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O projeto Escola de São João integra formação artística gratuita e a produção do espetáculo junino da Quadrilha Sanfona de Ouro, em Jacaraú-PB. A iniciativa contempla oficinas itinerantes e continuadas em dança, teatro, cenografia e figurino, além da capacitação de profissionais para funções essenciais na cena junina, como coreógrafos, marcadores, diretores e produtores culturais. O projeto também prevê a montagem e circulação do espetáculo oficial em 2026, fortalecendo a equipe local com apoio técnico e estrutural. Dessa forma, promove inclusão social, exercício da cidadania e a valorização das tradições e culturas populares do Nordeste.
Produtos do Projeto – Escola de São João / Sanfona de Ouro 20261. Oficinas de Dança Junina, Teatro Popular e Música NordestinaTipo: Oficinas culturaisResumo: Formação semanal de crianças, jovens e adultos em dança junina, teatro popular e música nordestina (triângulo, zabumba e sanfona), promovendo a preservação e difusão da cultura regional.Classificação indicativa: Livre2. Oficinas de Figurino, Bordado e Adereços CenográficosTipo: Oficinas técnicasResumo: Capacitação prática em figurino, bordado e criação de adereços, integrando aprendizagem artística e produção do espetáculo.Classificação indicativa: Livre3. Formação de Equipe TécnicaTipo: Workshops e capacitação profissionalResumo: Workshops para coreógrafos, diretores, produtores executivos e marcadores, abordando técnicas de direção, organização de espetáculos e gestão cultural.Classificação indicativa: Livre4. Encontros de Saberes com Mestres da Cultura PopularTipo: Seminários / palestrasResumo: Momentos de transmissão de conhecimentos tradicionais de cultura popular nordestina, estimulando aprendizado intergeracional e troca cultural.Classificação indicativa: Livre5. Espetáculo “Sanfona de Ouro 2026”Tipo: Espetáculo de dança e música popularResumo: Apresentações integradas de dança junina, música nordestina e teatro popular, produzidas e encenadas pelos aprendizes e quadrilheiros experientes. O espetáculo será realizado em Jacaraú e em cidades vizinhas.Classificação indicativa: Livre6. Registro Audiovisual do ProjetoTipo: Registro multimídiaResumo: Filmagem e documentação do processo das oficinas, ensaios e apresentações, visando arquivo histórico, difusão e registro das ações pedagógicas e artísticas.Classificação indicativa: Livre7. Ações Educativas em Escolas LocaisTipo: Atividades pedagógicasResumo: Palestras, apresentações e oficinas de curta duração em escolas, promovendo a valorização da cultura popular para estudantes.Classificação indicativa: Livre8. Materiais de Divulgação (Digital e Impresso)Tipo: Comunicação e difusãoResumo: Produção de cartazes, folders, posts para redes sociais e vídeos de divulgação do projeto, com foco em ampliar o alcance do espetáculo e das oficinas.Classificação indicativa: Livre
OBJETIVO GERALPromover o acesso à cultura popular junina em cidades do Brejo e Vale do Mamanguape, por meio da formação artística gratuita e da realização do espetáculo oficial da Quadrilha Sanfona de Ouro em 2026, fortalecendo a cidadania cultural e a valorização das tradições nordestinas.OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar oficinas itinerantes de dança, teatro, música e confecção de figurinos/adereços, ao longo de 5 meses, conforme a logística de cada cidade participante, totalizando cerca de 240 horas de formação prática e teórica em cultura junina.- Ofertar 60 oficinas formativas, distribuídas em 10 cidades do projeto, atendendo a 2 cidades por mês.- Realizar a capacitação técnica e formação para coreógrafos, diretores, marcadores e produtores culturais durante 2 meses de pré-produção, somando 30 horas de workshops teóricos e práticos.- Realizar 5 encontros de saberes com mestres da cultura popular, promovendo a transmissão de conhecimentos tradicionais e o diálogo intergeracional.- Executar 6 oficinas, com carga horária de 4h cada, em cada uma das cidades: Jacaraú, Pedro Régis, Lagoa de Dentro, Duas Estradas, Serra da Raiz, Sertãozinho, Pirpirituba, Itapororoca, Belém e Curral de Cima, garantindo circulação territorial do projeto.- Atender aproximadamente 300 jovens e adultos em todas as atividades formativas realizadas ao longo de 2026.- Realizar ensaios semanais integrados durante 5 meses, resultando em cerca de 40 encontros voltados à preparação do espetáculo Sanfona de Ouro 2026.- Garantir inclusão cultural efetiva, assegurando a participação ativa de mulheres, jovens, pessoas negras, comunidades tradicionais e pessoas LGBTQIA+ em todas as etapas do projeto.- Produzir o espetáculo junino Sanfona de Ouro 2026, com duração aproximada de 30 minutos.- Realizar entre 11 e 15 apresentações do espetáculo Sanfona de Ouro 2026 em diferentes cidades da região.- Entregar 1 registro audiviosual do projeto Escola de São João; - Entregar 1 registro audiviosual do espetáculo 2026 da Quadrilha Sanfona de Ouro, com duração 20 a 30 minutos. - Valorizar e difundir a tradição junina como patrimônio cultural imaterial do Nordeste, ampliando seu reconhecimento social por meio das ações formativas, artísticas e de circulação do projeto.
