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O projeto Arábias Nordestinas: Sons do Sertão Ecos do Oriente consiste na realização de uma série de apresentações musicais inéditas, com rodas de conversa com os músicos. As apresentações resultam de um processo de laboratório imersivo de criação que reúne músicos de Aracaju em encontros de pesquisa, experimentação, composição e arranjo, explorando diálogos enraizados entre as musicalidades nordestinas, as diásporas do arabismo e as matrizes musicais da África subsaariana.
Sinopse da Obra:O projeto trata-se da materialização de um show autoral de música instrumental conceitual, como resultado de um processo de laboratório criativo coletivo, pautado na exploração e experimentação de caminhos estéticos que promovem a intersecção entre a música nordestina e as sonoridades de influência árabe/africana.1) Laboratório Criativo de Pesquisa MusicalEncontros presenciais entre músicos, produção/direção musical e direção de arte para investigar conexões entre música nordestina e sonoridades árabes/africanas, realizando experimentações e propondo hibridismos. A partir desse mergulho, o grupo compõe e desenvolve arranjos autorais que fundamentam o repertório e estética do show.2) Produção do show AutoralGravação profissional de 9 faixas inéditas em estúdio, seguida de edição, mixagem e masterização. Criação de capa e identidade visual inspiradas no diálogo estético Nordeste–África–Oriente Médio e lançamento digital nas principais plataformas de streaming.3) Oficina de músicaRealização de oficina musical gratuita para artistas e jovens músicos sobre ritmos, escalas e caminhos melódicos e estéticos característicos dessa intersecção Nordeste/Oriente Médio/África. 4) Oficina de acessibilidade cultural Será ministrada uma oficina de acessibilidade cultural (audiodescrição e textos acessíveis) com o consultor em acessibilidade do projeto Lucas Aribé, especialista PCD em escolas publicas 5) Circulação e Difusão RegionalCirculação composta de 10 shows gratuitos por cidades de Sergipe e estados visinhos visando democratizar o acesso de diferentes públicos à musica instrumental. Após cada apresentação, rodas de conversa sobre a concepção etnomusicológica do show.6) Rodas de conversaSerão realizadas rodas de conversas após os shows para debate sobre o processo cirativo do laboratório e das identidades artísticas e estéticas do show, aproximando o público do processo criativo.7) Sessão acessível com audiodescrição em parceria com a ADEVISESerá feita apresentação especial com cobertura 100% de audiodescrição para pessoas deficientes visuais em parceria com a Associação dos Deficientes Visuais de Sergipe8) Ações Educativas e AcadêmicasConcerto didático em parceria com o CEAI Centro de Estudos Árabes e Islâmicos da UFS, contextualizando diásporas e entrecruzamentos musicais, lançando debates sobre a presença do arabismo e da herança islâmica na cultura brasileira9) Registros de adiovisualregistros de áudio e vídeo dos processo de criação, bastidores, ações e shows do projeto.
