Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2511112Projeto liberado para adequação à realidade de execução.Mecenato

Os Cantos do Ceará - Do Terreiro ao Streaming

53.102.444 THALYTA VERAS DE ALMEIDA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Nordeste 2025
Ano
25

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (10)
Amontada CearáAracati CearáCaucaia CearáFortaleza CearáIcapuí CearáMaracanaú CearáMonsenhor Tabosa CearáSobral CearáTianguá CearáTrairi

Resumo

O projeto Os Cantos do Ceará _ Do Terreiro ao Streaming promoverá oficinas formativas em 10 municípios do Ceará, capacitando jovens e integrantes de grupos de cultura popular em gravação musical e direitos autorais. Cada oficina resultará em uma música gravada e masterizada, disponibilizada em plataformas digitais, além de videoclipe e um mini-documentário. A ação fortalece a autonomia comunitária e contribui para a salvaguarda de expressões culturais tradicionais.

Sinopse

Os Cantos do Ceará – Do Terreiro ao Streaming é um projeto que promove a salvaguarda e a difusão da cultura popular cearense por meio da formação, registro sonoro e distribuição digital. Durante 12 meses, a equipe viajará por 10 municípios, realizando oficinas práticas que ensinam jovens e mestres locais a gravar músicas com recursos acessíveis e limitados, fortalecendo a autonomia técnica dos grupos.Cada oficina resultará na gravação de 2 músicas, que serão mixadas e masterizadas profissionalmente, reunidas em 2 álbuns digitais a serem lançados gratuitamente nas plataformas Spotify, Deezer e YouTube Music.Além das faixas sonoras, o projeto produzirá 10 videoclipes acessíveis e um mini-documentário acessível, mostrando os bastidores, histórias de vida e a diversidade musical encontrada nos territórios.O projeto valoriza manifestações tradicionais como torés indígenas, pontos de macumba, cocos de roda, cantos de trabalho de comunidades caiçaras e expressões de povos de terreiro, revelando a pluralidade cultural do Ceará.Classificação indicativa: Livre, voltado para toda a comunidade.

Objetivos

Objetivo Geral Promover a formação técnica prática e a autonomia de grupos de cultura popular e jovens dos territórios, contribuindo para a salvaguarda e difusão da diversidade musical cearense através do registro, gravação e disponibilização de obras em plataformas digitais de streaming.Objetivos Específicos 1- Realizar 10 oficinas formativas de gravação musical, capacitando 150 jovens e integrantes de grupos populares.2- Realizar 10 oficinas de direitos autorais, atendendo 150 participantes, orientando e cadastrando mestres e artistas em sociedades de compositores.3 - Produzir 10 faixas musicais gravadas e masterizadas em campo, uma por município atendido.4 - Lançar 1 álbum digital (Os Cantos do Ceará), distribuído no Spotify, Deezer e YouTube Music.5 - Produzir 10 videoclipes acessíveis (com legendas) para divulgar os grupos contemplados.6- Produzir 1 mini-documentário acessível (com audiodescrição e legendas), retratando todo o processo formativo e criativo.7 - Valorizar diretamente pelo menos 10 grupos de cultura popular, por meio de cachês e formalização das cessões/contratos, assegurando participação e acesso a direitos autorais.8 - Contribuir para a salvaguarda do patrimônio imaterial, registrando manifestações musicais diversas em um inventário digital.9 - Promover o acesso gratuito aos conteúdos produzidos, disponibilizando todo o material no YouTube.10 - Incentivar a autonomia técnica e artística dos territórios, deixando ferramentas práticas para que grupos continuem realizando registros musicais.11 - Registrar diferentes expressões musicais populares, evitando a repetição de estilos, assim, o público ouvinte dos álbuns terá a oportunidade de conhecer ampla gama da diversidade cultural cearense.

