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PRONAC 2510922Autorizada a captação total dos recursosMecenato

2º Festival Cine Pindorama - Cinema Indígena Itinerante

FLORES & FILMES PRODUCAO LTDA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-04-01
Término
2026-09-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto propõe a realização do 2º FESTIVAL CINE PINDORAMA - Cinema Indígena Itinerante, voltado à difusão de obras audiovisuais realizadas por cineastas indígenas e sobre temáticas indígenas, promovendo o acesso público ao cinema no Museu dos Povos Indígenas (Botafogo - Rio de Janeiro), o diálogo intercultural por meio de exibições de 12 filmes falados em diferentes etnias e em grande projeção com Telão de LED (6mx3m) para um público de 200 cadeiras por sessão, além das Rodas de Conversa sobre cinema e ancestralidade após cada sessão de filme.

Sinopse

SINOPSE DA OBRA – FESTIVAL CINE PINDORAMAProduto principal: Festival de Cinema Indígena O Festival Cine Pindorama – Cinema Indígena Itinerante consiste na exibição de filmes curtos e longas-metragens produzidos por cineastas indígenas ou que abordam temáticas indígenas. A programação inclui obras que exploram histórias, tradições, rituais, cosmologias, lutas sociais e questões contemporâneas das comunidades originárias do Brasil. Cada filme é acompanhado de uma roda de conversa com realizadores, lideranças indígenas e especialistas em cultura indígena, promovendo reflexão sobre identidade cultural, preservação ambiental e direitos indígenas.Rodas de Conversa Após cada sessão de filmes, ocorrerão rodas de conversa mediadas por líderes indígenas, cineastas e pesquisadores, permitindo a troca de experiências e aprofundamento sobre temas abordados nos filmes, como ancestralidade, direitos territoriais, preservação ambiental e representatividade. As atividades são abertas a todos os públicos, com ênfase na inclusão de jovens e estudantes.Classificação indicativa Todas as atividades do Festival são recomendadas para público a partir de 12 anos, considerando a temática e a abordagem dos filmes.O "FESTIVAL CINE PINDORAMA - Cinema Indígena Itinerante" em comemoração ao Dia Internacional dos Povos Indígenas, surge em agosto de 2025 com a missão de promover e dar visibilidade à produção audiovisual indígena brasileira, aproximando a população da rica diversidade cultural dos povos originários do Brasil. Em sintonia com as questões de representatividade e inclusão, o festival propõe um diálogo intercultural através da exibição de curtas e longas-metragens realizados por cineastas indígenas e sobre a temática indígena. A proposta visa valorizar essas vozes e histórias muitas vezes marginalizadas, fomentando o reconhecimento da diversidade e fortalecendo a preservação da memória e identidade. O Festival será realizado ao longo de 5 dias no Museu Nacional dos Povos Indígenas - FUNAI, na zona sul do Rio de Janeiro. A escolha do espaço de referência nacional, visa garantir a acessibilidade da população e incentivar o encontro entre diferentes grupos sociais em torno de uma experiência cultural significativa. Público-Alvo O "Festival Cine Pindorama" é voltado para um público amplo e diversificado, contemplando: Comunidade indígena local e de outras regiões do Rio de Janeiro, com o objetivo de fomentar o orgulho cultural e a preservação das tradições; Estudantes de cinema, pesquisadores e entusiastas da cultura indígena, interessados em conhecer e debater a produção audiovisual indígena contemporânea; Pessoas de todas as idades, gêneros e classes sociais, incentivando a participação inclusiva em um evento gratuito e aberto ao público.O Festival tem como foco o público juvenil e formador de opinião, compreendendo a faixa etária a partir de 12 anos, com especial atenção a estudantes da rede pública, proporcionando uma oportunidade de contato com novas perspectivas sobre as culturas indígenas, suas lutas e narrativas. Será disponibilizado 200 cadeiras por sessão de filme para o público, total de 8 sessões de cinema ao longo dos três dias, com 1.600 pessoas sentadas no total do Festival.

