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PRONAC 2510907Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Espetáculo de circulação teatral -Pejorativo: a desconstrução do racismo pela linguagem artística

JANAINA SILVA DOS ANJOS 05395748300
Solicitado
R$ 142,5 mil
Aprovado
R$ 142,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Nordeste 2025
Ano
25

Localização e período

UF principal
PI
Município
Teresina
Início
2026-01-01
Término

Resumo

Pejorativo: a desconstrução do racismo pela linguagem artística é um projeto do Coletivo CAPEMGA que propõe um espetáculo teatral centrado na valorização da identidade afro-brasileira e na reflexão crítica sobre o racismo estrutural. Através da dramaturgia, da oralidade, da música e da expressividade corporal, a obra evidencia narrativas historicamente silenciadas e propõe novas formas de representação que rompem com padrões sociais excludentes. Mais do que uma apresentação cênica, o projeto abrange oficinas formativas, rodas de conversa e ações educativas que dialogam com escolas, comunidades periféricas e movimentos sociais, ampliando a inclusão e a democratização do acesso à cultura. Ao unir arte, educação e consciência social, o espetáculo promove um espaço de escuta, diálogo e transformação, ressignificando a experiência negra e fortalecendo a diversidade cultural brasileira.

Sinopse

Espetáculo Teatral – “Pejorativo: a desconstrução do racismo pela linguagem artística” Peça teatral que aborda, de forma crítica e performática, o racismo estrutural e suas manifestações cotidianas, valorizando a identidade cultural afro-brasileira e promovendo reflexão sobre diversidade e inclusão. O espetáculo mescla drama e nuances de comédia, aproximando o público do tema de maneira acessível e sensível. Classificação indicativa: 14 anos. Oficinas Formativas- Conjunto de atividades paralelas ao espetáculo, voltadas para estudantes, artistas locais e comunidades. As oficinas terão como foco temas como racismo estrutural, identidade afro-brasileira, desigualdades sociais e práticas artísticas. Serão realizadas em cada cidade de circulação, com metodologia participativa, recursos acessíveis (Libras, Braille, material digital) e abertura para rodas de conversa. Classificação indicativa: Livre. Rodas de Conversa e Debates- Encontros abertos ao público, com a presença do elenco, da equipe de criação e de convidados, para dialogar sobre o processo artístico, o papel da arte na luta antirracista e questões sociais contemporâneas. Espaço de troca de saberes, formação de público crítico e ampliação do acesso ao conteúdo do projeto. Classificação indicativa: Livre. Ensaios Abertos- Apresentações parciais do espetáculo em espaços públicos (praças, escolas, centros comunitários), com o objetivo de democratizar o acesso e permitir que comunidades acompanhem o processo criativo do grupo. Essas ações fortalecem a aproximação entre o público e a obra. Classificação indicativa: Livre. Registro Audiovisual (Fotos e Vídeos)- Produção de material fotográfico e audiovisual das apresentações, oficinas e debates. Esse conteúdo servirá tanto para prestação de contas quanto para difusão digital, ampliando o alcance do projeto e garantindo memória cultural. Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

Objetivo Geral Promover a desconstrução do racismo estrutural por meio da linguagem artística, utilizando o espetáculo de círculação "Pejorativo: a desconstrução do racismo pela linguagem artística" como ferramenta de reflexão, sensibilização e conscientização social, de modo a valorizar a identidade cultural afro-brasileira, ampliar a representatividade negra e contribuir para a construção de uma sociedade mais inclusiva, crítica e equitativa. Objetivos Específicos 1. Montagem e circulação do espetáculo "Pejorativo: a desconstrução do racismo pela linguagem artística", com elenco majoritariamente afro-brasileiro, em espaços culturais e educacionais do Piauí, alcançando diferentes públicos. 2. Realizar apresentações gratuitas e acessíveis de "Pejorativo: a desconstrução do racismo pela linguagem artística", garantindo democratização do acesso à arte e inclusão de comunidades em situação de vulnerabilidade social. 3. Promover rodas de conversa, debates e oficinas formativas com artistas, estudantes e público em geral, abordando temas como racismo estrutural, identidade afro-brasileira, feminicídio, sexismo, lgbtqiap+, educação inclusiva e desigualdades sociais. 4. Produzir material audiovisual e fotográfico das apresentações e debates, registrando e divulgando os resultados para ampliar a circulação em redes sociais e meios digitais. 5. Valorizar e difundir o legado de intelectuais e artistas negros, como Abdias do Nascimento, Júlio Romão, Djamila Ribeiro e Lélia Gonzalez, incorporando suas contribuições ao processo criativo e reflexivo do espetáculo. 6. Estimular a formação de um público crítico, capaz de compreender e questionar os impactos do racismo na sociedade brasileira, a partir da experiência estética e educativa proporcionada pelas ações culturais. 7. Valorizar e difundir a produção artística afrodescendente no Piauí por meio do espetáculo de circulação teatral -Pejorativo: a desconstrução do racismo pela linguagem artística, protagonizado e conduzido majoritariamente por artistas e técnicos negros, promovendo representatividade, reflexão social e democratização do acesso a cultura.7. Fortalecer o CAPEMGA _ Coletivo de Arte, Pesquisa, Movimentos, Gerações e Ancestralidades, como espaço de produção artística e de resistência cultural, ampliando suas ações para outras regiões.

