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PRONAC 2510865Autorizada a captação total dos recursosMecenato

SENHOR DIRETOR

SM PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 550,2 mil
Aprovado
R$ 550,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Promover temporada do espetáculo "Senhor Diretor" em São Paulo (SP), de quinta a domingo, durante dois meses, com 32 apresentações. Durante a temporada, serão realizadas 04 Rodas de Conversa com o público, com as presenças da atriz, diretora e debatedor convidado. "Senhor Diretor’ é primeira adaptação para teatro do conto homônimo da escritora brasileira Lygia Fagundes Telles. A atuação é de Analu Prestes. Silvia Monte assina a idealização, adaptação e direção do espetáculo. A peça é o desabafo de uma mulher em busca de si mesma, em conflito com as transformações à sua volta. A peça oscila entre o humor e o drama, provando que é possível rir e pensar com temas urgentes e eternos.

Sinopse

‘Maria Emília’, uma recatada senhora paulistana, na tarde de seu aniversário, caminha solitária pelas ruas de São Paulo. Ao parar numa banca de jornais, a professora aposentada fica impactada com a manchete de um jornal e escandaliza-se com a capa de uma revista. Indignada, decide escrever uma carta ao diretor do “Jornal da Tarde”. Mas a cada tentativa de esboçar a carta, Maria Emília é interrompida pela movimentação urbana e invadida por lembranças e fantasias. Acaba por refugiar-se numa sessão de cinema, mas o escurinho da sala lhe traz uma grande revelação.

Objetivos

Objetivo Geral Compartilhar essa experiência teatral com o público de São Paulo, metrópole cenário de "Senhor Diretor"; cidade com forte tradição teatral e literária, onde Lygia Fagundes Telles nasceu e viveu toda a sua vida; em que a santista Analu Prestes viveu sua infância e juventude e na qual iniciou sua carreira artística ao lado de Naum Alves de Souza, Zé Celso e Luiz Antônio Martinez Correa. Com a realização dessa temporada em São Paulo buscamos afetar a plateia paulistana com a ficção de Lygia e atuação de Analu, provocando a reflexão de temas urgentes e universais, de forma leve e bem-humorada, tratando em especial de assuntos relevantes para um público feminino e maduro, que identificará na protagonista muitas de suas próprias questões e trajetórias; mas também estimular o gosto pela literatura através do teatro, especialmente para o público jovem e de estudantes, apresentando adaptação inédita de obra de uma das maiores ficcionistas brasileiras. Objetivos Específicos _ Dar continuidade à trajetória do espetáculo "Senhor Diretor", que fez sua estreia nacional em outubro de 2024 e cumpriu duas temporadas de sucesso na cidade do Rio de Janeiro (2024/2025), com a realização de estreia e temporada do espetáculo na cidade de São Paulo, com previsão de 32 apresentações; _ Estender a experiência teatral, promovendo quatro Rodas de Conversa (bate-papo) com a plateia, sempre com um convidado (palestrante), propondo reflexão tanto sobre a construção do processo criativo do espetáculo (adaptação dramatúrgica, elaboração do personagem, criação cênica _ direção, figurinos, cenário, iluminação, trilha musical) quanto aprofundar o debate sobre temas urgentes e universais abordados na peça e seu impacto na atualidade.

