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PRONAC 2510878Projeto em execução - Encerrado prazo de captaçãoMecenato

Caravana Musical Brincantes do Sertão Mineiro: Oficinas e Vivências

19.747.908 DAIANA DE SOUSA CAMPOS
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 200,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Nordeste 2025
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Chapada Gaúcha
Início
2026-01-01
Término

Resumo

A Caravana Musical Brincantes do Sertão Mineiro: Oficinas e Vivências, fomenta a cultura da infância em comunidades rurais de Arinos-MG (Sagarana, Morrinhos, PA Chico Mendes e PA Boqueirão Buriti Grosso), Bonfinópolis de Minas - MG, Chapada Gaúcha-MG (Serra das Araras e Ponto de Cultura Seu Duchim, Ribeirão de Areia (comunidade tradicional) e Buraquinhos (comunidade quilombola), Riachinho - MG, Uruana de Minas - MG e Urucuia - MG. Serão oferecidas gratuitamente 108 oficinas totais, sendo encontros de educação músical, percussão, flauta doce, além de 2 mostras culturais com mestres locais e apresentações musicais. Os beneficiários indiretamente de 2000 pessoas e diretamente são 700 crianças, adolescentes e jovens de assentamentos da reforma agrária, territórios de vulnerabilidade social, comunidades tradicionais e quilombolas.

Sinopse

A Caravana Musical Brincantes do Sertão Mineiro: Oficinas e Vivências é um circuito formativo e artístico voltado à infância e juventude do Urucuia Grande Sertão: Veredas, em comunidades rurais de Arinos e Chapada Gaúcha-MG, e nas cidades de Bonfinópolis de Minas - MG, Riachinho - MG, Uruana de Minas - MG e Urucuia - MG, com o compromisso de beneficiar 700 crianças, adolescentes e jovens em vulnerabilidade social.O projeto contempla a realização de 108 oficinas gratuitas nas áreas de educação musical, percussão e flauta doce, todas com caráter lúdico, pedagógico e de valorização da cultura popular.As atividades terão culminância em 2 mostras culturais, reunindo apresentações musicais e participação de mestres da cultura popular, além de mostra gastronômica regional em parceria com coletivos locais.Será produzido ainda um registro audiovisual das atividades, disponibilizados em versão digital com recursos de acessibilidade (legenda descritiva). O projeto tem classificação indicativa livre, adequado a crianças, adolescentes, jovens e suas famílias.

