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PRONAC 2511266Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Maria da Luz - Circulação São Paulo

CAIS DAS ARTES PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 582,3 mil
Aprovado
R$ 582,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2026-08-03
Término
2027-08-03
Locais de realização (6)
Assis São PauloCampinas São PauloIndaiatuba São PauloLimeira São PauloPiracicaba São PauloRibeirão Preto São Paulo

Resumo

O projeto visa a difusão e democratização do acesso ao teatro para o público infantil e adulto, através da circulação do espetáculo MARIA DA LUZ. Além disso, nossas ações propõem levar a esse mesmo público uma reflexão sobre nossa relação predatória da natureza e formas alternativas de sustentabilidade. A acessibilidade ao público PCD (LIBRAS e audiodescrição) é parte essencial da nossa proposta.

Sinopse

Maria da Luz conta a história de Tokonar, um vilarejo sem luz elétrica, isolado entre as montanhas da cordilheira, onde, por um golpe do acaso (ou não), nasce uma menina com um dom muito particular: emanar luz pelos olhos!Quando a falta de querosene e a promessa mal fadada da instalação de luz elétrica atingem o povoado, apenas a luz dos olhos de uma criança pode ser a salvação de toda uma comunidade.

Objetivos

OBJETIVO GERALNosso projeto tem como objetivo principal a difusão e democratização da arte teatral para o público infantil e adulto, levando uma reflexão da relação entre humanidade e natureza, e como coexistir de maneira sustentável através da circulação do espetáculo MARIA DA LUZ da Cia dos Náufragos.OBJETIVOS ESPECÍFICOS- 10 apresentações gratuitasdo espetáculo teatro infantil, MARIA DA LUZ, da Cia dos Náufragos por municípios do interior SP. Público estimado: 3.000 pessoas.- 3 mediações pedagógicas pelos municípios visitados junto a alunos e educadores rede pública de ensino que assistirão ao espetáculo- Disponibilização de transporte gratuito para o trajeto do público escolar.

