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PRONAC 2511261Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá

KINO SCHOOL PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 920,2 mil
Aprovado
R$ 920,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Boituva
Início
2026-01-01
Término
2026-06-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Produção e apresentações do Espetáculo Teatral "Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá", que é uma nova leitura do clássico de Fernando Melo, agora revisitado sob uma perspectiva contemporânea e inclusiva. Na adaptação, o personagem Pedro transforma-se em Pietra, mulher transgênero que vive entre o sonho e a sobrevivência no subúrbio carioca. A montagem, dirigida por Eliana Fonseca, une humor, drama e poesia para abordar temas como identidade, solidão, envelhecimento e pertencimento, promovendo reflexão e empatia. Com elenco tendo como protagonistas Gabriel Santana, jovem ator com carreira de muito sucesso, com participações em Chiquititas (SBT), Pantanal (Rede Globo) e Big Brother Brasil; e Paula Fernanda, atríz trans, o espetáculo valoriza a diversidade e reafirma o poder do teatro como espaço de resistência e transformação social. A produção propõe temporada e ações de democratização do acesso, conectando diferentes públicos e gerações por meio da arte e do diálogo humano.

Sinopse

Em “Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá”, Pietra, uma mulher trans e enfermeira, vive no subúrbio carioca de Irajá entre a solidão e o sonho de glamour, idealizando Greta Garbo como símbolo de liberdade e perfeição. Numa noite chuvosa, encontra Renato, jovem do interior que busca estudar medicina, mas se perde na vida noturna da cidade, sem dinheiro e sem rumo. Surge entre eles uma relação intensa, marcada por desejo, afeto e dependência. A chegada de Mary, prostituta da boemia carioca, provoca ciúmes, tensão e conflitos emocionais, revelando as complexidades das relações humanas, entre amor, interesse e exploração. No desfecho, Renato se envolve com drogas, tornando-se dependente, enquanto Pietra sustenta a própria sobrevivência e a dele, correndo riscos pessoais. Com humor, drama e reflexão, a peça aborda identidade, marginalização, desigualdade, envelhecimento e a busca por pertencimento, provocando emoções, risos e questionamentos sobre a sociedade e as escolhas de cada indivíduo.

Objetivos

Objetivo GeralPromover a montagem e circulação do espetáculo teatral "Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá", em uma adaptação contemporânea do clássico de Fernando Melo, que atualiza o olhar sobre a obra e traz ao centro da narrativa a representatividade trans, a diversidade e o diálogo entre arte, memória e transformação social. O projeto visa democratizar o acesso ao teatro de qualidade, fomentar a reflexão sobre temas urgentes da sociedade contemporânea — como identidade de gênero, dependência química, envelhecimento e pertencimento — e reafirmar o papel do teatro como instrumento de resistência, inclusão e promoção da saúde emocional e coletiva.Objetivos EspecíficosProduzir e montar o espetáculo teatral "Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá", com direção de Eliana Fonseca, assistência de Márcia Ítalo e elenco tendo como protagonistas Paula Fernanda e Gabriel Santana, garantindo excelência artística, técnica e conceitual.Realizar uma temporada de apresentações no teatro Ruth Escobar, em São Paulo, na Sala Dina Sfat, que tem 370 lugares, totalizando 20 apresentações presenciais, sendo 16 com venda de ingressos a preços populares e 4 apresentações gratuitas voltadas a comunidades, escolas públicas e instituições sociais.Assegurar acessibilidade cultural, disponibilizando tradução em Libras e audiodescrição em pelo menos duas sessões, promovendo inclusão de pessoas com deficiência auditiva e visual.Desenvolver ações de democratização do acesso, incluindo:2 rodas de conversa pós-espetáculo com elenco e direção, abertas ao público, sobre temas de diversidade e representatividade;1 oficina gratuita intitulada "Corpo, Voz e Identidade no Teatro Contemporâneo", voltada a jovens atores e atrizes LGBTQIAPN+ de comunidades locais.Produzir material de registro e difusão, incluindo:1 vídeo institucional (5 minutos) sobre o processo de criação e bastidores da montagem, a ser disponibilizado gratuitamente nas redes sociais da produção e enviado ao MinC;1 ensaio fotográfico profissional e 1 catálogo digital com informações sobre o elenco, ficha técnica, texto original e adaptação contemporânea, disponível para download gratuito.Ampliar a visibilidade da cultura brasileira e da diversidade, realizando uma campanha de comunicação e assessoria de imprensa conduzida por Vanessa Goulart, neta de Paulo Goulart e NIcete Bruno, pertencendo a uma das famílias de maior tradição no teatro brasileiro, com divulgação em mídias sociais, imprensa cultural, influenciadores e veículos especializados, atingindo público estimado de 500 mil pessoas por meio de conteúdos digitais.Gerar oportunidades profissionais e fortalecimento do setor teatral, gerando renda a cerca de 25 profissionais diretos e indiretos, entre artistas, técnicos, produtores e comunicadores, valorizando a cadeia produtiva da cultura e incentivando práticas sustentáveis de produção.Estimular o debate social e cultural, promovendo, por meio das apresentações e das atividades formativas, reflexões sobre diversidade de gênero, desigualdade, envelhecimento e saúde mental, utilizando a arte como instrumento de empatia, escuta e transformação.Consolidar o legado artístico do texto de Fernando Melo, reconhecendo sua relevância histórica e promovendo sua atualização à luz das discussões contemporâneas, com foco na representatividade e no reconhecimento da arte como espaço de resistência e humanização.

