Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto propõe a produção, gravação, distribuição e lançamento, em Recife, do terceiro álbum de Matheus de Bezerra, Se nasci cantando, minha mãe foi o violão. A iniciativa celebra a música e a cultura periférica, impulsionando a cena independente local e gerando emprego e renda para mais de 70 profissionais. Além do álbum, o projeto contempla o show "Matheus de Bezerra e Convidados", que apresentará ao vivo as canções do novo trabalho, e Oficina de Produção Musical, ofertada gratuitamente, voltada para 20 jovens das periferias do Recife. Conectando arte, formação e inclusão, o projeto reafirma a potência da música como instrumento de transformação social.
1. Álbum – “Se nasci cantando, minha mãe foi o violão”O álbum é o terceiro trabalho autoral de Matheus de Bezerra, cantor, compositor e produtor pernambucano. Composto por 10 faixas inéditas, o disco tem como eixo temático a figura materna e as histórias das mulheres das periferias do Recife, traduzidas em uma estética que une poesia, espiritualidade e sonoridades urbanas. A produção musical combina influências da MPB, do rap e das tradições populares nordestinas, resultando em uma obra sensível e inovadora.O álbum será distribuído nas principais plataformas de streaming (Spotify, Deezer, YouTube Music e Apple Music). A gravação envolverá uma equipe de cerca de 70 profissionais, entre músicos, técnicos e produtores, gerando trabalho e renda no setor cultural local.2. Show de Lançamento – Teatro do Parque (Recife/PE)O show de lançamento marcará a estreia pública do álbum, reunindo Matheus de Bezerra e convidados especiais que dialogam com a proposta do projeto. A apresentação acontecerá no Teatro do Parque, espaço de referência cultural no Recife, e contará com recursos de acessibilidade como tradução em Libras, audiodescrição, assentos reservados para cadeirantes e monitoria especializada para pessoas com deficiência.O espetáculo será uma experiência artística imersiva, unindo música, narrativa e visualidade, celebrando a cultura periférica como território de potência e criação. Além de promover inclusão e diversidade, o show reafirma o compromisso do projeto com a valorização da arte como ferramenta de memória, resistência e transformação social, garantindo que públicos diversos possam vivenciar essa experiência única.3. Oficina de Produção MusicalA Oficina de Produção Musical tem duração de 3 horas e é destinada a 20 jovens das periferias de Recife. Ministrada pela equipe do projeto por meio de metodologias participativas, a oficina aborda de forma prática e interativa conteúdos como composição, arranjo, gravação, mixagem e técnicas básicas de produção musical, além de promover reflexão sobre a história da música periférica e a valorização da cultura local. Os participantes terão acesso a computadores, softwares de produção musical, instrumentos musicais e material didático, permitindo vivência direta e colaborativa no processo de criação musical. O projeto pedagógico da oficina visa estimular o protagonismo cultural, a criatividade, o trabalho em grupo e a inclusão social, promovendo formação técnica e artística em música de maneira acessível e engajadora. A atividade possui classificação indicativa livre e contribui para o desenvolvimento cultural e técnico dos jovens participante.
Objetivo GeralPromover a produção, gravação, distribuição e lançamento do terceiro álbum autoral de Matheus de Bezerra, "Se nasci cantando, minha mãe foi o violão", fortalecendo a cena musical independente do Recife e valorizando a cultura periférica por meio de uma experiência artística inclusiva e acessível.Objetivos Específicos• Produzir e gravar 10 faixas inéditas que compõem o álbum "Se nasci cantando, minha mãe foi o violão";• Realizar a mixagem, masterização e distribuição digital do álbum nas plataformas Spotify, Deezer, YouTube e Apple Music;• Realizar um show de lançamento no Teatro do Parque, com tradução em Libras, audiodescrição e acessibilidade para pessoas com deficiência motora;• Promover uma turnê com quatro apresentações quinzenais em espaços culturais de Recife;• Gerar emprego e renda para cerca de 70 profissionais do setor cultural, entre músicos, técnicos e produtores;• Ampliar o acesso do público à música independente e às narrativas das periferias do Recife, promovendo inclusão e diversidade;• Ofertar 1 (uma) oficina de produção musical gratuita para 20 jovens de periferias de Recife.
