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PRONAC 2510914Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Espetáculo Clamor Negro - Circulação

38.927.584 ODAILTA ALVES DA SILVA
Solicitado
R$ 195,8 mil
Aprovado
R$ 193,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Nordeste 2025
Ano
25

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (10)
Maceió AlagoasMaragogi AlagoasCampina Grande ParaíbaJoão Pessoa ParaíbaCaruaru PernambucoRecife PernambucoNatal Rio Grande do NorteNísia Floresta Rio Grande do NorteAracaju Sergipe

Resumo

CIRCULAÇÃO DO ESPETÁCULO CLAMOR NEGRO PARA DEZ CIDADES DO NORDESTE. ESSE ESPETÁCULO, COM UMA HORA DE DURAÇÃO, UMA ATRIZ, UMA DANÇARINA E UMA CANTORA(ISAAR FRANÇA) EM CENA APRESENTA A VIDA DA MULHER NEGRA NO BRASIL, COM UMA COSTURA DE POESIA E MÚSICA DE AUTORIA DE ODAILTA ALVES. TRATA-SE DE UM ESPETÁCULO COM OITO ATOS, NOS QUAIS A MULHER NEGRA É APRESENTADA EM TODA SUA LUTA, MAS TAMBÉM EM TODA SUA POTÊNCIA. TRATA-SE DE UM ESPETÁCULO AUTOBIOGRÁFICO, NO QUAL ODAILTA É ESCRITORA E ATRIZ E EMOCIONA A PLATEIA COM ESSE ESPETÁCULO PREMIADO. É UM ESPETÁCULO ARTÍSTICO E EDUCATIVO.

Sinopse

Produtos do ProjetoEspetáculo Teatral – Clamor Negro Peça teatral que aborda a história, a cultura e a resistência do povo negro no Brasil, valorizando a memória coletiva e a luta antirracista. O espetáculo é composto exclusivamente por mulheres cis e trans, majoritariamente negras, promovendo representatividade e diversidade no palco. Será apresentado em 10 cidades do Nordeste brasileiro, de forma gratuita e em espaços públicos (escolas e universidades). Classificação indicativa: 14 anos (recomendado, devido à densidade temática).Rodas de Conversa/Debates Atividades formativas realizadas após cada apresentação, mediadas pela equipe artística, para estimular o diálogo com o público sobre as questões apresentadas no espetáculo: identidade, racismo estrutural, ancestralidade, resistência cultural e direitos humanos. No total, serão 10 debates, um em cada cidade. Classificação indicativa: Livre.Registro Audiovisual e Digital Produção de registros fotográficos e em vídeo das apresentações e debates, com o objetivo de compor relatórios, ações de difusão digital e memória do projeto. Parte desse conteúdo será disponibilizado em redes sociais e plataformas digitais, ampliando o alcance das ações. Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

Objetivo GeralLevar o espetáculo Clamor Negro a diferentes públicos do Nordeste brasileiro, ampliando o acesso democrático à arte e contribuindo para a valorização, difusão e salvaguarda da história e cultura afro-brasileira. O projeto busca fortalecer a identidade cultural regional e promover reflexões alinhadas à Lei 10.639/03, que assegura o ensino da história e cultura afro-brasileira nas instituições de ensino. Objetivos EspecíficosRealizar 10 apresentações gratuitas do espetáculo Clamor Negro em cidades do Nordeste brasileiro, priorizando a descentralização e a circulação cultural em municípios fora dos grandes centros.Desenvolver 10 rodas de conversa/debates ao final de cada apresentação, estimulando o diálogo comunitário sobre memória, identidade e resistência da população negra.Contribuir para a efetiva implementação da Lei 10.639/03, articulando as ações do projeto com escolas, professores e estudantes, de modo a fomentar o ensino da história e cultura afro-brasileira.Promover acessibilidade e inclusão no acesso às atividades, garantindo recursos de acessibilidade física e comunicacional, de modo a alcançar públicos diversos, inclusive pessoas com deficiência.Fortalecer a formação de público e a diversidade cultural, aproximando comunidades locais de expressões artísticas negras e ampliando o repertório cultural da população beneficiada.