Justificativa

"Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá" é uma das obras mais emblemáticas do teatro brasileiro, escrita por Fernando Melo e imortalizada pela interpretação de Raul Cortez, que marcou época ao unir crítica social, humor e humanidade. Ao revisitar esse clássico em uma nova leitura, o projeto propõe um diálogo entre tradição e contemporaneidade, recuperando a memória de um texto fundamental e atualizando-o à luz das transformações sociais e culturais do século XXI.Nesta adaptação, o personagem original Pedro transforma-se em Pietra, uma mulher transgênero que vive no subúrbio do Rio de Janeiro, carregando consigo o sonho, a solidão e o desejo de reconhecimento. Essa mudança narrativa não é apenas estética — é política e simbólica. Ao trazer a representatividade trans para o centro da cena, o espetáculo amplia o alcance da obra, ressignificando seu olhar sobre identidade, afeto, envelhecimento e pertencimento. Assim, o projeto reafirma o compromisso do teatro com a diversidade, a inclusão e o direito à visibilidade, valorizando corpos e histórias que historicamente foram marginalizados.A nova montagem propõe uma experiência teatral sensível e impactante, que combina drama, humor e poesia, conduzida pela direção de Eliana Fonseca, artista premiada e reconhecida por unir excelência artística e consciência social. A presença de Paula Fernanda (Pietra) e Gabriel Santana (Renato) no elenco traduz o encontro entre gerações e linguagens: ela, com uma carreira sólida e trajetória marcada por verdade cênica; ele, jovem ator de grande alcance popular e engajamento com novos públicos. Essa fusão entre tradição e juventude reforça a proposta de dialogar com diferentes plateias, atraindo tanto o público que conhece o texto original quanto novas gerações interessadas em produções teatrais contemporâneas, diversas e humanizadas.A justificativa deste projeto também se apoia na importância de democratizar o acesso à arte e de promover saúde emocional e empatia por meio da cultura. Em um contexto de crescente desigualdade e individualismo, o teatro cumpre um papel fundamental como espaço de escuta, reflexão e transformação. "Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá" convida o público a se reconhecer nas fragilidades humanas, a compreender a solidão e o envelhecimento não como derrotas, mas como expressões de resistência e sobrevivência. Ao abordar a vida de Pietra e Renato, o espetáculo evidencia as tensões sociais do Brasil urbano e periférico, trazendo à tona discussões sobre exclusão, amor, dependência e afeto em meio à precariedade.Além do valor artístico e temático, a proposta tem relevância pedagógica e social. As ações de democratização do acesso, como apresentações gratuitas, sessões acessíveis com Libras e audiodescrição, oficinas formativas e rodas de conversa, tornam o projeto um instrumento de inclusão efetiva. Tais ações contribuem para a formação de público, para o fortalecimento da economia criativa local e para a promoção de direitos culturais, em consonância com os princípios da Lei Rouanet, do Plano Nacional de Cultura e da Política Nacional de Diversidade e Direitos Humanos.O projeto também se alinha às metas de valorização da memória e do patrimônio imaterial brasileiro, resgatando um texto histórico e reinscrevendo-o no presente com novas camadas de significado. Ao mesmo tempo, promove oportunidades profissionais para artistas e técnicos, fortalecendo a cadeia produtiva das artes cênicas e contribuindo para a sustentabilidade do setor cultural, ainda em processo de recuperação após os impactos da pandemia.A justificativa se apoia ainda na relevância simbólica do título. "Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá" é, por si só, um encontro de mundos: o glamour hollywoodiano e o cotidiano suburbano, o sonho e a realidade, o mito e a sobrevivência. Essa dualidade resume o espírito da obra e seu poder de identificação com o público brasileiro, que se reconhece na mistura de humor e tragédia, delicadeza e resistência. Ao revisitar essa história sob um novo olhar, a montagem reafirma a capacidade do teatro de se reinventar, de questionar e de emocionar.O projeto, portanto, justifica-se por seu duplo compromisso: preservar a memória de um clássico do teatro brasileiro e projetá-lo para o futuro com novas vozes e novas narrativas. Ao unir arte, diversidade e transformação social, "Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá" reafirma o poder do teatro como espaço de resistência, beleza e encontro, contribuindo para o fortalecimento da cultura nacional e para o exercício pleno da cidadania cultural.

