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PRONAC 2511120Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Travessia - Vozes Negras Conectando o Atlântico

ONDINA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 999,3 mil
Aprovado
R$ 999,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Nordeste 2025
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (10)
Alagoinhas BahiaCachoeira BahiaCairu BahiaCamaçari BahiaCastro Alves BahiaFeira de Santana BahiaLauro de Freitas BahiaSalvador BahiaSanto Amaro Bahia

Resumo

Travessia é o mais novo show da cantora baiana Nara Couto, que neste projeto propõe a circulação de um espetáculo inédito em parceria com a guineense-caboverdiana Fattú Djakité, sob direção do guineense Mû Mbana. Serão realizadas dez apresentações gratuitas em cidades baianas, integrando sonoridades afro-baianas e africanas. A iniciativa celebra a ancestralidade, promove a diversidade cultural e fortalece os laços históricos entre Brasil e África por meio da música. Além das apresentações musicais, o projeto inclui ainda rodas de conversa, vivências e oficinas de musicalização.

Sinopse

Show TravessiaO espetáculo Travessia nasce como uma celebração dos laços ancestrais que unem Brasil e África, transformando memórias históricas em um caminho de afeto, cura e resistência. Através da voz marcante de Nara Couto em diálogo com a potência de Fattú Djakité, sob direção musical de Mû Mbana, a cena se torna um território de encontro entre o passado e o presente, onde sonoridades afro-baianas e africanas se fundem em arranjos contemporâneos. Mais do que um show, Travessia é uma experiência sensorial que convida o público a atravessar o Atlântico simbólico que nos conecta, ressignificando a dor da diáspora em música, movimento e pertencimento coletivo.Vivência Corpo e Memória com Nara Couto – Dança, Cultura Afro-Brasileira e Espiritualidade DiaspóricaNesta vivência, a cantora e dançarina Nara Couto propõe uma imersão nos saberes da cultura afro-brasileira, utilizando o corpo como instrumento sensível de conexão com a ancestralidade. A atividade integra canto, movimento e práticas corporais que evocam espiritualidades diaspóricas, ressignificando gestos, ritmos e memórias presentes na musicalidade afro-baiana. Mais do que uma oficina, trata-se de um espaço de partilha e escuta, onde o corpo é compreendido como território de memória, afeto e cura coletiva. A experiência convida os participantes a mergulharem em um processo de reconexão com suas raízes, fortalecendo vínculos comunitários e promovendo a valorização das tradições afro-diaspóricas no Brasil.Workshop com Fattú Djakité – Meninas Negras, Infâncias e Resistência Entre Bissau, Cabo Verde e BrasilA cantora e ativista Fattú Djakité, reconhecida internacionalmente pela potência de sua voz e pela força de seu engajamento social, conduz um Workshop que reflete sobre os desafios enfrentados por meninas negras em contextos africanos e brasileiros. A atividade parte de sua própria trajetória e do impacto de obras como Badja Tina — um manifesto contra o casamento forçado infantil que repercutiu globalmente — para discutir identidade, invisibilidade, hipersexualização, autoestima e redes de cuidado como ferramentas de resistência. Ao conectar vivências da Guiné-Bissau, de Cabo Verde e do Brasil, Fattú promove um diálogo intercontinental sobre infâncias, ancestralidade e equidade de gênero, abrindo espaço para a escuta e a construção coletiva de caminhos de transformação social.Workshop com Mû Mbana – África na Perspectiva dos AfricanosO Workshop conduzido pelo produtor e diretor guineense Mû Mbana apresenta reflexões sobre cultura, sociedade e filosofia a partir de uma perspectiva africana, rompendo com leituras eurocêntricas ainda predominantes. O encontro aborda a importância do estudo da África em sua complexidade, realidades e dinâmicas sociais, destacando o papel da cultura, da arte e da educação no desenvolvimento humano e coletivo. A música, como elemento central das culturas africanas, será explorada como espelho de hábitos, crenças, mitos e modos de vida de diversos grupos étnicos, ampliando o entendimento sobre as conexões entre África, Brasil e outros países da diáspora.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar a circulação do show Travessia da cantora baiana Nara Couto, em parceria com a cantora e ativista guineense-caboverdiana Fattú Djakité, em dez cidades da Bahia, fortalecendo o diálogo cultural entre Brasil e África e ampliando o acesso democrático à cultura por meio de apresentações gratuitas, ações formativas e práticas de valorização da ancestralidade afro-brasileira.Objetivos Específicos:Realizar dez apresentações musicais gratuitas em Cachoeira, Boipeba, Castro Alves, Salvador, Camaçari, Alagoinhas, Santo Amaro, Lauro de Freitas, São Francisco do conde (na Unilab) e Feira de Santana, garantindo acesso democrático à população dessas cidades.Valorizar a musicalidade afro-baiana em diálogo com tradições africanas, reafirmando a importância da ancestralidade como fonte de criação contemporânea.Fortalecer o protagonismo feminino negro na cena cultural, destacando a atuação de Nara Couto e Fattú Djakité em um espetáculo de repercussão artística e simbólica.Oferecer 6 Workshops com Fattú Djakité _ Meninas Negras, Infâncias e Resistência Entre Bissau, Cabo Verde e Brasil.Oferecer 6 Workshops com Mû Mbana _ África na Perspectiva dos AfricanosRealizar 6 Vivências Corpo e Memória com Nara Couto _ Dança, Cultura Afro-Brasileira e Espiritualidade Diaspórica. Estimular o diálogo intercultural entre a Bahia e os países africanos, promovendo o reconhecimento das conexões históricas e afetivas que unem as duas margens do Atlântico.

