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Produzir e apresentar em São Paulo o espetáculo "Rita Lee: Balada da Louca" adaptação do livro de Rita Lee (Outra Autobiografia), um monólogo corajoso, centrado nos últimos e desafiadores anos do grande ícone da MPB.
Ao não poupar detalhes de seu tratamento e de sua rotina, Rita Lee escancara uma porta para falar da doença, da vida — e do fim dela —, da fé — e da ausência dela. A Rita que se apresenta no monólogo é muito humana, real, e pode tocar profundamente o espectador.Ela não apenas relata os tratamentos, como radioterapia e quimioterapia, mas também fala do apoio de profissionais, da conexão com os “oncolegas” e de como lidou com as limitações do corpo. Conta, por exemplo, como encarou com leveza e positividade certas mudanças — como o uso da cadeira de rodas — e até o momento em que precisou raspar o cabelo, ficando sem a franja, uma de suas marcas registradas.Ao expor experiências tão íntimas e ao abordar de forma natural uma doença ainda cercada de tabus — cujo nome muitos evitam pronunciar —, Rita convida o público a compartilhar sua vivência. Com seu olhar único, a experiência transmitida no monólogo oferece compreensão, aceitação, alívio e coragem.
Realizar 36 apresentações do espetáculo teatral "Rita Lee: Balada da Louca" na cidade de São Paulo.As apresentações serão realizadas em teatro com capacidade média de 300 lugares para o público em geral, a partir de 14 anos de idade, com o potencial de atender 10.800 espectadores.A título de contrapartida, serão realizadas 04 palestras, com 02 horas de duração cada, para 500 beneficiários, entre alunos e professores da rede pública de ensino, abordando os temas da produção cênica dos espetáculos teatrais, respeitando-se o artigo 49 da IN nº23 de 05/02/2025. A comprovação da realização desses encontros se dará através de lista de presença de participação, registros fotográficos e videográficos e nas cartas convites enviados às instituições beneficiárias do projeto.
O projeto se enquadra nas diretrizes do art. 1° da Lei n. 8.313/91, que prevê a facilitação de acesso às fontes da cultura e exercício dos direitos culturais, a valorização e difusão do conjunto de manifestações culturais e seus respectivos criadores, entre outros.O espetáculo monólogo "Rita Lee: Balada da louca" foi concedido a partir da segunda autobiografia (Rita Lee: Outra autobiografia, 2023) escrita pela artista que, ao ser diagnosticada com câncer no pulmão, em 2021, decidiu escrever uma espécie de diário.Pela forma de escrita, é um texto que aproxima demais a Rita de cada um de nós. A Rita apresentada nesse monólogo assume a forma mais humana possível e nos dá uma luz para enfrentar obstáculos na vida. Ela fala de finitude, de amor e da doença com uma coragem ímpar, sem dramas. Só a Rita poderia ter feito algo nesse nível e com essa clareza. Roberto (de Carvalho), nos deu as bênçãos da maneira mais generosa e cheia de luz. O apoio dele, mais que especial, é fundamental. Esse livro se transforma em um monólogo corajoso, centrado nos últimos e desafiadores anos do grande ícone da MPB. Assim como no texto original, a peça traz as grandes marcas de Rita: a franqueza crua — ora chocante, ora irônica, ora sutil e amorosa. Assim, o projeto aproxima o público de grandes temas da vida, sob a perspectiva de um grande ícone da música brasileira.
“Quando decidi escrever Rita Lee: Uma autobiografia (2016), o livro marcava, de certo modo, uma despedida da persona Rita Lee, aquela dos palcos, uma vez que já havia me aposentado dos shows. Achei que nada mais tão digno de nota pudesse acontecer em minha vidinha besta. Mas é aquela velha história: enquanto a gente faz planos e acha que sabe de alguma coisa, Deus dá uma risadinha sarcástica”, escreveu Rita sobre a obra.