Justificativa

O Ceará possui uma rica diversidade de expressões musicais, muitas delas enraizadas em tradições comunitárias de povos indígenas, quilombolas, caiçaras e de terreiro. Entretanto, esses grupos são historicamente invisibilizados, sem acesso a recursos técnicos para registrar suas obras ou para participar de plataformas digitais, que hoje são essenciais para a circulação artística.Enquanto alguns segmentos da música cearense alcançam projeção nacional através da indústria cultural, as manifestações tradicionais permanecem restritas a seus territórios, sem reconhecimento ou retorno financeiro, apesar dos constantes esforços do Ministério da Cultura e Secretarias de Cultura estadual e municipais. O projeto se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, em especial:II _ Estimular a produção e difusão de bens culturais;III _ Apoiar projetos culturais que visem à difusão e preservação do patrimônio cultural brasileiro;V _ Valorizar a cultura nacional, suas manifestações regionais e populares.Contribui, ainda, para os objetivos previstos no Art. 3º da Lei, ao:Promover a descentralização da produção cultural;Ampliar o acesso da população aos bens culturais;Estimular a diversidade cultural e regional;Salvaguardar manifestações populares e tradicionais;Garantir medidas de acessibilidade e inclusão.Assim, o apoio via Lei de Incentivo à Cultura é essencial para impedir que esse patrimônio imaterial siga marginalizado, assegurando sua continuidade, visibilidade e reconhecimento como parte indissociável da identidade cultural do povo cearense e brasileiro.A Lei de Incentivo é fundamental para este projeto, pois não há mercado capaz de sustentar economicamente ações voltadas exclusivamente para cultura popular tradicional. O financiamento permitirá a realização de oficinas práticas, que deixarão como legado não apenas produtos artísticos (álbuns, clipes e documentário), mas também formação técnica e autonomia comunitária, garantindo que grupos e jovens aprendam a registrar suas manifestações mesmo com equipamentos simples, sem estrutura de estúdio.Além disso, a oficina de direitos autorais permitirá que mestres e compositores se cadastrem em sociedades arrecadadoras, garantindo que recebam valores referentes à execução pública de suas obras, fortalecendo a economia criativa e a autoestima desses artistas.Os municípios foram escolhidos a partir de grupos que já são atuantes nestes territórios, porém com baixa ou nenhuma presença em plataformas digitais de streaming. É o caso do Coco de Lagoa do Mestre Moisés, do Coco de Lagoa do Alagadiço no município de Trairi, ou do Maneiro Pau Povo Caceteiro, dos Potiguaras de Monsenhor Tabosa. Cidades da região do Cariri, por exemplo, não foram incluídas em nosso projeto pois há uma efervescência cultural latente neste território, que já consegue promover e salvaguardar diversos grupos atuantes na região.Utilizaremos a ferramenta do Mapa Cultural do Ceará como ponto de partida para encontrar estes grupos e iniciar o diálogo para a execução da proposta.Nesta cartografia afetivo-sonora, iremos ouvir os "cantos" que expressam a diversidade cultural do nosso povo, em todos os "cantos" do estado. Litoral Leste e Oeste, serra e sertão. Faremos registros amplos e diversos destas expressões. Um dos nossos objetivos é sempre registrar expressões populares distintas: Maneiro Pau de um lugar, Maracatu de outro, as Dramistas, Grupos de Coco, Torém em outros territórios e por aí seguimos.Também optamos, sempre que possível, pela hospedagem comunitária, contribuindo com a geração de renda dos povos nativos de cada território. Oportunidade de ter uma maior imersão no cotidiano dos grupos e assim realizar um trabalho colaborativo, baseado no respeito e solidariedade. Assim, Os Cantos do Ceará _ Do Terreiro ao Streaming se configura como um processo formativo e de salvaguarda, essencial para que essas expressões culturais permaneçam vivas, atualizadas e visíveis para toda a sociedade.

