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O Projeto Iª Feira Cultural Itinerante tem como objetivo realizar uma mostra da cultura popular/tradicional mantida e preservada em Conceição do Almeida _ Bahia, com roteiro em 10 cidades do Recôncavo Baiano, tendo como finalidade a valorização, difusão e acesso aos bens culturais patrimoniais, difundindo expressões e manifestações culturais territoriais. A programação reunirá apresentações de elementos da cultura viva como: Samba de Roda, Terno de Reis, Capoeira, Quadrilha Junina, Bumba Meu Boi, Práticas integrativas das Mestras Benzedeiras, Grupos de Dança Afro e a cultura urbana, a exemplo da Batalha de Hip Hop. Haverá ainda um período dedicado à realização de oficinas, rodas de conversa e exibição de vídeos, fortalecendo a identidade cultural do território, promovendo o intercâmbio entre comunidades, possibilitando trocas de saberes e gerando oportunidades de desenvolvimento da cidadania cultural e do fortalecimento econômico local por meio da economia criativa.
1. Ensaios Abertos e Rodas de ConversaMomentos de interação entre artistas, mestres populares e público, que possibilitam vivência direta das manifestações culturais, trocas de experiências e fortalecimento dos vínculos comunitários. 2. Apresentações Artísticas e CulturaisRealização de espetáculos gratuitos em 10 cidades do Território de Identidade do Recôncavo Baiano, reunindo samba de roda, Terno de Reis, quadrilha junina, batalha de hip hop, capoeira, bumba meu boi, mulheres de reis, benzedeiras e grupos de dança afro, promovendo intercâmbio cultural e valorização das tradições locais.3. Roda de conversa e apresentação do documentárioDurante os intervalos das apresentações artísticas da 1ª Feira Cultural Itinerante, em cada uma das 10 cidades do Recôncavo Baiano, serão realizadas rodas de conversa com mestres da tradição popular, artistas e comunidade, promovendo diálogo sobre memória, identidade e diversidade cultural. Nesses momentos, também serão exibidos documentários de curta duração, produzidos a partir dos registros audiovisuais do projeto, reunindo depoimentos, oficinas e apresentações. O objetivo é valorizar o patrimônio imaterial, fortalecer a identidade regional e ampliar a reflexão coletiva sobre a cultura do Recôncavo Baiano.4. Contrapartidas Sociais e Materiais AcessíveisProdução e distribuição gratuita de materiais informativos e educativos em formatos acessíveis (Braille, fonte ampliada, versão digital), além de cartilhas sobre o patrimônio cultural do Recôncavo, garantindo inclusão e democratização do acesso.5. Registros Audiovisuais e Difusão DigitalCaptação, edição e disponibilização de registros audiovisuais das apresentações e oficinas em plataformas digitais e redes sociais do projeto, assegurando ampla circulação do conteúdo, memória cultural e acesso remoto ao público.6. Comunicação e DivulgaçãoCampanha de divulgação em rádios comunitárias, escolas, redes sociais e meios digitais, além da produção de identidade visual, cartazes e materiais promocionais, garantindo visibilidade ao projeto e mobilização do público.7. Transmissão OnlineTransmissão ao vivo de trechos da programação em mídias sociais, permitindo que o público de diferentes localidades acompanhe o evento em tempo real, ampliando a democratização do acesso.
Objetivo GeralPromover a valorização, o intercâmbio e a difusão das expressões e manifestações culturais de Conceição do Almeida e das cidades circunvizinhas do Território de Identidade do Recôncavo Baiano, por meio da 1ª edição da Feira Cultural Itinerante, fortalecendo a troca de saberes entre gerações e comunidades e celebrando expressões tradicionais como: Samba de Roda, Terno de Reis, Capoeira, Quadrilha Junina, Bumba Meu Boi, Práticas integrativas das Mestras Benzedeiras, Grupos de Dança Afro e um pouco da cultura urbana a exemplo da Batalha de Hip Hop. Objetivos Específicos Proporcionar democratização do acesso as expressões e manifestação cultural por meio da circulação desses bens culturais em 10 (dez) municípios do Território de Identidade do Recôncavo Baiano.Promover pelo menos 10 apresentações artísticas e culturais envolvendo grupos locais e cidades circunvizinhas, com destaque para samba de roda, Terno de Reis, capoeira, quadrilha junina, bumba meu boi, benzedeiras e grupos de dança afro e um pouco da cultura urbana a exemplo da batalha de hip hop; para além da realização de oficinas, rodas de conversa e exibição de vídeos.Assegurar a participação e contribuição de mestres da cultura popular e grupos comunitários, fomentando a valorização de saberes tradicionais e da memória cultural;Estimular o intercâmbio cultural entre gerações e comunidades das 10 cidades, fortalecendo a identidade coletiva do Recôncavo Baiano.Oferecer à população das cidades participantes atividades culturais gratuitas e inclusivas, promovendo diversidade, pertencimento e acesso à cultura.Documentar e divulgar as atividades realizadas em cada município, garantindo a realização de atividades do Ponto de Cultura - Associação Cultural José Joaquim de Almeida com transparência bem como a ampla difusão dos seus resultados.
