popular, epistemologias do território e práticas contemporâneas de escrita com Inteligência Artificial Generativa (IAG), fortalecendo a autoria, a sensibilidade literária e a identidade cultural das comunidades participantes. 2.2 Objetivos Específicos Reconhecer e valorizar histórias locais, memórias afetivas e narrativas do território. Exercitar a expressão oral como experiência sensível, dramática e relacional. Introduzir participantes à arte do cordel por meio de Mestres da Cultura e cordelistas experientes. Desenvolver práticas criativas com apoio de ferramentas digitais e IAG, sem substituir a autoria humana. Experimentar ferramentas que auxiliam processos de escrita (planilhas semióticas, ELIZA, Caleidoscópio de Versos, game Jornadas do Território). Despertar a consciência sobre sentimentos, escolhas lexicais e marcas afetivas presentes na linguagem. Publicar produções autorais em livro impresso e formato digital, ampliando o alcance das vozes locais. Motivar o engajamento contínuo por meio de missões, pequenos prêmios simbólicos e jogos-laboratórios de escrita. 3. ESTRUTURA DAS OFICINAS As oficinas dialogam entre si e formam um circuito pedagógico contínuo, no qual cada etapa alimenta a seguinte. 3.1 Oficina 1 – Contação de Histórias (2h) Objetivo: Conectar as pessoas com o seu território, valorizando a autenticidade dos relatos, exercitando a atenção a detalhes e aprendendo a reconhecer marcas afetivas e sentimentais. Conteúdos e Atividades: Roda de conversa sobre “histórias que me fizeram ser quem sou”. Técnicas de escuta sensível e registro de detalhes (lugares, falas, objetos marcantes). Exercício: “Minha história em 5 elementos” (personagem, lugar, objeto, acontecimento, sentimento). Construção de um banco de histórias e lista de temas a serem trabalhados nas demais oficinas. Produto da oficina: Mapa afetivo do território + lista de temas e histórias que servirão de base para a oralidade, o cordel e a escrita criativa. 3.2 Oficina 2 – Oralidade e Dramatização (2h) Objetivo: Ganhar consciência sobre o peso afetivo das palavras, experimentar a expressão oral com técnicas simples de dramatização e aprofundar a relação entre emoção, linguagem e corpo. Conteúdos e Atividades: Aquecimento vocal e corporal (respiração, dicção, ritmo). Leitura em voz alta de trechos de histórias coletadas. Exercícios de variação afetiva: repetir a mesma frase com diferentes sentimentos (medo, alegria, raiva, surpresa, ironia etc.). Pequenas cenas dramatizadas baseadas nas histórias da oficina anterior. Construção de uma lista de sentimentos e expressões que serão usadas depois na planilha semiótica e na escrita poética. Produto da oficina: Vocabulário afetivo (lista de sentimentos, expressões, palavras-chave) e maior confiança para falar e interpretar histórias em público. 3.3 Oficina 3 – Arte do Cordel (4h) Objetivo: Descobrir a arte do cordel e do cordelista, a partir de um Mestre da Cultura e/ou integrante da Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel - OBPLC, conectando tradição e criação contemporânea. Conteúdos e Atividades: Encontro com Mestre cordelista: história de vida, processo de criação, ética do ofício. Introdução à métrica, rima e musicalidade do cordel. Leitura de folhetos de temas ligados ao território, cultura local e cotidiano. Transformação de histórias coletadas na primeira oficina em esboços de cordel. Escrita coletiva de estrofes, experimentando rimas e repetições. Produto da oficina: Versões iniciais de cordéis inspirados em histórias locais, prontos para serem ampliados nas monitorias e na oficina de escrita criativa e IAG. 3.4 Oficina 4 – Escrita Criativa, Games e IAG (4h) Objetivo: Escrever usando diferentes aplicações que apoiem a sistematização da escrita, experimentando a relação entre sentimentos, linguagem e tecnologia, bem como compreendendo a IAG como ferramenta e não substituta da autoria. Eixos da Oficina: Planilhas inteligentes semiótica-protopoéticas Estrutura: Sentimento → Substantivo → Adjetivo → Conector. Criação de combinações que funcionem como “matriz poética” para versos. Exercícios para gerar imagens mentais a partir dessas combinações. Chatbot ancestral – ELIZA maiêutica Apresentação de um ELIZA adaptado para perguntas de aprofundamento (maiêutica). Conversa com o app a partir de um trecho de texto do participante. Discussão sobre limites, simulação, espelhamento e diferença entre humano e máquina. App Caleidoscópio de Versos O participante insere um verso autoral e observa variações geradas pelo modelo de IAG. Reflexão sobre como a IAG reorganiza simbolicamente a linguagem, mexendo na estrutura e na percepção afetiva. Anotação das versões que mais dialogam com o seu estilo autoral. Game “Jornadas do Território” (sem Inteligência Artificial) Apresentação de um jogo-laboratório de escrita que propõe missões poéticas em um pequeno mapa do território. As missões não usam IAG, mas trabalham a mesma lógica discursiva: escolhas, pontos de vista, vocabulário, construção de cena. O game funciona como treino da autoria em um “sandbox semiótico-linguístico”. Produto da oficina: Rascunhos de textos autorais individuais (versos, narrativas curtas, cordéis em desenvolvimento) e primeira experimentação consciente com IAG aplicada à linguagem. 3.5. Oficina 5: Xilogravura (4h) Objetivo: Despertar nos participantes a habilidade de traduzir suas narrativas, versos e cordéis em imagens simbólicas, explorando a estética tradicional da xilogravura nordestina. A oficina busca aproximar linguagem verbal e linguagem visual, fortalecendo a identidade gráfica do projeto e permitindo que cada participante desenvolva uma assinatura imagética própria para acompanhar seus textos. Produto da Oficina Uma xilogravura autoral impressa, relacionada ao texto criado nas oficinas de Contação de Histórias, Oralidade, Cordel ou Escrita Criativa. Um esboço digitalizado (foto em boa resolução), pronto para ser usado: como capa do cordel individual; como ilustração no livro coletivo do Cordel 2.0; como arte de divulgação nas redes sociais do projeto. 5. METODOLOGIA A metodologia do projeto combina: Pedagogia da autoria – fortalecer a voz própria de cada participante. Educação estética e afetiva – atenção a sentimentos, marcas afetivas e imaginário simbólico. Práticas culturais do território – valorização das formas expressivas já presentes nas comunidades. Maiêutica socrática – uso de perguntas (humanas e mediadas por ELIZA) para aprofundar reflexões. Uso crítico e ético da IAG – compreensão de limites, possibilidades, vieses e responsabilidades. Gamificação leve – missões, pontos, caderno oficial, canetas-premiação, mapa de jornadas. Segue no próximo quadro...
A Proponente é Psicopedagoga (com Registro Profissional no CADSINPP nº2716), possui Formação em Acessibilidade Cultural (Escult/MinC) e estará responsável pela coordenação das Acessibilidades, inclusive o Projeto contará com monitores(as) treinados(as) a fim de cumprir com as medidas necessárias e oferecer uma Acessibilidade Cultural para a inclusão de todas as pessoas. Também disponibilizaremos todo o aparato e infraestrutura necessária para as Pessoas com Deficiência se locomoverem. Sendo assim, salientamos que, as pessoas com TEA, dificuldades de aprendizagem, dificuldades de locomoção e as demais diversidades contarão com as medidas adequadas, apoio psicopedagógico e acompanhamento de monitoria nas atividades da Jornada Criativa. Ação Educativa-Formativa A – MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO Para Pessoa com Deficiência Física e Pessoas Idosas, ou com mobilidade reduzida: Buscaremos Espaços com disponibilização de Infraestrutura (rampas, elevadores e barras laterais) e, se necessário, faremos adaptação de espaços/equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso. Para Pessoa com Deficiência Auditiva: Buscaremos Espaços que tenham Sinais Viso-motores e, se necessário, faremos a adaptação. Para Pessoa com Deficiência Visual: Buscaremos Espaços com disponibilização de Piso Tátil, Placas de Sinalização em Braile e, se necessário, faremos a adaptação. Para Pessoa com Deficiência intelectual e TEA (Transtorno do Espectro Autista): Buscaremos Espaços com disponibilização de cadeiras na primeira fileira para ela e seu acompanhante, em locais com iluminação amena, menos barulho ou aglomerações. Fast