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PRONAC 2510926Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Elas no Grafite: Bahia Terra Cabocla

VIA PRESS - COMUNICACAO LTDA
Solicitado
R$ 500,0 mil
Aprovado
R$ 500,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Nordeste 2025
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (10)
Alagoinhas BahiaCachoeira BahiaCamaçari BahiaDias D'Ávila BahiaFeira de Santana BahiaLauro de Freitas BahiaMadre de Deus BahiaMata de São João BahiaSalvador Bahia

Resumo

O projeto Elas no Grafite: Bahia, Terra Cabocla realiza oficinas de grafite ministradas por mulheres em dez municípios baianos, conectando a arte urbana às manifestações culturais tradicionais e populares locais. Cada oficina resultará na produção de murais colaborativos em espaços públicos e na criação de um catálogo digital e impresso que documenta os processos e obras. Serão realizadas ainda Rodas de Conversa sobre grafite e cultura popular. A iniciativa valoriza o protagonismo feminino, fortalece identidades culturais, promove intercâmbio artístico e garante acesso democrático à cultura.

Sinopse

O projeto Elas no Grafite – Bahia, Terra Cabocla realiza uma série de ações que unem arte urbana, protagonismo feminino e valorização das culturas tradicionais da Bahia. A proposta se materializa em murais de grafite criados por mulheres em espaços públicos, tendo como inspiração o tema Bahia, Terra Cabocla e as manifestações culturais locais — como samba de roda, capoeira, festas de largo, caretas, ternos de reis e marujada. Cada obra visual ressignifica símbolos da memória popular, reforçando a identidade cultural baiana no espaço urbano.OficinasAs oficinas de grafite, ministradas exclusivamente por mulheres, serão realizadas em diferentes municípios baianos. Cada encontro terá caráter formativo e colaborativo, apresentando desde a história do grafite e suas conexões com a cultura Hip Hop até técnicas práticas de desenho, uso de cores e manuseio de sprays. As participantes serão incentivadas a criar produções inspiradas nas manifestações culturais locais, como samba de roda, capoeira, ternos de reis e festas de largo, resultando em murais coletivos. As oficinas fortalecem o protagonismo feminino, estimulam a autonomia criativa e promovem a transmissão de saberes artísticos aliados à valorização das tradições regionais.MuraisOs murais de grafite serão a materialização estética e pública do projeto. Produzidos em espaços urbanos de grande circulação, eles terão como temática central Bahia, Terra Cabocla, dialogando com o imaginário popular e com símbolos das culturas tradicionais locais. Cada mural será concebido de forma colaborativa entre oficineiras, participantes e comunidades, resultando em obras que ressignificam os territórios, transformando ruas e praças em verdadeiras galerias a céu aberto. Além de promover o embelezamento urbano, os murais funcionam como marcos visuais de pertencimento, memória e identidade coletiva.CatálogoComo registro e difusão do projeto, será produzido um catálogo (impresso e digital) que reunirá fotografias dos murais, textos críticos, depoimentos das artistas e conteúdos sobre as manifestações culturais que inspiraram as obras. O material terá distribuição gratuita em bibliotecas, escolas e centros culturais dos municípios contemplados, além de acesso online. O catálogo cumpre o papel de democratizar a experiência do projeto, ampliando seu alcance e garantindo memória às ações realizadas, além de servir como referência para pesquisas sobre arte urbana, protagonismo feminino e culturas populares baianas.Roda de ConversaAs Rodas de Conversa serão momentos de encontro entre grafiteiras, participantes e comunidade, criando um espaço de diálogo sobre a arte urbana e sua relação com a cultura popular. Nessas trocas, serão discutidos temas como o protagonismo feminino no grafite, a rua como território de expressão artística e a presença das manifestações tradicionais na construção das identidades coletivas. Mais do que um debate, as rodas funcionam como um exercício de escuta e partilha, fortalecendo vínculos comunitários e valorizando a potência do grafite como linguagem que conecta passado, presente e futuro das culturas populares baianas.

