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PRONAC 2511220Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Viva ao Rei de Congo

BALE POPULAR TERRAS POTIGUARES
Solicitado
R$ 191,6 mil
Aprovado
R$ 191,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RN
Município
Passa e Fica
Início
2026-01-01
Término
2027-03-01
Locais de realização (3)
Quinta do Sol ParanáPorto Alegre Rio Grande do SulOlímpia São Paulo

Resumo

"Viva ao Rei de Congo" é um espetáculo de dança popular de 1 hora, realizado pelo Balé Popular Terras Potiguares, que revisita de forma contemporânea a tradição da Dança do Rei de Congo, manifestação afrodescendente do Rio Grande do Norte que celebra a coroação de um rei eleito pela comunidade, símbolo de força, resistência e identidade coletiva. A obra une coreografias inspiradas em cortejos populares, música percussiva ao vivo e figurinos que dialogam entre o tradicional e o moderno, criando uma ponte entre memória cultural e expressão artística atual. O projeto prevê a circulação do espetáculo nos principais festivais de cultura popular do Brasil - Festival Internacional de Folclore de Nova Petrópolis (RS), Festival de Folclore de Quinta do Sol (PR) e Festival do Folclore de Olímpia (SP) - ampliando o reconhecimento nacional de uma das manifestações mais emblemáticas da cultura afro-brasileira potiguar.

Sinopse

Produto: Espetáculo “Viva ao Rei de Congo”Classificação Indicativa: Livre.Sinopse: O espetáculo “Viva ao Rei de Congo” apresenta a trajetória do Rei de Congo e de sua corte, explorando a dança como expressão de resistência e celebração cultural. Ao longo de 60 minutos, a performance retrata a origem do Rei de Congo e o contexto histórico da cultura afro-brasileira, destacando a força das comunidades negras na preservação de rituais e saberes ancestrais. Por meio de movimentos, ritmo e música, os dançarinos encenam encontros, conflitos e celebrações da corte, revelando relações de poder, identidade e pertencimento. A narrativa acompanha a passagem do tempo e a adaptação da tradição ao contexto contemporâneo, culminando naconsagração do Rei de Congo e na valorização da memória coletiva e da cultura popular, aproximando passado e presente de maneira envolvente e didática.

Objetivos

Objetivo Geral:Circulação do espetáculo de dança intitulado "Viva ao Rei de Congo" nos principais festivais de cultura popular do Brasil - Festival Internacional de Folclore de Nova Petrópolis (RS), Festival de Folclore de Quinta do Sol (PR) e Festival do Folclore de Olímpia (SP).Objetivos Específicos:Realizar uma apresentação no Festival Internacional de Folclore de Nova Petrópolis (RS);Realizar uma apresentação no Festival de Folclore de Quinta do Sol (PR);Realizar uma apresentação no Festival do Folclore de Olímpia (SP);Garantir a contratação de 42 jovens brincantes, músicos e atores voluntários da região do Rio Grande do Norte;Recriar a tradição afrodescendente da Dança do Rei de Congo em diálogo com referências hodiernas;Incluir pessoas com deficiência no processo criativo e nas apresentações, assegurando acessibilidade; eContribuir para a diversidade na cena cultural brasileira, ampliando a presença de narrativas popularesnordestinas.

