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PRONAC 2510928Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Citronela Doc - Festival de Documentários de Ilhabela

VER PRA CRER - PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 555,5 mil
Aprovado
R$ 555,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Ilhabela
Início
2025-12-01
Término
2026-12-01
Locais de realização (1)
Ilhabela São Paulo

Resumo

O Citronela Doc - Festival de Documentários de Ilhabela é um festival de cinema documental realizado em Ilhabela, no Litoral Norte de São Paulo, com transmissão online para todo o Brasil. A quinta edição acontecerá no segundo semestre de 2025, em espaço ao ar livre e de fácil acesso ao público. Com entrada gratuita e duração prevista de quatro dias, o festival exibirá cerca de 25 filmes brasileiros contemporâneos, entre longas e curtas metragens, além de debates com os diretores dos filmes e convidados e atividades paralelas pertencentes a outras linguagens artísticas. Com curadoria independente e diversa, o festival foi idealizado por um grupo de profissionais do audiovisual que reside em Ilhabela que atua ativamente no desenvolvimento e preservação da cultura local e tem como responsável técnico o cineasta e curador Francisco Cesar Filho. Parte da equipe organiza desde 2018 o Cineclube Citronela, com exibições regulares e gratuitas de documentários nacionais e debates com a presença dos diretores e diversos convidados. Nosso objetivo é garantir que o festival seja realizado anualmente em Ilhabela, firmando-se na programação cultural da cidade e no calendário de festivais de documentários da América Latina.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS A 5ª edição do Citronela Doc terá duração de quatro dias (de quinta-feira a domingo), e será realizada no segundo semestre do ano de 2025. Serão exibidos cerca de 25 filmes (em torno de 12 longas-metragens e 13 curtas-metragens) e realizados ao menos 5 debates com os diretores, produtores e personagens dos filmes, curadores e convidados. Os filmes serão selecionados por um conselho curador independente e diverso, composto por Francisco Cesar Filho, além de uma cadeira para os produtores do festival. Será feito um chamamento aberto para a contratação de mais 2 curadores de fora independente para garantir a diversidade dos olhares. A curadoria trará filmes documentais brasileiros contemporâneos inéditos ou que estão no circuito de festivais nacionais e internacionais, buscando sempre uma diversidade temática e de olhares. Assim como nas edições anteriores, o Citronela Doc será sediado no Esporte Clube Ilhabela (ECI), no Centro Histórico da cidade (Vila). Fundado na década de 60, o ECI é reconhecido como um espaço comunitário de referência graças ao seu compromisso em receber importantes atividades culturais e esportivas. Com sessões ao ar livre e de frente para o mar, o festival terá capacidade para receber simultaneamente 200 pessoas, que ficarão acomodadas entre cadeiras de praia, esteiras e cadeiras normais, de forma despojada. O amplo gramado do clube receberá uma estrutura móvel com tela, iluminação e tendas, garantindo qualidade técnica de excelência aliada a um cenário visual belíssimo, com o mar à frente e o morro coberto de Mata Atlântica aos fundos. Estima-se que o número de visitantes diários irá superar o limite da capacidade máxima, considerando que existe uma grande circulação de público em um evento realizado no centro histórico de Ilhabela, onde pode-se fazer tudo a pé. Os diretores ou produtores serão convidados a estarem presencialmente em Ilhabela para apresentarem seus filmes e participarem dos debates, que irão abordar temas diversos com base nas temáticas levantadas pelos filmes selecionados. Junto com os curadores e outros convidados, eles serão acomodados nos arredores da Vila, onde poderão confraternizar e participar de todas as atividades a pé e vivenciar o envolvente clima de um festival pequeno. Concebido para ser um festival onde o público tenha tempo não só de assistir a bons filmes e debates, mas também de apreciar as belas paisagens da Ilha e de aproveitar a gastronomia e