Objetivos

Objetivo Geral: Valorizar e promover o patrimônio cultural imaterial da Bahia através de oficinas de grafite ministradas por mulheres, conectando a arte urbana às manifestações culturais tradicionais e populares dos municípios participantes, fortalecendo o protagonismo feminino, a identidade cultural local e o acesso democrático à produção artística.Objetivos Específicos:Realizar 10 oficinas de grafite em municípios baianos (Salvador, Santo Amaro, Cachoeira, Alagoinhas, Camaçari, Lauro de Freitas, Feira de Santana, Dias D’Ávila, Madre de Deus e Mata de São João), ministradas por mulheres grafiteiras e voltadas prioritariamente a jovens mulheres.Produzir 10 murais colaborativos em espaços públicos, inspirados em manifestações culturais locais como Bembé do Mercado, Samba de Roda, Micareta e Lavagem do Bonfim.Realizar 1 Roda de Conversa sobre grafite e cultura popular em cada cidade de circulação do projeto, totalizando 10 rodas de conversa.Registrar o processo das oficinas e murais em um catálogo digital e impresso, garantindo documentação e difusão do projeto.Promover a troca entre grafiteiras, jovens participantes e mestres da cultura popular, incentivando trocas intergeracionais e o aprendizado de saberes tradicionais.Contribuir para a democratização do acesso à arte e cultura, tornando visíveis práticas culturais tradicionais e fortalecendo a identidade dos territórios.Estimular a formação de novas grafiteiras mulheres, ampliando a presença feminina na arte urbana e fortalecendo redes de artistas locais e regionais.

Justificativa

A Bahia possui uma rica diversidade cultural, marcada por manifestações tradicionais e populares que expressam a identidade, a memória e a ancestralidade de seu povo. Nesse cenário, o projeto Elas no Grafite _ Bahia, Terra Cabocla utiliza o grafite como principal linguagem artística, reconhecido como elemento central da cultura Hip Hop, transformando espaços públicos em galerias a céu aberto e ressignificando a beleza e a identidade dos lugares. O grafite urbano promove visibilidade, legitimidade profissional e reconhecimento para artistas, especialmente mulheres, que historicamente encontraram barreiras para se afirmar nesse campo predominantemente masculino.A grande maioria das manifestações culturais populares da Bahia acontece nas ruas — é no espaço público que se afirmam o samba de roda, a capoeira, as festas de largo, os ternos de reis, a marujada e tantas outras expressões que misturam devoção, celebração e resistência. Do mesmo modo, o grafite nasce e se consolida como uma arte urbana, que utiliza os muros da cidade como suporte e transforma a paisagem cotidiana em linguagem estética e política. Ao aproximar o grafite dessas manifestações, o projeto estabelece um diálogo potente entre tradição e contemporaneidade, reafirmando a rua como território de criação, memória e pertencimento coletivo.Além disso, a cultura Hip Hop desempenha papel fundamental na emancipação de jovens, oferecendo uma plataforma para expressão, identidade, resistência e protagonismo social. Através do grafite, dança, música e demais elementos do Hip Hop, jovens e mulheres têm a oportunidade de construir redes sociais, desenvolver consciência crítica e acessar oportunidades de carreira artística. Em consonância com o Decreto Presidencial de novembro de 2023, que estabelece diretrizes nacionais para a valorização da cultura Hip Hop.O documento estabelece conceitos e elementos estruturantes da cultura Hip Hop e diretrizes nacionais no âmbito das políticas públicas de cultura, como: promover a valorização dos agentes culturais do Hip Hop, incluídos os B-boys e as B-girls; valorizar, incentivar, apoiar e dar visibilidade à criação, ao intercâmbio, à produção e à difusão das obras artísticas e culturais do Hip Hop e dos seus elementos; fomentar o desenvolvimento da cultura Hip Hop como uma política de Estado; estimular o empreendedorismo e a geração de renda a partir das atividades relacionadas à cultura Hip Hop; entre outros.O número de mulheres no grafite tem crescido consideravelmente. Um espaço que sempre foi dominado pelos homens tem sido um lugar para as grafiteiras expressarem suas opiniões e críticas na busca por igualdade de gênero, e, também serem mais notadas e reconhecidas, conquistando espaços em galerias e eventos de arte.Diante desse cenário, o Projeto Elas no Grafite tem o intuito de abrir mais caminhos para mulheres exercerem sua criatividade artística e o direito cidadão de se expressarem através da sua arte.O uso do Mecanismo de Incentivo à Cultura é fundamental para viabilizar este projeto, pois permite mobilizar recursos via Lei Rouanet, garantindo a execução de oficinas, produção de murais e registro documental sem comprometer o orçamento da instituição proponente. Além disso, o financiamento por meio deste mecanismo assegura a transparência e a legalidade do uso dos recursos, bem como a possibilidade de atingir públicos diversos e promover a inclusão cultural, aspectos centrais da proposta.O projeto se enquadra nas finalidades expressas no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, especialmente nos seguintes incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;O projeto também cumpre os objetivos previstos no Art. 3º da Lei nº 8.313/91, destacando-se os incisos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Beneficiários das passagens:2 oficineiros por local1 produtor executivo1 assistente de produção1 fotógrafo1 videomaker

