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O projeto visa a circulação do espetáculo infantil 'O que vale a pena, Alice?', escrito por Mary Quaresma, por 10 cidades nordestinas. Produzido e encenado pelo Grupo Casulo de Teatro de Floriano/PI, essa peça aborda importantes temas transversais - diversidade, aceitação de si mesma, brincadeiras coletivas, preservação ambiental, alimentação saudável, amizade - essenciais para a educação infantil. Ademais, prever a realização de oficinas de lezeira e percursão.
1.PEÇA DE TEATROA peça infantil ' O que vale a pena, Alice?' reflete sobre diversidade, amizade, brincadeiras tradicionais coletivas, alimentação saudável e preservação da natureza, de maneira lúdica, com personagens que são animais (zebra, camaleão, porco) se encontrando com outros da literatura clássica infantil ( Alice, Chapeuzinho, Magali, Rainha de Copas) em uma floresta desmatada, onde o calor é intenso.A personagem 'Zebrabreu' é uma zebra que tem listras diferentes, e deseja ser igual as outras zebras das savanas. No percurso da peça, seu amigo Camalelê (camaleão), em combinação com as crianças, concorda em enrolar 'Zebrabreu' com tiras brancas e pretas, para que ele se torne uma zebra igual as demais, como ele queria. Essa ação o imobiliza, e ele não consegue mais se movimentar. A brincadeira no celular torna-se sua única diversão.A narrativa é formada por cenas lúdicas, incluindo personagens e estórias, já conhecidas pelo público infantil: 'Alice cai pelo túnel e chega na floresta desmatada onde moram Zebrabreu e Camalelê'; Porco guloso, indigesto, encontra 'Chapeuzinho Magali' ( uma mistura de Chapeuzinho vermelho e Magali da turma da Mônica), que o incentiva a comer frutas e legumes; Rainha de Copas realiza julgamento de Alice por contrariar a regra da diversidade e ajudar Zebrabreu a mudar de cor; entre outras.Momentos interativos com as crianças, incentivam a participação ativa: público é convidado para enrolar o 'Zebrabreu', para pular cordas, brincar de estátua. Ademais, respondem muitas perguntas que os fazem opinar a cerca de temas importantes, como a aceitação de si mesma, a importância da amizade e preservação da natureza. Apresenta música temática composta para esse espetáculo e brincadeira de roda de Lezeira, homenageando e difundindo essa tradição piauiense. O público alvo principal são estudantes do ensino fundamental I, das escolas públicas. A grande maioria da população das cidades selecionadas tem baixa escolaridade, vulnerabilidade econômica e são negros.Estimativa de público de 100 crianças em cada espetáculo.2.OFICINA DE LEZEIRA Será um momento interativo entre mestras de Lezeira local e público, estudantil e comunitário, em que Mestras contam a história da Lezeira no município, demonstram e ensinam o canto e a dança tradicional de roda. Formação de uma roda de Lezeira com participação do público, para fechamento da oficina.Haverá breve projeção de imagens do processo de criação,depoimentos e apresentações do Grupo de Lezeira da Serrinha.O público alvo principal são estudantes de escolas públicas, maiores de 10 anos, e pessoas idosas da comunidade. A grande maioria da população das cidades selecionadas possuem baixa escolaridade, vulnerabilidade econômica e são negros.Estimativa de público de 100 pessoas.3. OFICINA DE PERCUSSÃOA oficina de percursão 'Lata e música' (leia-se 'lá tem música') será realizada com o uso de materiais reciclados ( baldes, garrafas pets, cabos de vassouras, entre outros), para alunos da escola pública, na Serrinha.Será produzido uma pequena mostra musical, batuque de músicas brasileiras ( quantas forem possíveis).O trabalho resultante da oficina (batuque musical), se apresentará na abertura dos cinco espetáculos "O que vale a pena, Alice?, na sede e zona rural de São Francisco do Piauí.Para crianças acima de 10 anos e jovens em geral.
