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PRONAC 2511166Autorizada a captação total dos recursosMecenato

GANGORRA - ANA BARROSO

ANA CAROLINE FELIX BASTOS BARROSO 04935838582
Solicitado
R$ 235,8 mil
Aprovado
R$ 235,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2026-04-06
Término
2026-10-05
Locais de realização (2)
Salvador BahiaSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto GANGORRA - ANA BARROSO propõe a gravação, produção e lançamento do segundo álbum da cantora e compositora baiana Ana Barroso, com dezesseis faixas inéditas em formato digital e vinil. Dividido em Lado A e Lado B, o álbum inspira-se no movimento da gangorra, refletindo os altos e baixos da vida e a alternância entre momentos de introspecção e celebração. O Lado A traz canções mais densas e poéticas, que mergulham nas emoções humanas; o Lado B apresenta faixas festivas e luminosas, inspiradas em ritmos populares como coco, baião e bolero. O projeto contempla prensagem de vinis, produção de videoclipe acessível, shows de lançamento, registros audiovisuais profissionais do processo e plano de comunicação nacional, valorizando a criação autoral feminina e as culturas do interior da Bahia, em conformidade com a Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Sinopse

1 - Álbum “Gangorra” - Gravação e DistribuiçãoO álbum Gangorra, de Ana Barroso, reúne 16 faixas inéditas e autorais, divididas em Lado A e Lado B, como nos discos clássicos de vinil. O Lado A apresenta canções mais densas e introspectivas, que refletem sobre os ciclos da vida e a profundidade emocional da experiência humana; o Lado B, por sua vez, traz um repertório festivo e pulsante, inspirado em ritmos populares como coco, baião, bolero e canção, simbolizando o movimento da gangorra como metáfora dos altos e baixos da existência.A faixa “É Só Confiar”, com participação especial das Ganhadeiras de Itapuã, grupo de mulheres negras que representa uma das expressões mais potentes da cultura popular baiana, será gravada no Estúdio da Cidade da Música (Salvador/BA), como parte do prêmio conquistado no Prêmio Cidade da Música 2025.O álbum terá produção musical de Sebastian Notini, arranjos de Felipe Guedes, e será lançado em formato digital (nas principais plataformas de streaming) e vinil (tiragem de 200 cópias, sendo 30% destinadas à distribuição gratuita para bibliotecas, rádios públicas e instituições culturais).Classificação indicativa: livre.Produto principal do projeto.2 - Videoclipe da faixa “É Só Confiar”O videoclipe oficial da faixa “É Só Confiar” apresentará Ana Barroso e as Ganhadeiras de Itapuã, celebrando o encontro entre diferentes gerações e tradições da música popular baiana. A peça audiovisual destacará a força coletiva e ancestral feminina, valorizando o diálogo entre o contemporâneo e o tradicional.O videoclipe contará com versão acessível com legendas descritivas e interpretação em Libras, e será lançado nas plataformas digitais da artista (YouTube, Vimeo e redes sociais).Classificação indicativa: livre.Finalidade: ampliar o alcance do álbum e fortalecer o protagonismo das mulheres na música brasileira.3 - Shows de LançamentoDois shows de lançamento do álbum Gangorra serão realizados em Salvador (BA) e São Paulo (SP), com direção artística de Ana Barroso e participação de músicos da gravação do álbum. Os espetáculos apresentarão o repertório completo do disco, com arranjos inéditos e ambientação poética inspirada na dualidade do álbum — entre introspecção e celebração.As apresentações contarão com tradução simultânea em Libras, acessibilidade arquitetônica e ingressos gratuitos destinados a públicos prioritários (escolas públicas, pessoas com deficiência e comunidades culturais).Classificação indicativa: livre.Duração média: 70 minutos.4 - Registro Audiovisual e Ações de DivulgaçãoRegistro audiovisual das etapas de produção e dos shows de lançamento, voltado à documentação, memória e difusão do projeto. O material será divulgado nas redes sociais e canais digitais da artista, além de enviado a veículos de imprensa e parceiros culturais, ampliando o impacto das ações e o acesso público ao conteúdo.Classificação indicativa: livre.Finalidade: promover a transparência, visibilidade e democratização do projeto.5 - Ações de Acessibilidade e ComunicaçãoAs ações de comunicação e acessibilidade do projeto contemplam o uso de recursos de mediação comunicacional, como Libras, legendas e descrição textual de imagens (#PraTodosVerem), em todas as etapas de difusão. O plano de comunicação, com assessoria de imprensa e estratégias digitais inclusivas, visa ampliar o acesso de públicos diversos à obra e fortalecer sua presença na cena nacional.Classificação indicativa: livre.Finalidade: garantir o direito à fruição cultural e o alcance equitativo do projeto.