atrações turísticas locais, a programação tem início a partir das 15h e as sessões de cinema acontecerão a partir das 18h. Sempre que houver a presença do diretor, produtor ou personagem do filme, será feita uma breve sessão de perguntas e respostas (Q&A) após a sessão. A abertura oficial do Citronela Doc será na sexta-feira com um show de artistas locais, seguidos de uma sessão especial de longa-metragem. Buscando valorizar talentosos artistas da Ilhabela e aproveitando a própria estrutura do festival, o Citronela Doc irá integrar outras linguagens artísticas à sua programação. Cada dia contará com ao menos um show de música ao vivo e uma segunda atividade - como circo, slam, performances, capoeira, entre outros -, potencializando nosso propósito de fomentar os encontros e valorizar a economia criativa da cidade. No amplo gramado do Esporte Clube Ilhabela, a 5 metros da praia, haverá uma área destinada à gastronomia e bar. Com diversas opções de produtos e preços, os serviços serão oferecidos por trailers de comerciantes locais com experiência em eventos. Assim como nas edições anteriores, o festival será planejado e executado por uma equipe majoritariamente local, fomentando a cadeia produtiva da cultura no município e reduzindo custos de operação. Com objetivo de mobilizar públicos específicos para as sessões de acordo com a temática dos filmes, serão articuladas parcerias com organizações locais, como o Centro Cultural Pés no Chão, o Coletivo Negro Odu e o Fórum Popular de Cultura de Ilhabela. Visando aumentar o acesso e alcance de diversos públicos, o Citronela Doc também terá sua versão online. Os debates serão gravados e ficarão disponíveis no canal do Youtube do Citronela Doc, de modo que o canal se torne uma ferramenta auxiliar ao festival e que tenha visitas ao longo do ano. A divulgação do festival nas redes sociais será ativada desde o início do prazo estimado de execução. Através dos nossos canais já criados no Instagram, Facebook e Youtube, faremos um trabalho intenso de engajamento nas mídias sociais, que inclui geração de conteúdo exclusivo e um plano de posts patrocinados. Também serão produzidos materiais gráficos impressos - cartazes, banners, faixas, filipetas, bandeiras e folder com a programação que serão distribuídos em pontos estratégicos da cidade. O festival terá, ainda, um profissional exclusivamente dedicado à assessoria de imprensa, que ficará responsável por produzir todo o material para jornalistas (press releases, imagens, solicitações de entrevistas), bem como realizar ações com influenciadores, blogueiros e mídia especializada. Uma equipe de captação de imagens e de áudio fará a captação dos melhores momentos do Citronela Doc para a posterior edição de um vídeo-case desta próxima edição do festival. Com a experiência positiva das edições anteriores do Citronela Doc, não só compreendemos que existe a vontade dos realizadores e do público em participar de um festival de documentários em Ilhabela, como também identificamos a essência do nosso festival: propiciar encontros. Agora nesta quinta edição, com mais filmes vindos de mais regiões do Brasil e com uma programação que inclui outras linguagens artísticas, queremos aprofundar esta nossa vocação, proporcionando o acesso a bons filmes, reunindo pessoas diversas e colaborando para ampliar o debate de temas relevantes para a sociedade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS- A curto/ médio prazo se tornar uma referência de festival de documentário no Brasil e a médio/longo prazo na América Latina;- Transformar a cidade de Ilhabela em uma referência do gênero documentário, tanto de produções brasileiras como internacionais;- Fomentar o turismo cultural na cidade, reforçando a vocação da cidade como um destino cultural;- A partir dos filmes e da presença de seus realizadores, promover reflexões sobre temas atuais da sociedade, trazendo para o município de Ilhabela novos debates, com outros olhares e perspectivas;- Atuar, em parceria com os realizadores dos documentários exibidos, como agente de transformação social;-Fomentar a formação de público de cinema no município de Ilhabela.