Objetivos

OBJETIVO GERAL2º FESTIVAL CINE PINDORAMA - Cinema Indígena Itinerante tem o objetivo geral de promover a valorização e difusão da cultura indígena por meio da exibição de obras audiovisuais realizadas por cineastas indígenas e sobre temáticas indígenas, incentivando o diálogo intercultural e a formação de público para o cinema nacional com foco nas narrativas dos povos originários.OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Realizar o Festival Cine Pindorama _ Cinema Indígena Itinerante, com 12 sessões de cinema ao longo de 5 dias de programação, exibindo curtas e longas-metragens indígenas ou sobre temáticas indígenas, em sessões gratuitas e abertas ao público.- Promover 5 rodas de conversa após as sessões, com a participação de cineastas, lideranças indígenas e especialistas convidados, possibilitando debates sobre representatividade, identidade e cultura indígena no audiovisual.- Disponibilizar recursos de acessibilidade comunicacional, incluindo intérprete de Libras e legendas descritivas em todas as sessões e atividades, garantindo a participação de pessoas com deficiência.- Produzir e distribuir 1 catálogo digital do Festival, contendo sinopses dos filmes exibidos, informações sobre os realizadores indígenas e conteúdo educativo sobre o cinema indígena brasileiro, com acesso gratuito online.- Realizar ações de comunicação e difusão, abrangendo campanha digital e impressa para divulgação do Festival e de sua programação junto a redes culturais, educacionais e comunitárias.

Justificativa

A necessidade do Festival é justificada pela urgência de ampliar o debate sobre questões que afetam diretamente os povos indígenas, como a preservação ambiental, o respeito aos seus territórios, os direitos constitucionais e a luta contra o apagamento histórico. Em um país marcado por profundas desigualdades sociais e raciais, a invisibilização das culturas indígenas nos espaços urbanos e nos meios de comunicação contribui para a perpetuação da marginalização desses povos. A realização do FESTIVAL CINE PINDORAMA é, portanto, um passo importante para fomentar a inclusão dessas vozes, oferecendo um espaço de protagonismo e reflexão. Culturalmente, o Festival também cumpre um papel essencial na educação do público sobre a importância da preservação das culturas indígenas. Ao exibir filmes que retratam suas tradições, rituais, cosmologias e modos de vida, o evento cria uma oportunidade para que diferentes públicos tenham contato direto com essa diversidade cultural, muitas vezes desconhecida ou deturpada. Através das sessões de cinema, rodas de conversa, o público não apenas aprecia a arte, mas também é incentivado a refletir sobre o valor da diversidade e o impacto das culturas indígenas na formação da identidade brasileira. Outro ponto de destaque é a relevância social do Festival. Ao fomentar o diálogo intercultural, o "FESTIVAL CINE PINDORAMA" contribui para a promoção de uma sociedade mais inclusiva e empática. A proposta de debater temas como direitos indígenas e preservação ambiental vai ao encontro das discussões globais atuais sobre sustentabilidade, diversidade e justiça social. O cinema, como ferramenta de sensibilização, tem o potencial de provocar transformações sociais, e ao colocar em pauta questões indígenas, o projeto