Objetivos

Objetivo GeralPromover a democratização do acesso à cultura em comunidades rurais, tradicionais e quilombolas do Território do Urucuia Grande Sertão: Veredas, fortalecendo a cultura da infância, valorizando mestres e tradições populares, e formando crianças, adolescentes e jovens como agentes ativos da vida cultural, por meio de oficinas e mostras culturais gratuitas.Objetivos Específicos1. Promover comunicação do projeto, organização de rede colaborativa e escuta ativa de aspirações e do propósito do projeto1.1 Realizar 10 (dez) visitas às lideranças de escolas, organizações sociais, mestras e mestres, fazedoras de cultura nas artes música, audiovisual, teatro e contação de história, para identificar, influenciar, motivar, mobilizar e engajar na estratégia participação em arranjos de governança e gestão colaborativa de empreendimentos sociais de inclusão socioprodutiva de artes integradas. 2. Oficinas e vivências culturais2.1 Realizar 108 (cento e oito) oficinas culturais gratuitas no prazo de 12 meses, distribuídas entre os municípios de Arinos-MG (5 oficinas em cada comunidade rural, sendo 4 comunidades) e 1 oficina em Chapada Gaúcha-MG (em Serra da Araras e outra no Ponto de Cultura Seu Duchim, Ribeirão de Areia (comunidade tradicional) e Buraquinhos (comunidade quilombola)), Bonfinópolis - MG, Riachinho - MG, Uruana de Minas e Urucuia - MG, com duração de 1h a 3h, e ensaios abertos à comunidades, nas seguintes modalidades:Realizar 5 oficinas de educação musical em cada comunidade rural (Sagarana, Morrinhos, PA Chico Mendes, PA Boqueirão Buriti Grosso), totalizando 20 oficinas;Realizar 5 oficinas de percussão em cada comunidade rural (Sagarana, Morrinhos, PA Chico Mendes, PA Boqueirão Buriti Grosso); totalizando 20 oficinas;Realizar 5 oficinas de flauta doce em cada comunidade rural (Sagarana, Morrinhos, PA Chico Mendes, PA Boqueirão Buriti Grosso); totalizando 20 oficinas;Realizar 13 oficinas de cada modalidade (educação musical, percussão e flauta doce) em Chapada Gaúcha - MG (Ponto de Cultura Seu Duchim, Serra das Araras, Ribeirão de Areia (comunidade tradicional) e Buraquinhos (comunidade quilombola)); totalizando 36 oficinas;Realizar 1 oficina itinerante de cada modalidade nas cidades Bonfinópolis de Minas - MG, Riachinho - MG, Uruana de Minas - MG e Urucuia - MG, totalizando 12 oficinas.2. Realizar 2 (duas) Mostras Culturais (1 em Arinos e 1 em Chapada Gaúcha), como culminância das oficinas, com: Apresentações musicais dos participantes das oficinas, participação de mestres locais da cultura popular.3. Atender diretamente 700 crianças, adolescentes e jovens oriundos de assentamentos da reforma agrária, distritos rurais e comunidades em situação de vulnerabilidade social, assegurando acesso gratuito e inclusivo.4. Valorizar mestres e mestras e saberes tradicionais do Grande Sertão: Veredas, integrando-os como formadores e convidados nas mostras.5. Formar ao menos 10 multiplicadores ribeirinhos (jovens e educadores comunitários) na arte música para continuidade dos ensaios musicais do projeto, formando agentes culturais mirins locais.6. Ampliar o acesso cultural com medidas de democratização e acessibilidade: gratuidade integral, divulgação comunitária em escolas polos rurais, conselhos de assistência social e rádios locais, uso de linguagem acessível.7. Monitorar e avaliar as ações com registros de presença, relatórios fotográficos, descritivos e relatório final de indicadores (nº de oficinas realizadas, nº de beneficiários, nº de multiplicadores formados e produtos culturais entregues).