A Quadrilha Junina Sanfona de Ouro é referência cultural em Jacaraú e no Vale do Mamanguape, reunindo jovens e adultos em situação de vulnerabilidade social em um espaço de pertencimento, identidade e valorização da cultura nordestina. O projeto Escola de São João, com formação e espetáculo Sanfona de Ouro 2026 surge como resposta a três demandas centrais:1. Formação continuada: criação da Escola de São João com oficinas artísticas itinerantes e permanentes, garantindo a profissionalização de jovens em dança, teatro, música, figurino e funções técnicas da cena junina.2. Sustentabilidade dos espetáculos juninos: viabilização de cenários, figurinos, sonorização e equipe técnica qualificada, cujo custo elevado impede a manutenção apenas com recursos próprios ou comunitários.3. Inclusão social e diversidade: promoção da cidadania cultural de mulheres, juventude, pessoas negras, comunidades tradicionais e LGBTQIA+, em consonância com os objetivos do edital Rouanet Nordeste.O projeto se enquadra no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, especialmente nos seguintes incisos:Inciso II _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória coletivos;Inciso III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Inciso V _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira;Inciso X _ apoiar e difundir as manifestações culturais de caráter popular, étnico e regional.Quanto aos objetivos previstos no Art. 3º da Lei nº 8.313/91, o projeto contribui diretamente para:Inciso II _ possibilitar às camadas da população de menor renda o acesso aos produtos culturais e o exercício dos direitos culturais;Inciso IV _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;Inciso V _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus criadores;Inciso VII _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira;Inciso VIII _ apoiar e difundir as manifestações culturais de caráter popular, étnico e regional.Dessa forma, o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei Rouanet) se mostra essencial para viabilizar a formação continuada, a produção do espetáculo oficial e a promoção da inclusão social através da cultura junina. O projeto não apenas garante a sustentabilidade financeira da Sanfona de Ouro, mas também fortalece a preservação e difusão da tradição junina como patrimônio cultural imaterial do Nordeste.
O projeto valoriza a inclusão social, diversidade cultural e fortalecimento de identidades locais. Além da formação artística, promove a integração de jovens, adultos e membros de comunidades indígenas e LGBTQIA+, estimulando protagonismo cultural e preservação de tradições.O projeto também contribui para o desenvolvimento da cadeia produtiva cultural local, envolvendo artistas, técnicos, artesãos e gestores em todas as etapas, fortalecendo economia criativa e engajamento comunitário.As ações de difusão, registros audiovisuais e materiais educativos garantem visibilidade, memória e acessibilidade do projeto, permitindo que seus conteúdos e metodologias possam ser replicados em outras regiões.Adicionalmente, a circulação do espetáculo em cidades vizinhas do Vale do Mamanguape amplia o impacto regional, promovendo intercâmbio cultural, educação informal e fortalecimento do patrimônio imaterial.O projeto possui um plano de monitoramento e avaliação estruturado, com indicadores de participação, aprendizado, diversidade e alcance de público, assegurando transparência e qualidade na execução.