JustificativaEste projeto enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 (Pronac): I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V _ salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX _ priorizar o produto cultural originário do País.E nos seguintes objetivos do Art. 3º da referida norma: I _ incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III _ preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. Diante dos enquadramentos deste projeto na Lei 8.313/91, justifica-se por atender às demandas de fortalecimento da cultura popular mantida no Município de Conceição do Almeida no Território de Identidade do Recôncavo Baiano, contribuindo para a circulação, difusão e valorização de tradições. A proposta da 1ª Feira Cultural Itinerante prevê a realização de eventos gratuitos em 10 cidades, reunindo expressões como Samba de Roda, Terno de Reis, Capoeira, Quadrilha Junina, Bumba Meu Boi, Práticas integrativas das Mestras Benzedeiras, Grupos de Dança Afro e um pouco da cultura urbana a exemplo da Batalha de Hip Hop, realização de oficinas, rodas de conversa e exibição de vídeos com tematicas ligadas a cultura do reconcavo baiano. Salientamos ainda que a relevância atribuída à da Feira em referencia está vinculada ao fortalecimento da identidade cultural do Território do Recôncavo Baiano, reconhecido nacionalmente por sua diversidade cultural e riqueza histórica. Ao estimular o intercâmbio entre gerações e comunidades, o projeto também assegura a continuidade e a valorização de saberes tradicionais, aproximando mestres populares da juventude e ampliando a difusão do patrimônio imaterial.No intuito de democratizar o acesso, difundir as manifestações culturais dos territórios baianos e garantir a inclusão sociocultural, o ponto de cultura Associação Cultural José Joaquim de Almeida pretende alcançar públicos diversos, utilizando recursos de acessibilidade e promovendo atividades que mantenham viva a memória, irradiem os valores da cultura popular e consolidem o Recôncavo como espaço de preservação, pertencimento e resistência cultural.
8. CONTEÚDOS OBRIGATÓRIOS – PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL (SALIC)8.1. Ações de Educação PatrimonialA proposta contempla ações de Educação Patrimonial com caráter interdisciplinar, participativo e comunitário, utilizando o patrimônio cultural imaterial do Recôncavo Baiano como base para formação, sensibilização e valorização de saberes tradicionais, por meio de atividades formativas e vivenciais, como ensaios abertos, rodas de conversa, oficinas e exibição de vídeos/documentários, promovendo o fortalecimento da identidade cultural local e o intercâmbio entre gerações e comunidades.8.1.1. As ações educativas serão desenvolvidas em formato de educação formal e não formal, integrando cultura, memória, oralidade e vivência comunitária, reconhecendo o patrimônio imaterial como elemento estruturante da identidade regional.8.1.2. O projeto assegura diálogo permanente e participação social, garantindo protagonismo dos detentores das tradições (mestres, grupos culturais e comunidades locais), que atuam diretamente na transmissão de conhecimentos.8.1.3. Promove valorização e visibilidade de expressões culturais das matrizes afro-brasileiras e saberes tradicionais, como Samba de Roda, Terno de Reis, Capoeira, Quadrilha Junina, Bumba Meu Boi, benzedeiras, dança afro e cultura urbana, fortalecendo pertencimento e diversidade cultural.8.1.4. A execução ocorrerá com participação direta da base social, articulada com associações e agentes locais, gerando benefícios sociais, culturais e econômicos, fortalecendo redes e vínculos intermunicipais.8.1.5. Diretrizes