Justificativa

O projeto enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Dentro do Art 3º da referida norma os objetivos que esperamos alcançar são: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens; b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Estratégia de execução

O arquipélago de Ilhabela, no Litoral Norte de São Paulo, a 200 quilômetros da capital, é um dos principais destinos turísticos do Estado. Além de reunir algumas das praias mais bonitas do país e ser o município com maior percentual de Mata Atlântica preservada do Brasil (80% do território), a cidade dispõe também de um rico patrimônio cultural material e imaterial. O turismo e os royalties recebidos da exploração petrolífera no pré-Sal fazem de Ilhabela a cidade com o 13º maior PIB per capita do Brasil, garantindo-lhe uma completa infraestrutura hoteleira e a possibilidade de investimentos em eventos durante o ano. Apesar de sediar alguns eventos esportivos já consolidados que atraem um público do Brasil e de fora, como a Semana Internacional de Vela, o X-Terra e o Aloha Spirit, Ilhabela não tem um evento cultural de grande envergadura que seja uma "marca registrada da cidade", tal qual é a Flip em Paraty (RJ). Existem algumas iniciativas em menor escala, como o Ilhabela in Jazz, o Bourbon Folk & Blues e o Festival do Vermelhos, evento de música clássica realizado no Instituto Baía dos Vermelhos (espaço cultural privado, no extremo Sul da Ilha, com um auditório no meio da Mata com capacidade para 1.200 pessoas), porém nenhum destes festivais culturais têm suficiente envergadura para atrair públicos de variadas origens, representando a cidade e o fomento de um turismo cultural. Por outro lado, existe um ambiente bastante propício para a consolidação de um festival de cinema na cidade. Ciente do potencial do setor audiovisual para gerar renda e fomentar a economia criativa, o poder público municipal implantou no ano de 2022 a Ilhabela Film Comission, com objetivo de organizar e incentivar a vinda de produções cinematográficas no arquipélago. A iniciativa tem consultoria da SP Cine, empresa pública de cinema da cidade de São Paulo. A Prefeitura Municipal de Ilhabela apoiou a primeira edição do Citronela Doc e se comprometeu a dar todo o apoio necessário para que o festival se torne parte do calendário fixo de eventos da cidade. Ao analisarmos o calendário de festivais de cinema brasileiros identificamos que existe espaço para um novo festival focado em documentários. O Brasil atualmente tem uma produção vibrante e potente de cinema documental, mas das centenas de filmes de não-ficção produzidos anualmente poucos têm espaço para serem exibidos e debatidos. O “É Tudo Verdade”, principal festival do gênero documental no Brasil, exibe não mais que 10 longas-metragens nacionais por edição. Além disso, acreditamos que festivais de cinema realizados em lugares com atrativos turísticos e culturais além dos próprios filmes façam mais sentido para o público. O cinema é uma atividade completa para os aficionados da arte, mas para muitos outros também é o pretexto para uma viagem em família, para um encontro entre amigos ou para simplesmente sair uns dias da cidade grande e apreciar a natureza. Sendo assim, Ilhabela tem a vocação para conciliar natureza, lazer, cultura, gastronomia, boemia, pessoas de diversas origens e a singular celebração que uma mostra de cinema pode proporcionar. Festivais em cidades históricas e turísticas, como a Flip em Paraty (Rio de Janeiro), o Festival de Cinema de Tiradentes (Minas Gerais), o Cachoeira Doc (Bahia) e o Festival Internacional de Cine de Cartagena de Indias (Colômbia) são fontes de inspiração para nós. Vale destacar, ainda, a localização estratégica da cidade, que fica a 200 km de São Paulo e a pouco mais de 400 km do Rio de Janeiro, cidades que concentram uma parcela significativa da produção audiovisual nacional. Sendo assim, boa parte do público e dos convidados poderão comparecer ao Citronela Doc por terra, sem a necessidade de transporte aéreo.