Justificativa

Enquadramento LegalO projeto se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, que estabelece:Inciso II _ Estímulo à produção e difusão da cultura e das artes;Inciso III _ Proteção às expressões culturais nacionais e regionais;Inciso V _ Apoio à difusão de bens, serviços e valores culturais;Inciso IX _ Apoio a outras atividades culturais e artísticas, desde que compatíveis com os objetivos da lei.Adicionalmente, contribui para os objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, em especial:Inciso I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Inciso II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;Inciso IV _ Preservar a herança cultural brasileira, por meio do estímulo à valorização e difusão de suas criações;Inciso V _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.Este projeto justifica-se pela necessidade de levar o espetáculo Clamor Negro — vencedor do Prêmio Pernalonga de Teatro Pernambucano (2022) — para dez cidades do Nordeste brasileiro, garantindo o acesso descentralizado e democrático à arte. A circulação do espetáculo busca contribuir para a construção de uma sociedade antirracista, reconhecendo o poder da arte como ferramenta de transformação social, de combate à mediocridade cultural e de promoção dos direitos humanos.Trata-se de uma obra composta integralmente por mulheres cis e trans, majoritariamente negras, o que reforça seu caráter de representatividade, inclusão e valorização da diversidade cultural brasileira. A realização deste projeto, portanto, não apenas difunde a produção artística contemporânea, mas também fortalece identidades historicamente marginalizadas, promovendo equidade e cidadania cultural.Dada a abrangência e relevância social do projeto, torna-se imprescindível o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei Rouanet), como forma de viabilizar sua execução em múltiplos territórios, visto que a iniciativa exige recursos financeiros significativos para logística, acessibilidade, produção, circulação e democratização do acesso.

Estratégia de execução

SOBRE O ESPETÁCULO “CLAMOR NEGRO” Estreia: novembro de 2017Duração: 70 minutos (mais debate)Quantidade mínima da equipe principal: 5 pessoas Total de apresentações já realizadas: 58 Estimativa de público que já assistiu: 8.000Prêmio que ganhou: Pernalonga de Teatro 2022Edital que aprovou: Funcultura PE, Aldir Blanc Recife Sinópse:O Espetáculo “Clamor Negro”, inspirado no livro homônimo, da escritora negra, recifense, Odailta Alves, tem como objetivo levantar reflexões acerca das diversas opressões sofridas pelas mulheres negras desde a diáspora africana até os dias atuais. Busca sensibilizar de maneira poética e crítica o expectador para a importância de se combater o racismo nos diversos espaços sociais. O Espetáculo “Clamor Negro” tem durabilidade de 50 minutos, com oito atos interligados por músicas com temáticas afros. Os atos são formados por poemas do livro de Odailta Alves, um poema de Cristiane Sobral, um dos atos é livremente inspirado no poema Gritaram-me negra, de Vitória de Santa Cruz. Esse texto teatral também é formado por crônicas da vida de Odailta Alves, trazendo as vivências de uma mulher negra que nasceu numa das favelas com maior índice de violência do Recife, Santo Amaro, presenciando as diversas crueldades e arbitrariedades praticadas contra seus irmãos e irmãs pretos/as. Em cada ato, diferentes questões que envolvem o racismo, sobretudo, contra as mulheres negras, são tratadas: invisibilidade das bonecas negras, subempregos, farsa da abolição, legislação, heróis e heroínas negras, violência, racismo. O público é levado a refletir e interagir com os poemas e crônicas teatrais que formam a peça.Sendo a primeira pessoa de sua família a aprender a ler, Odailta Alves, além de escritora, atriz e diretora teatral, é professora de Língua Portuguesa, com mestrado em Linguística, e doutoranda também em Linguística pela Universidade Federal de Pernambuco, e atualmente, trabalha dando formação acerca da Lei 10.639/2003, que trata da obrigatoriedade de se trabalhar nas escolas a importância do povo negro para a formação da sociedade brasileira. Nesse sentido, o espetáculo “Clamor Negro” também se apresenta como mais uma possibilidade de efetivação dessa lei.O espetáculo “Clamor Negro” é um monólogo, tendo em vista que os textos são trazidos pelas personagens negras interpretadas por Odailta Alves. Entre os oitos atos, o público também se encanta com música de autoria de Odailta Alves, na voz de Isaar e a dança afro de Darana, essas músicas são de autoria de Odailta Alves, com arranjos musicais de Isaar França. LINKS DE COBERTURA DO ESPETÁCULO CLAMOR NEGRO:https://www.youtube.com/watch?v=j3yBNJfPwDE&t=190s https://www.youtube.com/watch?v=v9sSbM29vGE&t=93s ALGUNS LINKS DA INTERNET COM MATÉRIAS QUE CONTEMPLAM O ESPETÁCULO “CLAMOR NEGRO” https://www.folhape.com.br/cultura/espetaculo-clamor-negro-circula-nas-escolas-do-interior-e- anuncia/270223/ https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-clamor-negro-circula-por-escolas-publicas-pernambucanas/ https://negre.com.br/espetaculo-clamor-negro-faz-turne-pelas-escolas-publicas-de-pernambuco/ https://revistaafirmativa.com.br/escolas-de-pernambuco-recebem-o-espetaculo-clamor-negro-no-mes- de-maio/ https://www.folhape.com.br/diversao/diversao/diversao/2017/11/24/NWS,49821,71,552,DIV ERSAO,2330-PECA-CLAMOR-NEGRO-FOCA-PROBLEMATICAS-LIGADAS-MULHER.aspx http://museudaabolicao.museus.gov.br/agenda/museu-da-abolicao-lanca-campanha-virtual- em-celebracao-ao-novembro-negro/ http://www.sindmetalpe.org.br/paginas/noticia/524 http://www2.recife.pe.gov.br/noticias/20/11/2017/reflexoes-sobre-racismo-marcam-abertura- da-5a-jornada-de-direitos-humanos-do http://findpeopleon.com/t/clamornegro https://www.youtube.com/watch?v=v9sSbM29vGE https://www.youtube.com/watch?v=Ya3PstZuhmA https://www.facebook.com/tvnovanordeste/videos/1688246904546282/