da Educação Patrimonial (Portaria Iphan nº 137/2016). As ações estão em consonância com as diretrizes, considerando participação comunitária, território como espaço educativo e fortalecimento dos vínculos com os bens culturais imateriais.8.1.5.1. Promove participação social e protagonismo comunitário, com mestres, artistas e grupos locais.8.1.5.2. Atividades integradas ao cotidiano, realizadas em espaços acessíveis, ampliando o alcance.8.1.5.3. O Recôncavo Baiano será tratado como espaço pedagógico, valorizando memórias e contextos culturais.8.1.5.4. Vivências fortalecem identificação, pertencimento e vínculos afetivos com o patrimônio.8.1.5.5. Valoriza o diálogo e a pluralidade, reconhecendo diversidade de memórias e identidades.8.1.5.6. Articula patrimônio, educação, comunicação e inclusão social, com rodas de conversa, oficinas, acessibilidade e difusão digital.8.1.5.7. Contribui para sustentabilidade ao fortalecer economia criativa, redes culturais e continuidade das práticas.8.1.6. Projeto Pedagógico (quando aplicável)Quando houver formação estruturada, o projeto seguirá diretrizes baseadas na oralidade, vivência, memória social e aprendizagem comunitária.8.1.6.1. Diagnóstico: relevância do Recôncavo Baiano e necessidade de fortalecer tradições populares.8.1.6.2. Objetivos: valorização, transmissão e difusão por formações, intercâmbio e registros.8.1.6.3. Justificativa: democratizar acesso e fortalecer identidade regional, garantindo salvaguarda.8.1.6.4. Público: comunidade local e regional, com inclusão e gratuidade.8.1.6.5. Atividades: ensaios, rodas, oficinas, apresentações, vídeos, cartilhas acessíveis e difusão digital.8.1.6.6. Parcerias: prefeituras, escolas, associações e agentes culturais, fortalecendo redes locais.8.1.6.7. Monitoramento: controle de participação, registros audiovisuais, relatórios e divulgação.8.1.6.8. Estrutura curricular: patrimônio imaterial, memória, oralidade, identidade e diversidade.8.1.6.9. Base conceitual: educação patrimonial como prática comunitária e transmissão intergeracional.8.1.6.10. Avaliação: contínua, com devolutivas comunitárias, relatórios e indicadores.8.9. Ações de Salvaguarda do Patrimônio Cultural ImaterialA proposta caracteriza-se como ação de salvaguarda ao promover fortalecimento, transmissão intergeracional, documentação e difusão de práticas tradicionais do Recôncavo Baiano, por meio de circulação em 10 municípios, atividades formativas e registros audiovisuais, assegurando memória cultural e continuidade das manifestações.8.9.1. Mapeamento e valorização das manifestações locais.8.9.2. Fortalecimento dos detentores do patrimônio imaterial.8.9.3. Transmissão intergeracional com oficinas, ensaios e rodas de conversa.8.9.4. Documentação e registros audiovisuais e entrevistas.8.9.5. Educação e sensibilização comunitária, incluindo documentários.8.9.6. Participação social contínua com instituições e comunidade.8.9.7. Materiais educativos acessíveis (Braille, fonte ampliada e digital).8.9.8. Continuidade das tradições por circulação cultural e intercâmbio.8.9.9. Inclusão e acessibilidade (Libras, audiodescrição e visitas sensoriais).8.9.10. Difusão comunitária e digital com divulgação e disponibilização de conteúdos.8.9.11. Fortalecimento do pertencimento e identidade cultural regional.8.10. Ações de preservação, registro e difusão do artesanato tradicionalNÃO SE APLICA. O projeto “1ª Feira Cultural Itinerante” não prevê ações específicas voltadas ao artesanato tradicional como objeto principal, estando estruturado na salvaguarda do patrimônio cultural imaterial, com foco em manifestações culturais, oficinas, rodas de conversa, registros audiovisuais e difusão digital.
