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PRONAC 2511255Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Pele, Arte e Movimento - Cultura para todos

INSTITUTO BRASILEIRO DE APOIO AOS PORTADORES DE GENODERMATOSES- IBAGEN
Solicitado
R$ 1,50 mi
Aprovado
R$ 1,50 mi
Captado
R$ 18,8 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

1.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término

Resumo

Projeto cultural voltado a 90 crianças e adolescentes com genodermatoses (doenças raras da pele sem cura), que visa promover inclusão, autoestima e expressão artística por meio de oficinas de dança, artes visuais e música. Culmina em uma exposição pública gratuita que valoriza as produções dos participantes e atua como ação de combate ao preconceito, dando visibilidade às doenças raras e promovendo empatia na sociedade.

Sinopse

O projeto “Pele, Arte e Movimento – Cultura para Todos” resultará em uma Exposição Artística Interativa, aberta ao público, com obras produzidas por crianças e adolescentes com genodermatoses ao longo de oficinas culturais inclusivas (dança, artes visuais e música). A mostra contará com pinturas, desenhos, colagens, esculturas e registros afetivos em vídeo e fotografia, feitos por participantes, cuidadores e equipe.Vídeo afetivo de curta duração, produzido a partir dos registros feitos por participantes, cuidadores e equipe durante as oficinas e passeios culturais do projeto. A obra traz uma narrativa afetiva, espontânea e real sobre o envolvimento das crianças com as atividades artísticas, destacando momentos de superação, expressão e pertencimento.O vídeo será exibido durante a exposição final por meio de QR Code e divulgado nas redes sociais da instituição, promovendo visibilidade sobre doenças raras e cultura inclusiva.A exposição valoriza a expressão individual e coletiva, promovendo empatia e visibilidade para as doenças raras da pele. Estará equipada com recursos de acessibilidade física e de conteúdo (tradução em braille, QR code com vídeos legendados, painéis explicativos e mediação sensível). Parte do conteúdo também será publicado nas redes sociais da instituição.A classificação indicativa etária é livre, do gênero exposição cultural e educativa com enfoque social com formato presencial e digital (galeria online).

Objetivos

Objetivo Geral: Promover inclusão cultural e bem-estar de crianças e adolescentes com doenças raras de pele através de atividades artísticas e culturais.Objetivos específicos: -Desenvolver oficinas de dança adaptada respeitando limitações físicas - 44 oficinas semanais de dança adaptada para crianças e adolescentes com mobilidade reduzida, promovendo expressão corporal, autoestima e socialização.-Oferecer oficinas de artes visuais - 88 oficinas de artes visuais, com turmas divididas por faixa etária (4 a 9 anos e 10 a 18 anos), desenvolvendo criatividade, narrativas visuais e produção artística para a exposição final.-Oferecer oficinas de música com aprendizado de violão e teclado - 88 oficinas de música (violão e teclado) para adolescentes de 07 a 18 anos, com foco em musicalidade, coordenação motora e bem-estar emocional.-Oferecer oficinas de iniciação musical para bebês 44 oficinas de iniciação musical para bebês e primeira infância de 6 meses a 6 anos, acompanhados por seus cuidadores, visando estímulo sensorial, vínculo afetivo e desenvolvimento infantil.- Estimular autoestima, criatividade e socialização - Através das atividades realizadas entre as crianças de adolescentes com genodermatose com companhamento de equipe.Todas as atividades citadas acima serão realizadas na própria instituição, Casa Santa teresinha de Lisieux (Instituição que apoia crianças e adolescentes com doenças raras da pele), da qual possui infraestrutura adaquada e adaptada como sala de artes, sala de dança e sala para atividades musicais (Locação do Espaço consta do orçamento).- Produzir uma exposição sobre o processo - Através da Seleção de obras das oficinas de artes visuais; organização de registros afetivos em vídeo e foto feitos por participantes, cuidadores e equipe; criação de galeria digital com QR code; montagem da exposição em espaço cultural acessível e com entrada gratuita; divulgação online da exposição e dos conteúdos sobre doenças raras. Será realizada uma exposição final aberta ao público com vídeo final com registros do processo criativo, seis painéis explicativos sobre o projeto e as genodermatoses e uma galeria digital com QR code acessível.Previsão de participação de ao menos 90 crianças e adolescentes nas obras e registros. A divulgação será realizada através das redes sociais, site da Casa Santa Teresinha de Lisieux e imprensa parceira.

