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PRONAC 2511206Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O ANDARILHO Monólogo/ Montagem e Circulação

ALDEMAR TADEU DA SILVA LTDA
Solicitado
R$ 435,8 mil
Aprovado
R$ 435,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2027-01-03
Término
2027-06-03
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

Montagem e Circulação do espetáculo O ANDARILHO, monólogo cômico com o ator Thadeu Peronne com texto de Eneas Lour (in memoriam) e Direção de Mauro Zanatta,com estreia e circulação na cidade de Curitiba PR em espaços alternativos a serem definidos, incluindo escolas, ruas da cidadania nas dez Regionais da Fundação Cutural da cidade e outras instituições. O projeto ofecere excelentes contrapartidas sociai e acebilidades. A peça terá linguagem popular, será concebida para acontecer tanto em teatros com infra estrutura até em espaços alternativos e apresenta gratuidade em todas suas ações.

Sinopse

SINOPSE DO PROJETOO ANDARILHO é um projeto de montagem e circulação de um espetáculo teatral solo de gênero cômico-poético, com atuação de Thadeu Peronne, direção de Mauro Zanatta e texto inédito do dramaturgo Enéas Lour (in memoriam). O projeto prevê 30 apresentações gratuitas em Curitiba, com estreia e circulação em diversos espaços da cidade — teatros, centros culturais e locais alternativos — podendo incluir uma breve temporada no Teatro Guaíra.A encenação tem como eixo a figura do andarilho, personagem solitário, poético e errante, que atravessa o mundo com humor, lucidez e esperança — símbolo das pessoas invisibilizadas pela sociedade. Inspirado em referências literárias como Macunaíma e Dom Quixote, o espetáculo combina humor, lirismo e crítica social, transformando o riso em ferramenta de reflexão sobre solidão, abandono, resistência e dignidade humana. A obra propõe um olhar sensível e compassivo sobre aqueles que caminham à margem, celebrando a força e a beleza da existência humana mesmo em meio à adversidade.Como ação formativa e de contrapartida social, o projeto inclui cinco oficinas gratuitas de palhaçaria, ministradas por Hique Veiga, voltadas a alunos da rede pública, pessoas em situação de vulnerabilidade social e público 60+, totalizando 150 participantes. As oficinas propõem o reencontro com o brincar, o riso e a expressão corporal como meios de inclusão, convivência e desenvolvimento humano, fortalecendo o vínculo entre arte e cidadania.Todas as atividades — apresentações e oficinas — serão gratuitas e acessíveis, contando com tradução em Libras, audiodescrição em sessões programadas e espaços adaptados para pessoas com mobilidade reduzida.Classificação indicativa:Espetáculo: LivreOficinas: a partir de 14 anos 🎯 Objetivos do ProjetoDemocratizar o acesso à arte e à cultura;Valorizar artistas e dramaturgos paranaenses, destacando o legado de Enéas Lour;Fortalecer a produção teatral independente;Estimular reflexão social sobre vulnerabilidade, liberdade e cidadania;Formar e engajar novos públicos, em diálogo com a arte cômica, popular e poética. 📈 Resultados EsperadosPúblico direto de aproximadamente 3.000 espectadores;Participação de 150 pessoas nas oficinas formativas;Garantia de acessibilidade universal e diversidade de público;Fortalecimento da cena teatral local e ampliação da circulação cultural. ⚖️ Base Legal e NormativaLei Rouanet – Lei nº 8.313/1991 (arts. 1º, 3º e 18);Decreto nº 11.453/2023 e IN MinC nº 23/2025;Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – Lei nº 13.146/2015;Lei nº 10.436/2002 e Decreto nº 5.626/2005, que regulamentam o uso da Libras.