Justificativa

O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é indispensável para garantir a realização do espetáculo "Pejorativo: a desconstrução do racismo pela linguagem artística", uma vez que possibilita a democratização da cultura e assegura que a sociedade tenha acesso gratuito a uma obra que promove reflexão e transformação social. O projeto se enquadra diretamente no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, que estabelece como finalidades: "facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" (inciso I), objetivo central do nosso trabalho ao ofertar apresentações gratuitas e acessíveis à população. Além disso, atende ao inciso II, que prevê "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais", pois o projeto nasce do Coletivo CAPEMGA, formado por artistas piauienses e com forte atuação na cena regional.O espetáculo também cumpre o inciso III do mesmo artigo, ao "apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais e seus respectivos criadores", já que sua concepção é resultado da produção intelectual e artística de artistas afro-brasileiros, cujas vozes são historicamente silenciadas. Do mesmo modo, contribui com o inciso IV, ao "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional", tendo como base a identidade cultural afro-brasileira e as pautas das minorias, ampliando o espaço de representatividade dentro do meio artístico e educacional.No que se refere ao Art. 3º da Lei nº 8.313/91, o projeto alcança, de forma clara, os objetivos previstos em seus incisos. Atende ao inciso I, ao promover o "incentivo à formação artística e cultural", por meio das oficinas, rodas de conversa e debates que acompanharão as apresentações, possibilitando formação crítica e educativa junto ao público. Cumpre igualmente o inciso II, que trata do "fomento à produção cultural e artística", visto que o espetáculo integra a cena teatral brasileira, gerando trabalho para artistas, técnicos e produtores locais, fortalecendo assim a cadeia produtiva da cultura. Por fim, responde ao inciso IV, que prevê o "estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais", ao disponibilizar gratuitamente as apresentações, garantindo acesso a bens simbólicos que valorizam a identidade negra, promovem a equidade social e difundem valores universais de respeito, diversidade e inclusão.Portanto, o financiamento via Lei de Incentivo à Cultura se mostra fundamental não apenas para a viabilização técnica e financeira de "Pejorativo: a desconstrução do racismo pela linguagem artística", mas também para assegurar que seus impactos sociais, artísticos e educacionais sejam efetivos. A proposta contribui para ampliar o direito de acesso à cultura, fortalece a produção regional e valoriza a diversidade, cumprindo integralmente os dispositivos legais que regem a política nacional de incentivo à cultura no Brasil.