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS:Objetivo geralApresentar o espetáculo de teatro piauiense "O que vale a pena, Alice?" em cidades do Piauí e Maranhão.Objetivos específicos- Realizar 14 apresentações de 'O que vale a pena, Alice?' em 10 cidades nordestinas: 07 no Piauí e 03 no Maranhão.- Realizar 01 oficina de Lezeira, com duração de 03h, no Povoado Serrinha, zona rural do Piauí.- Realizar 01 oficina de percursão, com duração de 16h, no povoado Serrinha.- Realizar 05 apresentações do grupo da oficina de percursão, em São Francisco do Piauí.- Desenvolver diálogos com o público infantil após o espetáculo, a cerca da temática da peça e produção artística.- Veicular na internet o espetáculo na íntegra com acessibilidade de libras e audiodescrição.
O espetáculo "O que vale a pena, Alice?" traz a diversidade, 'aceitação de si e do outro', como tema principal. Reflete também sobre: a urgência de preservar a natureza; a importância de brincadeiras coletivas em vez do isolamento no uso excessivo do celular; os benefícios da alimentação saudável e a valorização da amizade, de maneira lúdica e interativa com as crianças.Trata-se de peça que pensa temas transversais da educação brasileira, e os desenvolve para estudantes de escolas públicas, onde o acesso à cultura é muito pequeno. Com isso, contribuimos com formação de plateia ( grande parcela desse público, nunca assistiram a um espetáculo de teatro), ampliando a demacratização da cultura.As atividades complementares, oficinas de lezeira e percussão, desenvolvem a cultura local e envolvem crianças em atividades artistícas, que elas nem imaginam existir. A Serrinha é um distrito rural, sem equipamentos públicos que promovam lazer, cultura e esportes. A ociosidade de jovens e crianças têm gerado altos índices de alcoolismo entre jovens e adultos. Se faz urgente ações que ajudem a modificar tal situação.A propositura do projeto para fins de obtenção dos benefícios da Lei Rouanet, se justifica pelo fato de que, o mecanismo de incentivo, é necessário para a manutenção, o fomento e a continuidade da presença de espetáculos teatrais no interior do nordeste.O projeto contribui para o alcance dos objetivos do Art. 1º da Lei 8.313, de 1991, nos seguintes incisos descritos:Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar ecanalizar recursos para o setor de modo a:inciso I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;O projeto traz medidas facilitadoras de acesso a todos, uma vez que vai acontecer em 10 cidades (07 delas não possuem teatro e nem produção de espetáculos), gratuitamente, em escolas ou espaços públicos, com transporte gratuito para alunos e crianças PCDs. inciso II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;Ao priorizar a intinerância do espetáculo em pequenas cidades do Maranhão e Piauí, o projeto estimula a produção local, envolvendo agentes culturais de cada comunidade, com valorização de serviços locais.inciso III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;O produto é totalmente nordestino. Peça escrita e encenada por artistas piauienses, trazendo manifestações culturais típicas, como a Lezeira, por exemplo, dança de roda tradicioal originária do Piauí.inciso VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;inciso VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; einciso IX. priorizar o produto cultural originário do País.A peça produz, difunde e preserva memórias e conhecimentos: brincadeiras infantis antigas, dança Lezeira ( típica do Piauí ), culinária piauiense (Maria Isabel, Cajuína). Prioriza o produto cultural brasileiro.A proposta se enquadra e está de acordo com as finalidades previstas na alínea "C" (Espetáculos de Artes Cênicas) , inciso II do art. 3º. da Lei 8.313, de 1991.