Estratégia de execução

1. Inovação e empreendedorismo digitalGrande parte dos grupos populares cearenses ainda está excluída das plataformas digitais, ficando restrita a apresentações locais, sem acesso a novas fontes de receita ou visibilidade. Com este projeto, os participantes terão:- Oficinas práticas de gravação, aprendendo a utilizar equipamentos acessíveis e técnicas que poderão aplicar em futuros projetos.- Experiência direta na produção de duas músicas gravadas profissionalmente, que serão lançadas nas principais plataformas digitais (Spotify, Deezer e YouTube Music).- Criação de videoclipes acessíveis, que poderão ser utilizados pelos grupos para inscrição em editais, festivais e divulgação nas redes sociais.Essas ações fortalecem a autonomia empreendedora dos grupos, permitindo que eles ampliem seu alcance e passem a atuar no mercado digital da música.2. Formação de novos profissionais da músicaAs oficinas atenderão 300 participantes, entre jovens e integrantes de grupos culturais. Eles aprenderão não apenas a gravar e registrar músicas, mas também a compreender gestão de direitos autorais, marketing digital, circulação e comercialização de seus trabalhos.O conhecimento adquirido possibilita que os jovens se tornem técnicos de som, produtores musicais, gestores culturais e empreendedores criativos, gerando novas oportunidades de renda e profissionalização. 3. Fortalecimento jurídico e estruturação dos gruposDurante o projeto, os mestres e artistas serão cadastrados em sociedades de compositores, garantindo que recebam direitos autorais por suas obras.Essa etapa representa um passo essencial para que os grupos se estruturem juridicamente e financeiramente, reduzindo desigualdades históricas e ampliando suas possibilidades de inserção na indústria musical.Com isso, o projeto contribui diretamente para a economia criativa, transformando a arte em fonte de renda sustentável. 4. Diversidade cultural como ativo econômicoO projeto valoriza manifestações como: Torés indígenas, Pontos de macumba e tradições de povos de terreiro, Cocos de roda,Cantos de trabalho e saberes caiçaras. Essas expressões, muitas vezes invisibilizadas, se tornam ativos culturais com potencial econômico, permitindo que comunidades se reconheçam como produtoras de bens culturais relevantes e desejados pelo público.5. Sustentabilidade e impacto a longo prazoAo final do projeto, os grupos terão músicas registradas, material audiovisual de qualidade e capacitação para seguir produzindo de forma independente.Será criada uma rede colaborativa entre municípios, conectando os participantes e incentivando trocas futuras.A metodologia desenvolvida poderá ser replicada em outras localidades, tornando-se uma referência para políticas públicas voltadas à economia criativa. 6. Compromisso com acessibilidadeTemos compromisso com a inclusão e diversidade em nossas práticas de comunicação, pautando acessibilidade física e de conteúdo, assegurando que pessoas com deficiência participem das oficinas e acessem os produtos digitais.Isso inclui tradução em Libras dos produtos audiovisuais, audiodescrição e capacitação da equipe em práticas inclusivas. Assim como contratação de pessoa surda como interprete de LIBRAS para fazer parte do nosso time de intérpretes.Os Cantos do Ceará – Do Terreiro ao Streaming é um projeto que transforma tradição em futuro, conectando culturas populares à economia digital. Ele promove empreendedorismo, inovação e autonomia, deixando um legado duradouro: grupos fortalecidos, jovens capacitados e uma nova geração de profissionais criativos capazes de gerar renda e visibilidade para a riqueza cultural cearense.

Especificação técnica

1. Oficinas FormativasOficina de Gravação Musical:Carga horária: 10h por município (total: 100h).Público-alvo: jovens locais e integrantes dos grupos culturais.Conteúdos: princípios básicos de captação, uso de equipamentos simples, gravação colaborativa, técnicas de mixagem caseira.Resultados: formação técnica e gravação de 2 músicas por grupo.Oficina de Direitos Autorais:Carga horária: 3h por município (total: 30h).Temas: legislação autoral, ECAD, sociedades de compositores, contratos e arrecadação.Objetivo: garantir que os mestres e artistas tenham seus direitos reconhecidos. 2. Produtos FinaisÁlbuns Digitais:20 faixas, divididas em 2 volumes (Vol. 1 e Vol. 2).Distribuição gratuita em Spotify, Deezer e YouTube Music.Videoclipes Acessíveis:10 vídeos (1 por grupo), com legendas descritivas e Libras.Publicados no YouTube com acesso livre.Duração média: 4 minutos por videoclipe. Mini-Documentário Acessível:Duração: 20 a 30 minutos.Recursos de acessibilidade: audiodescrição, Libras e legendas.Distribuição gratuita no YouTube. 3. Equipamentos e MateriaisKit básico de gravação móvel: interface de áudio, microfones, computador portátil, câmera digital e iluminação compacta.Camisetas personalizadas: identidade visual e incentivo à participação comunitária.Material gráfico: banners, certificados, papelaria para oficinas.