Justificativa

Diante do nosso mundo contemporâneo extremamente tecnológico, virtual e competitivo; repleto de conflitos e desafios sociais e ecológicos; no qual o individuo muitas vezes encontra-se solitário e perdido de seus valores e referencias, é premente estimular a experiência emocional que a arte proporciona na reflexão de temas urgentes e eternos da existência humana. E tratando-se de teatro, uma arte coletiva, o estímulo do contato presencial com o outro fortalece o espírito de pertencimento a uma comunidade de pares. O solo "Senhor Diretor", primeira adaptação para teatro do conto homônimo, extraído da célebre obra "Seminário dos Ratos" (1977), de Lygia Fagundes Telles, é o desabafo cheio de "som e fúria" de uma mulher escondida nos escombros de uma educação elitista, machista, repressora e disciplinadora passada de mãe pra filha, de geração em geração. Antes de tudo, o espetáculo "Senhor Diretor" é um encontro bem-humorado de mulheres maduras com a palavra escrita, falada e teatralizada; um encontro entre duas artistas da palavra _ L­ygia e Analu; entre uma escritora e uma leitora _ Lygia e Silvia; entre uma atriz e uma personagem _ Analu e ‘Maria Emília’; entre uma diretora e uma atriz _ Silvia e Analu; e, por fim, um encontro delas todas com a plateia em comunhão com o "feminino".Para dar voz e corpo à ficção de Lygia, que trata de temas universais, como solidão, morte, envelhecimento, sexualidade, loucura, a encenação apostou na versatilidade de uma atriz na plenitude de seu ofício. No palco, apenas um único elemento cenográfico _ uma antiga cadeira giratória. No mais, todo o espaço é ocupado por palavras e a imaginação do público sendo acionada pela simbiose atriz/personagem, atriz/plateia. Presente do começo ao fim, o humor delicado, tão característico da sua autora, pontua a história, fazendo-nos rir da nossa trágica existência. A palavra é a âncora. Ao dar corpo a esse rio espumejante de palavras, provocamos a criação na plateia de imagens internas _ psíquicas, coletivas, íntimas. Como num divã, ‘Maria Emília’ deixa levar-se pelo seu inconsciente e tem o público como analista, aquele que também escuta com o seu inconsciente, imaginação e fantasias. Fiel à grandeza literária do texto, o binômio dramaturgia - encenação buscou valorizar e conferir materialidade ao rio caudaloso, de palavras, imagens e emoções de Lygia Fagundes Telles, conduzido pela teatralidade de Analu Prestes, para desaguar no coração e mente da plateia: "... e o rio transbordou, inundando camas, casas, ruas..."Nas duas temporadas cariocas, no intimista Espaço Abu, em Copacabana, (outubro e novembro de 2024), e no Teatro Poeira, referência da cena carioca, (março e abril de 2025), o público, classe teatral e crítica especializada abraçaram com entusiasmo a poesia e a atualidade da obra de Lygia, a magnitude da interpretação de Analu e a encenação minimalista de Sílvia que, pela palavra e pela teatralidade, desperta a cumplicidade e a imaginação da plateia. "Senhor Diretor" é uma reflexão bem-humorada sobre a fragilidade do individuo diante das transformações da sociedade contemporânea e a possibilidade de crescimento pessoal e social a partir do autoconhecimento e enfrentamento dos seus medos e preconceitos.O espetáculo é uma experiência artística imersiva na qual o público sente-se parte da história. A encenação intimista conduz o público a passear com ‘Maria Emília’ pelas agitadas ruas de São Paulo e pelos escombros de uma mulher perdida em suas convicções, mas com o desejo inconsciente de se transformar.Por que a Lei Federal de Incentivo à Cultura?O espetáculo "Senhor Diretor" estreou e cumpriu duas temporadas no Rio de Janeiro com investimento pessoal de seus produtores. Cumprida com sucesso essa primeira etapa (montagem e primeiras incursões na sua cidade de origem), o projeto para continuar vivo, circular por outras cidades do Brasil e apresentar-se para novas plateias, precisará de parceria capazes de concretizar o projeto de difusão. A Lei Federal de Incentivo à Cultura é de extrema importância para a captação de recursos possibilitando que o projeto possa atingir seu objetivo atual. Ela permitirá o financiamento da difusão de forma sólida, garantindo a manutenção de sua equipe artística e técnica. Além disso, propicia a oportunidade de concorrência em editais de instituições que exigem o enquadramento prévio e/ou posterior em Lei Federal de Incentivo à Cultura. Ao incentivar o patrocínio dessa nova etapa de "Senhor Diretor", esta Secretaria está agregando valores de democratização do bem cultural e valorizando as artes cênicas e literatura brasileiras, promovendo a possibilidade de difusão do teatro e da literatura por meio de um espetáculo de qualidade artística e técnica, revelando uma postura compromissada para com a sociedade e estimulando a economia criativa em nosso país.O projeto atende aos seguintes dispostos no Art. 1° da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais _ GRATUIDADE DE 20% DE ACESSO EM CARÁTER SOCIAL E/OU ESCOLAR; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; _ CONTRATAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA CIDADE ONDE SERÁ REALIZADA A TEMPORADA DO ESPETÁCULO, INCLUSIVE DEBATEDORES DAS RODAS DE CONVERSA. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores _ COMPARTILHAR A EXPERIÊNCIA TEATRAL COM UMA DAS MAIORES ATRIZES BRASILEIRAS DE SUA GERAÇÃO, ATUANTE HÁ MAIS DE CINQUENTA ANOS EM COLABORAÇÃO COM GRUPOS, COMPANHIAS E DIRETORES INFLUENTES NA HISTÓRIA DO TEATRO NACIONAL.VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;_ PROMOVER, DIFUNDIR E ESTIMULAR O GOSTO PELA LITERATURA E O CONHECIMENTO DA OBRA DE LYGIA FAGUNDES TELLES ATRAVÉS DO TEATRO, ESPECIALMENTE PARA O PÚBLICO JOVEM E DE ESTUDANTES, APRESENTANDO ADAPTAÇÃO INÉDITA DE OBRA DE UMA DAS MAIORES FICCIONISTAS BRASILEIRAS. IX - Priorizar o produto cultural originário do País._ DIFUNDIR A OBRA DE UMA ESCRITORA BRASILEIRA, CONSIDERADA PELA CRÍTICA ESPECIALIZADA COMO UMA DAS MAIS RELEVANTES DA LÍNGUA PORTUGUESA. Em relação ao Art. 3º da Lei 8313/91, referente aos objetivos que serão alcançados, a atual proposta se enquadra nos incisos abaixo:II _ fomento à produção cultural e artística _ MEDIANTE À REALIZAÇÃO DE TEMPORADA DE ESPETÁCULO TEATRAL IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais_ MEDIANTE A DISTRIBUIÇÃO GRATUITA E PÚBLICA DE INGRESSOS PARA O ESPETÁCULO TEATRAL.