Especificação técnica

Especificações técnicas do produtoProdutos do Projeto — Detalhamento TécnicoEspetáculo Teatral – “Pejorativo: a desconstrução do racismo pela linguagem artística” • Duração: 70 a 90 minutos. • Formato: peça teatral em 2 atos, com elenco de 4 atores. • Materiais técnicos: iluminação cênica (6 refletores LED, 2 canhões de luz), sonoplastia digital, cenário modular em madeira compensada pintada e tecidos, figurinos confeccionados em algodão e tecidos afro-brasileiros. • Projeto pedagógico: o espetáculo é acompanhado de um programa explicativo (10 páginas) com textos críticos sobre racismo estrutural, referências bibliográficas e apresentação do elenco. • Classificação indicativa: 14 anos.Oficinas Formativas • Duração: 4h cada oficina. • Formato: oficinas presenciais em 10 cidades, voltadas a estudantes, artistas locais e comunidade em geral. • Materiais: apostila didática (15 páginas, versão impressa em papel A4 e versão digital acessível), quadro branco, projetor multimídia, recursos audiovisuais, microfones e som ambiente. • Projeto pedagógico: cada oficina será dividida em três módulos: (1) história e resistência do povo negro, (2) práticas artísticas (expressão corporal e teatral), (3) debate/reflexão coletiva. A metodologia será participativa, com estímulo à troca de experiências. • Classificação indicativa: Livre.Rodas de Conversa e Debates • Duração: 90 minutos por encontro. • Formato: bate-papo mediado pelo elenco e convidados, em espaço adaptado. • Materiais: cadeiras em formato circular, microfones sem fio, registro audiovisual. • Projeto pedagógico: base em educação popular freireana, com abertura ao diálogo horizontal e estímulo à construção coletiva de conhecimento. • Classificação indicativa: Livre.Ensaios Abertos • Duração: 40 a 60 minutos. • Formato: exibição parcial do espetáculo em espaços públicos (praças, escolas, centros comunitários). • Materiais: sonorização portátil, iluminação simples (quando noturno), cenário reduzido. • Projeto pedagógico: aproximação entre público e processo criativo, estimulando interesse pelo teatro e pela reflexão sobre o tema. • Classificação indicativa: Livre.Registro Audiovisual (Fotos e Vídeos) • Formato: • Vídeo: registro em full HD (1080p), edição final com 20 minutos (making of + trechos do espetáculo e oficinas). • Fotografia: registro documental (mínimo 200 fotos em alta resolução). • Paginação (impresso): catálogo final de 12 páginas com imagens do processo, trechos de depoimentos e síntese dos resultados. • Materiais: câmera DSLR, lentes intercambiáveis, kit de iluminação portátil, software de edição (Premiere, Lightroom). • Projeto pedagógico: material servirá como ferramenta de difusão e também como registro de memória cultural, podendo ser usado em escolas e centros culturais. • Classificação indicativa: Livre.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE O projeto “Pejorativo: a desconstrução do racismo pela linguagem artística” foi planejado com o propósito de assegurar o direito de acesso pleno, seguro e digno às pessoas com deficiência (PcD) tanto física quanto intelectual, idosos e pessoas com mobilidade reduzida, contemplando medidas de Acessibilidade Física (Arquitetônica) e Acessibilidade de Conteúdo (Comunicacional, Sensorial e Cognitiva), conforme a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015). As ações de acessibilidade foram pensadas de forma integrada, respeitando as diferentes necessidades funcionais, sensoriais e cognitivas do público, vejamos a seguir essas medidas: a. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO FÍSICO / ARQUITETÔNICO Para atender a necessidade de locomoção de pessoas com deficiência física,deficiência visual, deficiência auditiva, idosos e pessoas com mobilidade reduzida serão escolhidos espaços para a realização dos espetáculos e oficinas que sejam equipados com rampas de acesso, corrimãos, barras de apoio e pisos regulares e/ou piso tátil. Que disponibilizem ainda banheiros acessíveis, sinalizados e próximos às áreas de circulação. Oportunizando ainda espaços prioritários em áreas de público com a presença de placas de sinalização. Para Pessoas com deficiência intelectual e pessoas com TEA serão organizadas áreas com menor incidência de ruído, iluminação amena e menor fluxo de pessoas, priorizando o conforto sensorial. Disponibilização de assentos preferenciais, especialmente nas primeiras fileiras, para pessoas com TEA e seus acompanhantes. Implementação de acesso facilitado em filas, permitindo entrada e saída por locais alternativos para evitar aglomerações. b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO Para Pessoas com deficiência visual disponibilização de audiodescrição, com gravações explicativas dos ambientes, percursos, atividades e conteúdos apresentados. Produção de materiais informativos com versão em Braille e fonte ampliada, posicionados em locais acessíveis. Para Pessoas com deficiência auditiva Atendimento por intérprete de Libras, devidamente identificado, durante atividades, apresentações ou momentos institucionais. Apoio de legendas descritivas ou recursos visuais em vídeos e apresentações. Atendimento alternativo por articulador orofacial, quando necessário. Para Pessoas com deficiência intelectual e pessoas com TEA disponibilização de monitoria inclusiva especializada, acompanhando o público durante as atividades. Utilização de linguagem simples, recurso de acessibilidade cognitiva que prioriza frases curtas, vocabulário claro, informações diretas e previsibilidade das ações. Orientações visuais e verbais organizadas de forma sequencial, facilitando a compreensão das atividades. Acompanhamento específico para prevenção de sobrecarga sensorial, com controle de estímulos sonoros, luminosos e de aglomeração, especialmente para pessoas com TEA. Possibilidade de visita sensorial orientada, respeitando o ritmo individual de cada participante. As medidas propostas visam não apenas o cumprimento legal, mas a promoção efetiva da inclusão, do respeito à diversidade e da participação plena do público, assegurando que pessoas com deficiência intelectual e pessoas com TEA possam vivenciar o projeto com autonomia, segurança, conforto e dignidade.

