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"O Balanço do Estácio" é um espetáculo musical que celebra a vida e a obra de Luiz Melodia, um dos artistas mais singulares da música popular brasileira. Com direção artística de Hugo Ojuara (cantor, compositor e percussionista), o projeto costura sucessos de Melodia com releituras e canções autorais que dialogam com sua estética e poesia urbana. Em cena, um time de músicos e participações especiais dá forma a uma crônica musical que atravessa samba, soul, rock, ijexá e MPB, articulando memória, ancestralidade e potência contemporânea.A montagem combina música ao vivo, projeções, fotos históricas, narrativas sobre a trajetória do homenageado e interações poéticas, criando uma experiência multissensorial para públicos de todas as idades. A circulação prevê temporada de estreia com 4 apresentações, fortalecendo o intercâmbio cultural e valorizando o legado do Estácio, o berço do samba urbano, como pilar da cultura brasileira.
“O Balanço do Estácio – Uma Homenagem a Luiz Melodia” é um espetáculo musical que celebra a obra, o estilo e o legado de Luiz Melodia, artista cuja sonoridade única uniu samba, soul, rock, ijexá e poesia urbana, traduzindo a essência do Rio de Janeiro. Com direção artística e voz de Hugo Ojuara, o projeto recria o universo de Melodia em arranjos contemporâneos, mesclando performance, projeções, narrativa poética e momentos de improviso.A montagem conduz o público por uma viagem sensorial através das canções que marcaram a trajetória do cantor, de “Pérola Negra” a “Estácio, Holly Estácio”, costuradas a releituras e composições autorais que dialogam com o mesmo território afetivo: o Estácio, berço do samba e da música negra urbana.Mais que um tributo, o espetáculo é um encontro entre gerações. Une músicos de diferentes formações, percussões afro-brasileiras e linguagem cênica moderna para resgatar a força poética e a inventividade de Melodia. Em cena, o ritmo, a palavra e a imagem se fundem para celebrar a liberdade criativa, o afeto e a resistência cultural que fizeram do Estácio um dos corações pulsantes da arte brasileira.
Objetivos Gerais:O projeto "O Balanço do Estácio _ Uma Homenagem a Luiz Melodia" tem como objetivo celebrar e difundir a obra de Luiz Melodia, um dos artistas mais representativos da música popular brasileira, cuja trajetória está profundamente ligada ao bairro do Estácio, berço do samba urbano e símbolo de resistência cultural. Através de um espetáculo musical que une performance, audiovisual e narrativa poética, busca-se promover o acesso democrático à cultura, fortalecer o reconhecimento da música afro-carioca e estimular o orgulho e pertencimento das comunidades que formam o tecido cultural do Rio de Janeiro.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 3º do Decreto 11.453, de 2023:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais.Objetivos Específicos:PRODUTO 1: APRESENTAÇÃO MUSICALRealizar 4 apresentações em teatros no Rio de Janeiro, com estrutura profissional de som, luz e projeção.PRODUTO 2: CONTRAPARTIDAS SOCIAISRealizar 1 ação educativa gratuita no Rio de Janeiro, conduzida por Marcele Oliveira e Hugo Ojuara, abordando o tema "Racismo ambiental" e o papel da música como ferramenta de conscientização social.
