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Projeto "Balé Afro Malê Debalê — o maior balé afro do mundo" realizará ciclo formativo e de difusão em 10 municípios baianos, incluindo Salvador (sede), com oficinas gratuitas de dança afro, percussão e canto; rodas de conversa sobre identidade, ancestralidade e antirracismo; ações em escolas públicas; e apresentações comunitárias. Inclui Desfile Infanto-Juvenil no Carnaval de Salvador, eleição do Rei e da Rainha Mirim e evento final com devolutiva à comunidade. Acessibilidade integral: Libras em 100% das atividades, registros com legendagem descritiva e audiodescrição, além de materiais pedagógicos acessíveis. Objetivo: fortalecer a autoestima e o protagonismo de crianças e jovens negros, salvaguardando os saberes do Malê Debalê e democratizando o acesso à cultura.
SINOPSE DA OBRAProduto principal – Circulação formativa “Balé Afro Malê Debalê: Dança, Música e Identidade Afro-brasileira” Classificação indicativa: Livre Descrição geral: Ação de formação, difusão e salvaguarda do patrimônio cultural afro-brasileiro, realizada em Salvador e em mais 9 municípios baianos, com atividades gratuitas, acessíveis e mediadas. O conteúdo articula dança afro, percussão, canto afro-brasileiro, rodas de conversa, apresentações comunitárias, oficinas regionais e concurso cultural. Inclui cinco componentes:1) Rodas de conversa – “Ancestralidade, identidade e pertencimento”Conteúdo: Identidade afro-brasileira, história do Balé Afro Malê Debalê (fundado em 1979), ancestralidade, cidadania e resistência cultural.Formato e duração: Encontro mediado em escola/espaço comunitário; 60–90 min; linguagem clara, espaço para perguntas.Público-alvo: Crianças, adolescentes, comunidade escolar e famílias.Acessibilidade: Intérprete de Libras, legendas descritivas, mediação em linguagem simples; assentos reservados.Materiais: Cartilha digital acessível (PDF/Word), versão em braile para bibliotecas escolares.2) Oficinas formativas – “Corpo, ritmo e estética afro”Conteúdo: Aulas de dança afro, percussão e canto afro-brasileiro, além de oficinas de estética afro (tranças e turbantes).Formato e duração: Semanais em Salvador (48 encontros) + 9 oficinas regionais (4h cada).Metodologia: Demonstração prática com mestres e professores do Balé Afro; aprendizagem por pares; salvaguarda de saberes tradicionais.Acessibilidade: Materiais com pictogramas, vídeos acessíveis (Libras + audiodescrição), versão em braile dos guias.Produto pedagógico: Kit de referências (passo a passo ilustrado + vídeo acessível) para uso em escolas.3) Apresentações Culturais – “O palco da comunidade”Conteúdo: Espetáculos de dança afro, canto e percussão, integrando alunos das oficinas ao corpo artístico do Malê Debalê.Formato e duração: 02 apresentações comunitárias (90 min cada).Acessibilidade: Estrutura arquitetônica adaptada, setores reservados para PCD e idosos, registros audiovisuais acessíveis.4) Concurso Cultural – “Rei e Rainha Mirim do Malê”Conteúdo: Concurso infanto-juvenil que celebra a estética afro-brasileira, a representatividade e o protagonismo infantil.Formato e duração: 01 evento de 180 min, com música percussiva ao vivo e ampla participação comunitária.Acessibilidade: Monitores de apoio, intérprete de Libras, audiodescrição nas transmissões digitais.5) Desfile Cultural – “Carnaval do Malê”Conteúdo: Desfile infanto-juvenil de Carnaval em Itapuã, com cerca de 100 crianças e adolescentes em figurinos afro-brasileiros personalizados, acompanhados por música percussiva do Malê Debalê.Formato e duração: 180 min (concentração, desfile e dispersão assistida).Acessibilidade: Rotas acessíveis, rampas, banheiros adaptados, setores reservados para PCD e idosos, transporte acessível para mobilidade reduzida. Ações complementaresRepositório digital acessível – “Memória e difusão”: Publicação on-line de registros audiovisuais das oficinas, rodas e apresentações com Libras, legendagem e audiodescrição, além de guia pedagógico para professores. Observações de conteúdo, segurança e conformidadeLinguagens e referências: Português e cânticos afro-brasileiros (iorubá e variações), sempre contextualizados e traduzidos.Conteúdos sensíveis: Não há erotização, violência ou discurso de ódio; enfoque educativo, histórico e cultural.Saúde e inclusão: Comunicação prévia sobre figurinos, instrumentos e insumos; espaços ventilados e áreas de conforto sensorial.Acessibilidade e comunicação: Todas as ações contemplam acessibilidade arquitetônica, comunicacional e de divulgação.Participação e controle de público: Dimensionamento da capacidade dos espaços; cadastro simples; equipe de apoio, segurança e primeiros socorros.Classificação indicativa geral: Livre para todos os públicos, com mediação pedagógica.
