Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto propõe a circulação de 13 shows da Banda Guã e os Mortais, utilizando-se de elementos cênicos numa narrativa fantástica e canções autorais. O trabalho integra beats eletrônicos com arranjos de guitarra, baixo e percussão ao vivo. A narrativa parte de episódios lúdicos sobre a personagem Guã, um ser vindo de outra galáxia que se depara agora com as Falésias do Cabo Branco e as ruas da cidade chamada João Pessoa (PB). Os shows serão apresentados em espaços culturais e educativos da Paraíba, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, visando democratizar o acesso, provocar reflexões e aproximar o público jovem da produção artística local. Além das apresentações, o projeto prevê ações formativas com 5 oficinas de criação como contrapartida.
Guã e os mortais é uma banda que narra em suas canções autorais as experiências de ser um habitante de joão pessoa (pb). é por meio da pc- music, inspirada na mpb, formada por beats e acompanhada com arranjos ao vivo de guitarra e baixo, que as personagens contam a sua história demarcando seu território. As músicas autorais são composições que falam de auto aceitação, desenvolvimento como ser social e valorização da saúde mental. Alguns dos objetivos do projeto é fomentar a cultura local como o centro histórico, bairros com número populacional alto de estudantes da ufpb (castelo branco) e o litoral paraibano. A proposta conta com contrapartidas de formação e lançamento de 4 faixas da banda nas plataformas digitais
Objetivo Geral:Circulação do show Guã e Os Mortais na cidade de João Pessoa, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro, aproximando o público juvenil da cultura paraibana em diálogo com linguagens contemporâneas, promovendo o acesso democrático à arte e estimulando reflexões sobre identidade, pertencimento e diversidade.Objetivos Específicos: Realizar 3 (três) shows na cidade de João Pessoa; Realizar uma (1) oficina criativa em Contação de História na cidade de João Pessoa Realizar 2 (dois) shows na cidade de Belo Horizonte; Realizar uma (1) oficina criativa em Contação de História na cidade de Belo Horizonte Realizar 3 (três) shows na cidade São Paulo; Realizar uma (1) oficina criativa em Contação de História na cidade São Paulo; Realizar 3 (três) shows na cidade Rio de Janeiro; Realizar uma (1) oficina criativa em Contação de História na cidade Rio de Janeiro; Garantir acessibilidade de comunicação em Libras para divulgação e durante as apresentações; Garantir entrada gratuita para todo o público;
O projeto Guã e Os Mortais surge como uma proposta de difusão cultural que articula música autoral e narrativa fantástica para abordar temas essenciais à formação cidadã, como identidade, diversidade, saúde mental e pertencimento. Inspirado nas vivências de ser rescem chegado a cidade de João Pessoa (PB), o espetáculo cria uma ponte entre referências da cultura local e a linguagem pop, possibilitando novas formas de reconhecimento e valorização do território.A personagem Guã fez sua estreia em 2024, durante o Festival Alumiô, em João Pessoa, em apresentações que combinavam o lúdico e o educativo por meio de contações de histórias. O espetáculo recebeu retornos positivos do público infantil, destacando-se por estimular a socialização, o revezamento de turnos e a criação de vínculos afetivos através de números cênicos cooperativos. Paralelamente, o proponente — também cancionista — passou a incorporar o universo de Guã em seus shows musicais, criando ambiências sonoras interativas que ampliaram a experiência sensorial do público. A iniciativa fortalece o vínculo entre crianças, famílias e comunidade, ao mesmo tempo em que democratiza o acesso à arte, cumpre função formativa e reforça a relevância da produção cultural. Essa fusão entre teatro e música esteve presente em festivais como o 3 Fogueiras (2024) e a Bróduei Nordestina (2024 e 2025), promovendo o encontro entre crianças e adultos em uma vivência artística compartilhada e de forte caráter formativo e cultural.Dessa forma, a proposta se alinha diretamente aos princípios da Lei nº 8.313/91:Artigo 1º, inciso I _ ao "facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais", uma vez que todas as atividades são gratuitas e acessíveis em Libras;Artigo 1º, inciso II _ ao "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais", pois envolve artistas, técnicos e criadores paraibanos;Artigo 1º, inciso VII _ ao "estimular a produção e difusão da cultura nacional em todas as suas modalidades", com a integração de música, teatro de sombras e narrativa cênica voltada ao público infantil;Artigo 3º, inciso I _ ao "apoiar e difundir a produção cultural e artística nacional", por meio da circulação de um espetáculo original e de canções autorais;Artigo 3º, inciso III _ ao "garantir o pleno exercício dos direitos culturais", oferecendo acesso gratuito e formação cultural a diferentes públicos;Artigo 3º, inciso IV _ ao "promover a regionalização da produção cultural e artística brasileira", descentralizando a programação em cidades do interior da Paraíba.Assim, o projeto contribui para a democratização do acesso, a descentralização cultural e a valorização das narrativas locais, em plena sintonia com os objetivos do Pronac e com os critérios de avaliação da Lei Rouanet.
