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O projeto "Coras _ Mulheres que Versam" promove oficinas de produção de poesias faladas e escritas para mulheres com idade acima de 50 anos, inspiradas na trajetória poética de Cora Coralina. São momentos que visam resgatar, valorizar e preservar tradições, memórias e experiências de vida da mulher nordestina, em um espaço sensível de troca e criação. A proposta é além de dar voz aos sentimentos, também registrar expressões maduras de um protagonismo silenciado pelo cotidiano, caminhando desde o interior do Sertão nordestino à capital, percorrendo 10 cidades. Esse registro ficará disponível em exposição acessível virtual. Somando-se a isso e completando a entrega para essas mulheres há a valorização da possibilidade delas serem protagonistas das próprias vidas gerando renda com seus produtos culturais, através dos conhecimentos de empreendedorismo que serão abordados nos encontros.
padrão do sistema: Produtos Culturais1. Oficinas de Poesia AutoralAssunto: Encontros formativos e vivenciais voltados a mulheres acima de 50 anos, com foco em escrita criativa, poesia e memória. Cada oficina terá momentos de acolhimento, exercícios práticos, rodas de leitura e orientação sobre como transformar os versos em produtos culturais e empreendimentos criativos. Além disso, haverá o momento de compartilhamento de experiências e a valorização da poesia de Cora Coralina e da poesia autoral das participantes das oficinas. Espaço de diálogo entre gerações, estimulando a troca de memórias, afetos e saberes, em forma de roda de leitura.Formato: 10 oficinas (2 dias cada), em 10 cidades de Pernambuco, incluindo comunidades quilombolas.2. Exposição Cultural Digital AcessívelAssunto: Mostra online com as produções literárias criadas nas oficinas, apresentando poemas, relatos e registros audiovisuais das participantes. A exposição será disponibilizada em plataforma digital com recursos de acessibilidade.Formato: Exposição virtual acessível, de acesso gratuito em todo o Brasil.Sinopse do Evento O projeto Mulheres que Versam consiste na realização de 10 oficinas de poesia autoral em 10 cidades de Pernambuco, incluindo comunidades quilombolas, voltadas para mulheres acima de 50 anos. As atividades incluem momentos de acolhimento, escrita criativa, rodas de leitura intergeracionais e formação em empreendedorismo cultural. O resultado será apresentado em uma Exposição Cultural Digital Acessível. A proposta valoriza a produção literária feminina, promove a inclusão social e garante acessibilidade plena. Classificação indicativa: Livre.
Objetivo GeralRealizar 10 oficinas de poesia autoral em 10 cidades sediadas nos estados de Pernambuco, para mulheres com idade acima de 50 anos, promovendo a valorização e difusão da produção literária poética como instrumento de preservação de saberes femininos, culturais e sociais, estimulando o fortalecimento da cidadania, educação crítica e empreendedorismo feminino.Objetivos Específicos1. Realizar 10 oficinas para mulheres 50+ de escrita de poesia autoral, com aulas de sensibilização feminina e empreendedorismo criativo, executadas em formato intensivo de 02 dias consecutivos por cidade (03 h/dia). Perfazendo a carga horária de 06 horas por oficina, em cada cidade selecionada.2.Viabilizar uma exposição em site online com acesso gratuito pelo período de 12 meses; o site, assegurando acessibilidade digital (LBI), apresentará o material produzido nas oficinas organizado em 10 páginas (uma por cidade), contendo fotos, biografias e poemas das participantes (a participação na exposição digital estará condicionada à autorização prévia das participantes, por meio de termo de cessão de uso de imagem e texto).3. Promover 10 rodas de leitura (01 por cidade), realizadas como atividade de encerramento no segundo dia de cada oficina; os encontros serão abertos à comunidade local para a escuta e o compartilhamento de poesias e memórias, estimulando a troca de experiências entre as participantes (mulheres 50+) e o público de outras faixas etárias.
