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O projeto visa a realização do Boizinho da Macuca, circuito cultural gratuito que contempla festivalzinho infantil de música regional, cortejos de rua infantis, oficinas em escolas públicas, minidocumentário audiovisual e ações de acessibilidade, promovendo a salvaguarda do frevo e da brincadeira de boi como patrimônios imateriais.
Festivalzinho de música regional InfantilProgramação cultural gratuita voltada à infância, com apresentações de frevo, coco, ciranda e mamulengo realizadas em praça pública. O festivalzinho valoriza expressões da cultura popular e promove o acesso das crianças à arte e ao convívio comunitário por meio de uma curadoria voltada à formação de público infantil.Classificação indicativa: Livre. Cortejos do Boizinho da MacucaEspetáculo infantil de artes cênicas e música regional, que articula frevo e a brincadeira de boi em formato de cortejo, com orquestra infantojuvenil, personagens tradicionais e alegorias adaptadas para crianças e adolescentes. A ação promove a ocupação das ruas com elementos da cultura popular nordestina e estimula o protagonismo infantil.Classificação indicativa: Livre. Oficinas “Meu Primeiro Boi”Atividades formativas gratuitas com carga horária de 4 horas, realizadas em escolas públicas de 10 cidades pernambucanas. As oficinas envolvem leitura sobre a tradição do boi, construção de pequenos bois em papelão, pintura, personalização e realização de mini cortejos simbólicos com as crianças participantes, promovendo criatividade e transmissão de saberes populares.Classificação indicativa: Livre. Minidocumentário AcessívelPeça audiovisual com cerca de 5 minutos de duração, reunindo registros dos cortejos, do festivalzinho e das oficinas, com entrevistas, bastidores e cenas das atividades. O material será publicado gratuitamente nas redes sociais e contará com legendagem para surdos e ensurdecidos, audiodescrição e linguagem simples.Classificação indicativa: Livre.
#Objetivo GeralO objetivo do projeto é realizar o Boizinho da Macuca, com festivalzinho, cortejos, e oficinas voltados à transmissão de saberes de música regional para o público infantil, promovendo a salvaguarda do frevo e da brincadeira de boi como expressões do patrimônio cultural imaterial brasileiro. #Objetivos Específicos Realizar gratuitamente 1 festivalzinho de música regional voltado ao público infantil na Praça do Carmo, em Olinda, com apresentações de grupos populares infantis e programação cultural dedicada à infância.Realizar gratuitamente 2 cortejos infantis do Boizinho da Macuca, com orquestra de frevo e personagens manipulados por crianças e adolescentes, sendo 1 nas ruas do Sítio Histórico de Olinda e 1 nas ruas da cidade de Correntes.Ofertar gratuitamente 10 oficinas formativas "Meu Primeiro Boi", com carga horária de 4 horas cada, realizadas em escolas públicas de 10 cidades de Pernambuco (Olinda, Recife, Bezerros, Caruaru, Garanhuns, Correntes, Palmeirina, Arcoverde, Belém de São Francisco e Triunfo).Produzir e difundir 1 minidocumentário audiovisual com cobertura das oficinas, cortejos, festivalzinho e entrevistas, a ser disponibilizado integralmente e de forma gratuita na internet.