Objetivo Geral:O projeto reúne músicos da cena instrumental de Aracaju, em um processo criativo voltado à pesquisa, experimentação e criação de show autoral, com a realização de apresentações em cidades de Sergipe e de estados circunvizinhos. O processo se dará por meio de encontros entre os músicos(as), direção musical e de arte e produção para experimentações estético musicais, criação de arranjos, figurino e culminando em na concepção de show conceitual de música reginoal sob novos olhares, resultado de laboratório etnomusicológico que remonta a conexão entre as musicalidades do Nordeste brasileiro às sonoridades das diásporas árabes e da africa subsaariana. O projeto prevê ainda o registro áudiovisual da experiência, incluindo processo criativo, uma apresentação integral e interação com o públicoObjetivos Específicos:Realizar 15 encontros de laboratório criativo etnomusicológico com 6 músicos, direção musical, direção de arte e produção;Desenvolver um repertório autoral de 8 a 10 composições com arranjos inéditos;Produzir 6 peças de figurino em consonância com o conceito estético do show;Produzir e apresentar 1 show conceitual de música como resultado do processo laboratorial;Realizar 10 apresentações presenciais do show em cidades de Sergipe e estados vizinhos;Realizar 10 rodas de conversa após as apresentações sobre o conceito etnomusicológico por trás da concepção, promovendo interação e partilhas com o público;Realizar 1 concerto didático sobre o conceito de diásporas musicais aplicado a intersecção entre o arabismo, as estéticas africanas e o nordeste do Brasil em parceria com o Centro de Estudos Árabes e Islamicos - CEAI do departamento de Relações Internacionais da Universidade Federal de Sergipe.Realizar 1 oficina musical gratuita, com duração de 3 horas, voltada a jovens artistas, músicos e interessados, abordando os elementos rítmicos e modais que conectam as tradições nordestinas e árabes. Público estimado: 30participantes.Realizar 1 apresentação especial com 100% de cobertura por audiodescrição na ADEVISE (Associação dos Deficientes Visuais de Sergipe)Produzir 4 vídeos promocionais com acessibilidade de libras, legenda e audiodescrição;Elaboração de 100% das postagens, folders, publicações e materiais gráficos com audiodescrição;Realização de 1 oficina prática de acessibilidade cultural, audiodescrição e elaboração de textos adaptados para leitor de tela em 2 escolas públicas;Produzir 1 registro audiovisual completo do processo criativo, contemplando bastidores, depoimentos e uma apresentação integral para disponibilização nas plataformas e acessibilizar seu conteúdo para mais pessoas;Alcançar um público estimado de pelo menos 1.000 pessoas nas apresentações presenciais.
O projeto Arábias Nordestinas: Sons do Sertão Ecos do Oriente busca investigar e evidenciar os diálogos sonoros entre a musicalidade nordestina e as tradições musicais das diásporas árabe/africana. Trata-se de um campo de pesquisa e criação ainda pouco explorado na produção musical brasileira, embora profundamente presente na história e nas práticas culturais tanto do Nordeste quanto do Brasil, ao reconhecer e valorizar essas conexões, contribui para ampliar a compreensão da música nordestina como parte de um verdadeiro mosaico multicultural.Os estudos etnomusicológicos que mais inspiram o projeto, advém de Letieres Leite, criador do Método UPB _ Universo Percussivo Baiano, que sistematiza os toques de matriz afro-baiana e demonstra como estruturas rítmicas tradicionais podem renovar a música popular e Luis Soler, em Origens Árabes no Folclore do Sertão Brasileiro (1995), ao identificar a presença árabe na cultura e em práticas musicais do Nordeste, relacionando modos, escalas e manifestações culturais árabes às nordestinas, como o canto melodioso do alcorão e os trovadores ao aboio e o repente, além de apontar a ancestralidade árabe de instrumentos como o violão e o pandeiro. Essas referências reforçam a pertinência do projeto como campo de criação e pesquisa intercultural.Ao articular tradição e contemporaneidade, o projeto busca não apenas resgatar memórias sonoras, mas também gerar novas linguagens musicais capazes de dialogar com públicos diversos, em especial as novas gerações de ouvintes e músicos.Do ponto de vista formativo e social, o projeto tem forte dimensão educativa e inclusiva, ao prever a realização de oficina gratuita, rodas de conversa e concertos didáticos em parceria com o Centro de Estudos Árabes e Islâmicos da Universidade Federal de Sergipe, aproximando a comunidade acadêmica, estudantes e o público em geral do debate sobre diáspora musical e interculturalidade. Soma-se a isso o compromisso com a acessibilidade cultural, por meio da realização de oficinas sobre audiodescrição e da apresentação especial voltada a pessoas com deficiência