Objetivo GeralPromover formação artística e cultural de crianças e adolescentes, por meio de oficinas gratuitas e apresentações do Balé Afro Malê Debalê — o maior balé afro do mundo, fortalecendo identidade afro-brasileira e a tradição do samba-reggae como instrumentos de cidadania, inclusão social e salvaguarda de saberes, em 10 municípios baianos (incluindo Salvador), com acessibilidade e democratização do acesso. Objetivos Específicos (por produto)PRODUTO: OFICINAS CULTURAIS (Salvador)Realizar 48 oficinas (dança afro, percussão e canto afro-brasileiro), preferencialmente semanais, com carga de 2h/aula e turmas de 25_30 participantes cada, atendendo ≈100 crianças e adolescentes ao longo de 12 meses.Resultados esperados: desenvolvimento corporal-rítmico, prática coletiva e noções de cidadania cultural.Acessibilidade: Libras em 100% das ações e mediação com linguagem simples.PRODUTO: RODAS DE CONVERSA (Itapuã/Salvador)Realizar 4 rodas (90_120 min) em escolas e espaços comunitários de Itapuã, envolvendo crianças, adolescentes, educadores e famílias.Temas: identidade afro-brasileira, ancestralidade, pertencimento e antirracismo.Evidências: listas de presença e síntese das contribuições.PRODUTO: OFICINAS REGIONAIS (10 municípios, incluindo Salvador)Realizar 10 encontros mensais, cada mês em um município diferente (Salvador, Lauro de Freitas, Simões Filho, Candeias, Mata de São João, Camaçari, São Francisco do Conde, Dias D’Ávila, São Sebastião do Passé e Madre de Deus).Em cada cidade, ciclo formativo com 3 mini-oficinas (dança, percussão e canto), 4h totais, para turmas de 30_40 crianças, ampliando o alcance regional e o impacto formativo.Apoios previstos: dois assistentes por oficina e lanche para os(as) educandos(as).PRODUTO: APRESENTAÇÕES CULTURAIS (Salvador)Realizar 2 apresentações públicas gratuitas (60_90 min) em praças e centros comunitários de Salvador, com participação dos(as) alunos(as) das oficinas.Transmissão on-line em plataformas digitais, com janela de Libras e legendagem para ampliar alcance e visibilidade da produção infanto-juvenil.PRODUTO: "REI E RAINHA MIRIM DO BALÉ AFRO MALÊ DEBALÊ" (Concurso Cultural)Realizar 1 concurso cultural infanto-juvenil com apresentação de banda pública/percussão, reforçando protagonismo infantil, autoestima e representatividade.Critérios pedagógicos: criatividade, expressão corporal, respeito aos valores do bloco e cuidado com a estética afro (turbantes, tranças, indumentária).PRODUTO: DESFILE INFANTO-JUVENIL (Carnaval de Salvador)Realizar 1 desfile no circuito oficial do Carnaval de Salvador, com ≈100 participantes, figurinos afro-brasileiros e música percussiva samba-reggae.Operação: coordenação de cortejo, segurança/apoio, pontos de hidratação e setores reservados para PCD.PRODUTO: EVENTO DE ENCERRAMENTO (Salvador)Realizar 1 evento gratuito de devolutiva à comunidade, com apresentações formativas, exposição de resultados (metas, registros e impactos) e entrega pública do repositório digital.(Recomendável para maximizar pontuação / enquadramento digital) PRODUTO: CONTEÚDO DIGITAL ACESSÍVELPublicar no mínimo 10 registros audiovisuais (≥1 por município) de oficinas/mostras com Libras, legendagem descritiva e audiodescrição; disponibilizar guia pedagógico em PDF/Word acessível (alt-text nas imagens).Meta de alcance on-line: ≥ 10.000 visualizações/usuários ao longo da execução. Indicadores globais (síntese para análise):Metas físicas: 48 oficinas (base Salvador) + 10 encontros regionais (3 mini-oficinas por cidade) + 4 rodas + 2 apresentações + 1 concurso + 1 desfile + 1 encerramento + 10 registros digitais acessíveis.Público estimado presencial: ≥2.500 atendimentos (somatório de oficinas, rodas, apresentações e eventos).Acessibilidade integrada: Libras em 100% das ações; legendagem/AD nos vídeos; setores reservados e mediação inclusiva.