Matheus de Bezerra é um artista periférico recifense, emergente, que transforma vivências em canções, costurando memórias, espiritualidade e o cotidiano do subúrbio em uma obra de forte carga emocional e poética. Com mais de 3 milhões de acessos nas plataformas digitais, ele vem consolidando uma trajetória marcada pela autenticidade e pela potência da canção brasileira contemporânea.Ao longo de sua carreira, Matheus já lançou dois EPs; Carne de Máquina (2019) e Músicas Sobre Paz Que Fiz Durante a Guerra (2020), além de dois álbuns autorais; Tropikal (2020) e Quase-Romântico-Maloqueiro-Suburbano (2023), nos quais transita entre o samba, o pop alternativo, a música regional nordestina e elementos eletrônicos, criando uma sonoridade única. Seu lirismo é um dos pilares de sua identidade musical, abordando temas como fé, afeto, ancestralidade, pertencimento e resistência.Além de sua discografia solo, Matheus de Bezerra também se destaca como compositor e produtor musical, colaborando com obras do circuito independente e festivais nacionais.Nascido e criado na periferia de Recife, Matheus carrega em sua música a força das narrativas periféricas, ressignificando o lugar de onde vem com beleza, dignidade e inventividade. A crítica especializada já o apontou como uma das vozes mais promissoras da nova geração da MPB pernambucana.O projeto "Se nasci cantando, minha mãe foi o violão" necessita do apoio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para viabilizar sua produção e execução, considerando o alto custo das etapas de gravação, distribuição e realização do espetáculo, além do compromisso com a acessibilidade e a inclusão de profissionais e públicos diversos.Embora as comunidades periféricas estejam repletas de talento e histórias ricas, a produção artística enfrenta obstáculos significativos, como falta de recursos financeiros, limitações logísticas e barreiras sociais. Essas dificuldades frequentemente colocam a arte em segundo plano, em comparação com necessidades mais urgentes como segurança, saúde e educação. Contudo, a realização deste projeto será uma prova concreta de que é possível gerar cultura nas periferias. O disco e o show de lançamento serão produtos criados por um artista periférico que luta para dar visibilidade a sua realidade e à de sua comunidade.A iniciativa se enquadra nos incisos I e II do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, por promover a produção, difusão e o acesso à cultura brasileira e por apoiar manifestações artísticas de reconhecido valor cultural.Assim, a utilização da Lei de Incentivo à Cultura é essencial para viabilizar um projeto de relevância social e artística, que fortalece a música independente e amplia o acesso à produção cultural de forma inclusiva e democrática.
Links:YouTube : https://www.youtube.com/c/MatheusdeBezerraSpotify: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/0D9P5Hj1eUHLaBRMykKzIm?si=WYKTAkhjT8K7UbUWylPmpwInstagram: https://www.instagram.com/matheusdebezerra/?hl=pthttps://www.folhape.com.br/cultura/bandas-pernambucanas-participam-de-concurso-para-subir-no-palco-no-rec/116566/https://revistacontinente.com.br/secoes/relato/laboratorio-sonoro-de-guerrilha?fbclid=IwAR3CVfYNcNAvyEDSXzp-I9hbR6drhNPfeIiXf3pf63_htU11Bb6j0VqSzfEhttps://coquetelmolotov.com.br/exe/matheus-de-bezerra-_-sobre-o-amor-em-california/https://www.folhape.com.br/cultura/matheus-de-bezerra-apresenta-cancoes-ineditas-sobre-amor-e-guerra-em/176158/
Álbum MusicalDuração: Aproximadamente 45 minutosMaterial: Estúdio de gravação, microfones, instrumentos musicais (violão, percussão, teclado, baixo), softwares de edição e masterização profissionalMétodo de trabalho: Registro da criação musical com análise de arranjos, técnicas de gravação e produção musical. Serve como material didático para formação e oficinas, promovendo a valorização da cultura periférica e a troca de saberes musicais.Show “Matheus de Bezerra e Convidados”ShowDuração: 90 minutosMaterial: Instrumentos musicais, equipamentos de som e iluminação, figurinos dos músicosMétodo de Trabalho: Vivência musical e troca cultural entre artistas de diferentes trajetórias. Estimula aprendizado prático de música, produção cultural e engajamento com a cena musical periférica.Oficina de Produção MusicalOficina de Produção MusicalDuração: 3 horasPúblico: 20 jovens de periferias do RecifeMaterial: Computadores, softwares de produção musical, instrumentos musicais, material didáticoProjeto pedagógico: Ministrada pela equipe do projeto com metodologias participativas, a oficina promove aprendizado prático de composição, arranjo e técnicas de produção musical, incentivando protagonismo cultural e inclusão social.