visual, em parceria com a ADEVISE. Essas ações reforçam o compromisso do projeto com a democratização do acesso à cultura e com a promoção da diversidade e inclusão social.Assim, o projeto Arábias Nordestinas: Sons do Sertão Ecos do Oriente se configura como um projeto de relevância artística, social e acadêmica, que une criação autoral, pesquisa histórica, inovação estética e compromisso com a inclusão cultural. Sua execução permitirá não apenas a produção de um show autoral e conceitual com circulação por cidades do nordeste, mas também a valorização das heranças etnomusicológicas invizibilizadas do patrimônio musical e cultural do povo nordestino, o fortalecimento de vínculos com matrizes africanas e árabes e a formação de novos olhares e escutas sobre a música como expressão de diásporas, identidade e memória coletiva.Art. 1º, Inciso I - "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais"O projeto atende a este inciso ao prever atividades gratuitas e abertas ao público, como oficinas, rodas de conversa e concertos didáticos, que ampliam o acesso às fontes da cultura. Tais ações possibilitam que diferentes públicos, inclusive estudantes, jovens artistas e pessoas com deficiência visual, tenham contato direto com processos criativos e com a valorização de diálogos interculturaisArt. 1º, Inciso II _ "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais"O projeto atende a este inciso ao reunir músicos da cena instrumental, demais profissionais e servidores de Aracaju, destacando talentos locais e promovendo a valorização da produção cultural regional. A criação e gravação do show autoral, inspirada nas tradições nordestinas em diálogo com matrizes árabes/africanas, lança novos olhares à identidade regional e contribui para difundir conteúdos locais em âmbito nacional e internacional.Art. 1º, Inciso III _ "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores"O projeto atende a este inciso ao promover a criação, gravação, promoção e circulação de um show autoral inédito, ampliando a visibilidade dos artistas e das manifestações culturais envolvidas, fortalecendo o reconhecimento e a valorização de novas releituras de hibridismos musicais presentes nas estéticas musicais e culturais nordestinas. O baião pode ser irmão do ritmo malfuf, o repente primo do Zajal (ou Zéjel) e o aboio neto dos cantos lamentosos so alcorão;Art. 1º, Inciso IV _ "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional"O projeto cumpre este inciso ao valorizar e preservar expressões culturais de origem africana, árabe e nordestina. Ao sistematizar e reinterpretar essas tradições, o projeto garante a proteção de manifestações que constituem o pluralismo cultural brasileiro, reforçando a importância histórica e simbólica desses modos de criação e a diversidade que compõe o patrimônio cultural do país.Art. 1º, Inciso VI _ "preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro"O projeto atende a este inciso por lançar novos olhares sobre a constituição etnomusical e o entrecruzamento de culturas constituintes da sociedade brasileira, em especial a nordestina. Esses "novos" olhares garantem a continuidade das manifestações culturais regionais de forma ressignificada e revisitada, fortalecendo a memória musical coletiva e estimulando que os modos de criar, tocar e viver a música nordestina sejam transmitidos e reinterpretados pelas novas gerações sob novas perspectivas. Agora além das contribuições indígenas, europeias e africanas, abra-se o caminho para que outras diásporas também também sejam reconhecidas em nossa constituição cultural.Art. 1º, Inciso VIII _ "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória"O projeto cumpre este inciso ao proporcionar a materialização de um bem cultural imaterial ao mesmo tempo tradicional e contemporâneo, oriundo de processo de pesquisa e concepção, que revisita a tradição sob novos olhares e permite a difusão e acesso ao conhecimento etnico histórico e cultural de forma acessível e inclusiva a grupos diversos por meio das rodas de conversa, oficinas e apresentações.Art. 1º, Inciso IX _ "priorizar o produto cultural originário do País"O projeto ao ser produzido por nordestinos, brasileiros que revisitam a própria cultura a partir de outras perspectivas epistemológicas, sem abandonar a tradição e as raízes profundas, trazendo a tona olhares sobre outras constituições originárias da cultura brasileira;Artigo 3º, Inciso II, alínea - a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;Se enquadra pela produção de obra adiovisual sobre os processos de criação, das apresentações e ações previstas no projeto à preservação e difusão a produção artístico cultural nordestina;Artigo 3º, Inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticosTodas as atividades ofertadas neste projeto são 100% gratuitas.