"Balé Afro Malê Debalê — o maior balé afro do mundo"O Balé Afro Malê Debalê é referência de salvaguarda e difusão da cultura afro-brasileira e do samba-reggae, com atuação formativa continuada em Itapuã/Salvador e forte enraizamento territorial. O presente projeto tem natureza identitária e educativa, com 100% de gratuidade, execução em 10 municípios (incluindo Salvador), foco em crianças e adolescentes, e acessibilidade integral (Libras em todas as ações; registros com legendagem descritiva e audiodescrição; materiais pedagógicos acessíveis).Base territorial e vocação educativa. A sede do Malê Debalê abriga uma escola municipal, o que assegura acesso direto a estudantes da rede pública, integração ao calendário escolar e uso de infraestrutura acessível (salas, sanitários, circulações). Essa condição fortalece o caráter identitário e formativo do projeto, alinha-se ao art. 1º, I, II e III (acesso, regionalização e valorização de criadores) e viabiliza o objetivo do art. 3º, I.c (instalação e manutenção de cursos de caráter cultural e artístico em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos).Pelo seu escopo pedagógico e comunitário, não se sustenta por receitas de bilheteria e venda de produtos (não é um produto comercial de entretenimento); a Lei de Incentivo à Cultura é o instrumento adequado para garantir acesso, continuidade, qualidade técnica e democratização em escala regional, com riscos mitigados (jurídico, pedagógico e de segurança) e legado mensurável (formação, produção de materiais acessíveis, repositório digital e circulação territorial).Enquadramento legal — transcrição dos dispositivos aplicáveisArt. 1º da Lei 8.313/1991 — incisos que o projeto atende: I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V _ salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira.Art. 3º da Lei 8.313/1991 — objetivos alcançados: I _ incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; V _ apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a CNIC.Como o projeto cumpre os objetivos da LeiFormação e salvaguarda (art. 3º, I.c): oficinas gratuitas de dança afro, percussão e canto estruturadas como percurso pedagógico contínuo; atuação em escolas públicas; transmissão intergeracional de saberes do samba-reggae; produção de materiais acessíveis (guia/vídeos).Difusão e circulação (art. 3º, II.c): mostras e apresentações comunitárias, desfile infanto-juvenil no Carnaval de Salvador e evento Rei e Rainha Mirim, reforçando representatividade e visibilidade da produção infanto-juvenil.Ações relevantes (art. 3º, V.c): repositório digital acessível, rodas de conversa antirracistas, mediação cultural e devolutiva pública com indicadores de impacto.Por que o incentivo fiscal é necessário (mérito e viabilidade pública)1.Caráter identitário e educativo: o objetivo central é formação cidadã e preservação de patrimônio imaterial (dança/ritmo/estética afro), não venda de espetáculo; logo, receita própria é insuficiente.2.Escala territorial e inclusão: atuação em 10 municípios com gratuidade e acessibilidade eleva custos de logística, recursos humanos e comunicação acessível — inviáveis sem apoio público.3.Aderência a direitos culturais e à LBI: o projeto universaliza o acesso (art. 1º, I) e contempla acessibilidade arquitetônica, comunicacional e de conteúdo, integrando crianças e adolescentes com segurança e proteção (ECA).4.Impacto mensurável e legado: metas físicas claras (48 oficinas base + 10 encontros regionais + 4 rodas + 2 apresentações + desfile + concurso + encerramento + conteúdo digital acessível) e indicadores de democratização de acesso (difusão on-line, escolas atendidas, público beneficiado).5.Fortalecimento de cadeias locais: contratação de mestres, educadores, percussionistas e técnicos do território; regionalização (art. 1º, II) e valorização de criadores(as) (art. 1º, III).Conclusão: O "Balé Afro Malê Debalê — o maior balé afro do mundo" precisa do Mecanismo de Incentivo para cumprir sua função formativa, inclusiva e identitária com qualidade técnica, acessibilidade plena e alcance regional — exatamente o que estabelecem os arts. 1º e 3º da Lei 8.313/1991.