Acessibilidade Física:O show de lançamento será realizado no Teatro do Parque, espaço com infraestrutura plenamente acessível, contando com rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados, sinalização tátil e assentos reservados para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida. Além disso, haverá monitoria de acessibilidade com profissionais capacitados para oferecer suporte e acompanhamento ao público que necessitar de assistência durante o evento.Acessibilidade de Conteúdo:A apresentação contará com tradução simultânea em Libras, audiodescrição ao vivo e legendas descritivas nas projeções visuais, permitindo que pessoas com deficiência auditiva e visual compreendam integralmente a experiência artística.Ação de Inclusão Social:Como medida de ampliação do acesso e promoção da diversidade, 5% dos ingressos de cada apresentação serão reservados para pessoas LGBTQIA+, negras e indígenas, distribuídos gratuitamente por meio de parcerias com organizações da sociedade civil que atuam junto a esses grupos. Essa ação reafirma o compromisso do projeto com a representatividade, a equidade e a democratização do acesso à arte e à cultura. Como contrapartida social e forma de democratizar o acesso à cultura, o projeto “Matheus de Bezerra: Se nasci cantando, minha mãe foi o violão – Disco e Show de Lançamento” realizará uma série de ações voltadas à ampliação do público e à formação cultural.
A distribuição do álbum será feita gratuitamente em formato digital, disponível nas principais plataformas de streaming (Spotify, Deezer, YouTube e Apple Music), garantindo alcance nacional e acesso universal.Como ação educativa e de inclusão, a equipe do projeto promoverá 1 (uma) oficina gratuita de introdução à produção musical com foco em artistas independentes, destinada a jovens de 16 a 29 anos, oriundos de comunidades periféricas do Recife, estimulando a autonomia e o protagonismo de novos criadores.O show de lançamento será transmitido ao vivo pela internet, permitindo que pessoas de diferentes regiões possam vivenciar a experiência artística. Essas ações reforçam o compromisso do artista e equipe com a democratização do acesso, a valorização da diversidade e a formação de novos públicos para a música independente pernambucana.
Mauro Roberto Fernandes: proponente e diretor da Máquina Produções, atuará como Coordenador de Produção, realizando atividades de planejamento e acompanhamento das etapas de gravação, mixagem, masterização e lançamento do álbum. Será responsável por coordenar a logística de estúdio, garantir a disponibilidade de equipamentos, músicos e equipe técnica, além de controlar o orçamento operacional, realizar cotações e pagamentos. Também atuará na articulação entre o artista, o produtor musical e a equipe executiva, supervisionando a produção dos materiais gráficos e audiovisuais e acompanhando as ações de distribuição, divulgação e contrapartidas sociais previstas no projeto.Currículo Resumido: Produtor cultural pernambucano com mais de 25 anos de atuação no setor musical. Iniciou sua trajetória na Rádio Transamérica Recife nos anos 1990 e trabalhou na EMI Odeon e na Sony Music, onde produziu e promoveu artistas de destaque nacional. É fundador e diretor da Máquina Discos e Produções Artísticas, empresa com mais de 14 anos de experiência em gestão de carreiras, agenciamento, produção executiva e desenvolvimento de projetos via leis de incentivo à cultura. Já gerenciou e produziu artistas como BNegão & Seletores de Frequência, Karina Buhr, Max B.O., Cordel do Fogo Encantado, Jards Macalé, Russo Passapusso, Devotos, Mulamba e La Dame Blanche, entre outros. Mantém parcerias com Nando Reis, Os Paralamas do Sucesso e Raimundos em projetos especiais. Atua na produção cultural no Brasil e no exterior, com forte presença na cena independente e na valorização da música brasileira