Arábias Nordestinas: Sons do Sertão Ecos do Oriente nasce do reconhecimento sensível da presença marcante – ainda que muitas vezes invisibilizada – do legado árabe na música do Nordeste. Esse diálogo se revela tanto nos modos musicais quanto nos ritmos, nas instrumentações e nas expressões melódicas. É possível percebê-lo, por exemplo, na similaridade entre as escalas modais nordestinas e os modos Makam do Oriente Médio; na conexão rítmica entre o Ijexá e o Baião com o Malfuf árabe; ou ainda na ancestralidade de instrumentos como o pandeiro, a rabeca e o violão, que remetem diretamente ao pandeirão árabe, ao kamancheh e ao oud (ou alaúde, como se tornou conhecido no Ocidente).Nesse movimento, o projeto também reafirma a relevância de valorizar as expressões culturais de Sergipe, estado onde reside toda a equipe e que se configura como território fértil de manifestações que evidenciam a diversidade e a força do patrimônio nordestino. Festividades como o Reisado, Parafuso, Chegança, Cacumbi e Taieiras convivem com gêneros musicais como o forró pé de serra, o coco de roda, o samba de pareia, os repentes e emboladas, além dos festejos juninos, ápice da vivência popular sergipana. Tais tradições carregam, em suas práticas rítmicas, melódicas e poéticas, heranças entrelaçadas das matrizes africana, indígena e árabe.O projeto também ressalta paralelos entre práticas orais de improvisação e narrativa, como os aboios nordestinos e a recitação melódica do Alcorão, ou entre o repente e a tradição dos trovadores árabes e mouriscos. Essas conexões revelam um terreno fértil para a criação de uma arte simultaneamente inovadora e ancestral.Assim, Arábias Nordestinas: Sons do Sertão Ecos do Oriente se estrutura como uma experiência de experimentalismo criativo, articulando pesquisa colaborativa, encontros presenciais entre músicos(as), produção musical e de arte, além da criação de arranjos e composições autorais. O projeto culminará em apresentações em cidades do interior de Sergipe e em estados vizinhos, ampliando o alcance e o diálogo com diferentes públicos.A presente proposta busca promover intercâmbio cultural, lançar novos olhares sobre ancestralidades partilhadas, resgatar memórias sonoras comuns e fortalecer linguagens musicais que emergem do cruzamento entre tradição e contemporaneidade, regionalidade e diáspora. Com isso, destaca-se a contribuição singular das culturas árabes para o grande mosaico estético-cultural que compõe a identidade do Nordeste brasileiro.Contribuição para o projeto: Base para discutir o conceito de “diáspora árabe” e os processos de miscigenação sonora e cultural que permeiam o Nordeste. Apoio para as análises das similaridades modais, rítmicas e instrumentais entre as tradições nordestinas e árabes/africanas, bem como o papel da oralidade e da improvisação
1. Laboratório Criativo de Pesquisa e experimentalçoes Musicaislaboratório criativo com músicos da cena instrumental de Aracaju-SE, em que serão trilhados caminhos de investigação e experimentação em torno da conexão NORDESTE BRASILEIRO / ARABISMO / ÁFRICA SUBSAARIANA. Onde a música regional nordestina (forró, repente, aboio, rabecada, xaxado, cordel...) é reconhecida e reafirmada a partir das trocas culturais e estéticas realizadas com diferentes diásporas do arabismo ( povos escravizados malês, diáspora árabe, povos europeus da penísula ibérica após 800 anos de ocupação árabe...)Quantidade: 15 encontros ara pesquisa, experimentos e criaçãoDuração (minutagem): 180 minutos por encontroEquipe artística envolvida: 6 músicos + direção musical + direção de arte, produtor musical.Cachês:Músicos: R$ 150,00 por encontro x 6 músicos x 15 encontros = R$ 13.500Direção musical: R$ 100,00 por encontro x 15 encontros = R$ 1.500,00Direção de arte: R$ 100,00 por encontro x 10 apresentações = R$ 1.500,00Custo Total do Segmento: R$ 16.500,002. Apresentações de Show Conceitual AutoralShow resultante do laboratório criativoQuantidade: 10 apresentações presenciais em cidades de Sergipe e estados circunvizinhos.Duração (minutagem): 70 minutos cada apresentação.Equipe artística envolvida: 6 músicos + direção musical + direção de arte + equipe técnica .Cachês:Músicos: R$ 1.000,00 por apresentação x 6 músicos x 10 apresentações = R$ 60.000,00Direção musical: R$ 1.500,00 por apresentação x 10 apresentações = R$ 15.000,00Direção de arte: R$ 1.000,00 por apresentação x 10 apresentações = R$ 10.000,00Equipe técnica: 900,00 por apresentação x 10 apresentações = 9.000,00Custo Total do Segmento: R$ 94.000,003. Rodas de Conversa Pós-ApresentaçãoQuantidade: 10 rodas de conversa (uma após cada show).Duração (minutagem): 40 minutos cada.Cachês: SEM CUSTOS4. Concerto DidáticoQuantidade: 1 concerto em parceria com o Centro de Estudos Árabes e Islâmicos (UFS).Duração (minutagem): 60 minutos.Equipe artística envolvida: 6 músicos + mediação acadêmica.Cachês:Músicos: R$ 800,00 por apresentação x 6 músicos = R$ 4.800Custo Total do Segmento: R$ 4.8005. Oficina MusicalQuantidade: 1 oficina gratuita voltada a jovens músicos.Duração (minutagem): 3 horas.Público estimado: 30 participantes.Equipe: 2 músicos facilitadores.Cachês:Facilitadores: R$ 1.000,00 cada = R$ 2.000,00Custo Total do Segmento: R$ 2.000,006. Apresentação com Acessibilidade PlenaQuantidade: 1 apresentação na ADEVISE (Associação dos Deficientes Visuais de Sergipe).Duração (minutagem): 70 minutos.Serviços de acessibilidade incluídos: Audiodescrição ao vivo.Cachês:Músicos e direção musical/direção de arte SEM CUSTOSAudiodescritor: R$ 1.000,00Custo Total do Segmento: R$ 1.0007. Formação em acessibilidade cultural em escolas públicasQuantidade: 2 oficinas sobre scessibilidade ministradas pelo consultor de acessibilidade do projeto em escolas públicasDuração (minutagem): 180 minutos.Serviços de acessibilidade incluídos: consultoria de acessibilidade e audiodescriçãoCachês:Oficineiro Audio descritor: 1.500,008. Captação de audio e vídeo / edição de todas as etapas do projetoRealizar registros de audio e vídeo dos processos criativos do laboratório, das apresentações e das demais açõesQuantidade: Capatação de audio e vídeo ao long do projetoDuração (minutagem): 25 minutosServiços de acessibilidade incluídos: Audiodescrição e legendasCachês:Equipe de audiovisual: 16.000,00Audiodescritor: R$ 2.000,00Custo Total do Segmento: R$ 18.000,00Resumo Geral de Custos (estimativa):Laboratório Criativo de Pesquisa e experimentalçoes Musicais: 16.500,00Apresentações de show autoral: R$ 94.000,00Rodas de conversa: SEM CUSTOSConcerto didático: R$ 4.800,00Oficina musical: R$ 2.000,00Apresentação com acessibilidade plena: R$ 1.000,00Formação em acessibilidade cultural em escolas públicas; 1.500,00CUSTO TOTAL ESTIMADO: R$ 137.800
MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:Será realizada uma curadoria prévia de espaços adaptados com rotas acessíveis e espaço de manobra para cadeira de rodas para a realização das atividades propostas e banheiros adaptados;Será proporcionado ambientes com iluminação suave, ruídos reduzidos e sinalização clara, proporcionando conforto sensorial.Reserva de assentos acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida em todos os setores de plateia.Atitudinal de comunicacional e de conteúdo:Para pessoas com deficiência visual:Realização de 1 apresentação especial com 100% de cobertura em audiodescrição em parceria com a ADEVISE (Associação dos Deficientes Visuais de Sergipe);Inclusão de audiodescrição em 100% dos vídeos promocionais produzidos;Audiodescrição em todos os materiais de divulgação (folders, postagens digitais, publicações gráficasTextos adaptados para leitores de tela;Formação e sensibilização de jovens,educadores e equipe por meio da oficina de audiodescrição ministrada por um PCD ativista anti-capacitismo e especialista em acessibilidade;Para pessoas com deficiência auditiva:contratação de intérpretes de libras;materiais de divulgação com legenda.Para pessoas com deficiência intelectual e autistas:Disponibilização de rotas alternativas para evitar aglomeração