1) Pré-produção — sede (Salvador)Materiais de apoio pedagógico (consumo): insumos para as oficinas de dança, percussão/canto e mediações (kits de prática, cadernos de exercícios, sinalização e materiais de acessibilidade para conteúdo). Destinação: integralmente aplicado nas atividades formativas.Aquisição de tecido 100% algodão (consumo): base para figurinos pedagógicos e para as práticas de estética/indumentária nas oficinas e mostras. Quantitativo dimensionado para 12 meses, com sobra técnica para testes/perdas.Contratação de costureira (serviço): confecção/ajuste de figurinos personalizados e apoio à montagem de kits formativos.Comprovação: notas fiscais/recibos; fichas de consumo; registros fotográficos (quando autorizados); listas de turmas atendidas. 2) Produção/Execução — 10 municípios (incluindo Salvador)Aquisição de microfones (equipamentos): captação/clareza vocal nas oficinas, rodas e mostras. Destinação de bens permanentes: os equipamentos comporão o acervo técnico do proponente, com uso contínuo em atividades formativas e de difusão do Malê Debalê; serão inventariados e vinculados ao projeto conforme regras do MinC.Professores(as) de dança e de música/percussão (serviços): condução das 48 oficinas regulares (base Salvador) e das ações regionais mensais (1 cidade/mês), além de ensaios e preparação para apresentações, concurso mirim e desfile.Água e lanche (consumo): oferta em oficinas/ensaios prolongados para permanência segura de crianças e adolescentes, conforme boas práticas de proteção integral.Locação de equipamentos de som (serviço): reforço técnico para o Concurso “Rei e Rainha Mirim do Balé Afro Malê Debalê” e, quando necessário, para mostras em espaços sem infraestrutura adequada.Assistência local (2 assistentes por cidade/ação) (serviços): apoio pedagógico e operacional (organização de turma, controle de presença, distribuição de materiais, acolhimento de PCD e ordenamento de fluxo). Itens críticos de acessibilidade prática.Comprovação: contratos/OS; listas de presença por cidade; relatórios de execução (data, carga horária, público); NFs de consumo/locação; portfólio fotográfico com autorizações. 3) Serviços técnico-administrativos transversaisAssessoria contábil (serviço): escrituração, conciliações, guarda documental, relatórios financeiros e suporte à prestação de contas.Assessoria jurídica (serviço): minutas contratuais; termos de autorização de imagem/voz (ECA); análise de uso de espaços públicos; conformidade com LBI (acessibilidade) e com a IN MinC 23/2025; orientação sobre direitos autorais quando aplicável.Comprovação: contratos/pareceres; check-lists de conformidade; termos assinados. 4) Administração do projeto e Comunicação/Divulgação AcessíveisAdministração do projeto — até 15% (IN 23/2025): despesas de gestão do proponente (pessoal administrativo, utilidades, sistemas, contabilidade de rotina, insumos de escritório) diretamente ligadas à execução e sem intermediação. Referência sobre o total (R$ 995.117,35): ≈ R$ 149.267,60 (15%).Comunicação e divulgação acessíveis — até 20% (IN 23/2025): criação e veiculação de peças com informação explícita dos recursos de acessibilidade por ação; conteúdos digitais acessíveis (vídeos com janela de Libras, audiodescrição e legendagem descritiva; artes com alto contraste e alt-text); press-kit para mídias públicas/comunitárias; gestão do repositório on-line. Referência sobre o total (R$ 995.117,35): ≈ R$ 199.023,47 (20%). 5) Convergência com metas e complianceAderência às metas físicas: todas as rubricas listadas sustentam diretamente as entregas (oficinas, rodas, mostras, concurso mirim, desfile e encerramento), inclusive os indicadores de democratização do acesso (execução em escolas públicas e difusão digital acessível).Natureza das despesas: predominância de serviços (formadores, costura, assistência local, locações, jurídico/contábil, comunicação) e consumo (tecidos, materiais pedagógicos, água/lanche). Bens permanentes (microfones) com destinação declarada ao acervo técnico do proponente.Transparência e comprovação: execução documentada via NFs/recibos, listas de presença, relatórios de execução, registros audiovisuais acessíveis (com autorizações) e anexos exigidos pelo MinC, assegurando rastreabilidade entre orçamento, ação e entrega. Valor total do projeto: R$ 995.117,35. Composição orçamentária alinhada ao plano de trabalho, à LBI e aos limites da IN MinC 23/2025 (Administração até 15%; Comunicação/Divulgação acessíveis até 20%).
