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O projeto "A Libertação de Araceli" é um espetáculo teatral dirigido por Kauê Navarro e Loba Machado, que aborda temas como violência de gênero, abuso sexual e desigualdade social, inspirando reflexão e transformação. A proposta inclui 20 apresentações teatrais em cidades do estado do Rio de Janeiro, seguidas de rodas de conversa com especialistas e ações formativas voltadas à conscientização e ao fortalecimento da rede de proteção à mulher. O projeto também prevê registro audiovisual e campanha educativa para ampliar seu alcance e impacto social.
O espetáculo teatral “A Libertação de Araceli” apresenta a trajetória de Araceli, uma jovem que, após sofrer abusos dentro da própria casa e ser expulsa pela mãe, busca refúgio em um mundo que lhe impõe novas formas de violência e silenciamento. A narrativa conduz o público por uma jornada intensa de dor, resistência e desejo de liberdade, abordando temas como violência de gênero, exploração sexual, desigualdade social e vulnerabilidade feminina. A encenação combina drama e música, com direção de Kauê Navarro e Loba Machado, e conta com debates e rodas de conversa após as apresentações, ampliando a reflexão sobre os direitos das mulheres e o enfrentamento da violência.Classificação indicativa: 14 anos.
OBJETIVO GERALPromover, por meio do espetáculo teatral "A Libertação de Araceli", a conscientização e reflexão social sobre a violência de gênero, o abuso sexual e a desigualdade social, utilizando a arte como instrumento de transformação, sensibilização e fortalecimento dos direitos humanos e da proteção à mulher, à criança e ao adolescente.OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Realizar 20 apresentações teatrais da peça "A Libertação de Araceli" em diferentes cidades do estado do Rio de Janeiro, com acesso gratuito ou popular;- Promover 20 rodas de conversa com especialistas em psicologia, assistência social e direitos das mulheres, após as apresentações, para ampliar o debate e o acolhimento;- Oferecer oficinas formativas de sensibilização e expressão cênica voltadas a jovens e mulheres, integrando arte e educação como ferramentas de prevenção à violência;- Produzir e divulgar um registro audiovisual do espetáculo e dos debates, a ser disponibilizado gratuitamente em meios digitais e exibições comunitárias;- Desenvolver uma campanha educativa nas redes sociais com foco na conscientização sobre o combate à violência de gênero e na valorização da mulher;- Garantir acessibilidade comunicacional nas apresentações e atividades, com intérprete de Libras e materiais informativos inclusivos;- Ampliar o acesso à cultura em regiões periféricas e fortalecer a circulação teatral no estado, contribuindo para a formação de plateias e o estímulo à reflexão social através da arte.
O projeto "A Libertação de Araceli" nasce de uma urgência social e de uma necessidade artística: dar voz às histórias silenciadas, às mulheres e meninas que tiveram sua humanidade negada em nome da violência, do poder e do esquecimento. A criação deste espetáculo surge como um gesto de resistência e memória, um ato estético e político que transforma a dor em linguagem, o trauma em reflexão, e o teatro em um espaço de reconstrução coletiva. Ao unir arte, psicologia e engajamento social, a obra propõe um mergulho profundo nas contradições da sociedade brasileira, revelando feridas históricas ainda abertas e propondo caminhos simbólicos de libertação.O enredo, inspirado na memória de Araceli Cabrera Crespo, menina de oito anos vítima de um crime brutal em 1973, ultrapassa o limite da narrativa factual e se converte em metáfora universal da violência de gênero e das desigualdades que estruturam o país. "A Libertação de Araceli" não busca apenas narrar uma tragédia, mas problematizar o sistema que a perpetua, um sistema que naturaliza o sofrimento feminino e transforma o corpo da mulher em território de opressão. A peça dialoga com um Brasil ainda marcado pela necropolítica, pela marginalização das periferias e pela invisibilidade dos corpos femininos, sobretudo os corpos pobres e racializados.A pertinência cultural do projeto se revela na capacidade