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PRONAC 2510904Aguardando superação/desistência do prazo recursalMecenato

Marias: Raízes e Ritmos – A Força da Mulher na Cultura Nordestina

ASSOCIACAO COMUNITARIA DE MULHERES (MARIAS) DO MUNICIPIO DE BREJOLANDIA-BA
Solicitado
R$ 199,6 mil
Aprovado
R$ 180,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Nordeste 2025
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Brejolândia
Início
2026-01-01
Término

Resumo

O projeto Marias: Raízes e Ritmos _ A Força da Mulher na Cultura Nordestina realizará 10 apresentações públicas e gratuitas de dança e expressões culturais nordestinas _ sendo 01 em Brejolândia (BA) e 09 em cidades vizinhas _ além de 05 oficinas regulares gratuitas de formação cultural e apresentações comunitárias. A proposta valoriza a tradição cultural baiana, fomenta o protagonismo feminino a partir dos 16 anos e garante a participação aberta de toda a comunidade, sem barreiras sociais. Com duração de 06 meses, o projeto assegura acessibilidade plena, democratização do acesso e diversidade cultural, fortalecendo a identidade nordestina, gerando renda para mulheres artistas e criando um espaço de convivência, aprendizado e empoderamento.

Sinopse

📌 Produtos do ProjetoO projeto “Marias: Raízes e Ritmos – A Força da Mulher na Cultura Nordestina” prevê a entrega de diferentes produtos culturais, cada um pensado para garantir acesso universal, inclusão, diversidade e valorização da cultura nordestina, com foco no protagonismo feminino. 1. Espetáculos de Dança – Apresentações CulturaisQuantidade: 10 apresentações gratuitas (01 em Brejolândia + 09 em cidades vizinhas). Descrição: Espetáculos de dança inspirados nas tradições do Nordeste, especialmente na cultura baiana, com destaque para o forró, baião e outras manifestações populares. Cada apresentação contará com elenco composto majoritariamente por mulheres, reforçando o protagonismo feminino. Os espetáculos terão duração aproximada de 60 a 80 minutos, com música ao vivo, figurinos tradicionais e coreografias que resgatam a ancestralidade nordestina. Acessibilidade: presença de intérprete de Libras, audiodescrição, áreas reservadas para cadeirantes e materiais em linguagem simples. Classificação indicativa: Livre – recomendado para todos os públicos. Público estimado: 1.000 pessoas (total nas 05 apresentações). 2. Oficinas Regulares de Cultura NordestinaQuantidade: 05 oficinas mensais em Brejolândia. Descrição: Oficinas gratuitas voltadas para jovens, adultos e idosos, com prioridade para mulheres a partir de 16 anos. Cada oficina terá duração de 6 a 8 horas (em encontros sequenciais), abordando conteúdos como:Dança de forró pé de serra e baião;Percussão e música popular nordestina;Expressões corporais e identidade cultural;História e memória das mulheres na cultura nordestina;Produção cultural comunitária. As oficinas serão conduzidas por mulheres oficineiras e artistas locais, criando oportunidade de renda e formação. Acessibilidade: intérprete de Libras em todas as oficinas, material em Braille para conteúdos básicos, ambiente com rampas e sinalização acessível. Classificação indicativa: Livre – recomendado a partir de 12 anos, com prioridade para mulheres a partir de 16 anos. Público estimado: 150 participantes diretos. 