Objetivos

OBJETIVO GERALO projeto O ANDARILHO tem como objetivo geral realizar a montagem e circulação de um espetáculo teatral solo de gênero cômico, concebido a partir de texto inédito do dramaturgo Enéas Lour, com atuação de Thadeu Peronne e direção de Mauro Zanatta, de forma a garantir o acesso gratuito à arte teatral, fortalecer a produção cultural independente de Curitiba e estimular a reflexão sobre a condição humana e social por meio do riso, da poesia e da sensibilidade artística.A iniciativa também busca valorizar o legado criativo de Enéas Lour, dramaturgo paranaense falecido em 2024, a quem o projeto presta homenagem, dando continuidade a um processo de pesquisa e escrita iniciado por ele junto do ator Thadeu Peronne, ressaltando a importância da memória e continuidade das criações culturais locais.O espetáculo propõe uma encenação centrada na figura do andarilho — personagem solitário e poético que com sua bicicleta Juliéta, atravessa o mundo com humor e esperança, símbolo das pessoas invisibilizadas pela sociedade contemporânea. Através de uma linguagem cômica e poética, o projeto convida o público a refletir sobre temas como solidão, abandono, resistência e dignidade humana, transformando o riso em instrumento de crítica e empatia social.Além da realização artística, o projeto visa estimular a formação de público e o fortalecimento da cadeia produtiva do teatro, oferecendo 30 apresentações gratuitas incluindo 2 ensios abertos, podendo acontecer um pequena temporada no Teatro Guaíra, na carpintaria do Guairinha, e as demais apresentações em espaços alternativos da cidade, como escolas, Ruas da Cidadania e instituições sociais, ainda 5 oficinas de palhaçaria voltadas a alunos da rede pública e pessoas em situação de vulnerabilidade.Todas as ações serão gratuitas e acessíveis, contando com tradução em Libras em todas as ações, audiodescrição em duas sessões do espetáculo, além de pesquisa em conseguir espaços adaptados para pessoas com deficiência. Espera-se atingir diretamente 3.000 espectadores e 150 participantes das oficinas, promovendo inclusão cultural, diversidade de público e formação artística.Com isso, O ANDARILHO se propõe a contribuir para:- o direito universal de acesso à arte e à cultura;- a valorização dos artistas e dramaturgos paranaenses;- o fortalecimento da produção cultural independente; e- a sensibilização social através da arte cômica.O projeto pretende, assim, proporcionar experiências de fruição e reflexão, gerar pertencimento e diálogo entre artistas e público e estimular o papel transformador do teatro como espaço de encontro, memória e cidadania.OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Circulação do espetáculo "O ANDARILHO"Realizar a circulação do espetáculo teatral solo O Andarilho, com texto inédito de Enéas Lour, atuação de Thadeu Peronne e direção de Mauro Zanatta.Número de apresentações: 30 (trinta), sendo: Apresentações em espaços alternativos de Curitiba (escolas públicas, Ruas da Cidadania, instituições sociais e outros locais a serem definidos).Com o obejetivo de descentralizar a fruição teatral e ampliar o acesso gratuito à produção artística, alcançando públicos que têm menor contato com salas formais. A iniciativa também preserva e valoriza o legado de Enéas Lour, contribuindo para a visibilidade da cena teatral paranaense.Retorno esperado:Público direto estimado: 3.000 espectadores;Formação de novos espectadores;Fortalecimento da produção teatral independente;Reflexão social sobre invisibilidade, solidão e resistência por meio do riso e da poesia.Acessibilidade: Todas as apresentações contarão com tradução em Libras, audiodescrição em sessões programadas e serão realizadas em locais com infraestrutura acessível para pessoas com mobilidade reduzida.Lei nº 8.313/1991, art. 3º - incentivo à produção artística e à democratização do acesso à cultura;Lei nº 8.313/1991, art. 18 - prioridade a ações que ampliem o acesso de públicos de baixa renda;IN nº 23/2025, art. 4º - detalhamento de atividades culturais incentiváveis.2. Oficinas de Palhaçaria — "O Princípio da Palhaçaria"Realizar 5 (cinco) oficinas gratuitas de palhaçaria ministradas por Hique Veiga, destinadas a alunos da rede pública e pessoas em situação de vulnerabilidade social (incluindo moradores da Casa do Servo Sofredor e frequentadores das Ruas da Cidadania).Formato: 5 oficinas × 2 horas = 10 horas totais;Participantes: 30 por oficina — 150 participantes no total;Faixa etária: 14 a 70 anos.Finalidade / Justificativa: Utilizar a palhaçaria como ferramenta de expressão, convivência e desenvolvimento pessoal, promovendo inclusão social, autoestima e aptidões comunicativas entre públicos vulneráveis.Retorno esperado:Oferta de formação artística gratuita a 150 pessoas;Estímulo ao autoconhecimento, empatia e criação de laços comunitários;Potencial descoberta de novos artistas e fortalecimento do vínculo entre comunidade e cena teatral. Síntese de resultados diretos esperados30 apresentações do espetáculo (10 no Teatro Guaíra + 20 em espaços alternativos);5 oficinas de palhaçaria (150 participantes);Aproximadamente 3.000 espectadores e 150 participantes formativos;Implementação de medidas de acessibilidade (Libras, audiodescrição e espaços adaptados);Fortalecimento da cena teatral local e formação de público-Lei nº 8.313/1991, arts. 3º e 18 - incentivo a atividades que ampliem o acesso à cultura e priorizem pessoas de baixa renda;IN nº 23/2025, arts. 4º e 25 - oficinas e atividades formativas como produtos culturais incentiváveis.