A cultura popular, como toda tradição, depende da transmissão intergeracional de saberes para sua continuidade. No entanto, as infâncias, sobretudo as negras, periféricas e rurais, são historicamente pouco contempladas por políticas públicas de fomento cultural.É nesse contexto que o projeto Boizinho da Macuca se apresenta como uma ação estratégica de salvaguarda, formação e acesso à cultura tradicional desde a infância. Mais do que incluir crianças como público de atividades culturais, o projeto reconhece seu papel como protagonistas, criadoras e guardiãs das expressões que compõem o patrimônio imaterial brasileiro.Por meio de festival artístico infantojuvenil, cortejos de rua e oficinas em escolas públicas, a proposta investe na formação simbólica de uma nova geração conectada com o frevo, a brincadeira de boi, o coco, a ciranda, o mamulengo e outras manifestações tradicionais.Todas as ações são 100% gratuitas, realizadas em ruas, praças e escolas, com apoio de parcerias locais que garantem capilaridade e impacto. A estrutura foi pensada para garantir acessibilidade física e comunicacional, possibilitando a participação plena de crianças com deficiência e com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A diversidade da equipe também é um eixo fundamental da proposta: mais da metade de seus integrantes são mulheres, pessoas negras e LGBTQIAPN+. Além disso, o projeto coloca crianças negras e periféricas no centro do fazer cultural, como protagonistas das atividades.A utilização de recursos públicos via Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para viabilizar uma proposta dessa natureza, voltada a públicos com pouco acesso à fruição e à criação cultural. Como se trata de um proponente iniciante, a captação incentivada é indispensável para garantir a realização integral do projeto. ENQUADRAMENTO LEGALArtigo 1º da Lei nº 8.313/1991:Inciso I — Facilitar, a todos, o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.→ O projeto é público e gratuito, garantindo que crianças e suas famílias tenham acesso direto à cultura popular, especialmente nas periferias urbanas e nas zonas rurais.Inciso II — Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais.→ Todas as ações ocorrem em cidades de diferentes regiões de Pernambuco, com profissionais da própria comunidade, mestres populares e artistas locais.Inciso III — Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.→ O projeto difunde o frevo, o boi, o coco e outras expressões da cultura popular, valorizando seus criadores em ações formativas e artísticas.Inciso IV — Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo cultural.→ Dá visibilidade a tradições oriundas de comunidades negras, periféricas e rurais, reforçando a pluralidade da cultura nacional. Inciso V — Salvaguardar os modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira.→ A proposta atua diretamente na transmissão dos saberes para crianças e adolescentes, assegurando a continuidade das expressões culturais. Inciso VI — Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.→ O projeto atua com o frevo (Patrimônio da Humanidade pela UNESCO) e com a brincadeira de boi (Patrimônio Cultural Brasileiro reconhecido pelo IPHAN). Inciso VIII — Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores de conhecimento, cultura e memória.→ Ao documentar, formar e difundir expressões populares, o projeto constrói memória e fortalece o reconhecimento cultural coletivo.Inciso IX — Priorizar o produto cultural originário do país.→ Todas as atividades estão fundamentadas em expressões tradicionais brasileiras de raiz popular. Artigo 3º da Lei nº 8.313/1991:(Define os tipos de projetos que podem ser apoiados)Inciso II, alínea c — Realização de festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.→ O projeto contempla um festival infantil e dois cortejos artísticos, promovendo o encontro das infâncias com as artes populares em seu território. Inciso III, alínea d — Proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.→ Oficinas e apresentações contribuem para a salvaguarda do frevo, da brincadeira de boi e de saberes tradicionais populares. Inciso IV, alínea a — Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.→ Todos os produtos culturais do projeto têm acesso livre, gratuito e público, realizados em ruas, praças e escolas públicas. CONCLUSÃOO Boizinho da Macuca responde à urgência de garantir o futuro das tradições populares a partir da valorização das infâncias. Atua com foco formativo, inclusivo e acessível, promovendo a salvaguarda de expressões reconhecidas como patrimônio imaterial brasileiro.A utilização de recursos públicos via Lei de Incentivo à Cultura é essencial para garantir a democratização do acesso, a diversidade da equipe, a circulação regional e a formação de novas gerações comprometidas com a cultura popular brasileira.