Estratégia de execução

SENHOR DIRETOR | REFERÊNCIAS E TRECHOS DE CRÍTICAS RECEBIDASTÍTULO | AUTOR | LOCAL | DATA | ENDEREÇO O Caos Nosso de Todos os DiasTânia BrandãoFolias Teatrais11/11/2024https://foliasteatrais.com.br/o-caos-nosso-de-todos-os-dias/ "Algumas letras de aparência simples nos convidam para um mergulho profundo na nossa forma humana. Com certeza esta sedução está presente nos textos de Lygia Fagundes Telles – a encenação, singela e delicada, do conto Senhor Diretor comprova a afirmação. Vale conferir a grandeza poética do trabalho, em cartaz só até hoje no Espaço Abu. Portanto, é para correr de verdade para ir ver, para não perder o privilégio deste encontro de arte. (...) Quem vê a pequena joia cênica fica sem opção: torce para que a singular experiência teatral encontre outro teto rapidamente e fique longo tempo em cartaz." "A adaptação do conto, assinada por Silvia Monte, faz justiça à grandeza literária do texto. Discretos deslocamentos das ações descritas no conto permitem fazer a movimentação cênica fluir límpida, exatamente para ampliar o efeito da torrente de pensamentos que dá vida à sóbria Maria Emília. A direção, também de Silvia Monte, tem a felicidade de saber conferir materialidade objetiva, física, ao emaranhado de ideias torrenciais." "Sob a direção segura de Silvia Monte, a experiência teatral transcende do texto para a cena graças à cortante beleza da atuação da atriz." Um acertado lance de dados entre literatura e teatroWagner Corrêa de AraújoEscrituras Cênicas8 /10/2024https://www.escriturascenicas.com.br/search?q=Senhor+Diretor "O que a convicta direção de Silvia Monte imprime ao espetáculo, na fluência coesiva de suas linhas dramáticas e cômicas, numa trama de aparente simplicidade, mas que, em compasso paralelo, possibilita transmutar a pura força do texto literário em envolvente gramática cênica.Ampliada no domínio completo de Analu Prestes sobre seu papel, nas suas nuances gestuais e vocais, transcendendo-se, mais uma vez, na sua performance irrepreensível, como uma das grandes atrizes de sua geração." RetrospectivaWagner Corrêa RetrospectivaEscrituras Cênicas, 29/12/2024"A original gramática cênica alcançada por Analu Prestes, em sua parceria concepcional com a diretora Silvia Monte, fez de Senhor Diretor um dos solos femininos mais tocantes do ano, sabendo como alcançar a completa coesão entre a palavra escrita e falada para contagiar o publico com o singular retrato de uma conservadora ‘senhorinha’ sexagenária." Uma mulher do seu tempoCláudia Chaves Especial para o Correio da ManhãSexta-feira, 8 a domingo, 10 de novembro de 2024Correio da Manhã "Lygia Fagundes foi uma mulher muito, mas muito a frente de seu tempo. Foram 104 anos de talento, de luta, de posicionamento, de uma literatura ímpar que, ao mesmo tempo denunciando as feridas de opressão da condição feminina, construía personagens ímpares. É o caso de seu conto “Senhor Diretor” o qual, em forma de missiva, uma mulher tenta fazer ouvir sua voz, na contramão da história." "A pequena arena se transforma em palco gigante, um Maracanã para a grande intérprete, capaz de fazer jogadas de craque e apresentar inúmeros gols de placa à plateia. A direção de Silvia Monte é certeira para permitir que Analu coloque o peso nas palavras, mas mantendo os gestos tímidos, concisos, quase que escondidos, medrosos e tímidos ante o mundo que lhe incapacita." "Todos os movimentos, por conta das dimensões da pequena arena que é o Espaço Abu, conseguem concentrar e colocar em foco a qualidade do texto