Estratégia de execução

O projeto “Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá” reafirma o compromisso da equipe com a valorização do teatro brasileiro e com a atualização de clássicos que permanecem atuais pela força de seus temas e personagens. A nova montagem propõe um olhar sensível e contemporâneo sobre a obra de Fernando Melo, mantendo sua essência poética e social, mas incorporando a representatividade trans e o diálogo com questões urgentes da atualidade — como identidade, pertencimento, saúde mental e empatia.A direção de Eliana Fonseca, profissional premiada e reconhecida por sua trajetória de rigor artístico e sensibilidade humanista, assegura qualidade estética e profundidade na condução do espetáculo. O elenco une experiência e popularidade: Paula Fernanda, com 29 anos de carreira nos palcos, interpreta Pietra com intensidade e delicadeza, enquanto Gabriel Santana, ator de destaque em produções televisivas e digitais, amplia o alcance do projeto junto ao público jovem e às novas gerações de espectadores.A proposta aposta na integração entre arte e responsabilidade social, com ações de democratização e acessibilidade planejadas desde a concepção. Além das apresentações com recursos de Libras, audiodescrição e legendas descritivas, o projeto prevê sessões gratuitas e atividades de formação de público, incluindo debates com o elenco, encontros com estudantes de teatro e distribuição de convites sociais para comunidades periféricas, escolas públicas e coletivos LGBTQIAPN+.Outro diferencial é o cuidado com a memória e difusão cultural. O processo de montagem será registrado em vídeo e fotografia, resultando em um minidocumentário sobre a criação do espetáculo, disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais e para instituições culturais. Essa ação garante a continuidade do alcance da obra, mesmo após o encerramento das apresentações presenciais.Por fim, “Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá” representa uma oportunidade de promover arte com propósito, capaz de emocionar, inspirar e gerar reflexão. Ao mesmo tempo em que revisita um texto consagrado da dramaturgia nacional, a montagem propõe um encontro entre passado e presente, arte e vida, reafirmando o teatro como um espaço de resistência, diálogo e transformação humana.

