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PRONAC 2511131Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Daniel Jobim e João Suplicy cantam Tom e Sinatra

PAVAO ARTE E CENOGRAFIA LTDA
Solicitado
R$ 1,30 mi
Aprovado
R$ 1,30 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2026-04-02
Término
2027-04-10
Locais de realização (5)
Belo Horizonte Minas GeraisRecife PernambucoPorto Alegre Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

A turnê Daniel Jobim e João Suplicy Cantam Tom e Sinatra celebra o encontro histórico entre Tom Jobim e Frank Sinatra, registrado no álbum Francis Albert Sinatra & Antônio Carlos Jobim (1967), símbolo da fusão entre a bossa nova e o jazz. O projeto reúne Daniel Jobim, neto de Tom, e João Suplicy em cinco apresentações gratuitas e intimistas, acompanhados por quinteto, revisitando clássicos como Garota de Ipanema e Wave. A turnê percorre São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife, entre agosto de 2026 e março de 2027, com um show especial na semana do dia 25 de janeiro de 2027, na cidade do Rio de Janeiro, data em que se celebra o centenário de Tom Jobim, homenageando seu legado e a universalidade da música brasileira.

Sinopse

Em comemoração ao centenário de nascimento de Antônio Carlos Jobim, a turnê Daniel Jobim e João Suplicy Cantam Tom e Sinatra convida o público a reviver um dos momentos mais emblemáticos da história da música: o encontro entre Tom Jobim e Frank Sinatra, registrado no lendário álbum Francis Albert Sinatra & Antônio Carlos Jobim, de 1967. O disco, produzido em Los Angeles, marcou o diálogo entre a sofisticação da canção americana e a delicadeza da bossa nova, consolidando definitivamente o nome de Jobim como um dos maiores compositores do século XX.Mais de meio século depois, Daniel Jobim, pianista, cantor e neto do maestro soberano, e João Suplicy, cantor e violonista reconhecido pela versatilidade e elegância interpretativa, retomam esse encontro histórico, propondo um espetáculo que une memória, afeto e reinvenção. Acompanhados por um quinteto formado por músicos de excelência, eles recriam o repertório do álbum e o expandem com novas releituras de clássicos como Garota de Ipanema, Wave, Dindi, Corcovado, Insensatez e Fotografia, explorando as sutilezas rítmicas, o lirismo poético e a riqueza harmônica que definem a obra de Tom Jobim.Com direção musical minuciosa e estética intimista Daniel Jobim e João Suplicy, o espetáculo valoriza a sonoridade acústica e o diálogo entre piano, violão e voz — uma escolha que remete à atmosfera contida e sofisticada das gravações originais, ao mesmo tempo em que imprime um frescor contemporâneo. Cada show é concebido como uma experiência sensorial e emocional, em que a plateia é convidada a mergulhar no universo da bossa nova e nas conexões que ela estabeleceu entre o Brasil e o mundo.A turnê realizará cinco apresentações gratuitas em teatros de referência nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Recife e Belo Horizinte com início em agosto de 2026 e encerramento em março de 2027. O ponto alto será o show especial no Rio de Janeiro, na semana do dia 25 de janeiro de 2027, data em que se celebra o aniversário de Tom Jobim. Nesta ocasião, a homenagem atinge seu ápice simbólico: o neto reencontra o avô por meio da música, o presente dialoga com o passado, e o público participa de uma celebração que reafirma o papel da canção brasileira como patrimônio vivo, sofisticado e universal.