O projeto Boizinho da Macuca visa a realização de um ciclo de atividades de patrimônio cultural imaterial 100% gratuitas voltadas ao público infantil, promovidas pelo Boi da Macuca. A proposta contempla um festivalzinho de música regional para crianças na Praça do Carmo, em Olinda, dois cortejos infantis de frevo nas cidades de Olinda e Correntes e a realização de dez oficinas formativas “Meu Primeiro Boi”, com acesso livre e irrestrito em todas as ações.As ações acontecerão ao longo do ano de 2026. O festivalzinhozinho e o cortejo infantil de Olinda serão realizados em janeiro, durante o ciclo pré-carnavalesco. O cortejo de Correntes está previsto para o mês de outubro, em celebração ao mês das crianças. As dez oficinas acontecerão ao longo de todo o ano, em calendário articulado com as escolas públicas parceiras.As oficinas acontecerão em escolas públicas de dez cidades de Pernambuco: Olinda, Recife, Bezerros, Caruaru, Garanhuns, Correntes, Palmeirina, Arcoverde, Belém de São Francisco e Triunfo. As atividades são voltadas a crianças de seis a doze anos, com foco na vivência prática e lúdica da tradição popular. A oficina “Meu Primeiro Boi” consiste na construção coletiva de pequenos bois com papelão, bambolê e papel crepom, seguida de pintura, personalização e realização de um mini cortejo simbólico, promovendo criatividade, expressão artística e contato direto com o universo da brincadeira de boi.O Boizinho da Macuca é uma ramificação do Boi da Macuca, grupo com mais de três décadas de atuação na cultura popular nordestina. Nesta versão voltada para a infância, o projeto fortalece a transmissão de saberes entre gerações, aproximando os pequenos do universo do frevo, reconhecido como patrimônio imaterial da humanidade pela UNESCO, e da brincadeira de boi, reconhecida como patrimônio cultural brasileiro pelo Iphan.Os cortejos infantis acontecerão nas ruas das cidades de Olinda e Correntes e terão orquestra formada por crianças e adolescentes músicos do Grêmio Musical Henrique Dias, a mais antiga e importante escola de frevo de Olinda, onde lecionam mestres e maestros reconhecidos na formação das gerações do frevo. Todas as alegorias, como o boi e os estandartes, serão manipuladas por crianças e adolescentes em versões especialmente desenvolvidas para esse público. Todos os brincantes do boi também serão crianças e adolescentes, em uma experiência construída, em sua maior parte, por e para crianças.O festivalzinho de música regional infantil em Olinda seguirá uma linha curatorial própria da Macuca, com o frevo como protagonista da programação, mas contemplando também outras expressões como o coco, a ciranda e o mamulengo. A programação será composta majoritariamente por grupos e artistas infantis, com algumas participações de artistas adultos, tanto para fomentar o intercâmbio com as crianças quanto para possibilitar a fruição de toda a família.As ações são voltadas prioritariamente a crianças e adolescentes das periferias do Sítio Histórico de Olinda, incluindo bairros de forte tradição no frevo, como o Guadalupe, e a crianças e adolescentes da zona rural do entorno da Fazenda Macuca, no Agreste de Pernambuco, garantindo diversidade territorial e social do público beneficiado.Este é o primeiro projeto submetido ao SALIC pela proponente Macuca Experimentos Culturais, que se classifica como proponente iniciante. A equipe técnica principal é composta por seis integrantes, sendo três mulheres e um homem preto, demonstrando compromisso com a diversidade e com a representatividade nas funções de coordenação. O projeto conta ainda com a participação institucional do Grêmio Musical Henrique Dias e de seus mestres e maestros de frevo, que integram a equipe técnica e serão responsáveis pela condução musical dos cortejos com crianças e adolescentes.O projeto atenderá aos critérios de acessibilidade, com estrutura física adaptada nos locais de realização, intérprete de Libras, legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE), linguagem simples e acessível, audiodescrição, proteção a pessoas com TEA. Todas as atividades serão pensadas para garantir a participação de crianças com deficiência e promover uma experiência inclusiva e acolhedora. Com os cortejos, o festivalzinho e as oficinas, o Boizinho da Macuca se estabelece como uma ação cultural de impacto social, artístico e educativo. Um projeto que une infância, cultura, diversidade, inclusão e futuro no mesmo passo.