Justificativa

O projeto Travessia nasce da união entre a cantora baiana Nara Couto e a artista guineense-caboverdiana Fattú Djakité, sob a direção musical do guineense Mû Mbana, configurando-se como um espetáculo que transcende fronteiras e reafirma a potência da diáspora africana. A iniciativa propõe a circulação de um show inédito em dez cidades baianas: Cachoeira, Boipeba, Castro Alves, Salvador, Camaçari, Alagoinhas, Santo Amaro, Lauro de Freitas, São Francisco do conde (na Unilab) e Petrolina. Promovendo o acesso gratuito a um produto cultural de alta qualidade artística, estética e simbólica.A proposta dialoga diretamente com os objetivos do Programa Rouanet Nordeste, ao fortalecer o protagonismo de artistas negros, mulheres e africanos, ao mesmo tempo em que promove ações de democratização do acesso à cultura. O espetáculo ressignifica a travessia atlântica: se antes marcada pela violência do tráfico transatlântico de africanos escravizados, hoje ela se refaz por meio da música, do afeto e da reconexão cultural, transformando dor em movimento e resistência.Além das apresentações, o projeto inclui ações formativas complementares, como rodas de conversa, oficinas de musicalização e vivências corporais com Nara Couto, além de workshops com Fattú Djakité e Mû Mbana, que ampliam o impacto educativo e comunitário da proposta, aproximando o público das tradições afro-diaspóricas e estimulando reflexões sobre identidade, ancestralidade, gênero e equidade.A participação de Fattú Djakité no espetáculo Travessia amplia a dimensão política e social do projeto. Reconhecida por seu ativismo, a artista lançou recentemente Badja Tina, um manifesto contra o casamento forçado infantil, gravado na Guiné-Bissau em diálogo com sua comunidade. A canção ultrapassou fronteiras e alcançou impacto global, com centenas de milhares de visualizações e reconhecimento de personalidades internacionais. Esse engajamento reafirma sua voz como instrumento de transformação social e cultural, fortalecendo o caráter transnacional e de resistência do show Travessia. As apresentações do espetáculo Travessia estão previstas para iniciar no mês de maio, escolha que carrega forte valor simbólico e político, uma vez que o dia 25 de maio marca o Dia da África, data que celebra a história, a resistência e a unidade dos povos africanos e de suas diásporas. Ao eleger maio como mês inaugural da circulação, o projeto reafirma seu compromisso com a valorização das matrizes africanas, transformando esse período em um marco de celebração, memória e reconhecimento das contribuições africanas para a formação cultural brasileira. Dessa forma, o mês de maio se consolida, no âmbito do projeto, como um tempo simbólico de travessia, reconexão e afirmação identitária.Por sua natureza artística e formativa, Travessia atua como vetor de cidadania, saúde mental, educação crítica e convivência comunitária, alinhando-se integralmente às finalidades da Lei Rouanet e aos critérios de seleção do edital. Trata-se de um projeto que não apenas promove a circulação de um espetáculo musical, mas também fortalece a identidade afro-brasileira, valoriza o intercâmbio cultural com países africanos e contribui para a construção de uma sociedade mais inclusiva, plural e democrática.A escolha pelo Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei Rouanet é necessária porque o projeto demanda recursos expressivos para viabilizar sua criação e execução, a contratação de equipe artística, a logística de deslocamento e hospedagem, além da implementação de ações de acessibilidade e formação. Tais custos extrapolam a capacidade de manutenção autônoma da artista e de parcerias pontuais, exigindo, portanto, um instrumento público de fomento capaz de assegurar a execução integral e gratuita das ações propostas.O projeto se enquadra nas finalidades previstas no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, nos seguintes incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Além disso, atende aos objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, em especial:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.O projeto se enquadra no disposto na alínea "c", da seção V, do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, ao propor ações não previstas nos incisos anteriores, mas de grande relevância cultural e social. Entre elas, destacam-se:A Vivência Ancestral com Nara Couto, que aborda a cultura afro-brasileira e a espiritualidade diaspórica a partir do corpo como território de memória e conexão; o Workshop com Mû Mbana, que oferece uma leitura da cultura, da arte e da filosofia africana pela perspectiva de um pesquisador e artista guineense, rompendo com visões eurocêntricas ainda predominantes; e o Workshop com Fattú Djakité, que articula música, ativismo e direitos humanos, refletindo sobre as vulnerabilidades de meninas negras na África e no Brasil, em diálogo com sua obra Badja Tina, reconhecida internacionalmente como manifesto contra o casamento infantil forçado.Essas ações não apenas complementam a circulação do espetáculo, mas também ampliam o caráter formativo, inclusivo e intersetorial do projeto, alinhando arte, cidadania, educação e memória coletiva. Sua relevância ultrapassa o campo estrito da música, ao dialogar com temas urgentes como identidade, gênero, equidade racial e valorização das diásporas africanas.

