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PRONAC 2510884Autorizada a captação total dos recursosMecenato

“Arte e Memória Quilombola: Resistência, Identidade e Inclusão”

ASSOCIACAO MORADORES, PEQUENOS PRODUTORES RURAIS E QUILOMBOLAS ONZE NEGRAS DO ENGENHO TRAPICHE
Solicitado
R$ 198,8 mil
Aprovado
R$ 198,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Nordeste 2025
Ano
25

Localização e período

UF principal
PE
Município
Cabo de Santo Agostinho
Início
2026-01-01
Término

Resumo

O projeto Arte e Memória Quilombola: Resistência, Identidade e Inclusão propõe a realização de oficinas culturais (Maculelê, Maracatu, Capoeira, Dança Afro, Ciranda, Afoxé, Percussão e Artesanato Quilombola), apresentações públicas, rodas de conversa, exposição de artesanato e mostra audiovisual em 10 municípios de Pernambuco. A iniciativa busca preservar e difundir o patrimônio cultural quilombola e afro-brasileiro, fortalecer a identidade comunitária e ampliar o acesso gratuito à cultura por meio de atividades formativas, artísticas e inclusivas.

Sinopse

O projeto Arte e Memória Quilombola: Resistência, Identidade e Inclusão reúne um conjunto de ações culturais e educativas voltadas à valorização do patrimônio imaterial quilombola e afro-brasileiro, com atividades gratuitas realizadas em 10 municípios de Pernambuco.Oficinas Culturais (8 modalidades): serão oferecidas oficinas de Maculelê, Maracatu, Capoeira, Dança Afro, Ciranda, Afoxé, Percussão e Artesanato Quilombola, atendendo crianças, jovens e mulheres. Classificação indicativa: Livre.Apresentações Públicas (10 edições): espetáculos gratuitos resultantes das oficinas e de grupos convidados, realizados em espaços comunitários e praças públicas, contemplando música percussiva, dança afro, capoeira e maracatu. Classificação indicativa: Livre.Exposição de Artesanato Quilombola (1 edição itinerante): mostra de peças produzidas nas oficinas, incluindo bonecas, tapeçarias e trabalhos em piaçava, circulando em 5 municípios com visitas mediadas. Classificação indicativa: Livre.Rodas de Conversa (2 edições): encontros comunitários com mestres e mestras da cultura popular, debatendo memória, saberes tradicionais, plantas medicinais e estratégias de enfrentamento à violência. Classificação indicativa: Livre.Mostra Audiovisual (1 curta-metragem documental): produção de um curta de 20 a 30 minutos, registrando oficinas, apresentações e depoimentos da comunidade. O filme terá versão acessível com Libras, legendas descritivas e audiodescrição. Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

Objetivo GeralPromover a valorização, preservação e difusão da cultura afro-brasileira e quilombola em 10 municípios de Pernambuco, por meio de ações formativas, apresentações públicas e socioculturais que fortaleçam a identidade comunitária, ampliem o acesso gratuito à cultura e assegurem a transmissão intergeracional dos saberes tradicionais. Objetivos EspecíficosRealizar 8 oficinas culturais (Maculelê, Maracatu, Capoeira, Dança Afro, Ciranda, Afoxé, Percussão e Artesanato Quilombola), cada uma em um município diferente, com encontros regulares e participação de até 25 pessoas por turma.Cabo de Santo Agostinho: Oficina de MaculelêRio Formoso: Oficina de Dança AfroIpojuca: Oficina de CapoeiraGoiana: Oficina de MaracatuTamandaré: Oficina de AfoxéPetrolândia: Oficina de PercussãoInajá: Oficina de Artesanato QuilombolaPanelas: Oficina de CirandaPromover 10 apresentações públicas, sendo 8 vinculadas às oficinas acima e 2 realizadas exclusivamente em:Pacira: Apresentação pública de grupos convidadosItacuruba: Apresentação pública de grupos convidados Público estimado total: 3.500 pessoas.Organizar 1 Exposição de Artesanato Quilombola itinerante, com circulação em pelo menos 5 municípios, exibindo bonecas, tapeçarias e peças de piaçava produzidas nas oficinas.Realizar 2 Rodas de Conversa com mestres, mestras e lideranças quilombolas, abordando memória, saberes tradicionais e enfrentamento à violência, com a participação de pelo menos 200 pessoas.Produzir 1 Mostra Audiovisual com registros das oficinas, apresentações e depoimentos comunitários, disponibilizada em formato acessível (legendas, Libras e audiodescrição) e difundida gratuitamente em plataformas digitais.Garantir acessibilidade plena em todas as atividades, incluindo intérprete de Libras, visitas sensoriais nas exposições e espaços adaptados para pessoas com deficiência.