Justificativa

O projeto Caravana Musical Brincantes do Sertão Mineiro: Oficinas e Vivências justifica-se pela ausência de políticas públicas continuadas de acesso à cultura em comunidades rurais e assentamentos do Sertão do Urucuia (Arinos-MG, Bonfinópolis de Minas - MG, Chapada Gaúcha-MG, Riachinho - MG, Uruana de Minas - MG e Urucuia - MG). Segundo o IBGE (Censo 2022 e SIIC), a maior parte dos municípios brasileiros não possui equipamentos culturais formais (musicais, teatros, museus, cinemas), concentrando as oportunidades culturais em centros urbanos. Em regiões rurais, essa carência é ainda mais acentuada, privando crianças e adolescentes do exercício pleno de seus direitos culturais. Nesse contexto, a Caravana Musical apresenta-se como instrumento de descentralização cultural, ofertando 65 oficinas gratuitas de educação música, além de 2 mostras culturais integradas que valorizam mestres locais e coletivos comunitários.As comunidades a serem atendidas (Sagarana, Morrinhos, PA Chico Mendes, PA Boqueirão, Serra das Araras, Comunidades tradicionais e quilombolas (Ribeirão de Areia e Buraquinhos) de Chapada Gaúcha - MG e cidades: Bonfinópolis de Minas - MG, Chapada Gaúcha - MG, Riachinho - MG, Uruana de Minas - MG e Urucuia - MG) reúnem famílias de agricultores e assentados da reforma agrária, além de jovens vinculados a conselhos de assistência social. Tais grupos são prioritários em políticas de inclusão social e cultural e carecem de acesso a experiências artísticas regulares. O projeto busca preencher essa lacuna ao oferecer 65 oficinas e 2 mostras culturais gratuitas, com foco na infância, juventude e no fortalecimento da cultura popular.O projeto se enquadra nos incisos II, III e IV do Art. 1º da Lei nº 8.313/1991, ao:II: promover e difundir a produção cultural e o acesso da população às fontes da cultura;III: proteger e valorizar as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, especialmente a tradição oral, as brincadeiras populares e a música sertaneja de raiz;IV: estimular a produção e a difusão de bens culturais de valor universal, formativos e educativos.Cumpre também os objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, ao:I: facilitar a todos os meios para livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II: promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;IV: apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.A execução pelo Mecanismo de Incentivo à Cultura, previsto na Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), é imprescindível, pois viabiliza recursos para custear a logística de deslocamento, a remuneração de artistas e mestres, a aquisição de materiais, a realização das mostras culturais e a produção do registro documental. O projeto enquadra-se nos incisos II, III e IV do Art. 1º da Lei, ao promover e difundir a produção cultural, valorizar expressões tradicionais da sociedade brasileira e estimular a produção e a circulação de bens culturais formativos e educativos. Atende ainda aos objetivos do Art. 3º, ao facilitar o livre acesso às fontes da cultura, promover a regionalização da produção cultural e apoiar as manifestações populares do Sertão do Urucuia.A proposta está em consonância com o Edital Rouanet Nordeste (MinC nº 5/2025) e a IN MinC nº 23/2025, atendendo aos critérios de seleção previstos no Item 11, ao ampliar a abrangência territorial em dois municípios e distritos rurais, estabelecer metas claras e exequíveis, garantir a gratuidade integral das atividades, prever medidas de acessibilidade e democratização do acesso, e priorizar ações afirmativas voltadas a públicos em situação de vulnerabilidade social, com a participação de mestres da cultura sertaneja na equipe formativa.Os impactos esperados abrangem diferentes dimensões. No campo social, haverá a inclusão de crianças, adolescentes e jovens de assentamentos da reforma agrária e distritos rurais, fortalecendo vínculos comunitários e estimulando o protagonismo juvenil. No campo cultural, o projeto possibilitará o resgate de brincadeiras tradicionais, da oralidade e da música popular do sertão, a valorização de mestres locais e a produção de registros audiovisuais que documentam a memória coletiva. No campo educacional, contribuirá para a ampliação de repertórios artísticos, para o desenvolvimento da criatividade e para a formação de pelo menos dez multiplicadores culturais capazes de dar continuidade às atividades em suas comunidades.Ao mesmo tempo, a Caravana se insere nos compromissos globais da Agenda 2030 da ONU, contribuindo para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Atende ao ODS 4, ao garantir educação de qualidade por meio de experiências formativas em arte e cultura; ao ODS 10, ao reduzir desigualdades ao priorizar assentamentos rurais e comunidades vulneráveis; ao ODS 11, ao fortalecer cidades e comunidades sustentáveis pela valorização da identidade cultural; ao ODS 16, ao promover cidadania cultural, participação comunitária e diálogo intergeracional; e ao ODS 17, ao fomentar parcerias com mestres, coletivos culturais e conselhos comunitários.Assim, a Caravana Musical Brincantes dos Sertão Mineiro é mais do que um projeto de oficinas e mostras: é um vetor de desenvolvimento humano e social sustentável, que amplia o direito à cultura, fortalece tradições locais e gera impactos duradouros para as comunidades atendidas. O uso da Lei de Incentivo à Cultura justifica-se pela impossibilidade de execução sem esse mecanismo, já que o território é marcado por baixos investimentos públicos e privados em cultura, tornando fundamental a participação do PRONAC para garantir a efetiva realização e continuidade dessas ações.