1. Ensaios Abertos e Rodas de Conversa Duração: média de 60 a 90 minutos por atividade no ponto de Cultura Associação Cultural José Joaquim de Almeida.Periodicidade: realizados quinzenalmente. Formato: atividades abertas ao público, realizadas em espaço público adaptado e acessível, com participação de mestres da cultura popular, artistas, comunidade e estudantes. 2. Apresentações Artísticas e CulturaisDuração: média de 10 a 15 minutos por grupo/apresentação.Quantidade: estimativa de 4 a 6 apresentações por cidade.Materiais/Recursos: Sistema de sonorização, iluminação cênica, cadeiras, microfones, camarim de apoio.Projeto pedagógico: valorização de saberes tradicionais e transmissão de conhecimentos por meio da oralidade, música e dança.4. Contrapartidas Sociais e Materiais AcessíveisDuração: atividades contínuas durante a Feira.Paginação: cartilhas pedagógicas entre 20 e 30 páginas.Materiais: versões impressas (Braille e fonte ampliada), versão digital acessível em PDF, distribuição gratuita em bibliotecas, escolas e pontos de cultura.Projeto pedagógico: material didático-cultural sobre patrimônio imaterial, elaborado em linguagem simples e acessível.5. Registros Audiovisuais e Difusão DigitalDuração: Registros de fotos e vídeos do envento durante a feira nos 10 municipios.Materiais: câmeras profissionais, microfones, equipamentos de edição, software de pós-produção.Projeto pedagógico: documentação e difusão do patrimônio cultural, pesquisadores e público em geral.6. Comunicação e DivulgaçãoMateriais: cartazes (A3), banners (1x2m), posts digitais (formato 1080x1080px para redes sociais), releases para imprensa.Paginação: releases com até 2 páginas; folders com 4 páginas dobradas.Projeto pedagógico: ampliar o alcance da cultura, mobilizar comunidades e fortalecer a identidade visual da Feira.7. Transmissão Online Duração: transmissões de até 2 horas por cidade, ao vivo em redes sociais em todas as cidades.Materiais: câmeras, tripés, placa de captura, internet dedicada, software de streaming.Projeto pedagógico: democratização do acesso ao evento para públicos impossibilitados de comparecer presencialmente.Observação (alteração conforme solicitação):1. ApresentaçãoO Projeto Pedagógico de Educação Patrimonial da 1ª Feira Cultural Itinerante integra as ações educativas da proposta, com base na valorização e salvaguarda do patrimônio cultural imaterial do Recôncavo Baiano, por meio de atividades formativas acessíveis, articulando oralidade, memória social, práticas culturais tradicionais, intercâmbio comunitário e difusão cultural em 10 municípios.2. Objetivo Geral (Educação Patrimonial Imaterial)Promover ações de educação patrimonial voltadas à valorização, transmissão, intercâmbio e difusão das manifestações culturais do Recôncavo Baiano, fortalecendo o protagonismo comunitário, o reconhecimento de mestres e mestras da cultura popular e o acesso democrático aos bens culturais imateriais.3. Objetivos Específicos (Educação Patrimonial Imaterial)Fomentar o reconhecimento do patrimônio imaterial como identidade, pertencimento e cidadania cultural.Fortalecer a transmissão intergeracional por oficinas, rodas de conversa e vivências.Desenvolver práticas inclusivas, garantindo acessibilidade e participação de públicos diversos.Difundir conhecimentos por registros audiovisuais e materiais educativos acessíveis.Formar agentes culturais e multiplicadores para continuidade das ações.4. JustificativaO Recôncavo Baiano é um território de expressiva diversidade cultural, com práticas como samba de roda, capoeira, terno de reis, quadrilha junina, bumba meu boi, benzedeiras e manifestações urbanas. Muitas expressões encontram-se enfraquecidas pela redução de espaços de transmissão, baixa sistematização de registros e limitações de acesso cultural.Diante disso, o projeto busca fortalecer a salvaguarda do patrimônio imaterial por processos educativos comunitários, promovendo intercâmbio entre municípios, participação social e maior difusão para públicos diversos, inclusive por meios digitais.5. Carga Horária Completa (Formação/Capacitação)Carga horária total: 40 horas.1 – Educação Patrimonial e Identidade Cultural (8h): patrimônio imaterial; memória, oralidade e pertencimento.2 – Vivências com Mestres e Mestras (12h): rodas de conversa; práticas, cantos e ritmos do território.3 – Oficinas Temáticas (12h): expressões culturais do Recôncavo; intercâmbio e continuidade dos saberes.4 – Registro Cultural e Difusão Comunitária (8h): registro audiovisual; multiplicação e difusão digital.As atividades serão distribuídas ao longo do projeto e integradas à programação da Feira.6. Público-AlvoJovens, estudantes e educadores da rede pública; agentes culturais e lideranças comunitárias; mestres, mestras e grupos tradicionais; população em geral das 10 cidades atendidas; pessoas em vulnerabilidade social e grupos historicamente marginalizados (comunidades negras, povos tradicionais, público LGBTQIAPN+, mulheres e idosos).7. Critérios de Seleção / ParticipaçãoAtividades gratuitas, com prioridade para moradores dos municípios atendidos; estudantes e jovens com interesse em cultura local; agentes culturais, educadores e grupos tradicionais; pessoas em vulnerabilidade social. O acesso ocorrerá por busca ativa e mobilização via escolas, associações e redes sociais, priorizando diversidade e inclusão.8. Metodologias de Ensino (Educação Patrimonial Imaterial)Metodologia ativa com atividades práticas e teóricas, diálogo participativo e vivências comunitárias, incluindo: rodas de conversa; aprendizagem por vivência e escuta ativa; ensaios abertos; oficinas colaborativas; exibição mediada de vídeos/documentários com debate; intercâmbio territorial; acessibilidade plena para PcD e públicos diversos.9. Material Didático a ser UtilizadoCartilhas pedagógicas (10 a 20 páginas), linguagem simples, distribuídas gratuitamente, com versões em fonte ampliada e PDF acessível. Registros audiovisuais das apresentações e oficinas; documentários curtos com depoimentos e memória cultural; recursos de apoio para dinâmicas formativas.10. Conteúdos a Serem MinistradosEixo 1: Patrimônio Cultural Imaterial (definição, cultura viva, salvaguarda).Eixo 2: Memória, Oralidade e Identidade (tradição oral, memória social, diversidade).Eixo 3: Expressões Tradicionais (samba de roda, terno de reis, capoeira, quadrilha junina, bumba meu boi, benzedeiras, dança afro e cultura urbana/hip hop).Eixo 4: Educação Patrimonial e Inclusão (participação social, direito cultural, acessibilidade).11. Profissionais Envolvidos (Equipe Pedagógica e Técnica)Jorge Luiz da Cruz Santos – Curadoria e coordenação pedagógica.Marilson Carvalho Santos – Coordenação Geral e articulação comunitária.Mariângela Carvalho Santos – Coordenação de produção e contribuição pedagógica.Cristina Maria Alves de Jesus – Produção cultural, acompanhamento técnico e apoio metodológico.Mestres e Mestras – formadores e detentores do conhecimento tradicional.Equipe de comunicação/audiovisual – apoio aos registros e difusão digital.
1. Acessibilidade Física: A 1ª Feira Cultural Itinerante será realizada em espaços públicos previamente selecionados e identificado como adequados, de modo a garantir condições de acessibilidade sem necessidade de construção de novos equipamentos. A equipe técnica se responsabilizará pela vistoria e escolha de locais que contemplem rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização tátil-visual e iluminação apropriada, assegurando mobilidade a pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Sempre que possível, serão priorizados ambientes que já disponham de guias táteis e áreas reservadas para cadeirantes e acompanhantes, de forma a assegurar conforto e segurança. A organização compromete-se a adotar protocolos de inclusão, respeitando a legislação vigente e os princípios do Desenho Universal, garantindo ambientes acessíveis, inclusivos e acolhedores.1.1 Medidas de Acessibilidade no Aspecto ArquitetônicoPara PcD Física, idosos e pessoas com mobilidade reduzida: Disponibilização de rampas de acesso, áreas reservadas para cadeirantes e acompanhantes, circulação segura, banheiros adaptados e adequação dos espaços físicos utilizados durante o evento.Para PcD Auditiva: Apoio visual para orientação nos espaços de realização das atividades.Para PcD Visual: Implantação de sinalização tátil, orientação espacial, placas informativas em braile e apoio de monitores para deslocamento e localização.Para PcD Intelectual e Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA): Disponibilização de assentos prioritários em locais com iluminação amena, menor incidência de ruídos e redução de estímulos sensoriais; acesso prioritário (fast pass) em