3. Apresentações Comunitárias (Mostras dos Resultados das Oficinas)Quantidade: 02 a 03 apresentações comunitárias. Descrição: Apresentações realizadas pelos próprios participantes das oficinas, em formato de mostra cultural, com duração de 40 a 60 minutos. O objetivo é valorizar os aprendizados adquiridos e integrar os participantes à cena cultural local. Os espetáculos comunitários serão gratuitos, realizados em praças públicas ou centros comunitários, com ampla divulgação. Acessibilidade: interpretação em Libras, audiodescrição, espaço adaptado para PcD e materiais impressos em formatos acessíveis. Classificação indicativa: Livre – aberto a todos os públicos. Público estimado: 400 a 600 pessoas. 4. Ensaio AbertoQuantidade: 01 ensaio aberto em praça pública de Brejolândia. Descrição: Antes de uma das apresentações principais, o grupo artístico realizará um ensaio aberto, permitindo que a comunidade acompanhe o processo criativo, converse com artistas e interaja diretamente. A atividade busca aproximar público e artistas, desmistificando a produção cultural e promovendo um ambiente de convivência e aprendizado coletivo. Acessibilidade: espaço adaptado, intérprete de Libras, audiodescrição parcial. Classificação indicativa: Livre. Público estimado: 200 pessoas. 5. Oficinas Paralelas de Curta DuraçãoQuantidade: 03 a 05 oficinas rápidas em escolas e associações comunitárias. Descrição: Atividades complementares, com duração de 2 a 3 horas cada, voltadas para introduzir noções básicas de dança, ritmo e cultura popular a estudantes e idosos. Essas oficinas ampliarão o número de beneficiários e servirão como porta de entrada para o contato com a cultura nordestina. Acessibilidade: linguagem simples, material em formato digital acessível, presença de intérprete de Libras. Classificação indicativa: Livre – especialmente voltado para público escolar e terceira idade. Público estimado: 200 a 300 pessoas. 6. Transmissão Online de EspetáculoQuantidade: 01 apresentação transmitida ao vivo pela internet. Descrição: Uma das apresentações será transmitida em tempo real pelas redes sociais da Associação Campestre, com janela de Libras e legendas descritivas, ampliando o acesso ao público que não pode comparecer presencialmente. O vídeo ficará disponível posteriormente em plataformas digitais (YouTube e Instagram), assegurando acesso permanente. Classificação indicativa: Livre. Público estimado: alcance digital entre 500 a 1.000 visualizações. 7. Relatório Final e Registro AudiovisualQuantidade: 01 relatório e 01 registro audiovisual completo. Descrição: Documento consolidado que reunirá os resultados quantitativos e qualitativos do projeto (público atingido, oficinas realizadas, acessibilidade implementada, diversidade social atendida). Será acompanhado de fotos, vídeos e depoimentos, compondo um registro de memória cultural para a Associação Campestre e a comunidade. O relatório servirá também como comprovação para o Ministério da Cultura. Classificação indicativa: não se aplica (produto documental e administrativo). Público estimado: disponibilizado online para consulta pública. 📍 Síntese de DemocratizaçãoGratuidade integral: nenhum produto será comercializado.Acessibilidade garantida: Libras, Braille, audiodescrição, legendas, rampas e áreas adaptadas em todas as atividades.Classificação livre: todos os produtos abertos a qualquer faixa etária, com ênfase em mulheres a partir de 16 anos nas oficinas.Diversidade social: inclusão de mulheres, jovens, idosos, pessoas com deficiência e comunidades rurais.Ampliação de acesso: ensaio aberto, oficinas paralelas, transmissão online e materiais digitais gratuitos.

