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A Outra Margem | 3ª Edição | 2026

GLEYDSON VICENTE MOTA
Solicitado
R$ 1,10 mi
Aprovado
R$ 1,10 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Januária
Início
2026-03-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Januária Minas Gerais

Resumo

A Outra Margem é um festival de cinema realizado em Januária, Minas Gerais, com foco em obras da Bacia do Rio São Francisco. Em sua 3ª edição, prevê a mostra competitiva "Espelhos D’Água", oficinas de audiovisual no eixo "Sabenças", ações formativas e culturais no "Balaiero", exposição de artes visuais no "Diz-Barranco" e apresentações musicais no eixo "Marieta", valorizando saberes e narrativas do território.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Festival/Mostra - AudiovisualRealizar a mostra competitiva "Espelhos D’Água", com curadoria e exibição gratuita de 25 filmes produzidos nos estados da Bacia do Rio São Francisco.Premiar 5 filmes selecionados como destaques da mostra, reconhecendo sua relevância artística e temática.Curso/Oficina/CapacitaçãoOferecer 10 oficinas educativas voltadas à formação em audiovisual, contemplando diferentes áreas da cadeia produtiva do cinema.Promover 10 oficinas do eixo "Balaiero", voltadas aos saberes tradicionais, culturais e artísticos do território.Realizar rodas de conversa com uma média de 40 pessoas com foco em temas como território, cultura popular e meio ambiente, estimulando a troca de conhecimentos entre participantes e convidados.Apresentação MusicalApresentar 13 shows musicais gratuitos, com artistas da região e de outros territórios da Bacia do São Francisco, promovendo a diversidade de expressões musicais populares e contemporâneas.Exposição Cultural / de ArtesRealizar uma exposição coletiva com 10 artistas visuais, apresentando obras que dialogam com o território, às margens e as identidades da Bacia do São Francisco.Este projeto se alinha, portanto, aos seguintes incisos do Art. 3º do Decreto 11.453I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileiraV - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais;VIII - fomentar o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pelos povos indígenas e pelas comunidades tradicionais brasileiras;IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental;XIV - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira;XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação;

Justificativa

Barranqueiro é o povo que vive às margens do Rio São Francisco, onde as dinâmicas sociais são moldadas pela presença constante do rio e pela água que um mesmo povo bebe. O Festival A Outra Margem nasceu desse território e dessa identidade, com sua primeira edição em junho de 2022, na cidade de Januária/MG, no Sertão Gerais. Desde o início, o festival se propôs a democratizar o acesso ao cinema e estimular a produção cinematográfica regional, em um território que carece de salas de exibição ativas e de oportunidades sistemáticas de formação em artes. Ao longo das edições, vem ocupando espaços diversos, muitas vezes inusitados e antes sem histórico de atividades culturais, fortalecendo o sentimento de pertencimento e valorizando a produção audiovisual como instrumento de identidade e desenvolvimento local.O Alto Médio São Francisco é uma região que historicamente enfrenta barreiras de acesso à fruição cultural, especialmente no campo do audiovisual. A ausência de salas de cinema em funcionamento e a escassez de políticas de incentivo à formação artística tornam ainda mais relevante a realização de projetos como este. Trata-se também de um dos territórios com maior concentração de povos originários do país, o que reforça a importância de políticas culturais que valorizem a diversidade de saberes, histórias e modos de vida presentes na região. O festival oferece gratuitamente ao público a oportunidade de acessar uma programação diversa, de qualidade, voltada à valorização de narrativas que emergem da bacia hidrográfica do Rio São Francisco, atravessando expressões culturais que refletem os modos de vida ribeirinhos, o semiárido, o Cerrado, os saberes tradicionais, as festas populares e a cultura alimentar.A mostra competitiva de curtas-metragens evidencia uma produção audiovisual significativa e crescente na região, que carece de espaços de exibição e reconhecimento. Ao mesmo tempo, as ações formativas e educativas promovidas pelo festival contribuem para o fortalecimento da cadeia produtiva local, estimulando novas criações, ampliando repertórios e gerando oportunidades de qualificação técnica e artística para jovens e adultos. A programação inclui ainda atividades de artes visuais, apresentações musicais e ações voltadas à cultura popular e à infância, sempre priorizando artistas e profissionais da região.A proposta contempla acessibilidade e inclusão como princípios estruturantes, garantindo condições adequadas de participação ao público diverso. O evento também movimenta a economia da cultura, gerando trabalho direto e indireto, ativando o calendário cultural e turístico da cidade de Januária no mês de julho, e fortalecendo redes de cooperação entre artistas, coletivos e agentes culturais do território. Ao promover o encontro entre cinema, memória, identidade e formação, o Festival A Outra Margem consolida-se como uma política cultural de base comunitária, com impacto duradouro para a região e em plena consonância com os objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura.Para tanto, apresenta objetivos e metas alinhados à legislação vigente, expressa pelo art. 1º da Lei 8.313/91, tendo as seguintes finalidades:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Quanto aos objetivos previstos no art. 3º da Lei 8.313/91, o projeto pretende alcançar:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil;c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023)II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;Este projeto enquadra-se ainda, em consonância com a Lei 8313/91, art. 18, § 3o , no segmento:c) música erudita, instrumental ou regional; d) exposições de artes visuais;f) produção de obras cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem e preservação e difusão do acervo audiovisual;