O Projeto Coras - Mulheres que Versam se insere no Art. 1º e 3º da Lei nº 8.313/1991, atendendo às finalidades de promover e estimular a produção cultural, preservar a memória e difundir a literatura como expressão artística. Trabalha com mulheres acima de 50 anos, público frequentemente invisibilizado nas políticas culturais, especialmente no Nordeste. O projeto atua como ação afirmativa prevista no item 2.2.2 do Edital MinC nº 5/2025, estimulando o investimento cultural com impacto social e econômico e reconhecendo a cultura como vetor de cidadania e saúde mental (item 2.2.3). A escolha de Cora Coralina como inspiração reforça a potência das narrativas tardias, valorizando a sabedoria acumulada e a diversidade cultural feminina. O projeto adota medidas de acessibilidade e comunicação inclusiva, em conformidade com a IN MinC nº 23/2025, garantindo que a participação seja efetiva e representativa, além de criar um legado cultural duradouro para a literatura feminina.Embora existam iniciativas pontuais no Brasil que promovem a literatura e a escrita entre mulheres, a análise de projetos e ações culturais recentes demonstra que não há registros consistentes de propostas que unam, de forma estruturada, o recorte etário de mulheres acima de 50 anos com a criação poética autoral, a culminância em exposição cultural virtual acessível e a produção de itens derivados para geração de renda e impacto social.Projetos como Língua Lâmina: A Palavra Descentralizada (Porto Alegre), que oferece oficinas de escrita criativa e culmina em sarau e revista virtual, e o Itinerância Literária (IF Sertão-PE), que promoveu escrita poética e performance com reflexões sobre o feminino no sertão, mostram a potência de iniciativas literárias voltadas para mulheres. No entanto, nenhum deles mantém foco específico nas mulheres maduras, um público frequentemente invisibilizado nas políticas culturais e nas narrativas literárias contemporâneas.Além de tudo isso, o projeto também se tornará um registro histórico da fotografia interna dessas mulheres. A presente proposta contribui para preservar e difundir um patrimônio imaterial de saberes, vivências e afetos que, sem esse incentivo, corre o risco de permanecer silenciado.
Realizei dois projetos no sertão de Pernambuco com mulheres de três quilombos, dois em Triunfo e um em Flores. O intuito do primeiro foi despertar as possibilidades emprendedoras dessas mulheres e mostrar que através de uma comunicação coletiva e assertiva, sobre quem elas eram, suas histórias e suas produções artesanais, poderiam se inserir em atividades culturais das cidades. Nessa primeira abordagem, com várias oficinas nos quilombos pude conhecer um pouco mais dos sonhos dessas mulheres, da vida e das necessidades. A partir daí, busquei o apoio da Ambev e conquistei uma vaga para projeto de verba direta, realizamos um evento levando mais conhecimento com oficinas e realizamos uma feira na cidade de Triunfo, onde as mulheres quilombolas e as mulheres da cidade mostraram toda sua produção de artesanato e também de culinária. A minha maior alegria foi ver uma senhora quilombola analfabeta, me mostrando com orgulho seu produto à venda na cidade, inclusive com encomenda mensal, "chips de banana". Ela disse que todas as aulas que eu dei ela contava para a filha quando chegava em casa, e que com a ajuda dela pode colocar em prática e ter seu dinheirinho. Mudar vidas, apoiar aquelas que não têm voz, ver o sorriso ao descobrir como as coisas funcionam, ver a alegria delas recebendo pelo que produzem, não tem preço.O presente projeto une minha experiência como oficineira de poesia por 10 anos, que exerci como voluntária da Associação Cultural da Nova Acrópole, em Goiânia e Anápolis/GO e minha primeira profissão formada em LETRAS-linguística, pela UFG. Através desses anos ajudei senhoras a transformarem sentimentos em versos, duas publicaram seus livros já após os 65. E a alegria de podem se dedicar a escrita e confecção desses versos, não só gerou ocupação do tempo, mas serviu de terapia, de momento de cuidado e escuta. Tão necessário nos tempos de hoje.O nome Coras – Mulheres que Versam, vem para coroar com a lembrança de uma senhora poeta que soube tão bem tocar almas com seus versos e mostrar que sempre é tempo para começar. Fui professora voluntária de filosofia na escola de Filosofia da Nova Acrópole por 15 anos, e uma das coisas mais marcantes que vivenciei foi perceber que mulheres senhoras, ainda não se conhecem como pessoas, mas vivem a vida de outros como sua própria vida. No quilombo de Águas Claras, em Triunfo, perguntei a cada uma qual era o sonho que elas tinham. Reproduziram sonhos relacionados aos filhos, marido, mas não sabiam sonhar para si. Uma única, após derramar lágrimas ao falar que não tinhas sonhos, na sequência de um profundo soluçar acompanhado do silencio das companheiras disse: O meu sonho, sonho pra mim, é ver o mar!" Desde então, me comprometo a ajudá-las a aprender a realizar seus sonhos, e a poesia é um caminho viável.