fortalece o entendimento e o respeito mútuo entre diferentes grupos sociais. Finalmente, a realização do Festival também é benéfica ao tecido social da cidade do Rio de Janeiro, ao fortalecer laços comunitários e promover um espaço de convívio em que a diversidade é celebrada. A cidade, conhecida por sua pluralidade cultural, ainda carece de iniciativas que deem maior visibilidade aos povos indígenas e suas contribuições para a sociedade. O "FESTIVAL CINE PINDORAMA - Cinema Indígena Itinerante" representa uma oportunidade de criar pontes entre diferentes realidades e resgatar a riqueza cultural dos povos originários. Portanto, o "FESTIVAL CINE PINDORAMA - Cinema Indígena Itinerante" é relevante e necessário não apenas como uma ação cultural, mas como um projeto de grande impacto social e artístico. Ele promove a inclusão, a representatividade, o diálogo intercultural e a conscientização sobre as questões indígenas, enquanto democratiza o acesso ao cinema e à cultura. Ao valorizar e dar voz às narrativas indígenas no audiovisual, o projeto contribui significativamente para a construção de uma sociedade mais justa, plural e consciente de sua própria diversidade.O uso de recursos públicos via Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) é essencial para garantir a realização de um evento de caráter público, gratuito e acessível, assegurando a estrutura técnica e de difusão necessárias para a circulação de obras e saberes culturais que, historicamente, encontram barreiras de acesso e financiamento no mercado tradicional.Enquadramento no Art. 1º da Lei nº 8.313/91:Inciso I _ "Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais."→ O projeto assegura o acesso gratuito ao cinema e às produções indígenas, ampliando o direito cultural de acesso à arte e à informação audiovisual.Inciso III _ "Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores."→ A proposta apoia e difunde o trabalho de realizadores indígenas, promovendo sua circulação e reconhecimento no campo cultural nacional.Inciso IV _ "Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional."→ O Festival protege e difunde as expressões culturais indígenas, parte fundamental da formação cultural e identitária do Brasil.Inciso V _ "Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira."→ Ao dar visibilidade às narrativas indígenas, o projeto contribui para a preservação e o fortalecimento dos modos de vida e saberes tradicionais.Enquadramento no Art. 3º da Lei nº 8.313/91:Inciso II, alínea c) _ "Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore."→ O projeto se enquadra nessa categoria por se tratar da realização de um festival audiovisual, com exibições, rodas de conversa e atividades formativas voltadas à difusão do cinema indígena.Inciso I, alínea c) _ "Instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura."→ O projeto contempla oficina formativa audiovisual, promovendo aprendizado introdutório sobre o cinema indígena contemporâneo e estimulando o desenvolvimento de novos olhares e práticas culturais.Assim, o Festival Cine Pindorama contribui de forma direta para os objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), ao fomentar o acesso, a valorização e a preservação da diversidade cultural brasileira, com foco na produção audiovisual indígena.