filas; acompanhamento de monitor inclusivo capacitado durante as atividades.2. Acessibilidade de Conteúdo: Considerando que acessibilidade também significa plena fruição estética e simbólica, a 1ª Feira Cultural Itinerante contará com recursos de acessibilidade comunicacional que democratizam o acesso ao conteúdo artístico. Estão previstos intérpretes de Libras em apresentações, oficinas e rodas de conversa, bem como materiais informativos em Braille, fonte ampliada e versões digitais acessíveis. Nos registros audiovisuais, serão aplicadas legendas descritivas, e em espetáculos selecionados haverá audiodescrição, assegurando acesso integral a pessoas com deficiência visual. Além disso, serão organizadas visitas sensoriais mediadas, permitindo contato direto com instrumentos, figurinos, adereços e elementos cênicos. Tais estratégias não apenas garantem compreensão, mas ampliam a imersão e a participação ativa, reafirmando o compromisso do projeto com a inclusão sociocultural e o direito universal à cultura2.1 Medidas de Acessibilidade no Aspecto Comunicacional e de ConteúdoPara PcD visual: Material de comunicação em letra ampliada para facilitar o uso por pessoas com baixa visão; disponibilização de audiodescrição para conteúdos audiovisuais; Audiodescrição para o entendimento pleno em link específico ou aberta: elementos visuais dos exercícios aplicados, descrição física das pessoas.Para PcD auditivo: Sistema de legendagem; Tradução do conteúdo falado por um intérprete de Libras.Para PcD intelectual e TEA: Disponibilização de Comunicação Ampliada Alternativa (CAA) impressa ou eletrônica para estudantesMaterial didático editado em “Linguagem Simples” (recurso da acessibilidade cognitiva, criado para facilitar a comunicação das pessoas com deficiência intelectual); Monitoria especializada inclusiva ao longo das oficinas com uso de “Linguagem Simples” (recurso da acessibilidade cognitiva, criado para facilitar a comunicação das pessoas com deficiência intelectual).
A 1ª Feira Cultural Itinerante do Recôncavo Baiano está sendo estruturada com base no princípio constitucional do direito à cultura como expressão da cidadania, previsto no art. 215 da Constituição Federal e reafirmado pela Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). Nessa perspectiva, todas as ações propostas possuem caráter gratuito, aberto e inclusivo, assegurando que os bens culturais produzidos, apresentados e difundidos estejam acessíveis a toda a sociedade, com atenção especial às populações historicamente marginalizadas, como comunidades negras, povos e comunidades tradicionais, pessoas LGBTQIAPN+, mulheres, juventudes e grupos em situação de vulnerabilidade social.A Feira propõe-se, portanto, a democratizar o acesso aos bens simbólicos e descentralizar a produção cultural, promovendo a circulação de saberes, práticas e tradições em dez cidades do Território de Identidade do Recôncavo Baiano. Dessa forma, busca não apenas valorizar e difundir a diversidade cultural, mas também fortalecer vínculos comunitários, estimular o protagonismo local e dinamizar a economia criativa do território.As estratégias adotadas dialogam diretamente com o art. 21 da IN 02/2019, que prevê medidas de ampliação de acesso. Nesse sentido, além da gratuidade das atividades, serão realizados registros audiovisuais das apresentações, oficinas e rodas de conversa, disponibilizados em plataformas digitais e redes sociais, ampliando o alcance para além do público presencial e assegurando memória e continuidade ao projeto. Haverá também autorização para captação e veiculação em rádios comunitárias, canais públicos de televisão e mídias digitais, ampliando a visibilidade das manifestações culturais do Recôncavo. Paralelamente, cada cidade receberá oficinas formativas ministradas por mestres da tradição popular e artistas locais, com caráter de formação continuada para agentes culturais e educadores, além de ensaios abertos que permitirão a interação direta entre artistas e comunidades.A acessibilidade também é central para garantir a plena fruição cultural. No campo da acessibilidade física, a Feira assegurará rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização tátil e visual, áreas reservadas para pessoas com mobilidade reduzida e condições seguras de circulação. No que tange à acessibilidade de conteúdo, haverá intérpretes de Libras