Acessibilidade

Acessibilidade física As ações presenciais serão realizadas em espaços públicos, portanto, serão respeitadas as políticas de uso e conservação adotados por estes locais como facilitadores para a locomoção como rampas e banheiros acessíveis. Nas apresentações serão reservados espaços livres e assentos para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, em locais diversos, de boa visibilidade, próximos aos corredores (quando for o caso), devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução de saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade, e garantido a acomodação de no mínimo 1 (um acompanhante), seguindo o disposto no art. 44 § 1º, § 3º e § 4º, da Lei 13.146, e o Decreto 9.404 de 2018. Acessibilidade para deficientes visuais As ações presenciais serão realizadas em espaços públicos, portanto, serão respeitadas as políticas de uso e conservação adotados por estes locais como facilitadores para a locomoção como rampas e banheiros acessíveis, inclusive para deficientes visuais, para garantir maior acessibilidade e inclusão. A equipe do proponente será treinada com a finalidade de uma melhor acolhida às pessoas com deficiência. Acessibilidade para deficientes auditivos Todas as atividades presenciais têm a previsão da contratação de um profissional intérprete de libras. Serão reservados assentos para pessoas com deficiência, com boa visualização da interpretação em libras, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução de saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade, e garantido a acomodação de no mínimo 1 (um acompanhante), seguindo o disposto no art. 44 § 1º, § 3º e § 4º, da Lei 13.146, e o Decreto 9.404 de 2018. Em todos os registros videográficos serão inseridas janela de libras para atingir o público com deficiência auditiva que não é oralizado e inseridas legendagem descritiva para o público com deficiência auditiva e que é oralizado. Acessibilidade para deficientes intelectuais Serão realizados treinamentos para os colaboradores, voluntários, estagiários e participantes para atender ao esse público no que for necessário. Serão ainda realizadas parcerias com instituições para atender inclusive as deficiências ocultas.

Democratização do acesso

- 100% de gratuidade; - Realização de 5 conversas/ debates gratuitos e abertos ao público geral sobre temas contemporâneos transversais da sociedade atual; Como forma de potencializar e garantir aos cidadãos a oportunidade de entrar em contato com o festival uma sessão do festival irá priorizar e facilitar o acesso de idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, com a presença de monitores especializados para o atendimento, reserva de assentos e profissional de libras. E no mínimo, 3 sessões gratuitas serão destinadas para escolas de ensino público, fundamental ou médio.

Ficha técnica

Pedro Barbieri Gorski - Proponente - Função: Diretor Artístico Pedro Gorski é produtor executivo, Diretor de Reality Shows, Programas de TV e Documentários. É formado em Comunicação Social pela ESPM (2001) com especialização em cinema documental no Observatorio de Cine (Barcelona - 2005). Atualmente está finalizando seu segundo longa metragem documental “As Três Vidas de Frieda Wolff”, uma série de 8 documentários sobre observação de aves no Pantanal (Mato Grosso do Sul) e desenvolvendo um longa metragem sobre a vida e a obra do arquiteto autodidata Artacho Jurado, que se encontra em fase de captação de recursos. Entre 2014 e 2019 dirigiu 10 temporadas do programa semanal Decora (GNT), num total de 130 episódios. Em 2017 dirigiu a série documental Mish Mash – A Presença Judaica no Brasil (Canal Curta - 10 episódios). Em 2015 lançou o longa metragem documental Vilanova Artigas – O Arquiteto e a Luz, que ficou 2 meses em cartaz no circuito comercial de cinema e participou de mais de 15 festivais internacionais, sendo premiado em alguns deles. Também já dirigiu projetos para Discovery Channel, Biography Channel / History Channel, A&E, TNT e teve filmes exibidos na TV Cultura, Canal Brasil, Arte 1 e Canal Futura. Juliana Borges Pontes - Diretora de ComunicaçãoÉ roteirista e documentarista há mais de uma década graduada em jornalismo pela Escola de Comunicações e Artes da USP/SP. Desde 2017, mora em Ilhabela, no