PROJETO PEDAGÓGICOEXECUÇÃO DAS OFICINAS - “quem versa cria mundos” 1. Identificação da Ação FormativaTítulo da oficina: “quem versa cria mundos” Oficinas de Poesia Autoral e Empreendedorismo CulturalÁrea: Literatura /Humanidades /Formação Cultural e Economia CriativaModalidade: Formação livre – oficinas presenciaisAbrangência: PernambucoNúmero de oficinas: 10Carga horária por oficina: 6 horas (2 encontros de 3h)Inscrição: Gratuito.2. JustificativaO projeto Coras – Mulheres que Versam nasce da necessidade de reconhecer, valorizar e dar visibilidade às histórias, memórias e saberes de mulheres acima de 50 anos, especialmente residentes em cidades do interior de Pernambuco e em comunidades quilombolas. Trata-se de um público historicamente afastado de processos formais de formação cultural, apesar de carregar vasto repertório simbólico, ancestral e social.A proposta utiliza a poesia autoral como ferramenta de expressão, elaboração da memória, fortalecimento da autoestima e afirmação da identidade cultural feminina. Inspira-se na trajetória e na obra de Cora Coralina, mulher que publicou seu primeiro livro aos 76 anos, transformando vivência, trabalho e memória em literatura, tornando-se símbolo de potência criativa na maturidade.O projeto fundamenta-se nos princípios da andragogia e da educação popular, reconhecendo as participantes como sujeitas ativas do processo formativo, portadoras de saberes prévios e trajetórias de vida. A metodologia é participativa, vivencial e conectada à realidade cotidiana das mulheres, promovendo aprendizagem significativa.Além da dimensão artística, o projeto incorpora o empreendedorismo cultural feminino, estimulando a transformação da poesia em produtos culturais, fortalecendo a autonomia econômica e contribuindo para a inclusão produtiva. A proposta dialoga diretamente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), com ênfase nos ODS 4 (Educação de Qualidade) e 5 (Igualdade de Gênero).3. Objetivos3.1 Objetivo GeralRealizar oficina presencial única de formação cultural voltada para mulheres acima de 50 anos, com foco em escrita poética, promovendo troca de saberes, escuta sensível e empreendedorismo criativo, valorizando a autoestima, suas histórias de vida, fortalecendo a identidade cultural e estimulando a geração de renda, em encontro de 02 dias com carga horária total de 6h.3.2 Objetivos Específicos- Desenvolver atividades práticas de escrita criativa, poesia e oralidade, abordando temas relacionados à identidade, memória, trajetórias pessoais e experiência feminina.- Promover espaços de escuta, acolhimento e troca coletiva, por meio de dinâmicas participativas e rodas de conversa, fortalecendo o pertencimento e a identidade cultural.- Estimular a reflexão crítica sobre etarismo, gênero, ancestralidade, território e direitos das mulheres, a partir de vivências artísticas e culturais.- Garantir a produção de ao menos 1 texto poético autoral por participante, como resultado direto da oficina.- Introduzir noções básicas de empreendedorismo criativo, apresentando possibilidades de transformação da produção poética em produto cultural e fonte de geração de renda.- Realizar avaliação ao final da oficina, por meio de formulário e feedback verbal direto, assegurando a comprovação da execução da ação formativa.4. Público-Alvo e Critérios de SeleçãoPúblico-alvo: Mulheres com idade 50+, residentes nas cidades contempladas pelo projeto e em seus territórios de entorno, sem necessidade de experiência prévia em escrita.Critérios de seleção: Ser mulher com idade de 50 anos ou mais, residir na localidade onde a oficina será realizada. Prioridade para mulheres afrodescendentes, quilombolas e em situação de vulnerabilidade social.5. Carga Horária e Organização das OficinasCarga horária total: 6 horas por oficinaFormato: PresencialDuração: 2 dias consecutivosDistribuição: 3 horas por diaParticipantes: até 30 mulheres por oficina (As rodas de leitura, como atividade de encerramento, serão abertas ao público em geral, promovendo escuta intergeracional.) 