Especificação técnica

1. Espetáculo Teatral – Clamor NegroFormato: Peça teatral contemporânea.Duração: Aproximadamente 70 minutos.Quantidade: 10 apresentações em cidades do Nordeste.Equipe envolvida: Elenco formado por mulheres cis e trans, majoritariamente negras; equipe técnica com profissionais de sonorização, iluminação e intérprete de Libras.Material necessário: Palco com estrutura mínima (3m x 4m), sonorização, iluminação cênica, cadeiras e recursos de acessibilidade.Projeto pedagógico: O espetáculo promove reflexão crítica sobre a história e cultura afro-brasileira, em consonância com a Lei 10.639/03, atuando como ferramenta de conscientização e formação cidadã.Classificação indicativa: 14 anos.2. Rodas de Conversa/DebatesFormato: Encontros presenciais após cada apresentação.Duração: Média de 40 minutos cada.Quantidade: 10 rodas de conversa (uma por cidade).Equipe envolvida: Atrizes, direção artística e mediação de convidado/a local ou pesquisador/a.Material necessário: Espaço com cadeiras, microfones, intérprete de Libras e gravação audiovisual.Projeto pedagógico: Atividade formativa complementar ao espetáculo, com caráter educativo, promovendo diálogo sobre racismo estrutural, ancestralidade e diversidade cultural.Classificação indicativa: Livre.3. Registro Audiovisual e DigitalFormato: Captação fotográfica e audiovisual das apresentações e debates.Duração: Registro contínuo das atividades, com edição de vídeos de até 10 minutos para divulgação digital.Quantidade: Registro das 10 apresentações e 10 debates.Equipe envolvida: Fotógrafo/a e cinegrafista profissional, além de editor/a de vídeo.Material necessário: Câmeras fotográficas e de vídeo, equipamentos de captação de áudio, softwares de edição.Projeto pedagógico: Registro como material de memória e difusão, ampliando o acesso por meio de redes sociais e relatórios, além de servir como fonte de estudo para pesquisadores, estudantes e gestores culturais.Classificação indicativa: Livre

Acessibilidade

O espetáculo Clamor Negro adotará medidas estruturais, comunicacionais e cognitivas para garantir o acesso pleno de pessoas com deficiência, conforme as diretrizes da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e orientações da Lei Rouanet Nordeste.No aspecto arquitetônico, as apresentações ocorrerão exclusivamente em espaços que disponham de rampas de acesso, elevadores quando necessário, barras de apoio, banheiros adaptados, áreas de circulação acessíveis, assentos reservados e espaços destinados a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Será disponibilizada cadeira de rodas para deslocamentos internos quando necessário, além de organização de fluxo prioritário para evitar filas e aglomerações.No aspecto comunicacional e de conteúdo, haverá intérprete de Libras durante toda a apresentação, atendimento sinalizado em Libras na recepção, materiais digitais com legendagem descritiva e recursos de audiodescrição ao vivo. Serão disponibilizadas descrições verbais de cenário, figurino e ambientação, além de materiais informativos em fonte ampliada. Quando disponível na estrutura do espaço cultural, serão utilizados sinalização em braile e piso tátil.Para pessoas com deficiência intelectual e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), haverá monitoria especializada inclusiva ao longo das atividades, com uso de Linguagem Simples nos materiais informativos. Serão reservados assentos em áreas com menor incidência sonora e luminosa, disponibilizados protetores auriculares para redução de ruído e óculos escuros para diminuição da exposição à luz, além de organização de acesso prioritário (fast pass) para evitar sobrecarga sensorial.Dessa forma, o projeto assegura condições efetivas de participação, autonomia e permanência do público com deficiência, promovendo inclusão cultural e acessibilidade integral.