litoral de São Paulo. Em 2020, foi eleita membro do Conselho de Políticas Culturais de Ilhabela (Compci), onde atualmente ocupa o cargo de presidente. Juliana também foi uma das fundadoras e organizadoras de um cineclube mensal, o Citronela, e participa do Fórum Popular de Cultura de Ilhabela, movimento da sociedade civil que atua para democratizar políticas públicas para a cultura no município.Como roteirista e pesquisadora, Juliana participou de projetos de documentários, séries documentais e branded content para produtoras como O2, Mymama, Stink, Spray, Gaya Filmes, Duo2, Bossa Nova, Schurmann Films, SocialDocs e Geral Filmes. Como diretora, dirigiu documentários para canais como Al Jazeera, Futura e Canal Brasil. Alguns projetos realizados: The Beat Diáspora (série documental, 6 ep de 30 min, prod MyMama para Youtube Originals;Libertários (série documental, 13 ep de 26’, Prod Gaya Filmes, TV Cultura) – desenvolvimento e direção, estreia em novembro de 2021; Arquitetos Brasileiros – 2a Temporada (série documental, 13 ep de 52’, Prod Aiuê, Canal Arte 1) – desenvolvimento e roteiro - Projeto em fase de produção;Birdwatching – Apreciadores de aves (série documental, 8 de ep de 26’, Prod Set Vídeo) – desenvolvimento e roteiro - * Projeto em finalização ; Odilon, Réu de Si Mesmo (doc, 70’, HBO, prod. Yourmana, 2019). Francisco Cesar Filho - Responsável Técnico/Artístico, Consultor do Festival e Curador Cineasta, curador, diretor de televisão e dirigente de entidades audiovisuais brasileiras. Estudou Cinema e Filosofia na Universidade de São Paulo e recebeu, em 1993, Bolsa Intercultural para Cinema e Vídeo das fundações norte-americanas Rockefeller e MacArthur. É criador e organizador da Mostra do Audiovisual Paulista (evento anual realizado desde 1987), diretor e curador do Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo e curador da Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul e da Mostra Ecofalante de Cinema Socioambiental. Foi diretor-adjunto do É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários, diretor associado do Curta Kinoforum – Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo e coordenador executivo do Vivo arte.mov – Festival Internacional de Artes em Mídias Móveis. Ex-membro do Conselho Consultivo do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, tem colaborações com diversos festivais, como a Goiânia Mostra Curtas, Mostra de Cinema de Tiradentes e a Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis. Ricardo Imakawa - Coordenador de Produção Natural de Ilhabela, formado em Comunicação Social com habilitação em Rádio e Televisão pela Universidade Anhembi Morumbi em 2010, desde então trabalha na área do audiovisual como diretor de fotografia e operador de câmera, além de possuir experiência como diretor e roteirista. É sócio fundador da Salga Filmes, onde realiza principalmente filmes documentários.Tem experiência profissional nos projetos: Famaliá (2010), curta metragem de ficção, como roteirista e diretor; Alma de Sal (2012), curta metragem de ficção, como 1º assistente de fotografia; Cada homem um barco (2013), curta metragem documentário, como diretor de fotografia (2ª unidade); Os saberes do fazer | Cultura Caiçara Viva Comunidade do Bonete(2014), meia metragem documentário, como diretor de fotografia adicional e montador; Ucharia de São Benedito (2015), curta metragem documentário, como diretor de fotografia; Olhe para dentro (2017), curta metragem documentário, como diretor de fotografia; Vinte anos de dança (2018), meia metragem documentário, como roteirista, diretor de fotografia e montador; Congueiros (2019), curta metragem documentário, como roteirista, diretor de fotografia e montador; Dark Winter (em produção), longa-metragem documentário produzido pela Grifa Filmes, como diretor de fotografia e operador de câmera. Entre maio e dezembro de 2016 foi professor da Oficina Canteiro de Filmes, realizada pelo Espaço Cultural Pés no Chão, onde foram produzidos videoclipes, documentários e ficções de curta metragem. Matias Borgström - Diretor Técnico É sócio fundador da Salga Filmes, produtora de documentários que aborda questões culturais e sociais, viagens, natureza e arte. Entre 2019 e 2020 trabalhou na Grifa Filmes, produtora de documentários com 3 indicações ao Emmy Awards e 2 co-produções pré-selecionadas ao Oscar.Atualmente está dirigindo seus dois primeiros longa-metragens documentais: "Ouvidor" (Brasil) e "Dark Winter" (Antártica, Ilhas Malvinas, Brasil, Argentina). Em ambos também assina o roteiroe a produção.