6. Metodologia de EnsinoA metodologia é participativa, vivencial e colaborativa, fundamentada na andragogia e nos princípios da educação popular inspirada em Paulo Freire. Parte-se da escuta sensível das experiências das participantes, valorizando seus saberes, vivências e repertórios culturais.As oficinas integram práticas de escrita poética, memória afetiva, oralidade, rodas de conversa, declamação e atividades de empreendedorismo cultural. O processo formativo articula corpo, emoção, linguagem e criação, promovendo um ambiente seguro de partilha, acolhimento e fortalecimento coletivo.As facilitadoras atuam como mediadoras do processo criativo, estimulando a autonomia, o protagonismo e a construção coletiva do conhecimento.7. Conteúdos ProgramáticosDia 1 – Acolhimento, Memória e Escrita Poética (3h)Apresentação do projeto Coras – Mulheres que Versam e Vida e obra de Cora Coralina como inspiração;Dinâmicas de integração; Memória afetiva, ancestralidade e identidade feminina;Introdução à escrita poética e referências da poesia nordestina e do cordel;Atividade prática: escrita de poemas autorais.Dia 2 – Compartilhamento e Empreendedorismo Cultural (3h)Técnicas básicas de declamação poética, oralidade e presença;Introdução ao empreendedorismo cultural feminino, apresentação e divulgação de produtos;Transformação da poesia em produtos culturais;Rodas de leitura e escuta coletiva dos poemas;Encerramento com registro audiovisual e depoimentos.8. Material DidáticoApostila de apoio com textos (fonte ampliada); Materiais de escrita; Recursos audiovisuais. (Os materiais serão adaptados conforme necessidades de acessibilidade.)9. AvaliaçãoA avaliação da oficina será realizada ao final da atividade, considerando seu caráter único. Serão utilizados dois instrumentos complementares: um breve formulário pós-oficina, em formato impresso, para coleta de percepções sobre os conteúdos, a metodologia e os aprendizados, e um momento de feedback verbal direto, no qual as participantes poderão compartilhar aprendizados e sugestões de melhoria. A avaliação servirá como registro dos resultados e qualificação da ação formativa.10. Profissionais Envolvidos(Sensibilização e Escuta Feminina) Gi Sátiro – Artista, educadora e terapeuta integrativa, com mais de 15 anos dedicados ao projeto Brincando com Arte. Atua na criação de metodologias lúdicas e terapêuticas aplicadas em eventos culturais e educacionais. Nos últimos oito anos, aprofundou sua pesquisa no campo do Sagrado Feminino, conduzindo rodas de mulheres, estudos de contos e práticas espirituais. Sua trajetória articula arte, pedagogia e espiritualidade, promovendo processos de fortalecimento da criatividade, da coletividade e do desenvolvimento humano. (Escrita Poética) Elis Almeida – Mestra de Cultura Popular, cordelista, poetisa, multiartista e guia de turismo. Atua como Mestra de Vivências, unindo arte, poesia e tradição para transformar eventos em experiências sensíveis e significativas. Desde 2015, conduz encontros, vivências e performances que resgatam personagens, contos e lendas da cultura local, promovendo conexão afetiva, identidade cultural e valorização da oralidade.(Empreendedorismo e Geração de Renda) Fabíola Vieira – Administradora pública graduada pela UFRRJ e mestre em Ciências Sociais com foco em Políticas Públicas. Atualmente cursa mestrado em Administração pela UFF e atua como administradora no Instituto Nacional de Câncer, contribuindo para o desenvolvimento institucional e aprimoramento de programas de pós-graduação. Possui experiência em planejamento, comunicação e formação de redes colaborativas, aportando ao projeto uma abordagem estratégica de empreendedorismo cultural e inclusão produtiva.11. CertificaçãoAs participantes receberão certificado de participação mediante comprovação de frequência mínima de 75%.