de transformar o palco em um espaço de encontro, denúncia e acolhimento. O teatro, aqui, é mais do que arte; é um território simbólico de reconstrução. Cada cena, cada gesto e cada silêncio carregam o peso de uma realidade social que precisa ser vista e sentida. A força da dramaturgia de Kauê Navarro e Loba Machado está na sensibilidade com que os temas da violência doméstica, exploração sexual, desigualdade e opressão social são trabalhados. A narrativa não busca o choque pelo choque, mas a escuta, o reconhecimento e a empatia. É uma peça que propõe ao público a difícil tarefa de olhar de frente o que muitas vezes se prefere ignorar.O teatro sempre foi um espelho do tempo e das dores humanas, e, neste projeto, assume sua função mais nobre: a de despertar consciência. Em um país onde o feminicídio e o abuso sexual ainda figuram entre os índices mais altos do mundo, o gesto de criar uma obra que trata desses temas é também um ato de coragem e responsabilidade social. A relevância cultural da peça está no diálogo direto com a realidade, mas também na forma poética como o faz — uma poética dura, visceral, que traduz em arte a complexidade das violências e das resistências femininas.A estética escolhida reflete a essência da obra. O cenário é um espaço doméstico, simples e fragmentado, composto por elementos simbólicos — um varal de roupas, uma mesa de passar, uma televisão antiga, copos, vassoura. O ambiente cotidiano serve de metáfora para o confinamento e o controle que permeiam a vida de Araceli. A cor preta domina o espaço cênico, representando tanto o luto quanto o esquecimento coletivo. Em contraste, a iluminação vermelha surge como marca da dor, da paixão e do renascimento. O som, ora tenso, ora lírico, acompanha o pulsar interno da personagem. Tudo é construído para provocar sensações, para fazer com que o público viva a história junto dela, dentro dela.A proposta artística vai além da representação. Ela propõe um rito de passagem — uma travessia da violência à libertação. O espectador é convidado não apenas a assistir, mas a sentir e refletir. Ao final, quando ocorre a inversão de papéis entre vítima e agressor, a peça rompe as fronteiras da ficção e lança o público em uma experiência catártica e transformadora. Essa inversão, que simboliza o espelhamento da sociedade, revela o quanto todos estão implicados na manutenção ou desconstrução das estruturas de opressão.O teatro como ferramenta de transformação social é uma das diretrizes centrais do projeto. Kauê Navarro, psicólogo e diretor teatral, e Loba Machado, psicóloga junguiana e produtora cultural, trazem em suas trajetórias o compromisso com o teatro social e a arte como cura. A partir de suas formações, constroem uma dramaturgia que une o olhar clínico e o olhar poético, o social e o simbólico, o real e o onírico. A peça se torna, assim, um instrumento de mediação entre o inconsciente coletivo e o cotidiano, entre o trauma e a possibilidade de elaboração.A relevância sociocultural da proposta é reforçada pela sua dimensão educativa e formativa. Cada apresentação será acompanhada de rodas de conversa com especialistas, em um movimento de articulação entre arte e cidadania. Esses encontros promovem um diálogo direto entre o público, o elenco e profissionais das áreas de psicologia, serviço social, educação e direitos humanos. A arte, nesse contexto, não se encerra no palco; ela reverbera, mobiliza e transforma. As conversas ampliam a compreensão do público sobre o tema da violência, fortalecendo a rede de apoio às mulheres e estimulando a construção de novas práticas de convivência social.A circulação do espetáculo por 20 cidades do estado do Rio de Janeiro tem papel fundamental na democratização do acesso à cultura. Levar o teatro a diferentes municípios significa descentralizar a produção artística, permitindo que populações fora dos grandes centros também tenham acesso a obras de alta qualidade estética e relevante impacto social. A descentralização é, portanto, parte da estratégia de fortalecimento cultural e inclusão cidadã que norteia o projeto.A escolha pelo formato teatral musicado amplia ainda mais as possibilidades expressivas da obra. As músicas