Estratégia de execução

As datas do Festival coincidem de forma significativa com o Dia Internacional dos Povos Indígenas, celebrado em 9 de agosto. Esse momento de celebração mundial é uma ocasião propícia para refletir sobre a importância das culturas indígenas e seus direitos. O Festival se alinha a essa agenda, utilizando o cinema como meio de valorização e visibilidade das histórias, lutas e conquistas dos povos indígenas brasileiros.A realização do Festival no Museu Nacional dos Povos Indígenas permite não só a utilização de uma infraestrutura moderna e adaptada, mas também cria uma oportunidade para ampliar o diálogo sobre as questões indígenas em um local dedicado à preservação e promoção de suas culturas.Portanto, o "FESTIVAL CINE PINDORAMA - Cinema Indígena Itinerante" é relevante e necessário não apenas como uma ação cultural, mas como um projeto de grande impacto social e artístico. Ele promove a inclusão, a representatividade, o diálogo intercultural e a conscientização sobre as questões indígenas, enquanto democratiza o acesso ao cinema e à cultura. Ao valorizar e dar voz às narrativas indígenas no audiovisual, o projeto contribui significativamente para a construção de uma sociedade mais justa, plural e consciente de sua própria diversidade.

Especificação técnica

Produto principal: Festival de Cinema IndígenaFormato: Sessões de cinema com exibição de curtas e longas-metragens.Infraestrutura: Telão de LED com 6m x 3m, sistema de som de alta qualidade compatível com projeções cinematográficas; cadeiras para público; rampas e acessos adaptados para pessoas com mobilidade reduzida.Acessibilidade: Intérpretes de Libras, legendas descritivas e audiodescrição disponíveis para todos os filmes. Espaços adaptados para pessoas com deficiência física, visual, auditiva ou intelectual, incluindo assentos prioritários e áreas de fácil circulação.Duração das sessões: Cada sessão terá duração média de 90 minutos, incluindo exibição do filme e debate pós-filme.Classificação indicativa: A partir de 12 anos.Produto complementar: Rodas de conversa Formato: Atividade mediada por cineastas indígenas, lideranças comunitárias e especialistas em cultura indígena.Duração: 30 a 45 minutos por sessão, imediatamente após cada exibição de filme.Acessibilidade: Intérpretes de Libras e legendas descritivas para todos os debates.

Acessibilidade

O Festival Cine Pindorama – Cinema Indígena Itinerante adota um conjunto de medidas de acessibilidade arquitetônica, comunicacional e informacional, em conformidade com os arts. 42 a 44, 54, 63, 67 a 71, 73 e 102 da Lei nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência), com o art. 46 do Decreto nº 3.298/1999 e com o Decreto nº 9.404/2018, garantindo condições adequadas para o acesso, permanência e participação plena de todas as pessoas nas atividades do projeto, respeitando as adaptações razoáveis que não gerem ônus desproporcional.I – Medidas de Acessibilidade no Aspecto ArquitetônicoAs exibições e Rodas de Conversa do Festival serão realizadas no Museu dos Povos Indígenas do Rio de Janeiro, um espaço cultural acessível, com o compromisso de assegurar:Infraestrutura do Espaço: O Museu Nacional dos Povos Indígenas - FUNAI é adaptado para garantir o acesso físico seguro e confortável a pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, com rampa de acesso e piso regularizado, possibilitando o trânsito seguro de pessoas com mobilidade reduzida e usuárias de cadeira de rodas;- Assentos reservados e sinalizados para pessoas com deficiência: haverá uma reserva de assentos prioritários para pessoas com deficiência, idosos e gestantes na área de projeção do cinema. Esses assentos serão distribuídos de forma a garantir boa visibilidade da tela e acesso facilitado.