A Lezeira é uma manifestação cultural típica do Piauí, em processo de se tornar Patrimônio Cultural Imaterial, pelo IPHAN. Existe na região há pelo menos 100 anos, segundo o pesquisador Eduardo Pontim. Em 2025, foi criado o 'Grupo de Lezeira da Serrinha', em que 'Mestras da Lezeira' ensinaram jovens e adultos a cantar e dançar na roda. Esse grupo, atualmente, apresenta-se na região, resgatando essa cultura tradicional. Esse projeto visa inserir pequena cena de Lezeira no espetáculo, produzindo conhecimentos e difusão da Lezeira, além de incluir Mestras no processo de criação, compartilhamento e economia criativa.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO1. Espetáculo de teatro InfantilDuração: aproximadamente 50 minutos de duração.Elenco: 03 atrizes e 01 atorLocal: Teatros (cidades que possuem) e espaços alternativos (cidades que não possuem teatro).Classificação livre2. Diálogo com o público:Objetivo geral: Desenvolver pensamento crítico nas crianças, por meio de impressões e sensações alcançadas e compartilhadas por elas, na experiência de vivenciar e assistir ao espetáculo.Objetivos específicos: 1. Refletir sobre diversidade e aceitação de si, através da personagem Zebrabreu que deseja mudar de cor.2. Mostrar a importância da brincadeira coletiva na construção de amizades.3. Alertar para problemas devido ao uso excessivo do celular.4. Estimular o consumo de alimentos naturais em vez de processados,benéficos para a saúde.5. Oportunizar a fala das crianças, para compartilhamento de ideias e maior laço afetivo entre elas.Justificativa:Ouvir as crianças depois de apresentar o espetáculo, com temas relevantes para elas, é um método que traz muito aproveitamento. Conforme perguntamos " O que vale a pena?" para elas, já que o espetáculo é " O que vale a pena, Alice?", abrimos um canal comunicativo em que elas exploram seus gostos, atitudes e aguçam sua criticidade, mesmo que não percebam. É um estímulo ao pensamento crítico.Duração: aproximadamente 20 minutos de duração, após cada espetáculo.Público alvo: crianças estudantes da escola pública ( ensino infantil e fundamental I).3. Oficina de LezeiraObjetivo geral:Difundir a cultura tradicional Lezeira, dança de roda típica do Piauí, para novas gerações, por meio da transmissão de saberes de mestras da Lezeira do povoado Serrinha, zona rural de São Francisco do Piauí.Objetivos específicos:1. Apresentar a Lezeira que estava em estado de memória na região, e foi resgatada em 2024.2. Fortalecer a cultura tradicional do Piauí, através da dança de roda ancestral Lezeira, na Serrinha.3. Gerar autoestima e renda para as idosas cantadeiras da Lezeira, que apresentarão a oficina.4. Promover compartilhamento de saberes ancestrais e culturais típicos da região, entre gerações.Justificativa:A Lezeira é uma brincadeira (dança de roda) do sertão piauiense, realizada principalmente por trabalhadores rurais, homens e mulheres. No povoado Serrinha, ela existe há pelo menos 100 anos, mas estava em estado de memória, com apenas poucas idosas que ainda recordam a brincadeira. Dessa forma, pretende-se nessa oficina, juntar jovens e mestras cantadeiras de lezeira, para ampliar os conhecimentos, e ajudar na preservação e registro dessa cultura, significativa para a comunidade local. Metodologia: 1. Acolhimento- 20 minutos2. Projeção de slides e/ou mini vídeos com breve história da Lezeira no estado e no município. Essa etapa será ministrada por Mary Quaresma ( currículo vide equipe técnica)- 50 min.3. Contação da história da Lezeira no município, pelas mestras cantadeiras da Serrinha. - 50min 4. Roda de Lezeira, onde as mestras ensinam cantos e os passos da dança para o público - 40 min5. Lanche 20 minutos.6. Apresentação do grupo de lezeira da Serrinha e o público dançando junto - 40 min7. Fechamento:roda de conversa para impressões, avaliações finais. 20 minDuração: 4 horas.Público alvo: Idosas, crianças e jovens estudantes da escola pública, público em geral.Falicitadoras: Mary Quaresma e Lúcia Pereira ( currículo vide equipe técnica). Local: Escola Padre Balduíno ou Clube do Jacaré,no povoado Serrinha.4. Oficina de percussãoObjetivo geral:Desenvolver ação musical no povoado Serrinha, por meio do treinamento de percussão de músicas brasileiras, utilizando materiais reciclados como instrumentos musicais, para estudantes da escola pública.Objetivos específicos:1. Contribuir com o desenvolvimento cultural e artístico dos estudantes e comunidade.2. Fortalecer a música brasileira entre os jovens, com seleção de clássicos da música nacional.3. Gerar autoestima, coordenação motora e coletividade entre os jovens.4. Promover cultura com consciência ambiental, através do uso de materiais reutilizados.Justificativa:O povoado Serrinha é muito carente de ações culturais e essa oficina será inédita na região. Os jovens locais vivem sem oportunidades para descobrirem aptdões artísticas e se desenvolverem por meio delas. Dessa forma, pretende-se nessa oficina, estimular jovens a se expressarem através da música, contribuindo para uma modificação cultural significativa na comunidade local. Metodologia: Seleção e aquisição dos materiais reutilizáveis. Matrícula dos alunos ( critério: interesse em participar e preenchimento das vagas. Vagas remanescentes para o público externo, apenas se não preenchidas por estudantes). Aulas de ritmo, batidas e compasso.Seleção das músicas em conjunto com a turma ( clássicos brasileiros)Ensaios das batidas (percussão) das músicas.Apresentação das músicas na abertura dos espetáculos "O que vale a pena, Alice? na região de São Francisco de Piauí. Duração: 30 h/aulasMateriais: garrafas pets, baldes, cabos de vassoura, sementes, entre outros. Local: Serrinha, zona rural de São Francisco do Piauí.Inscritos: 50 vagas.