Objetivos

🎯 Objetivo Geral Promover a valorização da mulher e das tradições culturais nordestinas, por meio da realização de 10 apresentações públicas e gratuitas de dança típica, 05 oficinas culturais regulares gratuitas em Brejolândia e apresentações comunitárias abertas à população, assegurando acessibilidade plena, democratização do acesso e diversidade cultural. O projeto busca fortalecer a identidade cultural baiana, gerar oportunidades de renda para mulheres artistas e criar espaços de convivência, aprendizado e empoderamento feminino, sem barreiras sociais.📌 Objetivos Específicos1. Realizar 05 apresentações gratuitas de dança típica nordestina (01 em Brejolândia e 09 em cidades vizinhas), garantindo descentralização e circulação cultural. O projeto prevê a realização de apresentações artísticas, todas abertas e gratuitas, realizadas em praças e centros comunitários de fácil acesso. Uma delas ocorrerá em Brejolândia, sede da Associação Campestre, e nove em municípios vizinhos, fortalecendo a descentralização cultural e ampliando o alcance da iniciativa. Cada espetáculo valorizará a dança típica nordestina com destaque para o forró, baião e outras expressões da tradição baiana, contando com estrutura acessível e documentação audiovisual para comprovação. 2. Oferecer 05 oficinas culturais regulares gratuitas em Brejolândia, voltadas a dança, música e tradições populares, com prioridade para mulheres a partir de 16 anos. Serão realizadas cinco oficinas gratuitas, ao longo de seis meses, em formato de encontros regulares, conduzidas por mulheres oficineiras e artistas da região. Os temas incluirão dança de forró pé de serra, percussão e canto popular, sempre com abordagem prática e participativa. Embora o foco seja o protagonismo feminino a partir de 16 anos, as oficinas serão abertas a todos, garantindo que não haja barreiras sociais. O impacto será mensurado por listas de presença, registros fotográficos e certificados de participação. 3. Realizar apresentações comunitárias gratuitas, integrando os participantes das oficinas à cena cultural local. Ao final das oficinas, serão promovidas apresentações comunitárias com a participação dos alunos, permitindo que eles mostrem ao público os conhecimentos adquiridos. Essas ações reforçam a autoestima dos participantes, criam vínculos de pertencimento cultural e estimulam o surgimento de novos talentos locais. Serão gratuitas e abertas a toda a comunidade, funcionando também como ferramenta de multiplicação cultural e valorização da produção comunitária. 4. Garantir acessibilidade plena em todas as atividades, com intérprete de Libras, espaços adaptados e materiais acessíveis. Todas as etapas do projeto contarão com recursos de acessibilidade: intérprete de Libras durante apresentações e oficinas, materiais de divulgação em formatos acessíveis, linguagem simples e direta para atingir públicos diversos, além de espaços adaptados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Essa preocupação garante que nenhuma pessoa seja excluída por limitações físicas ou comunicacionais, ampliando a pontuação no critério de inclusão da Lei Rouanet. 5. Beneficiar diretamente cerca de 2.000 pessoas nas apresentações e 150 participantes nas oficinas, com registro e certificação. A circulação cultural deverá alcançar cerca de 2.000 pessoas no total, enquanto as oficinas envolverão aproximadamente 150 participantes diretos. Esses números serão comprovados por meio de registros de público, listas de presença, relatórios e fotos. O impacto é significativo, pois amplia o acesso à cultura em municípios que raramente recebem atividades dessa natureza. 6. Valorizar e gerar oportunidades de renda para mulheres artistas, oficineiras e produtoras da comunidade. Um dos diferenciais do projeto é a contratação de mulheres como oficineiras, produtoras e artistas responsáveis pelas atividades. Além de garantir representatividade feminina, essa medida contribui para geração de renda, fortalecimento profissional e valorização do papel da mulher na cadeia produtiva cultural. O impacto poderá ser comprovado com contratos, recibos e depoimentos das profissionais envolvidas. 7. Promover a diversidade social e cultural, contemplando mulheres, jovens, idosos, pessoas com deficiência e comunidades rurais. A proposta busca abranger a maior diversidade possível de participantes, sem restringir o acesso a nenhum grupo. As ações de mobilização priorizarão mulheres a partir de 16 anos, mas também envolverão escolas públicas, associações comunitárias e coletivos locais, garantindo que jovens, idosos e comunidades rurais tenham espaço e representatividade. Esse aspecto reforça o caráter democrático do projeto e amplia seu alcance social. 8. Fortalecer a identidade cultural nordestina e baiana, difundindo tradições locais e estimulando a formação de público. Todas as atividades serão orientadas para a valorização da cultura nordestina, com destaque para a Bahia como berço de ritmos, danças e tradições que integram o forró e outras manifestações populares. O contato direto com apresentações e oficinas possibilitará que a população se reconheça nas expressões culturais, fortalecendo sua identidade e estimulando a formação de novos públicos para a cultura. 9. Produzir relatório final de impacto social e cultural, com indicadores mensuráveis de público, acessibilidade e inclusão. Ao final do projeto, será elaborado um relatório completo contendo descrição detalhada das atividades realizadas, número de participantes, público alcançado, ações de acessibilidade implementadas e depoimentos dos beneficiados. O documento servirá como comprovação de resultados para o Ministério da Cultura e como instrumento de memória e avaliação para a Associação Campestre, permitindo replicação e melhoria em futuras iniciativas.