Justificativa

O projeto O ANDARILHO justifica-se por sua abordagem lúdica, poética e popular da figura do andarilho — aquele que vaga pelos mundos, personagem real e simbólico que atravessa cidades e estradas do país, muitas vezes invisibilizado pela sociedade. O espetáculo traz à cena uma questão profunda e pouco debatida: a vida daqueles que, por circunstâncias diversas, optaram ou foram levados a uma existência nômade, solitária, marcada pela errância e pela busca de sentido.Trata-se de uma temática bruta e paradoxalmente poética, permeada por camadas de surrealidade e imaginação. Dirigido pelo mestre da palhaçaria Mauro Zanatta, com atuação de Thadeu Peronne e música ao vivo, o espetáculo utiliza a linguagem do teatro popular como ferramenta de reflexão e empatia. A obra dialoga com referências universais, como Macunaíma e Dom Quixote, propondo uma travessia simbólica entre o delírio, a lucidez e a humanidade.O teatro, em sua natureza mimética, tem o poder de provocar consciência e sensibilidade diante das complexidades humanas. Assim, O ANDARILHO se consolida como um espaço de reflexão sobre temas contemporâneos — loucura, solidão, exclusão, poesia e liberdade — usando o humor e a fragilidade do anti-herói como pontes de diálogo entre artista e público. Inspirado nos versos de Antonio Machado — "Caminhante, não há caminho, o caminho se faz ao andar" — o espetáculo propõe uma metáfora sobre a persistência humana diante da adversidade.A obra também possui um forte recorte social. Ao abordar a figura do andarilho, o projeto lança luz sobre as populações em situação de rua ou errância, frequentemente rotuladas por estigmas de "vagabundagem" ou "doença mental". Pesquisa nacional de 2015 sobre os "andarilhos da estrada" revelou a urgência de se repensar o olhar social sobre essa população. Nesse sentido, o espetáculo atua como um dispositivo poético de inclusão, estimulando a empatia e a compreensão da dignidade humana.Além de sua relevância temática, o projeto adquire dimensão simbólica e política por reunir uma equipe majoritariamente composta por artistas com mais de 60 anos de idade e mais de 30 anos de trajetória, reafirmando o valor da experiência, da memória e da longevidade na arte. Em um contexto cultural frequentemente marcado pelo etarismo, O ANDARILHO celebra a maturidade criadora e a resistência dos corpos artísticos experientes.🧩 Contrapartida e FormaçãoComo contrapartida social, o projeto oferecerá a oficina "O Princípio da Palhaçaria", destinada a 150 participantes, entre alunos da rede pública, pessoas em vulnerabilidade social e o público 60+, incluindo Ruas da Cidadania e instituições de acolhimento. A atividade estimula o brincar e a expressão como caminhos de autoestima, convivência e sensibilização artística, reforçando o caráter educativo e humanizador do teatro.A circulação priorizará bairros periféricos e regiões descentralizadas de Curitiba, levando o espetáculo a espaços alternativos e comunitários, com estrutura técnica itinerante própria. Todas as apresentações serão gratuitas e acessíveis, contando com tradução em Libras e duas sessões com audiodescrição. Haverá ainda dois ensaios abertos e bate-papos com o público após as apresentações, estimulando o diálogo e a formação de plateia.💡 Necessidade do Incentivo FiscalA realização do projeto depende do Mecanismo de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet _ Lei nº 8.313/1991) para assegurar a gratuidade, acessibilidade e descentralização de todas as atividades propostas. O incentivo é essencial para viabilizar as ações de circulação, formação e democratização do acesso, garantindo que a arte chegue a públicos que raramente têm contato com o teatro de qualidade.⚖️ Enquadramento LegalLei nº 8.313/1991 _ Lei RouanetArt. 1º _ Finalidades da Política Nacional de Cultura II _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; III _ Garantir o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura nacional; V _ Apoiar a difusão da cultura brasileira em todas as suas formas de expressão.Art. 3º _ Objetivos do Pronac I _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores de conhecimento, cultura e memória; IV _ Apoiar projetos que estimulem o conhecimento de temas e conteúdos culturais relevantes para a formação da sociedade brasileira; VII _ Apoiar atividades culturais de caráter educativo e social, com atenção especial a grupos e comunidades em situação de vulnerabilidade.Art. 3º, §2º _ O projeto prevê o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais por meio da distribuição gratuita de ingressos para o espetáculo.