- Sanitários acessíveis nas áreas do evento, em parceria com a administração local;- Circulação livre de obstáculos, com área específica para cadeirantes e acompanhantes;- Iluminação adequada e sinalização visual de percursos, saídas e áreas de serviço.II – Medidas de Acessibilidade no Aspecto Comunicacional e de ConteúdoO festival assegura que o conteúdo audiovisual e as atividades de mediação sejam acessíveis a diferentes públicos, incluindo pessoas com deficiência visual, auditiva, intelectual e pessoas autistas. As ações incluem:- Capacitação da Equipe Treinamento para Acessibilidade: Todos os membros da equipe organizadora, apresentadores e voluntários receberão treinamento específico sobre acessibilidade e inclusão, com foco em como interagir e prestar assistência adequada a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Isso inclui orientação sobre comunicação eficiente com pessoas surdas, cegas ou com outras deficiências. - Equipe de Promotores Capacitados: Durante o evento, haverá uma equipe de apoio especializada disponível para auxiliar pessoas com deficiência em suas necessidades, como locomoção no espaço, auxílio em assentos e orientação sobre os serviços de acessibilidade oferecidos.Para pessoas com deficiência visual:- Audiodescrição nos filmes exibidos e nas apresentações de abertura;- Sinalização em fonte ampliada em materiais informativos e áreas do evento;- Equipe de apoio capacitada para orientação e acompanhamento de pessoas com deficiência visual.Para pessoas com deficiência auditiva:- Intérpretes de Libras: Durante as apresentações musicais e falas do apresentador, haverá a presença de intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras). Esses profissionais garantirão que pessoas surdas ou com deficiência auditiva possam acompanhar o conteúdo transmitido nas sessões e apresentações culturais;- Legendas Acessíveis: Os filmes exibidos contarão com legendas descritivas, que incluirão não apenas os diálogos, mas também a descrição de sons significativos, como músicas e efeitos sonoros. Esse recurso é fundamental para a inclusão de pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Para pessoas com deficiência intelectual e pessoas autistas (TEA):- Monitoria inclusiva com equipe treinada em Linguagem Simples, para facilitar a comunicação e compreensão das atividades;- Espaço reservado nas primeiras fileiras, com iluminação amena e menor nível de ruído;- Disponibilização de protetores auriculares e óculos escuros para maior conforto sensorial;- Organização de filas com prioridade para pessoas com TEA e seus acompanhantes.III – Medidas de Comunicação e Divulgação AcessíveisPara garantir o acesso à informação, toda a comunicação do projeto será planejada em formatos acessíveis e inclusivos, contemplando:- Materiais de divulgação com descrição em áudio, legendas e LIBRAS;- Versões digitais acessíveis, compatíveis com leitores de tela e com contraste adequado;- Sinalização visual nos espaços do evento, informando sobre os serviços de acessibilidade disponíveis;- Indicação clara nos canais oficiais (site e redes sociais) das medidas acessíveis e dos recursos disponíveis em cada local de exibição;- Equipe de atendimento treinada para acolher e orientar o público com deficiência.Capacitação da Equipe Treinamento para Acessibilidade: Todos os membros da equipe organizadora, apresentadores e voluntários receberão treinamento específico sobre acessibilidade e inclusão, com foco em como interagir e prestar assistência adequada a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Isso inclui orientação sobre comunicação eficiente com pessoas surdas, cegas ou com outras deficiências. Equipe de Promotores Capacitados: Durante o evento, haverá uma equipe de apoio especializada disponível para auxiliar pessoas com deficiência em suas necessidades, como locomoção no espaço, auxílio em assentos e orientação sobre os serviços de acessibilidade oferecidos.