Democratização do acesso

A proposta garante democratização do acesso por meio da gratuidade das apresentações do espetáculo “Pejorativo: a desconstrução do racismo pela linguagem artística”. Todos os ingressos serão distribuídos de forma gratuita, com prioridade para escolas públicas, comunidades periféricas, grupos culturais locais, pessoas com deficiência e movimentos sociais. A comercialização não se dará em caráter lucrativo, mas como política de inclusão cultural, garantindo que o público em situação de vulnerabilidade tenha acesso às atividades.Além das apresentações, serão adotadas outras medidas de ampliação de acesso, tais como:Em atendimento ao artigo 47 da Instrução Normativa 23/2025, incisos VI : • Promover como fechamento do projeto uma roda de conversa com crianças e adolescentes sobre suas percepções sobre o racismo e o poder da cultura para a promoção da igualdade;Em atendimento ao artigo 47 da Instrução Normativa 23/2025, inciso V : • Ensaios abertos ao público em praças ou espaços comunitários, permitindo maior aproximação com o processo criativo e estimulando a participação popular;Em atendimento ao artigo 47 da Instrução Normativa 23/2025, incisos V e VI: • Oficinas paralelas de formação em artes cênicas, debates e rodas de conversa em todas as cidades visitadas, envolvendo estudantes, artistas locais e comunidades, com foco em inclusão e educação antirracista;Em atendimento ao artigo 47 da Instrução Normativa 23/2025, inciso III:• Transmissão online de trechos selecionados do espetáculo e das rodas de conversa, possibilitando que pessoas de outras localidades acompanhem o projeto.Em atendimento ao artigo 47 da Instrução Normativa 23/2025, inciso III: • Materiais de divulgação acessíveis (digitais e impressos), garantindo que diferentes públicos tenham informações claras e inclusivas sobre datas, locais e conteúdos.

Ficha técnica

Atividade do ProponenteJANAINA SILVA DOS ANJOS – proponente, será responsável pela coordenação geral do projeto, garantindo o alinhamento entre a equipe, a logística e os objetivos culturais e sociais. O proponente atuará diretamente na: • Gestão administrativa e financeira: acompanhamento de orçamento, prestação de contas e cumprimento das exigências do Salic. • Coordenação artística: acompanhamento do processo criativo, definição da linha estética e aprovação de materiais de divulgação e acessibilidade. • Articulação institucional: diálogo com espaços culturais, escolas, universidades e movimentos sociais para a circulação do espetáculo. • Apoio formativo: presença em rodas de conversa e oficinas, atuando também como mediador das discussões sobre identidade cultural e antirracismo.Currículo Resumido dos Principais ParticipantesOBS: Álém dos atores do espetáculos serem negros, mais de 50% da equipe técnica é formada por profissionais negros. Contemplando um dos nossos objetivos, quer seja, valorizar a representatividade e competência dos profissionais negros nas diversas áreas do fazer artístico.Bid Lima – Texto, Atuação e CenografiaAtriz e cenógrafa, com experiência em artes cênicas e projetos culturais voltados à valorização da identidade afro-brasileira. Responsável pela concepção dramatúrgica de “Pejorativo” e pela criação do cenário e figurino.Arimatéia Bispo – DireçãoDiretor teatral, ator e pesquisador, com trajetória ligada ao teatro de resistência e à valorização da cultura negra. Responsável pela concepção cênica e condução do processo criativo e ensaios.Kaio Rodrigues – AtorAtor com atuação em teatro e performances culturais, integrando o elenco fixo do CAPEMGA. Participa do espetáculo representando pautas sociais e identitárias.Luca Santos – AtorAtor e performer, atua em montagens experimentais e projetos de inclusão cultural. Sua atuação contribui para a construção coletiva do espetáculo.Janaina Silva Dos Anjos – AtrizAtriz com experiência em teatro popular e produções independentes. Traz ao espetáculo uma perspectiva interseccional sobre questões de gênero e raça.Catarina Alves – ProduçãoProdutora cultural, responsável pela coordenação de logística, organização de circulação e mediação com espaços parceiros. Atua na gestão da equipe técnica e operacional.Kelly Lustosa – CoreografiaBailarina e coreógrafa, com experiência em dança afro e contemporânea. Responsável pela movimentação cênica e corporal do espetáculo.Renato Caldas – IluminaçãoTécnico de iluminação com experiência em teatro e espetáculos de médio porte. Responsável pela criação do desenho de luz.Marylu de Sousa – SonoplastiaMusicista e técnica de sonoplastia, responsável pela ambientação sonora e efeitos acústicos que compõem a narrativa do espetáculo.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-01
Locais de realização (10)
Altos PiauíBarras PiauíCampo Maior PiauíDemerval Lobão PiauíJosé de Freitas PiauíParnaíba PiauíPedro II PiauíPiripiri PiauíTeresina PiauíUnião Piauí