Justificativa

O projeto "Marias: Raízes e Ritmos _ A Força da Mulher na Cultura Nordestina" tem como essência a promoção gratuita da cultura nordestina e o fortalecimento do protagonismo feminino em Brejolândia (BA) e cidades vizinhas. Todas as suas ações — dez apresentações culturais gratuitas, cinco oficinas formativas gratuitas e apresentações comunitárias abertas à população — serão realizadas sem cobrança de ingresso ou taxa de participação.Esse modelo de gratuidade plena, fundamental para garantir a democratização do acesso, inviabiliza a sustentabilidade financeira do projeto por meio de bilheteria ou recursos próprios da associação proponente. Os custos de produção, logística, transporte, cachês de artistas e oficineiras, comunicação, acessibilidade (intérprete de Libras, espaços adaptados, material inclusivo) e gestão cultural exigem aporte externo. Nesse contexto, o Mecanismo de Incentivo Fiscal à Cultura da Lei 8.313/91 (Lei Rouanet) é a única via possível para financiar e concretizar o projeto.Ao buscar apoio por meio da Lei de Incentivo, o projeto não apenas garante sua realização, mas também cumpre finalidades centrais da Política Nacional de Cultura, previstas no Art. 1º da Lei 8.313/91. O enquadramento ocorre nos seguintes incisos:Art. 1º, inciso I _ contribuir para proteger e valorizar a cultura nacional e regional. 👉 O projeto valoriza a tradição da dança nordestina e da cultura baiana, com destaque para o forró e expressões populares, reconhecidas como patrimônio cultural brasileiro.Art. 1º, inciso II _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. 👉 Oficineiras, produtoras e artistas locais, especialmente mulheres, terão oportunidades de trabalho, visibilidade e renda, difundindo suas manifestações para toda a comunidade.Art. 1º, inciso V _ democratizar o acesso aos bens de cultura. 👉 Todas as ações são gratuitas, abertas e realizadas em espaços públicos, eliminando barreiras econômicas e assegurando acesso universal.Art. 1º, inciso VII _ priorizar o produto cultural originário do País. 👉 O foco exclusivo é a cultura popular nordestina, com ênfase em manifestações baianas que fazem parte do patrimônio imaterial brasileiro.Art. 1º, inciso IX _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. 👉 As oficinas formativas e apresentações comunitárias deixam como legado o fortalecimento da memória cultural e o aprendizado coletivo, que permanecem na comunidade.Art. 1º, inciso X _ valorizar a diversidade étnica e regional. 👉 O projeto destaca a pluralidade da cultura nordestina, promovendo diversidade social (mulheres, jovens, idosos, PcD, comunidades rurais) e combatendo desigualdades históricas. Além disso, a execução do projeto permitirá o alcance de metas previstas no Art. 3º da Lei 8.313/91, que estabelece os objetivos da Política Nacional de Cultura:Art. 3º, inciso I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. 👉 As apresentações e oficinas gratuitas garantem que a população de Brejolândia e região tenha acesso efetivo a bens culturais de qualidade.Art. 3º, inciso II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. 👉 O projeto atua em municípios do interior baiano, fora dos grandes centros, valorizando artistas locais e ampliando o alcance regional da produção cultural.Art. 3º, inciso III _ apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais populares, indígenas e afro-brasileiras, e de outros grupos formadores da sociedade brasileira. 👉 A cultura do forró e das danças nordestinas é fruto do encontro de tradições afro-brasileiras, indígenas e sertanejas, sendo diretamente promovida pela proposta.Art. 3º, inciso IV _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. 👉 Ao dar protagonismo às mulheres nordestinas, o projeto protege e fortalece grupos que historicamente tiveram pouca visibilidade cultural.Art. 3º, inciso VI _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. 👉 Oficinas e apresentações comunitárias são instrumentos pedagógicos e de memória, contribuindo para a formação cultural e cidadã.Art. 3º, inciso VII _ propiciar aos agentes culturais meios para participação na produção e fruição de bens culturais. 👉 O projeto não se limita a oferecer cultura como produto final, mas integra mulheres, jovens e comunidades como coprodutores culturais, participando ativamente das oficinas e apresentações.Art. 3º, inciso VIII _ assegurar às pessoas com deficiência o pleno exercício de seus direitos culturais e o acesso às fontes da cultura. 👉 O compromisso com acessibilidade plena (intérprete de Libras, rampas, áreas reservadas, material inclusivo) assegura que pessoas com deficiência usufruam integralmente do projeto.