Justificativa

O projeto "Viva ao Rei de Congo" é um espetáculo de dança popular com duração de 1 hora, realizado pelo Balé Popular Terras Potiguares, composto por 42 integrantes voluntários, em sua maioria pessoas negras e LGBTQIA+, provenientes de Passa e Fica/RN e outros municípios do estado. O grupo conta com o apoio institucional da Prefeitura de Passa e Fica, que reconhece o Balé Popular Terras Potiguares com título de utilidade pública estadual e municipal, fortalecendo a viabilidade do projeto e garantindo logística e infraestrutura para circulação.O espetáculo propõe a pesquisa, preservação e difusão da Dança do Rei de Congo, manifestação afrodescendente do Rio Grande do Norte que celebra a coroação de um rei eleito pela comunidade, por meio de cortejos dançantes e música percussiva, símbolos de resistência cultural e identidade coletiva. A tradição do Rei de Congo, historicamente marginalizada e relegada ao "folclore", é aqui ressignificada, evidenciando sua importância como patrimônio cultural imaterial e como espaço de protagonismo para artistas negros e LGBTQIA+.O projeto também se inspira na Carta de Posse de Gilberto Gil, que reforça a importância de valorizar e difundir as manifestações culturais populares brasileiras como patrimônio vivo. Além disso, o espetáculo propõe um diálogo crítico com interpretações históricas de Câmara Cascudo, que, embora central para o registro da cultura potiguar, muitas vezes estereotipou e hierarquizou a cultura popular, contribuindo para uma percepção limitada das manifestações afro-brasileiras. O Mestre Bebé, de Major Sales/RN, é referência direta para a pesquisa e preservação da Dança do Rei de Congo, sendo reconhecido pela importância na transmissão oral, prática e simbólica desta tradição.O financiamento pelo Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais - Lei 8.313/91 é essencial para viabilizar a produção integral do espetáculo, incluindo confecção de figurinos, aquisição de instrumentos, transporte e logística de circulação. O projeto se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:II - Fomento à produção cultural e artística, pois o espetáculo será realizado integralmente com recursos captados.III - Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, valorizando a Dança do Rei de Congo e garantindo acesso amplo a públicos diversos.V - Apoio a outras atividades culturais, ao envolver jovens artistas de diversos municípios do RN em atividades culturais e apresentações abertas.VIII - Promoção de intercâmbio cultural, com circulação em três estados do Brasil, fortalecendo a integração e visibilidade das manifestações culturais regionais.Nos termos do Art. 3º da Lei 8.313/91, o projeto contribui para:II - Fomento à produção cultural e artística: pesquisa, produção e circulação de uma manifestação afro-brasileira relevante e histórica.III - Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico: resgata elementos materiais e imateriais da tradição do Rei de Congo e consolida seu reconhecimento como patrimônio cultural.V - Apoio a outras atividades culturais: realização de apresentações públicas e circulação em festivais, promovendo o acesso da comunidade à cultura popular.A alocação de recursos da Rouanet justifica-se pela capacidade do projeto de ressignificar a cultura popular brasileira, desafiando estereótipos, fortalecendo a identidade afro-brasileira e promovendo inclusão social, diversidade e visibilidade artística. O espetáculo cria um espaço de reflexão sobre memória, pertencimento e tradição, reconhecendo a Dança do Rei de Congo como patrimônio vivo e elemento central da produção cultural do Rio Grande do Norte.

Estratégia de execução

O espetáculo “Viva ao Rei de Congo” contará com a participação de 42 integrantes, entre músicos, dançarinos e equipe técnica.Para otimizar deslocamentos e reduzir custos, será adotada uma logística mista:Transporte aéreo: ida de Natal (RN) → Porto Alegre (RS), permitindo início da participação no Festival Internacional de Folclore de Nova Petrópolis (RS).Permanência em Nova Petrópolis: 2 dias, para apresentações, ensaios abertos e oficinas.Transporte terrestre: de Nova Petrópolis → Quinta do Sol (PR) por ônibus fretado.Permanência em Quinta do Sol: 2 dias, realizando apresentações, oficinas e ações culturais junto à comunidade local.Transporte terrestre: de Quinta do Sol → Olímpia (SP) por ônibus fretado.Permanência em Olímpia: 2 dias, aproveitando todo o período do festival para apresentações, oficinas, ensaios abertos e contrapartidas educativas.Retorno aéreo: de São Paulo (SP) → Natal (RN) ao final da circulação.Em cada cidade, o grupo participará de apresentações, oficinas práticas e teóricas, e ações de democratização do acesso à Dança do Rei de Congo.Ensaios preparatórios e contrapartidas serão abertos à comunidade, promovendo interação cultural, formação de público e valorização das tradições da Dança do Rei de Congo, de forma participativa, educativa e inclusiva.

Especificação técnica

Produto: Circulação do espetáculo de dança popular Viva ao Rei de CongoQuantidade: 3 apresentações: Duração: 60 minutos por apresentaçãoFormato: Dança e música ao vivoElenco: 20 bailarinos + 16 músicos + 6 profissionais de produção (42 pessoas no total com equipe técnica eprodução)Figurino: Tecidos populares (chita, algodão cru) com adereços bordados, coroas e sapatosIluminação: refletores LED + moving lights + mesa digital + tela de projeçãoSom: PA com caixas line array, mesa digital de 32 canais, microfones sem fio e lapelasMúsica: Banda ao vivo (2 vozes, baixo, sanfona, violão, banjo, 3 metais, bateria, 6 percussionistas)

Acessibilidade

A proposta contempla medidas de acessibilidade comunicacional e física, em conformidade com a Lei nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão), o Decreto nº 3.298/1999 e o Decreto nº 9.404/2018, considerando adaptações compatíveis com a natureza da atividade, que se refere à realização do espetáculo de dança popular “Viva ao Rei de Congo”. O projeto prevê legendagem em Libras e audiodescrição, permitindo que pessoas com deficiência auditiva e visual acompanhem integralmente a performance. Além disso, todo o conteúdo de divulgação nas redes sociais contará com legendagem e descrição, garantindo acessibilidade às postagens.A escolha dos Festivais levou em consideração a acessibilidade do espaço e a viabilidade de realizar apresentações inclusivas. Serão contratados uma intérprete de Libras e um profissional de audiodescrição, em diálogo com a produção do festival, garantindo que todos os públicos possam acompanhar o espetáculo de forma plena.Será reservado um espaço na frente do palco com cadeiras para pessoas com deficiência, acompanhado por uma profissional responsável por assegurar que pessoas com deficiência, autistas e idosos não precisem enfrentar filas, chegando uma hora antes do horário previsto e saindo pela saída dos fundos, evitando aglomerações. Também será disponibilizado banheiro químico acessível para garantir o uso adequado e seguro para pessoas com deficiência.