É um dos organizadores e curadores do Cineclube Citronela, projeto ativo desde 2018 com exibições mensais de documentários nacionais, com a presença do/a diretor/a no debate após cada filme. Formou-se em 2013 em Administração de Empresas com especialização em Economia Social na Universitat Pompeu Fabra (Barcelona), com estudos complementares na University of Maastricht (Holanda) e no IBMEC/INSPER (São Paulo). Estudou Fotografia Avançada na Ruido Photo (Barcelona), Documentário para Cinema e TV na escola B_arco (São Paulo), Assistência de Direção para Cinema na AIC (São Paulo) e os cursos Documentário em Primeira Pessoa e Documentário: da Ideia aos Festivais, ambos com Kiko Goifman. Alice Penna e Costa - Relações PúblicasAlice nasceu no Rio de Janeiro, RJ. Graduou-se na Cup ( Centro Universitário Profissional) em 1980. Pós-graduou-se em Marketing e Marketing Cultural na Getúlio Vargas, 1991. Graduou-se em Mediação de Conflitos no Ministério Público de SP em 2010. Atuou na área publicitária como Relações Públicas e Assessora de Comunicação. Sócia fundadora da Fabra Quinteiro Comunicação. Diretora de Comunicacão da Companhia das Letras e uma das fundadoras da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP). Editora de livros independente trabalha para Luste, Dash, Senac, Cia das Letras. Sócia Fundadora do Núcleo de Mediação, Cultura e Cidade em parceria com a Unibes Cultural. Coordenou o Fronteiras do Pensamento em São Paulo . Curadora do Instituto Cultural do Laboratório Fleury. É diretora de Comunicação e Relações Institucionais do Prêmio Oceanos e Mapeamento Literário em Língua Portuguesa / Oceanos Cultura de São Paulo. Livia Rizzi Razente - Parcerias e Captação Formada em administração pelo Insper com MBA em Bens Culturais – Cultura, Economia e Gestão pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo. Trabalhou na expedição do documentário "Return to the Amazon" organizada por Jean Michel Cousteau e em projetos de arte e educação pela produtora Casa Redonda, de São Paulo, sendo uma das responsáveis pelo Festival de Curtíssima Metragem – Claro Curtas. Coordenou a área de parcerias corporativas, eventos e marketing do MAM - Museu de Arte Moderna de São Paulo por 7 anos. Possui experiência em captação de recursos, leis de incentivo, gestão de parcerias e comunicação para projetos e instituições culturais. Hoje vive em Ilhabela. Débora Bergamini - Produção Executiva Possui mais de 11 anos de experiência nas áreas de gestão e produção cultural. Iniciou seus trabalhos na área da gestão em 2011, como Coordenadora de Patrimônio Cultural na Prefeitura de Votorantim-SP. E nos anos seguintes foi Secretária de Cultura na cidade de Araçoiaba da Serra - SP e Diretora de Cultura de Sorocaba-SP. Ao longo de seus anos de trabalho na produção e gestão cultural, trabalhou com a produção de inúmeros eventos culturais, entre eles o Festival de Inverno de Araçoiaba da Serra. Com uma participação ativa em diversos movimentos sociais de cultura, em 2013 foi eleita representante do estado de São Paulo na 3ª Conferência Nacional de Cultura e, no ano seguinte, foi uma das convidadas pelo Governo do Estado de São Paulo para trabalhar no desenvolvimento das estratégias de elaboração do Plano Estadual de Cultura. Com formação acadêmica em História, Pedagogia e Artes Visuais, em 2018 defendeu sua dissertação de mestrado na Universidade Federal de São Carlos, com a apresentação de uma pesquisa sobre as relações entre a educação e os movimentos sociais da área da cultura. Débora mora na cidade de Ilhabela há cinco anos, onde trabalha como educadora de Arte e Cultura na rede pública municipal de ensino, além de executar a produção executiva de projetos culturais, entre eles: 2º Encontro de Capoeira Angola de Ilhabela, Exposição Fotográfica O Retrato da Comunidade, Espetáculo Circense Talento Para Ser Lento e a primeira edição do Festival Citronela Doc. É uma das fundadoras do Fórum Popular de Cultura de Ilhabela, movimento de artistas e fazedores de cultura que