em todas as apresentações, legendas descritivas em conteúdos audiovisuais, audiodescrição em espetáculos selecionados e visitas sensoriais para atividades que envolvam elementos cênicos e folclóricos. Tais medidas não apenas cumprem parâmetros legais, mas reforçam o princípio da inclusão cultural como direito humano.Ao adotar tais estratégias, o projeto reafirma o papel da cultura como bem público e direito fundamental, em consonância com o disposto no Art. 1º da Lei 8.313/91, que defende a regionalização da produção, a valorização de recursos locais e a preservação das tradições populares. A itinerância, enquanto metodologia, permite que diferentes municípios e comunidades tenham acesso direto às manifestações culturais, superando desigualdades de acesso típicas das regiões interioranas e fortalecendo os vínculos de pertencimento.Portanto, a 1ª Feira Cultural Itinerante constitui-se como um dispositivo concreto de democratização cultural, pois conjuga gratuidade, acessibilidade plena, descentralização territorial, difusão digital e participação comunitária, assegurando não apenas o acesso, mas também o protagonismo social nos processos de produção, circulação e fruição dos bens culturais. Ao fortalecer a identidade cultural regional e valorizar o patrimônio imaterial do Recôncavo, o projeto também se apresenta como política pública estratégica para o desenvolvimento cultural e social do território, promovendo cidadania cultural, inclusão social e sustentabilidade das tradições.Medidas de Ampliação de Acesso (Art. 47 – IN nº 23/2025)O projeto adotará medidas efetivas de ampliação de acesso, conforme o Art. 47 da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, assegurando o caráter público, gratuito e inclusivo das ações culturais.Serão adotadas as seguintes medidas: III – Disponibilização, na internet, de registros audiovisuais das apresentações, oficinas e atividades do projeto, acompanhados de Libras e audiodescrição;V – Realização gratuita de atividades paralelas, tais como oficinas, rodas de conversa, ensaios abertos e ações formativas;VI – Desenvolvimento de ações culturais voltadas para crianças, adolescentes, jovens e educadores;VIII – Estabelecimento de parcerias visando à formação de agentes culturais locais;X – Outras medidas de ampliação de acesso, como a circulação do projeto em diferentes municípios do Recôncavo Baiano, garantindo descentralização territorial e democratização do acesso aos bens culturais.
MARILSON CARVALHO SANTOS Coordenador Geral - montagem das equipes e contratações, acompanhamento das atividades locais, pagamentos e prestaçãode contas;Curriculo: Homem negro, licenciado em História pela UNEB - Universidade do Estado da Bahia (2007), Especialista em Gestão Escolar pela UFBA - Universidade Federal da Bahia (2013). Professor no Ensino Fundamental II e Médio desde 1984. Atualmente Gestor no Colégio Estadual Mandinho de Souza Almeida na cidade de Conceição do Almeida - Ba. Presidente da Associação Cultural Dr. José Joaquim de Almeida - Conceição do Almeida-BA Mandato: 2009 - 2013, Coordenação dos relatórios de Avaliação Global Inclusiva (Sistema de Avaliação implementado nesta Unidade Escolar na atual Gestão). Palestras ministradas sobre Política, no Instituto de Fé e Política da Igreja Católica da Diocese de AmargosaMARIANGELA CARVALHO SANTOS Coordenação de Produção - agendamentos, logiostica, preparação equipe, acompanhmento das atividades e produção.Curriculo: Mulher negra, educadora e artista, licenciada em Educação Artística pela UCSal, pós-graduada em Arteterapia e História da África. Desde 2012 dedica-se à preservação das tradições herdadas de sua família, organizando rodas de samba, Terno de Reis das Rosas e Bumba Meu Boi, mantendo vivas as manifestações culturais da comunidade.CRISTINA MARIA ALVES DE JESUS Produtora Cultura - Consultora na concepção/elaboração do projeto/apoio e avaliação para o enquadramento no Edital, acompanhamento de todas as atividades do projeto até a sua conclusãoCurriculo: Mulher negra, atuou como consultora/dinamizadora do Programa Rede Saúde e Cultura/Programa Cultura Viva –SCDC/MinC, fez parte da equipe técnica no acompanhamento do convênio MINC -UFBA para implantação dos Planos Municipais de Cultura, através da Representação Regional Bahia e Sergipe desse Ministério de 2012 a 2015. Componente do Conselho diretor