Especificação técnica

Oficinas de GrafiteCarga horária: 12 horas/aula por município, divididas em 2 encontros de 6h.Número de participantes: até 25 pessoas por oficina.Faixa etária: a partir de 14 anos.Formato: teórico-prático, com metodologia participativa.Conteúdo programático:História e fundamentos do grafite no contexto da cultura Hip Hop.Mulheres no grafite: trajetórias, desafios e conquistas.Introdução ao desenho e estudo das referências culturais locais.Técnicas de spray, preenchimento, sombreamento e uso de cores.Prática colaborativa: criação de murais inspirados nas manifestações populares de cada município.Materiais utilizados: sprays, máscaras de proteção, luvas, papéis para esboço, pincéis, rolos, tintas acrílicas e suportes de apoio.Aspectos pedagógicos: foco em protagonismo feminino, troca de saberes intergeracionais, valorização da cultura local e estímulo à autonomia criativa.Catálogo Formato impresso: 1.000 exemplares.Paginação: 30 páginas, formato 20 x 20 cm, papel couchê 150g (miolo), capa em papel cartão 250g com laminação fosca.Formato digital: versão em PDF interativo, disponibilizada gratuitamente em site e redes sociais do projeto.Conteúdo:Textos curatoriais e críticos sobre o grafite e o tema Bahia, Terra Cabocla.Depoimentos das artistas e participantes das oficinas.Fotografias profissionais dos murais e registros das oficinas.Contextualização das manifestações culturais que inspiraram as obras.Equipe envolvida: designer gráfico, fotógrafo, revisor, tradutor (para versão bilíngue).Distribuição: gratuita para bibliotecas, escolas, centros culturais e coletivos de arte, além de acesso aberto à versão digital.Rodas de Conversa – Grafite e Cultura PopularNúmero de encontros: 10 (um em cada município participante).Duração: 1h30min horas cada.Formato: presencial, em espaços culturais ou comunitários de fácil acesso.Público estimado: 50 participantes por encontro.Metodologia: rodas abertas, com mediação de uma das oficineiras e participação de convidadas locais (mestres e mestras da cultura popular, artistas e lideranças comunitárias). Estrutura baseada em escuta, diálogo e troca de experiências.Aspecto pedagógico: espaço de construção coletiva de saberes, valorizando experiências pessoais, culturais e artísticas. Estímulo à consciência crítica, ao reconhecimento da diversidade cultural e à construção de vínculos entre arte urbana e cultura popular.