Especificação técnica

O espetáculo teatral “Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá” será uma montagem contemporânea do clássico texto de Fernando Melo, adaptado para refletir a realidade e os debates atuais sobre identidade de gênero, diversidade e inclusão. O produto final consistirá em um espetáculo teatral completo, com temporada de apresentações presenciais, registro audiovisual e ações de difusão e democratização do acesso.A proposta prevê a produção integral da montagem, abrangendo todas as etapas de concepção artística, técnica e operacional. O projeto será desenvolvido ao longo de 6 meses, sendo 3 meses de pré-produção e ensaios, 2 meses de apresentações públicas e 1 mês de pós-produção e finalização administrativa e audiovisual.1. Estrutura Cênica e Espaço de ApresentaçãoO espetáculo será apresentado no Teatro Rith Escobar, com capacidade média de 375 lugares, garantindo acessibilidade física ao público. O cenário será composto por elementos modulares e versáteis que representam o ambiente doméstico de Pietra, o quarto de pensão e espaços simbólicos que remetem à memória e ao sonho, construídos com materiais leves, resistentes e de fácil transporte. A cenografia privilegiará soluções estéticas minimalistas e simbólicas, permitindo a circulação do espetáculo em teatros de pequeno e médio porte, centros culturais e espaços alternativos.2. IluminaçãoO projeto de iluminação cênica será concebido para reforçar a atmosfera dramática e emocional da peça, alternando entre tons realistas e expressivos. Serão utilizados refletores de LED, Fresnéis e recortes para compor cenas intimistas e transições simbólicas entre realidade e fantasia. O sistema de iluminação contará com mesa digital programável, suportes, garras e dimerização compatível com o rider técnico do Teatro.3. Sonoplastia e Trilha Sonora OriginalA trilha sonora será composta especialmente para esta montagem, dialogando com o universo melancólico e nostálgico de Pietra e com a estética cinematográfica que permeia o texto. A sonoplastia utilizará equipamentos profissionais de áudio, caixas ativas, mesa de som digital e microfones sem fio, garantindo qualidade e clareza sonora. A trilha mesclará composições originais com trechos incidentais que remetem ao glamour do cinema clássico, contrastando com o cotidiano suburbano.4. Figurinos e CaracterizaçãoOs figurinos serão elaborados com base em pesquisa estética sobre o subúrbio carioca, a boemia dos anos 1980 e o imaginário de Hollywood, refletindo a dualidade entre sonho e realidade vivida pelos personagens. As roupas e adereços de Pietra trarão referências de glamour e teatralidade, contrapostas à simplicidade dos figurinos de Renato e Mary. A equipe de caracterização incluirá profissionais de maquiagem e cabelo, com especial atenção à construção visual da identidade trans da protagonista.5. Elenco e Equipe TécnicaO elenco contará com três atores em cena, além da equipe técnica composta por direção, assistente de direção, produção executiva, direção de arte, cenógrafo, iluminador, figurinista, técnico de som e vídeo, fotógrafo, assessor de imprensa e equipe de apoio logístico. Todos os profissionais envolvidos possuem comprovada experiência no teatro brasileiro contemporâneo, garantindo a qualidade artística e técnica da montagem.6. Registro e Documentação AudiovisualDurante o período de apresentações, o espetáculo será registrado em vídeo e fotografia, resultando em um vídeo-documento de 10 a 15 minutos com trechos da encenação, bastidores e depoimentos da equipe. Esse material será utilizado para fins de difusão cultural, registro histórico e prestação de contas, podendo também integrar mostras e festivais de teatro digital.7. Recursos Técnicos e LogísticosOs equipamentos necessários incluem:Estrutura de palco com praticáveis modulares, cortinas e bambolinas;Sistema de iluminação cênica completo (refletores LED, Fresnéis, recortes, dimmers, mesa digital);Sistema de som (caixas amplificadas, mesa digital, microfones, playback e retorno);Transporte e montagem técnica com caminhão leve e equipe de contrarregragem;Figurinos, maquiagem, perucas e adereços.