Estratégia de execução

Beneficiários das passagens:Nara Couto Fattú Djakité Mû MbanaProdutora ExecutivaRegistro midiasRoadieTécnico VJTécnico de somTécnico de luz5 músicos da banda

Especificação técnica

Espetáculo Musical – Travessia Duração: 70 minutos.Formação instrumental: violão africano, violão, baixo, piano, percussão africana e percussão brasileira.Equipe artística: Nara Couto (voz e direção artistica), Fattú Djakité (voz), Mû Mbana (direção musical), músicos instrumentistas e equipe técnica de sonorização e iluminação.Palco: formato adaptável a teatros, centros culturais e espaços comunitários, com necessidade de sonorização profissional e iluminação cênica básica.Público estimado: até 200 pessoas por apresentação.Acessibilidade: presença de intérprete de Libras em todas as apresentações; sinalização visual inclusiva.Materiais de apoio: Contendo informações sobre o espetáculo, artistas e referências culturais.Ensaios AbertosDuração: 60 minutos, com bate-papo com estudantes.Formato: apresentação parcial do repertório em espaço de ensaio, com explicação do processo criativo e interação com o público.Público estimado: 100 estudantes por ensaio aberto.Vivência Ancestral com Nara CoutoDuração: 1 horas.Formato: vivência corporal que integra canto, dança e espiritualidade diaspórica.Público estimado: até 30 participantes por turma.Projeto pedagógico: compreender o corpo como território de memória e ancestralidade, integrando práticas de movimento, canto coletivo e reflexão sobre espiritualidade afro-brasileira.Materiais: espaço amplo e ventilado, roupas confortáveis e instrumentos de percussão leve.Workshop com Mû Mbana – África na Perspectiva dos AfricanosDuração: 1 horas.Formato: palestra expositiva seguida de debate com o público.Conteúdo: cultura, arte e educação em Guiné-Bissau e na África, sob a ótica de um pesquisador e artista africano.Público estimado: até 100 pessoas.Projeto pedagógico: ampliar o conhecimento crítico sobre a África contemporânea, rompendo visões eurocêntricas e estimulando a valorização da produção intelectual africana.Materiais: projetor multimídia, microfone, material de apoio digital em PDF.Workshop com Fattú Djakité – Meninas Negras, Infâncias e Resistência Entre Bissau, Cabo Verde e BrasilDuração: 1 horas.Formato: palestra expositiva e roda de conversa.Conteúdo: questões de gênero, identidade e resistência das meninas negras africanas e brasileiras, em diálogo com a experiência artística e social da palestrante.Público estimado: até 100 pessoas.Projeto pedagógico: promover reflexões sobre direitos humanos, identidade racial e equidade de gênero, estimulando redes de solidariedade e ação coletiva.Materiais: microfone, projetor multimídia, material digital acessível em PDF.