• Acessibilidade no Projeto: Proposta e LegislaçãoO projeto “Coras – Mulheres que Versam” integra ações de acessibilidade física e comunicacional em todos os produtos culturais oferecidos, de acordo com as exigências legais e normativas descritas a seguir.Dispositivos Legais ObservadosLei nº 13.146/2015 – Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com DeficiênciaAções Propostas no ProjetoAcessibilidade Física:Escolhas de espaços físicos para realizar as oficinas que ofereçam cessibilidade arquitetônica (rampas, banheiros adaptados).Acessibilidade Comunicacional e de Conteúdo:Disponibilização de intérprete de libras e todas as oficinas, conforme art. 44 da Lei nº 13.146/2015 e Decreto nº 9.404/2018. Materiais didáticos e de divulgação em fonte ampliada e versão em braille, em conformidade com o art. 44 da Lei nº 13.146/2015 e Decreto nº 9.404/2018.Exposição virtual acessível com recursos de audiodescrição, interpretação em Libras e legendas, conforme previsto nos arts. 46, 47 e 54 da IN MinC nº 23/2025.Acessibilidade Cognitiva e Sensorial (Deficiência Intelectual e TEA):Para garantir a plena inclusão de pessoas com deficiência intelectual e Transtorno do Espectro Autista (TEA), serão implementadas as seguintes ações específicas:1. Usar Linguagem Simples: Todo o material pedagógico e a comunicação verbal durante as oficinas utilizarão a metodologia de "Linguagem Simples" (acessibilidade cognitiva), facilitando a compreensão e a autonomia das participantes com deficiência intelectual;2. Disponibilizar Monitoria Especializada: Monitoria capacitada, integrante da equipe do projeto ou contratado(a) localmente, conforme necessidade de cada território.3. Disponibilizar protetores auriculares e óculos escuros para pessoas com TEA, para conforto acústico e visual; e garantir a gestão de ambiente sensorial para evitar hipersensibilidade.Descrição:Para Eventos Presenciais/oficinas: espaços e equipamentos adequados, audiodescrição em tempo real, intérprete de Libras, monitoramento inclusivo e sensorial, materiais impressos acessíveis. Materiais pedagógicos acessívei com uso de Linguagem Simpless, interpretação em Libras durante as atividades, disponibilização de versões em braille.Para Exposição Digital: plataforma acessível com recursos multimodais, audiodescrição, legenda, Libras, navegação facilitada e contraste visual.Compromisso e Monitoramento:Toda a execução do projeto será monitorada quanto à aplicação das medidas descritas, garantindo não apenas o cumprimento legal, mas o pleno acesso e participação de pessoas com deficiência e idosos, em consonância com os princípios de democratização e inclusão cultural previstos na Lei Rouanet e legislação correlata.Adicionalmente, o formulário de inscrição contará com campos específicos para que a participante informe suas necessidades, permitindo que a monitoria especializada realize um acolhimento personalizado e garanta a disponibilização prévia de recursos como materiais em Braille ou protetores sensoriais.
Democratização de Acesso O projeto Mulheres que Versam garante ampla democratização do acesso por meio da gratuidade das atividades e da descentralização territorial, alcançando 10 cidades de Pernambuco, incluindo comunidades quilombolas e territórios periféricos, com ações presenciais e digitais. 1. Oficinas e atividades gratuitas Todas as 10 oficinas de poesia autoral serão gratuitas, com vagas destinadas prioritariamente a mulheres acima de 50 anos residentes em comunidades quilombolas, rurais e de baixa renda. Cada oficina será antecedida por momentos de sensibilização e acolhimento, assegurando o cuidado com as histórias e memórias compartilhadas. No segundo dia de atividades, as rodas de leitura e recitação, como atividade de encerramento, serão abertas ao público em geral, promovendo escuta intergeracional. 2. Circulação e difusão digital A produção literária das participantes será reunida em uma exposição digital online acessível, em site com acesso gratuito ao público em todo o Brasil, com recursos acessíveis, Libras e legendas. 3. Formação para geração de renda As oficinas incluirão orientação prática para que as mulheres aprendam a transformar seus versos em produtos culturais (camisetas, canecas, quadros, livretos), fomentando o empreendedorismo cultural feminino. Com essas medidas, o projeto garante acesso gratuito, inclusivo e descentralizado, chegando diretamente a comunidades quilombolas e populações vulneráveis, e ao mesmo tempo ampliando o alcance via meios digitais acessíveis. Com estimativa de 400 pessoas alcançadas, considerando público das oficinas, das rodas de leitura e acesso à exposição digital.