e sons originais criados para o espetáculo são parte integrante da narrativa, traduzindo em melodia as emoções que as palavras, por vezes, não alcançam. A trilha funciona como fio condutor entre o visível e o invisível, entre o corpo e o inconsciente. Essa integração entre som, corpo e palavra é o que dá ao espetáculo sua textura sensorial e psicológica.O projeto tem uma dimensão simbólica e política que o torna essencial no contexto atual. Em uma época marcada por retrocessos nas políticas públicas de gênero e cultura, "A Libertação de Araceli" reafirma a importância do teatro como espaço de resistência e conscientização. O espetáculo defende o direito à memória e à dignidade humana, resgatando histórias silenciadas e transformando-as em arte. Trata-se de um projeto que confronta o esquecimento e valoriza a escuta, que desafia a indiferença e propõe empatia.O impacto da obra não se limita à experiência estética. Ela propõe um encontro com o real, um espelho social que obriga o espectador a repensar o lugar que ocupa diante das violências e desigualdades. Essa dimensão de espelhamento é o cerne do teatro contemporâneo, onde o público deixa de ser mero observador e passa a ser sujeito da transformação. "A Libertação de Araceli" é um exemplo de como a arte pode atuar como mediadora entre o individual e o coletivo, entre o simbólico e o político.Ao articular teatro e psicologia, o projeto traz uma perspectiva inédita para a cena cultural brasileira. Ele não apenas denuncia as feridas da sociedade, mas também oferece um espaço simbólico de cura. O espetáculo é, ao mesmo tempo, denúncia e ritual, dor e esperança, trauma e renascimento. Sua estrutura dramatúrgica é construída em camadas, permitindo que o público acesse a história de Araceli de múltiplas formas — ora pela identificação emocional, ora pela análise crítica, ora pela experiência estética.O caráter formativo e transformador é reforçado pelas ações educativas paralelas, que incluem oficinas de expressão cênica e rodas de escuta terapêutica voltadas a jovens e mulheres. Essas atividades buscam despertar o senso de pertencimento e o poder da arte como ferramenta de autoconhecimento e empoderamento. Em cada cidade, as oficinas serão adaptadas à realidade local, valorizando as especificidades culturais e fortalecendo a identidade regional.
O projeto “A Libertação de Araceli” possui uma dimensão simbólica e educativa que transcende o espetáculo em si, representando um compromisso profundo com a transformação social por meio da arte. A obra se destaca por sua abordagem ética e sensível sobre violência de gênero, exploração infantil e vulnerabilidade social, propondo que o teatro seja instrumento de reflexão, diálogo e mudança de percepção na sociedade.Além das apresentações teatrais, o projeto prevê a formação continuada do público, através de debates, oficinas e registros audiovisuais que permitem reaproveitamento em contextos educativos e culturais. A circulação do espetáculo por 20 cidades do estado do Rio de Janeiro amplia o impacto, alcançando territórios que frequentemente têm acesso limitado a produções culturais de relevância social.O projeto prioriza a inclusão e a acessibilidade, garantindo presença de intérpretes de Libras, legendas descritivas, espaços adaptados para pessoas com deficiência e sinalização adequada, assegurando que a experiência seja efetivamente universal.Outro ponto relevante é a sustentabilidade da produção, tanto na escolha de materiais cenográficos e figurinos, que são reutilizáveis e de baixo impacto ambiental, quanto na circulação planejada para otimizar transporte e logística.A obra também promove o fortalecimento de redes culturais e comunitárias, envolvendo escolas, centros culturais, coletivos artísticos e organizações de proteção à criança e à mulher, consolidando parcerias que ampliam o alcance social e educativo do projeto.Por fim, a iniciativa contribui para a documentação e preservação de práticas culturais engajadas, com registro audiovisual de apresentações, oficinas e rodas de conversa, criando um acervo que pode ser utilizado em ações pedagógicas, debates públicos e futuras pesquisas sobre teatro social e arte engajada.