Festivalzinho de Música Regional InfantilFormato: evento de programação cultural voltado à infância, com apresentações públicas e gratuitas de frevo, coco, ciranda e mamulengo, realizado em praça pública.Duração média: 1 dia de atividades ininterruptas (turno da tarde).Quantidade: 1 edição, realizada na Praça do Carmo, em Olinda.Equipe artística: grupos e artistas da cultura popular com repertório voltado ao público infantil, incluindo apresentações exclusivamente infantis e outras com participação de artistas adultos com forte diálogo com as infâncias.Curadoria: a curadoria do festivalzinho é assinada por Rudá Rocha, produtor cultural, músico e diretor artístico do Boi da Macuca. À frente da renovação estética e institucional do grupo desde 2015, Rudá articula tradição e inovação, com foco em salvaguarda, formação e circulação das expressões populares do Nordeste.Estrutura: palco, som, espaço PCD, banheiros acessíveis, área de descanso e espaço sensorial com iluminação amena e abafadores para crianças com TEA.Proposta curatorial: o festivalzinho terá como eixo curatorial a valorização das expressões da cultura popular voltadas ao público infantil. A proposta parte do frevo como linguagem central, por sua ligação com a cidade de Olinda e seu reconhecimento como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, mas se expande para incluir outras manifestações como o coco, a ciranda e o mamulengo. Serão priorizados grupos e artistas que atuam com repertórios populares adaptados ao universo infantil, estimulando o protagonismo das infâncias, o convívio comunitário e a formação de novos públicos para a cultura tradicional.Classificação indicativa: Livre. Cortejos do Boizinho da MacucaFormato: desfile festivo, cênico e exclusivamente de música regional (frevo), realizado em espaço público.Duração média: 2 horas por cortejo.Quantidade: 2 apresentações (Olinda e Correntes).Equipe artística: orquestra infantojuvenil do Grêmio Musical Henrique Dias, formada por aproximadamente 30 crianças e adolescentes; personagens, estandartes e alegorias manipulados por crianças e adolescentes; coordenação artística e apoio técnico.Direção musical: o cortejo será conduzido musicalmente pelo Grêmio Musical Henrique Dias, mais antiga e importante escola de frevo de Olinda. A instituição tem papel central na preservação e ensino do frevo, sendo responsável pela formação de gerações de músicos e maestros da cidade.Estrutura cênica: estandartes infantis, alegorias adaptadas, fantasias e adereços lúdicos.Classificação indicativa: Livre. Oficinas “Meu Primeiro Boi” Formato: atividades formativas presenciais em escolas públicas, com carga horária de 4 horas cada.Quantidade: 10 oficinas em 10 cidades pernambucanas.Público-alvo: crianças entre 6 e 12 anos, prioritariamente da rede pública e de regiões periféricas ou rurais.Critério de seleção: inscrições gratuitas por meio de formulário enviado às escolas públicas.Metodologia:Leitura e conversa inicial sobre a tradição do Boi da Macuca.Construção de pequenos bois com papelão, bambolê e papel crepom.Pintura e personalização das alegorias.Vivência prática: mini cortejo simbólico realizado pelas crianças participantes.Conteúdo programático:História e universo cultural da brincadeira de boi.Técnicas simples de construção com materiais acessíveis.Prática coletiva da tradição popular em formato lúdico.Material didático: papelão, papel crepom, tintas, pincéis, cola, fitas coloridas, bambolês e tecidos diversos.Equipe pedagógica:As oficinas serão conduzidas por Ailton Santana, artista plástico natural de Correntes e reconhecido como Patrimônio Vivo do município. Sua trajetória está profundamente ligada à cultura popular do Agreste, e seu trabalho autoral com materiais simples encanta por sua expressividade. Ailton é referência na transmissão de saberes manuais e criativos com crianças e jovens, integrando ensino, arte e identidade cultural.Classificação indicativa: Livre. Minidocumentário AcessívelFormato: vídeo digital com cerca de 5 minutos de duração, com publicação nas redes sociais do projeto.Conteúdo: registros dos cortejos, do festivalzinho e das oficinas; entrevistas com participantes; bastidores e momentos de formação e celebração.Equipe técnica: captação, edição e finalização por equipe audiovisual com experiência em cobertura de projetos culturais.Acessibilidade comunicacional: legendagem para surdos e ensurdecidos, audiodescrição e linguagem simples.Distribuição: publicação gratuita no Instagram, Facebook e YouTube do Boi da Macuca.Classificação indicativa: Livre.