Produtos do Projeto Detalhamento Técnico1. Oficinas de Dança Junina, Teatro Popular e Música NordestinaCarga horária: 24h semanais durante 5 meses (120h totais). Público-alvo: Jovens e adultos a partir de 14 anos. Critérios de seleção: Inscrição gratuita; prioridade para mulheres, jovens, pessoas negras, comunidades tradicionais e LGBTQIA+. Metodologia: Prática colaborativa, vivências com mestres, exercícios corporais e musicais, aprendizagem por módulos. Material didático: Instrumentos (zabumba, triângulo, sanfona), figurinos básicos, espaço de ensaio com som, apostila. Conteúdos: Ritmos juninos, expressão corporal, atuação cênica, musicalidade, marcação e história da cultura popular.Profissionais (mini bios):Coreógrafo: Arnobio de Lima Neto e Wilian Matheus Santos de Figueireido / Maitê Figueiredo - Ambos com atuação em quadrilhas juninas e criação de coreografias regionais. Instrutor de Teatro: Arnobio de Lima Neto - Especialista em jogos teatrais e comicidade popular.Músico: Cláudio Pinto - zabumbeiro/percussionista com experiência em repertório tradicional nordestino.2. Oficinas de Figurino, Bordado e Adereços CenográficosCarga horária: 24h semanais durante 5 meses (120h totais). Público-alvo: Jovens e adultos interessados em moda, artesanato e cenografia. Critérios de seleção: Inscritos com maior disponibilidade e interesse; prioridade para mulheres e artesãos de quadrilhas juninas. Metodologia: Aprendizagem prática, exercícios de bordado e costura a mão, criação de protótipos e registro de processos. Material didático: Tecidos, linhas, acessórios, ferramentas de corte e modelagem. Conteúdos: Técnicas de costura e bordado, criação de adereços, montagem de figurinos e composição estética. Profissionais (mini bio): Figurinista Marcus Aurélio: Experiência em figurinos juninos, bordados e produção artesanal para espetáculos.3. Formação da Equipe Técnica (Coreógrafos, Diretores, Produtores Executivos, Marcadores)Carga horária: 2 meses de pré-produção (30h) + acompanhamento contínuo mar–jul. Público-alvo: Agentes culturais: coreógrafos, marcadores, diretores e produtores. Critérios de seleção: Avaliação de currículo e carta de interesse; prioridade para agentes da região. Metodologia: Workshops teóricos e práticos, estudos de caso e laboratório de criação. Material didático: Sala multimídia, manuais de gestão cultural, apostilas e materiais de anotação. Conteúdos: Direção e concepção artística, marcação, coordenação de equipe, planejamento e gestão cultural. Profissionais (mini bios):Diretor Artístico: Arnobio de Lima Neto - Experiência em montagem de espetáculos e dramaturgia.Produtor Cultural: Alindemon Severino - Atuação em logística, gestão de projetos e produção de eventos.Marcador Tradicional: Natanael da Silva / Alindemon Severino - Vivência em quadrilhas juninas e condução de apresentações.4. Encontros de Saberes com Mestres da Cultura PopularCarga horária: 5 encontros, 20h. Público-alvo: Participantes das oficinas e agentes culturais. Critérios de seleção: Participação aberta aos inscritos do projeto. Metodologia: Roda de conversa, demonstrações práticas e oralidade tradicional. Material didático: Espaço de convivência, instrumentos musicais, registro audiovisual. Conteúdos: Ritmos, danças, histórias, religiosidades e práticas tradicionais nordestinas e indigenas. Profissionais (mini bio):Mestres da Cultura Popular: Rafael Sabino - Guardião de saberes tradicionais com atuação em teatro, coco, forró, toré.5. Espetáculo “Sanfona de Ouro 2026”Carga horária: 200h: 40 ensaios durante 5 meses + montagem final. Público-alvo: Comunidade e público regional; elenco formado pelos participantes. Critérios de seleção: Frequência mínima e cadastro no projeto. Metodologia: Ensaios integrados, criação colaborativa e prática aplicada de dança, teatro e música. Material didático: Figurinos, cenários, adereços, som e iluminação. Conteúdos: Roteiro cênico, coreografias juninas, interpretação e marcação de cena. Profissionais (mini bios):A equipe de direção, coreografia e produção técnica do projeto, que são todos listados no tópico da ficha técnica, cada um com suas funções especificas. 