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PRONAC 2511141Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Entre Marés - Alagoas

62.437.532 MATEUS ALMEIDA DA SILVA
Solicitado
R$ 199,8 mil
Aprovado
R$ 199,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Nordeste 2025
Ano
25

Localização e período

UF principal
AL
Município
Maceió
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (11)
Coqueiro Seco AlagoasCoruripe AlagoasJaparatinga AlagoasMaceió AlagoasMarechal Deodoro AlagoasParipueira AlagoasPasso de Camaragibe AlagoasPiaçabuçu AlagoasPorto de Pedras Alagoas

Resumo

O projeto Entre Marés atua no litoral de Alagoas com o objetivo de documentar e promover a memória e os saberes de grupos de ofício ligados às águas, como jangadeiros, pescadores artesanais, marisqueiras, catadores de caranguejo, canoeiros, construtores e condutores de embarcações. São realizadas ações de registro e promoção das práticas tradicionais, envolvendo residência fotográfica, produção audiovisual e minicurso de patrimônio e fotografia documental voltado para jovens entre 14 e 18 anos de escolas públicas e em situação de vulnerabilidade economica. O projeto dialoga diretamente com saberes tradicionais, economia dos oceanos e práticas comunitárias sustentáveis na franja litorânea da região nordeste.

Sinopse

Produto PrincipalResidência Fotográfica em 11 municípios do litoral alagoanoCom duração de seis meses, a residência busca registrar e valorizar os modos de vida ligados ao mar por meio da fotografia documental e de entrevistas. O projeto destaca a cultura dos jangadeiros e de outras comunidades tradicionais, preservando suas práticas e refletindo sobre a relação entre homem, mar e território. O acervo final será integrado ao Museu da Imagem e do Som de Alagoas, apresentado em exposição virtual e devolvido às comunidades participantes, fortalecendo a memória, autoestima e economia local.Produtos SecundáriosMinicurso de Patrimônio e FotografiaVoltado a estudantes e professores da rede pública de Alagoas, o curso de 40h oferece formação introdutória em fotografia documental e conceitos de cultura, memória e patrimônio. A atividade combina teoria, prática fotográfica e rodas de conversa com mestres de ofícios tradicionais, incentivando o protagonismo juvenil e a aproximação com a realidade cultural do litoral.Curta DocumentalFilme de 10 minutos que acompanha o processo do projeto, retratando jangadeiros, pescadores artesanais, marisqueiras, catadores de caranguejo e outros trabalhadores do mar. Exibido no Museu da Imagem e do Som de Alagoas, o curta amplia a difusão do projeto e oferece ao público um olhar sensível sobre os ofícios tradicionais e sua importância para a cultura e o patrimônio imaterial alagoano.Exposição VirtualMostra online reunindo cerca de 50 fotografias, relatos sonoros e textos informativos sobre as comunidades tradicionais do litoral de Alagoas. O site multimídia trará também imagens produzidas pelos estudantes durante o minicurso, tornando-se um espaço de valorização, difusão cultural e acesso gratuito e permanente.Contrapartida Social – Devolutiva às ComunidadesEntrega de fotografias impressas e digitais de alta qualidade aos grupos retratados, promovendo reconhecimento, autoestima e fortalecimento da identidade coletiva. Além de registro histórico, as imagens podem ser utilizadas na divulgação de serviços e práticas tradicionais, contribuindo para a economia familiar e para a circulação social da memória cultural.

Objetivos

O projeto "Entre Marés" provoca o uso da fotografia enquanto instrumento de pensamento crítico, individual e coletivo, relacionado ao patrimônio cultural de Alagoas. Conduzido pelo fotógrafo, educador e sociólogo, Mateus Almeida, o plano de trabalho do projeto inclui a realização de uma residência fotográfica e vivências junto aos jangadeiros e pescadores artesanais de Alagoas para a criação de uma série fotográfica, que posteriormente será disponibilizada gratuitamente em uma exposição digital no site do projeto. A proposta é registrar as comunidades de ofício do litoral alagoano e produzir um acervo de imagens e informações desses profissionais que atuam nestas localidades. Ao mesmo tempo, o projeto assume uma vertente formativa: propõe a realização de oficinas e processos colaborativos em que as próprias comunidades possam a se apropriar de ferramentas de registro fotográficos, sonoros e audiovisuais, para narrar suas histórias a partir de seus próprios olhares. Mateus Almeida tem transitado e realizado séries fotográficas entre Rio de Janeiro, Moçambique e Alagoas, onde há 4 anos tem aprofundado sua pesquisa e registrado a rotina e as práticas dos Jangadeiros pelo litoral do estado. O projeto, que já acontece em Maceió e Marechal Deodoro, possui mais de 5 mil registros, com envolvimento de 20 jangadeiros e 35 jovens em formações voltadas para patrimônio e fotografia (site: https://www.almeidamateus.com.br/entre-mar%C3%A9s-1 ). Com a Rouanet Nordeste, o projeto pretende expandir sua atuação em toda franja litorânea do estado e cooperar com incorporação das fotos produzidas no acervo fotográfico do Museu da Imagem e do Som de alagoas, instituição parceira do projeto. PRODUTO PRINCIPAL1. Realização de Residência Fotográfica em 11 municípios;Temática principal: Com duração de 6 meses, é uma iniciativa que busca documentar fotografias e entrevistas, com o fim de preservar a cultura, a tradição e o cotidiano contemporâneo das práticas e fazeres tradicionais do litoral do estado. Um dos grupos trabalhados são os jangadeiros que simbolizam não apenas uma forma de sustento ligado ao turismo, mas também um modo de vida e uma conexão profunda com o ambiente marinho. As imagens capturadas não só documentam o trabalho e a vida desses grupos, mas também promovem uma reflexão sobre a relação entre o homem e o mar, as tradições e as mudanças sociais e ambientais. A residência inclui rodas de conversa entre os jangadeiros e os estudantes do mini curso. Ao final, o acervo fotográfico com dados biográficos terá 3 destinos:Serão incorporadas ao acervo do Museu da Imagem e do Som de Alagoas - MISA, como cooperação para ampliação dos registros ligados às comunidades de ofícios tradicionais; (anuência em anexo)Realização de exposição virtual no site do projeto;Retorno das fotografias para os grupos envolvidos a fim de promover a autoestima, o reconhecimento social e possibilitar os uso com fins de divulgação de seus trabalhos para estímulo da economia familiar local.Locais de Realização: listados no plano de distribuição.Duração média: 6 meses.Classificação indicativa: LivrePúblico Estimado: 110 pessoas.PRODUTOS SECUNDÁRIOS2. Realização de Minicurso de formação em patrimônio e fotografia com jovens de escolas públicas;Resumo: Visando o protagonismo local, o mini curso com carga horária de 40h em 3 escolas públicas da rede estadual, será voltado para alunos e professores do Ensino Médio e terá caráter introdutório. Seu objetivo principal é proporcionar uma formação inicial sobre aspectos técnicos básicos da fotografia, com ênfase na fotografia documental, além de uma introdução aos conceitos de Cultura, Patrimônio e Memória. A formação inclui a prática fotográfica e roda de conversa junto às comunidades de ofícios tradicionais. Os estudantes receberão bolsa ajuda de custo para alimentação e transporte. O Plano Pedagógico encontra-se em anexo. Locais de Realização: Listados no Plano de distribuição. (anuência em anexo).Duração média: 3 meses em cada localidade, com um encontro semanal.Classificação indicativa: LivrePúblico Estimado: 50 estudantes.3. Produção de um curta documental; Produção de um curta documental de 10 minutos registrando o dia a dia de produção do projeto junto aos jangadeiros, pescadores artesanais, marisqueiras, catadores de caranguejo, canoeiros, construtores e condutores de embarcações. O filme será exibido no Museu da Imagem e do Som de Alagoas durante a certificação dos estudantes e posteriormente disponibilizado no Youtube. Público estimado: 5 mil pessoas.4. Realização de exposição virtual no site do projeto;Resumo: O resultado da residência artística e do minicurso será a criação de um site, com cerca de 50 fotografias, onde será produzida uma exposição virtual sobre as comunidades de ofícios do litoral alagoano. O site multilinguagens contemplará registros fotográficos, trechos de relatos sonoros e terá informações textuais adicionais com teor informativo e biográfico sobre os trabalhadores. O site expositivo também terá um espaço dedicado para expor as fotografias realizadas pelos estudantes durante o minicurso. Locais de Realização: Site virtual.Duração média: A exposição será fixa e permanecerá em cartaz no site, com acesso gratuito.Classificação indicativa: LivrePúblico Estimado: 5.0005. Contrapartida Social;Serão entregues aos grupos participantes do projeto 10 Fotografias em cada município, em formato impresso e digital editadas e de alta qualidade. Essas fotos se relacionam com a construção de identidade dos mesmos, fomentando o sentimento de valorização. Além de fomentar a autoestima dos trabalhadores, o material pode ser utilizado na divulgação e venda de seus serviços envolvendo a prática da jangada, a pesca artesanal e a comercialização de frutos do mar.Locais de Realização: Litoral de Alagoas.Duração média: 1 mês.Classificação indicativa: LivrePúblico Estimado: diretamente 80 jangadeiros, pescadores e pescadoras, e indiretamente 1.100 pessoas que recebem o material de divulgação mensalmente.

Justificativa

Alagoas é um estado profundamente atravessado pelas águas. São 53 bacias hidrográficas que deságuam no oceano Atlântico e no rio São Francisco. Nesse universo rodeado das águas se organizam múltiplos modos de vida e uma grande diversidade de trabalhadores: jangadeiros, pescadores artesanais, marisqueiras, catadores de caranguejo, canoeiros, construtores e condutores de embarcações. O Mapeamento do Patrimônio Cultural Imaterial de Alagoas (IPHAN, 2008) registrou 519 referências culturais no estado, das quais 229 (44,12%) correspondem a "ofícios e modos de fazer". Entre eles, a pesca e as atividades a ela relacionadas aparecem como a segunda referência mais significativa, com 29 ocorrências (12,7% do total), abrangendo 18 diferentes tipos de pesca. Trata-se de um retrato da força vital que os trabalhadores das águas imprimem na cultura e na memória coletiva de Alagoas.Este projeto, que já tem forte atuação junto a comunidade costeira de Maceió e a rede estadual de educação, está fortemente interligado com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE), instituído pela Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014, promovendo arte e cultura dentro do espaço escolar e melhorando a qualidade da educação básica, estabelecendo condições adequadas para a prática de atividades culturais e artísticas nas escolas, conforme Meta 6 do respectivo plano. Os jangadeiros e pescadores artesanais fazem parte do cenário cultural de Alagoas, sendo ícones representativos por todo litoral do estado. Através da fotografia serão abordados temas como: passagem de conhecimentos intergeracionais, as dinâmicas e organizações no campo de trabalho dos jangadeiros, o impacto do turismo na cultura local, as demandas contemporâneas e a acessibilidade nos passeios de jangada, a coletividade e a poética cotidiana na paisagem de Alagoas. O foco artístico da exposição é o registro sensível e enraizado nas individualidades dos mestres jangadeiros, dos roleiros e carpinteiros, profissionais envolvidos na cadeia produtiva das embarcações e da pesca. O trabalho objetiva ampliar o acesso gratuito e de qualidade à informações a respeito dos jangadeiros e pescadores, em uma construção coletiva com participação ativa da comunidade de cada localidade. Com o conhecimento adquirido nas formações, os estudantes poderão aplicar os conhecimentos obtidos no seu dia a dia e no seu entorno. Para o fomento a criação de formações e capacitações em economia criativa, patrimônio e o apoio a inserção de novos criadores no cenário cultural alagoano, é muito importante ter e contar com parceiros que valorizem a cultura e a arte como ferramentas de transformação social e econômica, razão pela qual o projeto busca na Lei de Incentivo Federal - Rouanet novas maneiras de ampliar a produção cultural e a capacitação em Economia Criativa. Através de fomentos como esse, o "ENTRE MARÉS" pode potencializar seu impacto, tanto no fortalecimento da cena artística local quanto na busca por fortalecer ações de estímulo à produção audiovisual.O projeto tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil;Todos os beneficiários da formação recebem uma bolsa de ajuda de custo.c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativosO Objeto do projeto consiste na realização de curso de caráter cultural e artístico.d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023);O projeto atua na sensibilização e inserção de jovens no tecido produtivo da indústria cultural, buscando fomentar a cadeia criativa com jovens qualificados.II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; O projeto resultará na produção de exposição virtual, acervo de fotos e um curta metragem inédito.b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;O enfoque temático do projeto está correlacionado diretamente às artes e ao audiovisual, sendo o estímulo à produção um dos principais focos do Entre Marés.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;Todos os ingressos serão distribuídos gratuitamente, atendendo inclusive às porcentagens previstas da IN 2025. Ainda como objetivos do projeto, destacamos através dos incisos do artigo 01 da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, os seguintes objetivos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.

Estratégia de execução

Abaixo segue documentação obrigatória para projeto de patrimônio. A versão detalhada das informações encontra-se em anexo.8.1. Ações de educação patrimonial 8.1.1. O projeto Entre Marés desenvolve processos educativos formais e não formais, de caráter interdisciplinar, participativo e dialógico, tendo o patrimônio cultural imaterial como eixo central. Atua diretamente com jangadeiros, pescadores artesanais, marisqueiras, catadores de caranguejo, canoeiros, construtores e condutores de embarcações. Segundo o Mapeamento do Patrimônio Cultural Imaterial de Alagoas (IPHAN, 2008), das 519 referências culturais registradas no estado, 229 (44,12%) correspondem a “ofícios e modos de fazer”, sendo a pesca e atividades correlatas a segunda referência mais expressiva. As ações educativas incluem minicursos de formação em patrimônio cultural e fotografia documental, rodas de conversa, vivências territoriais e residência fotográfica, integrando conhecimentos das Ciências Sociais, Antropologia, Fotografia, Educação, Geografia, Sociologia e Patrimônio Cultural. Os saberes e modos de fazer das comunidades tradicionais são utilizados como recurso pedagógico, promovendo reconhecimento, valorização, difusão e preservação, além da formação de jovens estudantes e agentes comunitários como mediadores e multiplicadores culturais.8.1.2. O projeto adota um modelo participativo, assegurando diálogo contínuo entre equipe técnica, educadores, estudantes e comunidades detentoras dos bens culturais. As comunidades participam do planejamento, execução e avaliação das ações, incluindo definição de temas, rodas de conversa, residência fotográfica e atuação como consultores e mestres de ofício. A presença de jangadeiro consultor na ficha técnica garante mediação comunitária e alinhamento ético.8.1.3. O projeto prioriza a visibilidade de processos educativos vinculados à cultura afro-brasileira e às comunidades tradicionais litorâneas, historicamente formadas por populações negras e indígenas. Os conteúdos abordam memória, identidade, ancestralidade, trabalho coletivo, territorialidade e relação com o mar, destacando saberes transmitidos intergeracionalmente, reconhecidos como referências culturais fundamentais para a identidade brasileira.8.1.4. O projeto apresenta anuência formal de comunidades de pesca, como a Associação dos Jangadeiros de Maceió e a Colônia de Pescadores Z10 de Pontal de Coruripe, além de parcerias institucionais, como o Museu da Imagem e do Som de Alagoas (MISA). Os benefícios às comunidades incluem: materiais (entrega de fotografias impressas e digitais), sociais (reconhecimento, autoestima e registro das práticas), ambientais (valorização de práticas sustentáveis) e formativos (capacitação de jovens, transmissão intergeracional de saberes e criação de multiplicadores culturais).8.1.5. O projeto segue as diretrizes da Educação Patrimonial estabelecidas na Portaria IPHAN nº 137/2016, garantindo participação comunitária, protagonismo local, tratamento do litoral como território educativo, interação sensível e não invasiva com as comunidades, devolutiva dos registros, reflexão crítica sobre turismo, modernização e direitos territoriais, e associação do patrimônio cultural à sustentabilidade social, econômica e ambiental.8.1.6. Estrutura pedagógica e diagnóstico.8.1.6.1. Diagnóstico contextualizado: Alagoas possui vasta riqueza cultural imaterial, registrada no mapeamento do IPHAN (2008), resultado de esforços da UFAL, IPHAN e instituições locais como MISA, Museu Théo Brandão e IHGAL. Apesar disso, há fragilidade estrutural nas políticas públicas culturais, carência de investimentos contínuos e ausência de novos mapeamentos estaduais desde 2008, gerando lacunas na documentação, salvaguarda e difusão do patrimônio, especialmente frente às transformações socioambientais recentes.8.1.6.2. Objetivos e impactos:Objetivo Geral: Documentar e valorizar os saberes e modos de vida dos ofícios tradicionais ligados às águas no litoral de Alagoas, utilizando formação cultural e fotografia documental como ferramentas de registro, formação crítica e promoção do patrimônio cultural imaterial.Objetivos Específicos e impactos:Criar registro fotográfico contemporâneo dos ofícios tradicionais por meio de residência fotográfica em 11 municípios (acervo estimado de 5.000 imagens), atualizando o mapeamento cultural, ampliando visibilidade e produzindo memória.Integrar o acervo ao MISA e ao IPHAN, institucionalizando a memória, fortalecendo equipamentos culturais e garantindo acesso público.Formar jovens da rede pública em patrimônio, memória e fotografia documental, criando novos agentes culturais, fortalecendo vínculos intergeracionais e ampliando possibilidades na economia criativa.Promover autoestima e desenvolvimento econômico local por meio da devolutiva das imagens às comunidades, apoiando turismo de base comunitária e empoderamento social.Difundir amplamente os resultados por meio de exposição virtual e curta documental, garantindo circulação ampla, educação patrimonial em larga escala e legado digital permanente.8.1.6.3. O projeto dialoga com a realidade hidrográfica de Alagoas, marcada por 53 bacias e forte presença de trabalhadores das águas, e se articula às metas do Plano Nacional de Educação (Lei nº 13.005/2014), especialmente à Meta 6, ao integrar arte, cultura e educação básica. A fotografia aborda temas como transmissão intergeracional, organização do trabalho, impacto do turismo, acessibilidade e poética cotidiana, com construção coletiva e participação comunitária.8.1.6.4. Público-alvo: Estudantes do Ensino Médio da Rede Estadual de Alagoas (14 a 18 anos), especialmente de municípios litorâneos e contextos de vulnerabilidade, além de professores das áreas de Ciências Humanas e Linguagens. Serão atendidos cerca de 45 estudantes em três escolas, com acesso democrático e inclusivo.8.1.6.5. Ações principais:Produto principal: residência fotográfica em 11 municípios.Produtos secundários: minicursos formativos, curta documental, exposição virtual e contrapartida social.8.1.6.6. Estratégias e parcerias: Integração pedagógica, territorial e institucional, com parcerias entre escolas estaduais, SEDUC/AL, comunidades tradicionais, MISA e profissionais especializados em patrimônio e fotografia.8.1.6.7 a 8.1.6.10. O minicurso “Memórias dos trabalhadores das Águas em Alagoas” é uma formação de 40 horas, teórica e prática, com metodologia dialógica e interdisciplinar, incluindo aula de campo e produção de acervo fotográfico documental. 8.9. Ações de salvaguarda 8.9.1. O projeto adota princípios de sustentabilidade social, econômica, cultural e ambiental, alinhados à Convenção da UNESCO e à Portaria IPHAN nº 299/2015, contemplando identificação, documentação, preservação, valorização, transmissão e difusão de bens culturais imateriais ligados a ofícios e modos de fazer.8.9.2. Apresenta anuência formal das comunidades de pesca e parcerias institucionais, com destaque para a atuação do jangadeiro Claudevan Januário da Silva como consultor comunitário, garantindo mediação ética e conhecimento territorial.8.9.3. Abrange saberes, formas de expressão e lugares associados à pesca artesanal e à construção de embarcações, conforme o Decreto nº 3.551/2000.8.9.4. Contempla mapeamento e documentação fotográfica e audiovisual, oficinas e minicursos, produção de acervo, curta documental, exposição virtual, devolutiva comunitária e integração ao MISA.8.9.5. Gera benefícios materiais, sociais e ambientais, valorizando práticas sustentáveis.8.9.6. A equipe técnica possui ampla experiência em patrimônio cultural imaterial, pesquisa e educação junto a comunidades tradicionais.8.9.7. Não se aplica.8.9.8. Inclui termo de compromisso para integração gratuita dos produtos ao banco de dados do IPHAN, assegurando acesso público.8.9.9 a 8.9.11. Não se aplica.8.10. Não se aplica, pois o projeto não está diretamente ligado ao artesanato tradicional.

Especificação técnica

Produto PrincipalResidência Fotográfica em 11 municípios do litoral alagoano - Não se trata de ação educativaCom duração de seis meses, a residência busca registrar em torno de 5.000 fotografias de alta qualidade com pós-produção. Posteriormente os arquivos digitais serão incorporados ao acervo do Museu da Imagem e do Som de Alagoas.Produtos SecundáriosMinicurso de Patrimônio e FotografiaO minicurso “Memórias dos Trabalhadores das Águas em Alagoas: registrando tradições” é destinado a alunos e professores do Ensino Médio da Rede Estadual de Alagoas e tem como objetivo formar em técnicas básicas de fotografia, com ênfase na fotografia documental, articuladas aos conceitos de Cultura, Patrimônio e Memória. A proposta busca sensibilizar os participantes para a importância do registro e da preservação dos saberes e modos de vida dos trabalhadores das águas, promovendo uma compreensão crítica da relação entre fotografia, identidade e patrimônio, e contribuindo para a valorização da cultura alagoana. O minicurso será replicado em três escolas estaduais com o mesmo currículo. Atendendo a cerca de 45 estudantes. Objetivos Específicos:Introduzir conceitos e técnicas básicas de fotografia documental, como composição, iluminação e enquadramento;Desenvolver habilidades para o registro fotográfico de histórias, vivências e práticas culturais das comunidades ligadas ao mar, rios e lagoas;Sensibilizar sobre a importância dos trabalhadores das águas como patrimônio cultural de Alagoas;Estimular a reflexão crítica sobre fotografia como instrumento de preservação da memória, identidade e tradições culturais;Incentivar a valorização das comunidades tradicionais e de sua diversidade cultural;Integrar teoria e prática por meio de atividades formativas e vivências de campo;Produzir um acervo de fotografias documentais elaborado pelos estudantes, retratando o cotidiano e os saberes das comunidades de ofício.Carga horária total: 40 horasEmenta:Este mini curso oferece uma introdução à fotografia documental como ferramenta para explorar e preservar o patrimônio cultural. Com foco na tradição dos trabalhadores das Águas em Alagoas, sobretudo os pescadores artesanais e Jangadeiros, a formação abrange os fundamentos técnicos da fotografia e discute seu papel na construção e preservação de identidades e memórias culturais. Serão apresentados conceitos essenciais de cultura, patrimônio e identidade, visando fortalecer a compreensão dos participantes sobre a importância de documentar práticas culturais locais. Metodologia:O minicurso está assentado sobre uma abordagem pedagógica dialógica, no qual a construção do conhecimento ocorre através do diálogo contínuo entre discente e docente. A prática do diálogo valoriza as experiências individuais dos participantes, permitindo que seus olhares, histórias e perspectivas pessoais sejam incorporados ao processo formativo.Recursos Necessários:MaterialDescriçãoSala de aulaEspaço para a realização das atividadesProjetorEquipamento para exibição de slidesNotebookUtilizado para apresentação de conteúdoCaixa de somPara reprodução de áudio durante as atividadesCâmeras FotográficasUtilizados pelos alunos para registrar imagensCelulares (dos próprios alunos)Utilizados pelos alunos para registrar imagensRevistasMateriais para produção de colagensTesourasPara recorte de imagens e materiaisCola bastãoPara colagem dos elementos nas atividadesFolhas A4 e A3Para desenhosLápis coloridos Para colorirLápis Grafite Para desenhoImpressões em papel fotográficoImpressão das fotografias realizadas pelos alunos Impressões coloridas Para dinâmicas em grupoCronograma:Início da formação: 04/2026Término da formação: 06/2026Detalhamento:1. Apresentação e Introdução à FotografiaDinâmica de apresentação com uso de fotografias pessoais e introdução aos conceitos básicos de fotografia, como luz, enquadramento e composição.2. Fotografia Documental e Narrativas VisuaisIntrodução à fotografia documental como ferramenta de construção de narrativas, com análise de exemplos, discussão sobre imagem e contexto e prática inicial com equipamentos fotográficos.3. Cultura e IdentidadeExposição teórica sobre cultura e identidade, acompanhada de dinâmicas em grupo, jogo teatral e atividade de colagem para a construção criativa das identidades dos estudantes.4. Cultura e PatrimônioDiscussão dos conceitos de cultura e patrimônio por meio de exposição teórica e dinâmica com objetos pessoais, relacionando memória, identidade e pertencimento.5. Aula de CampoAtividade prática de fotografia documental junto aos trabalhadores das águas, aplicando técnicas fotográficas e refletindo sobre patrimônio cultural e memória.6. Análise das Fotografias e Construção das NarrativasDebate coletivo sobre a experiência de campo e construção colaborativa de narrativas visuais a partir das imagens produzidas.Forma de inscrição e seleção:Os alunos das escolas poderão se inscrever por meio de um formulário que será entregue nas instituições.Serão disponibilizadas 15 vagas para o mini curso.No momento da inscrição, os alunos deverão redigir uma breve carta de interesse, explicando suas motivações para participar do mini curso.A seleção dos participantes será realizada com base na análise das cartas de interesse, priorizando aqueles que demonstrarem maior comprometimento e afinidade com os temas abordados.Divulgação:O minicurso será divulgado nas escolas com o apoio dos professores e da gestão escolar.Materiais informativos, como cartazes e comunicados, serão distribuídos para sensibilizar e engajar alunos sobre a proposta do mini curso. Serão realizadas reuniões ou apresentações breves em sala de aula para explicar os objetivos e benefícios do mini curso, incentivando a participação dos alunos.Currículos:Equipe I) Mateus Almeida é fotógrafo, educador e pesquisador, com atuação em fotografia documental desde 2014. É licenciado em Ciências Sociais, professor da Rede Estadual de Alagoas, pesquisador do Afro/CEBRAP e mestrando em Sociologia pela UFAL, com destaque para o projeto “Alagoas: Histórias Litorâneas”.II) Sofia Morato é educadora e pesquisadora, licenciada em Ciências Sociais, professora concursada de Sociologia na Rede Estadual de Alagoas e mestranda em Sociologia pela UFAL, com atuação em educação popular e pesquisas sobre juventudes.III) Brenda de Araújo Dantas Jorge é licenciada em Geografia e professora da Rede Estadual de Alagoas, com experiência em agroecologia e cartografia social, coordenando projetos pedagógicos voltados à memória, cultura e território.IV) Carlos Eduardo é fotógrafo, educador e pesquisador, graduado em Ciências Sociais e mestrando em Antropologia Social, com atuação em mobgrafia e desenvolvimento de projetos de fotografia voltados à educação e à reflexão social sobre o espaço urbano.Curta DocumentalFilme de 10 minutos em HD que acompanha o processo do projeto, retratando jangadeiros, pescadores artesanais, marisqueiras, catadores de caranguejo e outros trabalhadores do mar. Disponibilizado gratuitamente no Youtube.Exposição VirtualMostra online reunindo cerca de 50 fotografias, relatos sonoros e textos informativos sobre as comunidades tradicionais do litoral de Alagoas. O site multimídia trará também imagens produzidas pelos estudantes durante o minicurso, tornando-se um espaço de valorização, difusão cultural e acesso gratuito e permanente.Contrapartida Social – Devolutiva às Comunidades - Não se trata de ação educativaEntrega de fotografias impressas e digitais de alta qualidade aos grupos retratados.