Democratização do acesso

O projeto tem como eixo central a democratização do acesso à cultura, garantindo que todas as apresentações do espetáculo Clamor Negro sejam totalmente gratuitas e realizadas em espaços públicos de fácil acesso, como escolas e universidades, em dez cidades do Nordeste brasileiro.Além das apresentações, cada sessão será seguida de uma roda de conversa/debate com o público, ampliando a troca de saberes e o diálogo sobre a cultura afro-brasileira e a luta antirracista.Como medida complementar de alcance, o projeto prevê ainda a possibilidade de registro audiovisual e transmissão digital de trechos das apresentações e debates, possibilitando que comunidades que não estejam fisicamente presentes também tenham acesso ao conteúdo artístico e formativo.

Ficha técnica

ATRIZ/ESCRITORA – ODAILTA ALVES DA SILVAOdailta Alves é uma mulher negra e lésbica. É educadora, atriz e escritora com dez livros publicados, destes, oito foram de forma independente. Faz doutorado em Linguística pela UFPE. É escritora e atriz do Clamor Negro. Em 2023, Odailta ganhou o prêmio Cultura Viva Sérgio Mambert, Prêmio Elas por Elas Nacional em 2019; Prêmio Pernalonga de teatro de Pernambuco, com seu espetáculo Clamor Negro. É coordenadora da webserie Escritoras Negras de Pernambuco e do Coletivo Literário Mala Preta.CANTORA: ISAAR FRANÇAIsaar frequentou de várias rodas de música tradicional no Estado. Integrou a Banda Comadre Fulozinha, cantou com Antônio Carlos Nóbrega, Naná Vasconcelos, nos projetos de aula espetáculos de Ariano Suassuna, em peças de Zé Celso Martinez e com Dj Dolores nos projetos Orquestra Santa Massa e Aparelhagem. Hoje está em processo de produção de seu quarto trabalho solo. Em 2006 gravou "Azul Claro", em 2010 ganhou o prêmio Pixinguinha e gravou o "Copo de Espuma", e em seguida, "Todo Calor". Em 2016 cantou no show de encerramento das Olimpíadas do Rio de Janeiro, produziu o Cd do grupo feminino Casas Populares e a trilha sonora do espetáculo de dança Leve. Integra o coletivo Dita Curva. Cantou e atuou em diversos filmes pernambucanos.DANÇARINA: MARIA JOSÉ DOS SANTOSMaria José dos Santos é atriz, educadora, oficineira, coreógrafa, dançarina, mediadora de roda de diálogo. Doutora em Educação Contemporânea do Programa de Pós-Graduação em Educação Contemporânea - PPGEduc - UFPE. Têm experiência nas áreas de: História da Educação, Oralidade, Cultura Afro-brasileira, práticas docentes descolonial, Educação Popular, Gênero, Memórias, Educação Étnico Racial. É dançarina do espetáculo Clamor Negro. É dançarina do espetáculo Clamor Negro.PRODUTORA: ÉRIKA PATRÍCIA COSTA GONÇALVES ALVESErika Patrícia Costa Gonçalves Alves é mulher lésbica, produtora, assessora e gestora cultural, com 15 anos de experiência. Atua de forma transversal em diferentes linguagens, com destaque para o teatro, a cultura popular e a formação cultural. Já realizou diversos projetos de produção de eventos, circulação artística e ações de democratização do acesso, além de atuar como parecerista em políticas públicas de fomento à cultura. Sua trajetória é marcada pelo compromisso com a diversidade, a valorização das tradições populares e o fortalecimento de redes culturais, unindo saberes e experiências em assessoria, produção e articulação de projetos de impacto sociocultural.DIRETORA TEATRAL: SOPHIA WILLIAMSophia William é formada em Licenciatura em Dança pela Universidade Federal de Pernambuco, produtora, diretora e integrante do Coletivo de Dança-Teatro Agridoce, produtora e curadora da segunda edição do Festival Transborda de Cultura Sem Gênero no ano de 2018. Assistente de direção do Porto Musical - 2018 e 2020, do Sonora - Festival Internacional de Compositoras - 2018, do VI Congresso Internacional Sesc de Arte/Educação – 2018, do FINCAR - Festival Internacional de Cinema de Realizadoras - 2018 e do Coquetel Molotov - 2018. Trabalhou como produtora na Berlim Digital - 2019/2020, e no Festival Janeiro Sem Censura 2019/2020 junto ao Coletivo de Dança-Teatro Agridoce.

Providência

Redução aprovada e publicada no Diário Oficial da União.

Brejo Grande Sergipe