"O Balanço do Estácio _ Uma Homenagem a Luiz Melodia" nasce da necessidade de reconhecer e valorizar uma das vozes mais originais da música popular brasileira. Luiz Melodia transcendeu fronteiras estéticas e sociais, unindo samba, soul, rock, ijexá e poesia urbana em uma linguagem que traduz a alma do Rio de Janeiro e, em especial, do bairro do Estácio, território que deu origem ao samba urbano e continua sendo símbolo de resistência, criação e identidade cultural.O espetáculo propõe revisitar essa herança a partir de um olhar contemporâneo conduzido por Hugo Ojuara, jovem artista negro, compositor e percussionista, cuja trajetória é fortemente marcada pela influência das matrizes afro-brasileiras e pela fusão de gêneros populares com discurso social. A escolha de Ojuara como condutor do projeto reafirma o compromisso com a continuidade das tradições culturais do Estácio sob novas perspectivas, fortalecendo o elo entre gerações e promovendo a representatividade de artistas periféricos e independentes no circuito cultural do país.A realização do projeto no Rio de Janeiro tem relevância simbólica e territorial: trata-se de um retorno da obra de Melodia às suas origens, em diálogo com as novas expressões da música preta urbana carioca. Ao reunir músicos, técnicos e produtores locais, o projeto impulsiona a economia criativa do estado e fomenta a circulação de saberes e oportunidades em torno de uma produção cultural de alta qualidade.Mais do que um tributo musical, o espetáculo é um ato de preservação da memória e de difusão do patrimônio imaterial brasileiro. Ao revisitar o repertório de Melodia sob arranjos inéditos, o projeto estimula o público a refletir sobre as transformações da cultura popular e a força das manifestações negras na construção da identidade nacional.A proposta também se alinha a objetivos de formação e democratização do acesso: ações educativas gratuitas e ingressos sociais garantem que o público das periferias e estudantes da rede pública participem ativamente do processo de fruição e reflexão cultural. O projeto pretende, assim, inspirar novos artistas e educadores, fortalecer vínculos comunitários e reafirmar o papel da música como instrumento de cidadania e resistência.Em consonância com os princípios da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet) e da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, "O Balanço do Estácio" contribui para o cumprimento das finalidades de acesso, valorização da diversidade, preservação da memória e fortalecimento das cadeias produtivas da cultura, evidenciando o potencial transformador da arte quando ela nasce, pulsa e retorna ao território que a inspirou.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 3º da Lei 8313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
PRODUTO 1: APRESENTAÇÃO MUSICALFormato: Espetáculo musical inédito com banda ao vivo e intervenções poéticas.Duração: Aproximadamente 90 a 110 minutos.Número de apresentações: 4 sessões no Rio de Janeiro (em teatro ou espaço cultural com infraestrutura técnica adequada).Público estimado: Entre 1.200 e 1.600 pessoas no total.PRODUTO 2: CONTRAPARTIDAS SOCIAISFormato: Encontro formativo mediado por Marcele Oliveira e Hugo Ojuara.Duração: 2h por encontro.Público: Estudantes e educadores da rede pública do Rio de Janeiro (até 150 participantes por edição).Metodologia: Conversa aberta + mini-performance musical interativa.Local: Escola pública ou espaço cultural parceiro com estrutura mínima.
PRODUTO 1: APRESENTAÇÃO MUSICALACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais a serem selecionados para as apresentações operarão de acordo com as normas de acessibilidade físicas, contando com rampas de acesso, banheiros adaptados e assentos especiais. Não será necessário alocar despesa para garantir a acessibilidade física.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Um profissional especializado, intérprete de libras, será contratado para as apresentações. Item incluso na verba de divulgação de acessibilidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: As apresentações contarão com assistente de produção para auxiliar a pessoa com deficiência visual fisicamente no local da apresentação. Item incluso na verba de divulgação de acessibilidade.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Serão disponibilizados abafadores de ruído em todas as apresentações, para que pessoas com deficiência intelectual possam usufruir dos conteúdos a serem apresentados com maior conforto. Item incluso na verba de divulgação de acessibilidade.PRODUTO 2: CONTRAPARTIDAS SOCIAISACESSIBILIDADE FÍSICA: O local a ser selecionado para a ação de contrapartida social operará de acordo com as normas de acessibilidade físicas, contando com rampas de acesso, banheiros adaptados e se possível assentos especiais. Não será necessário alocar despesa para garantir a acessibilidade física.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Um profissional especializado, intérprete de libras, será contratado para a palestra. Item incluso na verba de divulgação de acessibilidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: A palestra contará com assistente de produção para auxiliar a pessoa com deficiência visual fisicamente no local da apresentação. Item incluso na verba de divulgação de acessibilidade.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: A atividade oferece uma experiência agradável e acessível a todos, inclusive a pessoas com deficiência intelectual, que serão capazes de usufruir dos conteúdos a serem apresentados com tranquilidade e conforto. Item incluso na verba de divulgação de acessibilidade.
