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PRONAC 2511114Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Da Faixa Vaqueiro – Shows Itinerantes: Música Nordestina e Cultura Indígena

46.828.445 BENEDITO ANTONIO BARBALHO
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Nordeste 2025
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Curaçá
Início
2026-01-01
Término

Resumo

O projeto Da Faixa Vaqueiro _ Shows Itinerantes: Música Nordestina e Cultura Indígena realizará 10 shows gratuitos, um em cada cidade (Salvador, Senhor do Bonfim, Euclides da Cunha, Paulo Afonso, Recife, Fortaleza, Juazeiro do Norte, Juazeiro-BA, Petrolina e Serra Talhada), com duração máxima de até 2 horas cada. Os espetáculos serão amplamente divulgados e garantirão acessibilidade para públicos especiais, apresentando repertório de música nordestina e canções autorais inspiradas na vivência indígena Tumbalalá.

Sinopse

1. Shows Itinerantes – Música Nordestina e Cultura IndígenaDescrição: Realização de 10 apresentações musicais itinerantes, um show em cada cidade (Salvador, Senhor do Bonfim, Euclides da Cunha, Paulo Afonso, Recife, Fortaleza, Juazeiro do Norte, Juazeiro-BA, Petrolina e Serra Talhada).Duração: Máximo de 2 horas por show.Conteúdo: Repertório de músicas tradicionais nordestinas e canções autorais inspiradas na vivência indígena Tumbalalá, incluindo narrativas sobre história, resistência e cultura indígena.Classificação Indicativa: Livre, adequado para todas as idades.Acessibilidade: Espaço reservado na frente do palco para pessoas com deficiência, intérprete de Libras, audiodescrição e legendas descritivas.Público Estimado: 500 a 2.000 pessoas por apresentação, total aproximado de 20.000 espectadores.Objetivo: Difusão cultural, valorização da música nordestina e da identidade indígena, democratização do acesso à arte.2. Ensaio AbertoDescrição: Sessões prévias abertas à comunidade local em algumas cidades, permitindo interação direta com o artista e compreensão do processo criativo.Classificação Indicativa: Livre.Objetivo: Aproximar o público da prática musical e estimular interesse cultural, formação de novos públicos.3. Oficinas Paralelas – Música e Cultura IndígenaDescrição: Oficinas educativas em cada cidade sobre música nordestina, instrumentos tradicionais e cultura Tumbalalá, voltadas a jovens, estudantes e interessados.Duração: 2 a 3 horas por oficina.Classificação Indicativa: Livre, recomendada para 12 anos ou mais.Objetivo: Formação cultural, difusão do conhecimento tradicional e incentivo à preservação das práticas musicais indígenas.4. Documentário AudiovisualDescrição: Produção de documentário registrando a itinerância dos 10 shows, destacando repertório, narrativa indígena, bastidores, oficinas e depoimentos do público.Duração: Aproximadamente 60 minutos.Classificação Indicativa: Livre.Objetivo: Registrar e difundir a cultura indígena e a música nordestina, possibilitando acesso a plataformas digitais, instituições educacionais e culturais.Acessibilidade: Versão com legendas descritivas, audiodescrição e tradução em Libras.