O espetáculo teatral “A Libertação de Araceli” é uma produção cênica de gênero drama, com duração aproximada de 65 minutos, destinada ao público a partir de 14 anos. A encenação acontece em palco italiano, podendo adaptar-se a espaços alternativos, praças ou centros culturais. O cenário é composto por elementos simbólicos do cotidiano — mesa, roupas no varal, rádio antigo, televisão, vassoura e poucos móveis —, criando uma atmosfera intimista e realista. A iluminação privilegia o contraste entre luz e sombra, com momentos de tonalidade vermelha e âmbar que expressam estados emocionais da protagonista. A trilha sonora original é executada de forma híbrida, com sons gravados e música ao vivo em algumas cenas.O projeto utiliza materiais sustentáveis e estruturas de fácil transporte, adequadas à circulação em diversas cidades do estado do Rio de Janeiro. A equipe técnica conta com direção, produção executiva, sonoplastia, iluminação, cenografia, figurino, intérprete de Libras, assistente de palco e equipe de apoio local.O projeto pedagógico prevê a realização de rodas de conversa e ações formativas com psicólogos, educadores e representantes de movimentos sociais, após cada apresentação, discutindo temas como violência de gênero, autoestima e empoderamento. Essas atividades têm caráter educativo e comunitário, fortalecendo o elo entre arte, educação e transformação social. O espetáculo será também registrado em audiovisual, compondo material didático e de difusão cultural.
O projeto “A Libertação de Araceli” compreende a acessibilidade como um princípio fundamental de inclusão e democratização cultural, assegurando que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou cognitivas, possam participar plenamente das atividades propostas. A acessibilidade será garantida de maneira integral, contemplando tanto a dimensão física dos espaços quanto a acessibilidade de conteúdo das apresentações e ações formativas.No âmbito da acessibilidade física, todos os locais selecionados para as apresentações e atividades formativas contarão com estrutura adequada para receber pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados, espaços reservados para cadeirantes e sinalização tátil e visual sempre que possível. A equipe de produção realizará um mapeamento prévio dos espaços para assegurar que todas as condições de deslocamento e conforto sejam plenamente atendidas, garantindo autonomia e segurança ao público durante todo o evento.Já a acessibilidade de conteúdo será assegurada através de recursos comunicacionais que permitam a fruição completa da obra e o acesso às informações por pessoas com deficiência auditiva e visual. Todas as apresentações contarão com intérprete de Libras em tempo real, posicionado de forma visível no palco, possibilitando a compreensão das falas, sons e atmosferas cênicas. Além disso, haverá legendas descritivas projetadas nas sessões gravadas e nos materiais audiovisuais do projeto, garantindo que o conteúdo esteja acessível também nas exibições digitais e nas ações formativas.Os materiais de divulgação, programas, cartazes e redes sociais do projeto serão produzidos com atenção à comunicação inclusiva, utilizando linguagem simples e fontes legíveis, além de contrastes adequados de cor, facilitando a leitura para pessoas com baixa visão. O conteúdo informativo será revisado para atender aos critérios de acessibilidade comunicacional e será disponibilizado também em formato digital acessível.Essa estrutura de acessibilidade não será apenas um recurso técnico, mas um conceito transversal que atravessa toda a proposta artística de “A Libertação de Araceli”. O projeto compreende que o direito à cultura é um direito humano fundamental, e que a presença da diversidade — de corpos, vozes, experiências e modos de percepção — amplia o sentido da arte e a potência transformadora do teatro. Assim, a acessibilidade se torna parte da própria estética e ética do projeto, fortalecendo sua dimensão educativa, social e cultural.