contemporânea.Matheus de Bezerra - Diretor Musical e Cantor Currículo Resumido: Matheus de Bezerra é cantor, compositor e produtor pernambucano, reconhecido por sua sonoridade poética e por transformar vivências das periferias do Recife em música e palavra. Iniciou sua trajetória aos 9 anos e, desde então, consolidou-se como um dos nomes mais expressivos da cena independente contemporânea.Com dois EPs (Carne de Máquina e Músicas sobre paz que fiz durante a guerra) e dois álbuns autorais (Tropikal e Quase-Romântico-Malokero-Suburbano), soma mais de 3 milhões de reproduções nas plataformas de streaming. Sua obra dialoga com o cinema, assinando a trilha sonora da websérie e do longa Fragmentos de nós dois (2020/2021).Matheus já se apresentou em palcos como o Teatro do Parque, Polo da Várzea e REC’n’Play, além de integrar projetos como Coquetel Molotov.exe e Gruvilina Sessions. Atualmente circula com o disco Quase-Romântico-Malokero-Suburbano, reafirmando sua identidade como uma das vozes mais originais e sensíveis da nova música pernambucana.Gabriel Floriano Cordeiro: Responsável pela mixagem e masterização do álbumGabriel Cordeiro, conhecido como Chant, é músico, artista e produtor musical do bairro do Cordeiro, Recife (PE). Atua desde 2017, quando iniciou o projeto Chant, que propõe experimentações sonoras livres e a fusão de diferentes gêneros musicais.Em 2021, fundou o grupo Condor, contemplado pela Lei Aldir Blanc com o projeto Conexão Condor, dedicado à formação e produção de artistas periféricos e independentes. A partir dessa experiência, criou o Cordilheira Estúdio, especializado em produções musicais e audiovisuais.No ano seguinte, desenvolveu o podcast “Pernambuco Embaixo dos Pés”, aprovado no edital da Rádio Frei Caneca, voltado à valorização das manifestações culturais populares como o frevo, maracatu e cavalo-marinho.Chant já assinou produções, trilhas e mixagens para diversos artistas e projetos, incluindo:· Itapuana – Diário de uma Mãe (2021);· Álbum Quase Romântico Malokero Suburbano – Matheus de Bezerra (2023);· Filmes Sai pra lá Abacaxi que eu comi Leite (2024) e Areais do Céu (2024);· Trabalhos com Bruna Nascimento e outros artistas pernambucanos.Atualmente, Gabriel segue atuando na produção musical, mixagem e masterização de projetos culturais e independentes em Pernambuco.Guga Fonseca: Produtor MusicalGuga Fonseca é músico, tecladista, produtor musical e compositor pernambucano com mais de 20 anos de carreira. Iniciou-se profissionalmente na música em 2004, após formação em Publicidade e Propaganda, e desde então tem atuado em shows, gravações e produções com artistas de destaque da cena brasileira.Trabalhou com nomes como Lia de Itamaracá, Mundo Livre S/A, Lula Queiroga, Lia Sophia, Zélia Duncan, Clarice Falcão, Bonsucesso Samba Clube, entre outros.Como produtor musical, assinou projetos relevantes como:Não Vou Pedir Licença (Lia Sophia e Zélia Duncan)Vento (Ylana Queiroga)Se Eu Quiser (Erica Natuza)Assim Nasce a Esperança (Jr. Black)No cinema, compôs trilhas e participou de produções como Fim de Festa (Hilton Lacerda), Curral, Chão de Estrelas e Debate (dir. Caio Blat, roteiro de Guel Arraes e Jorge Furtado).Em 2023, realizou turnê europeia com Lia de Itamaracá, assinando a direção musical dos shows em festivais internacionais como Womad (Inglaterra), Paléo (Suíça) e Horizonte Festival (Alemanha).Principais experiências recentes:Diretor musical e músico dos shows de Lia de Itamaracá (Marco Zero e Casa Estação da Luz, 2024)Produtor musical e músico em gravações de Erica Natuza, Ylana Queiroga e Lia SophiaMúsico em projetos de Clarice Falcão, Almério, Jr. Black, Tiné e Ayrton MontarroyosGuga Fonseca é reconhecido por sua versatilidade, domínio técnico e contribuições expressivas à música e ao audiovisual pernambucano e brasileiro.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.