O projeto tem classificação indicativa livre, é 100% gratuito e visa beneficiar prioritariamente crianças, adolescentes e jovens da rede pública, pessoas com deficiência e idosos, comunidades tradicionais e juventudes em situação de vulnerabilidade, além de educadores e famílias. Estima-se um atendimento presencial superior a 4.000 pessoas e alcance digital de cerca de 10.000 acessos a conteúdos acessíveis. A seleção dos participantes será feita em parceria com escolas públicas e associações comunitárias, garantindo reserva de vagas: 50% para estudantes da rede pública, 20% para PCDs, acompanhantes e idosos, além de prioridade para quilombolas, comunidades de terreiro e jovens vulneráveis. Todas as ações respeitarão a proteção integral da infância e adolescência, com termos de autorização e registros acessíveis.A proposta pedagógica, intitulada “Balé Afro Malê Debalê”, tem como finalidade valorizar e difundir o legado cultural do grupo fundado em 1979, patrimônio vivo da cultura afro-brasileira e referência de resistência. O objetivo é formar novas gerações na cultura, cidadania e antirracismo por meio da dança, música e canto, fortalecendo a identidade afro-brasileira e combatendo o racismo estrutural. Entre as metas estão: 48 oficinas de dança afro, canto e percussão em Salvador; nove oficinas regionais em municípios parceiros; quatro rodas de conversa sobre identidade, ancestralidade e pertencimento; e a produção de materiais pedagógicos acessíveis (cartilha digital, versão em braile, vídeos com Libras, legendagem e audiodescrição).Os resultados esperados incluem o reconhecimento da história e símbolos do Malê Debalê, a execução de técnicas básicas de dança e percussão, vivências de canto e estética afro-brasileira (tranças, turbantes), além da internalização de valores de cidadania cultural, pertencimento e práticas antirracistas. A metodologia prevê aulas práticas e participativas, mediação dialógica, aprendizagem intergeracional e transmissão de saberes tradicionais com mestres e professores do grupo. Serão utilizados figurinos afro-brasileiros, instrumentos de percussão, materiais de canto e kits acessíveis, com plena integração de recursos de acessibilidade (Libras, AD, legendagem, braile, transporte e setores reservados).A equipe será coordenada por Agnaldo de Souza Fonseca, Mestre e Doutor pela UFBA, pedagogo e coreógrafo do Malê desde 1990, reconhecido por sua atuação na preservação da dança afro. Contará ainda com professores de dança, canto e percussão, intérpretes de Libras e equipe de apoio (costureiras, monitores, técnicos de som e logística).A carga horária total é de cerca de 240 horas presenciais ao longo de 12 meses, além da difusão digital. O conteúdo programático será organizado em módulos. O primeiro contempla rodas de conversa (história do Malê, identidade afro, antirracismo, cidadania cultural e preparação para apresentações). O segundo abrange oficinas práticas de dança afro (fundamentos, coreografias, ritmo), percussão (samba-reggae, arranjos coletivos), canto (repertório tradicional, entonação coletiva), estética afro (tranças, turbantes) e memória cultural (conservação de instrumentos e figurinos).A execução prevê entregas específicas por cidade. Em Salvador, ocorrerão 48 oficinas mensais, duas apresentações comunitárias, quatro rodas de conversa, concurso cultural “Rei e Rainha Mirim do Malê”, participação no Desfile Infanto-Juvenil de Carnaval e evento gratuito de encerramento. Nos municípios parceiros — Lauro de Freitas, Simões Filho, Candeias, Mata de São João, Camaçari, São Francisco do Conde, Dias D’Ávila, São Sebastião do Passé e Madre de Deus — serão realizadas oficinas regionais de 4 horas cada, totalizando nove encontros. A produção pedagógica será registrada em materiais acessíveis e disponibilizada em repositório digital. Para viabilizar as ações, serão utilizados equipamentos de som, palco, iluminação, figurinos afro, banheiros adaptados e transporte acessível.O cronograma prevê pré-produção de 30 dias (planejamento, seleção da equipe, aquisição de materiais), execução em 10 meses (oficinas, apresentações, concurso e desfile), e encerramento em 30 dias (evento final, avaliação, relatórios e registro audiovisual). A avaliação será realizada por meio de listas de presença, registros acessíveis e formulários de satisfação. Os critérios considerarão frequência, participação e qualidade dos produtos pedagógicos. Todos os participantes receberão certificados expedidos pela Associação Cultural Malê Debalê.O projeto não prevê aquisição de bens permanentes, mas apenas locação de equipamentos e uso de materiais de consumo. Figurinos, instrumentos e kits pedagógicos permanecerão como legado comunitário e para uso nas escolas parceiras. Todas as ações serão gratuitas e acessíveis, com comunicação prévia sobre os recursos disponíveis em cada cidade. Assim, reafirma-se o caráter social, educativo e inclusivo da proposta, garantindo democratização de acesso, valorização da cultura afro-brasileira e fortalecimento do pertencimento comunitário por meio da arte.