O projeto prevê a sua realização em teatros ou espaços (cidades onde não existem teatro) que sejam acessíveis.a. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:Para PcD Físico e ou crianças com mobilidade reduzida:Disponibilização de infraestrutura (rampas, barras laterais) e adaptação de espaços/equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso.Disponibilização de 01 assistente em cada local, para mapear e auxiliar crianças PcD Físico durante a apresentação do espetáculo.Disponibilização de transporte em automóvel com acompanhante para crianças usuárias de cadeiras de rodas ou mobilidade reduzida.Disponibilização de cadeira de rodas para deslocamentos, de acordo com a necessidade de cada local.Reserva de assentos em locais de fácil acesso para pessoas usuárias de cadeiras de rodas ou mobilidade reduzida.Para PcD auditivoSinais viso-motores para Surdos e deficientes auditivos.Para PcD visualPiso tátil para deficientes visuais.Placas de sinalização em braile.Para PcD intelectual e TEADisponibilização de cadeiras na primeira fileira para pessoas com TEA e seu acompanhante, em locais com iluminação amena, menos barulho ou aglomerações. Disponibilização de protetores auriculares ou fones de ouvido para diminuição de ruído.Disponibilização de óculos escuros para diminuir a exposição à luz.b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO:Para PcD visualGravações com a descrição dos ambientes, dos percursos e do cenário da peça.Etiquetas e textos com versões em braile e em tipos ampliados, fixados de forma a poderem ser lidos tanto por pessoas que estejam em pé, como por pessoas sentadas;Para PcD AuditivoAtendimento especializado em Libras ou por meio de articulador orofacial, devidamente sinalizado.Para PcD intelectual e TEAMonitoria especializada inclusiva ao longo das atividades, com uso de “Linguagem Simples”, proteção de sons altos, luzes fortes e multidões para pessoas no caso de pessoas TEA)Em ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTOinsira o projeto pedagógico para cada ação educatia: documento integrante de propostas voltadas para formação, capacitação, especialização e aperfeiçoamento na área da cultura, quecontenha, pelo menos:os objetivos gerais e específicos da proposta,sua justificativa,carga horária completa,público-alvo e critério de seleção,metodologias de ensino,material didático a ser utilizado,conteúdo a serem ministrados eprofissionais envolvidos + mini bio em educação O vídeo com gravação do espetáculo na íntegra, veiculado na internet, contará com o serviço de intérprete de libras e audiodescrição.
O projeto adotará as seguintes medidas de “ampliação de acesso”, conforme artigo 47 da IN 23/2025:II - 'oferecer transporte gratuito ao público': O projeto disponibilizará transporte gratuito em vans ou ônibus para alunos, e em automóvel para PCDs mapeados e agendados pelo produtor local previamente.III - 'disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos': Será disponibilizado, na Internet, registros audiovisuais do espetáculo acompanhado com libras e audiodescrição;- Disponibilizar 01 assistente em cada local para mapear e acompanhar pessoas com necessidades ( PCDs, autistas).- Oferecer lanches após o espetáculo.