Acessibilidade

Acessibilidade FísicaAs oficinas e atividades abertas ao público serão realizadas em espaços comunitários e culturais, garantindo condições adequadas de participação para pessoas com deficiência, sempre que necessário. Serão providenciadas:- Rampas móveis e sinalização tátil provisória, permitindo circulação segura.- Espaços reservados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.- Transporte adaptado em deslocamentos, quando necessário, para participantes PCD.- Acompanhantes para deficientes visuais.Essas medidas visam eliminar barreiras físicas e permitir que todos os participantes tenham acesso pleno ao processo formativo. Nos formulários de inscrição, identificaremos as necessidades especiais das pessoas com deficiência para atender, sempre que possível, suas demandas. Acessibilidade de ConteúdoO projeto assegura que os conteúdos produzidos sejam inclusivos e acessíveis, através das seguintes ações:- Audiodescrição do mini-documentário, garantindo a compreensão por pessoas cegas ou com baixa visão.- Tradução em Libras nos 10 videoclipes produzidos, além da presença de de equipe de intérpretes (incluindo um interprete surdo) em 3 oficinas formativas.- Legendagem descritiva para todos os vídeos (videoclipes e mini-documentário), incluindo informações contextuais sobre os grupos e manifestações culturais.- Oficinas realizadas com linguagem acessível, incentivando a participação ativa de pessoas com deficiência.Além disso, será contratada uma assessoria técnica composta por profissionais PCDs, que irão capacitar a equipe do projeto e orientar todas as etapas para garantir que o planejamento e a execução respeitem princípios de acessibilidade universal.Essas ações garantem que os produtos artísticos e formativos alcancem uma audiência mais ampla e diversa, cumprindo o compromisso de democratização cultural previsto na Lei Rouanet. Ao tornar as oficinas e os conteúdos digitais acessíveis, o projeto fomenta a inclusão social e o protagonismo das comunidades atendidas.

Democratização do acesso

O projeto tem como premissa a distribuição gratuita e ampla dos produtos culturais gerados, fortalecendo a relação com as comunidades e ampliando o acesso à cultura popular cearense.1. Distribuição Gratuita dos Produtos- As 10 Faixas gravadas serão reunidas em álbum digital (Os Cantos do Ceará), disponibilizado gratuitamente nas principais plataformas de streaming (Spotify, Deezer e YouTube Music).- Os 10 videoclipes acessíveis, com legendas, serão lançados no canal oficial do projeto no YouTube, possibilitando alcance ilimitado.- O mini-documentário acessível, com audiodescrição e Libras, será igualmente disponibilizado no YouTube, garantindo acesso gratuito a todo o público.- Um inventário digital das manifestações registradas será disponibilizado em plataforma digital e compartilhado com grupos de pesquisa, universidades e órgãos de cultura.2. Democratização da Formação- As oficinas terão inscrições 100% gratuitas, com 300 vagas no total (20 oficinas, 30 vagas por município).- Cada município terá 15 vagas por oficina, priorizando jovens das comunidades e integrantes de grupos de cultura popular.A divulgação será realizada:- Nas redes sociais do projeto, com linguagem acessível e recursos visuais inclusivos.- Em grupos de cultura locais, através dos articuladores comunitários contratados, garantindo que a informação chegue diretamente a mestres, grupos tradicionais e jovens interessados.- Em rádios comunitárias e murais de centros culturais, fortalecendo o alcance territorial.3. Ações de Valorização Comunitária- Entrega de certificados digitais aos 300 participantes, incentivando a continuidade da formação.- Criação de uma rede de grupos formados, conectando os participantes em uma plataforma digital para trocas futuras e articulações coletivas. 4. Impacto na Democratização- Essas ações não apenas ampliam o acesso gratuito aos produtos e formações, mas também estimulam a autonomia das comunidades, deixando um legado técnico e artístico.- O processo fortalece os grupos de cultura popular como agentes de salvaguarda de seus territórios, promovendo a circulação de saberes e fortalecendo o ecossistema cultural cearense.- Com a presença de produtos digitais em plataformas abertas, o projeto alcançará um público muito maior do que o presencial, tornando as tradições locais visíveis e acessíveis em nível estadual, nacional e internacional.

