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O Setor Carnavalesco Sul 2026 consiste na realização de um Carnaval de rua em Brasília, promovendo cinco dias de festa popular gratuita, com estrutura, segurança, limpeza e programação musical diversificada. A iniciativa valoriza manifestações culturais locais, artistas independentes e o uso do Setor Comercial Sul como polo cultural e democrático de acesso à arte.
O Setor Carnavalesco Sul 2026, com classificação livre, é uma celebração da cultura de rua de Brasília. Durante cinco dias, o Setor Comercial Sul se transforma em palco para manifestações carnavalescas, blocos, fanfarras e performances artísticas.Mais do que um evento, é uma plataforma cultural que celebra a autodeterminação da folia, o direito à cidade e a potência criadora do povo.
Objetivos Gerais - Realizar 5 dias de evento carnavalesco no Setor Comercial Sul, com expectativa de 50 mil pessoas no total; - Contratar artistas e grupos de música regional e instrumental, como fanfarras, choros e formações populares, para integrar a programação do Setor Carnavalesco Sul 2026. A ação amplia a representatividade da produção musical brasileira e valoriza práticas tradicionais ligadas à cultura popular;- Oferecer estrutura completa (palcos, banheiros, segurança, brigadistas, limpeza e acessibilidade);- Viabilizar a participação de blocos e artistas locais, gerando oportunidades de emprego e renda;- Viabilizar a participação de três artistas de reconhecimento nacional, com o objetivo de ampliar a visibilidade e o alcance cultural do projeto;- Promover 1 palestra sobre Carnaval como ação de contrapartida social, com público estimado de 100 pessoas;- Desenvolver e difundir conteúdos audiovisuais em plataformas digitais, garantindo acesso gratuito e ampliando a divulgação e o alcance do projeto junto ao público.
Brasília, cidade jovem e em constante formação simbólica, tem no Carnaval de rua uma de suas expressões culturais mais legítimas e vibrantes. O Setor Carnavalesco Sul, que chega à sua 7ª edição, representa um dos principais marcos dessa transformação, consolidando-se como uma das maiores manifestações populares do Distrito Federal.Resultado de um movimento que articula artistas, produtores, coletivos e trabalhadores da cultura, o projeto reafirma a importância da ocupação dos espaços públicos como forma de democratizar o acesso à arte, fortalecer a economia criativa e celebrar o pluralismo cultural brasileiro. Nesse contexto, o Setor Carnavalesco Sul se tornou referência em festas gratuitas, inclusivas e de caráter comunitário, ampliando o protagonismo cultural da capital do país.O Setor Carnavalesco Sul realiza, desde 2018, o Carnaval de rua no Setor Comercial Sul, em Brasília. O projeto transforma o território em um polo cultural e de economia criativa, com programação gratuita, estrutura completa e ampla participação popular.A iniciativa consolidou o Setor Comercial Sul como principal ponto de concentração do Carnaval brasiliense, reunindo dezenas de blocos, artistas e trabalhadores da cultura. Em 2020, o evento registrou cerca de 50 grupos e mais de 100 mil pessoas, confirmando sua relevância para a cultura popular do Distrito Federal.O projeto mantém compromisso com a inclusão social e a diversidade, contratando e promovendo a participação de pessoas LGBTQIA+, pretas, periféricas, trans e com deficiência. Também adere a campanhas de enfrentamento à violência e ao assédio, fortalecendo o caráter seguro e acessível do evento. O Setor Carnavalesco Sul é uma ação cultural consolidada, de interesse público e impacto social comprovado, que contribui para o fortalecimento do Carnaval de rua e da identidade cultural de Brasília.O projeto utiliza o Mecanismo de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991) por sua relevância pública e impacto social, enquadrando-se nos incisos I, III, IV, V, VI, VIII e IX do Art. 1º, ao:- Garantir o acesso gratuito e democrático à cultura;- Apoiar e difundir manifestações culturais e criadores locais;- Preservar o patrimônio imaterial e os modos de fazer e viver da sociedade brasileira;- Estimular a produção cultural de valor simbólico e educativo.Atende ainda aos Art. 3º, incisos II (fomento à produção cultural e artística) e III (preservação e difusão do patrimônio popular e histórico), consolidando o Setor Comercial Sul como território de inovação, convivência e memória carnavalesca.O projeto inclui apresentações de música regional e instrumental por sua relevância cultural e adequação ao Art. 18, §3º, inciso c da Lei Rouanet, que contempla o apoio à música erudita, instrumental ou regional. A presença desses grupos fortalece o caráter formativo e popular do evento, valoriza artistas locais e incentiva a manutenção de repertórios que fazem parte da identidade cultural brasileira. O objetivo é garantir diversidade sonora e promover o acesso gratuito à produção musical de qualidade.Inspirado pelo Manifesto Carnavalesco de 2025, o projeto defende a Alegria do Povo, a Mironga da Arte, a Confiança na Luta e o Mistério da Terra — princípios que reforçam a cultura de rua como bem simbólico e patrimônio coletivo de Brasília. Assim, o Setor Carnavalesco Sul é mais do que uma festa: é um ato de resistência cultural, pertencimento e construção da identidade da capital do Brasil.