Objetivos

Objetivo GeralRealizar a turnê Daniel Jobim e João Suplicy Cantam Tom e Sinatra, com cinco apresentações gratuitas em teatros de referência nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife, celebrando o centenário de nascimento de Antônio Carlos Jobim por meio da recriação do álbum histórico Francis Albert Sinatra & Antônio Carlos Jobim (1967). O projeto visa promover o acesso democrático à música brasileira de excelência, reafirmar o legado de Tom Jobim e valorizar o diálogo entre culturas, gerações e estilos que marcaram a história da canção universal.Objetivos EspecíficosHomenagear o legado de Tom Jobim, destacando sua contribuição para a internacionalização da música brasileira e sua importância como um dos maiores compositores do século XX.Revisitar o repertório do álbum Francis Albert Sinatra & Antônio Carlos Jobim, recriando seus arranjos e interpretações de forma contemporânea, sem perder a essência de sofisticação e lirismo que o consagrou.Promover o encontro artístico entre Daniel Jobim e João Suplicy, simbolizando o diálogo entre gerações e a continuidade viva de uma tradição musical brasileira que se renova.Ampliar o acesso do público a espetáculos de alta qualidade estética, oferecendo apresentações gratuitas em teatros de diferentes regiões do país.Valorizar a diversidade cultural brasileira, mostrando sua capacidade de dialogar com outras tradições musicais do mundo sem perder autenticidade.Contribuir para a formação de plateias e o fortalecimento da fruição musical, estimulando o público a conhecer e reconhecer a importância histórica e artística da obra de Tom Jobim.Gerar impacto simbólico e cultural duradouro, reforçando o papel da música como linguagem universal e instrumento de memória, afeto e identidade nacional.