2 (dois) amplificadores de guitarra;1 (um) amplificador de baixo;3 (um) filtros de linha para pedais de guitarra e baixo;1 (um) dispositivo (DAW);1 (um) cabo p2 para p10;4 (quatro) microfones. PaginaçãoA banda apresenta um set lista de 16 músicas com duração de 2h de showProposta pedagogicaA proposta pedagógica dialoga com princípios da educação musical (que reforçam o papel da prática coletiva na formação de vínculos sociais), com a neurociência (que aponta os efeitos positivos da arte na plasticidade neural e no desenvolvimento socioemocional), e com metodologias ativas do ensino de artes cênicas, em que o aluno se torna protagonista do processo criativo.O show será a base para as oficinas, articulando teatro de sombras, música autoral e narrativa fantástica. O objetivo é aproximar crianças, jovens e educadores da cultura local, ao mesmo tempo em que se fomenta a criatividade, a expressão individual e coletiva e a consciência sobre identidade, diversidade e pertencimento.As oficinas serão inspiradas na dramaturgia do espetáculo sendo ministradas por profissionais capacitados e atuantes na região sediada. Podendo ser realizada um dos 3 eixos aqui explanados e que serão de gratuito acesso durante os eventos.Oficina de Música – “Os Sons de Guã”Exploração de ritmos regionais (coco, ciranda, maracatu) e fusão com beats eletrônicos.Criação coletiva de pequenas canções inspiradas nos personagens e cenários da narrativa.Exercícios de ritmo corporal e percussão alternativa com objetos recicláveis.Oficina de Cenografia – “Sombras e Galáxias”Construção de elementos cenográficos simples (nave, falésias, animais imaginários) com materiais recicláveis.Introdução ao teatro de sombras: como usar luz, silhuetas e movimento para contar histórias.Estímulo à percepção espacial e à consciência ambiental, reforçando o uso sustentável de materiais.Oficina de Contação de História – “As Aventuras de Guã”Exercícios de narrativa oral e improvisação.Criação coletiva de novos episódios da jornada de Guã.Prática de integração entre voz, gesto e música para fortalecer a expressividade.Etapas de DesenvolvimentoPré-produção (2 meses)Formação pedagógica da equipe de oficineiros.Planejamento metodológico detalhado de cada oficina.Criação de kits pedagógicos (instrumentos recicláveis, moldes para teatro de sombras, caderno criativo).Ensaios e testes das dinâmicas pedagógicas. Produção (1 semana para cada cidade dentro de um período de 3 meses)Realização das oficinas criativas em 10 cidades da Paraíba (João Pessoa, Cabedelo, Santa Rita, Bayeux, Conde, Rio Tinto, Mamanguape, Mataraca, Baía da Traição e Sapé).Cada oficina será associada ao espetáculo, criando relação prática entre assistir e experimentar.Garantia de acessibilidade (intérprete de Libras).Registro audiovisual de todas as ações pedagógicas.Pós-produção (1 mês)Avaliação qualitativa e quantitativa (questionários, depoimentos de alunos e professores, registros fotográficos e audiovisuais).Sistematização das práticas pedagógicas em um relatório de impacto educativo.Produção de um caderno digital pedagógico (com atividades replicáveis por educadores).Planejamento de continuidade: articulação com escolas e secretarias municipais para futuras parcerias.