Acessibilidade

APRESENTAÇÃO MUSICALAspecto comunicacional e de conteúdoSerão oferecidas, sempre que necessário, apresentações com intérprete de Libras, ampliando a compreensão da performance e garantindo a participação de pessoas surdas. Além disso, a concepção cênico-musical de Travessia, que integra música, corpo e símbolos visuais, favorece diferentes formas de fruição estética, permitindo múltiplas leituras e ampliando a experiência de públicos diversos.Os monitores do projeto serão treinados para o uso de linguagem simples e objetiva (acessibilidade cognitiva), auxiliando na mediação do conteúdo artístico, no acolhimento do público PCD e na orientação sobre a dinâmica das apresentações. Sempre que possível, serão reservados assentos em locais de fácil acesso, com menor incidência de estímulos sonoros e visuais intensos, priorizando pessoas com TEA e seus acompanhantes. Também será permitida a circulação e saída do espaço, caso necessário, sem prejuízo à participação.Aspecto de comunicação e divulgação acessíveisTodo o material de comunicação do projeto (releases, convites, publicações em redes sociais e vídeos de divulgação) será produzido em formatos acessíveis, incluindo legendas em vídeos, descrição de imagens (texto alternativo), linguagem inclusiva, alto contraste, fontes legíveis e clareza textual, seguindo princípios de design universal e acessibilidade cognitiva.Como estratégia de busca ativa de públicos PCD, a divulgação será realizada em parceria com escolas públicas, instituições culturais, organizações sociais, associações de pessoas com deficiência e órgãos públicos locais, como secretarias de Cultura, Educação e Assistência Social. Essas ações garantirão que as informações cheguem de forma direta e antecipada às pessoas com deficiência e seus acompanhantes, assegurando o caráter democrático da proposta.OFICINAS, VIVÊNCIAS E WORKSHOPSAspecto arquitetônicoAs atividades formativas, sempre que possível, serão realizadas em espaços que ofereçam condições adequadas de acessibilidade física, incluindo rampas de acesso e barras de apoio, sempre que disponíveis. Haverá reserva de assentos em locais de fácil acesso, garantindo maior comodidade a pessoas com mobilidade reduzida ou usuárias de cadeiras de rodas. Serão reservados ainda assentos em locais estratégicos, de fácil entrada e saída, garantindo maior conforto a pessoas com deficiência intelectual, pessoas com TEA e seus acompanhantes.Aspecto comunicacional e de conteúdoSempre que necessário serão disponibilizados intérpretes de Libras nas oficinas, vivências e workshops, assegurando acessibilidade comunicacional às pessoas surdas. Sempre que necessário, será ofertada audiodescrição para pessoas com deficiência visual. A condução dos conteúdos será feita em linguagem clara e inclusiva, respeitando diferentes níveis de compreensão e estimulando a troca de experiências. A metodologia pedagógica valorizará as diversas formas de expressão, especialmente em atividades corporais e musicais, considerando o corpo como território de memória e ancestralidade.A condução das atividades será realizada por profissionais, adotando linguagem simples, clara e objetiva, respeitando diferentes níveis de compreensão e promovendo a acessibilidade cognitiva para pessoas com deficiência intelectual. Para pessoas com TEA, a metodologia considerará a organização prévia das atividades, a previsibilidade dos conteúdos, a redução de estímulos sensoriais excessivos e a flexibilização da permanência no espaço.Sempre que possível, serão disponibilizados fones abafadores, e organizados ambientes com menor incidência de ruídos, luzes intensas e aglomerações, promovendo um ambiente acolhedor, seguro e respeitoso. A metodologia pedagógica valoriza as diversas formas de expressão, especialmente em atividades corporais e musicais, considerando o corpo como território de memória e ancestralidade.Aspecto de comunicação e divulgação acessíveisO processo de mobilização das ações formativas contará com materiais digitais acessíveis (textos em linguagem inclusiva, imagens com descrição e vídeos legendados). As informações sobre inscrições e participação serão amplamente divulgadas em redes sociais, veículos de comunicação locais, escolas públicas, universidades, coletivos culturais e organizações sociais, incluindo grupos e associações de pessoas com deficiência. Dessa forma, os convites e informações sobre as atividades chegarão a diferentes públicos de forma democrática e acessível.Busca ativa para os públicos PCDO projeto Travessia – Vozes Negras Conectando o Atlântico adotará estratégias de busca ativa e mobilização específica para garantir a participação efetiva de pessoas com deficiência (PCD), indo além da divulgação espontânea. As ações incluem:Articulação com escolas, universidades, instituições culturais, ONGs, associações de pessoas com deficiência, coletivos de pessoas com deficiência e instituições de apoio a pessoas com TEA nas cidades contempladas.