Democratização do acesso

A realização do espetáculo “Viva ao Rei de Congo” prevê a ampliação de acesso a sua produção atendendo os seguintes incisos do Art. 47 da IN 23/2025:III - disponibilizar na internet registros fotográficos ou audiovisuais dos bastidores da obra, tal como making of, em redes sociais, a exemplo do Instagram, acompanhado de legenda descritiva;X - realizar a circulação do espetáculo em Festivais que promovam acesso gratuito e com disponibilidade de sessões com recursos de acessibilidade; V e VI - realizar, gratuitamente, atividade paralela ao projeto, tais como ensaios abertos, palestra com presença da equipe voltada a adolescentes, jovens e seus educadores sobre os principais temas abordados no espetáculo.

Ficha técnica

O proponente juntamente com a produtora Deburu serão os responsáveis pela gestão integral do projeto, incluindo a produção executiva, a direção de produção, a gestão técnica e financeira, e a tomada de decisões administrativas durante todas as etapas de execução, garantindo o cumprimento das obrigações culturais, legais e financeiras. Principais profissionais envolvidos:Bruno Poti – Produtor Executivo: artista transdisciplinar, graduando em Produção Cultural e Técnico em Multimídia pelo IFRN – Natal Centro Histórico. Possui trajetória premiada pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB RN) na categoria Juventude Transformadora e atua como produtor do cineclube Cine Ilê Axé e de projetos reconhecidos como Tambor Útero, Espetáculo Atotô, Tecendo Axé e Batida Ancestral, todos aprovados na PNAB RN com captação e produção realizadas pela sua produtora Deburu Filme. Dirigiu e roteirizou os curtas Primárias (selecionado no Rotunda Fest e Cine Show – TV Metropolitana), Yabás (premiado no Festival do Minuto e pela PNAB RN 2025) e Os Povos Kariri Xokó – Paulo Afonso, além de dirigir e atuar na websérie Onã (2025). Atuou como assistente de direção, diretor de fotografia e preparador de elenco no documentário Yá Luciene, Nascida do Fogo (2025), e como assistente de produção no MOV VII – Festival Internacional de Cinema Universitário de Pernambuco. No teatro, protagonizou o musical Trupe Euforia (IFESTART) e produziu o Sarau Multicultural do CAL no IFRN. À frente da Deburu Filme, aprovou mais de 15 projetos na PNAB RN em 2025, consolidando-se como jovem produtor e articulador cultural do Rio Grande do Norte.Silas Hermenegildo - Direção de Produção: Professor de Dança Popular, figurinista e aderecista, atual Secretário Adjunto de Cultura de Passa e Fica/RN. Criador do espetáculo junino do Grupo Folclórico Pôr do Sol – Quinta do Sol/Paraná. Criador dos espetáculos folclóricos do Balé Popular Terras Potiguares (2010 a 2025). Professor de dança popular da rede municipal de Educação de Passa e Fica/RN. Monitor de Danças Populares da Secretaria de Assistência Social de Dona Inês/PB (2013). Figurinista do Carnaval Multicultural de Parnamirim (2015, 2017, 2018, 2023) e do Grupo de Dança Popular do Colégio Marista – Natal/RN.Deborah Furtado Noronha - Direção Geral: Professora formada em Dança pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) – Natal. Técnica em Química pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) – Nova Cruz, período 2014-2016. TCC: Produção de domissanitários.Ivanildo Cardoso da Silva - Coreógrafo: Dançarino e coreógrafo com ampla experiência em dança popular e folclórica. Atuou no Balé Popular de Natal em 2019 e no Balé Popular Terras Potiguares desde 2019, em Passa e Fica/RN. Participou do espetáculo de dança IDEART Produções em 2018 e do Festival de Dança Raízes desde 2018. Trabalhou como líder de lazer no Hotel Rifólis (2016), professor de dança na Academia MA Fitness (2015-2016) e coreógrafo em diversos projetos, incluindo o Hotel D’Beach Resort Natal/RN (desde 2014) e a Escola Cultural de Capoeira de Natal/RN (2011). Atuou como recreador no Serhs Natal Grande Hotel (2010), participou do espetáculo folclórico de fim de ano “Auto do Natal” (2010) e do projeto “UNATI” para pessoas da terceira idade (2007-2009). Também integrou diversos grupos de forró, como Baba de Moça, Banda Mix, Traz a Massa, Fogo de Mulher e Dance que Dance, entre 2004 e 2006.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.