Ficha técnica

Currículos Resumidos para o ProjetoThalu Veras (Nome Social de Thalyta Veras de Almeida) – Coordenação Geral e VideomakerPessoa não-binária, Publicitárie, multiartista e gestore cultural, com mais de 10 anos de experiência em produção cultural, audiovisual e coordenação de projetos. Atuou como videomaker em festivais e coletivos (Festival de Música da Juventude, Feira Negra de Fortaleza, Tambor de Crioula Devotos de Benedito, Maracatu Solar), além de coordenar grupos culturais como Cocada de Maria. Experiência consolidada em elaboração e execução de projetos via leis de incentivo, produção executiva e gestão de equipes. Forte atuação em diversidade, inclusão e engajamento comunitário, unindo comunicação criativa e audiovisual à gestão cultural. Lorena Lyse – Produção Executiva e Relacionamento com Grupos e Mestres da CulturaMulher, Negra, Bissexual, Gestora cultural, produtora e pesquisadora com mais de 15 anos de atuação no setor público, terceiro setor e grandes eventos culturais. Foi coordenadora de Cidadania, Acessibilidade e Diversidade da SECULT-CE e atualmente coordena Cultura na Rede Cuca, articulando programações e parcerias. Possui sólida experiência em elaboração de projetos, gestão de equipes e produção executiva em eventos como Encontro Mestres do Mundo, Maloca Dragão, Bienal Percussiva do Ceará e Festival de Teatro de Fortaleza. Multiartista e cantora, atua desde 2010 em grupos de cultura popular como Afoxé Acabaca e Tambor de Crioula Filhos de Mãe Maria, com reconhecida articulação junto a mestres e comunidades tradicionais. Cláudio Mendes – Oficinas de Produção Musical, Mixagem e Masterização, Distribuição das Obras gravadas nas plataformas de StreamingHomem branco, Produtor musical, arranjador, compositor e multi-instrumentista, com mais de 20 anos de carreira. Já produziu e dirigiu shows de artistas consagrados como Ednardo, Di Melo, Jussara Silveira, Ceumar, além de trabalhar com nomes da nova geração cearense como Lorena Nunes, Nayra Costa, Camila Marieta e Mateus Fazeno Rock. Premiado pelo IATEC como Melhor Produtor Musical (2013), já realizou turnês em mais de 30 países e participou de festivais internacionais como Lollapalooza, Womex (Espanha) e Sfinks (Bélgica). Experiência em oficinas, projetos formativos e curadorias musicais, trazendo expertise técnica em mixagem, masterização e direção musical. Gabriel Santiago – Produtor Técnico e MotoristaHomem negro, produtor e gestor cultural com trajetória iniciada na Rede Cuca (desde 2018), onde passou de monitor a supervisor de produção cultural. Experiência em sonorização, iluminação, montagem de sistemas de áudio e operação de som ao vivo em eventos de grande porte. Atuou na coordenação técnica de festivais como Festival de Música da Juventude, Arraiá da Juventude e Viradão da Juventude. Idealizador do projeto independente PRZ Produz, voltado ao fortalecimento da produção cultural periférica. Formação em Produção Cultural e Direito (em andamento), com diversas qualificações em gestão de eventos, curadoria, políticas públicas e operação técnica.Maria Islândia Rodrigues Martins Castro – Assessoria e Coordenação de AcessibilidadeProfissional com 15 anos de experiência como intérprete de Libras, atuando em contextos culturais, educacionais e institucionais. Certificada pelo ProLibras/MEC (2009) e com formação técnica em Interpretação de Libras (APILCE, 2009), possui ampla vivência em tradução e interpretação em eventos presenciais, remotos e artísticos. Especialista em acessibilidade cultural, Islândia alia prática em eventos de grande porte à experiência pedagógica, garantindo inclusão comunicacional e artística para pessoas surdas em projetos culturais e sociais. Atuou em festivais e grandes eventos como Festival Música de Ibiapaba (2022/2023), Carnaval de Fortaleza 2023, Réveillon de Fortaleza 2023, Ceará Natal de Luz (2019 a 2022), além de espetáculos no Teatro Dragão do Mar, no Cine São Luiz e no Theatro José de Alencar. Experiência também em instituições como SENAC (2013–2020), Assembleia Legislativa do Ceará (2020) e Faculdade PLUS/RJ (2021), além de participação em transmissões de grande visibilidade como o debate político da TV Verdes Mares (2020) e apresentações de Whindersson Nunes.

Providência

Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.

Ceará