Justificativa

Atividades culturais podem beneficiar diretamente crianças com genodermatoses, uma vez que favorecem o desenvolvimento intelectual com experiências lúdicas e de aprendizado através da arte e, também promovem a inclusão social. As genodermatoses são condições crônicas da pele que afetam não apenas a saúde física, mas também o bem-estar emocional e social das crianças e adolescentes. É comum a realidade do enfrentamento da exclusão, estigmatização e falta de acesso a atividades culturais. A arte e a cultura são, portanto, ferramentas fundamentais de inclusão, expressão e desenvolvimento emocional. Nesse sentido, este projeto se propõe a preencher essa lacuna, garantindo acesso seguro, adaptado e enriquecedor à produção e vivência cultural. O financiamento por meio do mecanismo de incentivo é fundamental para garantir transporte adequado, contratação de profissionais especializados, aquisição de materiais adaptados e a estruturação de uma exposição pública gratuita com acessibilidade física e comunicacional.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91:Inciso I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais: O projeto visa garantir o acesso à cultura como um direito, especialmente a um grupo historicamente excluído: crianças e adolescentes com doenças raras da pele, que enfrentam barreiras físicas, sociais e econômicas para participar de atividades culturais. Ao oferecer oficinas adaptadas, transporte individualizado e uma exposição pública gratuita, o projeto concretiza o princípio da universalização do acesso à cultura, previsto nesse inciso, promovendo equidade e participação ativa.Inciso II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais: O projeto será executado em São Paulo _ SP, utilizando profissionais da própria região (arte-educadores, músicos, produtores e equipe técnica), com ênfase na inclusão social no território urbano. Além disso, os passeios culturais valorizam os equipamentos públicos culturais da cidade, como museus, teatros e parques. Essa atuação estimula o ecossistema cultural local, promove a regionalização das ações culturais e movimenta a rede de profissionais e espaços acessíveis da região.Inciso III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira: As crianças e adolescentes com genodermatoses representam um grupo social muitas vezes esquecido e marcado pelo estigma. O projeto reconhece esse grupo como portador de cultura, expressão e identidade, e lhes oferece meios de produção simbólica por meio da arte. A exposição final e os registros afetivos tornam públicas suas produções e narrativas, contribuindo para dar visibilidade à diversidade cultural brasileira e fortalecer o reconhecimento das doenças raras como parte da pluralidade que compõe a sociedade.Além disso, o projeto atende aos objetivos descritos no Art. 3º da Lei nº 8.313/91, especialmente:Art. 3º _ Inciso IIc _ Fomento a produção cultural e artística mediantes realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. Ao registrar e divulgar a produção artística de crianças e adolescentes com doenças raras da pele, o projeto contribui para a formação cultural e para a memória coletiva sobre esse grupo invisibilizado, promovendo o reconhecimento de suas vivências como parte da cultura brasileira.Art. 3º _ Inciso IVa _ Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. O projeto assegura o acesso de um grupo em vulnerabilidade às fontes da cultura nacional por meio de oficinas, passeios e exposição gratuita, promovendo a inclusão e ampliando as possibilidades de fruição e produção cultural, com base na valorização da diversidade. Além disso resultará em uma exposição de acesso livre e gratúito para divulgar informações sobre doenças raras da pele em combate ao preconceito.