6. Registro Audiovisual do ProjetoCarga horária: Filmagem contínua por 5 meses + edição final (20–30 min). Público-alvo: Público geral, escolas e redes digitais. Critérios de seleção: Empresa de audiovisual que será contratada. Metodologia: Registro documental, entrevistas e captação do processo criativo. Material didático: Câmeras, microfones, tripés, softwares de edição. Conteúdos: Oficinas, ensaios, encontros de saberes e apresentações. Profissionais (mini bio):Cinegrafista/Editor: Planty Audiovisual - Empresa Especialista em comunicação, audivisual, com documentários culturais e registros pedagógicos.7. Ações Educativas em Escolas LocaisCarga horária: 2 meses (ago–set), encontros de 1–2h por escola. Público-alvo: Estudantes do ensino fundamental e médio. Critérios de seleção: Escolas parceiras definidas com a gestão municipal. Metodologia: Oficinas curtas, demonstrações cênicas e diálogos sobre patrimônio cultural. Material didático: Adereços, instrumentos, materiais impressos e recursos audiovisuais. Conteúdos: Cultura junina, história regional e mini-oficinas de dança, música ou figurino. Profissionais (mini bios):Educadores das oficinas e mestres convidados.8. Materiais de Divulgação (Digital e Impresso)Carga horária: Produção contínua ao longo do projeto. Público-alvo: Comunidade local, redes sociais e público regional. Critérios de seleção: Empresa de comunicação que será contratada. Metodologia: Comunicação cultural, narrativa visual e registro das ações. Material didático: Computador, softwares gráficos, impressos e mídias digitais. Conteúdos: Cartazes, posts, vídeos, fotos e textos de divulgação. Profissionais (mini bio):Kroma Design / Jhonatas Moura de Lima - Designer/Comunicador Cultural: Atuação em design gráfico, redes sociais e comunicação para projetos culturais.
ACESSIBILIDADE DAS AÇÕES EDUCATIVAS(Oficinas formativas, encontros de saberes, ensaios e capacitações técnicas)a. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICOPara PcD físico, idosos e pessoas com mobilidade reduzida:- Disponibilização de infraestrutura acessível nos locais das oficinas e ensaios, com rampas de acesso, corrimãos e barras laterais quando necessário;- Adequação dos espaços físicos para circulação segura, com rotas acessíveis entre salas, banheiros e áreas comuns;- Prioridade de acesso e permanência nos ambientes formativos.Para PcD auditivo:- Utilização de sinais viso-motores e sinalização visual para orientação de pessoas surdas e com deficiência auditiva nos espaços das oficinas.Para PcD visual:- Instalação de piso tátil direcional e de alerta nos espaços utilizados, sempre que disponível na infraestrutura local;- Placas de sinalização em braile e com letras ampliadas para identificação de ambientes.Para PcD intelectual e pessoas com TEA:- Reserva de cadeiras em locais estratégicos, com menor estímulo sonoro e visual, para participantes com TEA e seus acompanhantes;- Organização de acesso facilitado aos espaços (fast pass), evitando filas e aglomerações;- Disponibilização de protetores auriculares ou fones de ouvido para redução de ruídos;- Disponibilização de óculos escuros para diminuição da exposição à luz, quando necessário;- Acompanhamento de monitoria para apoio sensorial e organizacional durante as atividades. b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDOPara PcD visual:- Material de comunicação e didático em letra ampliada;- Audiodescrição dos conteúdos artísticos e pedagógicos, incluindo descrição de movimentos corporais, figurinos, cenários e exercícios aplicados;- Disponibilização dos materiais impressos em versão digital acessível