Acessibilidade

O projeto Elas no Grafite tem o compromisso com a inclusão e a acessibilidade em todas as suas etapas, garantindo que mulheres com deficiência (PCDs) possam participar das oficinas de forma plena e segura. Para isso, será realizada uma divulgação direcionada também a espaços voltados para o público PCD, como escolas inclusivas, projetos sociais, centros de referência e organizações da sociedade civil que atuam com pessoas com deficiência, incentivando a participação desse público.A equipe do projeto será capacitada para o acolhimento e atendimento adequado às participantes PCDs. Será contratado um consultor em acessibilidade com experiência em metodologias inclusivas no campo da arte e da educação, que atuará diretamente na formação da equipe, além de orientar as adaptações necessárias para os conteúdos e práticas das oficinas.Após a confirmação das participantes, será realizado um mapeamento das necessidades específicas das mulheres com deficiência inscritas, respeitando suas individualidades. Com base nesse diagnóstico, serão contratados profissionais de apoio, como intérpretes de Libras, acompanhantes educacionais ou especialistas em acessibilidade comunicacional, que atuarão em conjunto com as educadoras para garantir uma vivência inclusiva, sem barreiras físicas, comunicacionais e atitudinais.Produto Principal: CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - ARTES VISUAIS ou Seminário/Simpósio/Encontro/Congresso/Palestra/VernissageAspecto arquitetônico:As oficinas de grafite serão realizadas em espaços públicos e centros culturais com infraestrutura adequada, priorizando a acessibilidade. Serão disponibilizadas rampas, barras de apoio e adaptações necessárias nas áreas de trabalho, além de assentos reservados em locais de fácil acesso, garantindo comodidade para pessoas usuárias de cadeiras de rodas ou com mobilidade reduzida.Aspecto comunicacional e de conteúdo:As atividades formativas contarão com intérpretes de Libras e audiodescrição quando necessário, garantindo a inclusão de pessoas com deficiência auditiva e visual. Será utilizada linguagem clara, inclusiva e acessível, adequada a diferentes públicos, estimulando a criatividade, a oralidade e a troca de experiências. As oficinas valorizam a expressão individual e coletiva, fortalecendo a autoestima, o protagonismo feminino e a identidade cultural das comunidades participantes.Aspecto de comunicação e divulgação acessíveis:A mobilização para as oficinas será realizada por meio de materiais digitais acessíveis, com textos inclusivos, imagens com descrição alternativa e vídeos legendados. Informações sobre inscrições e participação serão divulgadas em redes sociais, escolas públicas, coletivos culturais e espaços comunitários, assegurando que o convite alcance diferentes públicos de forma democrática e inclusiva.

Democratização do acesso

O projeto Elas no Grafite – Bahia, Terra Cabocla prioriza a ampliação do acesso à produção artística e cultural por diversos públicos, garantindo que as oficinas, murais e demais produtos estejam disponíveis de forma inclusiva e democrática. As oficinas de grafite serão realizadas em espaços públicos e acessíveis em dez municípios da Bahia, permitindo que jovens, mulheres e comunidades locais participem diretamente das atividades.Os murais produzidos permanecerão em espaços urbanos visíveis ao público, funcionando como galerias a céu aberto, acessíveis a todas as pessoas, sem custo. O catálogo digital será disponibilizado gratuitamente na internet, ampliando o alcance das obras e processos artísticos para além das cidades contempladas. Uma versão impressa do catálogo também será distribuída para escolas, bibliotecas, centros culturais e órgãos públicos, permitindo o acesso a estudantes, educadores e pesquisadores.Além disso, serão promovidas rodas de conversa abertas ao público, ensaios e demonstrações de grafite durante as oficinas e eventos de inauguração dos murais.Em atendimento ao disposto na Seção III - Das Medidas de Ampliação de Acesso Art. 47. informamos que as ações desenvolvidas no Projeto atendem aos seguintes incisos:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;