Justificativa

Nossa proposta pretende contribuir com a difusão e democratização do acesso da população brasileira aos produtos culturais de qualidade, fomentando discussões, reflexões e experiências sobre diversos assuntos de relevância pública. Além disso, fortalece a cena do teatro no interior paulista, região de alta produção cultural de qualidade mas com pouco recursos para manutenção de projetos artísticos.O projeto conta com ações variadas que atingem um universo complexo de atores sociais culturais e geram reflexão e desdobramentos relacionados à importância desta integração e o desenvolvimento da produção de Artes Cênicas no Brasil. Promove-se impactos sociais, profissionais, culturais e econômicos. O projeto enquadra-se nos incisos I, II, III, IV, V, VI, VIII e IX do primeiro artigo da Lei de Incentivo à Cultura (Lei 8313/91) uma vez que promove e difunde ações culturais de forma majoritariamente gratuita, amplamente divulgada e acessível; fomenta a economia criativa do estado de São Paulo; promove intercâmbios culturais; Fortalece a cadeia da produção cultural brasileira. Desta maneira, contribui com os objetivos previstos no artigo 3º da Lei de:Fomentar a produção cultural e artística por meio da difusão de produções artísticas e das ações de intercâmbio entre coletivos culturais;Estimular o conhecimento dos bens e valores culturais através de apresentações artísticas gratuitas. Para a plena realização das atividades e objetivos do projeto MARIA DA LUZ - CIRCULAÇÃO SÃO PAULO, os recursos advindo da Lei de Incentivo à Cultura se fazem necessários, oferecendo possibilidades equilíbrio as condições desbalanceadas entre produções artísticas do interior de São Paulo em relação a capital do estado; proporciona a efetivação de ações de caráter gratuitos e com transporte para uma parcela do público menos assistidos; contratação de recursos de acessibilidade LIBRAS e audiodescrição, expandindo os esforços de inclusão cada vez maior da população PCD; e por fim a contratação justa de uma equipe qualificada.A coletânea "As Três Marias", uma trilogia de contos breves, escritos pelo artista uruguaio radicado no Brasil, Rafael Curci, que têm em comum não só o nome de suas protagonistas _ Maria da Luz, Maria d'Água e Maria da Sombra _ como os estranhos acontecimentos que marcam seus destinos no instante em que elas nascem. As três histórias ocorrem em diferentes povoados "esquecidos" da América do Sul. Influenciado pelo realismo fantástico de Gabriel Garcia Marquez, Adolfo Bioy Casares e Cortázar dentre outros, Rafael Curci traz em sua escrita a fantasia e a ludicidade como características centrais. A partir de elementos estéticos advindos da cultura popular, como a parábola, a oralidade, os mitos, etc., o autor visa discutir temas essenciais à formação não só da criança mas do ser humano, tais quais o medo, a mudança, os sonhos, os vínculos."Maria da Luz", primeiro livro da trilogia, conta a história do vilarejo de Tokonar. Sem luz elétrica, isolado entre as montanhas da cordilheira, lá nasce como um milagre, Maria da Luz, uma menina que emana luz pelos olhos. Quando a falta de querosene e a promessa malfadada da instalação de luz elétrica atingem o povoado, apenas a luz dos olhos de uma criança pode ser a salvação da comunidade. Curci resgata diversos elementos ligados a culturas tradicionais dos povos latino americanos, que vão desde formas narrativas - fluência da contação oral, a forma da parábola, as personagens típicas - à mitologia e cosmologia dessas culturas ancestrais, especificamente aqui as sociedades andinas. A esse modo de vida estão ligados diversos valores: a comunidade como centro da vida social e o fazer coletivo como medida, que consequentemente gera um sentimento de solidariedade entre os membros dessa coletividade por serem e se sentirem parte de uma grande totalidade, e um contato mais íntimo e estreito entre ser humano e natureza. A vida social coletivizada também gesta uma relação mais comunal com o ambiente, o indivíduo não como consumidor, mas parte integrante dessa natureza. Essas questões, abordadas no livro, serão enfatizadas na montagem do espetáculo destacando a importância da coletividade, da solidariedade e da relação com a natureza. Os personagens do vilarejo de Tokonar, dividem o trabalho e os cultivos produzidos pela terra, gerando e compartilhando suas riquezas. O conflito acontece com o aparecimento de um "vendedor de luz" e suas promessas de "progresso e desenvolvimento" para Tokonar. A obra também conta com as ilustrações da artista Ana Muriel, que nas palavras de Mia Couto, "não são realmente ilustrações ao serviço do texto, antes são outros textos em diálogo com a história". Ilustrações que não apenas complementam a narrativa escrita mas sim estabelecem um diálogo entre as diferentes linguagens produzindo novas sínteses de significados. Com inspirações nas estética construtivistas e nas assemblages cubistas, a artista utiliza-se da colagem e da pintura como elementos para reproduzir o espírito lúdico da narrativa. Muriel constrói figuras que desmontam e remontam a partir de figuras geométricas simples e que simulam movimentos, uma simbologia que remete também à construção imaginativa da criança. Além disso, a paleta de cores incorpora todo o clima da noite, mas com um apelo agradável , transformando a escuridão num local convidativo de exploração e criação do desconhecido. Portanto, na nossa montagem visamos traduzir toda potência poética e conteúdo crítico da obra de Curci e Ana Muriel para a linguagem teatral a partir das linhas de pesquisa e trabalho cênico do interesse da Cia. nos seus 10 anos de existência: a investigação acerca das formas do teatro popular, seus mecanismos, técnicas e poéticas (ex: a máscara, o teatro de bonecos, o uso da narrativa, teatro de rua, etc) e estudo sobre as possibilidades do uso da música como escrita cênica.

Estratégia de execução

https://youtu.be/Ph7RCCVfq_Y - gravação do espetáculo na íntegra

Especificação técnica

Espetáculo Maria da Luz: O espetáculo foi criado a partir do livro homônimo de Rafael Curci e utiliza diferentes técnicas teatrais ao longo de sua narrativa: máscaras expressivas, teatro de sombras, manipulação de bonecos e música ao vivo Gênero: teatro musical infantil Classificação etária: livre Duração: 50 minutosContrapartida Social:A contrapartida social será realizada em duas etapas. Na primeira, 4 mediadores culturais visitam escolas públicas de ensino (infantil e/ou fundamental) para iniciarem a mediação conversando com os alunos e professores sobre as temáticas, técnicas cênicas e o teatro onde será a apresentação. Na segunda etapa, as crianças e professoras vão ao teatro - o projeto prevê a locação de 4 ônibus por cidade - para assistirem ao espetáculo. Na terceira e última etapa atores/atriz e diretor fazem um bate-papo no teatro com os mediadores, professoras e alunas.