EQUIPE TÉCNICA A equipe é formada por uma maioria (+ 50%) de mulheres, pessoas negras, mestras da cultura popular, e possui no elenco 01 pessoa idosa e 01 PCD.A proponente será responsável pela coordenação geral do projeto ( cronograma de atividades, contratação, pagamentos, entre outros); pela coordenação da 'Oficina de Lezeira', conectando as Mestras da Lezeira com as crianças e demais público na Serrinha; pela produção local dos 05 espetáculos que serão realizados em São Francisco do Piauí e nas localidades rurais ( Serrinha, Cercado Velho, Salinas e Melancias).BREVE CURRÍCULO DA EQUIPE:IONE PITOMBEIRA (Remuneração do proponente).Função no projeto: Coordenadora do projeto, produtora local em São Francisco do Piauí.Graduada em Pedagogia pela Faculdade Pascoal Dantas- São Paulo - SP (2013).Criadora da Escolinha Cultura Viva no povoado Serrinha (2015). Realizadora de Festival Junino Infantil e dança Lezeira na Serrinha ( 2016 a 2018). Cursou a oficina Direção para o Cinema (Escalet Produções Cinematográficas - 2024). Atuou como assistente de produção no projeto Rememórias (Grupo Casulo de Teatro - 2024). É integrante do Grupo Lezeira da Serrinha (2025).MARY QUARESMAFunção no projeto: Diretora cênica, Atriz, Dramaturga, Oficineira.Bacharel em Teatro pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Fundadora do Grupo Casulo de Teatro (2005) em Floriano-PI, no qual atua como diretora, atriz, produtora e dramaturga. Técnica do curso de Habilitação de Ator pela Fundação da Artes de São Caetano do Sul - SP. Agente Territorial de Cultura de Floriano-PI pelo MinC. Atuou nos espetáculos Macbeth (1999), Filoctetes (2000) entre outros, em São Paulo. Com o grupo Casulo, produziu, dirigiu e atuou em espetáculos como "A Receita " (2005), " O Pequeno Príncipe"(2006), "Auto do Lampião no Além "(2009 e 2019). Mentora do projeto 'Rememórias' (LPG Piauí 2024), realizou a "I Mostra de Audiodramas do Piauí" e o espetáculo "Vestida de Roça" ( de Mary Quaresma e Railson Gomes). É autora e encenadora do infantil 'O que vale a pena, Alice?' (2025). Articulou, produziu e dirigiu o Grupo de Lezeira na Serrinha, recriando a brincadeira no local (2025).LÚCIA PEREIRA DA SILVA DIAS ( MESTRA EM LEZEIRA)Função no Projeto: Oficineira de LezeiraMestra da cultura popular, idosa, negra, atua na Lezeira, na cultura dos terreiros e no trabalho da palha de carnaúba, em Serrinha, zona rural de São Francisco do Piauí. Responsável pelos ensinamentos para resgate da cultura da Lezeira na Serrinha, ensinando o novo grupo a cantar e dançar, de abril a junho de 2025. Participou do 'I Festival de Cultura Popular de São Francisco do Piauí', onde dançou e cantou Lezeira, junto com o grupo de Lezeira da Serrinha, em junho de 2025. Participa das apresentações do grupo de lezeira atualmente. Idosa, negra.VÂNIA RODRIGUESFunção no projeto: Atriz e Oficineira de percursão.Técnica em Artes cênicas pela Escola de Artes Cidade Cenográfica, Floriano-PI (2010). Percussionista, desenvolveu oficina de percussão, pelo programa 'Mais Educação', e o projeto 'Lata e Música' pela Lei de Incentivo Municipal professor Moreira, em Floriano-PI. Atua no grupo Casulo desde 2009, nos espetáculos: 'Auto do Lampião no além' (2009 e 2019), 'Vestida de Roça' (2024) e 'O que vale a pena, Alice?'(2025). Participou do projeto Rememórias (2024) e gravou audiodramas para a 'I Mostra de Audiodramas do Piauí". É Pessoa com deficiência,negra.JANAÍNA OLIVEIRAFunção no projeto: Atriz e Produtora Local em Nazaré - PI.Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal do Piauí. Nas artes, atuou nos espetáculos: 'Auto do Lampião no além', 'O que vale a pena, Alice?' e 'Vestida de Roça ( Grupo Casulo), entre outros. Participou da Trupe da Alegria em Floriano- PI, onde atuou como contadora de histórias. Participo da Junina Lumiar de Floriano em 2016. Trabalhou como voluntária no Laboratório Interdisciplinar de Ensino, Arte e Educação, LIBERTE ( UFPI) em 2017. Executou a função de assistente de produção e atriz no projeto Rememórias, desenvolvido pelo grupo Casulo em 2024.
SITUAÇÃO CORRIGIDA AUTOMÁTICAMENTE PELO SISTEMA. PROJETO SEM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.