que, apesar dos temas- morte, envelhecimento, solidão, é uma explosão de vitalidade." Senhor Diretor: A ferida que sangra em silêncioUm monólogo interior que oscila entre lucidez feroz e devaneio pungentePaulo SalesCircuito Geral14/04/2025https://www.circuitogeral.com.br/post/senhor-diretor-a-ferida-que-sangra-em-sil%C3%AAncio-teatro "Em cena, a palavra escrita transforma-se em palavra dita, e é nesse trânsito que a peça encontra sua potência mais funda: não estamos diante de uma adaptação, mas de uma transfusão." "Silvia Monte compreende com rara delicadeza o barro de que é feita a prosa de Lygia: a oralidade que escapa pela costura da frase, a memória que infiltra a lógica, o corpo que treme por dentro da linguagem. A encenação é sóbria, mas nunca fria; econômica, mas nunca árida. Há uma contenção que amplifica — porque Maria Emília não grita, mas tudo em sua presença é grito abafado.""Analu Prestes entrega uma performance de assombrosa nitidez. Não há personagem; há um ser em fratura. Seu rosto não atua: confessa. Seus gestos não ilustram: são extensões do pensamento, por vezes interrompidos, como se o corpo duvidasse da própria existência. E quando Maria Emília entra no cinema, em busca de refúgio, o espetáculo nos oferece uma virada quase mística — ali, nas sombras da sala escura, ela vê a si mesma, e o mundo, de outro lugar. Talvez o único possível." O encontro de duas damas, Lygia Fagundes Telles e Analu Prestes, durante uma bonita tarde em São Paulo Paulo Ruch Blog do Paulo Ruch9/06/025https://blogdopauloruch.com/ "Silvia Monte nos proporciona com a sua adaptação e direção uma montagem realçada por inúmeras qualidades, sendo uma delas a de amalgamar com precisão e destreza as linguagens literária e teatral, provando ser cada vez mais possível beber na fonte riquíssima que são as obras de nossos magnos escritores. O que se vê na peça em sua completude é uma valorização bem-vinda das palavras em todo o seu infinito esplendor." "Analu Prestes, atriz santista com imenso prestígio nos palcos brasileiros, também respeitada pelas suas contribuições nas áreas das Artes Plásticas, Cenografia e Figurinos, prova-nos com a sua fineza interpretativa e a sua inteligência na condução das emoções o quanto a sua escolha para viver Maria Emília foi perfeita."

Especificação técnica

Produto principal: Espetáculo teatral "Senhor Diretor" Duração:50 minutos.Temporada:2 meses, apresentações de quinta a domingo Total de apresentações: 32.Local: São Paulo - SP

Acessibilidade

Produto Principal – Espetáculo de Artes Cênicas - temporada de dois meses em São Paulo (SP) com 32 apresentações Contrapartidas Sociais – Rodas de Conversa (04) 1. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE FÍSICA NO ASPECTO ARQUITETÔNICO – A temporada e as rodas de conversa serão realizadas em teatro que ofereça instalações estruturalmente adequadas, para garantir o acesso a pessoas idosas e aos portadores de necessidades especiais (monitores, sinalização, rampas de acesso, elevadores, banheiros e espaço especial na plateia). [Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica pois não gera custos ao projeto. São ferramentas e recursos já disponíveis nos espaços de realização.] 2. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO – Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá audiodescrição em quatro (4) sessões do espetáculo. Nas Rodas de Conversa o conteúdo é 100% oral, permitindo completo acesso por parte de deficientes visuais. [ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Audiodescrição]