O projeto “Balé Afro Malê Debalê — o maior balé afro do mundo”, desenvolvido em Salvador e em dez municípios baianos, contempla medidas de acessibilidade compatíveis com suas atividades formativas e culturais, em consonância com os arts. 42 a 44, 54, 63, 67 a 71, 73 e 102 da Lei nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência), com o art. 46 do Decreto nº 3.298/1999 e com o Decreto nº 9.404/2018, assegurando adaptações razoáveis que não acarretem ônus desproporcional ou indevido.I – Acessibilidade ArquitetônicaUtilização de escolas públicas, praças e espaços comunitários que já dispõem de rampas, banheiros adaptados e circulação acessível, garantindo a presença de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos.Instalação de sinalização provisória e guias táteis em áreas de circulação sempre que necessário.Nos eventos comunitários e no Desfile Infanto-Juvenil de Carnaval, haverá setores reservados, equipe de apoio e disponibilização de transporte acessível para participantes com deficiência e idosos.Por ocorrer em ambiente escolar, já existem rampas, sanitários acessíveis e rotas de circulação; o projeto complementa com sinalização tátil/visual, setores reservados e intérprete de Libras em 100% das atividades.II – Acessibilidade Comunicacional e de ConteúdoTodas as rodas de conversa, oficinas e apresentações contarão com intérprete de Libras, além de registros audiovisuais com audiodescrição e legendagem descritiva.Materiais pedagógicos serão disponibilizados em braile e em formatos digitais acessíveis (Word/PDF), com conteúdos sobre a história e símbolos do Balé Afro Malê Debalê.Nas oficinas de estética afro, haverá visitas sensoriais táteis, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão manipulem tecidos, turbantes e tranças.Mediação inclusiva em linguagem simples e pausada, favorecendo a compreensão por pessoas autistas, com deficiência intelectual ou psicossocial.III – Comunicação e Divulgação AcessíveisTodas as peças de divulgação do projeto (cartazes, redes sociais, site e materiais impressos) informarão de forma clara os recursos de acessibilidade disponíveis.Produção de conteúdos digitais acessíveis, com vídeos legendados, audiodescritos e sinalizados em Libras.Criação de guia informativo acessível on-line, reunindo os materiais pedagógicos das rodas de conversa e oficinas, ampliando o alcance e a permanência das ações.Compromisso Essas medidas não apenas cumprem as exigências legais, como reafirmam o princípio de que a cultura afro-brasileira só cumpre plenamente sua função social quando acessível a todas as pessoas. O projeto reserva, em seu orçamento, recursos específicos para acessibilidade arquitetônica, comunicacional e de divulgação, garantindo a efetividade das ações e sua comprovação na prestação de contas.