O projeto “A Libertação de Araceli” foi concebido com o propósito de garantir o acesso amplo, gratuito e democrático à arte e à reflexão social que ela promove. Todas as 20 apresentações teatrais serão oferecidas de forma gratuita ou a preços simbólicos, com cotas reservadas para públicos em situação de vulnerabilidade social, pessoas com deficiência, estudantes de escolas públicas, mulheres atendidas por programas de proteção e moradores das comunidades próximas aos locais de realização. Essa política de acesso assegura que o espetáculo atinja diferentes camadas sociais, descentralizando o consumo cultural e estimulando a formação de novos públicos.A circulação do espetáculo por diversas cidades do estado do Rio de Janeiro reforça o compromisso do projeto com a descentralização das ações culturais, levando o teatro a regiões que, muitas vezes, carecem de oferta cultural regular e acessível. Cada cidade contemplada será escolhida a partir de critérios que considerem o impacto social e educativo da proposta, priorizando territórios periféricos, centros culturais comunitários e espaços públicos adaptados para a encenação.Além das apresentações, o projeto prevê ensaios abertos ao público, criando oportunidades de aproximação entre artistas e comunidade. Esses momentos permitirão que estudantes, coletivos teatrais locais e interessados no processo criativo possam acompanhar a construção da obra, compreender suas etapas e dialogar diretamente com a equipe artística, promovendo uma troca viva de experiências e saberes.As ações formativas também cumprem papel essencial na democratização do acesso. Serão oferecidas oficinas gratuitas de expressão cênica e sensibilização social, voltadas a jovens, mulheres e educadores, incentivando o uso da arte como ferramenta de escuta, denúncia e transformação. Essas oficinas não apenas ampliam o público do teatro, mas estimulam a multiplicação de práticas culturais autônomas dentro das comunidades.Com o intuito de expandir o alcance das discussões levantadas pela obra, será produzido um registro audiovisual completo do espetáculo e das rodas de conversa, que será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais do projeto e em canais públicos de exibição. Essa ação permitirá que pessoas de todo o país, inclusive aquelas que não possam estar presencialmente nas apresentações, tenham acesso ao conteúdo e às reflexões propostas.Outra estratégia de ampliação do acesso será a transmissão online de apresentações selecionadas, acompanhadas de intérprete de Libras e legendas descritivas, garantindo acessibilidade digital e permanência do conteúdo na internet. Essa difusão amplia o impacto cultural e educativo do projeto, fortalecendo sua dimensão social e consolidando sua presença no ambiente digital como um espaço de diálogo e conscientização.A campanha de divulgação também será direcionada à ampliação do acesso e da participação. Com uma linguagem inclusiva e acessível, serão utilizadas mídias comunitárias, rádios locais, escolas públicas, redes sociais e coletivos culturais parceiros, assegurando que a informação chegue a públicos diversos. A comunicação será pensada não apenas como promoção, mas como instrumento de mobilização cultural e social.Dessa forma, “A Libertação de Araceli” propõe um modelo de democratização de acesso que vai além da simples gratuidade: um encontro sensível entre arte e público, no qual o teatro se torna um espaço de escuta, pertencimento e reflexão coletiva. A circulação, as oficinas, os ensaios abertos e a presença digital são caminhos complementares de um mesmo propósito — garantir que a experiência artística chegue a todos os lugares e a todas as pessoas, como um direito e uma necessidade humana fundamental.
Kauê Navarro, ator, diretor e psicólogo clínico, e Loba Machado, psicóloga junguiana,produtora cultural e pós-graduada em psicologia social e pós-graduanda emAntropologia Brasileira. Dois apaixonados por sonhos, mudanças e arte como forma detransformador social.Kauê Navarro – ator e autorAtor e psicólogo, Kauê já fez duas peças no teatro Maria Clara Machado (tab JardimBotânico - RJ dirigida por João brandão e ao lado de atores reno Eduardo steabs eManuela do monte, fez faculdade de teatro na (univerci em Ipanema - RJ, curso detelevisão da Andréia Avancini, participação em longa-metragem “Estação do Rock”,dirigida por Pablo Loureiro, deu aulas de Cras de Barra Mansa, no projovemadolescente (projeto do Governo Federal psicologia na Universidade de Barra Mansa(UBM), onde atua como psicólogo. Hoje, tem um projeto (PsiArte Paraty), onde falamosdos anseios e tema através da arte. Trabalhou por muito tempo atendendo crianças/adolescentes vítimas de violências físicas, psicológicas, do Abrigo de Paraty- RJ,interpretou o monólogo: "Diário de um Psicólogo", apresentou a peça ‘A Libertação deAraceli’ no CINE+ de Paraty no evento a Força da Mulher, escrita com sua parceira decena Loba Machado, atuou e dirigiu. Acreditamos ser essa peça o diferencial noportfólio da Psiarte.Instagram: @kauenogueiranavarro.navarroDRT ator: 0037410 – RJLoba Machado - Artista, atriz e produtora cultural, pesquisadora, psicóloga, pósgraduada em psicologia social, pós-graduanda em antropologia brasileira e ciênciassociais. Assistente de direção e psicóloga palestrante.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.