Especificação técnica

Oficinas de Educação Musical e cantigas de rodaJustificativa: O projeto atende comunidades rurais que apresentam índices significativos de vulnerabilidade social, com acesso limitado a ações culturais. A oficina propõe-se a preencher essa lacuna. A musicalização, por meio de cantigas de roda e práticas coletivas, promove integração comunitária, resgatando tradições populares e criando novas formas de expressão artística. Assim, a iniciativa contribui para o direito à cultura e ao brincar.Objetivo Geral: Promover a iniciação musical por meio de vivências lúdicas, corporais e sonoras, estimulando percepção rítmica, coordenação motora, expressão criativa e valorização da cultura popular infantil.Objetivo específico: Estimular a criatividade, expressão corporal e musical; Proporcionar o contato direto com instrumentos musicais diversos; Introduzir fundamentos básicos da música; Valorizar a cultura popular por meio de cantigas de roda e músicas folclóricas; Contribuir para o desenvolvimento motor por meio de práticas rítmicas.Carga horária: 1 hora de duração cada encontro, totalizando 36 horasPúblico-alvo: Crianças e adolescentes de 5 a 7 anosCritérios de seleção: Indicação das escolas parceiras, participação livre e não seletiva, respeitando a capacidade do espaçoMetódologia: A metodologia é lúdica, exploratória e vivencial, baseada na musicalização ativa por meio da escuta, do movimento e da experimentação sonora. As crianças aprendem tocando, imitando, criando e utilizando repertório tradicional. São realizados jogos musicais, vivências com instrumentos simples e atividades coletivas que estimulam cooperação. A abordagem é sensorial e segue progressão respeitando o ritmo de cada participante.Materiais: Instrumentos musicais: Violão, ukulele, sinos, chocalhos, tambores e pandeirosConteúdos programáticos: Som e silêncio; Jogos cantados e rítmicos; Ambiente e paisagem sonora; Percepção auditiva; Sons naturais e culturais; Altura do som; Propriedades do som; Dinâmicas musicais; Cantigas de roda e repertório folclórico.Classificação: LivreProfissionais envolvidos: Daiana de Sousa Campos, atua há 16 anos como educadora musical e oficineira em escolas e projetos culturais e Diana Campos, artista popular, oficineira do projeto. Atua há mais de 15 anos como educadora musical em projetos culturais e sociais.Oficinas de PercussãoJustificativa: As oficinas de percussão têm como propósito promover o acesso de crianças e adolescentes à linguagem musical de forma lúdica, inclusiva e educativa. Além disso, fortalece vínculos comunitários, promove autoestima e amplia repertórios culturais, especialmente para estudantes em situação de vulnerabilidade social que muitas vezes não têm acesso a formações artístico-musicais.Objetivo Geral: Estimular a expressão musical, o desenvolvimento rítmico e a vivência coletiva através da prática da percussão.Objetivo específico: Incentivar a criatividade por meio da experimentação sonora, criação e improvisação; Possibilitar a vivência de ritmos simples até estruturas rítmicas mais complexas; Promover convivência, cooperação e fortalecimento emocional por meio da música; Desenvolver a percepção rítmica e a pulsação; Trabalhar a coordenação motora e a consciência corporal.Carga horária: 1 hora de duração por encontro, totalizando 36 horasPúblico-alvo: Crianças e adolescentes de 8 a 15 anosCritérios de seleção: A metodologia é vivencial, lúdica e participativa, valorizando o corpo, o ritmo e a exploração sonora. As crianças experimentam tambores, percussão corporal e materiais alternativos, aprendendo pela prática. São realizadas dinâmicas, sempre em atividades coletivas que promovem cooperação e respeito, fortalecendo expressão, segurança emocional e valorização cultural, com pequenas apresentações internas ao final.Materiais: Tambores e baquetas.Conteúdos programáticos: Pulsação e organização do pulso interno; Consciência corporal e espacial; Coordenação motora aplicada à percussão; Exploração sonora com materiais convencionais e alternativos; Vivência musical percussiva em grupo.Classificação: LivreProfissionais envolvidos: Daiana de Sousa Campos, atua há 16 anos como educadora musical e oficineira em projetos culturais e sociais com experiência em oficinas de musicalização infantil e percussão.Oficinas de Flauta DoceJustificativa: A flauta doce, por ser acessível e didática, favorece respiração, coordenação, escuta e percepção melódica, ampliando repertórios e oportunidades formativas. A oficina fortalece a democratização cultural, a inclusão social e o direito de crianças e adolescentes à vivência artística.Objetivo Geral: Promover a iniciação musical por meio da prática da flauta doce, desenvolvendo habilidades, musicalidade e repertório cultural.Objetivo específico: Desenvolver a percepção auditiva, rítmica e melódica;Proporcionar vivências musicais que valorizam a cultura popular e estimular a sensibilidade artística.Carga horária: 1 hora de duração cada encontro, totalizando 36 horasPúblico-alvo: Crianças e adolescentes de 8 a 12 anosCritérios de seleção: Indicação das escolas parceiras, participação livre e sem processos de seleção, respeitando a capacidade do espaço.Metódologia: A metodologia é vivencial, participativa e progressiva, com foco no aprendizado prático da flauta doce na vivência instrumental: exploração guiada da flauta doce desde o primeiro encontro, escuta ativa e técnicas básicas: postura, embocadura, respiração abdominal e emissão sonora.Materiais: Flauta doceConteúdos programáticos: Postura, respiração abdominal e controle do sopro, caracteristica do instrumento, articulação, digitação, sonoridade, embocadura e cuidados com o instrumento; Emissão sonora: ataque, articulação e sustentação; Características da flauta doce (timbres). Técnica: Notas naturais iniciais (B, A, G e progresso para C, D, E, F); Digitação básica e flexibilidade dos dedos, execução de repertório.Classificação: LivreProfissionais envolvidos: Diana Campos, artista popular, oficineira de flauta doce. Atua há mais de 15 anos como educadora musical em projetos culturais e sociais.Mostra Cultural – Arinos/MGDuração: 1 dia de atividades, totalizando aproximadamente 4h totais.Materiais: estrutura de palco simples ou espaço adaptado em escola/ponto de cultura, sonorização, iluminação básica, telão e projetor para exibição audiovisual, cadeiras, barracas de apoio, instrumentos musicais e adereços cênicos.Projeto pedagógico/curatorial: culminância das oficinas realizadas em Arinos, reunindo apresentações musicais dos participantes das oficinas de educação musical, percussão e flauta doce; apresentações teatrais e encenações criadas pelos jovens; exibição dos curtas e registros produzidos nas oficinas de audiovisual; participação de mestres locais da cultura popular, com roda de saberes e apresentações tradicionais; e mostra gastronômica organizada pelo coletivo Mulheres Empreendedoras de Arinos. O evento será aberto à comunidade, com caráter formativo, de celebração e valorização cultural. Será realizado conforme calendário festivos de eventos culturais locais.Classificação: LivreMostra Cultural – Chapada Gaúcha/MG Duração: 1 dia de atividades, totalizando aproximadamente 4h totais.Materiais: Palco ou espaço adaptado em escola/ponto de cultura, sonorização, telão e projetor, instrumentos musicais, cadeiras, adereços de cena e materiais de apoio, espaço com acessessibilidade física. Projeto pedagógico/curatorial: culminância das oficinas realizadas em Chapada Gaúcha, com apresentações musicais de artistas e mestres locais e participantes das oficinas. Participação de mestres populares convidados para apresentações culturais e roda de saberes intergeracional. Evento gratuito, aberto a toda comunidade local e distritos rurais, com foco na valorização da cultura do sertão e na integração entre gerações. Será realizado conforme calendário festivos de eventos culturais locais.Classificação: Livre