O projeto “Balé Afro Malê Debalê: Dança, Música e Identidade Afro-brasileira” assegura gratuidade integral em todas as atividades (oficinas de dança, canto e percussão, rodas de conversa, oficinas regionais, apresentações comunitárias, concurso “Rei e Rainha Mirim do Malê” e desfile de Carnaval), reforçando seu caráter social, educativo e cultural. Além disso, adota medidas de ampliação de acesso em conformidade com o artigo 47 da IN nº 23/2025, garantindo a participação ativa de públicos prioritários — crianças e adolescentes da rede pública, pessoas idosas, pessoas com deficiência, quilombolas e comunidades tradicionais.Medidas AdotadasIII – Disponibilização on-line acessívelSerão produzidos e publicados registros audiovisuais das oficinas, apresentações e rodas de conversa, todos acompanhados de Libras e audiodescrição, ampliando o acesso para quem não puder participar presencialmente.V – Atividades paralelas gratuitasAlém das ações principais, o projeto realizará ensaios abertos e vivências comunitárias, permitindo que estudantes, professores e famílias acompanhem o processo criativo e educativo de forma inclusiva.VI – Ações voltadas a crianças, adolescentes, jovens e educadoresAs oficinas em escolas públicas terão foco em crianças e adolescentes, fortalecendo a dimensão pedagógica e a valorização da cultura afro-brasileira desde cedo.II – Transporte gratuito acessívelNos eventos comunitários e no desfile de Carnaval, serão assegurados setores reservados e apoio logístico, incluindo transporte acessível para idosos, pessoas com deficiência e acompanhantes.X – Outras medidas sugeridas pelo proponenteCriação de um repositório digital acessível com vídeos, guias pedagógicos e materiais inclusivos sobre dança, canto, percussão e estética afro, de acesso livre em redes sociais e enviado a escolas e professores da rede pública.Compromisso Essas medidas asseguram que o projeto não apenas seja gratuito, mas também efetivamente inclusivo, acessível e formativo, cumprindo a legislação vigente e garantindo a máxima democratização do acesso à cultura afro-brasileira.
CLAUDIO SOUZA ARAUJO – Função no projeto – Coordenação Geral: Responsável pela coordenação administrativa e institucional do projeto, articulação com parceiros e acompanhamento da execução das metas, garantindo o cumprimento do cronograma e a gestão geral dos recursos. Currículo: Produtor cultural e empresário. Atua há mais de 10 anos na coordenação de projetos da Associação Cultural Malê Debalê. Presidente da entidade, com experiência na gestão de iniciativas culturais e comunitárias de grande impacto social em Salvador.JOSÉLIO DE ARAUJO – Função no projeto – Coordenação: Responsável pela coordenação do projeto, bem como pela realização das oficinas, acompanhamento dos professores e garantia da qualidade das atividades formativas. Atua também no planejamento e supervisão das apresentações culturais. Currículo: Produtor cultural e fundador do Malê Debalê. Responsável pela criação e implementação do projeto Malezinho. Experiência consolidada em promoção de atividades artístico-culturais afro-brasileiras e em formação comunitária.AGNALDO DE SOUZA FONSECA – Mestre e Doutor pela UFBA. Função no projeto: Professor de Dança/Coreógrafo: Responsável por ministrar aulas semanais de dança afro-brasileira para crianças e adolescentes, desenvolver coreografias e preparar o grupo para as apresentações e desfile de Carnaval. Currículo: Mestrando profissional em Dança (UFBA). Licenciado em Pedagogia pela UNEB. Coreógrafo do Malê Debalê desde 1990, reconhecido por sua contribuição na preservação e valorização da dança afro-brasileira em Salvador.CELSO LÁZARO GOMES DE SOUZA – Função no projeto – Professor de Música/Percussão. Responsável por ministrar aulas de percussão e canto afro-brasileiro, preparar os arranjos musicais e acompanhar o grupo durante as apresentações culturais e o desfile de Carnaval. Currículo: Percussionista profissional, integrante do Malê Debalê desde 1990. Experiência em formação musical voltada para ritmos afro-brasileiros e em apresentações, com atuação marcante em projetos de preservação da identidade cultural negra.EQUIPE DE APOIO (Costureiras e Monitores): Função no projeto – Produção e Apoio Técnico. Responsáveis pela confecção dos figurinos personalizados, apoio logístico às oficinas, suporte na organização de apresentações e no desfile, além da documentação e monitoramento das atividades. Currículo: Profissionais com experiência em produção de figurino, logística de eventos comunitários e apoio técnico a projetos culturais, atuando em parceria com a Associação Cultural Malê Debalê.EQUIPE DE APOIO REGIONAL – Produção e logística. Responsáveis pelo suporte nas apresentações em municípios do interior, garantindo organização, acompanhamento de crianças e apoio técnico às atividades. Currículo: Profissionais com experiência em produção comunitária e eventos culturais, atuando em parceria com a Associação Cultural Malê Debalê.A equipe é composta majoritariamente (mais de 50%) por pessoas negras.
SITUAÇÃO CORRIGIDA AUTOMÁTICAMENTE PELO SISTEMA. PROJETO SEM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.