Medidas de Democratização e Ampliação de AcessoTodas as apresentações, rodas de conversa, concertos didáticos e oficinas são 100% gratuitas. artigo 47 da IN 23/2025:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);Oficinas formativas e educativas:Oficina musical gratuita de 3 horas voltada a jovens artistas e músicos, abordando elementos rítmicos e modais da música nordestina e árabe; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;Oficina prática de acessibilidade cultural e audiodescrição em escolas públicas, promovendo inclusão educacional e formação cultural; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;Concertos didáticos:Realização de 1 concerto didático em parceria com o Centro de Estudos Árabes e Islâmicos da UFS, aproximando estudantes e comunidade acadêmica do debate sobre diásporas musicais e interculturalidade. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;Rodas de conversa:10 rodas de conversa após apresentações para compartilhar o processo criativo e contextualizar os diálogos culturais. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; Acessibilidade cultural:Apresentação especial com 100% de cobertura por audiodescrição (ADEVISE).Produção de vídeos promocionais e registro audiovisual acessíveis, com audiodescrição e Libras. III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;Materiais gráficos e digitais adaptados para leitores de tela, incluindo audiodescrição. III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;Serão realizadas articulações com escolas de música e projetos sociais como o Projeto Orquestra Jovem de Sergipe para ampliação de acesso.Circulação do show:Realização de 10 apresentações presenciais em cidades de Sergipe e estados vizinhos, ampliando o acesso geográfico a diferentes públicos.Público-alvo diversificado:Ações voltadas para jovens, estudantes, músicos, comunidade acadêmica, pessoas com deficiência visual e o público em geral, garantindo participação ampla e inclusiva.
Lucas Lopes Aguiar do SantosCoordenador Geral / Gestor Financeiro / MúsicoMúsico tecladista, profissional multidisciplinar com atuação nas áreas de produção cultural, artes visuais e técnica de som e iluminação. Experiência em gestão global e financeira de projetos e eventos culturais, educativos e artísticos, com ênfase em projetos etnoculturais indígenas, preservação da memória e difusão da arte como ferramenta de transformação social.Amanda Santos MouraAssistente administrativo financeiroMulher negra, gestora financeira de projetos de impacto social, produtora cultural, educadora popular, mobilizadora social e pesquisadora na área da agroecologia, cultura alimentar, feminismo e racismo estrutural. Atuou na produção e gestão de equipes em eventos culturais, acadêmicos, feiras e oficinas nas diversas áreas. Integrou a coordenação do XI Congresso Brasileiro de Agroecologia e do Ato Público: Feira Agroecológica e Cultural da ReSeA. Engenheira de Alimentos e mestranda em Desenvolvimento e Meio Ambiente pelo PRODEMA/UFS. Integrante da secretaria operativa da Rede Sergipana de Agroecologia (ReSeA).Dara de Souza AmorimProdutora ExecutivaMãe LGBTQIA+, sergipana. Atua profissionalmente como produtora cultural, educadora popular e gestora de projetos culturais comenfoque socioambiental. Graduada em Gestão Ambiental pela Universidade de São Paulo é especialista em ESG e Sustentabilidade.Possui sólida base técnica e teórica para atuar em todas as etapas de projetos — da concepção e escrita à execução, monitoramentoe avaliação. Com 7 anos de experiência, já desenvolveu e realizou projetos em diversos territórios, incluindo comunidadesvulneráveis, ocupações urbanas, movimentos sociais (como o MTST) e escolas periféricas, atuando junto a públicos diversos:mulheres, jovens, crianças, povos indígenas e pessoas em situação de vulnerabilidade social. Seus projetos foram contemplados porleis e editais como a LPG, Aldir Blanc e outras iniciativas de fomento cultural.Lucas Aribé AlvesConsultor de Acessibilidade em audiodescrição / oficineiroprofissional PCD ( pessoa com deficiência ), bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo e pós-graduado em Comunicação e Novas Tecnologias. É técnico em radialismo, comentarista esportivo, músico, cantor, consultor de audiodescrição e professor de Sistema Braille e de informática para pessoas