Estratégia de execução

O Festival A Outra Margem nasceu do desejo de potencializar o audiovisual enquanto ferramenta de pertencimento, imaginação e futuro na região do Sertão Gerais, território atravessado pela escassez de políticas públicas culturais, mas riquíssimo em narrativas, linguagens e modos de vida. Idealizado pelo Cine Barranco, coletivo de cinema de Januária/MG, o festival teve sua primeira edição em junho de 2022 e desde então se firma como uma das principais iniciativas culturais da região Norte de Minas Gerais, ampliando o acesso à fruição cinematográfica, fomentando a produção local e fortalecendo redes de artistas, educadores, comunicadores e pensadores do território da Bacia do Rio São Francisco.A proposta nasceu como uma mostra de cinema ao ar livre na tradicional “Rua de Baixo”, espaço simbólico da cidade de Januária, localizado às margens do rio. A rua, também conhecida como Mangangá, guarda vivas as memórias de pescadores, lavadeiras, benzedeiras, barqueiros e artesãs – saberes que atravessam o fazer cinematográfico do festival. A escolha desse espaço urbano como ponto de partida já demonstrava a intencionalidade do projeto em promover encontros entre o cinema, o cotidiano e o território.Na 1ª edição (2022), o festival estruturou uma mostra de curtas-metragens e uma pequena agenda de debates e apresentações, com recursos limitados, mas com grande mobilização comunitária. A potência do encontro e da partilha consolidou os caminhos para a continuidade da proposta. Em 2023, com apoio da Lei Paulo Gustavo municipal, foi realizada a 2ª edição, ampliando significativamente sua estrutura, curadoria e programação. A Mostra “Espelhos D’Água” recebeu mais de 100 filmes inscritos e exibiu curtas de várias regiões da Bacia do São Francisco, com destaque para produções de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Alagoas. A curadoria se concentrou em filmes que abordam temáticas como território, ancestralidade, direitos humanos, diversidade e relações com a natureza.A agenda formativa do festival também foi ampliada em 2024 com o eixo “Sabenças do Audiovisual”, que ofereceu 4 oficinas e uma roda de conversa com foco em diferentes etapas da cadeia produtiva do cinema, contemplando temáticas como roteiro, produção, crítica cinematográfica, atuação e organização política do setor audiovisual no Sertão. As formações foram gratuitas e priorizaram a participação de jovens da cidade e de coletivos locais. A roda de conversa “Águas de Cinema”, por exemplo, reuniu realizadores do Norte e Noroeste de Minas para debater os caminhos e desafios da produção na região.Além disso, foi criado o eixo “Balaieiro”, espaço voltado a múltiplas linguagens, oficinas autogestionadas, manifestações culturais e programação para todas as idades – incluindo contação de histórias, espetáculos cênicos, lançamentos de livros, intervenções artísticas e atividades com foco na infância. Artistas, educadores populares e grupos como a Trupe Turulá, Cia.3Encena, Grupo BatucaMoc, Coletivo Inserto, PET Música (Unimontes) e artistas locais como Gil Manga integraram a programação. Cabe destacar que o projeto também dialoga com a tradição do “balaio” como espaço de acolhimento, diversidade e mistura – uma metáfora para o modo como o festival se estrutura em diálogo com as margens.O eixo “Mareta” levou ao palco artistas de diferentes estilos e gerações, com destaque para Ju Dourada, Black Massa, Surubim e os Pocomã, Película Brasileira e Forrozão do Povo, reunindo centenas de pessoas por noite em um ambiente de celebração e resistência. A edição de 2024 aconteceu entre os dias 18 e 21 de julho e reafirmou o compromisso do festival com a democratização cultural, a valorização das expressões locais e o fortalecimento das redes culturais da região do Velho Chico. A estrutura cenográfica e técnica foi ampliada, a acessibilidade foi incorporada com mais consistência (com intérpretes de Libras, estrutura física adequada e conteúdos audiovisuais acessíveis), e o festival conquistou maior visibilidade na mídia local e nas redes sociais.Além da realização das atividades presenciais, a 2ª edição resultou também na publicação do Jornal A Outra Margem, distribuído gratuitamente à comunidade com reportagens, fotos, textos literários, entrevistas e programação detalhada do evento. A publicação reafirma a dimensão comunicacional e pedagógica do festival, funcionando como memória e como material formativo para uso em escolas e ações culturais futuras.Com duas edições realizadas, o Festival A Outra Margem já impactou diretamente mais de 2.000 pessoas em atividades presenciais, contou com mais de 50 filmes exibidos, 20 oficinas e rodas de conversa, 15 shows e intervenções culturais, e mobilizou cerca de 80 profissionais direta ou indiretamente envolvidos na produção. O projeto também fortalece a economia local, movimentando pousadas, comércios, artistas e prestadores de serviço durante sua realização.A proposta da 3ª edição, agora submetida à Lei Federal de Incentivo à Cultura, busca consolidar o festival como política cultural de base territorial permanente no Alto Médio São Francisco. Ao expandir o tempo de produção para 6 meses e propor um planejamento robusto e sustentável, a nova edição pretende aprofundar a qualidade curatorial, garantir mais ações de formação, fortalecer as estratégias de comunicação e acessibilidade, ampliar a circulação de obras da Bacia do Rio São Francisco e aprimorar as relações com redes e instituições locais e nacionais.Vale ressaltar que a cidade de Januária e todo o entorno do Sertão Gerais concentram diversas comunidades quilombolas, ribeirinhas e povos originários, sendo um dos territórios mais diversos culturalmente do estado. A continuidade e o fortalecimento de projetos como A Outra Margem é fundamental para o reconhecimento, valorização e visibilidade dessas culturas, rompendo com o histórico processo de invisibilização e exclusão que atinge as margens do país.