- 36 apresentações - duração do espetáculo - 90 minutos- ingressos de R$ 50,00 à R$ 150,00- Classificação indicativa - 12 anos
Declaramos que o projeto “Rita Lee: Balada da Louca”, atende ao disposto no art. 57, inc. II, do Decreto 11.453/23, pois será realizado em teatro que proporciona condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei n. 10.741/2003, e a portadores de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto 3.298/1999. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: Teatro escolhido com rampas de acesso, elevadores especiais, banheiros adaptados, cadeiras para obesos, piso tátil e local demarcado para cadeirantes. Acessibilidade de conteúdo: Será integral, em 100% das sessões e, para todas as modalidades (auditivo, visual e cognitivo), com os seguintes recursos: - Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição - Na planilha orçamentária, item; audiodescrição; - Acessibilidade para deficientes auditivos: tradução e intérprete de libras - Na planilha orçamentária, item: intérprete de libras; - Acessibilidade para pessoas com espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações: monitores treinados e acompanhante - Na planilha orçamentária, item monitores; PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL: Acessibilidade física: local acessível com rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados, cadeiras para obesos, piso tátil e local demarcado para cadeirantes. Acessibilidade de conteúdo: Será integral, em 100% das palestras, para todas as modalidades (auditivo, visual e cognitivo). - Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição - Na planilha orçamentária, item; audiodescrição; - Acessibilidade para deficientes auditivos: tradução e intérprete de libras - Na planilha orçamentária, item: intérprete de libras; - Acessibilidade para pessoas com espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações: monitores treinados e acompanhante - Na planilha orçamentária, item monitores; Em todos os materiais de divulgação/comunicação serão aplicados os símbolos de acessibilidades.
Democratização de acesso:As cotas de ingressos a serem distribuídos seguem detalhadas abaixo:- Cota ao patrocinador: 10% do total dos ingressos, distribuídos gratuitamente- Cota social ou educativa: 10% do total dos ingressos, distribuídos gratuitamente- Cota aos divulgadores: 10% do total dos ingressos, distribuídos gratuitamente- Cota aos beneficiários: 20% do total dos ingressos* *A cota de ingressos aos beneficiários será comercializada em valores que não ultrapassem R$50,00(cinquenta reais).Os 50% restantes dos ingressos serão vendidos em bilheteria com descontos previstos em lei.Em complemento, o proponente prevê a adoção das seguintes medidas de ampliação de acesso, conforme Art. 47 da IN nº 23 de 05/02/2025.V- realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; - no caso específico, realizar 1 ensaio aberto para estudantes e professores de escolas públicas.
Roteiro e Dramaturgia: Guilherme Samora Direção: Beatriz Barros Elenco: Lilia Cabral Figurino: Marcela Donato Direção Musical: Marcelo Pellegrini Cenário: a definirIluminação: Wagner PintoGestão financeira: Cenne GotsProdução: Edinho Rodrigues Guilherme SamoraFormado pela PUC (Pontifícia Universidade Católica), com mais de 20 anos de experiência trabalhando em jornais como o “Diário de S.Paulo” (2006 – 2009) e nas editorias Mundo e Cultura. Colunista do periódico. Repórter/ editor da revista semanal; -Revistas: “QUEM” (Globo, 2009 – 2017), na qual também fui editor e, posteriormente, diretor, com grande