#AÇÃO EDUCATIVA Oficinas “Meu Primeiro Boi”Oficinas Formativas a. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Para PcD Físico e idosos ou com mobilidade reduzida· Realização em locais planos, com fácil acesso e circulação livre de barreiras.· Disponibilização de cadeiras e mesas acessíveis, quando necessário.· Banheiros adaptadosPara PcD Visuais:· Disponibilizar monitores treinados para orientar o deslocamento.· Orientação direta e verbal dos instrutores durante as práticas.Para PcD Auditivos:· Intérprete de Libras durante as oficinas.Para PcD Intelectuais:· Linguagem clara e didática nas explicações.· Apoio de monitores para acompanhamento quando necessário.· Disponibilização de fones de ouvido antirruído durante as oficinas b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO:Para PcD visual· Mateiral de comunicação com audiodescrição.Para PcD auditivo· Tradução em legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE).· Tradução do conteúdo falado por um intérprete de LibrasPara PcD intelectual e TEA· Linguagem simples na narração e nas legendas. #AÇÃO PERFORMÁTICA Festivalzinho de música regional Infantil a. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:Para PcD Físico e idosos ou com mobilidade reduzida· Banheiros adaptados· Áreas reservadas próximas ao placo para pessoas com mobilidade reduzida.Para PcD Visuais:· Monitor treinado para orientação e condução segura durante o evento.· Comunicação verbal clara e informativaPara PcD Auditivos:· Intérprete de LibrasPara PcD Intelectuais:· Monitores preparados para acolhimento e suporte individualizado.· Disponibilização de fones de ouvido antirruído. b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO:Para PcD visual· Mateiral de comunicação com audiodescrição.Para PcD auditivo· Tradução em legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE).· Tradução do conteúdo falado por um intérprete de LibrasPara PcD intelectual e TEA· Linguagem simples na narração e nas legendas.#AÇÃO DE DESFILE Cortejos do Boizinho da Macuca a. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Para PcD Físico e idosos ou com mobilidade reduzida· Banheiros adaptados· Áreas reservadas próximas aos pontos de concentração para pessoas com mobilidade reduzida.Para PcD Visuais:· Monitores treinados para orientação e condução segura durante o evento.· Comunicação verbal clara e informativa sobre as etapas do cortejo.Para PcD Auditivos:· Intérprete de Libras presente na abertura e encerramento dos cortejos.Para Acessibilidade para PcD Intelectuais:· Monitores preparados para acolhimento e suporte individualizado.· Disponibilização de fones de ouvido antirruído durante o percurso do cortejo b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: Para PcD visual· Mateiral de comunicação com audiodescrição.Para PcD auditivo· Tradução em legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE).· Tradução do conteúdo falado por um intérprete de LibrasPara PcD intelectual e TEA· Linguagem simples na narração e nas legendas. # AÇÃO DE COBERTURA Minidocumentário Acessível Acessibilidade Arquitetônica / Física: · Filmagens em locais acessíveis e sem barreiras físicas. Acessibilidade para PcD Visuais: · Versão final com audiodescrição. Acessibilidade para PcD Auditivos: · Tradução em legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE). Acessibilidade para PcD Intelectuais: · Linguagem simples na narração e nas legendas.
Todos os produtos do projeto serão de acesso público e gratuito. O festivalzinho de música regional para crianças será realizado na Praça do Carmo, em Olinda, com programação aberta ao público. Os cortejos acontecerão em ruas e praças públicas das cidades de Olinda e Correntes, sem cobrança de ingresso ou limitação de público, garantindo ampla participação popular. As oficinas formativas também serão gratuitas e realizadas em escolas públicas de dez municípios, com inscrições priorizadas para estudantes da rede pública, respeitando o limite de vagas por turma. Nas cidades do interior, as parcerias com as escolas públicas permitirão a articulação do transporte das crianças das zonas rurais até os locais de realização das atividades.O acesso será ampliado por meio da difusão digital. Conteúdos sobre o processo, bastidores, cortejos, festivalzinho e oficinas serão publicados gratuitamente nas redes sociais do Boi da Macuca, que somam mais de 110 mil seguidores. A estratégia de comunicação inclui parcerias com influenciadores digitais, impulsionamento de publicações e cobertura audiovisual em tempo real, ampliando o alcance para diferentes territórios e públicos.Será produzido um minidocumentário com cobertura das oficinas, cortejos, festivalzinho e entrevistas, disponibilizado integralmente e de forma gratuita na internet. As redes sociais também funcionarão como espaço ativo de engajamento com o público, com atualizações frequentes e linguagem acessível.Dessa forma, o projeto assegura a democratização do acesso tanto no espaço físico, com ações abertas em escolas e espaços públicos, quanto no ambiente digital, com conteúdos gratuitos e estratégias de comunicação amplas e inclusivas.