Estratégia de execução

SOBRE A CIRCULAÇÃO DO ESPETÁCULOImportante ressaltar que a peça já estrará no formato circulação. A produção pretende conceber o espetáculo com ensaios abertos no Teatro Guaíra, na Carpintaria do Guairinha, espaço alternativo, como era da vontade do Dramaturgo Eneas Lour, que também iria dirigir o espetáculo. Enéas veio a falecer em 2024. - Fátima Ortiz , que estará conosco participando da interlocução é artista consagrada e pertence a Academia de Letas do Paraná, o que só nos engrandece o projeto.- Em Curitiba deveremos estabelecer ações tanto de realização do espetáculo como de uma oficina na Casa do Servo Sofredor já está com a gente e há tempos já têm se declarado parceira no projeto. O proponente poderá vir a figurar como captador do projeto caso consiga captar o projeto de maneira integral ou parcial. SUSTENTABILIDADE - Estamos prevendo no orçamento a possibilidade de confecção do material gráfico com papeis recicláveis. DIVULGAÇÃO E PLANOS DE MÍDIAS Estamos prevendo ampla divulgação do espetáculo com a contratação de empresa especializada em Assessoria de Imprensa alinhada a um Plano de Divulgação em mídia e Coordenação nas Redes Sociais.Reservaremos espaço para colocação de banners com as logomarcas dos patrocinadores e do Governo Federal em todos os locais de apresentação do Espetáculo.Também confeccionaremos um Beckdroop com a arte da peça e logomarcas das empresas patrocinadoras e Governo Federal em destaque, que ficará em locais estratéticos onde serão gravados vídeos depoimentos após as apresentações. No projeto estamos prevendo a presença do videomaker em todas as apresentações para fazer registros de making of e também colher imagens que alimentarão as redes sociais com ampla divulgacão das marcas que apoiam o projeto.

Especificação técnica

CONTRAPARTIDAS SOCIAIS 02 ENSAIOS ABERTOSBATE PAPO de até 30min após as apresentações;05 OFICINAS O PRINCÍPIO DA PALHAÇARIA Ministrante: HIQUE VEIGA (profissional com vasta experiência em oficinas de palhaçaria com pessoas com vulnerabilidade social).Público alvo: Alunos da rede pública, com idade acima de 14 anos e outra para moradores/residentes da Casa do Servo Sofredor, homens de 18 a 59 anos de idade, Número de participantes: 30 em cada oficina – totalizando 150 participantes Carga horária: 2h por oficina – totalizando 4 horas de carga horária Número de oficinas: 05 Ementa (conteúdo): PFF anexo ao projeto.Sabe-se que é de suma importância para o desenvolvimento pessoal o contato com o outro, a convivência e o espaço para a auto-expressão.O teatro é um importante instrumento de expressão. É a possibilidade de brincar de ser alguma coisa. De poder, com o brincar e expressar, acessar e viver sentimentos que por vezes são reprimidos ou inadequados. No teatro os sentimentos podem ser vividos como bem-vindos. A palhaçaria é a arte de acordar e brincar com a tragédia pessoal e social, com os esteriótipos da sociedade, com graça e poesia. É isso que queremos proporcionar às pessoas que irão participar das oficinas.EMENTA DA OFICINAPROJETO: O ANDARILHO Ator: Thadeu Peronne Texto: Enéas Lour Direção: Mauro Zanatta Lei Rouanet OFICINA DE CONTRAPARTIDAS SOCIAL “O PRINCÍPIO DA PALHAÇARIA” MINISTRANTE: Hique Veiga Proponente: ALDEMAR TADEU DA SILVA LTDA Público alvo: Pessoas de 14 a 70 anos, residentes/ acolhidos na Instituição Mosteiro Monte Carmelo no bairro do Pinheirinho (vide carta de anuência e interesse) e também para alunos da Rede Pública de Ensino ou o público 60+ indicados pela Coordenação das Regionais de Curitiba. Número de vagas: 30 pessoas em cada oficina, sendo 5 oficinas. Carga horária: 2 horas por oficina– totalizando 10 horas Número de oficinas: 5 Oficinas a que poderão acontecer em espaços alternativos da cidade de Curitiba, em Regionais, Instituições que acolhem pessoas em estado de vulnerabilidade social como a Casa do Servo Sofredor entre outras. Sabe-se que é de suma importância para o desenvolvimento pessoal o contato com o outro, a convivência e o espaço para a auto-expressão. O teatro é um importante instrumento de expressão. É a possibilidade de brincar de ser alguma coisa. De poder, com o brincar e expressar, acessar e viver sentimentos que por vezes são reprimidos ou inadequados. No teatro os sentimentos podem ser vividos como bem-vindos. A palhaçaria é a arte de acordar e brincar com a tragédia pessoal e social, com os esteriótipos da sociedade, com graça e poesia. É isso que queremos proporcionar às pessoas que irão participar das oficinas. As oficinas se darão através de exercícios práticos onde serão abordados princípios da palhaçaria, do jogo cênico e da arte do brincar. Serão desenvolvidos jogos que possibilitem, com leveza, o exercício de presença e estado do palhaço, o ridículo e o erro. Também será priorizado o jogo em dupla, que é, em muitos casos, como os palhaços e palhaças atuam em diversos ambientes nas distintas relações com o público.Objetivo Geral: Experienciar a linguagem do palhaço considerando a sua atuação em diversos ambientes; Específicos:- Possibilitar a integração das pessoas participantes da oficina;- Proporcionar consciência e expressão corporal;- Acessar e praticar o estado e a lógica de palhaço;- Favorecer o ridículo de cada um;- Auxiliar no desenvolvimento do acesso ao palhaço de cada um na perspectiva da investigação de uma natureza cômica própria.