pass em filas de acesso (acesso pela saída); Disponibilizaremos protetores auriculares ou fones de ouvido para diminuição de ruído; disponibilizaremos óculos escuros para diminuir a exposição à luz e, se necessário, disponibilizaremos protetores sensoriais para diminuir qualquer sensação incomodante na pele, em caso de algum evento ao ar livre. B – MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO Para Pessoa com Deficiência Visual: Contaremos com material de comunicação em Tipografia ampliada; Audiodescrição para o entendimento pleno em link específico ou aberta: elementos visuais dos exercícios aplicados, descrição física das pessoas, como do ambiente onde serão realizadas as atividades; disponibilização de Audio ou Braile dos materiais impressos que forem utilizados, além de outras medidas necessárias. Para Pessoa com Deficiência Auditiva: Os conteúdos serão disponibilizados com o aplicativo de Libras Digital, sistem de Legendagem e contaremos com Profissionais Intérpretes e Tradutores em Libras capacitados para inclusão de ouvintes nos contextos da Cultura Surda e acesso das pessoas Surdas em produções culturais em linguagem fonética. Para Pessoa com Deficiência intelectual e TEA (Transtorno do Espectro Autista): O Material didático será editado em “Linguagem Simples” (recurso da acessibilidade cognitiva, criado para facilitar a comunicação das pessoas com deficiência intelectual); Contaremos com Monitoria especializada inclusiva ao longo das oficinas com uso de “Linguagem Simples” (recurso da acessibilidade cognitiva, criado para facilitar a comunicação das pessoas com deficiência intelectual). Ação Performática (as atividades performativas serão apresentadas por artistas e/ou arte-educadores) Para Pessoa com Deficiência Física e Pessoas Idosas, ou com mobilidade reduzida: Buscaremos Espaços com disponibilização de Infraestrutura (rampas, elevadores e barras laterais) e, se necessário, faremos adaptação de espaços/equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso. Para Pessoa com Deficiência Auditiva: Buscaremos Espaços que tenham Sinais Viso-motores e, se necessário, faremos a adaptação. Para Pessoa com Deficiência Visual: Buscaremos Espaços com disponibilização de Piso Tátil, Placas de Sinalização em Braile e, se necessário, faremos a adaptação. Para Pessoa com Deficiência intelectual e TEA (Transtorno do Espectro Autista): Buscaremos Espaços com disponibilização de cadeiras na primeira fileira para ela e seu acompanhante, em locais com iluminação amena, menos barulho ou aglomerações. Fast pass em filas de acesso (acesso pela saída); Disponibilizaremos protetores auriculares ou fones de ouvido para diminuição de ruído; disponibilizaremos óculos escuros para diminuir a exposição à luz e, se necessário, disponibilizaremos protetores sensoriais para diminuir qualquer sensação incomodante na pele, em caso de algum evento ao ar livre. B – MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO Para Pessoa com Deficiência Visual: Contaremos com Audiodescrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações (desde o palco até a plateia) que permita o acesso informações importantes para a compreensão do conteúdo, como: elementos do cenário, figurinos e trocas de cenas; Audiodescrição das cenas/atividades que ocorrerão durante as apresentações (incluindo os diálogos, as movimentações dos atores e as mudanças de cenário) que permita o acesso informações importantes para a compreensão do conteúdo, como: elementos do cenário, figurinos e trocas de cenas; Visita ao cenário: 30 minutos antes do início do Sarau ou qualquer outra atividade performática, pessoas cegas e com baixa visão são convidadas para subir no palco e tocar o cenário orientadas por profissional de audiodescrição. Para Pessoa com Deficiência Auditiva: Contaremos com Profissionais Intérpretes e Tradutores em Libras capacitados para inclusão de ouvintes nos contextos da Cultura Surda e acesso das pessoas Surdas em produções culturais em linguagem fonética; Legendagem oculta (Closed caption) para pessoas com deficiência auditiva ou Surdas, salvo se beneficiado não alcançar a linguagem da legenda. Para Pessoa com Deficiência intelectual e TEA (Transtorno do Espectro Autista): Contaremos com Monitoria especializada inclusiva ao longo das oficinas com uso de “Linguagem Simples” (recurso da acessibilidade cognitiva, criado para facilitar a comunicação das pessoas com deficiência intelectual); Monitoria especializada inclusiva (proteção de sons altos, luzes fortes e multidões para pessoas no caso de pessoas TEA).
