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O projeto "Caminhos da Paz: Somos Todos Filhos de Gandhy", realizado pelo tradicional Afoxé Filhos de Gandhy, levará a mensagem de paz, cidadania e valorização das culturas afro-brasileiras a Salvador e nove municípios baianos. As ações incluem rodas de conversa em escolas públicas sobre a história e símbolos do afoxé, além de oficinas de turbantes e colares, conduzidas por mestres e mestras da tradição, garantindo protagonismo e transmissão de saberes. Todas as atividades serão gratuitas e acessíveis, com intérprete de Libras, audiodescrição e materiais inclusivos. O percurso culmina na Caminhada pela Paz em Salvador, mobilizando comunidades diversas e reafirmando o legado do Gandhy como patrimônio cultural, instrumento de educação antirracista e difusão da não violência.
Produto principal – Circulação formativa “Caminhos da Paz: Somos Todos Filhos de Gandhy” Classificação indicativa: Livre Descrição geral: Ação de formação, difusão e salvaguarda do patrimônio cultural do Afoxé Filhos de Gandhy, realizada em 10 escolas públicas (Salvador + 9 municípios baianos), com atividades gratuitas, acessíveis e mediadas. O conteúdo articula memória, símbolos (turbante, colares, branco de Oxalá, alfazema), música em ijexá, cidadania e cultura de paz. Inclui três componentes:1) Rodas de conversa – “Paz, ancestralidade e cidadania”Conteúdo: História do Afoxé Filhos de Gandhy (1949–presente), fundamentos simbólicos e éticos (não-violência, irmandade), antirracismo e pluralidade cultural.Formato e duração: Encontro mediado em auditório/sala ampla da escola; 60–90 min; linguagem clara, com espaço para perguntas.Público-alvo: Estudantes, educadores e comunidade escolar; participação de gestores locais.Acessibilidade: Intérprete de Libras presencial, conteúdo projetado com legenda descritiva, mediação em linguagem simples; assentos reservados.Materiais: Cartilha digital acessível (PDF/Word), versão em braille para a biblioteca da escola.2) Oficinas formativas – “Turbantes e colares: indumentária e saberes”Conteúdo: Indumentária do Gandhy (técnicas de amarração, significados, ética do uso), confecção de colares (contas azuis e brancas) e noções de preservação do acervo.Formato e duração: Prático-teórico, em sala multiuso da escola; 90–120 min; turmas de 25–35 participantes.Metodologia: Demonstração guiada por mestres e artesãos do Afoxé, com transmissão de saberes e cuidado ritualístico.Acessibilidade: Visita sensorial tátil (tecidos, contas, instrumentos), instruções em linguagem simples, Libras, registro em vídeo com audiodescrição; materiais com pictogramas.Produto pedagógico: Kit de referências (passo a passo ilustrado + vídeo curto acessível) para uso dos professores.3) Caminhada pela Paz – “Cortejo pedagógico”Conteúdo: Cortejo cultural de encerramento em via pública, com estética tradicional do Gandhy (turbantes, colares, ijexá), mensagens de paz e participação das escolas envolvidas.Formato e duração: 120–180 min; concentração, percurso breve e dispersão assistida; foco formativo e celebrativo.Acessibilidade: Setores reservados para PCD e idosos, equipe de apoio, transporte acessível para participantes com mobilidade reduzida e acompanhantes; informações públicas sobre recursos de acessibilidade.Mediação: Breves falas educativas em pontos do percurso; sinalização visual e sonora; orientação sobre segurança e participação. Ações complementares do produto principal4) Ensaios abertos e vivências – “Escuta, ritmo e corpo”Classificação indicativa: LivreConteúdo: Apresentação guiada do ijexá (percussão, canto, passos), com demonstrações e participação do público.Formato e duração: 60–90 min; pátio da escola ou quadra; foco em experimentação e pertencimento.Acessibilidade: Libras, explicações pausadas, legendagem em vídeos curtos de registro; zona de conforto sensorial para TEA quando possível.5) Repositório digital acessível – “Memória e difusão”Classificação indicativa: LivreConteúdo: Publicação on-line dos registros audiovisuais acessíveis das rodas, oficinas e da Caminhada (vídeos com Libras e audiodescrição, legendagem descritiva), além de guia pedagógico para educadores.Formato: Páginas e vídeos em plataforma aberta; arquivos em formatos acessíveis; metadados descritivos.Finalidade: Ampliar alcance, permitir revisão didática em sala de aula e garantir legado do projeto. Observações de conteúdo, segurança e conformidadeLinguagens e referências: Português com cânticos em iorubá (contextualizados e traduzidos na mediação).Conteúdos sensíveis: Não há erotização, violência ou discurso de ódio; enfoque educativo, histórico e cultural.Saúde e inclusão: Uso moderado e sinalizado de alfazema (símbolo tradicional); comunicação prévia às escolas sobre fragrâncias; disponibilização de área ventilada e alternativas sem perfume para pessoas alérgicas/sensíveis.Acessibilidade e comunicação: Todas as ações seguem o tripé arquitetônico / comunicacional / divulgação acessível; os materiais informam claramente os recursos disponíveis.Participação e controle de público: Atividades dimensionadas à capacidade das escolas; cadastro simples; equipe de apoio para fluxo, segurança e primeiros socorros.Classificação indicativa geral: Livre para todos os públicos, com mediação pedagógica.
Objetivo GeralPromover a valorização e difusão do legado cultural do Afoxé Filhos de Gandhy, maior afoxé do Carnaval da Bahia, referência nacional de cidadania e não violência, fortalecendo a preservação de seus símbolos, músicas e saberes tradicionais. O projeto busca formar novas gerações a partir da educação para a paz e do reconhecimento da contribuição das culturas afro-brasileiras, com atividades gratuitas, acessíveis e inclusivas em Salvador e em nove municípios baianos, culminando em uma grande Caminhada pela Paz como celebração coletiva. Objetivos EspecíficosProduto: Rodas de ConversaRealizar 10 rodas de conversa em escolas públicas de Salvador e de nove municípios baianos (1 por mês), com participação de estudantes, professores e comunidade.Abordar a história do Afoxé Filhos de Gandhy (fundado em 1949 por trabalhadores do Porto de Salvador), seus símbolos (turbante, colares, alfazema, branco de Oxalá) e sua mensagem de paz, igualdade e cidadania.Estimular a consciência antirracista e a valorização das tradições afro-brasileiras, reforçando a cultura da paz como prática social.Produto: Oficinas FormativasPromover 10 oficinas práticas de confecção de turbantes e colares, em paralelo às rodas de conversa, com estudantes das escolas públicas.Envolver mestres e mestras da tradição e artesãos do próprio bloco, garantindo a transmissão intergeracional de saberes.Incentivar a participação feminina e de pessoas negras, quilombolas e PCD na execução e no aprendizado, fortalecendo ações afirmativas.Assegurar recursos de acessibilidade em todas as oficinas (intérprete de Libras, audiodescrição nos registros, materiais adaptados).Produto: Caminhada pela PazRealizar 1 grande evento de encerramento gratuito em Salvador, a Caminhada pela Paz, reunindo os participantes das atividades formativas e a comunidade em geral.Integrar música, canto em ijexá, rituais simbólicos e a estética do Filhos de Gandhy (turbantes, colares, alfazema) em um cortejo pedagógico.Tornar a caminhada um marco de mobilização social pela paz, com cobertura midiática, acessibilidade plena e contrapartidas culturais abertas ao público.Outros resultados específicos transversaisGarantir a participação de 100% de público prioritário (estudantes da rede pública, comunidades tradicionais, quilombolas, idosos e PCD).Produzir e disponibilizar 10 registros audiovisuais acessíveis (com Libras, legendagem e audiodescrição) das atividades para repositório digital aberto.Gerar relatório de impacto e indicadores de alcance (número de participantes, diversidade do público, engajamento nas ações afirmativas e medidas de acessibilidade), assegurando transparência e mensuração.