com deficiência visual. É precursor da inclusão social de estudantes cegos no ensino regular em Aracaju e de músicos sergipanos nos Festivais Nacionais e Internacionais de Artes Sem Barreiras. Foi Assessor Geral de Programas e Projetos da Divisão de Educação Especial da Secretaria de Estado da Educação, além de professor do Senac e colaborador da Universidade Tiradentes, atuando na Assessoria de Comunicação/Marketing. É fundador do Instituto Lucas e Mariana Aribé de Acessibilidade para a Inclusão Social de Pessoas com Deficiência – ILUMINAR.Maísa Conceição do NascimentoMúsica / Diretora MusicalMusicista preta, oriunda da periferia, com atuação destacada na pesquisa e interpretação de repertórios que unem a tradição popular nordestina às linguagens contemporâneas. Instrumentista versátil, domina o violino e a rabeca, transitando entre a música de concerto, a música popular e experimentações autorais. Participa de grupos e projetos voltados à valorização da cultura periférica e da ancestralidade afro-brasileira, atua como pesquisadora da presença das estéticas árabes na música nordestina e do mundo.Juan SauloMúsicoMúsico negro com sólida experiência em palcos e projetos coletivos, atua como instrumentista de violoncelo, violão e guitarra, articulando repertórios que cruzam a música erudita, o jazz, a MPB e tradições populares. Hábil em transitar entre arranjos camerísticos e experimentações contemporâneas, tem participado de grupos e iniciativas como Alibabadz,que promovem diálogos entre diferentes linguagens estéticas etnoculturais musicais. Sua prática está voltada à criação de sonoridades híbridas e à circulação de repertórios autorais e colaborativos em espaços diversos, aproximando públicos variados do universo musical.Pedro Jorge MendonçaMúsicoHomem negro, músico percussionista e educador musical com quase 40 anos de estrada, possui título de mestre popular concedido pela Universidade Federal de Sergipe UFS. Estudou no Conservatório de Música de Sergipe, foi copista e músico da Orquestra Sinfônica de Sergipe. Pesquisador dos ritmos do folclore sergipano, cuja contribuição foi reconhecida com a concessão do título de "comendador da cultura" pela prefeitura municipal de Aracaju. Fez turnê pela Europa com seu grupo de música instrumental Café Pequeno, passando pelo festival Tensamba na Espanha 2010 e em 2011 o grupo se apresentou na Universidade de Paris.No cinema fez as trilhas sonoras para os curta-metragens Avença e Seu Euclides Parafuso e para o longa-metragem DPC TV.Artur Barreto Doria FreireMúsicoMúsico multi-instrumentista (alaúde, derbak, violão, guitarra, baixo, cavaquinho, pífano...) ator de Teatro de mamulengo, formado em artes visuais pela UFS e pesquisador da intercessão entre o musica nordestina e as influências da diaspora árabe, como fruto dessa pesquisa e parceria com Maísa Violina nasceu a banda Alibabadz, onde as experimentações tomam vida e formas.Romilsson Barbsa da Silva Santos (Mimi do Acordeon)MúsicoSua trajetória no mundo da música começou aos 10 anos de idade, acompanhando seu pai, Eguinaldo do Forró, em apresentações. Na época, Mimi tocava triângulo e zabumba, mas sempre foi apaixonado pelo acordeon. Percebendo o interesse do filho pelo instrumento, Eguinaldo o incentivou a aprender sanfona. Seu pai fazia parte do renomado grupo de teatro Mamulengo de Cheroso, liderado por Augusto Barreto, que teve a ideia de matricular Mimi na escola de música Carlos Gomes, em Aracaju, onde estudou com o professor Erivaldo. Além disso, Mimi tocava com o grupo de Valtinho do Acordeon, ao lado de Eguinaldo. Um marco importante na sua trajetória foi quando seu pai trocou uma radiola por uma sanfona para Mimi, iniciando assim sua jornada como sanfoneiro. Ainda jovem, foi convidado por Cardoso, da quadrilha junina Chapeu de Rolo, bicampeã brasileira, a integrar o grupo. Cardoso propôs levar Eguinaldo como cantor e Mimi como sanfoneiro, marcando o início de sua trajetória profissional. Mimi considera a quadrilha junina uma grande escola para sua formação musical.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$139.787,20 em 14/04/2026.