O evento contará com infraestrutura, incluindo palcos, sistemas de som e iluminação de qualidade, banheiros químicos, posto médico, sinalização de segurança e equipe técnica especializada para garantir a excelência na produção. Haverá também segurança privada em conjunto com o suporte operacional do Governo do Distrito Federal, assegurando o bem-estar e a integridade de todos os participantes.O projeto compromete-se a seguir o planejamento de acessibilidade, tornando o evento democrático, inclusivo e acessível a todos os públicos, com estruturas e comunicação acessível. Além disso, serão realizadas articulações com os órgãos públicos distritais para garantir suporte logístico, de segurança e transporte, fortalecendo a integração entre poder público e iniciativa cultural.A programação contará com blocos locais, DJs, fanfarras, artistas de reconhecimento nacional e atividades de inclusão social e educativa, reafirmando o caráter plural e participativo do projeto. Todas as etapas de produção seguirão práticas de sustentabilidade alinhadas aos princípios ESG (ambiental, social e de governança), promovendo responsabilidade ambiental e impacto social positivo durante a realização do evento.
O projeto conta com consultoria especializada em acessibilidade, responsável por planejar e supervisionar todas as medidas voltadas à inclusão do público. O evento utiliza a infraestrutura existente do Setor Comercial Sul, que possui rampas de acesso e vias niveladas, complementadas por adaptações indicadas pela consultora.O plano de acessibilidade inclui:• Sinalização tátil e materiais em braile distribuídos nos pontos de maior circulação;• Monitores capacitados nas áreas de entrada, deslocamento e atendimento prioritário;• Intérpretes de Libras em todas as apresentações e atividades de fala;• Cadeiras de rodas disponíveis para uso temporário e pontos de apoio para pessoas com mobilidade reduzida;• Tapadores de ouvido e áreas de descanso sensorial para pessoas com hipersensibilidade auditiva;• Banheiros adaptados e sinalizados próximos às áreas de público e palcos;• Croqui de acessibilidade com a localização dos equipamentos e recursos de inclusão.As ações garantem acessibilidade física, comunicacional e sensorial, assegurando a participação de todas as pessoas em igualdade de condições.
O Setor Carnavalesco Sul 2026 será totalmente gratuito e aberto ao público, assegurando o acesso irrestrito à programação artística e às atividades oferecidas durante os cinco dias de evento. Todas as ações serão realizadas em espaço público — o Setor Comercial Sul — área central de Brasília e de fácil acesso por transporte coletivo, ampliando o alcance junto a diferentes públicos e territórios da cidade.A iniciativa reafirma o caráter popular, inclusivo e democrático do Carnaval de rua, promovendo uma experiência cultural acessível a todas as pessoas, independentemente de classe social, gênero, raça, idade ou condição física. Além das apresentações artísticas e da estrutura de grande porte, o projeto prevê transmissão online de trechos da programação e divulgação digital gratuita dos conteúdos audiovisuais produzidos, garantindo que o público possa acompanhar e interagir com as ações mesmo à distância.Como contrapartida social, será promovida uma discussão pública sobre o Carnaval e sua importância cultural, também gratuita, contribuindo para a formação e a ampliação do debate sobre as expressões artísticas populares. Dessa forma, o Setor Carnavalesco Sul consolida-se como um espaço de encontro, celebração e democratização efetiva do acesso à cultura no Distrito Federal.
1. NOME: Agência Cultural No Setor (Caio Dutra Salomão Dias)Função no Projeto: ProponenteItem da Planilha Orçamentária: Diretor de ProduçãoCaio Dutra é produtor cultural, sócio da Com Licença Produções e fundador do Instituto Cultural e Social No Setor. Desde 2015, lidera o movimento de ocupação cultural do Setor Comercial Sul (Brasília). É idealizador de projetos como Setor Carnavalesco Sul, Setor Criativo Sul, Feira No Setor, Escola Carnavalesca e Setor de Capacitação Social. Atuou também na produção de eventos como Festival Criolina, Brasília Design Week, Festival Brasil é Terra Indígena e Semana dos Povos Indígenas do Estado do Pará.2. NOME: Mídia IndígenaFunção no Projeto: Custos AdministrativosItem da Planilha Orçamentária: Custos AdministrativosA Mídia Indígena é um coletivo pioneiro da comunicação indígena no Brasil, atuando há quase uma década na valorização das culturas originárias. Fundada em 2015, consolidou-se como a primeira associação de comunicação indígena do país, reunindo jornalistas, cineastas, fotógrafos, designers e ativistas de diferentes biomas. Produz conteúdos audiovisuais, coberturas jornalísticas e campanhas de conscientização, com atuação estratégica em eventos e forte presença digital. Com mais de 200 mil seguidores nas redes sociais, é referência na comunicação indígena no Brasil e em eventos internacionais.3. NOME: Paula RiosFunção no Projeto: Diretora-GeralItem da Planilha Orçamentária: Diretora-GeralPriscila Tapajowara é indígena do povo Tapajó (Santarém-PA), cineasta, fotógrafa e diretora geral do projeto. Graduada em Produção Audiovisual, foi reconhecida em 2023 como uma das 100 latinas mais comprometidas com a ação climática. Dirigiu obras como “Ãgawaraita”, “Tapajós Ãgawaraitá”, “Os Waros de Upaon Açu” e “The River”, além de atuar em produções como “Arapyau: Primavera Guarani” e “Sou Moderno, Sou Índio”. Participou de exposições no Brasil, Escócia e Alemanha. É presidente da Mídia Indígena e vice-presidente do Instituto Território das Artes (ITA).4. NOME: Hony SobrinhoFunção no Projeto: Diretor de ComunicaçãoItem da Planilha Orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveisHony Riquison Sobrinho é comunicador, produtor cultural e artista, nascido em São Félix do Xingu (PA). Fundador do coletivo artístico Distrito Drag, atuou na coordenação de comunicação da Apib e colaborou na criação do Ministério dos Povos Indígenas. Trabalha com comunidades LGBTI, indígenas e campesinas. É formado em Agroecologia e possui extensões em Teatro Político e Dramaturgia. Atua em produção cultural, assessoria de comunicação e projetos de impacto sociocultural.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.