Ficha técnica

Nome: Elaine HazinFunção no projeto: Direção GeralCurrículo:Jornalista, especializada em Gestão Empresarial e com larga experiência em gestão e posicionamento de imagem de marcas, eventos culturais e artistas, com uma carteira de clientes composta por nomes como El Paso Oil and Gas, Petrobras, Ivete Sangalo, Carlinhos Brown, Daniela Mercury, Margareth Menezes, Ministério da Cultura, AMBEV, Natura, Nextel, Itaú, PERCPAN, Expresso Brasil na Copa, FESMAN. À frente da Via Press Comunicação, é uma referência na área de comunicação e eventos. Elaine Hazin já realizou eventos para diversos clientes, dentre eles: Bahiatursa, Secretaria de Turismo do Estado da Bahia e Petrobras. Geriu contratos de assessoria de comunicação para empresas como Petrobras, Natura, Coca-Cola, Ministério da Cultura, Shopping Iguatemi, Grupo Pestana e Bompreço. Atuou estrategicamente na construção de Imagem de artistas e eventos como o Festival de Verão, Ivete Sangalo, Movimento Afropop Brasileiro, Movimento HotSpot, 17o PERCPAN, WWF – A Hora do Planeta e Troféu Caymmi.Nome: Marcos (Prisk)Função no projeto: Coordenador PedagogicoEscultor, grafiteiro, pintor e designer gráfico. Fez parte da equipe organizadora do evento de organizações da Colorgin, encontro que aconteceu na Cidade Baixa em 2005. Organizador da exposição 18 Litros que aconteceu no ICBIE no bairro da Ribeira. Organizador do evento 1a Mostra de Rua Nova 10 Ordem que aconteceu na Fábrica Antártica em Salvador (encontro com 90 artistas). Fundador e diretor artístico do MUSAS.Participou de importantes eventos internacionais e exposições em cidades como Barcelona, Roma, Frankfurt e Paris, promovendo o diálogo cultural entre o Brasil e outros países. Atuoso como curador em diversas curiosidades, incluindo "Carybé Ilustrador, sua releitura na visão do graffiti" no Rio de Janeiro, e liderou iniciativas como a Semana de Arte de Rua em Salvador. Sua formação inclui cursos no MAM-BA em áreas como escultura, cerâmica e história da arte, além de habilidades autodidatas em design gráfico e edição de vídeo.Nome: Julio Augusto Pereira CostaFunção: Coordenador PedagogicoIdealizador do Museu de street arte salvador. Integra o coletivo MUSAS, e atua desde 2007 no campo das artes visuais e da educação na cidade de Salvador.Participou de importantes eventos internacionais e exposições em cidades como Barcelona, Roma, Frankfurt e Paris, promovendo o diálogo cultural entre o Brasil e outros países. Atua como curador em diversas curiosidades, incluindo "Carybé Ilustrador, sua releitura na visão do graffiti" no Rio de Janeiro, e liderou iniciativas como a Semana de Arte de Rua em Salvador. Sua formação inclui cursos no MAM-BA em áreas como escultura, cerâmica e história da arte, além de habilidades autodidatas em design gráfico e edição de vídeo.Nome: Jocivaldo santos Silva ( Bigod)Função: Produtor executivoBigod é um renomado artista visual e grafiteiro baiano, nascido em 30 de agosto de 1981, em Salvador, Bahia. Com uma trajetória iniciada em 1998, destaca-se pela criação de murais urbanos que dão vida às ruas de Salvador e de diversas cidades pelo Brasil e pelo mundo. É também um dos pioneiros na divulgação do grafite baiano em outras regiões do país, tendo realizado intervenções artísticas no Sudeste e no interior da Bahia.Bigod ampliou sua formação artística com cursos no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), como desenho de observação, escultura em madeira, cerâmica e serigrafia. Sua trajetória internacional inclui intercâmbios artísticos na Itália, onde visitou museus e frequentou ateliês de pintura. Ele representou a Bahia em eventos como o Encontro de Estilos e a Rua dos Estilos , além de participar de encontros internacionais de grafite e exposições, como a Bienal de Belas Artes.Bigod também é organizador de importantes eventos culturais, incluindo exposições como "Nova10Ordem" e a "Expo 18 Litro", além de ser o diretor artístico do Museu de Street Art de Salvador (MUSAS). Suas habilidades incluem