Objetivos

Promover a difusão da música nordestina e da cultura indígena Tumbalalá por meio de uma circulação itinerante de espetáculos musicais gratuitos, fortalecendo a identidade cultural, ampliando o acesso da população à arte e valorizando a diversidade cultural do Nordeste. Objetivos Específicos (QUAIS? QUANTOS?)Realizar 10 shows gratuitos, com duração máxima de 2 horas cada, em 10 cidades do Nordeste (Salvador, Senhor do Bonfim, Euclides da Cunha, Paulo Afonso, Recife, Fortaleza, Juazeiro do Norte, Juazeiro-BA, Petrolina e Serra Talhada).Estimar um público de 500 a 2.000 pessoas por apresentação, alcançando até 20.000 pessoas no total durante toda a itinerância.Garantir ampla divulgação das apresentações em mídias digitais, rádios locais e materiais impressos, assegurando o alcance comunitário.Assegurar acessibilidade em todos os espetáculos, com espaço exclusivo para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida na frente de palco.Apresentar repertório composto por músicas nordestinas tradicionais e canções autorais inspiradas na vivência indígena do povo Tumbalalá.Valorizar a cultura indígena por meio da promoção de narrativas e contextos culturais sobre a história e resistência Tumbalalá durante os espetáculos.Produzir um documentário audiovisual retratando a circulação dos shows nas 10 cidades, fortalecendo a difusão da cultura nordestina e indígena em plataformas digitais e educativas.Ampliar o acesso gratuito à cultura para públicos de diferentes idades e contextos sociais, estimulando a formação de plateia e a valorização das tradições regionais.

Justificativa

O projeto Da Faixa Vaqueiro _ Shows Itinerantes: Música Nordestina e Cultura Indígena necessita do apoio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) para viabilizar a circulação de espetáculos gratuitos em 10 cidades do Nordeste, garantindo infraestrutura, logística, acessibilidade e ampla divulgação. Por meio do mecanismo de incentivo a projetos culturais previsto no Art. 1º, incisos I e II, busca-se fomentar e difundir a produção artística brasileira, em especial as manifestações culturais nordestinas e indígenas.A proposta contribui diretamente para os objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, em especial:Inciso I: estimular a produção e difusão da cultura nacional e regional;Inciso II: apoiar e difundir manifestações culturais de caráter popular, regional e tradicional;Inciso IV: preservar e difundir bens e valores de natureza artística e cultural;Inciso V: apoiar projetos especiais de caráter cultural, relevantes para o conjunto da sociedade brasileira;Inciso VIII: propiciar meios para que a população em geral e especialmente a de menor renda, tenha acesso aos produtos culturais.Dessa forma, a Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para garantir a democratização do acesso ao espetáculo, com previsão de público de até 20 mil pessoas em toda a itinerância, incluindo espaços exclusivos para pessoas com deficiência, além da produção de um documentário audiovisual que ampliará a difusão da cultura indígena Tumbalalá e da música nordestina em diferentes meios.

Estratégia de execução

O projeto Da Faixa Vaqueiro – Shows Itinerantes: Música Nordestina e Cultura Indígena se configura como uma iniciativa estratégica de valorização e difusão da cultura indígena, com foco nos povos Tumbalalá do norte da Bahia. Por meio da realização de shows itinerantes e registro audiovisual, a proposta promove o fortalecimento da identidade cultural indígena, evidenciando suas tradições, história e formas de resistência.Além disso, o projeto contribui para a expansão do acesso à cultura em diferentes municípios do Nordeste, democratizando o consumo artístico e proporcionando experiências educativas e inclusivas para públicos diversos, incluindo crianças, jovens, adultos e pessoas com deficiência. A circulação em múltiplas cidades fortalece o reconhecimento regional da cultura Tumbalalá, ao mesmo tempo em que integra a música nordestina tradicional com a narrativa e vivência indígena, criando uma ponte entre patrimônio imaterial e contemporaneidade.Por meio deste projeto, o público não apenas assiste a apresentações musicais, mas também participa de uma experiência cultural enriquecedora, que amplia o conhecimento sobre as tradições indígenas e promove a preservação da memória coletiva. A produção do documentário audiovisual assegura a continuidade do legado cultural, permitindo que o impacto da iniciativa seja expandido e acessível a públicos que não puderam comparecer presencialmente, potencializando a difusão da cultura indígena em plataformas digitais e educacionais.Dessa forma, o projeto não apenas cumpre a função artística, mas se posiciona como uma ferramenta de inclusão, valorização cultural e educação patrimonial, alinhada aos objetivos da Lei de Incentivo à Cultura e às diretrizes do Programa Rouanet Nordeste.