Objetivos

Objetivo GeralRealizar a gravação, produção e lançamento do segundo álbum da cantora e compositora baiana Ana Barroso, intitulado Gangorra, com dezesseis faixas inéditas distribuídas em formato digital e vinil, promovendo a difusão da música autoral nordestina e o fortalecimento da presença feminina na cena musical brasileira contemporânea.Objetivos Específicos- Gravar e produzir 16 faixas inéditas de autoria de Ana Barroso e parceiros(as), com direção musical e arranjos originais.- Lançar o álbum em formato digital em todas as plataformas de streaming e em vinil (tiragem de 200 cópias).- Produzir um videoclipe da faixa "É Só Confiar", com participação das Ganhadeiras de Itapuã, incluindo versão acessível com legendas.- Realizar dois shows de lançamento, sendo um em Salvador (BA) e outro em São Paulo (SP), ambos com tradução simultânea em LIBRAS.- Produzir registros audiovisuais e fotográficos profissionais das etapas de gravação, bastidores e lançamento do projeto.- Executar um plano de comunicação nacional, contemplando assessoria de imprensa, redes sociais e materiais gráficos, visando ampliar o alcance e o engajamento com o público.- Garantir ações de acessibilidade física e de conteúdo em todas as etapas, sob a orientação de uma profissional especializada, além das contrapartidas sociais, promovendo acesso inclusivo e assegurando a democratização do acesso à produção cultural.- Realizar a distribuição gratuita de 60 exemplares em vinil do álbum Gangorra (30% da tiragem total), como contrapartida social, destinados a acervos educativos da Bahia, pontos de cultura, centros culturais, e/ou bibliotecas públicas, ampliando o acesso gratuito à obra e valorizando a produção musical nordestina.