Acessibilidade

AcessibilidadeA proposta do espetáculo “Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá” reconhece a acessibilidade como um eixo estruturante de sua concepção artística, técnica e social. Mais do que cumprir uma exigência legal, o projeto entende a acessibilidade como princípio ético e estético, buscando garantir o direito pleno à fruição cultural a todos os públicos, independentemente de suas condições físicas, sensoriais, cognitivas ou sociais. Assim, as medidas de acessibilidade foram planejadas em duas dimensões complementares: Acessibilidade Física e Acessibilidade de Conteúdo. 1. Acessibilidade FísicaAs apresentações do espetáculo serão realizadas no Teatro Ruth Escobar, com infraestrutura acessível, atendendo às normas da ABNT NBR 9050 e ao Decreto Federal nº 5.296/2004, que regulamenta a acessibilidade em bens e serviços culturais.Serão observadas as seguintes condições mínimas:Acesso facilitado e nivelado às áreas de público, camarins e palcos, garantindo rampas de acesso, corrimãos e sinalização tátil;Assentos reservados e devidamente sinalizados para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, com áreas para cadeirantes integradas ao público geral, evitando segregação;Banheiros acessíveis adaptados com barras de apoio, portas de maior largura e pias em altura adequada;Rotas acessíveis desde o ingresso no espaço até a área de plateia, incluindo elevadores para pessoas com mobilidade reduzida, pisos antiderrapantes e iluminação de segurança;Sinalização visual e tátil (quando disponível) nas entradas, bilheteria, áreas comuns e sanitários;Prioridade de entrada e assento para pessoas com deficiência, idosos e gestantes, assegurando atendimento humanizado por parte da equipe de produção;Treinamento básico da equipe técnica e de recepção, orientando sobre o acolhimento de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e necessidades específicas de acesso. 2. Acessibilidade de ConteúdoReconhecendo que a acessibilidade também se estende à compreensão e fruição do conteúdo artístico, o projeto desenvolverá ações que ampliem a experiência cultural de pessoas com deficiência auditiva, visual e intelectual, garantindo igualdade de oportunidades no acesso à obra.As medidas previstas são:Sessões com Tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais):Serão realizadas duas apresentações com intérpretes de Libras posicionados de forma visível ao público, garantindo o acompanhamento integral do espetáculo.Os intérpretes serão profissionais especializados em tradução teatral, preparados para lidar com nuances de emoção, ritmo e linguagem artística, assegurando uma experiência estética completa.Material de Comunicação Acessível:Os materiais de divulgação digital (cartazes, posts, vídeos e website) incluirão legendas descritivas e audiodescrição resumida em vídeos promocionais;As publicações em redes sociais trarão descrições textuais (texto alternativo) das imagens e cartazes;O programa digital do espetáculo (catálogo em PDF) será disponibilizado em formato acessível, compatível com leitores de tela.Oficina formativa acessível:A oficina gratuita “Corpo, Voz e Identidade no Teatro Contemporâneo” contará com intérprete de Libras e materiais de apoio acessíveis, assegurando participação inclusiva de pessoas surdas e com deficiência visual, caso no ato da inscrição alunos das oficinas manifestem serem surdos ou deficientes visuaisComunicação e Atendimento Acessíveis:Todos os canais de comunicação do projeto (site, redes sociais, e-mail) trarão informações claras sobre as sessões acessíveis e instruções para reserva de ingressos por pessoas com deficiência, bem como às vagas na Oficina Formativa.;A equipe de produção receberá capacitação básica sobre comunicação inclusiva, garantindo empatia, acolhimento e respeito à diversidade. 3. Compromisso Institucional e Sustentabilidade das AçõesTodas as medidas de acessibilidade física e de conteúdo serão implementadas desde o início da produção, incorporadas ao planejamento técnico e orçamentário do projeto. A equipe se compromete a seguir as diretrizes de acessibilidade cultural do Ministério da Cultura, assegurando a participação de consultores especializados quando necessário.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSOA democratização do acesso é um dos eixos estruturantes deste projeto, que compreende a cultura como um direito de todos e um instrumento de inclusão social, cidadania e diversidade. O espetáculo “Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá” nasce com o propósito de promover o acesso amplo e gratuito ou de baixo custo às artes cênicas, especialmente a grupos historicamente afastados do consumo cultural, ampliando a presença do teatro em territórios periféricos e fomentando o diálogo com públicos diversos em suas identidades, trajetórias e realidades sociais.O projeto propõe ações concretas de democratização cultural em três dimensões principais: acesso econômico, acesso territorial e acesso simbólico.1. Acesso econômico: Para garantir que o fator financeiro não seja um impeditivo, a proposta prevê a realização de sessões gratuitas e sessões com ingressos a preços populares, destinadas prioritariamente a comunidades periféricas, escolas públicas, grupos de terceira idade, coletivos LGBTQIAPN+ e instituições sociais. Um percentual mínimo de 