Acessibilidade

MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICOAs atividades do projeto – 108 oficinas e 2 mostras culturais – serão realizadas em espaços públicos estruturados para atender às normas de acessibilidade. As instalações contam com rampas de acesso, banheiros adaptados, áreas amplas e ausência de pavimentos superiores, garantindo circulação segura e adequada. Os locais incluem escolas municipais, salas, centros culturais e quadras adaptadas, todos alinhados às exigências legais estabelecidas pela Prefeitura.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDOAcessibilidade nas oficinas e mostras culturais:Deficiência auditiva: Nas oficinas musicais, que têm a sonoridade como elemento central, torna-se tecnicamente inviável atender plenamente pessoas com deficiência auditiva, devido à natureza das atividades (musicais, instrumentais e sonoras). Contudo, para as mostras culturais, previstas no projeto, será disponibilizado tradução em Libras, assegurando maior alcance comunicacional.Deficiência visual: Caso haja participantes com deficiência visual, o projeto avaliará as necessidades específicas e buscará, dentro de suas possibilidades, alternativas que garantam participação adequada.Deficiência física: Não há barreiras arquitetônicas que impeçam a participação de pessoas com deficiência física nas oficinas ou nas mostras.PcD intelectual e TEA: As condições de participação serão avaliadas individualmente. Como as oficinas serão direcionadas a alunos da rede municipal, aqueles que apresentam espectros, síndromes ou condições que demandam acompanhamento continuarão assistidos pelos profissionais e monitores já designados pela escola. A presença desses profissionais durante as oficinas e vivências será plenamente autorizada e acolhida.As mostras culturais ocorrerão conforme o calendário festivo-cultural dos municípios de Arinos – MG e Chapada Gaúcha – MG, utilizando infraestrutura já existente e devidamente adequada, sem custos adicionais para o projeto.