Este projeto se enquadra no Art. 46 da IN 23/2025, e prevê as seguintes ações de democratização de acesso:Entrega de até 10% dos ingressos para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, que receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;Distribuição gratuita promocional de até 10% dos ingressos pelo proponente em ações de divulgação do projeto; Distribuição gratuita de no mínimo 10% dos ingressos com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; Comercialização de no mínimo 20% dos ingressos a preços populares ao valor máximo de R$20,00 (vinte reais).Este projeto se enquadra no seguinte inciso do Art. 47 da IN 23/2025:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;Será disponibilizada a cobertura audiovisual completa do espetáculo na íntegra, com libras e audiodescrição. As gravações serão realizadas com equipamento de captura de vídeo Full HD e serão veiculados gratuitamente nos canais de comunicação do projeto.
Hugo Ojuara - Diretor Artístico e Músico (cantor)Hugo Ojuara é cantor, compositor e percussionista carioca, unindo samba, rap e MPB, com influências da periferia do Rio de Janeiro. Vindo de família musical, iniciou-se em rodas de samba. Lançou seu primeiro single solo, Me Deixa Sambar, em 2022, e destacou-se em 2023 com a faixa Preto Demais, uma forte crítica ao racismo estrutural. No mesmo ano, estreou como cantor no Bloco Batuquebato e criou o Baile d’Ojuara. Em 2024, apresentou O Balanço do Estácio – Uma Homenagem a Luiz Melodia. Utiliza sua arte para abordar questões sociais, combinando tradição e inovação.Matheus Camará - Diretor Musical e Músico (Violão)Matheus Camará é diretor musical, arranjador, compositor e multi-instrumentista. Cursa Bacharelado em MPB/Arranjo na UNIRIO, onde se destacou em projetos orquestrais, apresentando-se no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Já colaborou com grandes nomes como Marcelo D2, Mart’nália, Teresa Cristina, Xande de Pilares e Diogo Nogueira. Tem sólida experiência como educador musical (Instituto Zeca Pagodinho) e em oficinas de ritmos afro-brasileiros. Compõe trilhas sonoras premiadas para cinema, teatro e TV.Fernanda Bastos - Produção Executiva e Músico (Percussão)Multiartista e diretora artística, atua como percussionista, cantora e criadora. Desde 2014, integra o carnaval de rua carioca (Orquestra Voadora, Amigos da Onça) e festivais. Em 2023, integrou a Orquestra Carioca. É percussionista, professora e diretora artística da Escola de Ritmos Batuquebato. Produz os projetos Baile D’Ojuara e O Balanço do Estácio com Hugo Ojuara, com quem compôs "Preto Demais" (2,8 milhões de reproduções no Spotify). É idealizadora e curadora do evento Ramal 7 – Nos Trilhos da Cultura Urbana Afro-Latino-Americana, que atraiu mais de 4 mil pessoas.Rômulo Frazão - (Txai) Músico (Flauta/Sax)Flautista, saxofonista e arranjador carioca, formado pela Escola de Música Villa-Lobos e UFRJ, especializado em música popular. Atua no choro, samba, forró, carimbó e jazz. Já acompanhou artistas como Monarco, Xangô da Mangueira, Diogo Nogueira, Alceu Valença, Chico César, Maria Bethânia e Margareth Menezes. Participou de festivais como Villa-Lobos, FLIP, e internacionais (França, Reino Unido), com turnês pela Europa e Colômbia. Lidera os grupos Cordel Negro e Choro Negro e colabora com Awurê, Gravata Florida e Carcará Groove.Gabriel Loddo - Músico (Bateria)Gabriel Loddo, multi instrumentista, arranjador e produtor musical. Carioca, há 18 anos no mercado atuando ao lado de nomes como Elza Soares, Gabriel O Pensador, Mauricio Carrilho, Abayomy Orquestra, Teresa Cristina e Grupo Semente, Forrocacana, Rachel Reis, Mahmundi, Illy, Ana Frango Eletrico, entre outros.Bóka Reis - Músico (Percussão)Bóka Reis, percussionista, construiu carreira trabalhando com nomes nacionais e internacionais, como Orkestra Rumpilezz, Snarky Puppy, Hamilton de Hollanda, Margareth Menezes e