Cléa Falcão representante da Macuca Experimentos | Proponente e Direção GeralCom sede na Fazenda Macuca, zona rural de Correntes-PE, a Macuca Experimentos coordena projetos culturais de médio e grande porte, há mais de 35 anos, com foco em difusão, salvaguarda e formação em cultura popular, tendo executado iniciativas com recursos próprios, como eventos, recursos do Funcultura, Lei Paulo Gustavo, Emendas Parlamentares e apoios privados.No projeto, será responsável pela administração geral e coordenação de todas as etapas executivas e técnicas. Será responsável pela gestão global do projeto e dos processos decisórios. Atuará no planejamento, contratação de equipe, controle financeiro, execução orçamentária e acompanhamento da prestação de contas. Também responderá pela interlocução com órgãos públicos, patrocinadores e parceiros, zelando pela legalidade e viabilidade da proposta ao longo de todo o biênio. Rudá Rocha | Direção ArtísticaProdutor cultural, músico e diretor artístico do Boi da Macuca. Desde 2015, lidera a renovação do grupo, unindo frevo, forró e teatro popular em cortejos de grande impacto. Criou o repertório autoral da orquestra e já promoveu eventos com artistas como Gilberto Gil, Alceu Valença e Nação Zumbi. Atua também como curador, arranjador e coordenador dos ensaios da Macuca.Será responsável por toda a concepção e acompanhamento artístico do projeto. Coordenará a criação do repertório musical, a integração entre música, encenação e alegorias, bem como os ensaios da orquestra de frevo e da equipe de brincantes. Durante a circulação, acompanhará de perto os cortejos e oficinas, garantindo fidelidade estética e qualidade artística em cada cidade. Também terá papel ativo na mediação cultural, apresentando o frevo em diálogo com novos públicos. Naiara Cândido | Direção de ComunicaçãoPublicitária e produtora cultural com mais de 10 anos de experiência em comunicação estratégica e eventos de grande porte. Coordena a comunicação da Macuca desde 2016. Fundadora da produtora Vai Ser Massa e da marca Contém Glitter, atua também como palestrante em branding, economia criativa e empreendedorismo feminino. Possui especializações pela Miami Ad School e Perestroika.Será responsável pelo planejamento e execução de toda a comunicação do projeto. Suas funções incluem a elaboração da identidade visual da circulação, a gestão de redes sociais, a produção de releases e conteúdos acessíveis, além da articulação com veículos de imprensa regionais e nacionais. Também coordenará ações de relacionamento com o público e registro audiovisual das atividades, assegurando ampla visibilidade e difusão qualificada do projeto. Janaísa Cardoso | Produção Executiva Produtora cultural com mais de 15 anos de experiência. Atuou na coordenação de grandes eventos como Porto Musical, MIMO, Festival Sonora Visual e exposições de artistas como Jonathas de Andrade, Lourival Batista e Alceu Valença. É responsável pela produção executiva de projetos financiados por editais como Funcultura, Natura Musical e Iphan, trazendo expertise em gestão de projetos complexos. Será responsável pela produção executiva, englobando a acompanhamento de cronogramas, orçamentos, contratos e equipe. Atuará como ponte entre a direção geral, a direção artística e as coordenações setoriais, garantindo que todas as etapas sejam cumpridas dentro dos prazos e das metas. Também acompanhará a prestação de contas e o diálogo com patrocinadores, mantendo a organização documental e financeira do projeto. Emerson Araújo | Diretor de Alegoria Brincante e artista popular com trajetória ligada aos cortejos do Boi da Macuca desde a infância. Atuou em diversas formações da equipe de alegorias, notabilizando-se como porta-estandarte e formador de novos brincantes. É também artista de figurino e performance, com experiências em cortejos do Elefante de Olinda e outras manifestações do carnaval de Olinda.No projeto, será o responsável pela direção das alegorias dos cortejos, incluindo a coordenação dos estandartes, personagens e demais elementos cênicos. Também atuará como oficineiro de evolução para porta-estandarte nas ações formativas, compartilhando sua experiência com jovens e novos brincantes. Seu papel contribui diretamente para a salvaguarda da brincadeira de boi como patrimônio imaterial. Grêmio Musical Henrique Dias | Direção Musical dos CortejosFundado em 1954 em Olinda, o Grêmio Musical Henrique Dias é uma escola e orquestra de frevo que oferece educação musical gratuita para jovens de comunidades populares. Com forte atuação no Carnaval e na cena cultural pernambucana, forma músicos reconhecidos e promove a valorização dos ritmos tradicionais como frevo, maracatu e coco.No projeto, o Grêmio será responsável pela direção musical dos cortejos, coordenando ensaios, repertório e a condução da orquestra durante as apresentações, reforçando a excelência artística e o compromisso com a formação e a cultura popular.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.