Especificação técnica

1. Espetáculos de Dança – Apresentações CulturaisQuantidade: 10 apresentações (01 em Brejolândia e 09 em cidades vizinhas). Paginação: Cada espetáculo terá duração média de 60 a 80 minutos, dividido em blocos coreográficos com intervalos de 2 a 3 minutos. Materiais técnicos: Som amplificado, iluminação básica, figurinos típicos, cenografia simples com elementos da cultura nordestina (bandeirolas, tecidos coloridos, instrumentos tradicionais). Projeto pedagógico: Antes de cada apresentação haverá uma breve contextualização sobre as origens do forró, baião e ritmos nordestinos, criando vínculo educativo com o público. Acessibilidade: intérprete de Libras em tempo integral, audiodescrição ao vivo, áreas reservadas para cadeirantes, legendas em vídeos de divulgação. Classificação indicativa: Livre. 2. Oficinas Regulares de Cultura NordestinaQuantidade: 05 oficinas (uma por mês). Paginação: Cada oficina terá 6 a 8 horas, divididas em dois turnos (manhã e tarde) ou encontros sequenciais. Materiais técnicos: Sala multiuso ou espaço comunitário com piso livre, caixas de som, instrumentos musicais (zabumba, triângulo, sanfona), materiais de apoio didático impressos e digitais (com versão em Braille). Projeto pedagógico:Módulo de dança (forró pé de serra, baião, coco, xaxado).Módulo de música/percussão com experimentação prática.Reflexão sobre a história da mulher na cultura nordestina e protagonismo feminino.Dinâmica de socialização e valorização da identidade cultural. Acessibilidade: intérprete de Libras, material em Braille e versão digital acessível, espaço adaptado com rampas. Classificação indicativa: Livre – prioridade para mulheres a partir de 16 anos, mas aberto a todos. 3. Apresentações Comunitárias (Mostras das Oficinas)Quantidade: 02 a 03 apresentações. Paginação: Espetáculos de 40 a 60 minutos, organizados em sequência de coreografias e números musicais desenvolvidos nas oficinas. Materiais técnicos: Som, iluminação básica, figurinos simples (camisetas do projeto, saias e adereços fornecidos pela produção), cenografia minimalista. Projeto pedagógico: Essas apresentações têm caráter formativo e inclusivo, funcionando como prática de palco para os participantes, estimulando autoestima e pertencimento cultural. Acessibilidade: Libras, audiodescrição, rampas e áreas adaptadas. Classificação indicativa: Livre. 4. Ensaio AbertoQuantidade: 01 ensaio aberto em praça pública. Paginação: Duração de 60 minutos, com abertura para interação entre artistas e público. Materiais técnicos: Palco simples, sonorização, figurinos de ensaio, microfones para interação com a comunidade. Projeto pedagógico: O ensaio aberto visa aproximar a comunidade do processo criativo, permitindo perguntas, comentários e trocas diretas entre público e artistas. Acessibilidade: Libras, legenda em vídeos de divulgação, espaço com rampas móveis. Classificação indicativa: Livre. 5. Oficinas Paralelas de Curta DuraçãoQuantidade: 03 a 05 oficinas rápidas. Paginação: Atividades de 2 a 3 horas, realizadas em escolas e associações. Materiais técnicos: Sala ou pátio, caixas de som, instrumentos musicais básicos, material impresso e digital acessível. Projeto pedagógico: Conteúdos introdutórios em dança e música nordestina, com foco em sensibilização cultural. Atividades práticas e curtas, voltadas para estudantes e idosos. Acessibilidade: Libras em todas as oficinas, linguagem simples, material acessível em formatos digitais. Classificação indicativa: Livre. 6. Transmissão OnlineQuantidade: 01 transmissão ao vivo. Paginação: Transmissão de uma das apresentações principais, com duração integral de 60 a 80 minutos. Materiais técnicos: Filmadoras, tripés, microfones de captação, software de transmissão em redes sociais, legenda descritiva e janela de Libras. Projeto pedagógico: Disponibilização posterior em plataformas digitais (YouTube, Instagram) com acesso gratuito, servindo como material didático para escolas e grupos culturais. Acessibilidade: legenda descritiva, janela de Libras, audiodescrição em trechos gravados. Classificação indicativa: Livre. 7. Relatório Final e Registro AudiovisualQuantidade: 01 relatório e 01 registro em vídeo. Paginação: Relatório com cerca de 30 a 50 páginas, incluindo descrições técnicas, indicadores quantitativos (público, participantes) e qualitativos (depoimentos, avaliação de impacto). Materiais técnicos: Documentos digitais acessíveis (Word/PDF com leitura de tela), versão impressa em Braille para disponibilização local. Projeto pedagógico: O relatório funcionará como instrumento de transparência, registro histórico e material de estudo para novas gerações e futuros projetos. Classificação indicativa: não se aplica (produto documental). 📍 Síntese TécnicaEspetáculos: duração média de 60 a 80 min, com acessibilidade plena, 5 edições gratuitas.Oficinas Regulares: 6 a 8 horas cada, com foco em dança, música e protagonismo feminino, 5 edições.Apresentações Comunitárias: 40 a 60 min, resultado das oficinas, 2 a 3 edições.Ensaio Aberto: 60 min, interação direta com público.Oficinas Paralelas: 2 a 3 horas, 3 a 5 edições, voltadas para jovens e idosos.Transmissão Online: 60 a 80 min, 1 edição, gravação disponibilizada online.Relatório Final: 30 a 50 páginas, com versão acessível.Todos os produtos serão gratuitos, acessíveis e de classificação livre, garantindo máxima democratização do acesso, diversidade social e valorização cultural, em consonância com os critérios da Lei Rouanet.