Justificativa

Em 1967, o mundo assistiu a um encontro que entraria para a história da música: Antônio Carlos Jobim, o maestro soberano da bossa nova, e Frank Sinatra, o maior intérprete da canção americana do século XX, uniram-se para gravar o álbum Francis Albert Sinatra & Antônio Carlos Jobim. O disco, lançado pela Reprise Records, trouxe uma estética marcada pela delicadeza dos arranjos de Claus Ogerman e apresentou ao mundo um diálogo inédito entre a canção brasileira e o jazz norte-americano, entre o lirismo tropical e a sofisticação orquestral do songbook americano. O resultado foi um marco de elegância e sutileza — uma ponte musical entre o Brasil e o mundo, que redefiniu a percepção internacional da música brasileira.Passadas quase seis décadas desde aquele encontro histórico, o projeto Daniel Jobim e João Suplicy Cantam Tom e Sinatra propõe reviver, em forma de turnê nacional, a beleza e a harmonia desse repertório que transcende fronteiras e gerações.Revisitar essa obra é um ato de memória, homenagem e renovação. A turnê propõe devolver ao público contemporâneo a delicadeza, a contenção e a sofisticação que tornaram o álbum um marco universal. A iniciativa se torna ainda mais relevante por acontecer em 2026 e 2027, período em que se celebra o centenário de nascimento de Tom Jobim, um dos maiores expoentes da cultura brasileira. Ao reinterpretar esse repertório, o projeto reafirma o papel de Jobim como um dos compositores mais importantes da história da música e destaca sua capacidade de unir o erudito e o popular, o nacional e o cosmopolita, o passado e o presente.A escolha de Daniel Jobim e João Suplicy como protagonistas carrega um simbolismo profundo. Daniel, neto de Tom, representa a continuidade viva do legado familiar, guardando em sua voz e em seu piano a mesma sensibilidade que marcou a obra do avô. João, intérprete e violonista com trajetória própria na música brasileira, aporta à parceria sua técnica, seu carisma e sua leitura contemporânea da canção. O diálogo entre ambos reflete a essência do projeto: a herança e a reinvenção, o respeito e a descoberta, a tradição e o frescor.O nome Daniel Jobim e João Suplicy Cantam Tom e Sinatra sintetiza essa narrativa: quatro nomes que, juntos, formam um elo entre gerações e culturas. Assim como Tom e Sinatra uniram o Rio de Janeiro e Nova York em um só compasso, Daniel e João unem hoje a memória e o presente, a herança familiar e o gesto artístico, traduzindo a universalidade da música como linguagem comum.A turnê, composta por cinco apresentações gratuitas em teatros de grande visibilidade, democratiza o acesso à arte, alcançando públicos diversos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife. A estética intimista do show valoriza o encontro entre os músicos e o público, oferecendo uma experiência sensorial e afetiva que privilegia o som, o silêncio e a emoção.Com a direção musical apurada de Daniel e de João, em criação de arranjos especialmente concebidos para quinteto, o projeto promove a difusão da música brasileira de alta qualidade e reafirma o poder da arte como instrumento de memória e formação cultural. Ao unir gerações e linguagens, o projeto não apenas celebra o centenário de um gênio, mas também reafirma a atualidade e a potência transformadora da canção brasileira no cenário mundial. Cada espetáculo será uma experiência sensorial de memória, afeto e descoberta — um tributo vivo à arte de cantar a beleza do instante.Impacto CulturalA turnê Daniel Jobim e João Suplicy Cantam Tom e Sinatra representa um gesto de memória, continuidade e renovação na história da música brasileira. Mais do que um espetáculo, trata-se de um acontecimento cultural de relevância simbólica, que conecta o passado e o presente, a herança e o recomeço, reafirmando o papel de Antônio Carlos Jobim como um dos maiores criadores do século XX e como símbolo da capacidade do Brasil de dialogar artisticamente com o mundo.Ao revisitar o álbum Francis Albert Sinatra & Antônio Carlos Jobim, de 1967, o projeto resgata um momento em que a bossa nova se tornou linguagem universal, estabelecendo uma ponte entre o jazz americano e a canção brasileira. Essa fusão estética, marcada pela delicadeza, pela harmonia e pela sofisticação poética, projetou internacionalmente a identidade musical do Brasil e segue influenciando artistas de diversas gerações e nacionalidades.O impacto cultural desta turnê reside, portanto, em três dimensões principais: a preservação da memória musical, a valorização da arte brasileira e a formação de novas plateias.Em primeiro lugar, o projeto cumpre uma função memorial e celebrativa, ao marcar o centenário de Tom Jobim com uma homenagem conduzida por seu neto, Daniel Jobim, e por João Suplicy, intérprete de sólida trajetória. Esse encontro entre gerações simboliza a transmissão viva de uma herança artística e afetiva, reafirmando que o legado de Jobim permanece atual e fértil.Em segundo lugar, a turnê reafirma a relevância internacional da música brasileira, ao retomar um repertório que foi decisivo para a consolidação da bossa nova como símbolo de elegância, simplicidade e sofisticação harmônica. O projeto não se limita à reprodução de um álbum histórico, mas propõe uma releitura sensível e contemporânea, que renova o diálogo entre culturas e amplia a compreensão do público sobre o alcance global da canção brasileira.Por fim, o projeto gera impacto na formação e ampliação de públicos ao realizar apresentações gratuitas em teatros de diferentes regiões do país, permitindo que pessoas de distintas origens sociais tenham acesso à música de excelência em espaços de qualidade técnica e estética. Essa circulação nacional descentraliza o consumo cultural e estimula a valorização da música brasileira como bem coletivo e instrumento de identidade.Além do impacto direto sobre o público, o projeto também inspira o meio artístico, reafirmando a importância da música como linguagem de união, memória e pertencimento. Ao promover o reencontro simbólico entre Tom Jobim e Frank Sinatra pelas vozes e instrumentos de Daniel e João, a turnê cria uma ponte poética entre tempos e territórios, celebrando o poder da arte de atravessar fronteiras e permanecer viva — serena, elegante e universal, como a própria bossa nova.