- Propiciar a fisicalidade do palhaço, auxiliando na descoberta do jeito próprio de cada palhaço se mover, caminhar e reagir a estímulos internos e externos;- Trabalhar a relação das pessoas em coletivo e em dupla;- Esclarecer de que forma os princípios e fundamentos servem na relação com as pessoas e o próprio ambiente;- Criar um ambiente lúdico e acolhedor;- Possibilitar a aceitação do erro;- Praticar a presença e o aqui/agora- Documentar a experiência de maneira escrita e também através de fotos e pequenos vídeos Metodologia: Aula prática com foco no trabalho físico. Serão iniciados alguns jogos de integração e jogos teatrais; Após, jogos teatrais e jogos de improviso que possibilitarão o contato com princípios da arte do palhaço. Exercícios que convidem a experimentar o nariz vermelho e exercícios específicos da linguagem do palhaço; Ao final de cada jogo os ministrantes e participantes farão uma pequena reflexão sobre a experiência. Para isso, pretende-se um espaço lúdico e acolhedor que possibilite o diálogo. Estrutura de cada aula:- Aquecimento corporal- Exercícios de integração e sensibilização do grupo- Exercícios de aquecimento, exploração e desenvolvimento do estado do palhaçoExercícios de aperfeiçoamento de relação dos palhaços em dupla- Exercícios de entrada, desenvolvimento de cena e finalização para o “público” (demais integrantes)- Conversa sobre as experiências no dia *Todas estas práticas serão realizadas de diferentes maneiras no decorrer da oficina, ou seja, em círculo, em dupla, em coro, individual, etc, variando também o repertório dos exercícios. Avaliação: Não é ocaso de avaliação quantitativa dos grupos e seus integrantes. Mas, ao final do encontro será feita uma avaliação dos exercícios e conteúdos experienciados através de reflexões e feedbacks, tanto do ministrante e monitor da oficina, como dos participantes dos grupos. Recursos: Necessidades técnicas: sala/espaço amplo Os participantes devem usar roupas confortáveis 9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: BERGSON, Henri. O riso: ensaio sobre a significação do cômico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1980. BOLOGNESI, Mario Fernandes. Palhaços. São Paulo: Editora UNESP, 2003. BURNIER, Luís Otavio. A arte do ator: da técnica à representação. Campinas, São Paulo: Editora da UNICAMP, 2001. CASTRO, Alice Viveiro de. O Elogio da Bobagem– Palhaços no Brasil e no Mundo. Rio de Janeiro: Editora Família Bastos, 2005. FELLINE, Federico. Fellini por Fellini. Porto Alegre : L&PM Editores Ltda, 1974. FERRACINI, Renato. A Arte de Não Interpretar Como Poesia Corpórea do Ator. Campinas, SP : Editora Unicamp, 2003. FO, Dario. Manual mínimo do ator. São Paulo: Editora Senac, 1999. KASPER, Kátia Maria. Ativismo e humor. Campinas: alegrar. v. 2, p. 2, 2005. LECOQ, Jacques. O corpo poético. São Paulo: Editora Senac, 2010.LIBAR, Macio. A Nobre Arte do Palhaço. Rio de Janeiro: Marcio Libar, Adriana Schneider Alcure, 2008.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADEO projeto O Andarilho está estruturado para garantir acessibilidade universal, promovendo a participação de pessoas com diferentes necessidades físicas e sensoriais. A montagem do espetáculo foi planejada para ocorrer em qualquer espaço que tenha metragem mínima adequada à encenação e capacidade mínima de público, incluindo teatros, grandes salas de escolas, quadras e espaços culturais alternativos. 1. Acessibilidade FísicaO projeto prevê medidas para facilitar a locomoção e garantir segurança no espaço físico, incluindo:Uso de espaços acessíveis: Serão priorizados locais que possuam rampas de acesso, áreas reservadas para cadeirantes e piso tátil;Formação da equipe: Todos os profissionais envolvidos receberão treinamento sobre atendimento inclusivo e acessibilidade cultural;Parcerias com espaços culturais: Será priorizada a utilização de locais que cumpram normas de acessibilidade arquitetônica vigentes, assegurando conforto e segurança aos participantes com mobilidade reduzida. 2. Acessibilidade de ConteúdoO projeto prevê medidas para garantir compreensão plena do espetáculo e das atividades formativas, incluindo:Tradução em Libras: Todas as apresentações e Oficinas, contarão com intérprete de Libras, permitindo a fruição por pessoas surdas;Audiodescrição: Serão oferecidas duas sessões do espetáculo com serviços de audiodescrição, permitindo acesso ao conteúdo por pessoas cegas ou com baixa visão;Divulgação acessível:Informações sobre datas de apresentações com Libras e audiodescrição serão incluídas no Material Gráfico e amplamente divulgadas nas redes sociais;Divulgação específica para o público surdo, com participação do tradutor de Libras;Divulgação adaptada para pessoas cegas ou com baixa visão, informando sobre sessões acessíveis. 