foco em cultura. Colaboração para outros títulos como “Marie Claire”, “Monet”, “Ela”. Mercado literário Editor: entre outros, editei diversos livros de sucesso, como os de Rita Lee e os de Xuxa Meneghel ("Memórias" e os infantis, “Maya”, “Vaquinha Mimi” e “Bentinho”); Autor: "Francisco" (2018, Globo), “FavoRita” (2018, parceria com Rita Lee) Também sou o autor do Phantom, personagem que interage com Rita Lee em suas duas autobiografias (a primeira, de 2016, e a mais recente, que será lançada em maio de 2023).Exposições Direção artística e roteiro: "Rita Lee - a rainha do rock", que ficou em cartaz no MIS (Museu da Imagem e do Som de São Paulo), de setembro de 2021 a fevereiro de 2022. Fotografia Mesmo que considere um hobby, já tive fotografias em capas de publicações culturais/ comportamentais de alcance nacional como "Rolling Stone", "Claudia", "Ela" (Globo), "QUEM".Objeto de estudo Há anos dedico-me, também, ao estudo do legado cutural de Rita Lee. Beatriz BarrosBeatriz Barros é uma artista transdisciplinar que tem como foco em suas atuações o cruzamento entre as áreas do teatro e da arte educação. Graduada em Ciências Sociais pela FFLCH-USP, em 2018 Barros integrou a 17ª turma do Núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI. Foi indicada em 2015 ao Prêmio Shell de Teatro na Categoria "Inovação" com o grupo que fundou, o Pequeno Teatro de Torneado. Em 2018 ganhou com a companhia de teatro para infâncias CIA. MAR o Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem na categoria "Revelação". Beatriz foi também uma das fundadoras da companhia que existe faz 8 anos. Como diretora teatral, Beatriz assina a adaptação dramatúrgica e a direção geral da montagem oficial do livro "O Avesso da Pele", do escritor Jeferson Tenório, que ganhou o Prêmio Jabuti 2021. A peça foi indicada na categoria "Melhor Ator" pela atuação de Vitor Britto nos Prêmios APCA e Prêmio Shell no ano de 2023. Também dirigiu outros espetáculos teatrais nos últimos anos como: "Fuga" (2025), “Felizarda” (2025), "Mar Aberto" (2024), "Bocarra" (2024), "KHAN" (2019) e "Amargor" (2018). Por fim, Barros também atua como diretora de arte, atuante na criação do cenografia, figurino e adereços de cena. Assina a direção de arte dos espetáculos: "DEPOIS DO ENSAIO, NORA, PERSONA" (2024) do diretor José Fernando Peixoto de Azevedo indicado ao prêmio Shell de Melhor Direção (2024); "Meu pai, Hamlet" (2024) com direção de Julia Pedreira, João Turchi e Miguel Antunes Ramos e "Stalking - Um conto de terror documental" (2023) com direção de Elisa Volpatto e Rita Grillo. Lilia CabralLília Cabral é uma atriz brasileira formada pela Escola de Arte Dramática em 1978, com uma extensa carreira na televisão, cinema e teatro. Na TV, estreou em 1981 e acumula dezenas de papéis em novelas como "Vale Tudo" (1988), "Fina Estampa" (2011) e "A Força do Querer" (2017). No cinema, estrelou filmes como "Divã" (2009) e "A Partilha" (2001). O currículo da atriz inclui ainda várias indicações ao Prêmio Emmy Internacional e diversos prêmios nacionais. Estreou no teatro em 1978 em Marat-Sade, emendando outras peças como Divinas Palavras, Estado de Sitio e o O Bordel. Em 1981, passou nos testes para Os Imigrantes, escrita por Benedito Ruy Barbosa na Band, onde interpretou a Angelina, neta do protagonista de Rubens de Falco. Entre 1981 e 1982, esteve no elenco de Os Adolescentes, onde deu vida a Marcela, principal antagonista que infernizava a vida da personagem de Júlia Lemmertz. Em 1984, pelo destaque na Band, foi contratada pela Rede Globo para atuar em Corpo a Corpo, de Gilberto