Especificação técnica

1. Shows Itinerantes – Música Nordestina e Cultura IndígenaDuração: Máximo de 2 horas por show.Material utilizado: Instrumentos musicais tradicionais (sanfona, bateria, baixo, teclado), equipamentos de som e iluminação, microfones, telão para projeções visuais de contexto cultural.Espaço físico: Palco de 8m x 6m, área de circulação segura, espaço reservado na frente do palco para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.Público-alvo: 500 a 2.000 pessoas por apresentação, total aproximado de 20.000 espectadores.Classificação etária: Livre.Projeto pedagógico: Durante o show, o artista realizará contextualização das músicas, narrando histórias e tradições do povo Tumbalalá. Conteúdo educativo voltado à valorização da cultura indígena e da música nordestina.Acessibilidade: Intérprete de Libras, audiodescrição e legendas descritivas em telão; sinalização tátil disponível; espaço exclusivo para pessoas com deficiência na frente do palco. 2. Ensaio AbertoDuração: 1 hora por sessão.Material utilizado: Instrumentos musicais, equipamentos de som reduzidos, material didático em papel e digital sobre instrumentos e repertório.Espaço físico: Palco menor ou espaço cultural aberto, priorizando interação com o público.Público-alvo: Comunidade local, estudantes e jovens interessados.Classificação etária: Livre.Projeto pedagógico: Abertura do processo criativo, explicação das músicas, demonstração de instrumentos e técnicas. Permite aprendizagem prática e aproximação com o artista.Acessibilidade: Intérprete de Libras, acompanhamento de audiodescrição para pessoas com deficiência visual. 3. Oficinas Paralelas – Música e Cultura IndígenaDuração: 2 a 3 horas por oficina.Material utilizado: Instrumentos musicais, apostilas educativas, material audiovisual, cadernos e instrumentos de percussão adaptados.Espaço físico: Escola, centro cultural ou espaço comunitário.Público-alvo: Jovens, estudantes e interessados em cultura indígena.Classificação etária: Livre, recomendada para 12 anos ou mais.Projeto pedagógico: Ensino prático e teórico sobre música nordestina, instrumentos tradicionais, técnicas de execução e repertório indígena. Promoção de interação com o artista e valorização das tradições culturais locais.Acessibilidade: Intérprete de Libras, legendas para vídeos educativos, material em Braille, espaço acessível para todos os participantes. 4. Documentário AudiovisualDuração: 15-30 minutos aproximados.Material utilizado: Filmagem profissional (câmeras, microfones, iluminação portátil), edição digital, legendas, trilha sonora original do projeto.Paginação / Formato: Capítulos divididos por cidades, incluindo bastidores, entrevistas com o artista e o público, apresentações e oficinas paralelas.Público-alvo: Geral, escolas, instituições culturais, redes sociais e plataformas digitais.Classificação etária: Livre.Projeto pedagógico: Cada capítulo apresenta contexto histórico e cultural do povo Tumbalalá e do repertório musical, promovendo conhecimento sobre música nordestina e cultura indígena.Acessibilidade: Versão com audiodescrição, legendas descritivas, tradução em Libras; distribuição em formato digital acessível e envio para instituições educacionais.