Democratização do acesso

O Festival Cine Pindorama – Cinema Indígena Itinerante adotará medidas de ampliação de acesso conforme o artigo 47 da IN 23/2025, garantindo que os produtos culturais gerados sejam acessíveis a diferentes públicos e promovam inclusão social. As ações previstas incluem:A escolha de realizar o Festival no Museu Nacional dos Povos Indígenas - FUNAI, é uma estratégia central para garantir o acesso amplo e irrestrito à programação. Este espaço, dedicado à preservação e valorização das culturas indígenas, proporciona um ambiente culturalmente significativo e acessível a diversas populações, especialmente aos povos originários. O museu, por sua natureza pública, facilita o acesso de pessoas de diferentes realidades sociais, sendo um ponto de referência não só para comunidades indígenas, mas também para grupos marginalizados como quilombolas, pessoas negras, LGBTQIAP+ e outras populações vulnerabilizadas que tradicionalmente enfrentam barreiras de acesso. Inclusão de Grupos Vulnerabilizados na Curadoria e Programação:O Festival contará com a curadoria de referência cultural indígena, garantindo que suas visões e narrativas estejam presentes de maneira autêntica e respeitosa. Além disso, a programação de filmes priorizará obras realizadas por cineastas de grupos historicamente marginalizados, como mulheres indígenas e diferentes etnias diferentes de modo a ampliar as vozes que têm sido silenciadas ou sub-representadas no cinema brasileiro e internacional. Essa curadoria plural não só assegura a representatividade de diferentes grupos e etnias na tela, mas também fortalece a construção de uma identidade cultural que respeite e valorize a diversidade. A escolha de obras que abordam questões como direitos humanos, luta por territórios, preservação ambiental e afirmação identitária reforça a relevância do Festival como um espaço de reflexão e transformação social. Participação de Grupos Vulnerabilizados na Execução: Desde sua concepção até a execução, o Festival envolverá a participação ativa de profissionais provenientes de grupos socialmente vulnerabilizados. Para isso, serão desenvolvidas ações afirmativas na contratação da equipe, assegurando a presença do máximo possível de profissionais indígenas, mulheres, pessoas negras, LGBTQIAP+, e pessoas de comunidades tradicionais nos cargos de produção, comunicação e operação técnica. Essas ações visam não apenas a inclusão desses profissionais no mercado de trabalho cultural, mas também o fortalecimento de suas trajetórias artísticas e profissionais, promovendo uma rede de apoio e colaboração. Acessibilidade e Participação de Pessoas com Deficiência e Idosos: O Festival será realizado em um ambiente acessível, respeitando as normas de acessibilidade física para garantir a participação de pessoas com deficiência. Haverá promotores do Festival para auxiliar pessoas com mobilidade reduzida e, sempre que possível, serão disponibilizados recursos de acessibilidade audiovisual, como legendas e LIBRAS, para garantir que pessoas com deficiência visual e auditiva possam também desfrutar das obras apresentadas. Para a população idosa, muitas vezes excluída das atividades culturais, será realizado um trabalho de aproximação através de parcerias com instituições que atendem esse público, como centros de convivência e ONGs locais. A proposta é garantir que essas pessoas possam participar do Festival de forma ativa, proporcionando momentos de interação intergeracional e reconhecimento da sua relevância como parte da construção de nossa sociedade. Parcerias com Movimentos e Organizações Locais: O evento buscará estabelecer parcerias com movimentos sociais e organizações não governamentais que já atuam em prol da defesa dos direitos de populações marginalizadas, como a Comissão de Direitos Humanos, Pontos de Cultura, Coletivos Indígenas e Quilombolas, e organizações que trabalham com a inclusão da população LGBTQIAP+. Essas parcerias são fundamentais para garantir que o Festival seja amplamente divulgado dentro dessas redes e que a programação dialogue com os desafios e realidades enfrentadas por esses grupos. Rodas de Conversa e Troca de Saberes: Uma das principais ações afirmativas do "FESTIVAL CINE PINDORAMA - Cinema Indígena Itinerante" serão as rodas de conversa e trocas de saberes que acontecerão após as sessões de cinema. Nesses momentos, representantes dos grupos retratados nos filmes e o público geral poderão dialogar sobre as questões abordadas, criando um espaço de intercâmbio de experiências e saberes entre diferentes culturas e identidades. Essas rodas serão mediadas por lideranças indígenas e convidados da FUNAI, promovendo o protagonismo dessas vozes no centro do debate. Ações de Difusão e Comunicação: A estratégia de comunicação do Festival será amplamente voltada para redes comunitárias, utilizando mídia impressa e digital, e redes sociais para alcançar os grupos mais vulneráveis. Além disso, será priorizada a parceria com organizações e movimentos sociais que atuam com povos indígenas, quilombolas, populações LGBTQIAP+ e outros grupos marginalizados, garantindo que essas redes possam contribuir para a difusão da programação e para o engajamento dessas comunidades. O projeto "FESTIVAL CINE PINDORAMA - Cinema Indígena Itinerante" tem como princípio norteador a inclusão sociocultural, visando democratizar o acesso à cultura e ao audiovisual para todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais, intelectuais ou socioeconômicas. Para garantir a plena participação de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, o Plano de Acessibilidade foi elaborado, abrangendo diversas estratégias e ações práticas que assegurem a acessibilidade nos eventos, nas oficinas e nas atividades de difusão cultural.