Democratização do acesso

Conforme artigo 47 da IN 23/2025, o projeto compromete-se a cumprir as seguintes medidas de ampliação de acesso:I – Oferecer 10% de INGRESSOS GRATUITOS com caráter social e/ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, TOTALIZANDO 20% DE INGRESSOS COM GRATUIDADE; III – Disponibilizar na internet trechos do espetáculo e rodas de conversas, acompanhado de libras e audiodescrição; IV – Garantir a captação e veiculação de imagens do espetáculo e das rodas de conversa por redes publicas e outros meios de comunicação gratuitas. Outra medida de ampliação de acesso são as RODAS DE CONVERSA com a plateia após o espetáculo, com a presença da atriz, da direção do espetáculo e de especialista em área de interface com temas suscitados pela peça.

Ficha técnica

PROPONENTE TERCEIRA MARGEM PRODUÇÕES CULTURAIS - PRODUÇÃO E REALIZAÇÃO Nome fantasia da SM Produções Culturais Ltda. que tem como sócios: Silvia Monte (sócia administradora) – diretora teatral, gestora e produtora cultural que, durante mais de duas décadas, foi gestora cultural no âmbito do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro; José Henrique Moreira – professor de direção teatral e iluminação cênica (Eco-UFRJ), diretor e iluminador. Com sede em Copacabana, no Rio de Janeiro-RJ, a empresa tem como objetivo produzir projetos artísticos e culturais de autoria de seus sócios ou em parceria com outros artistas e produtores. Sua principal atividade é a produção de programas artísticos nas áreas de teatro e literatura, mas também a realização de projetos em torno das artes e das humanidades. Desde sua abertura, em julho/2023, a empresa realizou os seguintes projetos inéditos: Senhor Diretor, primeira adaptação para teatro da obra homônima de Lygia Fagundes Telles (1918-2022), com Analu Prestes; idealização, dramaturgia e direção de Silvia Monte; com duas temporadas realizadas no Rio de Janeiro (RJ), sendo a primeira, no Espaço Abu, em Copacabana (out./nov./2024) e a segunda, no Teatro Poeira, em Botafogo (mar/ abr./ 2025). Ainda em 2025, o espetáculo apresentou-se no Teatro da UFF, em Niterói (24 e 25/maio); Festival de Inverno SESC RJ, unidades Quitandinha, Petrópolis (24/jul.) e Valença (25/jul.); Festival Midrash de Teatro, no Teatro Domingos de Oliveira (10/ago.); Teatro Firjan Sesi Jacarepaguá (de 27/set. a 05/out.). Leituras em Cena, programa de leituras dramatizadas e rodas de conversa, em parceria com o Espaço Abu, com idealização, curadoria e direção de Silvia Monte, em curso desde março de 2024. Oficinas presenciais: Da Palavra à Cena (02 edições), por Silvia Monte (Espaço Abu, 2023); Um Toque de Luz (Abu, 2024), por José Henrique Moreira. Leitura dramatizada da peça Assim é... (se lhe parece), de Luigi Pirandello, direção de Silvia Monte (Espaço Abu dez./2023). Com o espetáculo Senhor Diretor a empresa foi classificada no Edital Sesc Pulsar 2026/2027. DIRIGENTE DA PROPONENTE Silvia Monte – Diretora Geral, Coordenação Administrativa e Coordenação GeralDiretora teatral, gestora e produtora cultural. Pós-graduação em Direção Teatral pela Faculdade CAL de Artes Cênicas; bacharelado em Artes Cênicas - Interpretação, pela Escola de Teatro da UNIRIO. Sócia-administradora da Terceira Margem Produções Culturais (desde julho de 2023). Assina a idealização, dramaturgia, direção e produção de Senhor Diretor, primeira adaptação para teatro do conto de Lygia Fagundes Telles (2024-2025); idealização, autoria e direção de Por Elas (2018); idealização e direção de A Visita da Velha Senhora, de Friedrich Dürrenmatt, (2015-2016); idealização e direção de Um Inimigo do Povo, de Henrik Ibsen, (2012/2013); idealização, autoria, direção e produção de O Direito de Pensar - Uma Viagem Radiofônica ao Julgamento do Macaco - podcast em formato de rádio drama (2019). Idealização, curadoria e direção de ciclos de leituras dramatizadas: Leituras em Cena, (2024/2025, Espaço Abu); Teatro na Justiça (1999-2019); Livro Aberto (2002-2008); fez parte da equipe de criação, produção e direção de Ciclodrama-Ato Único (2022-2023). Produziu e atuou no elenco de A Pane, de Friedrich Dürrenmatt (2005, Teatro Villa Lobos, Rio-RJ; Teatro Marília Pera, Rio-RJ; 2006, Sesc Consolação, Teatro Anchieta, São Paulo-SP); O Processo, de Franz Kafka (2006, Maison de France, Rio-RJ; Sesc Santana-SP; O Bilontra, de Arthur Azevedo (2009, Solar de Botafogo, Rio-RJ), todos com direção de José Henrique Moreira. Como gestora pública, atuou de 1999-2021, na área cultural do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro, estando sob sua coordenação-geral, idealização, curadoria, direção e produção dezenas de programas nas áreas de teatro, música, humanidades e museologia. Foi a idealizadora, administradora e curadora da Sala Multiuso do PJERJ, de 2010 a 2018. Por sua gestão pública no âmbito do PJERJ, foi contemplada com: Menção Honrosa - Prêmio Innovare (2007), Medalha da EMERJ (2008), Colar do Mérito Judiciário do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (2018). PRINCIPAIS PARTICIPANTESLygia Fagundes Telles (1918-2022) – AutoraSua obra – dezoito livros de contos e quatro romances – já foi traduzida em diversos países. Recebeu todos os maiores prêmios nacionais de literatura, tendo sido indicada ao Nobel de Literatura e agraciada com o Prêmio Camões. Com a obra “Seminário dos Ratos” (1977), de onde foi extraído o conto “Senhor Diretor”, Lygia ganhou o prêmio Jabuti. Analu Prestes – atriz, cenógrafa e figurinista Atriz, cenógrafa, figurinista e artista plástica. Com 53 anos de palco, é reconhecida com uma das grandes atrizes da sua geração pela critica, tendo recebido diversos prêmios ao longo da sua carreira. Trabalhos mais recentes em teatro: “As crianças”, direção de Rodrigo Portella e “Senhor Diretor”, direção de Silvia Monte. Jose Henrique Moreira – Iluminador Professor de Direção Teatral e Iluminação cênica do Curso de Direção Teatral da UFRJ. Diretor teatral e iluminador. Bacharel em Direção Teatral e Mestre em Teatro. Coordenador do Sistema Universitário de Apoio Teatral, que dá apoio à produção artístico-cultural da UFRJ, especialmente na área de iluminação. Trabalhos mais recentes como diretor cênico e iluminador incluem: O Grito de Mueda (2025) - Primeira ópera nacional moçambicana; As Bodas de Fígaro (2025), de Mozart. Yahn Wagner – Direção e produção musical, arranjos Compositor e professor de Composição da Escola de Música da UFRJ. Mestre e Doutor em composição pela Duke University (EUA). Suas obras integram o repertório de grupos como JACK Quartet, Music, Quinteto Villa-Lobos, Cron Ensemble, Sinfônica da UFRJ e North Carolina Symphony Orchestra.Mari Amorim – Direção de Movimento Bailarina, atriz, diretora de movimento e preparadora corporal. Bacharel e Licenciada em Dança pela UFV (2014), pós-graduada em Dança-terapia (2021). Sydney Michelette – Identidade VisualDesigner Gráfico e Editorial | Arquiteto | IlustradorGraduado em Arquitetura e Urbanismo pela UEL/PR, Desenho Industrial pela UFPR e Licenciatura em Desenho pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Desde 1990 atua como designer gráfico na área de eventos culturais, shows e espetáculos teatrais. Trabalhos recentes em teatro: Senhor Diretor; O Som que Vem de Dentro, Gays - modos de amar; Fazendo História. Wagner Pacheco – Direção de produçãoFormado em Administração de Empresas, Pós-graduado em Gestão de Negócios. Esteve à frente da produção e administração da Oficina Teatral Produções Artísticas durante 11 anos. Com 15 anos de experiência, produziu diversos espetáculos teatrais, com excelente aceitação por parte da crítica e do público em geral. Trabalhos mais recentes: A procura de uma dignidade, com Ana Beatriz Nogueira, direção Gilberto Grawronski (2025); Senhor Diretor, de Lygia Fagundes Telles, com Analu Prestes, direção de Silvia Monte (2025).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.