Anitta. Conhecido pela conexão com os tambores baianos, representou o Brasil no PASIC (2016) e no GroundUp Music Festival (2018), além de acompanhar Anitta em turnês (Coachella, Rock in Rio Lisboa). Dirige projetos como DiverSons e o grupo percussivo Dendê, além de conduzir aulas de ritmos afro-brasileiros.Paula Pardón - Músico (Baixo)Nascida no Rio de Janeiro. Constrabaixista, compositora e cantora. Iniciou a sua carreira em 2019. Atualmente acompanha artistas como: Teresa Cristina (Pagode Preta), Grupo Awure, Lourena (Poesia Acústica), Samba que elas querem, Banda Ramal7, Jazz das Minas.Pablo Beato - Músico (Trombone)Músico multi-instrumentista da Baixada Fluminense, iniciou na música aos 9 anos em bandas escolares, passando por percussão, cordas (violão, guitarra, baixo) e sopros. Atualmente trabalha como arranjador e produtor musical do Bloco Me Enterra na Quarta. Toca em outros blocos (Cordão da Bola Preta, Caramuela) e em rodas de samba (Sibic, Cozinha Arrumada, Projeto Samba na Praça, Grupo Awre).Fonseca - Músico (Teclado)Pedro Fonseca é pianista, arranjador e produtor musical carioca. Estudou com Tomás Improta e Aleida Schweitzer, focando em improvisação, Jazz e MPB. Participou de trabalhos como pianista ou produtor com artistas como Jorge Ben Jor, Pedro Luís, Ana Carolina, Diogo Nogueira, Lucy Alves e Fran Gil. Atualmente, faz parte da banda de Jorge Ben Jor e assina a direção e produção musical de Chico Chico.Maryzelia - Artista ConvidadoCantora de Feira de Santana - BA, radicada no Rio de Janeiro. Seu canto foca no samba (canção, partido alto, ijexás, samba reggae, samba de roda). Seu repertório inclui da nova geração a clássicos (Cartola, Dona Ivone Lara, Arlindo Cruz) e baianos (Caetano Veloso, Dorival Caymmi). Com 13 anos de carreira, tem experiência de palcos e trios elétricos na Bahia. Há 7 anos no Rio, conquistou espaço em projetos (Criolice) e casas de renome (Rio Scenarium, Bar do Zeca Pagodinho, Circo Voador). Dividiu palcos com Carlinhos 7 cordas, Xande de Pilares, Pretinho da Serrinha, Maria Rita e Jorge Aragão. No Carnaval 2023, comandou o camarote Arara na Sapucaí (Dir. Pretinho da Serrinha), recebendo Leci Brandão, Jorge Aragão, Diogo Nogueira, entre outros. Tem o disco “Samba na veia” e o single “Dona do Pedaço”.Vinny Santa Fé - Artista ConvidadoSambista e autodidata de Duque de Caxias, ex-atleta profissional de Karatê (Seleção Brasileira). Com pautas sociais e representatividade, alavancou a carreira em 2021 com a faixa "Pauperrecido", viral no TikTok. Pelo discurso de empoderamento, é comparado a artistas de RAP (Emicida, Criolo). Possui mais de 100 milhões de streams e colaborações com Jorge Aragão e Xande de Pilares. É citado como referência da nova geração do samba.Marina Iris - Artista ConvidadoCantora e compositora do Méier (RJ), é uma grande representante do samba. Gravou seu primeiro álbum, “Marina Íris” (2014), com canções autorais e de nomes como Mário Lago e Moacyr Luz. Idealizadora do projeto É Preta, coletivo de cantoras negras, que surgiu em 2016 com o clipe “Pra matar preconceito”. Em 2023 lançou o álbum “Virada”, com participações de Péricles, Moacyr Luz e Diogo Nogueira.Marcele Oliveira - Roteirista (ação educativa - racismo ambiental)É a Presidency Youth Climate Champion da COP30, liderando a mobilização de jovens no Mutirão Global contra a Mudança do Clima. Diretora do Perifalab, é produtora cultural e atua desde 2019 no enfrentamento ao racismo ambiental em Realengo (Zona Oeste/RJ). Fundadora da Coalizão Clima de Mudança, integrou a Agenda Realengo 2030 e o programa Jovens Negociadores pelo Clima. É mestre de Cerimônias do Circo Voador e pesquisa como a cultura pode impulsionar a adaptação climática nas periferias.
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Perfil agência incompatível com tipo pessoa, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email dfind.sefic@cultura.gov.br.