Especificação técnica

Como parte fundamental da identidade e comunicação do Festival A Outra Margem, será produzido um jornal impresso, em formato tablóide, com papel jornal tradicional, garantindo uma estética próxima à da imprensa popular e comunitária.O jornal terá como objetivo apresentar de forma acessível toda a programação do festival, incluindo sinopses dos filmes selecionados para a Mostra Espelhos D’Água, perfis dos oficineiros e consultores convidados, informações sobre os locais e horários das atividades, além de textos de contextualização sobre o território do Alto Médio São Francisco e a importância da produção audiovisual regional.Serão impressas 2.000 unidades, distribuídas gratuitamente antes e durante o festival em espaços estratégicos, como escolas públicas, centros culturais, pontos comerciais, feiras livres, bares e praças de Januária. Essa circulação amplia o acesso da comunidade às informações do evento, fortalece a visibilidade das ações e contribui para a democratização do acesso à cultura.Além do formato físico, a versão digital do jornal será disponibilizada em PDF nas redes sociais e no site do Cine Barranco, assegurando que o material alcance públicos de fora da cidade e permaneça como registro documental do festival.Especificações Técnicas● Formato: Tabloide● Número de páginas: 12 páginas● Tiragem: 2.000 exemplares● Papel: Papel jornal tradicional (55g/m²)● Impressão: Preto e branco, com destaque em policromia para capa e contracapa (se viável no orçamento)● Acabamento: Dobrado ao meio, grampeado (grampo canoa)● Distribuição: Gratuita, em escolas, centros culturais, praças, feiras e comércios de Januária● Versão digital: Disponibilização em PDF no Instagram do Festival, do Centro de Artesanato de Januária e do Cine Barranco

Acessibilidade

Acessibilidade física: As oficinas, rodas de conversa e atividades do festival serão realizadas em espaços acessíveis, como o Ponto de Cultura Centro de Artesanato, que conta com rampas e estrutura adequada para receber pessoas com mobilidade reduzida, cadeirantes e idosos.Acessibilidade para PCD auditivo:Serão contratados intérpretes de Libras para acompanhar oficinas e rodas de conversa do eixo "Balaiero", garantindo a participação plena de pessoas surdas. Também haverá, na programação do festival, pelo menos uma sessão de cinema com tradução em Libras.Acessibilidade para PCD visual: Será realizada uma sessão de cinema com recursos de acessibilidade como audiodescrição e legendas descritivas. As peças gráficas de divulgação nas redes sociais contarão com descrição de imagens e as hashtags #PraCegoVer e #PraTodosVerem, ampliando o alcance da comunicação para pessoas cegas ou com baixa visão.Acessibilidade intelectual:Será realizada a distribuição de tampões auriculares para pessoas neurodivergentes ou com sensibilidade auditiva, promovendo conforto sensorial durante as atividades. Os conteúdos do festival serão comunicados de forma clara e acessível, com linguagem direta e mediação cultural sensível às diversas formas de compreensão.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSOTodas as atividades previstas neste projeto serão ofertadas com acesso gratuito ao público, não estando prevista a comercialização de ingressos. Desta forma, compreende-se que este projeto atende plenamente às diretrizes dispostas no Art. 46 da IN 23/2025.Nesse sentido, este projeto está desobrigado a apresentar proposta de CONTRAPARTIDAS SOCIAIS, tendo em vista que não há comercialização de ingressos e/ou produtos, conforme disposto no Art. 49 da IN 23/2025.AMPLIAÇÃO DO ACESSOEm complemento, este projeto prevê a adoção de medidas de ampliação do acesso, de acordo com o Art. 47 da IN 23/2025, a saber:II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;