Fundado em 18 de fevereiro de 1949 por trabalhadores do Porto de Salvador, o Afoxé Filhos de Gandhy tornou-se um dos maiores símbolos da cultura afro-brasileira e do Carnaval da Bahia. Inspirado nos ideais de não violência de Mahatma Gandhi, o bloco se consolidou como embaixador da paz, difundindo valores de irmandade, respeito às diferenças e cidadania. Ao longo de mais de sete décadas, o Gandhy formou gerações de artistas, músicos e cidadãos comprometidos com a cultura e com a luta contra o racismo estrutural.O projeto "Caminhos da Paz: Somos Todos Filhos de Gandhy" busca resgatar, preservar e transmitir esse legado às novas gerações, por meio de rodas de conversa, oficinas formativas e uma grande Caminhada da Paz, todas ações gratuitas, acessíveis e inclusivas. A proposta se ancora na convicção de que o afoxé é mais que uma manifestação carnavalesca: é um modo de viver e resistir, um patrimônio identitário da Bahia e do Brasil, que precisa de políticas públicas para continuar florescendo.Diferentemente de projetos de viés comercial, o Gandhy se sustenta em bases comunitárias e simbólicas, sem a lógica de mercado. Sua relevância não se mede em ingressos vendidos, mas em valores transmitidos: a paz, a fraternidade, a ancestralidade e a valorização das culturas de matriz africana. Por isso, a manutenção de suas atividades depende de incentivos públicos, e a Lei nº 8.313/91 se apresenta como o instrumento adequado para garantir que o legado do Gandhy seja protegido, difundido e fortalecido.Nos termos do Artigo 1º da Lei nº 8.313/91, o projeto se enquadra plenamente, concretizando os seguintes incisos:I _ facilitar, a todos, o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. As rodas de conversa em escolas públicas e a Caminhada da Paz asseguram que crianças, jovens, idosos, pessoas com deficiência e comunidades periféricas tenham contato direto com o patrimônio vivo do afoxé, sem barreiras econômicas.II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. O projeto circula em dez municípios baianos, fortalecendo artistas, mestres e produtores locais, descentralizando a cultura da capital e estimulando a criação em diferentes territórios.III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. As oficinas de turbantes e colares dão visibilidade a artesãos, mestras e mestres da tradição, reconhecendo seus saberes como fundamentais para a continuidade da cultura afro-brasileira.IV _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. O Filhos de Gandhy é expressão da matriz africana, raiz essencial da formação social e cultural do Brasil, cuja proteção garante diversidade, pluralismo e representatividade.V _ salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. A cada turbante amarrado, a cada canto em ijexá, a cada passo no cortejo, o Gandhy reafirma modos de viver que resistem ao tempo e preservam a memória afro-baiana para o futuro.Igualmente, em consonância com o Artigo 3º da Lei nº 8.313/91, o projeto alcança os seguintes objetivos:I _ incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. As rodas de conversa e oficinas realizadas em escolas públicas funcionam como laboratórios de formação cultural, aproximando jovens do legado do afoxé.II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.A Caminhada pela Paz, além de ser um cortejo formativo, se configura como espetáculo público de grande alcance, onde música, dança e religiosidade se unem em celebração.V _ apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. A difusão de valores de paz e não violência por meio da cultura, especialmente em tempos de intolerância e conflitos sociais, se enquadra como atividade relevante e necessária para a sociedade brasileira.Portanto, a utilização do mecanismo da Lei de Incentivo à Cultura é não apenas legítima, mas indispensável. Sem apoio público, projetos com a dimensão simbólica e comunitária do Gandhy não teriam meios de sustentabilidade. Com ele, garantimos que a maior referência de paz do Carnaval da Bahia siga formando, inspirando e educando, fortalecendo direitos culturais, promovendo a diversidade e ampliando o acesso democrático à cultura.