Braga, vivendo a perua Margarida. Um fato curioso é que, desde então, não ficou um ano sequer fora da televisão.Entre 1986 e 1987, interpretou Antonieta em Hipertensão, uma mulher que tinha duas personalidades, a de mulher inocente e ingênua durante o dia, e a de dançarina em boate durante a noite. Logo depois, fez a primeira fase da novela Mandala como Lena. Em 1988, atuou em Vale Tudo, de Gilberto Braga e Aguinaldo Silva, no papel da secretária Aldeíde Candeias, que sofria nas mãos do patrão Marco Aurélio(Reginaldo Faria) e vivia inventando desculpas para sair mais cedo, e ficava milionária ao longo da trama. Em 1989, viveu a beata Amorzinho no grande sucesso de Aguinaldo Silva, Tieta. Logo depois, vieram a insana Ernestina em Salomé, a dançarina Alva em Pedra Sobre Pedra e a dissimulada Simone em Pátria Minha, além das minisséries O Portador e Sex Appeal. Em 1995, participou de História de Amor, como a neurótica e obsessiva Sheila, iniciando sua parceria com Manoel Carlos. Depois, em 1997, participou em Anjo Mau, como Goreti. Naquele mesmo ano, apesar de não ter atuado na novela, seu rosto aparecia diariamente no canto superior de uma das fotos da abertura de Por Amor.[11] Em 1998, interpretou a perua Verena na telenovela Meu Bem Querer e, em 1999, foi a mãe de Tati, protagonista da primeira temporada de Malhação. Em 2000, atuou na novela Laços de Família, como Ingrid, mãe da vilã Íris (Deborah Secco), uma mulher do interior que se muda para a cidade e morre num assalto. Em 2001, viveu a vilã cômica Daphne em Estrela-Guia e, no ano seguinte, apareceu em outra novela das seis, Sabor da Paixão, como a doce Edith. Em 2003, participou de Chocolate com Pimenta, como a vilã cômica Bárbara Albuquerque. Posteriormente, integrou o elenco de Começar de Novo, como Aída, dona de um famoso spa. Em 2006, foi a antagonista Marta Toledo Flores, em Páginas da Vida, e sua interpretação recebeu o Troféu Imprensa de melhor atriz daquele ano, também sendo indicada ao Emmy Internacional de 2007, na categoria de melhor atriz. Contudo, perdeu a estatueta para a atriz francesa Muriel Robin, pela sua participação em Marie Besnard — The Poisoner. A atriz colheu vários elogios e prêmios pelo seu desempenho como a vilã Marta, considerada um divisor de águas na sua carreira. Em 2008, viveu a sofrida Catarina, na novela A Favorita, de João Emanuel Carneiro, que convivia com o abuso físico do marido Léo (Jackson Antunes) e com a descoberta da sua bissexualidade e seu relacionamento com Stela (Paula Burlamaqui). Em 2009, estrelou o filme Divã, no qual interpretou a protagonista Mercedes. Posteriormente, viveu a ex-modelo Tereza, em Viver a Vida, uma mulher dominadora que rivaliza com Helena, vivida por Taís Araújo. Em 2011, retornou à TV em Fina Estampa, onde interpretou sua primeira protagonista no horário nobre, Griselda Pereira, a "Pereirão", ganhando vários prêmios como melhor atriz pelo desempenho na novela. Em 2013 protagonizou o remake Saramandaia, interpretando a empresária Vitória Vilar. Em 2014, interpreta Maria Marta, a vilã de Império, novela das nove de Aguinaldo Silva, continuando a parceria com o autor. Por essa personagem, ganhou o Troféu Imprensa e o Prêmio Extra, ambos em melhor atriz. Em 2016, participa da novela das onze Liberdade, Liberdade, como a sofrida cafetina Virgínia. No ano seguinte, vive Silvana, uma compulsiva por jogos, em A Força do Querer, de Glória Perez, retornando ao horário nobre global. Em 2018, repete novamente a parceria com o autor Aguinaldo Silva, interpretando a milionária Valentina Marsalla, em O Sétimo