Justificativa

Incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91Inciso I _ Estimular a produção, difusão e acesso a bens culturais. → O projeto realiza 8 oficinas culturais e 10 apresentações públicas, além de exposição e mostra audiovisual, garantindo difusão gratuita e descentralizada.Inciso II _ Proteger e valorizar as manifestações culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira. → As oficinas de Maracatu, Capoeira, Maculelê, Afoxé, Ciranda e Artesanato Quilombola preservam tradições afro-brasileiras e quilombolas.Inciso III _ Preservar o patrimônio cultural material e imaterial. → O registro em mostra audiovisual e as rodas de conversa com mestres asseguram a salvaguarda da memória e transmissão intergeracional.Inciso V _ Democratizar o acesso aos bens culturais. → Todas as atividades são gratuitas, com medidas de acessibilidade (Libras, audiodescrição, visitas sensoriais).Inciso IX _ Apoiar a realização de eventos culturais de interesse público. → As apresentações comunitárias e a exposição itinerante ampliam o acesso da população a eventos artísticos, educativos e de valorização identitária. Objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91Inciso I _ Democratizar o acesso às fontes da cultura nacional. → O projeto é 100% gratuito, descentralizado em 10 municípios, incluindo áreas de vulnerabilidade social.Inciso II _ Apoiar, valorizar e difundir manifestações culturais brasileiras. → Oficinas e apresentações difundem expressões afro-brasileiras e quilombolas, fortalecendo sua visibilidade e continuidade.Inciso III _ Proteger e preservar as manifestações da cultura popular e tradicional. → Oficinas de artesanato, rodas de memória e registros audiovisuais salvaguardam os saberes quilombolas.Inciso V _ Estimular a produção cultural em todas as regiões do país. → O projeto contempla 10 municípios pernambucanos, fortalecendo a interiorização e descentralização da produção cultural.Inciso IX _ Promover a formação cultural de diferentes grupos sociais. → Crianças, jovens e mulheres quilombolas participam de atividades formativas que reforçam cidadania, inclusão e identidade.A Lei Rouanet é essencial para o projeto porque garante sustentação financeira às ações de preservação do patrimônio imaterial quilombola e viabiliza a democratização do acesso à cultura, com impacto social e educativo direto nas comunidades envolvidas.

Estratégia de execução

A Associação Quilombola Onze Negras do Engenho Trapiche é reconhecida por sua atuação na defesa dos direitos quilombolas e na valorização da cultura afro-brasileira. Composta majoritariamente por mulheres negras, a entidade tem experiência em projetos comunitários e já realizou iniciativas de grande impacto, como a implantação de uma cozinha comunitária pioneira em território quilombola de Pernambuco.O projeto amplia a abrangência para 10 municípios, fortalecendo a descentralização das políticas culturais e garantindo pontuação máxima no critério de execução territorial. Essa característica assegura que populações do interior e de comunidades tradicionais tenham acesso gratuito às atividades culturais propostas.A proposta contribui diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em especial:ODS 5 (Igualdade de Gênero): com protagonismo feminino em todas as etapas.ODS 10 (Redução das Desigualdades): inclusão de grupos em situação de vulnerabilidade.ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis): fortalecimento da cultura como eixo de desenvolvimento comunitário.O projeto ainda terá impacto na formação cidadã das novas gerações, aproximando crianças e jovens de saberes tradicionais e fortalecendo sua autoestima e identidade. Além disso, a mostra audiovisual garantirá memória e registro das atividades, funcionando como material pedagógico para escolas e universidades.Por fim, destaca-se o compromisso da instituição com acessibilidade e democratização do acesso, assegurando intérprete de Libras, legendas descritivas, audiodescrição e visitas sensoriais. Essa preocupação amplia a participação e reflete o alinhamento com as diretrizes da Lei Rouanet e do edital.

Especificação técnica

Oficinas Culturais (8 modalidades)Paginação/Duração: 4 encontros por oficina, cada um com 4h, totalizando 16h de carga horária.Materiais: instrumentos de percussão, tecidos, fibras naturais, materiais recicláveis, figurinos simples.Projeto pedagógico: metodologia participativa, com aulas práticas e teóricas integradas, favorecendo a troca intergeracional e o aprendizado intensivo. Apresentações Públicas (10 edições)Duração: 60 minutos cada apresentação.Materiais: sonorização, iluminação básica, figurinos e instrumentos musicais.Projeto pedagógico: apresentação dos resultados das oficinas, estimulando a visibilidade das manifestações culturais afro-quilombolas em espaços públicos. Exposição de Artesanato Quilombola (1 edição itinerante)Paginação/Duração: 30 a 50 peças em exibição, em média 15 dias de permanência em cada município.Materiais: suportes expositivos, painéis, iluminação, peças produzidas nas oficinas.Projeto pedagógico: visitas guiadas e oficinas rápidas para visitantes, com artesãs quilombolas como mediadoras culturais. Rodas de Conversa (2 encontros)Duração: 2h30 cada.Materiais: cadeiras, microfones, registro audiovisual.Projeto pedagógico: troca de experiências e saberes, conduzida em formato de círculo de diálogo, promovendo escuta ativa e participação coletiva. Mostra Audiovisual (1 curta documental)Paginação/Duração: curta de 20 a 30 minutos, organizado em três blocos (oficinas, apresentações e depoimentos).Materiais: câmera, microfones, iluminação portátil, softwares de edição.Projeto pedagógico: registro participativo com envolvimento de jovens quilombolas no processo de captação e edição, reforçando o caráter formativo.Acessibilidade: versão final com Libras, legendas descritivas e audiodescrição.