Ficha técnica

Gleydson Vicente Mota – Coordenação GeralCoordenador-geral do projeto. Economista, cineasta e produtor. Atua como realizador e produtor cultural em Januária/MG, com experiência em cinema, educação popular e gestão de projetos. É integrante do Cine Barranco e coordenou as edições anteriores do Festival A Outra Margem. Atualmente, é presidente do Ponto de Cultura Centro de Artesanato de Januária. Realizou a Coordenação Geral em três edições do Festival Sertão Cores.Ernane Ferreira da Silva (Nan Ferresi) – Produção Executiva Produtor executivo do projeto. Atuante na cena cultural de Januária/MG, com experiência em produção de eventos, circulação de espetáculos e oficinas. Integra a equipe do Cine Barranco na direção financeira e produção, tendo atuado em edições anteriores do Festival A Outra Margem. Também realizou a produção de edições do Festival Sertão Cores. É produtor e compõe a Diretoria do Ponto de Cultura Centro de Artesanato de Januária.Karla Vaniely – Curadoria Direção e curadoria da Mostra Espelhos D’Água. Cineasta e produtora cultural, atua em projetos de curadoria, formação audiovisual e realização de mostras. É integrante do coletivo Cine Barranco e exerceu a Direção de Curadoria em edições anteriores do Festival A Outra Margem.Maria Clara de Almeida Costa – Curadoria Direção e curadoria da Mostra Espelhos D’Água. Cineasta, realizadora, pesquisadora e curadora audiovisual, atua em projetos de cinema como diretora e produtora. Já integrou curadorias em festivais, incluindo edições anteriores do Festival A Outra Margem, além de curadorias no cineclube Cine Barranco.Mariana Melo – Coordenação de Audiovisual Coordenadora técnica da Mostra Espelhos D’Água. Cineasta, técnica e produtora, com ampla atuação na área técnica do cinema. É sócia da produtora Curva de Rio e atuou na direção do filme Silêncio Elementar, além de exercer a produção executiva em filmes premiados.Luane Gomes (Lua) – Coordenação de Comunicação Coordenadora de comunicação e designer. Comunicadora visual e produtora, com foco em design gráfico, comunicação digital e identidade visual de projetos culturais. Integra a equipe do Cine Barranco como coordenadora de comunicação e atuou nas edições anteriores do Festival A Outra Margem nas funções de coordenação de comunicação, ilustração e design. Realizou a produção da 2ª edição do Festival Sertão Cores.Ivanilde Moreira (Nega) – Direção Artística Diretora artística do festival. Mestra artesã, integra o coletivo Cine Barranco e o Ponto de Cultura Centro de Artesanato de Januária. Atuou como direção criativa e expositora nas edições anteriores do Festival A Outra Margem, nas três edições do Festival Sertão Cores e no movimento cineclubista Cine Barranco. Desenvolve projetos que cruzam poesia, artes visuais e performance, além de ações comunitárias no norte de Minas.Vitória Carvalho – Produção Executiva Produtora executiva do educativo. Arte-educadora e produtora cultural, atua com formação de jovens em arte e cultura. Integra o coletivo Cine Barranco e participou como produtora em edições anteriores do festival. É cineasta e produtora, além de responsável pela produção da 1ª edição do Rolê de Preto.Luiz Fernando de Oliveira Filho – Produção Produtor geral, responsável por articulações e execução local. Atua com logística de eventos culturais, montagem de estrutura e produção técnica em Januária. Também é capoeirista e atua com arte-educação. Compõe a equipe do Ponto de Cultura Centro de Artesanato de Januária e do Cine Barranco.Júlia Ho – Coordenação Técnica Arquiteta, gestora e produtora cultural, com atuação em projetos incentivados à cultura. Fundadora da Rede Queme e idealizadora do Festival Horizontes Mapping. Integra o coletivo Aguapé e atua como analista de projetos na APPA – Cultura & Patrimônio, onde elabora e inscreve iniciativas culturais de médio e grande porte.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.