Acessibilidade

📌 AcessibilidadeA acessibilidade é um eixo estruturante do projeto “Maria: Raízes e Ritmos – A Força da Mulher na Cultura Nordestina” e será garantida em todas as etapas de execução, tanto no acesso físico aos espaços quanto no acesso ao conteúdo cultural. O objetivo é assegurar que todas as pessoas, independentemente de sua condição física, sensorial, cognitiva ou social, possam usufruir plenamente das atividades propostas — oficinas, apresentações e ações comunitárias. 1. Acessibilidade FísicaPara as atividades presenciais (oficinas, apresentações e eventos comunitários), serão adotadas medidas que favoreçam a locomoção segura, autônoma e digna de pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida e idosos. Entre as principais ações:Rampas de acesso em todos os espaços utilizados, tanto para entrada e saída quanto para circulação interna;Banheiros adaptados para pessoas com deficiência, equipados com barras de apoio, portas largas e sinalização clara;Áreas reservadas em frente ao palco e nas laterais, destinadas a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, garantindo conforto e visibilidade;Guias táteis provisórias (em pisos de borracha ou materiais removíveis) para orientar pessoas com deficiência visual até os pontos principais de circulação;Equipe de apoio treinada para oferecer auxílio durante entrada, saída e permanência nos espaços, sempre com respeito à autonomia do público.Essas adaptações serão verificadas em cada local de realização das atividades, com relatórios fotográficos que comprovem as condições de acessibilidade física. 2. Acessibilidade de ConteúdoAlém da acessibilidade física, o projeto também garantirá a acessibilidade comunicacional e de conteúdo artístico, permitindo que pessoas com deficiência auditiva, visual ou intelectual compreendam e participem das atividades. Serão implementadas as seguintes medidas:Intérprete de Libras em 100% das apresentações e oficinas, assegurando que pessoas surdas possam acompanhar integralmente o conteúdo;Audiodescrição ao vivo durante as apresentações, descrevendo de forma objetiva os elementos visuais, figurinos, expressões corporais e cenários, tornando a experiência acessível a pessoas cegas ou com baixa visão;Legenda descritiva em materiais audiovisuais, inserindo informações contextuais e sonoras, além da transcrição de diálogos;Materiais impressos em Braille, como programas de apresentação e conteúdos de oficinas, garantindo acesso a informações essenciais;Visita sensorial prévia para pessoas com deficiência visual, permitindo contato com figurinos, instrumentos musicais e elementos cênicos, facilitando a compreensão da obra artística;Materiais digitais acessíveis, utilizando linguagem simples, cores contrastantes e recursos de leitura de tela em todos os documentos de divulgação online.Com essas estratégias, o conteúdo das apresentações e oficinas será acessível a diferentes perfis de público, garantindo a inclusão efetiva e não apenas formal. 3. Compromisso com a InclusãoA acessibilidade será incorporada desde a fase de planejamento, passando pela execução e chegando até a prestação de contas, de modo que cada recurso implementado seja documentado em relatórios com fotos, vídeos e depoimentos.O projeto reconhece que a acessibilidade não é apenas uma obrigação legal, mas um direito cultural, previsto na Constituição Federal e reforçado pela Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015). Portanto, investir em acessibilidade é também investir em democratização cultural, diversidade social e cidadania plena.A acessibilidade é um eixo estruturante do projeto e será assegurada em todas as apresentações, oficinas e atividades comunitárias, garantindo o acesso físico, comunicacional, sensorial e cognitivo de pessoas com deficiência, incluindo PcD intelectual e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).a. Acessibilidade – Aspecto ArquitetônicoPcD física, idosos e pessoas com mobilidade reduzidaRampas de acesso, rotas acessíveis e áreas niveladas;Banheiros adaptados com barras de apoio;Espaços reservados para cadeirantes;Disponibilização de cadeira de rodas para deslocamento interno, quando necessário.PcD auditivaSinalização visual clara e viso-motora nos espaços;Identificação visual dos pontos de atendimento.PcD visualPiso tátil provisório ou faixas de orientação removíveis;Placas de sinalização em braile;Disponibilização de bengala de apoio, quando necessário.PcD intelectual e pessoas com TEAÁreas reservadas com iluminação amena, menor ruído e menor fluxo de pessoas;Prioridade de acesso (fast pass) em filas;Protetores auriculares ou fones para redução de estímulos sonoros;Organização espacial previsível, com apoio da equipe. b. Acessibilidade – Aspecto Comunicacional e de ConteúdoPcD visualMateriais impressos com fonte ampliada e ou versões em braile;Audiodescrição ao vivo durante as apresentações;Visitas sensoriais prévias a figurinos e instrumentos.PcD auditivaIntérprete de Libras em 100% das apresentações e oficinas;Atendimento identificado por profissional capacitado em Libras;Materiais audiovisuais com legendas descritivas.PcD intelectual e pessoas com TEAMonitoria inclusiva especializada durante todas as atividades;Uso de Linguagem Simples, com instruções objetivas e comunicação clara;Antecipação de informações sobre duração, sons e dinâmica das atividades;Apoio individualizado, respeitando limites e tempos de cada participante;Estratégias de redução de estímulos sensoriais (controle de som, luz e aglomerações). c. Equipe, Monitoramento e CompromissoA equipe será previamente capacitada em acessibilidade cultural e atendimento inclusivo. Todas as ações serão registradas por meio de relatórios, fotos e registros audiovisuais. O projeto compreende a acessibilidade como direito cultural, conforme a Lei nº 13.146/2015 (LBI) e as diretrizes do Ministério da Cultura. 4. Impactos da AcessibilidadeAo adotar medidas físicas e comunicacionais, o projeto garante que:Pessoas com deficiência possam usufruir integralmente das atividades, sem barreiras arquitetônicas ou comunicacionais;O público surdo tenha acesso a todas as informações por meio de intérpretes de Libras;O público cego ou com baixa visão compreenda plenamente as apresentações através de audiodescrição, visitas sensoriais e materiais em Braille;Pessoas idosas e com mobilidade reduzida encontrem espaços preparados para acolhê-las com dignidade;Toda a comunidade reconheça o valor da acessibilidade como elemento cultural transformador. 📍 Em síntese, a acessibilidade no projeto “Marias: Raízes e Ritmos” é planejada como um pilar essencial, assegurando que ninguém seja excluído da fruição, aprendizado e produção cultural. Assim, o projeto não apenas cumpre exigências legais, mas se consolida como referência em inclusão, diversidade e democratização do acesso no interior da Bahia.