Guardião. Wagner PintoAssina seu primeiro trabalho, em 1984, para o espetáculo Imaculada, de Franco Scaglia, um solo com a atriz Yara Amaral. Participa das realizações iniciais do Grupo Tapa, nas montagens de Casa de Orestes e O Alienista. Em 1986, já faz assistência de luz para o diretor Gerald Thomas nas suas primeiras realizações no Brasil, assina outras em parceria com o diretor e participa como membro fundador da Cia de Ópera Seca. Entre 1988 e 1990, fez estagio no Teatro La MaMa e Metropolitan Ópera House, em Nova York, onde pesquisa e aprimora técnicas de iluminação de Ópera. Trabalha com a coreógrafa Carlota Portella e Milton Dobbin, no espetáculo Vacilou Dançou, no Teatro Nelson Rodrigues, no Rio de Janeiro. Ilumina Orlando, para Bia Lessa, em 1994. Neste mesmo ano, é vencedor do Prêmio Shell de Iluminação por Penteseléias, direção Daniela Thomas e Bete Coelho. Em 1997, assina o desenho de luz do espetáculo A Breve Interrupção do Fim, concepção de Gerald Thomas e Sueli Machado, com o Grupo de Dança Primeiro Ato. Entre 1997 e 1998, cria as iluminações para a Companhia do Latão de Ensaio para Danton, Ensaio Sobre o Latão, Santa Joana dos Matadouros. Desde então, cria até hoje lindos quadros vivos através de suas pinturas com luz em inúmeros espetáculos. Em 2017, junta-se à Lighting Designer Arquitêtonica Carina Tavares e criam a A2 Lighting Design. Marcelo PellegriniCompositor e produtor musical. Desde 1992 compõe e produz trilhas para TV, dança, teatro e cinema. Em 2009 monta a própria produtora e editora, SURDINA. Entre as mais de 90 trilhas originais para teatro, destacam-se as longas parcerias com os diretores José Celso Martinez Corrêa, Nelson Baskerville, Carla Candiotto, Leonardo Moreira (Cia Hiato), José Roberto Jardim, Rafael. Primot, entre outros, além das parcerias com companhias importantes, como La Mínima, Cia. Etc&tal, Nau de Ícaros, Le Plat du Jour. Produziu ainda mais de 30 trilhas para o audiovisual, entre longas, curtas, séries e documentários. Recebeu três vezes o Prêmio Shell de Teatro – melhor música 1998 por À Margem Da Vida (1998), Os Sertões - A Terra (2002), e Pagliacci (2017), entre um total de nove indicações que recebeu ao prêmio. Em 2013 teve uma retrospectiva do seu trabalho em teatro selecionado para a Mostra Oficial da quadrienal World Stage Design, em Cardiff, no País de Gales, onde foi um dos três indicados mundiais ao Sound Design Golden Award. Marcela DonatoCriação e execução de cenários, figurinos, adereços, produções executivas e administrações, para mais de 80 espetáculos com diretores conceituados como : Nelson Baskerville, Marco Antonio Rodrigues, Eliana Fonseca, Eduardo Tolentino de Araújo, Bete Dorgan, Carlos Palma entre outros. Em 2005, assistência de direção e de cenografia, para Naum Alves de Souza, na a ópera “Pescadores de Pérolas” – Teatro Municipal de São Paulo. PUBLICIDADE: Assistência de cenografia, assistência de produção de objetos, adereços e confecções de bonecos para o ateliê Boca de Cena de Beto de Souza de 2000 a 2010, em campanhas publicitárias e eventos como : FAAP, MTV, Mac Donald’s, CeA, SESC - SP, Agência MPM, SBT, entre outros. TELEVISÃO: Assistência de direção de arte e de produção de objetos para Beto de Souza em “Joca e os Cupins” – TV Cultura. Direção de Arte e produção de objetos para “CLICK !” – Com Daniel Warren – Canal Gloob – 4 Temporadas CINEMA: Assistência de produção de objetos para Clissia Moraes nos longas: “Talvez uma História de amor”, “O Olho e a Faca” e “Nada a Perder” (1 e 2).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.