e, quando possível, em áudio ou braile;- Utilização de ledores inclusivos para apoio a participantes com deficiência visual;- Aplicação de musicografia acessível (Braille ou Lima) nas oficinas de música, quando houver demanda.Para PcD auditivo:- Presença de intérprete de Libras nas oficinas, encontros formativos e capacitações técnicas;- Produção de conteúdos digitais acessíveis em Libras;- Sistema de legendagem em materiais audiovisuais utilizados durante o projeto.Para PcD intelectual e pessoas com TEA:- Utilização de Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA), impressa ou digital, quando necessário;- Produção de material didático em Linguagem Simples, favorecendo a acessibilidade cognitiva;- Monitoria especializada inclusiva ao longo das oficinas, com apoio contínuo e comunicação clara.AÇÃO DE DESFILE / ESPETÁCULO(Apresentações do espetáculo Sanfona de Ouro 2026 e circulação regional) a. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICOPara PcD físico, idosos e pessoas com mobilidade reduzida:- Locais que tenham disponibilização de rampas de acesso e áreas adaptadas nos locais das apresentações;- Solicitação de adequação dos espaços de circulação do público e dos artistas;Para PcD auditivo:- Utilização de sinais viso-motores e sinalização visual para orientação do público surdo e com deficiência auditiva.Para PcD visual:- Piso tátil para orientação em áreas de circulação;- Placas de sinalização em braile e com letras ampliadas.Para PcD intelectual e pessoas com TEA:- Reserva de assentos em locais com menor incidência de ruído, luz intensa ou aglomeração;- Acesso facilitado (fast pass) para entrada e saída do espaço;- Disponibilização de protetores auriculares ou fones de ouvido para redução de estímulos sonoros; b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDOPara PcD visual:- Planos, mapas táteis ou maquetes simplificadas do espaço cênico e do local de apresentação;- Gravações em áudio com a descrição dos ambientes, percursos e do espetáculo;- Etiquetas e textos informativos em braile e em letras ampliadas, fixados em altura acessível;Para PcD auditivo:- Profissional de Libras durante as apresentações, devidamente sinalizado;- Apoio de intérprete de Libras para mediações com o público, quando necessário.Para PcD intelectual e pessoas com TEA:- Uso de Linguagem Simples na comunicação com o público;- Apoio para controle de estímulos sensoriais (sons altos, luzes fortes e grandes multidões).
A proposta prevê a entrada gratuita em todas as oficinas e atividades formativas, priorizando o atendimento de jovens e adultos de Jacaraú e demais cidades do Brejo e Vale do Mamanguape, em situação de vulnerabilidade social. O espetáculo oficial da Quadrilha Sanfona de Ouro 2026 terá acesso gratuito, de modo a ampliar o alcance popular.Além da circulação do espetáculo, o projeto adotará medidas complementares de democratização, tais como:- Ensaio aberto ao público, em praça pública, permitindo a aproximação da comunidade com o processo criativo;- Oficinas paralelas e itinerantes em dança, música e teatro, em escolas e espaços comunitários do Vale do Mamanguape;- Transmissão pela internet (streaming e redes sociais) de trechos do espetáculo e atividades formativas, ampliando o alcance para pessoas que não possam comparecer presencialmente;- Registro audiovisual com disponibilização gratuita em plataformas digitais, garantindo memória e acesso contínuo aos conteúdos produzidos.