Estratégia de execução

“Pele, Arte e Movimento – Cultura para Todos” é um projeto sociocultural voltado a 64 crianças, adolescentes e jovens com genodermatoses (doenças raras da pele como ictiose, displasia ectodérmica, xeroderma pigmentoso e epidermólise bolhosa), residentes em São Paulo. A proposta visa promover inclusão por meio de atividades de dança adaptada, oficinas de artes visuais, oficinas de música. O projeto será executado pela ONG Casa Santa Teresinha de Lisieux (CSTL) que é uma associação de direito privado sem fins lucrativos, CNPJ 19.973.896/0001-13, fundado em 04 de dezembro de 2013, e tem por objetivo elevar a qualidade de vida de crianças e adolescentes com genodermatoses, combater o preconceito e incentivar, junto aos órgãos competentes, a investigação científica e a implementação de medidas destinadas ao tratamento das doenças congênitas da pele. Em cumprimento aos seus objetivos estatutários a CSTL tem como objetivo promover acessos a experiências lúdicas, artísticas e culturais com enfoque na socialização e inclusão social. Além disso, visa a elaboração de projetos culturais, artísticos e científicos, por intermédio de exposições; festivais e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; produção de vídeos, obras cinematográficas e filmes documentais, bem como publicações que tratem de conteúdos técnicos, objetivando a conscientização dos graves problemas enfrentados por pessoas com genodermatoses, fomentando a erradicação de todas as formas de preconceito e discriminação, atuando na busca da efetivação da melhoria da saúde das pessoas.Nesse contexto, o projeto nasce como uma ação concreta que articula os propósitos institucionais da CSTL com os instrumentos de promoção da cidadania cultural. Através da arte, buscamos criar pontes entre o cuidado, a sensibilização e o acesso à cultura, reafirmando o direito de todas as crianças e adolescentes à participação plena na vida cultural.Embora a instituição atenda atualmente 70 crianças e adolescentes entre 0 e 18 anos (com perspectiva de mais 20 para o próximo ano, totalizando 90), nem todos os participantes conseguem estar presentes de forma contínua em todas as atividades, em razão das complicações clínicas e dermatológicas associadas às genodermatoses. As oficinas, portanto, são organizadas como espaços abertos, flexíveis e afetivos, nos quais a participação pode variar a cada encontro, respeitando o ritmo, a disponibilidade emocional e as condições de saúde dos envolvidos. Ainda que a composição dos grupos se modifique, o processo artístico permanece contínuo, servindo como ponto de acolhimento, expressão e socialização. Mais do que a frequência regular, o que se valoriza é o acesso plural à vivência cultural, permitindo que cada criança ou adolescente tenha, dentro de suas possibilidades, a chance de se expressar e pertencer ao processo coletivo do projeto.Para garantir esse acesso, a instituição oferece transporte individual por aplicativo, especialmente importante para os assistidos com mobilidade reduzida, lesões cutâneas extensas ou limitações imunológicas, que tornam inviável o uso de transporte público ou coletivo. Esse recurso viabiliza a participação segura e confortável nas atividades, respeitando as particularidades clínicas de cada participante e promovendo inclusão de forma concreta.Grande parte das crianças e adolescentes atendidos pela instituição convivem com dores crônicas, feridas abertas, restrições articulares, uso de curativos especiais, necessidade de proteção contra calor excessivo e sensibilidade ao atrito físico, fatores que tornam os deslocamentos urbanos desafiadores e, muitas vezes, impossibilitam a locomoção sem apoio especializado. Além disso, algumas famílias vivem em situação de vulnerabilidade socioeconômica, sem condições de arcar com o custo de transporte contínuo até a sede da instituição. Dessa forma, a oferta de transporte seguro e adaptado não é apenas um facilitador logístico, mas um elemento central de garantia de direitos, dignidade e permanência nas ações culturais e terapêuticas.A previsão de transporte diário para um grupo rotativo de assistidos permite que as oficinas artísticas, passeios culturais e momentos de convivência planejados no projeto contém, de fato, com a presença daqueles que mais precisam desses espaços de acolhimento, expressão e socialização. Assim, o deslocamento torna-se parte integrante da estratégia de acesso às atividades, ampliando o alcance do projeto e assegurando que a arte, o cuidado e a inclusão cheguem a quem mais precisa.Para a realização do projeto, a CSTL disponibilizará sua infraestrutura física e funcional já adaptada às necessidades dos participantes, não sendo necessária a locação de outros espaços externos. As atividades culturais serão plenamente executadas na sede da instituição, exigindo apenas a aquisição de materiais específicos e a contratação da equipe técnica e artística especializada.A estrutura da instituição contempla:Brinquedoteca e ambiente de leitura infantil;Sala de artes com mobiliário e ventilação adequados, ideal para oficinas visuais e sensoriais; Sala de dança equipada com espelhos, favorecendo o desenvolvimento motor em atividades rítmicas e expressivas; Espaço de jogos e inclusão digital; Salas de atendimento multiprofissional (fisioterapia, psicologia, nutrição, enfermagem e assistência social); Sala de cuidados e educação para familiares, com recursos para encontros formativos e rodas de conversa; Auditório e sala aula/reuniões, preparados para atividades educativas, formativas e artísticas como aula de música; Sala de artesanato e sala de convivência, que ampliam as possibilidades de expressão coletiva e fortalecimento de vínculos; Banheiros adaptados e acessibilidade arquitetônica, promovendo autonomia e segurança.Essa estrutura própria assegura a realização das oficinas e ações previstas no projeto com conforto, segurança e acessibilidade. O investimento previsto concentra-se, portanto, na contratação da equipe artística e técnica especializada, bem como na aquisição de materiais adequados às necessidades dermatológicas e sensoriais dos participantes, fortalecendo a proposta de cultura inclusiva e transformadora.As atividades previstas ao longo do projeto foram cuidadosamente estruturadas para promover melhorias na qualidade de vida das crianças e adolescentes com genodermatoses. As ações foram pensadas para estimular o bem-estar físico, emocional e social dos participantes, por meio de vivências artísticas, culturais e educativas. Cada oficina contribuirá não apenas para a expressão individual e o fortalecimento de vínculos, mas também para o acesso efetivo à cultura como direito. Como resultado, será realizada uma exposição aberta ao público, reunindo produções artísticas das crianças e adolescentes, reafirmando o potencial da arte como ferramenta de inclusão e sensibilização social frente às doenças raras. O projeto conta com atividades gratuitas que reduzem significativamente os custos. Entre elas estão passeios a espaços com entrada franca, como a Cinemateca Brasileira, o Parque da Água Branca, o Parque da Aclimação e o Jardim Botânico de São Paulo. Além disso, os locais cotados para a exposição final — como o Centro Cultural Olido, a Biblioteca Mário de Andrade, o MIS e o programa Linha da Cultura do Metrô — oferecem possibilidade de uso gratuito mediante aprovação. Essas parcerias e gratuidades foram consideradas na construção do orçamento e favorecem a viabilidade e ampliação do acesso às atividades culturais propostas.