o domínio de softwares de design gráfico, edição de vídeo e modelagem 3D, reforçando suas estruturas como artista multimídia.Nome: SISTA KATIAFunção: OficineiraGrafiteira , conectora urbana, uma multi-artista que integra arte visual, moda, cultura, ativismo e música, criando pontes entre pessoas criativas, articulando projetos que incentivem a criação de rede colaborativa entre mulheres e comunidade LGBTQIAPN+. Atua como curadora cultural, diretora de arte, dj, stylist e grafiteira, fomentando a cena independente e movimentando a cultura underground da cidade.Nome: OCTAFunção: OficineiraArtista Visual, Bacharel Interdisciplinar em Artes/ UFBA, ganhou o Prêmio Nacional de Solução Inovadora no campeonato de robótica FLL 2014. Ministrou oficina de graffiti para mulheres em situação de violência , Projeto Mulheres de Coragem/ Ronda Maria da Penha; Ilustrou o livro As Inverdades Nunca Ditas, de Mariana Madelinn, ilustrou o conto lançado pela editora Kitembo (@kitembo_literatura); Ilustrou o personagem lara (Cidade Invisível), da @netflixbrasil; e Social media e cobertura de eventos.Nome: NATALÍ FERREIRAFunção: OficineiraConhecida artisticamente como Nath, é uma artista urbana nascida no Recôncavo Baiano. Iniciou sua jornada artística explorando as mandalas como forma de expressão, mas evoluiu para criar murais nas ruas com personagens femininos e uma variedade de temas. Como idealizadora do projeto Graffiti Delas, promove oficinas de graffiti exclusivamente para mulheres em Santo Antônio de Jesus, abrangendo desde a teoria até a prática. Além disso, também dedica-se a ensinar às crianças os fundamentos da arte urbana em oficinas coletivas realizadas na cidade. Sendo arte-educadora realiza palestras e oficinas em instituições de ensino. Participante ativa do Quilombeat coletivo que organizam mutirões de arte nas comunidades locais, Nath também se destaca na produção de obras em telas e na reciclagem, inclusive customizando latas de spray. Seu trabalho já foi exibido nacionalmente, sendo mencionada em um livro sobre a cultura Hip Hop , além de participações em eventos de arte urbana tanto em âmbito nacional quanto internacional.C.Nome: MONICA REISFunção: OficineiraMônica, integrante do coletivo Donas do Role, participou da exposição Molduras Livres, mostrando seu ponto de vista, através de sua arte. Ela iniciou seus trabalhos como grafiteira em 2005, sendo uma das pioneiras entre as mulheres de Salvador a desenvolver a arte das tintas nos muros da cidade. Integrante dos grupos de grafiteiras Toque Feminino Crew, CRA e Linha Rosa Crew. Em novembro de 2012, participou da Exposição de Telas da Rede Nami - grupo feminista que usa a arte urbana para promover os direitos das mulheres. Foi selecionada para o VISIOpontos, festival de artes visuais que movimentou a capital baiana em 2012, expondo no Instituto Cultural Brasil Itália Europa - ICBIE. Participou do Meeting of Favela, evento que anualmente reúne artistas de todo o país na Vila Operária, comunidade do Rio de Janeiro. Participou dos seguintes encontros: As três edições do Encontro Grafiteiras BR, nos Encontros Nacional e Internacional de Grafiteiros em Salvador e no MOA (Meeting Of Acarajé), e no encontro de mulheres na cidade do MÉXICO 2019. Nome: ANANDA SANTANA OU Srt.as (senhoritas)Função: OficineiraArtista de rua, ilustradora e grafiteira atuante e natural da cidade de Salvador, a cerca de seis anos. Bacharel Interdisciplinar em Artes na Universidade Federal da Bahia - UFBA, técnica em Comunicação Visual, costuma trazer nos seus trabalhos rostos, personificações buscando representar mulheres negras, geralmente todas muito vibrantes, coloridas, em conexão com a natureza, com suas religiosidades, com a sua essência feminina, formas de afeto, liberdade, trazendo múltiplas faces e personalidades. Participou de um intercâmbio em Angola no ano de 2018.

Providência

SITUAÇÃO CORRIGIDA AUTOMÁTICAMENTE PELO SISTEMA. PROJETO SEM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.

Santo Amaro Bahia