Relação dos principais membros do projeto: FUNÇÃO: PRESIDENTE / COORDENADOR GERAL / OFICINEIRO NOME: Marcus Araújo Conceição de Araújo. PERFIL SOCIAL E IDENTITÁRIO: Homem cisgênero / Branco / Homossexual. FORMAÇÃO: Graduado em Hotelaria. EXPERIÊNCIA: Mais de 10 anos de atuação em gestão de associações culturais e organização de eventos populares, com ampla experiência em coordenação de projetos, figurinos, adereços e articulação comunitária.FUNÇÃO: INSTRUTOR EQUIPE TÉCNICA / ASSISTENTE GERAL / PRODUTOR NOME: Alindemon Severino. PERFIL SOCIAL E IDENTITÁRIO: Homem cisgênero / Pardo / Heterossexual. FORMAÇÃO: Educação Física.EXPERIÊNCIA: Atuante há mais de 15 anos na produção de espetáculos de quadrilhas juninas e eventos culturais, responsável por logística, coordenação de equipe e execução de projetos culturais em Jacaraú e região.FUNÇÃO: VICE-PRESIDENTE / MEDIADOR / CENÓGRAFO NOME: Fabricio Freire. PERFIL SOCIAL E IDENTITÁRIO: Homem cisgênero / Negro / Homossexual. FORMAÇÃO: Enfermagem. EXPERIÊNCIA: Mais de 8 anos de experiência em gestão de associações culturais, planejamento de eventos e decoração, com ênfase em cultura popular nordestina e promoção de atividades comunitárias.FUNÇÃO: SECRETÁRIA / ASSISTENTE DO PROJETO / COMUNICAÇÃO NOME: Mayara Olinto Vicente PERFIL SOCIAL E IDENTITÁRIO: Mulher cisgênero / Parda / Heterossexual. FORMAÇÃO: Ecologia e Biologia EXPERIÊNCIA: Experiência em gestão administrativa e comunicação em associações culturais, elaboração de relatórios, documentação e suporte à organização de eventos culturais em Jacaraú. FUNÇÃO: DIRETOR ARTÍSTICO / OFICINEIRO NOME: Willian Matheus Santos de Figueiredo.PERFIL SOCIAL E IDENTITÁRIO: Homem Cisgênero / Pardo / Homossexual / Drag Queen. (identidade artística: Maitê Figueiredo).FORMAÇÃO: Graduando em Enfermagem / Formação prática em dança clássica e popular, experiência em performance Drag.EXPERIÊNCIA: Artista e educador em dança, teatro e cultura popular; atua em quadrilhas juninas, bandas marciais e espetáculos regionais desde 2014. Desenvolve metodologias que integram balé clássico e danças populares, promovendo inclusão e protagonismo LGBTQIA+.FUNÇÃO: COREÓGRAFO / DIRETOR ARTÍSTICO / OFICINEIRO / COORDENADOR PEDAGÓGICONOME: Arnobio de Lima Neto.PERFIL SOCIAL E IDENTITÁRIO: Homem Cisgênero / Pardo / Heterossexual.FORMAÇÃO: Graduado em Artes Visuais, pesquisador em artes cênicas.EXPERIÊNCIA: Mais de 14 anos de atuação em dança, teatro, música e audiovisual. Coreógrafo, professor de artes em escolas técnicas do Estado da Paraíba, gestor cultural, roteirista e consultor em projetos. Reconhecido no mundo das quadrilhas juninas e júri em festivais regionais. FUNÇÃO: MESTRE DE CULTURA INDÍGENA / OFICINEIRONOME: Rafael Sabino da Silva.PERFIL SOCIAL E IDENTITÁRIO: Homem Cisgênero / Pardo / Indígena Potiguara / Homossexual.FORMAÇÃO: Graduado em Dança, UFPB / Especialista em Arte Educação, UFPB / Mestre em Artes Cênicas, UFPBEXPERIÊNCIA: Artista e educador indígena Potiguara, atuante em dança, música e cultura popular; realiza oficinas, pesquisa e ensina práticas corporais como o Toré Potiguara, contribuindo para preservação cultural e formação de jovens e adultos.FUNÇÃO: PRODUTORA EXECUTIVA NOME: Maria Rafaela Soares Teixeira.PERFIL SOCIAL E IDENTITÁRIO: Mulher Cisgênero / Branca / Heterossexual.FORMAÇÃO: Graduada em Secretariado Executivo, UFPB / Técnica em Administração, IFRN / Pós-Graduanda em Gestão e Produção Cultural, UEPB. EXPERIÊNCIA: Produtora cultural com mais de 10 anos em gestão e execução de projetos socioculturais no Vale do Mamanguape; atuou como Secretária de Cultura e Turismo de Jacaraú e vice-presidente da IGR (2024-2026). CEO da Pulse Cultural, com experiência em dança, teatro, quadrilhas juninas, eventos comunitários e produção administrativa de projetos. FUNÇÃO: DIRETOR DE PRODUÇÃONOME: FABRICIO DE LIMAPERFIL SOCIAL E IDENTITÁRIO: Homem Cisgênero / Negro / Indígena Potiguara / Heterossexual. FORMAÇÃO: Graduando em Biologia, UFPB.EXPERIÊNCIA: Artista e atleta de jiu-jitsu com atuação em dança, teatro e rituais indígenas; experiência em coreografia, interpretação cênica e integração de linguagens artísticas em projetos culturais e festivais regionais, valorizando cultura popular e tradições nordestinas e indígenas.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.