Especificação técnica

- Oficinas Culturais (dança, música, artes visuais, musicalização para bebês)Duração total: 264 oficinas ao longo de 11 meses.Carga horária média: 1 a 2 horas por oficina.Materiais: Tintas, telas, pincéis, papel, argila, instrumentos musicais (violão, teclado, percussão pedagógica), colchonetes, espelhos, roupas adequadas, colas, aventais, materiais sensoriais.Projeto pedagógico: A metodologia prioriza a escuta sensível, a adaptação à realidade clínica dos participantes e o estímulo à expressão criativa, socialização e autoestima. As oficinas são conduzidas por profissionais especializados em educação inclusiva e arte-educação, com acompanhamento da equipe multiprofissional da instituição.A instituição atenda atualmente 70 crianças e adolescentes entre 0 e 18 anos, há uma perspectiva de entrada de mais 20 crianças, totalizando para os próximos meses 90 crianças e adolescentes com genodermatoses. É importante destacar que nem todos os participantes conseguem estar presentes de forma contínua em todas as atividades, em razão das complicações clínicas e dermatológicas associadas às genodermatoses. As oficinas, portanto, são organizadas como espaços abertos, flexíveis e afetivos, nos quais a participação pode variar a cada encontro, respeitando o ritmo, a disponibilidade emocional e as condições de saúde dos envolvidos. Ainda que a composição dos grupos se modifique, o processo artístico permanece contínuo, servindo como ponto de acolhimento, expressão e socialização. 2. Exposição Artística FinalDuração: 1 mês, em espaço acessível e gratuito ao público.Conteúdo: Obras autorais (pinturas, colagens, esculturas, registros visuais).Material exposto: Aproximadamente 60 a 80 trabalhos artísticos das crianças e adolescentes participantes, organizados em painéis e vitrines.Recursos técnicos: Painéis expositores modulares, totens, impressões em PVC, etiquetas de identificação, painéis descritivos (com conteúdo acessível e tradução parcial em Braille), iluminação adaptada.Acessibilidade: Galeria digital com QR Code para vídeo com legendas e registro afetivo.Curadoria: Realizada pela equipe da instituição, com apoio do produtor cultural e educadores envolvidos nas oficinas.Projeto pedagógico: A exposição é concebida como instrumento de valorização simbólica, inclusão e conscientização social sobre doenças raras e direito à cultura. 3. Vídeo Final – Registro AfetivoDuração estimada: 3 a 5 minutos.Formato: Digital, acessível via QR Code na exposição e pelas redes sociais da instituição.Conteúdo: Registro espontâneo do processo criativo das oficinas e passeios, com edição sensível e narrativa afetiva.Técnica: Filmagens feitas por cuidadores e equipe com celulares; edição profissional feita por videomaker.Acessibilidade: Legendas descritivas e linguagem simples.Objetivo pedagógico: Ressaltar a vivência e o protagonismo dos participantes, promovendo empatia e visibilidade pública.