Justificativa

GANGORRA é um projeto fonográfico que materializa, em forma de álbum, a experiência artística de Ana Barroso, compositora baiana de Vitória da Conquista, cuja obra se ancora nas tradições populares do interior e na poesia da canção brasileira contemporânea. Ao reunir dezesseis faixas inéditas em Lado A e Lado B, o disco assume o movimento da gangorra como metáfora de uma escuta do tempo presente: a alternância entre densidade e celebração, recolhimento e encontro, refletindo a vida comum e seus ciclos. Essa dupla curvatura _ um Lado A mais introspectivo e um Lado B mais festivo (coco, baião, bolero e canção) _ sustenta um projeto de circulação pública de bens culturais que dialoga com finalidades centrais do PRONAC: facilitar o acesso às fontes da cultura, regionalizar a produção, valorizar criadores e proteger a pluralidade de expressões da sociedade brasileira.A pertinência pública da proposta se afirma em três frentes. Primeiro, pelo conteúdo: Gangorra recoloca no centro do palco estéticas e repertórios do interior da Bahia, frequentemente invisibilizados por dinâmicas de mercado concentradas nas capitais, atendendo ao dever de promover e estimular a regionalização e priorizar o produto cultural originário do País. Entre as dezesseis faixas do álbum, destaca-se "É Só Confiar", gravada em parceria com as Ganhadeiras de Itapuã, grupo de mulheres negras de Salvador que preserva e difunde as tradições afro-baianas do samba de roda e do canto feminino coletivo. A gravação dessa faixa acontecerá no Estúdio da Cidade da Música (Salvador/BA), como parte do prêmio recebido no Prêmio Cidade da Música 2025, promovido pela SECULT de Salvador/BA. Essa conquista reforça o reconhecimento público da relevância da obra e seu compromisso com a valorização das expressões culturais populares da Bahia, alinhando-se aos princípios de regionalização da produção artística e promoção da diversidade cultural previstos na Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991). Segundo, pela forma de difusão: o projeto prevê lançamento digital (acesso amplo e gratuito em plataformas), prensagem de vinil (tiragem de 200 cópias, com 30% destinadas à distribuição gratuita a instituições culturais, rádios e acervos públicos) e shows de lançamento (Salvador e São Paulo), o que cumpre objetivos legais de fomento à produção fonográfica e realização de espetáculos de música. Terceiro, pela responsabilidade social: as ações de democratização do acesso contemplam distribuição digital gratuita, cotas sociais de ingressos e estratégias de difusão que ampliam o alcance _ diretrizes expressas no Decreto nº 11.453/2023.No contexto atual, projetos independentes como este são decisivos para difundir bens culturais e fortalecer a presença de mulheres na música _ dimensão que, além de coerente com as finalidades do Programa, qualifica o debate público sobre diversidade e representatividade no setor. A participação das Ganhadeiras de Itapuã na faixa e no videoclipe "É Só Confiar" enraíza o projeto na memória afro-baiana, atualizando repertórios de tradição oral e trabalho coletivo de mulheres negras de diferentes gerações, em um gesto de circulação pública de obra cultural _ condição indispensável aos incentivos da Lei.A acessibilidade é eixo transversal e previsto desde a concepção: versão legendada do videoclipe; intérpretes de LIBRAS nos shows; exigência de acessibilidade arquitetônica nos espaços; e comunicação digital com descrições textuais e a hashtag #PraTodosVerem. Essas medidas atendem à distinção técnica entre acessibilidade e democratização do acesso e estão alinhadas à Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015) e ao Decreto 9.404/2018, que fundamentam as exigências de acessibilidade no âmbito da Rouanet. Além disso, o Decreto nº 11.453/2023 determina que os projetos fomentados contemplem preços acessíveis, distribuição gratuita e estratégias de difusão _ diretrizes às quais Gangorra responde com a distribuição digital ampla, cotas de gratuidade e ações de comunicação inclusiva.Do ponto de vista técnico e econômico, a proposta se estrutura em cadeia produtiva coerente: gravação, edição, mixagem e masterização em estúdio profissional; prensagem de vinil com distribuição comercial; registros fotográficos e audiovisuais; videoclipe com equipe especializada; shows com ficha técnica completa; plano de comunicação integrado. Cada etapa foi orçada com valores de mercado e metas mensuráveis.GANGORRA realiza, de forma direta, os objetivos do art. 3º da Lei 8.313/1991, especialmente o fomento à produção cultural por meio da produção de discos e da realização de espetáculos de música; ao mesmo tempo, atende às finalidades do art. 1º ao facilitar o acesso (lançamento digital, ações gratuitas), estimular a regionalização (interior baiano), valorizar criadores (artista e equipe) e proteger a pluralidade cultural (repertório enraizado em tradições populares).A parceria com o selo internacional AJABU Records - sediado entre a Suécia e a Alemanha e reconhecido pela distribuição de música independente em escala global - fortalece o alcance e a sustentabilidade da obra. A atuação da AJABU potencializa o intercâmbio artístico e o diálogo entre culturas, qualificando a difusão da música brasileira contemporânea em circuitos internacionais, o que se alinha à finalidade do PRONAC de promover o desenvolvimento da consciência internacional e o respeito aos valores culturais.Por fim, a proposta apresenta planos e metas verificáveis (16 faixas; 200 vinis, 30% destinados à doação; 1 videoclipe com versão acessível; 2 shows com LIBRAS; registros audiovisuais profissionais; plano de comunicação com indicadores), garantindo transparência, controle de resultados e prestação de contas. Ao articular conteúdo artístico relevante com distribuição pública acessível e inclusiva, Gangorra cumpre, de modo claro, o interesse público que orienta a política de incentivo fiscal à cultura e se enquadra no art. 18 (dedução integral), nos termos do Decreto, pelas características do produto cultural e das ações de difusão e acessibilidade previstas.