Acessibilidade

Acessibilidade FísicaO projeto garantirá condições adequadas para a participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, com a adoção de rampas de acesso, banheiros adaptados e sinalização visual. As apresentações e oficinas realizadas em espaços comunitários e públicos serão organizadas de modo a permitir circulação livre, com áreas reservadas para cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção.Acessibilidade de ConteúdoPara assegurar compreensão plena e participação inclusiva, o projeto prevê:Intérprete de Libras em oficinas, rodas de conversa e apresentações.Audiodescrição em vídeos e registros audiovisuais, ampliando o acesso de pessoas com deficiência visual.Legendas descritivas em toda a produção audiovisual, garantindo acessibilidade a pessoas surdas e ensurdecidas.Visitas sensoriais durante a exposição de artesanato, permitindo a experimentação tátil das peças por pessoas com deficiência visual.Uso de linguagem simples e acessível em materiais de divulgação, presenciais e digitais.

Democratização do acesso

Todos os produtos do projeto serão oferecidos gratuitamente, sem cobrança de ingressos ou taxas de participação. As oficinas culturais terão vagas abertas por meio de inscrições comunitárias, priorizando crianças, jovens e mulheres em situação de vulnerabilidade social. A exposição de artesanato será de livre visitação e contará com atividades de mediação cultural.As 10 apresentações públicas serão realizadas em praças, centros comunitários e escolas, com acesso irrestrito da população local. Além disso, o projeto prevê a circulação da mostra audiovisual em redes sociais e plataformas digitais, ampliando o alcance do conteúdo para além dos municípios contemplados.Como medidas adicionais de democratização:Ensaios abertos das oficinas de dança, capoeira e percussão, permitindo a participação da comunidade no processo criativo.Oficinas paralelas de curta duração para visitantes durante a exposição de artesanato, estimulando a troca de saberes.Transmissão online de rodas de conversa e apresentações via redes sociais da associação, com posterior disponibilização em vídeo.Registro fotográfico e audiovisual de todas as etapas, garantindo memória e acesso permanente ao material produzido.Com isso, o projeto assegura a ampliação do acesso, inclusão de públicos diversos e difusão gratuita da cultura quilombola e afro-brasileira, em plena consonância com os critérios do edital.

Ficha técnica

A Associação Quilombola Onze Negras do Engenho Trapiche, como proponente, será responsável pela coordenação geral do projeto, incluindo a mobilização comunitária, gestão administrativa, articulação institucional e acompanhamento da execução das atividades em 10 municípios.A dirigente Maria José de Fátima da Silva Barros, presidente da associação, atuará na supervisão direta de todas as etapas, garantindo o alinhamento das ações com os objetivos culturais e comunitários. Suas funções incluirão:Coordenação da equipe técnica e acompanhamento das oficinas e apresentações.Representação institucional perante parceiros, órgãos públicos e sociedade civil.Articulação com mestres e mestras da cultura popular e quilombola.Supervisão da prestação de contas e entrega dos relatórios finais. Currículo Resumido dos Principais ParticipantesMaria José de Fátima da Silva Barros – Presidente e Coordenadora Geral Formada em Agroecologia, com experiência em agricultura sustentável, administração pública e gestão comunitária. Lidera a Associação Quilombola Onze Negras e coordenou projetos como Moda Onze Negras, oficinas de danças afro-brasileiras e iniciativas de saúde comunitária. Integra a Comissão Nacional da CONAC e tem ampla atuação em defesa dos direitos quilombolas.Cleide Maria da Silva Santos – Arte-Educadora Arte-educadora com trajetória em dança popular e artes cênicas. Atuou em projetos sociais como Projeto Mãe Amiga e Escola Aberta. Bailarina de grupos renomados (Raízes da Terra do Pina, Grupo Deveras) e facilitadora de oficinas autônomas de dança popular, com foco em metodologias participativas e inclusão social.Maria Cleonice da Silva Santana – Artesã Especialista em tapeçaria, bordado manual, patchwork e artesanato com materiais recicláveis. Desenvolve peças de identidade cultural quilombola e será responsável pela condução das oficinas de artesanato, estimulando práticas sustentáveis e geração de renda comunitária.José Eduardo Luiz da Silva – Vice-Presidente e Coordenador de Produção Rural Agricultor e liderança quilombola com experiência em projetos de produção rural sustentável. Coordena iniciativas de capacitação de mulheres quilombolas em cultivo agroecológico e inclusão produtiva. Atua na economia solidária, educação financeira e enfrentamento à violência de gênero no campo.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (10)
Cabo de Santo Agostinho PernambucoGoiana PernambucoInajá PernambucoIpojuca PernambucoItacuruba PernambucoPanelas PernambucoPassira PernambucoPetrolândia PernambucoRio Formoso PernambucoTamandaré Pernambuco