Acessibilidade

O projeto “Pele, Arte e Movimento – Cultura para Todos” promove acessibilidade em diversas esferas. Em termos de acessibilidade física, todas as atividades ocorrerão na sede da instituição, que já dispõe de banheiros adaptados, salas amplas, rampas, elevador e mobiliário adequado às limitações motoras e sensoriais dos participantes, além de piso regular e ventilação adequada. Será garantido transporte individualizado por aplicativo e ônibus adaptado para os passeios, assegurando a participação segura de crianças e adolescentes com mobilidade reduzida e uso de curativos.As oficinas de dança serão planejadas de forma a garantir a plena participação de todas as crianças e adolescentes, inclusive aqueles com mobilidade reduzida ou outras necessidades específicas. O espaço é adaptado conforme necessário, com piso adequado e seguro, utilização de colchonetes, cadeiras e elementos de apoio, além de acompanhamento individualizado quando indicado. Serão priorizadas metodologias inclusivas, com linguagem acessível, instruções claras, ritmo respeitado e uso de recursos visuais e musicais que favoreçam a compreensão e a expressão dos participantes. A equipe técnica estará preparada para identificar e atender às demandas de acessibilidade física, comunicacional e sensorial, assegurando que nenhum participante seja excluído das atividades por barreiras estruturais ou atitudinais.As oficinas de artes visuais serão organizadas de modo a garantir acessibilidade física, comunicacional e metodológica para todos os participantes. Serão disponibilizados materiais adaptados (como pincéis de diferentes espessuras, suportes de fixação e papéis em tamanhos variados), mesas ajustáveis e apoio técnico para crianças e adolescentes com mobilidade reduzida ou sensibilidade cutânea. As instruções serão oferecidas de forma clara, com recursos visuais e demonstrações práticas que favoreçam a compreensão. A equipe técnica será capacitada para acolher demandas específicas, eliminando barreiras atitudinais e estruturais, assegurando a plena participação dos beneficiários no processo criativo.Na dimensão da acessibilidade de conteúdo, a Exposição Final contará com painéis em texto acessível, tradução parcial em Braille, QR Code com vídeo legendado, além de mediação sensível e afetiva. O material audiovisual terá legendas descritivas e será divulgado em redes sociais com linguagem acessível.As oficinas de música (violão e teclado) serão conduzidas em ambiente acessível, com instrumentos adaptados sempre que necessário, incluindo apoios para fixação, regulagem de altura de teclados e adequação das posturas de execução no violão. As instruções serão transmitidas de forma clara, com demonstrações visuais e auditivas, respeitando os diferentes ritmos de aprendizagem. Serão oferecidos recursos de acessibilidade comunicacional, como linguagem simples e estímulos visuais, além de acompanhamento próximo para jovens com maior limitação motora. A equipe buscará eliminar barreiras físicas e atitudinais, assegurando que todos os participantes tenham condições de vivenciar plenamente a experiência musical e expressar suas potencialidades artísticas.As oficinas de iniciação musical para bebês e primeira infância serão planejadas com foco na acessibilidade física, comunicacional e sensorial. O espaço conta com tapetes antiderrapantes, iluminação adequada e mobiliário adaptado para facilitar o acesso de cuidadores com mobilidade reduzida. A comunicação será feita em linguagem clara, com demonstrações práticas, estímulos visuais e sonoros, além de suporte individualizado sempre que necessário. Os instrumentos serão disponibilizados garantindo o manuseio seguro e inclusivo para bebês e crianças pequenas. Dessa forma, assegura-se que cada dupla (bebê + cuidador) possa participar plenamente das atividades musicais, sem barreiras que limitem sua experiência estética, cognitiva e afetiva.A exposição final, com as obras produzidas pelas crianças e adolescentes, será planejada em espaço cultural acessível, com rampas de acesso, banheiros adaptados e sinalização tátil e visual. Serão disponibilizados recursos de acessibilidade comunicacional, como legendas em braile das obras selecionadas. A montagem da mostra considerará a altura adequada de painéis e suportes para garantir a fruição tanto de pessoas em pé quanto em cadeiras de rodas. A equipe de mediadores receberá orientação para acolher diferentes formas de comunicação e interação, eliminando barreiras. Dessa forma, a exposição se torna um espaço inclusivo, em que todos os visitantes podem usufruir da experiência estética e reconhecer o protagonismo artístico das crianças e adolescentes participantes.Mais do que atender às exigências legais, o projeto em si é uma proposta de inclusão e acessibilidade cultural para pessoas com genodermatoses, um grupo muitas vezes excluído das práticas culturais. Ao adaptar oficinas, oferecer apoio clínico e assegurar transporte, o projeto possibilita que esses participantes exerçam plenamente seu direito à arte e à cultura, promovendo pertencimento, expressão e cidadania.