Estratégia de execução

O projeto GANGORRA - ANA BARROSO consolida um momento de amadurecimento artístico e profissional da cantora e compositora baiana Ana Barroso, reconhecida por sua atuação no circuito independente e pela força de sua identidade cultural. Após o sucesso de seu álbum de estreia Cisco no Olho (2021) e sua recente participação na trilha sonora do filme O Auto da Compadecida 2 (2024), Ana chega a Gangorra reafirmando sua relevância como voz representativa da música produzida por mulheres nordestinas da cena contemporânea.A proposta conta com parceria internacional do selo AJABU Records (Suécia/Alemanha), responsável pela distribuição e suporte técnico à prensagem do vinil, ampliando o alcance global da obra e fortalecendo intercâmbios culturais entre Brasil e Europa. Essa colaboração reforça o potencial exportador do projeto e a circulação da música brasileira em novos mercados.A equipe do projeto reúne profissionais de diferentes origens, trajetórias e gerações, refletindo uma rede de diversidade regional, racial e de gênero que é viva e pulsante, mais do que um critério técnico: trata-se de um compromisso ético e verdadeiro com a pluralidade da cultura brasileira. Ao priorizar a atuação de artistas e técnicos do Nordeste, o projeto reafirma o poder criativo dessa região e sua contribuição decisiva para a música do país.Com ações concretas de acessibilidade e democratização de acesso, o projeto garante a presença de intérprete de LIBRAS nos shows e versões legendadas do videoclipe, além de tiragem gratuita de vinis para acervos, bibliotecas públicas e/ou rádios comunitárias. Tais medidas asseguram a ampliação do público e o compromisso com os princípios de inclusão e descentralização previstos na Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991) e no Decreto nº 11.453/2023.A dimensão simbólica e estética do projeto se conecta diretamente à diversidade cultural brasileira, promovendo uma reflexão sobre o equilíbrio entre o interior e a cidade, o tradicional e o contemporâneo, o íntimo e o coletivo. Estruturado em dois movimentos - Lado A e Lado B - o álbum traduz, na forma e no conteúdo, o próprio balanço da existência: ora denso e introspectivo, ora festivo e luminoso. Gangorra propõe, assim, uma experiência artística de grande relevância cultural e social, com forte potencial de difusão nacional e internacional.

Especificação técnica

1. Álbum “Gangorra” - Gravação, Produção e DistribuiçãoFormato: álbum musical com 16 faixas inéditas, dividido em Lado A e Lado B, como nos discos clássicos de vinil.- Lado A: canções mais densas e introspectivas, que abordam os ciclos da vida e a profundidade emocional da experiência humana.- Lado B: repertório festivo e pulsante, inspirado em gêneros como coco, baião, bolero e canção popular, simbolizando o movimento da gangorra como metáfora dos altos e baixos da existência.Participações especiais: As Ganhadeiras de Itapuã, grupo de mulheres negras de Salvador que preserva tradições do samba de roda e do canto feminino coletivo, na faixa “É Só Confiar”, gravada no Estúdio da Cidade da Música, como parte do prêmio obtido no Prêmio Cidade da Música 2025.Gravação: realizada em estúdios profissionais com captação multipista, microfones de condensador e sistema híbrido analógico/digital em alta resolução (mínimo 48 kHz/24 bits).Mixagem e Masterização: padrões técnicos internacionais de áudio (LUFS -14, 44.1 kHz e 16 bits), adequados para plataformas digitais e prensagem em vinil. Supervisão de Sebastian Notini (produtor musical).Distribuição:- Digital: via agregadora e plataformas de streaming (Spotify, Deezer, Apple Music, YouTube Music).- Física: prensagem de 200 cópias em vinil (180g, 12”, capa dupla e encarte impresso com letras e ficha técnica).Tiragem gratuita: 30% (60 cópias) destinadas a bibliotecas públicas, rádios comunitárias e instituições culturais, como contrapartida social.Duração total estimada: 60 minutos.Classificação indicativa: livre.2. Videoclipe “É Só Confiar”Faixa: “É Só Confiar” – participação As Ganhadeiras de Itapuã.Formato: videoclipe musical de curta duração com ambientação em Salvador e no interior da Bahia, reunindo paisagens simbólicas da cultura afro-baiana e do sertão, dialogando com os temas do álbum.Gravação: em locações urbanas e naturais, captação em 4K (3840×2160), som estéreo 48 kHz, câmera digital profissional e iluminação dedicada.Edição e pós-produção: montagem, correção de cor, finalização audiovisual, legendas descritivas e interpretação em LIBRAS.Duração estimada: 4 minutos.Distribuição: canais digitais da artista (YouTube, Instagram, Vimeo) e redes parceiras de divulgação.Classificação indicativa: livre.3. Shows de Lançamento – Salvador (BA) e São Paulo (SP)Formato: dois shows de lançamento do álbum Gangorra, com banda completa e direção artística de Ana Barroso e produção musical de Sebastian Notini.Duração: 75 minutos cada.Repertório: as 16 faixas do álbum, com arranjos inéditos e performances cênico-musicais.Equipe fixa:Ana Barroso – voz e interpretação;Tarcísio Santos – violão e guitarra;Jucelino Bezerra – contrabaixo;Nilton Azevedo – flauta e clarinete;Israel Lima – bateria e percussão;+ Mariana Lannes - Diretora de Produção.Infraestrutura técnica:- Som: sistema PA de 2 vias (mín. 6 caixas full range), retornos de palco, microfones dinâmicos e condensadores, DIs e mesa digital 24 canais.- Iluminação: 12 refletores LED RGBW, luz frontal e contraluz com controle DMX.- Palco: mínimo 6×4 m, cobertura acústica e energia trifásica 220 V.Acessibilidade: tradução simultânea em LIBRAS e condições de acessibilidade arquitetônica.Deslocamento: equipe principal viaja de Salvador para São Paulo; parte da equipe técnica contratada localmente.Público estimado: 300 pessoas (Salvador) e 200 pessoas (São Paulo).Classificação indicativa: livre.