do Pontão de Cultura Digital – ITEIA/PE de 2012 a maio de 2019; Articuladora Nordeste da Rede das Produtoras Culturais Colaborativas; membro do Conselho de Políticas Públicas e Comunicação da Região Metropolitana de Salvador de 2011 a Janeiro de 2019; Fundadora do CEC – Condomínio do Empreendedor Cultural- 2002 (um consórcio de profissionais e instituições atuantes da área - também Ponto de Cultura da Rede Cultura Viva). Facilitadora de Oficinas na área de: Planejamento, Gestão Participativa e formação de Conselhos; Cultura Digital, Gestão de Projetos, Acessibilidade Cultural , Redes Colaborativas e Sustentabilidade cultural. Atualmente fazendo parte da Equipe Técnica do Conselho Estadual de Cultura com a responsabilidade das ações de articulação e mobilização junto aos municípios, formação de redes e interlocução com grupos e movimentos culturais e uso de ferramentas da tecnologias sociais na gestão dessas redesJORGE LUIZ DA CRUZ SANTOSCuradoria - Curadora, pesquisa, coordenador pedagógico, acompanhamento das atividades.Curriculo: Homem negro, Bacharel em Direito - Licenciatura Plena em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. 3- DEA pela Universidade de Barcelona, - Pós graduação em Educação (PUC-SP) - Curso de Formação para Gestores da Rede Estadual DISCIPLINAS QUE LECIONA GRADUAÇÃO: IEDireito, Filosofia, Sociologia, Filosofia Jurídica, Sociologia Juridica, Antropologia, História do Direito, Criminologia, Direitos Humanos, Biodireito, Ética. FACULDADES QUE JÁ LECIONOU: UNYAHNA, UNIFACS, UNIME, UNEB, ESTÁCIO, FBB, UNIVERSO, 2 DE JULHO, D. PEDRO II, POS GRADUAÇÃO: FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO, HISTORIA DA EDUCAÇÃO, HERMENEUTICA, NOVAS TECNOLOGIAS EM EDUCAÇÃO.NATALICIA SANTOS ROCHA ANDRADE assistente de coordenaçãoCurrículo:Mulher negra, graduação Licenciatura em Educação do Campo – Área de Linguagem, códigos e s e suas Tecnologias. Instituição: UFBA (Universidade Federal da Bahia) Ano de Conclusão: 20 de agosto de 2013. Formação: Pós – Graduação Ensino de Artes. Instituição: Faveni, Ano de Conclusão: 27 de setembro de 2021. EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS Nome/Razão Social: Professora de Artes, Filosofia e Sociologia pelo sistema IEL e PST Colégio Estadual Ma l Mandinho de Souza Almeida. Endereço Completo: Rua Doutor, R. r, R. Ulisses Calda Pinto, Conceição do Almeida. Tempo de Vínculo: 2011 a 2012.VALMIR SILVA SANTOS ANDRADESupervisor de comunicação: supervisionando a produção de materiais gráficos e digitais, a assessoria de imprensa e as redes sociais. Atua no planejamento e acompanhamento das ações de mídia, garantindo a visibilidade da Feira, a mobilização de público e a padronização da identidade visual em todas as cidades do circuito.Curriculo: Homem negro, licenciado em geografia, especialização em gestão publica e mídia,digital, Técnico em audiovisual, participação em pesquisa sobre questões agrarias, servidor do Instituto Federal Baiano na função de Secretário de Registros Acadêmicos e Técnico de som.LAISA CARVALHO Mulher negra, publicitária em formação, com 21 anos, experiência em edição de vídeo, gestão de redes sociais e domínio de softwares e aplicativos de edição. Atua com storymaking e criação de conteúdo digital, com foco em audiovisual e publicidade. Já desenvolveu projetos de planejamento de marketing, cronogramas de lançamento de coleções e identidade visual de marcas, unindo criatividade e estratégia de comunicação.Johanna Marília Santos Alves Mulher negra,profissional formada em Administração e Publicidade Propaganda , com experiência em projetos culturais, RH e gestão de pessoas. Professora voluntária, criativa e proativa, focada em gestão , Multimídia e produção cultural.MARINA SANTOS Nascida14 de agosto de 1939. Professora primária, mestra cultura com imenso conhecimento em Terno de Reis, Samba de Roda, Rezasde São Cosme ,Santo Antonio tantos outros ,Músicas de trabalhos , histórias infantis antigas. Nilzete Bispo dos Santos Mulher negra, concluiu o segundo grau ,dedicou-se aos trabalhos domésticos ,ao artesanato depois a costura tendo certificação nas duas áreas,e cofundadora do grupo Multicultural cultural, Mulheres de Reis,,Bumba Meu boi, costureira das vestimentas dos grupos
SITUAÇÃO CORRIGIDA AUTOMÁTICAMENTE PELO SISTEMA. PROJETO SEM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.