20% da capacidade de público de cada apresentação será reservado a esses grupos, mediante articulação com secretarias municipais de cultura e educação, ONGs, associações comunitárias e centros de referência em direitos humanos. A política de preços acessíveis e convites institucionais será divulgada amplamente, garantindo transparência e alcance real do benefício.2. Acesso territorial: O projeto se propõe a descentralizar o acesso ao teatro, saindo dos grandes centros e alcançando espaços culturais alternativos, como centros comunitários, casas de cultura e auditórios públicos em regiões periféricas. As apresentações, debates e oficinas ocorrerão também em equipamentos culturais de fácil acesso por transporte público, ampliando a circulação do espetáculo e a experiência teatral a públicos que raramente frequentam salas tradicionais. Essa descentralização reforça o compromisso com a interiorização e a regionalização das ações culturais, pilares da Lei Rouanet e das políticas nacionais de cultura.3. Acesso simbólico e representatividade: A montagem atualiza o texto clássico de Fernando Melo para o contexto contemporâneo, substituindo o personagem Pedro por Pietra, uma mulher transgênero, promovendo representatividade e inclusão de identidades diversas no palco. A presença de uma protagonista trans e de uma narrativa que discute temas como gênero, marginalização e afeto amplia o espelho simbólico do público, oferecendo novas referências e questionamentos sobre o lugar das minorias na sociedade. Além disso, serão promovidos debates abertos ao público após algumas sessões, com o elenco, a direção e convidados especialistas (psicólogos, ativistas e artistas), abordando temas como identidade, solidão, envelhecimento e pertencimento. Essas rodas de conversa têm o objetivo de transformar o espaço teatral em um ambiente de escuta, diálogo e construção coletiva de conhecimento.4. Ações formativas e de mediação cultural: Para fortalecer o vínculo entre o espetáculo e a comunidade, serão realizadas oficinas de iniciação teatral, rodas de leitura dramática e encontros com estudantes de escolas públicas, explorando o texto e os temas da peça. As oficinas serão gratuitas, com vagas destinadas prioritariamente a jovens em situação de vulnerabilidade social, educadores e artistas locais. Essas atividades formativas têm caráter de continuidade e buscam despertar o interesse pelo teatro, fomentar a produção artística local e criar novas oportunidades de expressão e pertencimento.5. Comunicação acessível e inclusiva: A estratégia de comunicação do projeto priorizará o uso de linguagem simples, clara e visualmente acessível. As campanhas de divulgação incluirão materiais impressos e digitais acessíveis (como posts com descrição de imagem e vídeos legendados), bem como o uso de redes sociais, rádios comunitárias e parcerias com escolas e coletivos culturais para garantir que a informação chegue a diferentes públicos, inclusive àqueles com baixo acesso digital.6. Parcerias institucionais e comunitárias: O projeto prevê articulação com equipamentos públicos e organizações da sociedade civil voltadas à inclusão e à diversidade, tais como Centros de Cidadania LGBTQIAPN+, CRAS, escolas públicas, grupos de idosos e associações de moradores. Essas parcerias serão fundamentais tanto para a mobilização de público quanto para o acompanhamento das ações de contrapartida social e avaliação de impacto comunitário.7. Democratização na prática artística: A proposta também se compromete com a democratização interna da produção, assegurando oportunidades equitativas na seleção da equipe técnica e artística, com prioridade para profissionais LGBTQIAPN+, mulheres, pessoas negras e de regiões periféricas. Essa política de inclusão na produção reforça a coerência entre discurso e prática, tornando o projeto um exemplo de responsabilidade cultural e social.8. Registro e difusão gratuita: Parte do registro audiovisual do espetáculo e das ações formativas será disponibilizada gratuitamente nas plataformas digitais da produtora e de parceiros institucionais, permitindo que o público de outras regiões tenha acesso ao conteúdo. Esse registro será acompanhado de legendas e interpretação em Libras, ampliando o alcance da obra e contribuindo para a memória e a difusão do teatro contemporâneo brasileiro.

Ficha técnica

Título do Espetáculo: Greta Garbo, quem diria, acabou no Irajá Texto original: Fernando Melo Adequação dramatúrgica: Paula Fernanda CletoProdução Executiva: Francisco Pinto Direção: Eliane Fonseca Assistência de Direção: Márcia Ítalo e Preparação de Elenco Gênero: Comédia dramática / drama social Duração estimada: 60 minutos Classificação indicativa: 16 anos Proponente / Produtora Executora: Kino School Produções Ltda. Proponente / Responsável Legal: Sandra Regina Ap. Sanches Pinto - Diretora de Produção Elenco PrincipalPietra (adaptação de Pedro): Paula FernandaRenato: Gabriel SantanaMary: atríz coadjuvante a ser selecionadaEquipe Criativa e TécnicaIluminação Cênica: César PivettiDireção Musical e Compositor: Sérvulo AugustoFigurino: Paula FernandaCenografia: Jaime PinheiroAssessoria de Imprensa: Vanessa GoulartRegistro Audiovisual (captação e edição): Daniel TrabancaFotografia de Cena e Bastidores: Daniel TrabancaVisagismo: Sandra Sanches

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.