Acessibilidade

O projeto GANGORRA - ANA BARROSO adota uma política de acessibilidade integrada, contemplando tanto a acessibilidade física dos espaços onde ocorrerão os shows e atividades, quanto a acessibilidade de conteúdo, assegurando que pessoas com deficiência possam fruir plenamente das ações culturais.- Acessibilidade Física:Os dois espaços que sediarão os shows de lançamento (em Salvador e São Paulo) serão escolhidos mediante verificação prévia de condições de acessibilidade arquitetônica, garantindo rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização tátil e visual, e áreas reservadas para pessoas com mobilidade reduzida. O projeto contará com uma Coordenação de Acessibilidade, responsável por supervisionar essas condições junto às equipes técnicas de cada local e assegurar que o público tenha acesso confortável e seguro. Serão observadas também medidas de deslocamento facilitado nos bastidores e áreas de circulação da equipe técnica e artística.- Acessibilidade de Conteúdo:Todas as ações do projeto contarão com recursos de mediação comunicacional voltados à compreensão do conteúdo por públicos diversos. Os dois shows de lançamento terão tradução simultânea em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), com profissionais especializados atuando ao vivo em palco. O videoclipe da faixa “É Só Confiar”, com participação das Ganhadeiras de Itapuã, será produzido com versão legendada, ampliando o acesso das pessoas com deficiência auditiva ao conteúdo. Nos materiais de comunicação e nas redes sociais, será utilizado o recurso de descrição textual de imagens e a hashtag #PraTodosVerem, garantindo acessibilidade nas mídias digitais.O projeto prevê o acompanhamento de uma profissional especializada em acessibilidade, que atuará desde a pré-produção até a execução do projeto, orientando todos os integrantes da equipe quanto aos procedimentos adequados e assegurando que a abordagem inclusiva esteja presente em todas as etapas do processo. Essa profissional supervisionará a execução das medidas de acessibilidade e certificará a conformidade das ações conforme a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015). O trabalho também seguirá os parâmetros do Decreto nº 9.404/2018 e as diretrizes do Decreto nº 11.453/2023, que regulamenta a Lei Federal de Incentivo à Cultura.Essas ações asseguram que Gangorra promova uma fruição cultural acessível, inclusiva e equitativa, atendendo às metas de acessibilidade física e de conteúdo exigidas pelos manuais do Ministério da Cultura e reafirmando o compromisso do projeto com o direito universal de acesso à cultura.