busca colaborar na construção das políticas públicas municipais da área da cultura e, também, é membro do Conselho Municipal de Políticas Culturais do município. Marcos Cardial - Coordenação de Equipe Local Natural de Ilhabela, formado em Comunicação Social com habilitação em Rádio e Televisão pela Universidade Anhembi Morumbi em 2007, trabalhou em produtoras em São Paulo entre 2005 e 2008, principalmente como editor. Realizou diversos projetos independentes entre curta metragens, videoclipes e projetos culturais. Também atua como músico desde 2003, fazendo parte da criação de diversos projetos musicais. Faz parte do Fórum Popular de Cultura de Ilhabela e é membro do Conselho de Políticas Culturais da cidade. - Roteirista, diretor e editor do documentário média-metragem: Os Donos da Ilha (2007), (vencedor do “Galgo de Ouro” na 16ª edição do Festival Gramado Cine Vídeo - 2008; - Criador e produtor do Festival de Música e Poesia do Estaleiro Bar - Ilhabela - 2011/ 2013/2014; - Diretor e editor do documentário "Ucharia de São Benedito" - Ilhabela - 2015(Moção de louvor concedida pela câmara municipal de Ilhabela em 2015); - Diretor e editor do documentário "Cara de Mar" - Panamá - 2017; - Diretor e editor do documentário "Cuchá Cuchá rumbo Cuba" - Cuba - 2018 - Criador e produtor do "Festival Toda Arte" - Ilhabela – 2018/ 2019; - Membro do Cineclube Citronela, atuando em Ilhabela desde 2018. Carol Misorelli - Curadora Carol Misorelli é cofundadora do Instituto Taturana, distribuidora de cinema com foco em impacto social. Formada em administração de empresas e relações internacionais, mestre em antropologia visual e pós graduada em história da África. Na Taturana, foi responsável pelo desenvolvimento de estratégias de distribuição de impacto de filmes como: Sem Pena (2015), ParaTodos (2016), Corpo Delito (2017), Chega de Fiu Fiu (2018), Espero tua (re)volta (2019), Sementes: Mulheres Pretas no Poder (2020). Márcio Miranda Perez - Curador Coordenador de programação do Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade e coordenador da programação latino-americana do Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo - Curta Kinoforum. Como realizador de curtas-metragens e editor, teve seus trabalhos exibidos e premiados no Brasil e no exterior. Atuou por vários anos como coordenador de edição das Oficinas Kinoforum de Realização Audiovisual. Foi jurado de comitês de seleção e premiação no Brasil, Argentina, Chile e Colômbia. Márcia Vaz - Curadora Formada em Comunicação Social com habilitação em Rádio e Televisão pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), é curadora de filmes e produtora cultural. É membra do Programmers of Colour Collective. Entre comunicação, produção e curadoria vem desenvolvendo inúmeros projetos em instituições como Cinemateca Brasileira, Museu da Imagem e do Som (MIS), Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil, Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, Pivô Arte e Pesquisa, Instituto Moreira Salles, entre outros. Como curadora de filmes faz parte dos comitês do Festival Internacional de Mulheres no Cinema, Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo, Mix Brasil – Festival de Cultura e Diversidade e Mostra EcoFalante de Cinema Ambiental. Estêvão Tanure Romane - Técnico de som Profissional na área de eventos, com ampla experiência em criação, direção e produção técnica de conteúdos artístico-musicais. Experiência profissional: Sócio fundador da Rua Livre, onde criou e operacionalizou projetos de eventos de grande porte (+300 mil pessoas) como Bloco do Sidney Magal, Love Fest, SP Beats, Beatloko, BregsNice, com diversos artistas de renome e marcas de grande porte como Skol, Coca-cola, 99 Taxis, Unilever, entre outras. Engenheiro de Áudio Sênior e especialista em áudio imersivo na CPRO ÁUDIO/GABISOM (+50 eventos por ano, dentre estes os maiores festivais do país/mundo como Rock In Rio, Lollapalooza, Tomorrowland, entre outros). Engenheiro de Áudio Residente na TVC Televisão e Cinema Ltda / Taterka Agência de Marketing. Engenheiro de áudio e sócio proprietário da HR AUDIO. Diretor Técnico e Diretor Criativo do Reveillon Vai Tapajós. Produtor geral do Reveillon Mareh (1.200 mil pessoas).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.