Acessibilidade

A equipe de acessibilidade do projeto contará com uma coordenadora de acessibilidade - que irá coordenar as contratações da equipe, as divulgações e contatos direcionados ; e uma produtora especialmente dedicada aos contatos com instituições e mapeamento de público Def para divulgação direcionadaACESSIBILIDADE FÍSICA: Todas as apresentações serão realizadas em teatro que possuem itens que permitem a acessibilidade física, bem como lugares reservados para pessoas com deficiência e mobilidade reduzidaA Acessibilidade de CONTEÚDORealizaremos em todas as cidades, pelo menos uma sessão com audiodescrição e com interpretação em libras.

Democratização do acesso

Todas as apresentações serão gratuitas e contarão com ampla divulgação nas cidades onde acontecerão. Teremos produtoras locais para articulação com públicos específicos e para ampliar a comunicação do projeto. Além disso, em todas as cidades teremos uma apresentação em horário especial, para contemplar alunos de escolas públicas. Faremos parcerias com as secretarias de educação nas cidades para que os alunos e alunas possam comparecer às apresentações. Para tal, ofereceremos transporte e uma profissional especializada para realizar a mediação entre os alunos, as temáticas e as técnicas artísticas do espetáculo.

Ficha técnica

Produção: Cia dos NáufragosProdução Adminitrativa: Cais das Artes Produções CulturaisDireção: Moacir FerrazElenco: Cristiane Taguchi, Esteban Alvarez, Miguel Damha e Renan VillelaDramaturgia: Cristiane Taguchi, Miguel Damha e Moacir Ferrazlivremente inspirado no livro Maria da Luz de Rafael CurciCoordenação de produção: Cristiane TaguchiTrilha sonora original: Esteban Alvarez, Renan Villela e Bruno CabralCenografia: Thalia CastroCenotécnica: Buenos CenáriosBonecos: Érico DamineliFigurinos: Laura FrançozoMáscaras: Ateliê Lu AntunesAdereços: Graziele Garbuio e Julio dos TamboresDesenho de Luz: Eduardo BrasilGênero: teatro musical infantilClassificação etária: livreDuração: 50 minutosA Cais Das Artes será responsável pela produção administrativa/financeira e prestação de contas do projeto: será responsável pelas contratações, pagamentos, controle de fluxo de caixa, elaboração da prestação de contas e comunicação com o Mininstério.Moacir Ferraz (diretor) é Bacharel em Artes Cênicas e Mestre em Artes pela Unicamp. Integrante da Boa Companhia, de Campinas, de 1993 a 2016. Participou dos principais festivais nacionais de teatro, além de temporadas em diversos lugares do Brasil e do exterior, atuando, dirigindo e orientando cursos para atores. “Primus”, “Mr. K e os artistas da fome”, e “Cartas do Paraíso”, são alguns dos trabalhos sob a direção de Verônica Fabrini. “Primeiras Estórias” e “Esperando Godot” foram dirigidos por João das Neves e Marcelo Lazaratto. Dirigiu “Vai e Vem, de Becket”, e “A Cantora Careca, de Ionescu”, em montagens de formatura da Unicamp, onde foi professor de expressão vocal. Já atuou como docente também nos cursos de teatro da USP e da Unesp, em São Paulo. Criou e dirigiu, com a cantora Ieda Cruz, o show de música e poesia “Outros Cantos”, premiado pela Secretaria de Cultura de Campinas. Adaptou e dirige a peça “Agda” e a intervenção poética “Passagens”, contempladas pelo PROAC, com Grupo Matula Teatro, Com a Cia dos Náufragos, de Campinas, adaptou e dirige a peça “A Ilha Desconhecida”, contemplada com PROAC de primeiras obras, em 2015. Em 2019 integrou o elenco da peça infantil “As Formidáveis”, que fez temporada de estreia no Sesc Bom Retiro, São