O projeto é composto de 100% de mulheres, uma parda, uma branca, uma de descendência indígena, uma preta. Que se conheceram e se uniram fazendo projetos socias incentivados para mulheres quilombolas. Segue o currículo na sequência.Marcela Paes cumpre a função de (Produtora Geral) é eventóloga, com pós-graduações em andamento em Neurociência, Comunicação e Desenvolvimento Humano e em Psicologia Organizacional, Coaching e Inovação. Atua na concepção, gestão e coordenação de projetos culturais desde 2000, como a Mostra Olegarinha de Artes da Mulher (MOA) e a exposição imersiva Terra Mulher (em andamento). Entre 2020 e 2024, esteve à frente da comunicação e da gestão de marcas patrocinadoras do Festival Panela do Jazz. Também coordenou a produção do curso Imersão em Music Business Recife, foi responsável pela gestão de marca da Devassa no Carnaval de Olinda 2024 e pela produção do espetáculo de dança DOA, VOA!. Além disso, dirigiu o Centro Cultural Nova Acrópole, em Anápolis/GO, por sete anos. Sua trajetória de 30 anos em eventos reúne experiência em planejamento, gestão de equipes, comunicação, marketing na direção de projetos culturais, sociais e educacionais. Gi Sátiro cumpre a função de Agente educativo(a): Oficineira - (Facilitadora - sensibilização e escuta feminina) é artista, educadora e terapeuta integrativa, com mais de 15 anos dedicados ao projeto Brincando com Arte, desenvolvendo oficinas criativas, materiais pedagógicos e experiências coletivas que unem arte, educação e bem-estar. Atua na criação de metodologias lúdicas e terapêuticas aplicadas em eventos culturais e educacionais. Nos últimos 8 anos, ampliou sua pesquisa no campo do Sagrado Feminino, conduzindo rodas de mulheres, estudos de contos e práticas espirituais. Sua trajetória integra arte, pedagogia e espiritualidade, promovendo projetos que fortalecem a criatividade, a coletividade e o desenvolvimento humano. Elis Almeida cumpre a função de Agente educativo(a): Oficineira (Facilitadora - escrita poética) é Mestra de Cultura Popular, cordelista, poetisa, multiartista e guia de turismo. Atua como Mestra de Vivências, unindo arte, poesia e tradição para transformar eventos em experiências únicas. Com performances que resgatam personagens, contos e lendas da cultura local, mantém o público conectado e emocionado. Desde 2015, conduz cerimônias e encontros com inovação, criatividade e identidade cultural. Sua presença marca e gera memórias afetivas inesquecíveis. Fabíola Vieira Pinto cumpre a função de Agente educativo(a): Oficineira (Facilitadora - empreendedorismo criativo e geração de renda) é administradora pública graduada pela UFRRJ e mestre em Ciências Sociais com foco em Políticas Públicas pela mesma universidade. Atualmente, cursa mestrado em Administração na UFF e atua como administradora no Instituto Nacional de Câncer, onde contribui para o desenvolvimento institucional e aprimoramento de programas de pós-graduação. Com experiência em planejamento, comunicação e transmissão de saberes, traz ao projeto uma perspectiva estratégica de empreendedorismo cultural e formação de redes colaborativas.Vanilma Cavalcante dos Santos cumpre a função de (Produtora Executiva) é produtora cultural e agricultora, residente em comunidade quilombola em Triunfo-PE, com ampla atuação em lideranças comunitárias, projetos culturais, workshops e eventos voltados para valorização da cultura negra e quilombola. Coordena o Grupo Cultural Coco de Roda Tradição Quilombola, cofundou a Festa da Consciência Negra e atua como Coordenadora de Políticas para a População Negra no município desde 2014. Possui experiência em elaboração e execução de projetos culturais premiados, gestão associativa e desenvolvimento agroecológico. Realizou projetos reconhecidos pelo Ministério da Cultura, Prefeitura de Triunfo e parcerias instituições. Cursa Pedagogia e participação ativa em encontros e formações diferenciadas ao fortalecimento das comunidades quilombolas.
SITUAÇÃO CORRIGIDA AUTOMÁTICAMENTE PELO SISTEMA. PROJETO SEM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.