Democratização do acesso

O projeto “Marias: Raízes e Ritmos – A Força da Mulher na Cultura Nordestina” foi concebido para garantir a ampla democratização do acesso a bens culturais, em total consonância com os princípios da Lei de Incentivo à Cultura. A democratização será assegurada tanto pela gratuidade integral dos produtos culturais quanto pela adoção de estratégias de ampliação de alcance, contemplando públicos diversos e garantindo que nenhum segmento da sociedade seja excluído. 1. Distribuição e Comercialização dos ProdutosTodos os produtos resultantes do projeto — 05 apresentações culturais, 05 oficinas regulares e apresentações comunitárias — serão disponibilizados de forma 100% gratuita, sem cobrança de ingressos, mensalidades ou taxas de inscrição.Apresentações culturais: realizadas em praças públicas e centros comunitários de Brejolândia e cidades vizinhas, abertas a toda a população, sem necessidade de retirada prévia de ingressos. O acesso será por ordem de chegada, garantindo a participação ampla e espontânea da comunidade.Oficinas regulares: inscrições gratuitas e abertas, com vagas priorizadas para mulheres a partir de 16 anos, mas assegurando participação de jovens, idosos, pessoas com deficiência e comunidades rurais. A seleção será inclusiva, sem exigência de pré-requisitos, reforçando a igualdade de oportunidades.Apresentações comunitárias: também gratuitas, servirão como mostra dos resultados das oficinas, integrando os participantes ao circuito cultural e estimulando a participação ativa do público.Não haverá qualquer forma de comercialização dos produtos, pois o objetivo é garantir acesso pleno e universal, sem barreiras econômicas. 2. Medidas de Ampliação de AcessoPara além da gratuidade, o projeto implementará ações complementares que ampliam o alcance e estimulam a participação cultural, assegurando maior democratização:Ensaio aberto ao público: antes de uma das apresentações principais, será realizado um ensaio aberto em praça pública de Brejolândia. Esse formato permite maior interação entre artistas e comunidade, desmistificando os processos criativos e aproximando o público da cena artística.Oficinas paralelas de curta duração: além das oficinas regulares, serão oferecidas oficinas rápidas e introdutórias em parceria com escolas públicas e associações comunitárias, voltadas especialmente para jovens e idosos. Essas oficinas paralelas ampliarão o número de beneficiários e funcionarão como porta de entrada para a cultura popular nordestina.Transmissão pela internet: ao menos uma apresentação será transmitida ao vivo pelas redes sociais da Associação Campestre, com recursos de legenda descritiva e janela de Libras. Esse recurso permitirá que pessoas de outras localidades, inclusive fora do estado da Bahia, possam acompanhar o espetáculo, ampliando a difusão do conteúdo.Registro audiovisual e disponibilização online: as oficinas e apresentações serão registradas e trechos serão disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais, como YouTube e Instagram, garantindo a perpetuação do conteúdo e acesso posterior para quem não pôde comparecer presencialmente.Parcerias com rádios comunitárias: a divulgação das ações contará com apoio de rádios locais, que anunciarão as apresentações e oficinas, garantindo que comunidades rurais, muitas vezes sem acesso à internet, também sejam informadas e convidadas. 3. Inclusão e Diversidade no AcessoA democratização de acesso também se concretizará por meio da diversidade de públicos contemplados. O projeto foi planejado para alcançar diferentes segmentos sociais:Mulheres a partir de 16 anos: foco principal das oficinas e oportunidades de protagonismo cultural;Jovens e adolescentes: estimulados por meio de parcerias com escolas públicas;Idosos e pessoas com deficiência: contemplados com medidas de acessibilidade física e comunicacional;Comunidades rurais: mobilizadas por meio de parcerias com associações comunitárias e rádios locais.Essas estratégias reforçam o caráter inclusivo e democrático da proposta, ampliando significativamente o alcance social e cultural. 4. Impactos da DemocratizaçãoCom tais medidas, estima-se beneficiar diretamente 2.000 pessoas nas apresentações culturais, 150 participantes nas oficinas regulares, além de centenas de pessoas alcançadas pelas oficinas paralelas, ensaio aberto e transmissões digitais.A democratização do acesso, nesse contexto, não se restringe à gratuidade: ela se expande para incluir estratégias pedagógicas, tecnológicas e comunitárias que asseguram que o direito à cultura seja plenamente exercido por todos. 📍 Em síntese, a democratização do acesso no projeto “Maria: Raízes e Ritmos” será garantida pela gratuidade integral dos produtos culturais, aliada a um conjunto de medidas de ampliação do alcance (ensaio aberto, oficinas paralelas, transmissão pela internet e registro digital), assegurando que a cultura nordestina seja vivida, compreendida e compartilhada sem barreiras econômicas, sociais, físicas ou comunicacionais.