3. Base Legal e NormativaO projeto segue rigorosamente a legislação e instruções normativas vigentes, incluindo:Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet) – Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac);Decreto nº 11.453/2023 – Regulamenta o Pronac;Instrução Normativa MinC nº 23/2025:Art. 4º – Previsão orçamentária para medidas e profissionais de acessibilidade;Art. 44 – Ações de acessibilidade física e espacial (rampas, piso tátil, áreas reservadas);Arts. 3º, 9º, 18º e 45 – Democratização, acessibilidade, contrapartidas sociais e reserva orçamentária;Lei nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência);Lei nº 10.436/2002 e Decreto nº 5.626/2005 – Reconhecem e regulamentam o uso da Libras em eventos culturais.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSOO projeto O Andarilho foi concebido para assegurar o direito universal de acesso à arte e à cultura, eliminando barreiras econômicas, físicas, comunicacionais e territoriais. Todas as ações propostas visam ampliar o público, democratizar a fruição teatral e fortalecer a inclusão social, em conformidade com:Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet) – arts. 1º, incisos I e II, e art. 3º, incisos II e III;Decreto nº 11.453/2023 – regulamenta o Pronac e prioriza projetos com impacto social e democratização territorial;IN MinC nº 23/2025 – arts. 3º, 4º, 9º, 18º, 44 e 45;Lei nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência);Decreto nº 5.626/2005 – regulamenta o uso da Libras e o acesso comunicacional. 1. Apresentações GratuitasTodas as apresentações serão gratuitas, respeitando a capacidade de cada espaço;Em caso de grande procura, os ingressos serão distribuídos mediante senhas entregues uma hora antes do início, garantindo equidade e organização. 2. Ensaios Abertos e Bate-PaposSerão realizados 2 ensaios abertos antes da estreia, cada um seguido de bate-papo de até 30 minutos entre público, ator e diretor;Objetivo: estimular diálogo, formação de plateia e participação ativa. 3. Divulgação e Engajamento ComunitárioVisitas do ator aos espaços de apresentação, escolas e instituições, promovendo divulgação do espetáculo e das oficinas;Assessoria de imprensa mapeando canais de mídia, sites, influenciadores e veículos locais para ampliar o alcance do projeto;4. Oficinas de Palhaçaria – “O Princípio da Palhaçaria”5 oficinas gratuitas, ministradas por Hique Veiga, voltadas a alunos da rede pública e pessoas em situação de vulnerabilidade social;Formato: 5 oficinas × 2h = 10 horas totais;Participantes: 30 por oficina, totalizando 150;Faixa etária: 14 a 70 anos.Finalidade / Justificativa: Oferecer formação artística gratuita, promovendo desenvolvimento pessoal, social e cultural, em consonância com:Lei nº 8.313/1991, arts. 3º e 18 – priorização de atividades que ampliem o acesso à cultura e beneficiem pessoas de baixa renda;IN nº 23/2025, arts. 4º e 25 – oficinas e atividades formativas como produtos culturais incentiváveis. 5. Currículo do Ministrante – Hique VeigaAtor e palhaço desde 2007;Coordenador artístico da Trupe da Saúde desde 2013;Advogado criminalista, atuando com pessoas em vulnerabilidade social;Terapeuta corporal, formação em Psicoterapias Corporais pelo Instituto Reichiano;Professor e palestrante, com experiência em inteligência emocional e consciência corporal;Ministrante de palhaçaria com foco em percepção do espaço, jogos de criatividade, expressão corporal, técnicas de comédia e trabalho com máscara. 6. Qualidade Técnica ItineranteO projeto dispõe de kit próprio de iluminação e sonorização, garantindo qualidade técnica e estética do espetáculo em todos os espaços, independentemente da infraestrutura local.7. Estímulo às Empresas e Instituições Patrocinadoras e ApoiadorasO projeto prevê ações específicas para incentivar e valorizar empresas e instituições que apoiem o espetáculo, fortalecendo a relação entre o setor privado e a cultura, em conformidade com o objetivo de promoção da responsabilidade social e visibilidade dos patrocinadores:Divulgação das marcas incentivadoras: reserva de espaço para exibição das logomarcas das empresas em backdrops nos espaços de apresentação, permitindo fotos com público e equipe;Materiais promocionais e vídeos: produção de conteúdos que integrem as marcas das empresas ao espetáculo, reforçando a presença institucional junto ao público;Ampliação da visibilidade: divulgação das marcas junto com o espetáculo nas redes sociais oficiais, garantindo ampla visibilidade e retorno para os patrocinadores;Interação com o público: possibilidade de entrevistas e registro fotográfico com a equipe, fortalecendo a associação entre cultura e responsabilidade social corporativa.Finalidade: Estimular o incentivo de empresas e instituições culturais, consolidando a parceria público-privada e promovendo a sustentabilidade e continuidade do projeto, em conformidade com:Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), art. 1º e art. 3º – incentivo à participação de empresas na produção cultural;IN MinC nº 23/2025, arts. 44 e 45 – contrapartidas sociais e visibilidade para apoiadores e patrocinadores. 8. Resultados EsperadosAmpliar o acesso gratuito ao teatro em múltiplas regiões;Democratizar o contato com a arte por meio de ações educativas, formativas e interativas;Garantir acessibilidade física, comunicacional e digital;Fortalecer a circulação cultural e o diálogo entre artistas e comunidades;Promover cidadania cultural e o direito à cultura, conforme Lei nº 8.313/1991 e Constituição Federal.