Democratização do acesso

Todas as atividades são gratuitas. A Exposição Final será aberta ao público, com entrada gratuita, montada em espaço acessível e de fácil circulação, como bibliotecas, centros culturais ou espaços públicos. Além disso, será criada uma galeria digital com QR Code, reunindo fotos, vídeos e registros das oficinas, ampliando o alcance para o público da internet. A equipe realizará ações de sensibilização e divulgação nas redes sociais da instituição, com conteúdo acessível, linguagem simples e materiais em formatos diversos (vídeos, cards, fotos). Os registros das atividades feitos por participantes, cuidadores e equipe serão organizados e disponibilizados como parte da contrapartida educativa e de visibilidade. O projeto prevê compartilhamento online gratuito de parte dos conteúdos audiovisuais, contribuindo para a formação de público e a conscientização da sociedade sobre as doenças raras e o direito à cultura para todos. Projeto é dispensado do Art. 49 pois não existe comercialização de ingressos. Em atendimento ao Artigo 47, o projeto atenderá ao item VI "realização de ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores".

Ficha técnica

A Casa Santa Teresinha de Lisieux, na qualidade de proponente, será responsável pela coordenação geral, gestão administrativa, acompanhamento técnico e operacional de todas as etapas do projeto. A instituição realizará a seleção dos profissionais envolvidos, garantirá o uso da sede adaptada para as oficinas e será responsável por toda a logística (transporte, alimentação, cronogramas e prestação de contas). Atuará também na articulação com parceiros, acompanhamento das famílias e divulgação institucional.O proponente, Casa Santa Teresinha, será responsável por condução, administração e controle financeiro de todo o projeto. A direção institucional será exercida pela Dra. Régia Celli Patriota de Sica, fundadora e atual presidente do Conselho de Administração, dermatologista com ampla experiência em doenças raras da pele, especialmente genodermatoses. Atuará voluntariamente no acompanhamento técnico-pedagógico do projeto, especialmente na articulação entre cultura, saúde e inclusão, apoiando as estratégias de sensibilização e visibilidade.A coordenação geral do projeto será exercida por profissional contratado via PJ (20h semanais), com experiência em projetos socioculturais e em gestão de indicadores. Será responsável pelo planejamento das oficinas, supervisão da execução, apoio à comunicação institucional, elaboração de relatórios técnicos e articulação entre as áreas do projeto.O Coordenador Administrativo-Financeiro será contratado via PJ (20h semanais) e ficará encarregado do controle orçamentário, emissão de relatórios financeiros, pagamento de prestadores de serviço, acompanhamento de metas e prazos, além do suporte na prestação de contas conforme diretrizes da Lei Rouanet.Principais participantes e currículos resumidos:Produtor Cultural – Responsável pela produção da Exposição Final e articulação com espaços culturais parceiros. Profissional com experiência em exposições acessíveis e projetos culturais comunitários.Professores das oficinas – Arte-educadores e músicos com experiência em educação inclusiva, atuação com crianças em vulnerabilidade social e práticas pedagógicas adaptadas. Serão contratados por meio de PJ, conforme detalhado no projeto.Designer Gráfico – Responsável pela identidade visual da exposição, com experiência em acessibilidade visual e materiais gráficos para o terceiro setor.Videomaker – Profissional de audiovisual com atuação em projetos sociais e sensíveis ao registro de experiências comunitárias e afetivas.Equipe técnica da instituição (Assistente Social, Psicóloga, Auxiliares administrativos e de serviços gerais) – Com atuação contínua na Casa Santa Teresinha, todos possuem experiência em acompanhamento de crianças com genodermatoses e apoio a projetos interdisciplinares envolvendo saúde, cultura e inclusão.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo