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PRONAC 2511161Autorizada a captação total dos recursosMecenato

FESTIVAL TRANSLUCIDAY

INSTITUTO CULTURAL E ARTISTICO LUZ DO FAROESTE
Solicitado
R$ 991,6 mil
Aprovado
R$ 991,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-02-01
Término
2029-02-01
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O Transluciday - Festival Transcentrado é uma resposta à necessidade de ampliar a visibilidade e fortalecer a inclusão da comunidade trans no Brasil.

Sinopse

O Transluciday - Festival Transcentrado Do Território Da Luz É Uma Iniciativa Cultural De Um Dia, Dedicada À Promoção Da Inclusão, Visibilidade E Celebração Da Comunidade Trans, Além De Fomentar Discussões Sobre Identidade De Gênero, Diversidade E Igualdade. O Evento Contará Com Programação Completa Com Apresentações Culturais, Oficinas E Mesas.

Objetivos

O Festival TRANSluciDay nasceu em 2025 como um espaço transcentrado de criação, encontro e celebração, colocando em primeiro plano a potência artística, política e social das transgeneridades. Realizado pelo Instituto Luz com curadoria da multiartista Leona Jhovs, o festival ocupa o calendário cultural brasileiro.O evento busca mostrar que as pessoas trans, não binárias e travestis são agentes sociais e políticos de transformação. A programação inclui mesas temáticas, apresentações artísticas de música, dança, teatro e circo, e atividades educativas, criando um espaço de fortalecimento comunitário e promoção da cidadania.Objetivo geral: Realização de 2 Festivais Transluciday, um em São Paulo e a outra no Rio de Janeiro. Objetivos específicos do projeto:O TRANSluciDay propõe não apenas um festival, mas um ato político e cultural que:Fomenta à produção cultural e artística (Lei de Incentivo à Cultura - art 3º inciso III), mediante a execução e circulação do festival, bem como, a realização de 8 performances artísticas de música, dança, teatro e circo, destacando o protagonismo de artistas trans.Estímula o conhecimento dos bens e valores culturais (Lei de Incentivo à Cultura - art 3º inciso IVa), mediante INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024, art 29, inciso II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo ;contribuindo também no desenvolvimento de projetos de formação de público. Possibilita o livre acesso de pessoas com deficiências auditivas e visuais, ao contratar, para o festival, em cada cidade, serviços de legenda, linguagem oral, sinalizações para deficientes visuais e Tradução em Libras.Valoriza e difunde a produção artística de pessoas trans;Cria espaços de encontro, escuta e visibilidade;Gera oportunidades econômicas para empreendedores trans;Amplia a diversidade nas artes cênicas e musicais;Sensibiliza públicos diversos sobre a importância da inclusão e do respeito às diferenças.Promover interação entre a comunidade trans e aliados, fortalecendo redes de apoio e ativismo. Objetivos específicos das contrapartidas sociais:Visando fomentar o pensamento crítico e proporcionar mais experiências diversas ao público, realizaremos a seguinte atividade:- Realizar 4 mesas temáticas abordando identidade de gênero, diversidade e direitos humanos, sendo 2 em cada cidade.- Aluguel de 2 ônibus para buscar ongs e instituições em cada cidade, totalizando, 4 ônibus. - Contratação de 3 estagiários, sendo 1 de palco, 1 de luz e 1 de produção, em cada cidade.

Justificativa

O Transluciday - Festival Transcentrado do Território da Luz é uma resposta à necessidade de ampliar a visibilidade e fortalecer a inclusão da comunidade trans no Brasil.A parceria com o Instituto Luz reforça o compromisso do festival em proporcionar um espaço inclusivo e seguro, onde pessoas trans, não binárias e travestis possam compartilhar suas experiências, talentos e histórias de vida. Essa abordagem contribui para combater o estigma e promover respeito e igualdade.A programação cultural inclui mesas temáticas sobre identidade de gênero, direitos humanos e diversidade, criando oportunidades para educar o público geral e conscientizá-lo sobre as questões trans. O festival também apresenta uma rica variedade de performances artísticas, incluindo música, dança, teatro e circo, permitindo que artistas trans apresentem seus trabalhos artísticosO evento fomenta um ambiente de apoio e solidariedade, fortalecendo redes dentro da comunidade trans e seus aliados. Isso não apenas promove o ativismo em prol dos direitos transvestigêneres, mas também contribui para a criação de laços comunitários essenciais para o fortalecimento social e político da região.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Atingindo os objetivos do Artigo 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de espetáculo de artes cênicasV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Retificamos a importância do incentivo federal e da captação de recursos para a realização do projeto com a estrutura idealizada.

Especificação técnica

FESTIVALDuração: 8 horas Classificação indicativa: livre DEBATES:Duração: 120 minutosClassificação indicativa: a partir de 14 anos

Acessibilidade

FESTIVALACESSIBILIDADE FÍSICA: O festival será apresentado em teatro com infra-estrutura necessária para atender os portadores de necessidades especiais, como banheiros adaptados, rampa de acesso, e disponibilização de lugares indicados para este público, conforme disposto no artigo art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, e oferecerá descontos de 50% (cinqüenta por cento) nos ingressos para idosos, atendendo ao art. 23 da Lei no 10.741, de 01 de outubro de 2003. DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em libras de todo o projeto e legenda com operada ao vivo. DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral, sinalização e tutores para acompanharem e darem segurança as pessoas necessitadas. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS:Buscamos ter um olhar atento para abordar questões relativas às pessoas com deficiências e ver como as políticas de inclusão têm mudado ao longo dos anos, e como avanços de representatividade têm sido conquistados, fruto de um trabalho incansável das leis, para isso estamos em evolução e o projeto conta com consultores, presentes e atuantes na equipe no período de preparação e apresentações, para o atendimento e divulgação específica para o atendimento, a equipe contratada de recepcionistas também terá atenção ao atendimento, e sobre as questões de linguagens ou idiomas, através dos consultores vamos locar os equipamentos necessários para a realização da acessibilidade. CONTRAPARTIDA SOCIAL 01. Oficina de TeatroACESSIBILIDADE FÍSICA: A oficina será realizada em espaço com infra-estrutura necessária para atender os portadores de necessidades especiais, como banheiros adaptados, rampa de acesso, e disponibilização de lugares indicados para este público, conforme disposto no artigo art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999.DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução simultânea em libras realizada por tradutor especializado.DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem Oral; 02. Ônibus para buscar ongs ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os ônibus contarão com a disponibilização de lugares indicados para portadores de necessidades especiais, conforme disposto no artigo art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. A entrada será livre. Existirá sempre 1 monitor para cada grupo responsável pelos cuidados destes na entrada e saída do ônibus, assim como nas dependências do teatro.DEFICIENTES AUDITIVOS: Existirá sempre 1 monitor para cada grupo responsável pela tradução em libras e cuidados destes na entrada e saída do ônibus, assim como nas dependências do teatro.DEFICIENTES VISUAIS: Existirá sempre 1 monitor para cada grupo responsável pela coordenação e cuidados destes na entrada e saída do ônibus, assim como nas dependências do espaço do festival.

Democratização do acesso

Em atendimento ao disposto na INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024:Art. 29. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; eIV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta.Art. 30. Em complemento, adoção das seguintes medidas de ampliação do acesso:IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais da oficina de dramaturgia acompanhado com libras e audiodescrição;

Ficha técnica

Coordenadores Gerais - Leona Jhovs e Brunner MacedoDiretor Executivo - Felipe ChaconDiretora Financeira - Ana Paula CésarProdutora Executiva - Jessica RodriguesDiretora de Comunicação - Anaïs BoutaudAdvogado - Gustàvo ReisLeona Jhovs - Coordenadora GeralMulher transfeminista, atriz, diretora, roteirista, apresentadora, produtora cultural. Inicia carreira como atriz em 2011 no espetáculo "10.948 o Musical" de Regina Papini. 2013 entra para a cia. de teatro Pessoal do Faroeste, dá início com a grande Intervenção Urbana “Luz e Sombra” junto ao Sesc Bom Retiro. Em 2014 o espetáculo musical “Luz Negra” que seguiu temporada até 2016. Em 2017 o espetáculo “Curare”. Seguindo com “Solo que Luzia” em cartaz até 2018. Também nesse ano “O Assassinato do Presidente” com 5 temporadas e uma delas junto ao SESC 24 de Maio. Ainda na cia. de Teatro "Pessoal do Faroeste", foi assistente de direção em 2014 no espetáculo “Sabiá” e em 2019 “Borboleta Azul. Todas essas produções com texto e direção de Paulo Faria. Com tudo viveu ali também as experiências do financeiro, administrativo e produção cultural de 2013 à 2019. Fora da cia. Pessoal do Faroeste, participou em 2016 dos espetáculos “Fando e Lis” de Fernando Arrabal com direção de Erica Bellini. No musical original “Ópera Urbe Peste Contemporânea” com texto de Carlos Zimbher e direção de Rogério Tarifa onde ocorrem temporadas até esse ano de 2023 junto aos Sescs de São Paulo. Também em 2018. Estreou o espetáculo “Transex” junto a cia. de Teatro "Os Satyros" com texto e direção de Rodolfo Garcia Vázquez e Ivam Cabral. Seguiu em 2019 um experimento cênico o “Virada Cena Trans” com texto e direção de Ave Terrena Alves e “Transtopia” com concepção e direção de Luh Maza e direção geral de Hugo Possolo no espetáculo “Uma Futuro sem País” com estréia no Theatro Municipal de São Paulo na mostra “Novos Modernistas”. Em sua jornada como ativista e militante no movimento Trans, tem participação na construção do Manifesto “Representatividade Trans”, no MONART (Movimento Nacional de Artistas Trans), cofundadora da organização cívil “Casa Chama”. É a atual Presidenta do Instituto Luz do Faroeste.No cinema e audiovisual em 2015 tem um prêmio de melhor atriz pelo FilmWorks Film Festival da Academia Internacional de Cinema com o curta “Lucia” de Cristobal Hernandez. Em 2016 protagonizou a websérie “Entre/Atos” de Igor Godoy. Em 2019 teve lançamento do longa, “Luz Negra o Filme” com direção de Dário José e Paulo Faria. Em 2020 uma sequência de “Ménage” de Luan Cardoso. “Não me Chame Assim” de Diego Migliorini. “Angel” de Luana Rodriguez Vieira. E “Modelo Morto Modelo Vivo” onde para além de atriz, dividiu roteiro e direção junto a Iuri Bermudes. Filme que já lhe rendeu alguns prêmios: Prêmio de melhor roteiro na Sétima Mostra de diversidade sexual, Modive-se.Prêmio de Menção Honrosa no 3 Festival de cinema de Santa Teresa - FECSTA 2020 Prêmio de melhor filme LGBT no Sweden FILM AWARDS em julho de 2021Prêmio melhor filme DIGO - mostra Suzy Capó Prêmio melhor atuação - DIGO - mostra Suzy CapóPrêmio melhor atuação - PINK LOVE LGBT FILM FESTIVAL Prêmio melhor filme - RIMA AWARDS Prêmio melhor roteiro - RIMA AWARDS Prêmio melhor direção - RIMA AWARDS Prêmio melhor atriz - RIMA AWARDS Prêmio melhor roteiro - INHAPIM Em agosto de 2020, lançou a websérie "No Fim Eu Tava Sozinha" , onde narrou e atuou com direção de Camila Carneiro e Gabriela Potye.Em dezembro de 2021 lançou a websérie "Fome" com direção de Paulo Faria e Dário José.Junho de 2022 estréia no elenco de "Brenda Lee e o Palácio das Princesas" produção do "Núcleo Experimental de Teatro" com texto de Fernanda Maia e direção de Zé Henrique de Paula. Espetáculo esse que cumpre com um marco na cena do teatro contemporâneo. Colecionando diversas indicações e prêmios como melhor texto original no " Prêmio Bibi Ferreira". Melhor espetáculo no "Prêmio Arcanjo de Teatro" e melhor espetáculo teatral de 2022 pelo prêmio "APCA" , fora as indicações e destaques em inúmeras premiações da cena do teatro nacional.Se lança no streaming em 2022 com a série original da Netflix "Só se for por amor". Em sequência está entre as protagonistas em uma série original do Canal Brasil/Globo Play "Chuva Negra".Agora está em festivais de cinema nacionais e internacionais com 3 produções. "Procuro Teu Auxílio para Enterrar um Homem" com direção de Anderson Bardot. *Estrelas de um só Hit" com direção de Luísa Guarnieri e "Feira da Ladra" direção de Diego Migliorini que já rendeu um prêmio de atriz coadjuvante no Pupila Film Festival.Em 2023 inicia sua oficina teatral “Encontrando sua Singularidade no Coletivo”, onde parte de sua pesquisa à partir de seus trabalhos no teatro desde 2011.Brunner Macedo - Coordenador geralNatural de Uberlândia (MG), Brunner é um comunicador e artista visual com uma trajetória marcada pela interseção entre arte, política e memória. Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Uberlândia, expandiu seus estudos em Portugal, com habilitações em Assessoria de Comunicação e Relações Públicas pela Universidade do Porto.Sua carreira profissional iniciou-se como assessor de comunicação na Casa da Música, no Porto (2012-2013). De volta ao Brasil, atuou com fotografia artística no Rio de Janeiro (2014-2015) antes de assumir a coordenação de produção do Teatro Pessoal do Faroeste (2015-2019).Em 2017, consolidou sua atuação no campo das artes como artista residente da FUNARTE SP e fundou a produtora cultural Artelux, responsável por projetos que circularam em espaços como a própria FUNARTE e resultaram em parcerias com o Greenpeace e o artista Caetano Veloso, como a campanha “Gente é para Brilhar, não para Morrer de Fome”. Sua atuação inclui ainda trabalhos com a Frente Internacional de Enfrentamento à Fome do Programa Mundial de Alimentos, organização laureada com o Nobel da Paz de 2020.Paralelamente, desenvolve desde 2012 uma pesquisa contínua sobre a resistência civil à ditadura militar, que deu origem ao projeto "Deriva da Luz Vermelha". A obra, presente desde 2017 em instituições como Memorial da Resistência e Instituto Tomie Ohtake (onde integra o acervo permanente), culminou na fundação do Estúdio Manifesto, espaço dedicado à arte contemporânea, democracia e memória.Atualmente, além de dirigir o Estúdio Manifesto, Brunner é vice-presidente do Instituto Luz e diretor executivo do Instituto Formigueiro. Com passagens por cidades como Paris e Buenos Aires, reside em São Paulo há dez anos.Felipe Pan Chacon - Diretor ExecutivoÉ compositor e diretor musical, formado em filosofia pela USP, é diretor executivo do Instituto de Cultura e Direitos Humanos Luz do Faroeste. Domina bateria, violão, guitarra, baixo, clarinete, sousafone e piano.Com a Companhia Pessoal do Faroeste, criou trilhas sonoras e fez a direção musical de "O Assassinato do Presidente", "Borboleta Azul" e "Brancos e Malvados ou Ensaio Sobre os Três Porquinhos". No Coletivo Ópera Urbe, colaborou com Carlos Zimbher na direção musical e nos arranjos de "Ópera Urbe - Peste Contemporânea", onde atuou como baterista, sousafonista, clarinetista e cantor.Desenvolveu trilhas sonoras para a Cia Al Borde e a Cia Casa da Tia Sire, trabalhou como músico na Cia Teatro de Perto. Em 2021, lançou sua primeira trilha cinematográfica na vídeo-performance "Babel". Faz parte da banda Baião de Spokens e já dividiu o palco com artistas como BNegão, Karina Buhr, Arrigo Barnabé, entre outros.Coordenadores Gerais - Leona Jhovs e Brunner MacedoDiretor Executivo - Felipe ChaconDiretora Financeira - Ana Paula CésarProdutora Executiva - Jessica RodriguesDiretora de Comunicação - Anaïs BoutaudAdvogado - Gustàvo ReisLeona Jhovs - Coordenadora GeralMulher transfeminista, atriz, diretora, roteirista, apresentadora, produtora cultural. Inicia carreira como atriz em 2011 no espetáculo "10.948 o Musical" de Regina Papini. 2013 entra para a cia. de teatro Pessoal do Faroeste, dá início com a grande Intervenção Urbana “Luz e Sombra” junto ao Sesc Bom Retiro. Em 2014 o espetáculo musical “Luz Negra” que seguiu temporada até 2016. Em 2017 o espetáculo “Curare”. Seguindo com “Solo que Luzia” em cartaz até 2018. Também nesse ano “O Assassinato do Presidente” com 5 temporadas e uma delas junto ao SESC 24 de Maio. Ainda na cia. de Teatro "Pessoal do Faroeste", foi assistente de direção em 2014 no espetáculo “Sabiá” e em 2019 “Borboleta Azul. Todas essas produções com texto e direção de Paulo Faria. Com tudo viveu ali também as experiências do financeiro, administrativo e produção cultural de 2013 à 2019. Fora da cia. Pessoal do Faroeste, participou em 2016 dos espetáculos “Fando e Lis” de Fernando Arrabal com direção de Erica Bellini. No musical original “Ópera Urbe Peste Contemporânea” com texto de Carlos Zimbher e direção de Rogério Tarifa onde ocorrem temporadas até esse ano de 2023 junto aos Sescs de São Paulo. Também em 2018. Estreou o espetáculo “Transex” junto a cia. de Teatro "Os Satyros" com texto e direção de Rodolfo Garcia Vázquez e Ivam Cabral. Seguiu em 2019 um experimento cênico o “Virada Cena Trans” com texto e direção de Ave Terrena Alves e “Transtopia” com concepção e direção de Luh Maza e direção geral de Hugo Possolo no espetáculo “Uma Futuro sem País” com estréia no Theatro Municipal de São Paulo na mostra “Novos Modernistas”. Em sua jornada como ativista e militante no movimento Trans, tem participação na construção do Manifesto “Representatividade Trans”, no MONART (Movimento Nacional de Artistas Trans), cofundadora da organização cívil “Casa Chama”. É a atual Presidenta do Instituto Luz do Faroeste.No cinema e audiovisual em 2015 tem um prêmio de melhor atriz pelo FilmWorks Film Festival da Academia Internacional de Cinema com o curta “Lucia” de Cristobal Hernandez. Em 2016 protagonizou a websérie “Entre/Atos” de Igor Godoy. Em 2019 teve lançamento do longa, “Luz Negra o Filme” com direção de Dário José e Paulo Faria. Em 2020 uma sequência de “Ménage” de Luan Cardoso. “Não me Chame Assim” de Diego Migliorini. “Angel” de Luana Rodriguez Vieira. E “Modelo Morto Modelo Vivo” onde para além de atriz, dividiu roteiro e direção junto a Iuri Bermudes. Filme que já lhe rendeu alguns prêmios: Prêmio de melhor roteiro na Sétima Mostra de diversidade sexual, Modive-se.Prêmio de Menção Honrosa no 3 Festival de cinema de Santa Teresa - FECSTA 2020 Prêmio de melhor filme LGBT no Sweden FILM AWARDS em julho de 2021Prêmio melhor filme DIGO - mostra Suzy Capó Prêmio melhor atuação - DIGO - mostra Suzy CapóPrêmio melhor atuação - PINK LOVE LGBT FILM FESTIVAL Prêmio melhor filme - RIMA AWARDS Prêmio melhor roteiro - RIMA AWARDS Prêmio melhor direção - RIMA AWARDS Prêmio melhor atriz - RIMA AWARDS Prêmio melhor roteiro - INHAPIM Em agosto de 2020, lançou a websérie "No Fim Eu Tava Sozinha" , onde narrou e atuou com direção de Camila Carneiro e Gabriela Potye.Em dezembro de 2021 lançou a websérie "Fome" com direção de Paulo Faria e Dário José.Junho de 2022 estréia no elenco de "Brenda Lee e o Palácio das Princesas" produção do "Núcleo Experimental de Teatro" com texto de Fernanda Maia e direção de Zé Henrique de Paula. Espetáculo esse que cumpre com um marco na cena do teatro contemporâneo. Colecionando diversas indicações e prêmios como melhor texto original no " Prêmio Bibi Ferreira". Melhor espetáculo no "Prêmio Arcanjo de Teatro" e melhor espetáculo teatral de 2022 pelo prêmio "APCA" , fora as indicações e destaques em inúmeras premiações da cena do teatro nacional.Se lança no streaming em 2022 com a série original da Netflix "Só se for por amor". Em sequência está entre as protagonistas em uma série original do Canal Brasil/Globo Play "Chuva Negra".Agora está em festivais de cinema nacionais e internacionais com 3 produções. "Procuro Teu Auxílio para Enterrar um Homem" com direção de Anderson Bardot. *Estrelas de um só Hit" com direção de Luísa Guarnieri e "Feira da Ladra" direção de Diego Migliorini que já rendeu um prêmio de atriz coadjuvante no Pupila Film Festival.Em 2023 inicia sua oficina teatral “Encontrando sua Singularidade no Coletivo”, onde parte de sua pesquisa à partir de seus trabalhos no teatro desde 2011.Brunner Macedo - Coordenador geralNatural de Uberlândia (MG), Brunner é um comunicador e artista visual com uma trajetória marcada pela interseção entre arte, política e memória. Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Uberlândia, expandiu seus estudos em Portugal, com habilitações em Assessoria de Comunicação e Relações Públicas pela Universidade do Porto.Sua carreira profissional iniciou-se como assessor de comunicação na Casa da Música, no Porto (2012-2013). De volta ao Brasil, atuou com fotografia artística no Rio de Janeiro (2014-2015) antes de assumir a coordenação de produção do Teatro Pessoal do Faroeste (2015-2019).Em 2017, consolidou sua atuação no campo das artes como artista residente da FUNARTE SP e fundou a produtora cultural Artelux, responsável por projetos que circularam em espaços como a própria FUNARTE e resultaram em parcerias com o Greenpeace e o artista Caetano Veloso, como a campanha “Gente é para Brilhar, não para Morrer de Fome”. Sua atuação inclui ainda trabalhos com a Frente Internacional de Enfrentamento à Fome do Programa Mundial de Alimentos, organização laureada com o Nobel da Paz de 2020.Paralelamente, desenvolve desde 2012 uma pesquisa contínua sobre a resistência civil à ditadura militar, que deu origem ao projeto "Deriva da Luz Vermelha". A obra, presente desde 2017 em instituições como Memorial da Resistência e Instituto Tomie Ohtake (onde integra o acervo permanente), culminou na fundação do Estúdio Manifesto, espaço dedicado à arte contemporânea, democracia e memória.Atualmente, além de dirigir o Estúdio Manifesto, Brunner é vice-presidente do Instituto Luz e diretor executivo do Instituto Formigueiro. Com passagens por cidades como Paris e Buenos Aires, reside em São Paulo há dez anos.Felipe Pan Chacon - Diretor ExecutivoÉ compositor e diretor musical, formado em filosofia pela USP, é diretor executivo do Instituto de Cultura e Direitos Humanos Luz do Faroeste. Domina bateria, violão, guitarra, baixo, clarinete, sousafone e piano.Com a Companhia Pessoal do Faroeste, criou trilhas sonoras e fez a direção musical de "O Assassinato do Presidente", "Borboleta Azul" e "Brancos e Malvados ou Ensaio Sobre os Três Porquinhos". No Coletivo Ópera Urbe, colaborou com Carlos Zimbher na direção musical e nos arranjos de "Ópera Urbe - Peste Contemporânea", onde atuou como baterista, sousafonista, clarinetista e cantor.Desenvolveu trilhas sonoras para a Cia Al Borde e a Cia Casa da Tia Sire, trabalhou como músico na Cia Teatro de Perto. Em 2021, lançou sua primeira trilha cinematográfica na vídeo-performance "Babel". Faz parte da banda Baião de Spokens e já dividiu o palco com artistas como BNegão, Karina Buhr, Arrigo Barnabé, entre outros.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.