Acessibilidade

O projeto “Da Faixa Vaqueiro – Shows Itinerantes: Música Nordestina e Cultura Indígena” adota um conjunto integrado de medidas de acessibilidade arquitetônica, comunicacional e de conteúdo, garantindo participação plena, segura e confortável de pessoas com deficiência física, visual, auditiva, intelectual e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ação Musical – Espetáculos Itinerantesa. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICOPara PcD Física, idosos e pessoas com mobilidade reduzidaDisponibilização de rampas de acesso e áreas planas para circulação;Banheiros adaptados;Espaços reservados próximos ao palco para melhor visibilidade;Prioridade de acesso e circulação segura nos locais das apresentações.Para PcD AuditivaSinalização visual para orientação e deslocamento;Apoio de sinais viso-motores para organização do fluxo de público.Para PcD VisualPiso tátil de orientação (quando disponível no espaço);Apoio de equipe treinada para orientação e locomoção.Para PcD Intelectual e Pessoas com TEADisponibilização de cadeiras reservadas na primeira fileira, em área com iluminação amena, menor estímulo visual e menor concentração sonora;Possibilidade de entrada e saída facilitada (fast pass), evitando filas e aglomerações;Disponibilização de protetores auriculares ou fones de redução de ruído, minimizando impactos de sons altos;Disponibilização de óculos escuros, para redução da exposição luminosa;Disponibilização de protetores sensoriais, especialmente em apresentações ao ar livre, reduzindo desconfortos táteis;Possibilidade de permanência com acompanhante durante todo o espetáculo. b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDOPara PcD VisualAudiodescrição completa do ambiente, incluindo palco, plateia, figurinos, instrumentos, movimentação dos músicos e mudanças de cena;Descrição em áudio das informações essenciais da apresentação, como nome do artista, repertório, instrumentos utilizados e contextualização cultural.Para PcD AuditivaTradução simultânea das falas e músicas por Intérprete de Libras;Disponibilização de assentos próximos às caixas de som para percepção vibratória;Uso de recursos táteis de percepção sonora (quando disponível), permitindo a experiência musical por vibração.Para PcD Intelectual e Pessoas com TEAMonitoria especializada inclusiva, com profissionais capacitados para atendimento humanizado;Utilização de Linguagem Simples (recurso de acessibilidade cognitiva), garantindo compreensão clara das informações sobre o espetáculo;Acompanhamento contínuo durante o evento, com atenção especial a estímulos sonoros, luminosos e à organização do público;Apoio individualizado para orientação, conforto e segurança durante toda a apresentação. Compromisso com a InclusãoEssas medidas asseguram que os espetáculos sejam verdadeiramente inclusivos, respeitando as especificidades sensoriais, cognitivas e físicas do público, em consonância com os princípios da Lei de Incentivo à Cultura, do Programa Rouanet Nordeste e das diretrizes nacionais de acessibilidade cultural.

Democratização do acesso

Todos os espetáculos do projeto Da Faixa Vaqueiro – Shows Itinerantes: Música Nordestina e Cultura Indígena serão gratuitos e de livre acesso ao público, com previsão de público entre 500 e 2.000 pessoas por cidade, alcançando até 20.000 pessoas diretamente ao longo da circulação. Não haverá qualquer forma de comercialização de ingressos, assegurando o acesso democrático integral em todas as cidades contempladas.A distribuição do acesso será organizada de forma inclusiva e descentralizada, por meio de:Entrada livre por ordem de chegada, priorizando a participação da comunidade local;Divulgação ampla e acessível, utilizando rádios comunitárias, redes sociais, materiais gráficos, cartazes e articulação com escolas, associações culturais e lideranças comunitárias;Espaços reservados na frente do palco para pessoas com deficiência, garantindo visibilidade, conforto e participação plena.Em consonância com o art. 47 da Instrução Normativa nº 23/2025, o projeto adota as seguintes medidas de ampliação de acesso, enquadradas nos incisos III, IV, V, VI e X:Inciso III – Disponibilização de registros audiovisuais na internet Será realizado o registro audiovisual dos espetáculos e do documentário final, disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais, acompanhados de intérprete de Libras, legendas descritivas e audiodescrição, ampliando o alcance para públicos que não puderem estar presencialmente e garantindo acessibilidade comunicacional.Inciso IV – Veiculação em meios de comunicação gratuitos O projeto garantirá a captação e veiculação de imagens das apresentações por meio de redes sociais, plataformas digitais públicas, rádios comunitárias, TVs públicas e educativas, assegurando difusão ampla e gratuita do conteúdo cultural.Inciso V – Realização de atividades culturais paralelas gratuitas Em cada cidade serão promovidos ensaios abertos, possibilitando maior interação da comunidade com o artista, além de oficinas paralelas sobre música nordestina e cultura indígena Tumbalalá, voltadas especialmente para jovens e estudantes, fortalecendo a valorização das tradições regionais e a formação de público.Inciso VI – Ações culturais voltadas para crianças, adolescentes, jovens e educadores As oficinas, ensaios abertos e atividades educativas serão estruturadas com linguagem acessível, direcionadas a crianças, adolescentes, jovens e educadores, promovendo contato direto com a música nordestina, a cultura indígena e os valores de identidade, pertencimento e diversidade cultural.Inciso X – Outras medidas de ampliação de acesso sugeridas pelo proponente Como medida complementar, o projeto assegura gratuidade total, acessibilidade física e de conteúdo, monitoria inclusiva, áreas reservadas para PcD, além da distribuição gratuita do documentário para instituições culturais, educacionais e comunitárias, ampliando o impacto social e educativo da proposta.Dessa forma, o projeto atende plenamente às diretrizes da IN nº 23/2025, promovendo democratização do acesso, inclusão cultural, ampliação de público e difusão continuada dos bens culturais, garantindo que seus resultados ultrapassem o momento da apresentação presencial e alcancem a sociedade de forma ampla, gratuita e acessível.