Democratização do acesso

Salientamos que todas as ações do projeto são totalmente gratuitas e voltadas prioritariamente ao atendimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, matriculados na rede pública de ensino. Em conformidade com os artigos 29 a 31 da IN 01/2024, que tratam da democratização de acesso, reafirmamos que 100% dos produtos culturais ofertados são GRATUITOS e possuem caráter social, educativo ou de formação artística.Atendendo ao artigo 29 da referida Instrução Normativa, o projeto cumpre integralmente as determinações previstas, tais como: II – garantir o mínimo de 10% destinado à distribuição gratuita com finalidade social ou educativa, sendo que, no caso deste projeto, todas as atividades são oferecidas gratuitamente; e VI – realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil, foco central de nossas práticas.

Ficha técnica

Proponente: Daiana de Sousa Campos – Coordenação Geral e Oficineira de Musicalização e PercussãoMestra de cultura popular, licenciada em Música, pós-graduanda em Música e Cognição e LGBTQIAPN+, co-fundadora do CIA 1dolasijá. Atua há mais de 15 anos como educadora musical e oficineira em escolas e projetos culturais do Sertão do Urucuia, com ampla experiência na coordenação do Ponto de Cultura Seu Duchim e projetos estaduais e em encontros e festivais de cultura e infância regionais. Responsável pela coordenação geral do projeto e pela condução das oficinas de musicalização e percussão.Rafaela Carneiro Araújo – Coordenação Administrativa, Financeira e Prestação de ContasBacharel em administração, LGBTQIAPN+, co-fundadora do CIA 1dolasijá, tem expertise em processos administrativos, financeiro, prestação de contas e contábil com experiencia de 10 anos de atuação em projetos territoriais ambientais, culturais, econômicos e sociais na região pela Agência de Desenvolvimento de Biorregiões do Vale do Rio Urucuia. Tem experiência em coordenação e organização de eventos e projetos culturais e sociais na região, produção cultural e prestação de contas final de projetos. No projeto, será responsável pela gestão administrativa, financeira e prestação de contas.Irene Gomes Guedes – Assessoria ContábilBacharel em Ciências Contábeis, PcD, com especialização em administração financeira e controladoria. Possui mais de 20 anos de experiência em gestão financeira, administrativa e contábil em organizações sociais, consórcios intermunicipais e projetos culturais e ambientais. Atuará como assessora contábil do projeto, com foco na conformidade das prestações de contas e na gestão financeira.Diana Sousa Campos – Produção local e oficineira de Flauta DoceMestra de cultura popular, LGBTQIAPN+, articuladora do coletivo Diadorim livre, educadora musical com mais de 15 anos de atuação em projetos culturais. Experiência em oficinas de flauta doce, produção cultural e festivais de infância, como o Festival de Férias do Ponto de Cultura Seu Duchim e a Mostra Sagarana de Cinema. Responsável pelas oficinas de flauta doce no projeto.Lucas Passarin – Monitor culturalArtista da cena, LGBTQIAPN+, produtor cultural e músico, originário do Ponto de Cultura Seu Duchim. Formação em Técnico em Produção de Eventos - IFB. Estudante de artes cênicas na Universidade de Brasília e integrante do coletivo MuTuM, que atua em teatro, dança, cinema e performance no sertão mineiro. João Carlos Freitas da Silva - Monitor culturalLicenciado em Dança, LGBTQIAPN+, autista, artista sertanejo do distrito rural de Arinos - MG, em Sagarana, arte-educador, artesão e produtor cultural. Experiência em produção audiovisual, eventos culturais, dança e cerâmica. Desenvolve pesquisas em artes da cena, educação, cultura popular negra e meio ambiente. Atuará no projeto, apoiando ações de produção e mediação cultural.

Providência

PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO ATUALIZADO.

2027-12-31
Locais de realização (6)
Arinos Minas GeraisBonfinópolis de Minas Minas GeraisChapada Gaúcha Minas GeraisRiachinho Minas GeraisUruana de Minas Minas GeraisUrucuia Minas Gerais