Democratização do acesso

O projeto GANGORRA - ANA BARROSO contempla ações concretas de democratização do acesso, garantindo ampla fruição pública do conteúdo artístico, tanto em sua forma digital quanto nas apresentações presenciais.O álbum “Gangorra” será disponibilizado gratuitamente nas principais plataformas de streaming (Spotify, Deezer, Apple Music, YouTube Music, entre outras), permitindo o acesso universal e gratuito às dezesseis faixas inéditas. Essa distribuição digital gratuita constitui o eixo central da estratégia de difusão do projeto, assegurando o alcance nacional e a gratuidade total do produto principal da proposta, em conformidade com os princípios da Lei Federal de Incentivo à Cultura e do Decreto nº 11.453/2023, que orientam a ampliação do acesso e a descentralização da produção cultural.A prensagem de 200 cópias em vinil integra a estratégia de sustentabilidade e circulação da obra. Esses exemplares serão comercializados a preços acessíveis, e 30% da tiragem será destinada à distribuição gratuita para instituições culturais, bibliotecas, rádios públicas, projetos de educação musical e acervos de pesquisa, promovendo a difusão pública e educativa da obra. Essa política de gratuidade parcial reafirma o caráter público do projeto, ampliando o alcance da música brasileira e o acesso de comunidades e espaços culturais sem fins lucrativos.Os shows de lançamento - realizados em Salvador (BA) e São Paulo (SP) - terão entrada gratuita para parte do público (cotas de ingressos destinadas a estudantes de escolas públicas, pessoas com deficiência, integrantes de grupos culturais periféricos e participantes de oficinas artísticas locais). Os ingressos pagos seguirão valores populares, de modo a equilibrar sustentabilidade financeira e acesso amplo, atendendo às diretrizes de preços acessíveis previstas no Decreto nº 11.453/2023.Além da fruição presencial e digital, o projeto contará com um plano de comunicação nacional, com ampla divulgação em redes sociais, plataformas culturais e veículos de imprensa. Esse plano prevê ações de acessibilidade comunicacional, como uso da hashtag #PraTodosVerem, legendas descritivas e tradução em LIBRAS nos vídeos de divulgação, garantindo que as mensagens do projeto cheguem a públicos diversos.Todas as etapas de divulgação, produção e circulação serão acompanhadas pela Coordenação de Acessibilidade, que assegurará o cumprimento das diretrizes de inclusão, garantindo que a democratização do acesso seja efetiva.Assim, Gangorra cumpre integralmente o princípio de democratização do acesso à cultura, por meio de distribuição gratuita digital, difusão inclusiva, cotas sociais, acessibilidade física e comunicacional, e circulação de bens culturais de forma regionalizada, plural e acessível - fortalecendo a presença da música popular nordestina no cenário nacional e reafirmando o direito de todos à fruição cultural.