Ficha técnica

Leila da Silva Macedo -Coordenadora e proponente do Projeto - Presidente -Mulher de muita experiência na mobilização social com espitito de igualdade e liberdade . Mãe dedicada de três filhos e avó amoroso de Emanuel, mulher forte, de raiz do campo , com profundo conhecimento com a comunidade e a luta por um mundo mais justo. Acredita no poder da coletividade da dança como expressão cultural e da militância como ferramenta de transformação social.Danilo França, jovem artista negro e gay, é ator, dançarino e criador de conteúdo que usa a arte como resistência e representatividade. No teatro, na dança e nas redes sociais, celebra sua identidade e inspira milhares ao promover diversidade e autoaceitação. Sua trajetória é marcada pela coragem de enfrentar preconceitos, transformando dor em potência e reforçando a importância da juventude negra e LGBTQIA+ nas artes e na mídia.Maria Aparecida da Silva Santos é artista multifacetada, mulher negra e mãe que transforma sua identidade em força criativa. Atua como artesã têxtil, artista visual e cênica, unindo costura, crochê, pintura, dança e teatro. Sua arte carrega ancestralidade, afeto e resistência, afirmando a identidade negra e fortalecendo a cultura local. Farol em sua comunidade, inspira novas gerações ao mostrar que a criatividade é potência, empoderamento e forma de habitar o mundo com autenticidade.Eudson Ribeiro de Castro é artista, dançarino, instrutor de zumba e ativista LGBTQIAP+. Homem gay e orgulhoso, transforma o preconceito em resistência, usando a dança e a arte como empoderamento e inclusão. Suas aulas são espaços de acolhimento e celebração da diversidade. Influenciador digital, inspira milhares com mensagens de amor próprio e autoaceitação. Enfrenta hostilidades com bravura e mostra que viver com autenticidade é um ato revolucionário. Farol de esperança, prova que arte e alegria podem transformar o mundo.Anita Elias da Silva é agricultora, artesã do crochê e artista da dança. Mulher de força e resiliência, transformou o diagnóstico de diabetes e a perda total da visão em motivação para criar e viver plenamente. Conectada à terra e à arte, expressa-se pelo cultivo, pelas peças em crochê e pela dança como liberdade. Pessoa com deficiência (PCD), Anita é exemplo de superação e inspiração, mostrando que não são os olhos que enxergam a beleza, mas o coração que sente e as mãos que criam.

Providência

Aguardando a superação do prazo recursal.

2027-12-31
Locais de realização (10)
Baianópolis BahiaBrejolândia BahiaLuís Eduardo Magalhães BahiaMuquém de São Francisco BahiaRiachão das Neves BahiaSanta Maria da Vitória BahiaSantana BahiaSerra Dourada BahiaSão Félix BahiaTabocas do Brejo Velho Bahia