Paulo. Adaptou textos e dirigiu várias montagens na Escola de Artes Augusto Boal, em Hortolândia, entre 2019 e 2020. Cristiane Taguchi é atriz, gestora e produtora cultural, professora e pesquisadora de teatro; é mestra e bacharela em Artes da Cena pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Integra a Cia dos Náufragos desde 2014 como atriz, gestora e produtora. Atualmente também é gestora e produtora do Coletivo Caju Cultura, da Cais das Artes Produções Culturais e da Sorella Produções Artísticas. Já trabalhou com diversos diretores e diretoras como Mário Santana, Verônica Fabrini, Marcio Tadeu, Sara Lopes, Loi Lima, entre outros; e já se apresentou em diversos festivais e projetos pelo Brasil, cabendo destacar: ; FRINGE – Festival de Teatro de Curitiba; FITUB – Festival de Teatro Universitário de Blumenau; Circuito EstradaFora - com Teatro de Tábuas – Campinas/SP; Projeto O Livro Mágico – circuito BA - b2a Produções; Festival de Inverno de Paranapiacaba;; Feverestival – Festival Internacional de Campinas, entre outros. Foi convidada pelo Sesc Campinas a atuar no projeto Corpos em Quarentena e da primeira edição do projeto Crie como quem Luta - do Coletivo Caju Cultura. Em 2022 estreou seu primeiro espetáculo solo Crônicas de Uma Vida Anunciada, que tem direção de Graziele Garbuio.Renan Villela Alves é Bacharel em Artes Cênicas e Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP/SP, e artista gráfico. Atua em espetáculos teatrais, dublagem e design motion. Na dublagem emprestou a voz a produções como RuPaul 's Drag Race, Queer Eye; desenhos como O Mundo de Greg, Final Space, Rick and Morty, entre outros. Participou das montagens Idéias fora de Lugar - 2012, direção Mateo Bonfitto; Macbeth - 2012, direção Verônica Fabrini; Assim é se lhe parece - 2013, direção Isa Kopelman; O Casamento do Pequeno Burguês, de Bertold Brecht, 2013, direção Luiza Zaidan. Em 2014 fundou a companhia de teatro Cia. dos Náufragos e em 2016 estreou o espetáculo da cia A Ilha Desconhecida - 2016, direção Moacir Ferraz; em 2022 estreou o espetáculo Destroca Esteban Alvarez é ator e músico, chileno, Mestre em Artes da Cena pela UNICAMP/SP (2014) pesquisando sobre o trabalho do ator e as emoções. Formou-se Licenciado em Atuação pela Pontificia Universidade Católica do Chile (2005) e durante os anos 2006-2010 foi integrante da companhia Shakespeare & Co, montando os espetáculos “Ricardo III”, “Macbeth”, “Titus Andrónicus” e “Julio César”. No Brasil, como ator e músico, tem trabalhado em parceria com a Boa Companhia, o Grupo Matula Teatro e a Cia. Dos Náufragos. Com a Boa Companhia participou das montagens “Um Artista da Fome (2012), “Na Galeria” (2012), “Uma Opereta Barata” (2014) e “Banho e Tosa” (2015). Atualmente, faz parte da peça “A Ilha Desconhecida” da Companhia dos Náufragos e também é baterista e compositor nas bandas: Sr. Macaco, Namoradeira e Lucy Bananas.Miguel Damha é Bacharel em Artes Cênicas e Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Atua como ator, diretor de teatro e produtor cultural. Dentre as principais espetáculo que trabalhou estão “Tará Bão de Sar” direção: Marcos Tadeu e “Antígona” direção: Verônica Fabrini; “As presepadas de Damião” direção: Mário Santana; “Casamento do pequeno burguês” direção: Luiza Zaidan . É integrante da Cia dos Náufragos, atuando nas peças “A Ilha Desconhecida” direção: Moacir Ferraz, “Contos para enganar a morte” direção: Miguel Damha e “Destroca” direção: Moacir Ferraz.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.