Especificação técnica

A turnê Daniel Jobim e João Suplicy Cantam Tom e Sinatra será concebida para preservar a estética intimista e a excelência sonora que caracterizam o repertório de Tom Jobim e Frank Sinatra. Todas as especificações técnicas foram planejadas de modo a garantir alta qualidade artística, segurança operacional, conforto ao público e plena acessibilidade, conforme as normas vigentes do Ministério da Cultura e dos espaços parceiros.1. Formato e estrutura do espetáculoCada apresentação terá duração aproximada de 90 minutos, em formato acústico-amplificado, com Daniel Jobim (piano e voz), João Suplicy (voz e violão) e quinteto de músicos convidados.O formato prioriza a clareza sonora e a elegância tímbrica, evocando a atmosfera contida e sofisticada das gravações originais de 1967, ao mesmo tempo em que oferece uma experiência contemporânea de alto padrão técnico e sensorial.2. Espaços de realizaçãoOs espetáculos ocorrerão em teatros de referência nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife, todos com capacidade entre 400 e 800 lugares, infraestrutura completa de palco, som, iluminação e acessibilidade.Os teatros selecionados deverão possuir:- Palco com dimensões mínimas de 10m x 8m, com piso nivelado e livre de obstáculos;- Sistema de acústica tratada e isolamento adequado para performances musicais;- Camarins equipados para artistas e equipe técnica;- Acesso adaptado para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida;- Instalações seguras para montagem elétrica e de iluminação, de acordo com normas NR10 e NR12.3. Equipamentos de somO sistema de sonorização será dimensionado conforme o porte de cada teatro, buscando fidelidade e equilíbrio entre instrumentos e vozes.Especificações mínimas:- Mesa de som digital de 32 canais (Yamaha, Midas ou similar);- Monitores de retorno individuais para cada músico (in-ear ou caixas de chão);- Sistema de PA com cobertura total da plateia e resposta linear (L-Acoustics, Meyer, JBL ou similar);- Microfones condensadores e dinâmicos de padrão profissional, incluindo Shure Beta 87A, Neumann KMS105, AKG C414, entre outros;- DI boxes ativos, cabos balanceados e sistema de multicabo digital;- Técnico de som responsável pela mixagem e operação ao vivo, com experiência em música acústica.4. Equipamentos de iluminaçãoA iluminação cênica será planejada para ressaltar a atmosfera intimista do espetáculo, com paleta cromática suave e foco nos intérpretes e instrumentos.Especificações técnicas:- Mesa de iluminação digital com controle DMX;- Par LED RGBW, elipsoidais e movers de recorte para destaque dos solistas;- Sistema de contraluz e luz lateral suave, simulando ambiente noturno de jazz club;- Técnico de luz responsável pela operação e montagem em cada cidade.5. Cenografia e ambientaçãoA cenografia será minimalista e elegante, inspirada no ambiente dos estúdios de gravação dos anos 1960. Elementos principais:- Tapete central e bancos de madeira, compondo o espaço acústico dos músicos;- Adequação do layout conforme o tamanho de cada palco, sem comprometer a circulação e visibilidade do público.- Todos os materiais cenográficos serão leves, modulares e reutilizáveis, facilitando transporte e montagem durante a circulação da turnê.6. Logística e transporteO deslocamento da equipe artística e técnica será realizado por via aérea entre as capitais e terrestre para o transporte de instrumentos e materiais cênicos.Todos os equipamentos de maior porte (piano, PA, iluminação) serão locados em cada cidade, conforme disponibilidade local e especificações do rider técnico, otimizando custos e reduzindo impacto ambiental.7. Registro audiovisualDurante a turnê, será utilizado sistema de captação de áudio e vídeo profissional, com:- Câmeras digitais 4K;- Microfones ambiente de captação estéreo;- Gravação multipista direta da mesa de som;- Edição posterior para produção de mini documentário e relatórios de memória.O registro respeitará os direitos autorais e de imagem dos artistas, destinando-se exclusivamente a fins de documentação, difusão institucional e prestação de contas.8. Acessibilidade técnicaOs teatros deverão garantir:- Rampas e elevadores de acesso ao palco e plateia;- Assentos reservados para pessoas com deficiência;Em síntese, as especificações técnicas da turnê Daniel Jobim e João Suplicy Cantam Tom e Sinatra foram elaboradas para assegurar um espetáculo de altíssimo padrão artístico e técnico, fiel à elegância e à sutileza que marcaram o encontro histórico entre Tom Jobim e Frank Sinatra. Cada elemento — do som à luz, da cenografia à acessibilidade — foi concebido para criar uma experiência de escuta e emoção, em que o público possa reencontrar a essência universal da música brasileira

Acessibilidade

Todas as apresentações serão realizadas em teatros públicos ou espaços culturais parceiros que disponham de infraestrutura adequada de acessibilidade física, comunicacional e sensorial, de modo a garantir a participação plena de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Esses teatros selecionados terão rampas, elevadores e assentos reservados para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, garantindo conforto e autonomia no deslocamento.A comunicação da turnê adotará uma linguagem acessível e plural, com campanhas em mídias sociais, rádios e veículos de imprensa regionais e nacionais, ampliando o alcance das ações e atraindo públicos de diferentes faixas etárias e formações. Todas as peças gráficas e digitais trarão informações claras sobre gratuidade, horários, acessibilidade e locais de retirada de ingressos.Além disso, cada apresentação contará com material de divulgação digital acessível (com descrição de imagens e textos compatíveis com leitores de tela).Dessa forma, o projeto reafirma seu compromisso, garantindo não apenas a fruição da música de alta qualidade, mas também a inclusão, a participação e o pertencimento cultural de todos os públicos — em especial aqueles historicamente menos representados nos espaços de circulação da arte

Democratização do acesso

A turnê Daniel Jobim e João Suplicy Cantam Tom e Sinatra tem como princípio fundamental o acesso gratuito e democrático à arte, buscando promover a circulação da música de qualidade e alcançar públicos diversos em diferentes regiões do país. A proposta parte da convicção de que a cultura é um direito de todos e deve estar presente em praças, teatros e espaços públicos, aproximando artistas e comunidades em um diálogo afetivo e transformador.A entrada gratuita é o eixo central da política de democratização do projeto, funcionando como um convite aberto à participação e à descoberta. Os ingressos serão distribuídos de forma antecipada, organizada e transparente, garantindo que o acesso seja amplo e inclusivo. A distribuição dará prioridade ao público em geral, estudantes, idosos e pessoas atendidas por programas socioculturais desenvolvidos pelas prefeituras e instituições locais parceiras.Essa medida assegura que o contato com a música brasileira de excelência — representada aqui pela obra de Tom Jobim, em diálogo com o legado internacional de Frank Sinatra — não se restrinja a um público especializado, mas alcance novas plateias e comunidades que, muitas vezes, estão afastadas dos grandes centros e de produções culturais de maior porte.Mais do que uma série de apresentações, a turnê se configura como uma ação de valorização da música, da memória e da diversidade cultural brasileira, promovendo o encontro entre gerações e estilos, e reafirmando o papel da arte como instrumento de integração, aprendizado e inspiração coletiva.Além disso, o projeto integrará uma ação de solidariedade social: em parceria com as prefeituras locais, haverá doação de alimentos não perecíveis para instituições sociais previamente indicadas em cada cidade por onde os shows serão realizados. Essa iniciativa visa gerar um impacto social direto e positivo, conectando a fruição cultural à prática da solidariedade e contribuindo para o bem-estar das comunidades beneficiadas.Dessa forma, o projeto articula experiência artística, formação de plateia e responsabilidade social, criando um modelo de ação cultural que alia alta qualidade musical à promoção de valores de cidadania, inclusão e cuidado comunitário, ampliando seu efeito para além do palco e reforçando o papel transformador da arte na sociedade.