Ficha técnica

Benedito Antônio Barbalho (Da Faixa Vaqueiro)Função no Projeto: Coordenador geral e vocalista principal. Responsável pela articulação geral, gestão da equipe, definição de repertório e condução das apresentações.Currículo Resumido: Nascido em 12/03/1985, indígena Tumbalalá, cantor e compositor com mais de 20 anos de carreira, atuando na valorização da música nordestina e da cultura indígena. É licenciado em Pedagogia pela Faculdade Latino-Americana (FLATED) e possui experiência como Técnico Pedagogo em ATER Indígena e Extensão Rural (MDA/IDESA), professor de alfabetização e instrutor cultural. Liderança comunitária reconhecida, mobilizador social e participante ativo de eventos nacionais como o Acampamento Terra Livre.Delcivan Barbalho dos SantosFunção no Projeto: Tecladista.Currículo Resumido: Indígena Truká, músico com mais de 10 anos de experiência em bandas regionais e acompanhamento de artistas. Atua na produção musical e arranjos, contribuindo para a fusão entre a sonoridade nordestina e elementos contemporâneos.Hugue Aderval de SouzaFunção no Projeto: Baterista.Currículo Resumido: Indígena Tumbalalá, percussionista e baterista atuante em grupos locais e regionais. Participa de eventos culturais que reforçam a tradição musical do sertão, trazendo a cadência rítmica que sustenta o repertório de Da Faixa Vaqueiro.Jakson José dos Santos AlvesFunção no Projeto: Sanfoneiro.Currículo Resumido: Indígena Truká, sanfoneiro com sólida experiência em música nordestina, especialmente forró e baião. Sua sanfona conecta tradição e contemporaneidade, elemento essencial nos shows itinerantes.Marco Aurélio de SouzaFunção no Projeto: Baixista.Currículo Resumido: Indígena Truká, baixista de formação popular, com experiência em bandas regionais. Responsável pela base harmônica e pela construção de arranjos que fortalecem a identidade musical do grupo.

Providência

SITUAÇÃO CORRIGIDA AUTOMÁTICAMENTE PELO SISTEMA. PROJETO SEM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.

2026-12-31
Locais de realização (10)
Euclides da Cunha BahiaJuazeiro BahiaPaulo Afonso BahiaSalvador BahiaSenhor do Bonfim BahiaFortaleza CearáJuazeiro do Norte CearáPetrolina PernambucoRecife PernambucoSerra Talhada Pernambuco