Acessibilidade

Residência Fotográficaa. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICOa.1 Encontros e rodas de conversa realizados em locais com acessibilidade física, com infraestrutura como rampas e barras laterais, com o objetivo de facilitar o acesso.b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO:b.1 Comunicação acessível nas redes sociais, com texto alternativo e artes de divulgação com fontes em tamanho de fácil leitura;b.2 Disponibilização de pictogramas sobre recursos de acessibilidade e comunicação com texto alternativo nas redes sociais.Minicurso de Patrimônio e Fotografiaa.1 Os locais escolhidos para realização dos minicursos terão como premissa a acessibilidade arquitetônica, garantido o acesso de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, como banheiros adaptados, rampas e corrimão;b.1 Comunicação acessível nas redes sociais, com texto alternativo e artes de divulgação com fontes em tamanho de fácil leitura; b. 2 Capacitação em acessibilidade cultural e educacional para a equipe artística, de produção e pedagógica do projeto;Curta Documental - Atividade onlineb.1 Legendagem de todo conteúdo audiovisual.Exposição Virtual - Atividade onlineb.1 Compatibilidade com Navegadores e Dispositivos Assistivos: Garantir que o site funcione bem em diversos navegadores e com dispositivos assistivos, como teclados adaptados.b.2 Audiodescrição de parte das imagens e do conteúdo da exposição.b.3 Textos Alternativos (alt text) e legendagem: Para as postagens nas redes sociais.Contrapartida Socialb.1 Comunicação acessível nas redes sociais, com texto alternativo e artes de divulgação com fontes em tamanho de fácil leitura;b.2 Capacitação em acessibilidade cultural e educacional para a equipe artística, de produção e pedagógica do projeto;

Democratização do acesso

O público-alvo abrange um grande espectro, sendo consideradas a participação de jovens e adolescentes (14 a 18 anos), com inclusão racional, de gênero e o encorajamento da participação de pessoas com deficiência. O público alvo não necessita conhecimento prévio em fotografia e audiovisual e serão beneficiados de forma direta, ou indireta, pelas ações artísticas e pedagógicas (como curso formativo e workshop) e pelas atividades de difusão cultural (como rodas de conversa e exibição).As exibições e econtros terão ingressos gratuitos conforme previsto na IN 23/25, e serão realizadas em equipamento cultural ou comunitário de fácil acesso e com ampla oferta de transporte público, podendo receber públicos de diversas localidades do território trabalhado. No projeto estão previstas atividades formativas e rodas de conversa, a fim de realizar a formação de novos públicos e aproximá-las da fotografia, patrimônio e da economia da cultura. Também serão realizadas articulações com escolas locais a fim de divulgar as formações e também para que possam levar os estudantes até o local das exibições.Democratização de acesso (IN 23/25 Art. 46) III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;- Essa porcentagem de ingressos será destinada gratuitamente a instituições públicas de ensino, associações e ONGs.IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais).- Todos os ingressos serão gratuitos. Ampliação de Acesso (IN 23/24 Art. 47)III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;Serão lançados registros audiovisuais de trechos da residência artística no Youtube e nas redes sociais do projeto.V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;Serão realizados encontros abertos à comunidade e rodas de conversa..VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;- O público alvo das atividades formativas e artísticas contempla o público jovem. As atividades artísticas têm classificação etária livre.

Ficha técnica

Mateus Almeida da Silva - Coordenador do projeto. [homem negro LGBTQIA+]Atua como fotógrafo, produtor cultural, educador e pesquisador. Desde 2014, trabalha com fotografia em diversas áreas, dedicando-se à fotografia documental desde 2018 em várias localidades do Brasil e Moçambique. Em Alagoas, desenvolve o projeto "Alagoas: Histórias Litorâneas" desde 2022, documentando a vida no litoral. Possui licenciatura em Ciências Sociais pela UFF, com experiência em Moçambique, e é professor de Sociologia na Rede Estadual de Educação de Alagoas, utilizando a fotografia como mediação didática. Como pesquisador, atua desde 2020 no Núcleo Afro do CEBRAP, investigando o protesto negro no Brasil, e é mestrando em Sociologia na UFAL. Desde 2025, ele desenvolve o projeto “Entre Marés: Memórias e Retratos dos Jangadeiros em Alagoas”.Mario Pragmácio - Assessor do projeto. É Mestre em Preservação do Patrimônio Cultural pelo IPHAN, advogado, professor e pesquisador na área de direitos culturais. Co-fundador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Direitos Culturais da Universidade de Fortaleza, foi também fundador e ex-presidente do Instituto Brasileiro de Direitos Culturais (IBDCult), contribuindo para políticas públicas do setor. É autor de diversos livros e artigos jurídicos publicados em portais como o Consultor Jurídico (ConJur) e o jornal O Estadão.Claudevan Januário da Silva - Jangadeiro consultor [homem negro] Nascido em São Luís do Quitunde (Alagoas, 1976), é jangadeiro há 36 anos em Maceió e guia de turismo há 15 anos em Alagoas. Filho de pescador, possui um vasto conhecimento do território alagoano, das atividades marítimas e uma ampla rede de contatos entre os trabalhadores do mar. Participou como consultor no documentário “Jangadeiros Alagoanos: aquilo que Orson Welles não viu” (2021–2022). Ele é sobrinho de Jessé Rafael dos Santos, mestre construtor da jangada de pau registrada pelo IPHAN. Desde 2025, ele integra o Projeto “Entre Marés: Memórias e Retratos dos Jangadeiros em Alagoas” como consultor.Willian Silva - Produtor Executivo. [homem LGBTQIA+]É gestor e elaborador de projetos com atuação no Brasil e no exterior (Portugal, França e Emirados Árabes). No campo editorial, foi produtor executivo de livros como "Os 10 dias que abalaram o mundo" e "Pensamento Crítico: Direitos humanos na perspectiva intercultural". Com experiência consolidada, já atendeu mais de 100 projetos culturais e elaborou propostas para importantes editais nacionais e internacionais em diversas áreas artísticas.Brenda de Araújo Dantas Jorge - Coordenação Pedagógica. [MULHER CIS] Licenciada em Geografia pela UFV, é professora de Geografia na Rede Estadual de Alagoas. Possui experiência em agroecologia e cartografia social, focando na integração entre pesquisa, extensão e ensino. Atualmente, coordena o projeto "Territórios de Pertencimento: Memória e Cultura como Práticas Pedagógicas em Marechal Deodoro/AL" e organiza a Semana de Território, Memória e Cultura da Escola Estadual Titara.Sofia Morato Xavier Motta - Coordenação Pedagógica. [MULHER CIS]Educadora e pesquisadora, licenciada em Ciências Sociais pela UFMG e professora de Sociologia na Rede Estadual de Alagoas. Em 2025, atuou como formadora no minicurso "Memórias e Retratos dos Jangadeiros em Alagoas", parte do projeto Entre Marés. É mestranda em Sociologia na UFAL e integra o grupo de pesquisa Laboratório das Juventudes (LABJUVE/UFAL).Carlos Eduardo - Formador. É Cientista Social, Antropólogo e Fotógrafo Ativista, com bacharelado em Ciências Sociais e mestrado em Antropologia pela UFAL. Desde 2018, trabalha com fotografia documental, focando na relação entre memória, história e território. Publicou dois fotolivros em 2024: “Expulsão” e “Cartilha da Resistência”.Tamara Vicaroni da Silva - Assistente. [MULHER CIS]Psicóloga, psicanalista e mestre em Saúde Coletiva (UERJ). É pesquisadora no Núcleo de Pesquisa em Gênero, Saúde e Direitos Humanos da UFAL (Mandacaru/UFAL), onde desenvolve pesquisas sobre memória coletiva e história oral, com foco na relação das narrativas orais com o território.Gabriela Correia Cardoso - Designer. [MULHER CIS]É artista visual, designer e graduanda em Ciências Sociais pela UFAL. Seu principal interesse é a Antropologia Audiovisual, investigando a conexão entre criação artística e estudo etnográfico.Ione Melo - Contabilidade [MULHER NEGRA E CIS]Contadora com ampla experiência no gerenciamento de projetos culturais.Eduarda de Paula - Assistente Administrativa [MULHER CIS]Produtora Cultural que nos últimos anos compôs equipe de produção do Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, 13º Avanca Film Festival em Portugal e equipe curatorial e de produção do Centro de Artes - UFF trabalhando em oficinas, feiras, shows, performances e vivências artísticas. Ingressou na equipe do coletivo Corpos no Mundo na metade de 2023.

Providência

Redução aprovada e publicada no Diário Oficial da União.

Roteiro Alagoas
São Miguel dos Milagres Alagoas