Ficha técnica

A participação do Proponente não se dará de forma voluntária; Caberá ao Proponente a atividade de Direção de Produção;Como pessoa física, proprietário da empresa proponente, Thadeu Peronne figurará como o ator do espetáculo.CASO VENHA CAPTAR OS RECURSOS PARA O PROJETO, O PROPONENTE PODERÁ FIGURAR COMO CAPTADOR TOTAL OU PARCIAL DO PROJETO.FICHA TÉCNICA Texto: ENÉAS LOUR (in memoriam) Ator : THADEU PERONNE Direção: MAURO ZANATTAAssistente de Direção/Interlocução: FÁTIMA ORTIZ Iluminação: BETO BRUEL Criação da trilha e execução ao vivo: BETO COLLAÇO Cenário, figurinos e adereços: RICARDO GARANHANI Direção de Produção: THADEU PERONNECoordenação do Projeto: MAZÉ PORTUGALMinistrante de Oficinas: HIQUE VEIGA ENÉAS LOUR (In Memoriam) Ator, dramaturgo, diretor e cenógrafo com mais de 50 anos de carreira, Enéas Lour foi um dos grandes nomes do teatro paranaense. Autor de 48 peças, sendo 30 encenadas, atuou em montagens marcantes do Teatro de Comédia do Paraná e foi Diretor Artístico do Centro Cultural Teatro Guaíra e do Grupo de Teatro do Clube Curitibano. Recebeu 8 Troféus Gralha Azul, 6 Prêmios Poty Lazzarotto e 2 Prêmios SNT/FUNARTE. Sua obra alia poesia, crítica social e profundidade estética, consolidando-se como referência da dramaturgia brasileira contemporânea.THADEU PERONNE (Aldemar Tadeu da Silva)Ator, diretor e produtor com mais de 30 anos de carreira no teatro, cinema e TV. Bacharel em Artes Cênicas pela PUC-PR e Fundação Teatro Guaíra, com formação no CPT de Antunes Filho (SP). Premiado duas vezes com o Troféu Gralha Azul — Melhor Ator e Melhor Ator Coadjuvante — e indicado novamente em 2004. Protagonizou espetáculos de destaque como Os Bobos de Shakespeare e Que Absurdo! (texto e direção de Cícero Lira), além de obras como AmorexiA – Tragicomédia Musical Num Cabaré, As Aves e SET7. Criador do Coletivo Adega Teatral e da 1ª Mostra de Processos Criativos de Curitiba (2023). Reconhecido por sua pesquisa sobre linguagem e interpretação, é referência na cena teatral contemporânea paranaense e nacional.MAURO ZANATTAAtor, diretor, dramaturgo e professor com mais de 43 anos de carreira no teatro brasileiro, Mauro Zanatta é natural de Concórdia (SC) e formado em Artes Cênicas. Especializou-se em mímica, clown, máscara, improvisação e comédia, no Brasil e no exterior. Fundador da Escola do Ator Cômico e do Espaço Excêntrico Mauro Zanatta, ministra cursos e coordena projetos voltados à linguagem cômica, formação de plateia e democratização da arte. Premiado com o Troféu Gralha Azul de Melhor Ator pelo monólogo A Queda, é reconhecido por espetáculos autorais como Obsceno Eu Público e Cidades Mortas, consolidando sua relevância na cena teatral brasileira.BETO COLLAÇOMúsico, violonista, arranjador e compositor com mais de 40 anos de carreira no cenário musical brasileiro. Iniciou sua trajetória em Maringá, participando de festivais e rodas de samba ainda na adolescência, e consolidou-se profissionalmente em Curitiba, desenvolvendo trabalhos em música instrumental, trilhas sonoras teatrais e arranjos para espetáculos cênicos.Premiado com o Troféu Gralha Azul pela composição de trilha sonora para espetáculo dirigido por Laerte Ortega, destaca-se pelo domínio do violão e pela versatilidade em gêneros como samba, bossa-nova e música popular brasileira.Atua também como educador musical, ministrando oficinas de violão, arranjo e musicalização, contribuindo para a formação de novos músicos e para a difusão da música brasileira em contextos culturais diversos.Sua trajetória reflete profundo compromisso com