Total do projeto: R$ 996.813,00 Formato: 1 mês (pré) + 10 meses (execução) + 1 mês (pós – sem rubricas específicas).1) Pré-produçãoCola (consumo): para fixação de adereços e testes de aplicação do símbolo nos turbantes (pilotos de oficina).Materiais de armarinho — miçangas (consumo): para elaboração do símbolo a ser costurado nos turbantes.Aluguel de 2 veículos (logística de pré): deslocamentos técnicos e entregas iniciais nas 10 cidades do projeto (reconhecimento de espaços escolares; retirada/entrega de insumos e materiais).2) Produção / ExecuçãoEm todas as cidades, exceto SalvadorLanche para participantes/equipe nas ações em escolas públicas (rodas e oficinas).Contratação de 2 assistentes por cidade: apoio de produção, acessibilidade in loco (ordenamento/sinalização e apoio a PCD) e logística de materiais.Em Salvador (Caminhada da Paz — trio elétrico)Refeição para o dia do desfile (equipe/apoio).Água para equipe/apoio e pontos de hidratação.Coordenação das oficinas (responsável técnico pela execução pedagógica nas escolas).Coordenação pedagógica (responsável por conteúdos, metodologia e mediação).Aluguel de som e equipamentos (apoio ao trio: PA/monitoração/operador).Aquisição de tecido de algodão cru — 6.000 m: insumo didático para oficinas de turbante e para a vestimenta do Gandhy (núcleo demonstrativo no cortejo). Natureza: consumo.Observação: Não há rubricas de pós-produção. Consolidação de registros e prestação de contas estão absorvidas por serviços e administração.3) Serviços técnicos de suporteAssessoria jurídica — R$ 60.000,00 (referência: R$ 5.000,00 por projeto/módulo): autorizações (uso de via/sonorização), contratos, termos de imagem/voz, aderência à LBI/IN e orientação durante execução/encerramento.Contabilidade (pagamento mensal): escrituração, conciliações, organização fiscal/documental, relatórios financeiros e apoio à prestação de contas.4) Encargos e limites previstos no editalCustos de administração (até 15%) — gestão administrativa do proponente (sem taxa de captação), proporcional às parcelas captadas.Comunicação e divulgação acessíveis (até 20%) — criação/veiculação de peças com informação explícita de acessibilidade; produção de registros acessíveis (Libras, audiodescrição e legendagem) para o repositório digital.5) Natureza dos itens e destinaçãoSem bens permanentes: trio, som, veículos e estruturas são locados; insumos (tecidos, miçangas, cola, kits de oficina) são consumíveis.Kits pedagógicos acessíveis (digitais + exemplares em braille) permanecem nas escolas; conteúdos audiovisuais integram repositório on-line de acesso livre.Indumentária do núcleo demonstrativo (batas/turbantes/colares) é reutilizável; consumidos/avariados têm destinação sustentável (reparo/reciclo).6) Operação, segurança e conformidadeCircuito de 10 cidades com deslocamentos rodoviários (veículos utilitários/van) e retorno diário.Caminhada da Paz (trio elétrico, fora de época): percurso curto, cordão/ordenamento, banheiros acessíveis, pontos de hidratação, equipe de apoio/primeiros socorros; autorizações municipais (via, trânsito, sonorização) e direitos autorais quando aplicável.Acessibilidade integral: arquitetônica (acessos/sanitários/sinalização), de conteúdo (Libras em 100% das ações; registros com AD/legenda; materiais em braille e digitais acessíveis) e de divulgação acessível (peças informando os recursos disponíveis por cidade).