Acessibilidade Física: Os espaços selecionados para a realização do projeto, dispõem de infraestrutura acessível, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados e vagas exclusivas de estacionamento para pessoas com deficiência.Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Todas as atrações terão acessibilidade em Libras, com atuação conjunta de um intérprete surdo e um intérprete ouvinte. Nesse formato, o intérprete ouvinte fará a tradução em um espaço reservado e bem iluminado na plateia, enquanto o intérprete surdo realizará a tradução artística diretamente no palco, garantindo maior dinamismo e representatividade no processo comunicativo.Acessibilidade Comunicacional: A produção também garantirá que as informações sobre o festival estejam disponíveis em plataformas de fácil acesso à comunidade PcD, assegurando que o público-alvo e suas redes de apoio possam acessar o conteúdo de forma inclusiva
O projeto propõe a realização de uma programação com classificação livre e acessível a todos os públicos, com o objetivo de ampliar a democratização do acesso à cultura. Pretende-se, assim, formar e estimular novas plateias, oferecendo a oportunidade de conhecer artistas e talentos emergentes que, de outro modo, dificilmente estariam disponíveis de forma gratuita. Dessa forma, a cidade será beneficiada com uma experiência cultural enriquecedora, inclusiva e participativa.Em conformidade com o artigo 21 da IN nº 02/2019, serão observados os seguintes critérios:III – disponibilização, na internet, de registros audiovisuais dos espetáculos, oficinas, exposições e demais atividades presenciais, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;VII – realização de ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
Dam Barbosa: Baixo, vocal (homem, branco, LGBT)Dam Barbosa é um artista multidisciplinar paraibano, nascido em Campina Grande e radicado em João Pessoa (PB). Amante da literatura brasileira, chegou a cursar letras, é músico autodidata desde os 16 anos, compositor, designer gráfico e artista visual, unindo linguagem, som e imagem em um trabalho autoral que transita entre a música, a poesia e as artes gráficas. Criador da banda Flotilha em Alta-terra, Dam constrói universos que orbitam o imaginário, o simbólico e o afeto. Sua produção combina referências da cultura nordestina com experimentações contemporâneas, explorando cores, texturas e narrativas que atravessam o real e o fantástico. Eraldo Azevedo: Direção Musical (Homem, branco, LGBT)Eraldo Azevedo atua profissionalmente desde 2015 nas áreas de música e teatro. Trabalha como músico multi-instrumentista, professor, diretor musical, arranjador, preparador vocal e compositor. Atualmente, é graduando em Licenciatura em Música pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Como baterista, participou dos álbuns "Canto da Gente" (2020) de Letícia Aranha e "Reclame da Alma" com a banda Permeia (2022). Criou trilhas sonoras para os filmes "Vínculo" (2024), "Causos do Sertão" (2022), "Alvorada" (2024) e "Três Marias" (2025). No teatro, atuou como diretor musical nas peças "Para Não Dizer Que Não Falei das Flores" (2014), "Os Miseráveis" (2015), "Léo e Bia" (2016), "Mahagonny, a Cidade Arapuca" (2019), "Camisa de Carnaval" (2023), "Primaveras" (2023), "Paixões de Fogueira" (2023), "Paixões em Ruídos" (2022), "Granfinale" (2022) e "Retratos-Fantasma" (2021). Além disso, é autor das peças "O Reino Mágico de Bulhufas" (2023), "Paixões em Ruídos"(2022), "Paixões de Fogueira" (2023) e "Granfinale" (2022). Através do projeto de extensão LAPER (Laboratório de Percussão e Rítmica), apresentou um trabalho no Simpósio da IASPM-AL que aconteceu no Chile no ano de 2023.Henrique Melo: Ator / Compositor / Cancionista (Homem, pardo, LGBT)Iniciou no Ballet clássico como bolsista da Escola Saltarello, foi parte do corpo de baile do Ballet de repertório como Carmen, Giselle nos anos de 2014 e 2015, teve a oportunidade de dançar como solista em musicais como O mágico de Oz (2015), Cinderela(2017), bem como primeiro bailarino em O Lago dos cisnes (2018), Dom Quixote (2018), Romeu e Julieta (2019). Durante o ano de 2019 realizou com seu coletivo (coletivo efêmero) a sua primeira direção no espetáculo de dança “Adeptados” apresentado em 2019 no Teatro Lima Penante. É responsável pela criação da personagem Guã experimentado em banda e em formatos de contação de história desde 2023, membro do grupo de pesquisa em teatro do Cearte, compondo o elenco do espetáculo Lamúrias coordenado pela prof. Celly de Freitas. Venceu a categoria de melhor ator coadjuvante no festival de Bayeux, 2024. Produtor do festival Embuste Paraibano (Evento internacional fomentado pelo Edital “Arte na Bagagem” no estado da Paraíba em 2025, um espetáculo da organização Lampiarte.Italo Mendes: Guitarrista / Vocal (homem, branco)Ator Iniciante e cantor amador nascido e residente de João Pessoa - PB. Iniciei recentemente no teatro com o curso de Teatro Intermediário no Cearte com a professora Celly de Freitas ao mesmo tempo que iniciei o projeto Camisa de Carnaval uma peça musical. No cenário da musica atuo como cantor amador desde 2014 com a banda M.i.n.d de rock autoral e tocamos em pequenos locais e na época o Pogo Pub, participei de outras bandas cover de árticas como System of a down, Rage against the machine, etc. De 2017 a 2019 criei e fiz parte da banda Monkeys on the rocks quando tocamos as musicas da banda Arctic Monkeys, com essa banda tocamos em varios bares de joão pessoa Geek's pub, Vitrola Bar e Studio, Private pub, Vila do Porto, assim como no Central Rock Festival para publicos de mais de 200 pessoas.Jordy Lamarke: Produtor executivo (homem, pardo, LGBT)Ator, cantor, diretor, produtor, dramaturgo e roteirista. É presidente da organização artística Lampiarte e Bacharel em Teatro pela Universidade Federal da Paraíba (2017-2022). Dentre os seus trabalhos mais notáveis como ator estão: “O Despertar da Primavera” (2018-2019), “Lendas do Sertão” (2018) e “Mahagonny - A Cidade Arapuca” (2018- 2022). Trabalhou como diretor de cena nos espetáculos de teatro “O Condenado” (2019), “GrãFinale” (2022), “Paixões Em Ruídos” (2023), “Remissão” (2023) e “Paixões de Fogueira” (2024-Atualmente). Como produtor, desenvolveu os projetos da “Mostra Semana Cênica 2019” e da “I Mostra Lamparina de Teatro Infantil” (2023). Coordenou os festivais da Bróduei Nordestina, que conta com três edições realizadas até o momento (2022, 2023 e 2024) e o “Festival Roliúde Queer”, que conta com uma edição até o momento (2024). Como dramaturgo escreveu as peças “Paixões Em Ruídos” (2023), “A Chegada de Dionísio ao Olimpo” (2023) e “Paixões de Fogueira” (2024).Sissa Gonçalves: Figurinista (mulher, 60+)Atriz em formação, com cursos na Atos Blam, Funesc e CEARTE- PB já concluídos (2022), atualmente membro do grupo de pesquisa em teatro do CEARTE-PB e componente das montagens premiadas em festivais do município em grupos formados pelos alunos da Funesc (“Cidade Cão desde 2023), da Cia de Teatro Encena (“Pense num Fuá desde 2024) e do Desacerto Coletivo (“ O Mar é o Mesmo”).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.