a criação, a interpretação e a pesquisa musical, integrando excelência artística e atuação pedagógica, consolidando sua relevância na cena musical paranaense e nacional.BETO BRUELIluminador, cenógrafo e artista visual com mais de 40 anos de carreira, Beto Bruel é referência nacional e internacional no teatro brasileiro. Em 1980, fundou a Tamanduá Iluminação, permanecendo à frente da empresa até 2016 e formando diversos técnicos que se tornaram iluminadores. Posteriormente, a empresa foi vendida para Rogério Couto. Atuou na iluminação de grandes eventos, como o Festival de Teatro de Curitiba e o Festival de Dança de Joinville. Premiado com 23 Troféus Gralha Azul, 5 Prêmios Shell de Iluminação e Medalha de Ouro no World Stage Design, sua trajetória integra precisão técnica, poética visual e contribuição decisiva à estética do teatro paranaense contemporâneo.RICARDO GARANHANIArtista multifacetado com mais de 30 anos de carreira, Ricardo Garanhani atua como bailarino, ator, figurinista, cenógrafo e artista visual, destacando-se pela versatilidade e excelência técnica. Integrante da G2 Cia. de Dança do Teatro Guaíra, possui formação em Arquitetura e Urbanismo, o que amplia sua visão estética e espacial nas artes cênicas.Participou de importantes produções nacionais, como Lendas Brasileiras (Balé Teatro Guaíra e Orquestra Sinfônica do Paraná), integrando teatro, dança e música em linguagem contemporânea. Premiado e reconhecido, recebeu Troféu Gralha Azul nos anos 1992, 1993, 1994, 1996, 1997, 1998, 2005 e 2009, além do Prêmio Café do Teatro em 1999 e 2002.No Carnaval de Curitiba, assinou criações pMAZÉ PORTUGAL Atriz e produtora cultural com mais de 25 anos de trajetória. Premiada como Técnica da Cultura do Paraná (2021), Melhor Atriz do FETACAM 2012 e Troféu Gralha Azul 1998. Indicada ao Prêmio RPC TV 2009 e ao Festival de Blumenau 1992. Idealizadora da 1ª Mostra de Processos Criativos do Coletivo Adega Teatral (2023) e participante de AmorexiA – Tragicomédia Musical Num Cabaré, consolidando sua relevância cultural e artística.FÁTIMA ORTIZAtriz, dramaturga, diretora teatral e arte-educadora com mais de 50 anos de trajetória, Fátima Ortiz é fundadora da Companhia Pé no Palco e da Palco Escola. Atuou em mais de 20 espetáculos e teve 7 textos publicados. Premiada com o Prêmio Serviço Nacional de Teatro (SNT) por Viva o Leão Gaspar e Era Uma Vez Outra Estória, recebeu também o Prêmio Governador do Estado do Paraná, múltiplos Troféus Gralha Azul, Prêmio Especial do Júri FENAE, Prêmio Conjunto de Atores – Festival Isnard de Azevedo e o Prêmio de Dramaturgia Oracy Gemba. Homenageada em 1995 como a artista mais premiada do teatro paranaense.HIQUE VEIGA Hique Veiga – Ministrante de PalhaçariaHique Veiga é ator, palhaço, advogado e professor de teatro, com ampla experiência em palhaçaria e formação artística.Atuação artística: Palhaço profissional desde 2007; coordenador artístico e integrante da Trupe da Saúde, grupo que atua em hospitais de Curitiba desde 2009.Formação: Psicoterapias corporais (Instituto Reichiano); Direito (advogado criminalista).Experiência social: Trabalha com pessoas em situação de vulnerabilidade social, unindo atuação artística e experiência jurídica.Palestras: TEDx com a palestra “O eu que brinca de ser eus neste baile de máscaras”.Ministrante: Desenvolve oficinas de palhaçaria abordando percepção do espaço, criatividade, expressão corporal, técnicas de comédia e trabalho com máscara, promovendo inteligência emocional e consciência corporal.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.