Produto cadastrado (principal): Circulação formativa “Caminhos da Paz: Somos Todos Filhos de Gandhy” Classificação indicativa: Livre Formato geral: realização integrada de rodas de conversa, oficinas formativas (curso/oficina) e cortejo de encerramento (apresentação musical regional), em 10 escolas públicas (Salvador + 9 municípios). Todas as atividades são gratuitas e acessíveis. 1) Curso/Oficina (Projeto Pedagógico)Objetivo geral: formar novas gerações na valorização do patrimônio cultural do Afoxé Filhos de Gandhy, promovendo educação para a paz, antirracismo e salvaguarda de saberes tradicionais (indumentária, canto e ritmo em ijexá).Objetivos específicos:Realizar 10 rodas de conversa (2h/cidade) sobre história, símbolos e cidadania cultural.Realizar 10 oficinas formativas (2h/cidade) de confecção de turbantes e colares, com transmissão de saberes por mestres e artesãos.Produzir conteúdos acessíveis (vídeos com Libras, audiodescrição e legendagem descritiva; cartilha digital e versão em braille).Justificativa: as ações ocorrem dentro de escolas públicas, alcançando público prioritário e em vulnerabilidade social, com medidas robustas de acessibilidade e ações afirmativas, garantindo democratização do acesso e legado pedagógico.Carga horária (curso/oficina):Por cidade: 4 horas (2h roda + 2h oficina).Total (10 cidades): 40 horas de formação presencial.Complementar: repositório digital acessível (conteúdos assíncronos).Público-alvo e critério de seleção:Prioritário: estudantes e educadores da rede pública; pessoas com deficiência; pessoas idosas; comunidades tradicionais (quilombolas/terreiros); juventudes em vulnerabilidade; pessoas negras; povos indígenas; pessoas LGBTQIA+.Seleção: indicação das escolas-parceiras (turmas), com reserva de vagas: mínimo 20% para PCD/idosos e acompanhantes; 50% para estudantes da rede pública; demais vagas para educadores e comunidade local (ordem de inscrição e indicação da rede de proteção/CRAS).Metodologias de ensino:Roda dialógica com mediação cultural;Demonstração e prática supervisionada (“aprender fazendo”);Salvaguarda de ofício tradicional (turbante/colar) com mestres e artesãos;Aprendizagem por pares, com multietariedade;Mediação acessível (linguagem simples, pausas, recursos visuais).Materiais didáticos:Kit acessível (cartilha digital em PDF/Word acessível + versão em braille para a biblioteca das escolas);Vídeos curtos de apoio (Libras + audiodescrição + legendagem descritiva);Materiais de oficina (tecidos, contas, linhas), pictogramas de passo a passo, fichas de exercícios.Conteúdos a serem ministrados (síntese modular):Módulo 1 – História & símbolos: origem (1949), ideais de paz, indumentária (turbante, colares, branco de Oxalá), alfazema (uso responsável).Módulo 2 – Indumentária: ética do uso, amarração de turbantes, confecção de colares (prática guiada).Módulo 3 – Ijexá (escuta e corpo): canto tradicional, percussão básica e noções de cortejo (vivência introdutória).Profissionais envolvidos:Coordenação geral e pedagógica (proponente), mestres e artesãos do Afoxé, produtores, intérpretes de Libras, equipe de registro audiovisual e acessibilidade. 2) Apresentação Musical (Cortejo de encerramento)Denominação: Caminhada pela Paz – cortejo pedagógico em via pública (Salvador). Estilo/enquadramento: 100% Música Regional (afoxé/ijexá) – manifestação musical que reflete as tradições e modos de vida afro-baianos; canto tradicional, percussão e dança integrados. Instrumentalidade: Não se trata de proposta exclusivamente instrumental (há canto tradicional). Quantidade e minutagem: 01 apresentação (cortejo) com 180 minutos (concentração, percurso curto, dispersão assistida). Custos/cachês: contemplados nas rubricas Artísticos e Técnicos do orçamento detalhado (memórias de cálculo anexas), incluindo mestres/músicos, equipe técnica, sonorização, logística e acessibilidade. Recursos técnicos: sonorização de apoio, percussão tradicional, equipe de segurança e primeiros socorros, banheiros acessíveis, sinalização visual, setores reservados para PCD e idosos, transporte acessível para participantes com mobilidade reduzida e acompanhantes. Acessibilidade comunicacional: presença de intérprete de Libras e mediação com linguagem clara em pontos do percurso.Observação: Não há outras apresentações de música instrumental ou “popular cantada” desvinculadas do repertório tradicional; o cortejo integra o produto principal como ação final de difusão e culminância pedagógica. 3) Comunicação/Registro (acessível)Registros audiovisuais das rodas, oficinas e cortejo com Libras, audiodescrição e legendagem descritiva;Repositório digital acessível (vídeos, guias pedagógicos, metadados);Peças de divulgação com informação explícita dos recursos de acessibilidade e do perfil de público prioritário. 4) Capacidade, segurança e conformidadeCapacidade estimada:Rodas de conversa: 100–150 participantes por escola;Oficinas: 30–40 participantes por turma;Cortejo final: público aberto, estimado em 1.000 pessoas, com setores reservados.Segurança: equipe de apoio, controle de fluxo, comunicação prévia às escolas e à prefeitura, plano básico de primeiros socorros.Perfis atendidos: ênfase em grupos minorizados e em situação de vulnerabilidade social, respeitando especificidades territoriais, raciais, étnicas, culturais, de gênero e geracionais.
O projeto “Caminhos da Paz: Somos Todos Filhos de Gandhy”, desenvolvido em escolas públicas de Salvador e de nove municípios baianos, contempla medidas de acessibilidade compatíveis com suas atividades formativas e culturais, em consonância com os arts. 42 a 44, 54, 63, 67 a 71, 73 e 102 da Lei nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência), com o art. 46 do Decreto nº 3.298/1999 e com o Decreto nº 9.404/2018, assegurando adaptações razoáveis que não acarretem ônus desproporcional ou indevido.I – Acessibilidade ArquitetônicaUtilização prioritária de escolas públicas que já dispõem de rampas, banheiros adaptados e circulação acessível, garantindo o acesso de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou idosas.Instalação de guias táteis provisórias nos espaços das oficinas e adequação de áreas de circulação sempre que necessário.Na Caminhada da Paz, em Salvador, haverá setores reservados e equipe de apoio, com disponibilização de transporte acessível para participantes com deficiência e idosos.II – Acessibilidade Comunicacional e de ConteúdoTodas as rodas de conversa e oficinas terão intérprete de Libras presencial, além de registros audiovisuais com audiodescrição e legendagem descritiva.Disponibilização de materiais em braille e em formatos digitais acessíveis (Word/PDF), contendo informações sobre a história e símbolos do Gandhy.Visitas sensoriais táteis nas oficinas de turbantes e colares, possibilitando que pessoas cegas ou com baixa visão manipulem tecidos, contas e instrumentos.Mediação inclusiva com linguagem clara e acessível, favorecendo a compreensão por pessoas autistas, com deficiência intelectual ou psicossocial.III – Comunicação e Divulgação AcessíveisTodas as peças de divulgação do projeto (cartazes, redes sociais, site e materiais impressos) trarão informações sobre acessibilidade nas ações previstas.Produção de conteúdo digital acessível, com vídeos legendados, audiodescritos e sinalizados em Libras, garantindo ampla compreensão.Criação de guia informativo acessível on-line, reunindo os materiais pedagógicos das rodas de conversa e oficinas, ampliando o alcance e a permanência das ações.CompromissoEssas medidas não apenas cumprem as exigências legais, como reafirmam o princípio de que a paz e a cultura só existem plenamente quando acessíveis a todas as pessoas. O projeto reserva, em seu orçamento, recursos específicos para acessibilidade arquitetônica, comunicacional e de divulgação, garantindo a efetividade das ações e sua comprovação na prestação de contas.