Ficha técnica

Ana Barroso – Coordenação Geral, Artista Principal e Direção ArtísticaFunção no projeto: coordenação geral e artística; interpretação, performance e composição das músicas do álbum Gangorra; planejamento do repertório; direção criativa dos shows e das ações formativas; supervisão estética e conceitual do projeto; acompanhamento técnico-financeiro em articulação com a produção executiva.Currículo resumido: atriz, cantora e compositora nascida em Vitória da Conquista e criada em Jequié (BA). Formada em Teatro pela UESB (2016), iniciou sua trajetória musical no grupo de choro Brincando de Cordas (2008). Atuou em Faviela (Elomar Figueira Mello, 2017), Sonho de uma Noite de Verão na Bahia (João Falcão, 2019) e A Peleja da Santa Dulce dos Pobres (2023), interpretando Irmã Dulce. Lançou o álbum Cisco no Olho (2021), venceu o FAMUS (2020), apresentou-se com a OSBA ao lado de João Cavalcante (2023) e participou da trilha de O Auto da Compadecida 2 (2024). Em 2025 integra o musical Torto Arado e prepara os discos Gangorra e Leite de Rosas. Integra o Coletivo Outras Vozes, com passagem pela SIM São Paulo (2025) e Radioca (2022), destacando o protagonismo feminino na música baiana contemporânea.Mariana Lannes – Direção de Produção e Coordenação de ProjetoDiretora de Produção Cultural e Coordenadora de Projeto com experiência nacional em música, artes visuais, cultura popular e impacto social. Formada em Produção Cultural e Psicologia. Atuou com Fundição Progresso, Circo Voador, MAM (RJ e BA), MAR, SESC e Botafogo FR, com projetos em RJ, SP, BA e RS. Gerencia carreiras de Ciro Fernandes, Ana Barroso e Fatel. É artista visual (cerâmica e xilogravura), especializada em Xilogravura pelo MAM-BA, e desenvolve projetos comunitários voltados à formação e geração de renda.Sebastian Notini – Produção MusicalPercussionista, arranjador e produtor sueco radicado no Brasil. Atuou em turnês internacionais com Joey Tempest, Robyn e Marie Fredriksson. No Brasil, colaborou com Jorge Ben Jor, Milton Nascimento, BaianaSystem e Oumou Sangaré. Indicado ao Prêmio da Música Brasileira (2016) e vencedor do Prêmio Caymmi (2015). Atua também como educador em workshops de percussão.Felipe Guedes – ArranjosMulti-instrumentista, produtor e arranjador premiado. Vencedor do Festival de Música Educadora FM e integrante de projetos como Matriarcas do Pradarrum (Gabi Guedes, 2024) e Cisco no Olho (Ana Barroso). Trabalhou com Caetano Veloso e Mestrinho, integra o Pradarrum, Sonora Amaralina e o duo Da Bahia pro Mundo.Jucelino Bezerra – BaixoContrabaixista e compositor formado pela UFBA, com mais de 20 anos de carreira. Atua em turnês e gravações no Brasil e exterior. Premiado em festivais e reconhecido pelo portal DigThatBass como um dos maiores contrabaixistas da América Latina.Tarcisio Santos – Violão e GuitarraInstrumentista, arranjador e compositor baiano. Mestre em Música (UFBA), atuou com Daniela Mercury, Alaíde Costa e Ana Barroso. Lançou Interior (2020) e Mar Sobre Pedras (2023). Premiado no Festival Educadora FM e no Festival Sisal Música Instrumental.Nilton Azevedo – Flauta e ClarineteMulti-instrumentista e compositor nascido em Salvador e criado em Cachoeira (BA). Integrante da Afrosinfônica, Rumpilezz e Skanibais. Atua também no musical Torto Arado e lidera o projeto Nilton Azevedo Quarteto.Israel Lima – Bateria e PercussãoBaterista e percussionista com experiência em palcos nacionais e internacionais, com destaque na música popular e instrumental brasileira.Matheus Leite – Fotografia e VideomakerFotógrafo e videomaker de Salvador. Vencedor do Sony World Photography Awards (2020) e Prêmio Pierre Verger (2023). Responsável pela identidade visual do Afropunk Brasil e por registros de projetos culturais ligados à cultura afro-brasileira.As Ganhadeiras de Itapuã – Participação EspecialGrupo tradicional de samba de roda e canto feminino fundado em 2004 em Salvador. Vencedor do Prêmio da Música Brasileira (2015) e homenageado pela Escola de Samba Viradouro (2020).Theo Charles – Design GráficoDesigner e ilustrador franco-brasileiro, formado pela UFBA. Trabalhou para EDUFBA, A Tarde e California Media House. Cria identidades visuais para artistas e projetos culturais como Era Uma Vez – Um Podcast (Filtr Kids/Sony Music).Gabriela Mattos – Coordenação de AcessibilidadePedagoga e intérprete de Libras, cofundadora do Coletivo Pense em Libras. Atua em shows, lives e eventos culturais com foco em acessibilidade plena e capacitação de equipes.Rodrigo Almeida – Assessoria de ImprensaRelações públicas, mestre em Gestão e Tecnologia Industrial, diretor das agências Criativos e Rotha4U. Atua em grandes eventos (Multishow, Lollapalooza, Rock in Rio, Afropunk), professor universitário e consultor de branding e carreira artística.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.