Ficha técnica

Guilherme Zoldan Peitl (Proponente e Assistente de Produção executiva)Guilherme Zoldan Peitl, nascido em 06 de junho de 1983, nacionalidade brasileira, solteiro,arquiteto e urbanista formado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas –PUCCamp - em 2007, somado com um ano de intercâmbio na Escola de Arquitetura emGrenoble-França. Mora em Cunha – SP desde 2018 e atua na área cultural da cidade noconselho do festival de cerâmica, assim como produzindo festivais culturais e documentários por toda a região entre o Vale do Paraíba e o Litoral Norte de São Paulo.Premiações:Prêmio Funarte - Comtemplado no prêmio Respir Arte 2020 com a obra áudio visual “Barranco”Prêmio Bunkyo - Contemplado em primeiro lugar na Grande Exposição 2018 com esculturas emcerâmica – conjunto de obras “Seres”.Thayana Costa (Coordenadora de produção e roteirista)Jornalista desde 2002, atua como repórter, produtora, roteirista e escritora em diversas mídias, incluindo revistas, sites e jornais, como revista EleEla; jornal O Estado de São Paulo e portal Catraca Livre, abordando temas como arte, economia, construção civil, agronegócio, comportamento, tecnologia e política. Também atuou como produtora e locutora em rádios como Transamérica; Rádio Capital e Rádio Cultura, de Curitiba, além de produzir para HBO e Channel 2, de Israel. Com vasta experiência na televisão, passou por emissoras como EPTV; TV Bandeirantes; RedeTV! e TV Cultura, onde atuou como repórter, coordenou equipes e produziu conteúdos factuais e especiais. Atualmente, é editora de texto e documentarista na Rede ALESP, TV da Assembleia Legislativa de São Paulo. Raphael Capucho (Produtor executivo e diretor do mini doc )Raphael Capucho, gestor cultural, produtor audiovisual, roteirista e pesquisador, é produtor executivo, apresentador e roteirista da série "Vale Prosear", assim como o roteiro e produção executiva de documentários como “Cunha: Um elo entre o caipira e o caiçara”, Senzala: Nos territórios da Capoeira, Nascente : Os personagens e territórios na nascente do rio Paraitinga/ Paraíba do Sul.Assina a idealização e produção dos festivais por todo o Vale do Paraíba, dentre eles o Festival de Cultura Negra Ruth Guimarães, o Festival de Culturas na Bocaina e o Festival “Pramode Caipira”, também a co produção projeto “Assim na Serra como no Mar” em parceria com o compositor e cantor Luís Perequê, tendo experiências em edições dos grandes festivais culturais de Paraty (Fip/Festa Literária Internacional de Paraty, Paraty em Foco/Festival Internacional de Fotografia de Paraty e o MIMO/Festival de música clássica e erudita nas igrejas históricas, além de uma vasta trajétoria na cultura popular, transitando em grupos expoentes como o maracatu Palmeira Imperial em Paraty.Daniel Jobim Cantor, compositor e pianista brasileiro, filho do violonista Paulo Jobim e neto de Tom Jobim. Já gravou e se apresentou ao lado de artistas como Dorival Caymmi, João Gilberto, Caetano Veloso, Tom Jobim, Carole Bayer Sager, Donald Fagen, Chico Buarque, Gal Costa, Michael Sembello, Roberto Carlos, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Stevie Wonder e Sting, dentre outros. Atuou ao lado do pai no Quarteto Jobim Morelenbaum, grupo instrumental e vocal de formação camerística, integrado também por Jaques Morelenbaum (violoncelo) e Paula Morelenbaum (voz). O repertório baseava-se na obra do avô, com arranjos fiéis aos do compositor, perpetuando seu estilo.No final dos anos 1990, criou o Jobim Trio com Paulo Jobim e o baterista Paulo Braga. Homenageando os 50 anos da bossa nova, o grupo lançou, em 2008, em parceria com Milton Nascimento, CD “Novas bossas”, primeiro lançamento do selo Nascimento Music, do compositor mineiro. No repertório, clássicos como “Chega de Saudade”, além músicas do Clube da Esquina e uma composição inédita de Daniel Jobim, “Dias azuis”. Ao lado de Milton seguiram turnê internacional pelo continente europeu e norte americano. Apresentando-se no legendário Festival de Jazz de Montreux.Participou do disco Falando de Amor – Famílias Caymmi e Jobim Cantam Antônio Carlos Jobim, que contou com a presença de Nana Caymmi, Dori Caymmi, Danilo Caymmi e seu pai, Paulo.