Medidas de “ampliação de acesso” que serão adotadas no projeto, conforme artigo 47 da IN 23/2025: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; VIII - estabelecer parceria visando à formação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; IX - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis; e Além das medidas citadas acima, vale lembrar que o Projeto Cordel 2.0 nasce com o firme propósito de democratizar o acesso à cultura, promovendo a inclusão social, a tolerância religiosa e a diversidade cultural. Para alcançar esse objetivo, diversas medidas inovadoras e inclusivas serão implementadas, abrangendo desde a distribuição gratuita de materiais até a realização de eventos online e parcerias com diferentes instituições. SERÁ TUDO GRÁTIS PARA A POPULAÇÃO! Ninguém vai pagar por: Oficinas; Saraus, apresentações; Materiais didáticos; Lanches durante as atividades Teremos Plataforma digital gratuita com todo o conteúdo (www.cordel2pontozero.com); Redes sociais (Instagram @cordel2pontozero). Vamos convidar Escolas públicas, bibliotecas comunitárias e terreiros; Pontos de Cultura da RMS; Comunidade Surda; Comunidades quilombolas, ciganas e assentamentos rurais; Feiras livres, mercados populares e centros comunitários. Vamos facilitar a participação com Oficinas em equipamentos públicos e territórios de comunidades tradicionais; Transmissão online acessível dos saraus; Vagas prioritárias para idosos, povos tradicionais, quilombolas, ciganos e pessoas com deficiência. A GENTE VAI Fazer parceria com associações de pessoas surdas e cegas para divulgação e participação; Associações quilombolas, lideranças ciganas, terreiros e coletivos periféricos. Visitar escolas e instituições públicas; Realizar atividades culturais extras, se possível; Perguntar depois o que podemos melhorar. Assim, todo mundo na região metropolitana de Salvador vai poder: Aprender sobre a literatura popular; Ver performances incríveis; Fazer parte da arte; Se sentir incluída/o/e.
• Coordenador Geral: Celeste Maria Farias de Souza Dias – Proponente - Experiência em gestão de projetos culturais; Psicopedadoga, Professora de Filosofia e Língua Portuguesa, Pesquisadora.• Coordenador Pedagógico: Carlos Javier Vidal Guerreiro - Experiência em educação popular; Professor de Filosofia; Pesquisador em Educação e IA.• Artistas-Educadores (12): Especialistas em Cordel, Xilo, Contação e IA.• Intérprete de Libras (2): com Certificação.• Consultores diversos.• Contabilidade.• Assessoria/consultoria em Acessibilidades.• Produtores Locais (20): 2 por municipio.• Videomaker acessível: Especializado em registro documental.Equipe Técnica Básica:A nossa equipe combina experiência acadêmica com saber popular, garantindo excelência técnica e profundidade cultural na execução desse projeto.PROPONENTE – PRODUTORA – ARTE-EDUCADORA E COORDENADORA GERALCeleste Maria Farias de Souza DiasPerfil: Mulher cisgênero, negra, 45 anos, mãe, poeta, agente cultural, microempreendedora individual (MEI)Formação:Letras e Filosofia (licenciatura)Especialização em Psicopedagogia Institucional e Educação EAD 4.0Formação técnica em Gestão Cultural pela UFBA, Escult e IFG/MinCQualificação profissional em Editoração Gráfica pelo SENAI CETECOM-MGExperiência:15+ anos em produção cultural e editorialEx-conselheira municipal de Políticas Culturais de Belo Horizonte (2018-2020)Participação em comitês de implementação da Lei Aldir BlancExperiência em Análise Técnica de Projetos CulturaisAtuação Atual:Proponente e coordenadora do PRONAC 244715Parecerista técnicaMembro de associações profissionais (AJEB-BA, ABPp-BA, ALB-Suíça)Pesquisadora em grupos acadêmicos sobre Educação e Humanidades (UNEB)Especializações Relevantes:Capacitações em Lei Rouanet e IN 01/2023 (MinC/SEFIC)Cursos em