Democratização do acesso

Todas as dez apresentações do espetáculo musical Travessia serão gratuitas e abertas ao público, não havendo comercialização de ingressos. O acesso será organizado por meio de retirada antecipada em pontos de distribuição presenciais (centros culturais, associações comunitárias e equipamentos públicos de cultura) e também por meio de reserva online, garantindo amplitude de acesso para públicos diversos. Será reservada uma cota de ingressos para escolas públicas, universidades, coletivos culturais e comunidades tradicionais, assegurando participação de grupos historicamente afastados das políticas culturais.Como medidas de ampliação do acesso, o projeto prevê:Ensaios Abertos em pelo menos três cidades, voltados para estudantes da rede pública e coletivos culturais, possibilitando contato com os bastidores do espetáculo.Oficinas e Vivências: atividades de musicalização, vivências ancestrais com Nara Couto e workshops com os artistas convidados Fattú Djakité e Mû Mbana, fortalecendo a dimensão formativa.Rodas de Conversa após algumas apresentações, estimulando o diálogo entre artistas, público e lideranças locais.Em atendimento ao disposto na Seção III - Das Medidas de Ampliação de Acesso Art. 47. informamos que as ações desenvolvidas no Projeto atendem aos seguintes incisos:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;

Ficha técnica

Nara Couto - Artista e Diretora ArtísticaNara Couto é uma cantora brasileira nascida e criada em Salvador, Bahia, cidade histórica de riqueza cultural inigualável. Antes de encantar plateias com sua voz potente de mezzo-soprano, Nara construiu uma sólida carreira como bailarina, integrando por anos o renomado Balé Folclórico da Bahia, onde se especializou em dança africana contemporânea. Essa vivência rítmica e musical no universo afro se reflete fortemente em sua atuação como cantora. Seu repertório explora a diversidade dos ritmos e sons de matriz africana em diferentes contextos, reafirmando suas raízes e sua versatilidade artística.Fattú Djakité - ArtistaFattú Djakité,nasceu em março de 1991 em Bissau, mas vive em Cabo Verde desde os cinco anos de idade. Com passagem por diversos palcos internacionais, Fattú é uma artista talentosa e versátil, cuja voz mergulha, sobretudo, nas ricas tradições musicais de Cabo Verde e Guiné-Bissau, países irmãos. Em 2022, a cantora lançou Praia-Bissau, o primeiro disco de originais, com sete composições inéditas, sendo uma da cantora e compositora Elida Almeida e uma de Djoy Amado. O rapper brasileiro Emicida é a participação especial do álbum. Nomeada em quatro categorias nos Cabo Verde Music Awards de 2023, a cantora venceu os prémios de Música Tradicional do Ano e Melhor Intérprete Feminino. Ativista social com grande presença nas redes sociais, Fattú alerta para a necessidade de informar, principalmente as mulheres, sobre temas como independência e autoestima.Mû Mbana - Diretor musicalMû Mbana é músico, compositor, poeta e multi-instrumentista da Guiné-Bissau, natural da ilha de Bolama. Sua obra transita entre a música tradicional guineense, o jazz, a experimentação sonora e o spoken word, criando uma linguagem artística própria e difícil de rotular. Pesquisador dedicado dos instrumentos e cantos ancestrais dos povos guineenses, Mû Mbana desenvolve há décadas um trabalho de resgate e reinvenção da memória sonora africana. Com cerca de dez álbuns lançados, apresenta-se regularmente na África, Europa e América, colaborando com artistas de diferentes culturas e estilos.Laura Gurgel - Coordenação de produçãoCom uma sólida trajetória de mais de 20 anos em diversas vertentes do setor, Laura começou como Redatora Publicitária na .K Comunicação, onde desenvolveu campanhas inovadoras para clientes de renome, como