Ficha técnica

Nome Completo: Antonio Carlos Régis GuimarãesFunção no Projeto: Diretor GeralMinibio:Nascido no Amazonas, é editor e agente cultural com conexão com suas raízes e a riqueza de sua herança étnico-racial indígena. Ao longo dos anos, dedicou sua carreira em montagem e edição, destacando suas visões e experiências únicas. Em 2020, liderou o projeto "ÍNDIOVISUAL" comtemplado pela SECEC-RJ, uma iniciativa inovadora de formação e captação profissional no audiovisual que capturou uma compreensão mais profunda das questões sociais. Em 2024 trabalhou no Cineclube Cine Velho e no Cinema Presente na Praça, em edições patrocinadas pela Cervejaria Cidade Imperial. Atuou como produtor executivo da peça teatral "As Filhas do Reino de Tupã" e Diretor Geral no Festival Cine Pindorama - Cinema Indígena Itinerante, em 2025.Nome Completo:Felipe Flores Alves CordovilFunção no Projeto: Diretor(a) de ProduçãoMinibio:Felipe Flores tem 43 anos de idade e 20 anos de carreira na Direção Artística entre circo, publicidades, documentários e longas metragens. É diretor de projetos socioculturais e produtor no mercado audiovisual, assina a Coordenação do Projeto "Atletas de Circo" aprovado na Lei do ISS a ser realizado em 2024. O Diretor ganhou o prêmio de Melhor Curta Internacional do Olympus Film Festival de Los Angeles 2019, com o filme "O Pulso", dirigido pela atriz Danni Suzuki. Felipe Flores ainda assina a Produção Geral do longa- metragem documentário internacional "SÓS Crianças Refugiadas” filmado na Turquia, Líbano e Venezuela, apresentado e premiado no Pitch do RIO2C 2019 pela "Flores & Filmes". Felipe Flores já filmou, de Longametragem no Deserto do Atacama, passando por Publicidade em São Paulo, Documentário no Líbano, Novela portuguesa no Pantanal, como a Direção do clipe "Céu Azul", de Emanuelle Araújo, lançado pela "Rolling Stones Brasil". Ainda se orgulha de fazer Direção Geral do projeto CINEMA PRESENTE NA PRAÇA em 2020 patrocinado pela Lei de Incentivo do ICMS e pela Enel (Distribuidora de Energia), realizado em 20 municípios do interior do Estado, com público total de 3000 pessoas, seguindo todas os protocolos de segurança, sendo o maior projeto cultural em circulação durante a Pandemia. Foi também Diretor Geral do projeto CINE ABACAXÍ, pela Lei Aldir Blanc, cineclube com projeções de filmes nacionais. Outro projeto de 2022 é como Produtor Executivo do longa metragem "O Velho Fusca" filmado no Rio de Janeiro com Cléo Pires e Tonico Pereira. Felipe Flores também foi o Diretor Audiovisual da Cobertura Oficial do Festival de Cinema do Rio, finalizando com filme aplaudido de pé no Odeon.Nome Completo:Priscila Pena Marques CarrilhoFunção no Projeto: ProdutorMinibio: Produtora carioca, 33 anos, começou fazendo produções teatrais no bairro de Campo Grande, zona oeste do RJ. Formada no curso técnico de atuação para tv e cinema pela Academia Internacional de Cinema do Rio de Janeiro em 2020. Participou de 2 curtas metragens universitários, além dos inclusos no curso de atuação. No teatro, ficou em cartaz nos meses de outubro e novembro de 2019 com a peça A Pedra Preciosa. DRT 0057529/RJ Em produção atua pela Flores & Filmes a alguns anos, realizando importantes projetos da produtora, como FESTIVAL CINE PINDORAMA - Cinema Indígena Itinerante e a peça teatral “As Filhas do Reino de Tupã”, trabalhou no videoclipe “Flowmadlib 2.0” Poesia Rústica de De Leve, Daniel Shadow e Eric Skratch, e na produção geral do “Cineclube Cine-Abacaxi” realizado todas as sessões pela produtora no cosme velho. Produziu o espetáculo Circo do Topetão, no Teatro Imperator, no Méier, em 2022. Atuou como produtora na peça teatral "As Filhas do Reino de Tupã" em 2025.Nome Completo:Fabricio Brito do NascimentoFunção no Projeto:Técnico de ProjeçãoNome Completo:Darlan Naman De SouzaFunção no Projeto:Técnico de SomNome Completo: Ana Maria da Silva KaririFunção no Projeto:Mestre(a) de Cerimônia

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.