Acessibilidade Cultural e Produção AudiovisualFormação em Elaboração de Projetos CulturaisCOORDENADOR PEDAGÓGICO – ARTE-EDUCADOR E PESQUISADORCarlos Javier Vidal GuerreroPerfil: Homem cisgênero, chileno residente, 38 anos, pesquisador e educadorFormação:Mestre em Educação e Contemporaneidade (PPGeduC-UNEB)Bacharel em Teologia (FAJE)Licenciado em Filosofia (Universidad del Salvador/AR)Experiência:12 anos de atuação em educação popular na América LatinaExperiência em formação de jovens em contextos periféricosCoordenador pedagógico do PRONAC 244715Especializações:Pesquisa em Inteligência Artificial Generativa na educaçãoDesenvolvimento de metodologias para cultura digitalElaboração de materiais didáticos acessíveisAtuação Atual:Coautor e coordenador pedagógico do projeto Cordel 2.0Pesquisador em tecnologias educacionais na UNEBVoluntário em projetos de escrita criativa em bibliotecas comunitáriasCORPO TÉCNICO-ARTÍSTICOConsultoria de Articulação ComunitáriaTatiane Mattos: Liderança comunitária, fundadora da REPROTAI (20 anos de atuação), técnica em economia solidáriaComunicação DigitalLuana Cristina: Gestora de eventos, poeta, gestora de mídias sociais de coletivos periféricosAudiovisualGabriel Dias: Diretor e produtor audiovisual, experiência em documentários, comunicação do Cordel 2.0DesignCarlos Conrado: Designer gráfico, webdesigner, responsável pela identidade visual do Cordel 2.0Assessoria de Comunicação e ImprensaDoris Pinheiro Jornalista com mais de 30 anos de experiência profissional, assessora de imprensa com vasta experiência nas áreas institucional e de cultura, com carreira desenvolvida também em TV - jornalismo e produção de programas especiais - produtora, editora, redatora, apresentadora, repórter e diretora. Experiência em cargos de chefia e coordenação de eventos jornalísticos de porte. Pós-graduada em Roteiro para TV e Vídeo. Experiência nas áreas de publicidade, rádio e jornalismo de moda. Professora de Jornalismo e Publicidade na Faculdade da Cidade e na Unijorge. Diretora, redatora e apresentadora do programa Multicultura, da Rádio Educadora da Bahia, ex-assessora de imprensa do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia – IRDEB (TVE e Rádio Educadora), assessora de imprensa à frente da DP Assessoria de Imprensa, colunista do site LeiaMais.ba, com a coluna Modas e Modos. Assessora de Comunicação de muitas edições da FLIPELÔ. Também foi Assessora de Comunicação do Pronac 244715 do Cordel 2.0.Arte-EducadoresCordel: Mestre Antonio Barreto (60+)Xilogravura: Mestre Natividade (60+) e Sol Crisálida (afroargentina)Contação de Histórias: Rosana Paulo (60+, negra) e José Abbade (LGBT)IA e Educação: Carlos Vidal e Celeste FariasEquipe de ApoioAuxiliar Pedagógica: Laura Beatriz (jovem poeta periférica, mulher negra, LGBT)Assistente de Produção: Angélica Silva (Administradora)Consultoria PcD: Isabella Serrano (UX designer, poeta, mulher LGBT, PcD) e Maria de Lourdes (60+, negra, PcD)Acessibilidades: Nepomuceno Libras Ltda (negra)Alimentação: Raimunda Conceição Oliveira (MEI, negra, periférica)DIFERENCIAIS DA NOSSA EQUIPEExperiência comprovada na execução do projeto pioneiro (PRONAC 244715)Composição majoritariamente feminina, negra e LGBTQIAP+Formação técnica específica em acessibilidade e gestão culturalArticulação territorial através de lideranças comunitáriasIntegração entre mestres tradicionais e jovens tecnológicosCapacitação específica em Lei Rouanet e editais culturais.A nossa equipe combina experiência acadêmica com saber popular, garantindo excelência técnica e profundidade cultural na execução do projeto. Composta majoritariamente por mulheres negras, LGBTQIAP+, mestres de cultura tradicional e profissionais com deficiência, assegura o protagonismo de grupos historicamente marginalizados. O projeto prioriza o atendimento a comunidades periféricas, quilombolas e PcDs, com metodologia cocriada com mestres griôs e tecnologia acessível, integrando saberes ancestrais e inovação para garantir diversidade na execução e no público beneficiado. (de acordo com o item 11.3. Critérios de ações afirmativas e de acessibilidade).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.