Burger King e clínica CAM. Ao longo dos anos, expandiu sua atuação para o planejamento estratégico na Agência Única, onde não apenas criou campanhas, mas também conduziu pesquisas de tendências locais e nacionais, enriquecendo seu entendimento sobre o mercado e suas nuances. Sua experiência se diversificou com a gestão cultural na Via Press, participando ativamente da produção de eventos culturais e exposições renomadas, como "Nhe ́ ẽ Se" em Brasília e Salvador; e "Êxodos" de Sebastião Salgado em diversas cidades brasileiras.Além disso, como Co-gestora da Comunidade B Bahia, atuou na articulação e gestão de relacionamentos empresariais para promover o Movimento de Empresas B, incentivando consumidores, trabalhadores e investidores a apoiarem negócios sustentáveis. A sua atuação tornou-se ainda mais completa quando assumiu a diretoria da SER em 2016, uma organização da sociedade civil que busca fortalecer outras ONGs. Dessa forma, conseguiu ter a amplitude necessária para promover a verdadeira transformação socioambiental que precisamos no Planeta.Elaine Hazin - Direção GeralJornalista, especializada em Gestão Empresarial e com larga experiência em gestão e posicionamento de imagem de marcas, eventos culturais e artistas, com uma carteira de clientes composta por grandes nomes e empresas nacionais e internacionais como El Paso Oil and Gas, Petrobras, Ivete Sangalo, Carlinhos Brown, Daniela Mercury, Margareth Menezes, Ministério da Cultura, AMBEV, Natura, Nextel, Itaú, PERCPAN, Expresso Brasil na Copa, FESMAN. Estando à frente da empresa Via Press Comunicação e Eventos é uma referência na área de comunicação e eventos, destacando-se como uma formadora de opinião em toda a região Nordeste. Elaine Hazin já realizou a gestão de eventos estrategicamente planejados para diversos clientes, dentre eles: Bahiatursa e Secretaria de Turismo do Estado da Bahia (São João da Bahia, Carnaval, Espicha Verão, Salão do Turismo); Petrobras (Batismo da Plataforma P-59 com presença da Presidente Dilma Rousseff na Bahia, Formatura Mova Brasil, Lançamento da Pedra Fundamental do Edifício Torre Pituba, Programa de Produção Sustentável de Óleo de Palma, em Belém do Pará com a presença do Presidente Luís Inácio Lula da Silva, 30 anos do Projeto Tamar). Geriu contratos de assessoria de comunicação para grandes empresas como Petrobras, Natura, Coca- Cola, Ministério da Cultura, Shopping Iguatemi, Grupo Pestana, Bompreço, entre muitos outros. Elaine Hazin atuou estrategicamente na construção de Imagem de artistas e eventos como o Festival de Verão, desde 2004, Carlinhos Brown, Ivete Sangalo, Margareth Menezes, Daniela Mercury, Movimento Afropop Brasileiro, Movimento HotSpot, 17o PERCPAN, WWF – A Hora do Planeta e Troféu Caymmi. Coordenou a comunicação de eventos internacionais, representando o Brasil mundialmente, através dos eventos “Expresso Brasil na Copa” - ação do MinC na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul - e “FESMAN - Festival Mundial de Artes Negras”, em Dakar, no Senegal, em dezembro de 2010. Na Caixa Cultural, já realizou as exposições de Êxodos – Sebastião Salgado (Salvador, Recife, Curitiba, Brasília e Fortaleza); Francisco Brennand – O Mestre dos Sonhos (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Fortaleza e Brasília), Poesia Agora (Rio de Janeiro e Salvador), Alô, Alô Terezinha – 100 Anos de Chacrinha” (Salvador), Mariana (Salvador); Shows de Liniker e os Caramelows, Rita Beneditto e Jaime Alem, Quabales; Teatro: Elisa Lucinda – Parem de Falar Mal da Rotina, De Um Tudo, Sarau da Caixa. Assina a Curadoria de Ser Feliz é Para Quem Tem Coragem.

Providência

SITUAÇÃO CORRIGIDA AUTOMÁTICAMENTE PELO SISTEMA. PROJETO SEM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.

São Francisco do Conde Bahia