[2]Em 2014, seguiu turnê internacional com o show A twist of Jobim. Projeto que teve participação de grandes nomes da música, como Lee Ritenour, Dave Grusin e Lisa Ono. Na abertura das Olimpíadas Rio 2016, Giselle Bündchen cruzou o Maracanã enquanto Daniel Jobim interpretava, ao piano, “Garota de Ipanema”. Num dos momentos mais emocionantes e memoráveis do evento. Recentemente, em 2017, Daniel participou do álbum do guitarrista norte-americano, John Pizzarelli, intitulado SINATRA & JOBIM @ 50, que celebra os 50 anos do disco Francis Albert Sinatra & Antonio Carlos Jobim. A parceria deu origem a turnê internacional.João SuplicyJoão Smith de Vasconcellos Suplicy, cantor e compositor brasileiro, trafega por vários estilos musicais e mistura elementos de gêneros como rock, samba, baião e blues em sua própria música. Seu principal instrumento é o violão, com o qual criou um estilo bem peculiar de tocar, mas também toca guitarra, baixo e piano. Após quase oito anos na banda Brothers of Brazil, que formou com seu irmão Supla, retomou recentemente sua carreira solo e lançou o álbum João, bastante elogiado pela crítica especializada.Em 2006, em parceria com o produtor Roberto Menescal regravou sucessos de Elvis Presley em versões Bossanovísticas no álbum Love me tender, quando saiu em outros países com outros nomes como Elvis’n bossa.O show tinha a direção de Carlos Miele. Por volta dessa época, João também escreveu cerca de 20 crônicas publicadas pelo jornal Correio Braziliense.Já em 2008 iniciou uma frutífera parceria com seu irmão Supla, formando a banda Brothers of Brazil. Juntos lançaram três álbuns e um compacto, fizeram centenas de shows no Brasil e exterior, incluindo festivais como Rock in Rio (Lisboa e Rio), Warped Tour (EUA), Lollapalooza (SP) e Terra (SP), participaram de turnês junto com as bandas Flogging Molly, Adam Ant e Aggrolites, e tiveram dois programas de televisão. Entre 2008 e 2010 apresentaram o programa Brothers na RedeTV! e no ano de 2012 o programa Brothers na Gringa, na Mix TV.O primeiro CD da banda foi Punkanova (2009), produzido por Mario Caldato e que foi relançado pelo selo americano SIDEONEDUMMY em 2011 com apenas o nome da banda e um novo encarte. O selo foi quem mais abriu as portas para os shows e turnês da banda na América do Norte e a música “let’s take the money and run away to Brazil” foi trilha da novela Balacobaco, da Rede Globo, em 2012. lançaram o álbum On My Way, produzido por APOLO 9 e que teve a música título na lista das melhores músicas do ano da revista Rolling Stone. A mesma canção também foi trilha da novela Tempo de Amar, da Record. O compacto em vinil Come on Over e que traz também a faixa Pelé foi lançado em 2013.O CD Melodies from Hell (2014), considerado por muitos como o melhor da banda, foi gravado em Nashville pelos produtores Jon Tiven e Jimmy Walls.Paralelamente à banda, em 2015 João fez um projeto rockabilly com os Hound Dogs e em 2016 resolveu se dedicar novamente à carreira solo para qual já tinha acumulado mais de 80 composições inéditas.Nesta época começou a fazer o programa VIOLÃO AO VIVO DO QUARTO todas às segundas na sua página do Facebook. Neste, faz um número musical com seus convidados. Participaram nomes tais como Criolo, Chico César, Evandro Mesquita, Tiê, Ana Vilela, Nasi, Mariana Aydar, Derico, entre outros.Em julho de 2017, João Suplicy lançou o álbum João, onde toca maior parte dos instrumentos. Zeca Baleiro participou da gravação da música e videoclipe de Um Abraço e Um Olhar, enquanto Marina de La Riva divide os versos de Dicionário do Amor, que fez parte da trilha sonora da novela Carinha de Anjo, do SBT.Em novembro de 2021, lança o EP Samblues, dedicado ao samba ao blues.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.