O projeto “Caminhos da Paz: Somos Todos Filhos de Gandhy” assegura gratuidade integral em todas as atividades (rodas de conversa, oficinas e Caminhada da Paz), reforçando seu caráter social e educativo. Para além disso, adota diversas medidas de ampliação de acesso, em conformidade com o artigo 47 da IN nº 23/2025, garantindo que públicos prioritários — estudantes da rede pública, pessoas idosas, pessoas com deficiência, quilombolas e comunidades tradicionais — participem ativamente.Medidas AdotadasIII – Disponibilização on-line acessívelSerão produzidos e publicados na internet registros audiovisuais das rodas de conversa e oficinas, todos acompanhados de Libras e audiodescrição, ampliando o acesso a quem não puder participar presencialmente.V – Atividades paralelas gratuitasAlém das rodas de conversa e oficinas principais, o projeto oferecerá ensaios abertos e vivências culturais nas escolas públicas visitadas, permitindo que estudantes e professores acompanhem o processo criativo de forma inclusiva.VI – Ações voltadas a crianças, adolescentes, jovens e educadoresTodas as atividades serão realizadas dentro de escolas públicas, com foco em estudantes e professores, fortalecendo o caráter pedagógico, a educação para a paz e a valorização das tradições afro-brasileiras.II – Transporte gratuito acessívelNa Caminhada da Paz em Salvador, serão disponibilizados transportes adaptados para pessoas idosas, com deficiência ou mobilidade reduzida e seus acompanhantes, garantindo plena participação.X – Outras medidas sugeridas pelo proponenteCriação de um repositório digital acessível com vídeos, guias pedagógicos e materiais didáticos inclusivos sobre a história e os símbolos do Gandhy, de acesso livre, a ser divulgado em redes sociais e enviado a professores da rede pública.CompromissoEssas medidas asseguram que o projeto não apenas seja gratuito, mas também efetivamente acessível, inclusivo e formativo, cumprindo a legislação vigente e garantindo a máxima democratização de acesso à cultura.
Equipe TécnicaProponente – Afoxé Filhos de Gandhy Será responsável pela gestão do processo decisório e técnico-financeiro do projeto, incluindo a coordenação administrativa, acompanhamento da execução, controle de orçamento e prestação de contas junto ao Ministério da Cultura, conforme determina a regulamentação do mecanismo de incentivo.Gilsoney de Oliveira – Coordenação Geral Responsável pelo planejamento e execução geral do projeto, articulação institucional e supervisão das etapas. Currículo resumido: Presidente do Afoxé Filhos de Gandhy, com trajetória de mais de 30 anos na gestão cultural, produção de ensaios, desfiles e eventos comunitários. Atuação em organização de projetos carnavalescos e culturais, gestão associativa e ações sociais junto a comunidades tradicionais.José Francisco Ferreira de Lima – Coordenação Pedagógica Responsável pela condução pedagógica das rodas de conversa, elaboração de conteúdos e metodologias formativas. Currículo resumido: Pedagogo, pós-graduado em Metodologia dos Estudos Africanos e Afro-Brasileiros. Experiência como coordenador de oficinas e projetos educacionais no Centro Cultural Gandhy Mirim e no próprio Afoxé Filhos de Gandhy, com mais de 20 anos de atuação em formação cultural, oficinas de percussão, canto, moda e empreendedorismo.João Paulo dos Santos Gomes – Coordenação das Oficinas Responsável pela condução das oficinas de confecção de turbantes e colares, transmissão dos saberes tradicionais e acompanhamento dos grupos participantes. Currículo resumido: Bacharel em Administração, com cursos em contabilidade, guia turístico (Centro Cultural Gandhy Mirim), produção musical (Steve Biko) e formação de agentes culturais (UFBA). Atua como secretário executivo do Afoxé Filhos de Gandhy desde 2013, com experiência em curadoria, gestão de projetos internos e produção de oficinas culturais.Ildo Pedro Celestino de Souza – Gestão de Apoio e Logística Responsável pela mobilização comunitária, articulação local e acompanhamento logístico das ações nos municípios. Currículo resumido: Bacharel em Direito, pós-graduado em Direito Administrativo. Atuou no Banco do Brasil por três décadas, chegando ao cargo de gerente. Advogado desde 2012, é Vice-Presidente da Associação Afoxé Filhos de Gandhy, com experiência em gestão administrativa, produção cultural comunitária e apoio a projetos associativos.Composição da EquipeA equipe é composta majoritariamente por pessoas negras (75%), incluindo lideranças históricas do Afoxé Filhos de Gandhy, o que reforça o protagonismo de grupos minorizados e a transmissão intergeracional de saberes afro-brasileiros. Além disso, conta com integrante autodeclarado do segmento LGBTQIA+, ampliando a diversidade e o alinhamento às ações afirmativas previstas no edital.
SITUAÇÃO CORRIGIDA AUTOMÁTICAMENTE PELO SISTEMA. PROJETO SEM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.