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PRONAC 251128Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

EM NOME DA MÃE

ALESSANDRA REIS 27 PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 1,27 mi
Aprovado
R$ 1,27 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-04-30
Término
2026-03-02
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Temporada de apresentações do monólogo "Em Nome da Mãe", encenado e escrito por Suzana Nascimento, cujo texto é inspirado na obra de Erri de Luca e a direção é de Miwa Yanagizawa. Serão realizadas 64 sessões, das quais 32 serão no Rio de Janeiro e 32 em São Paulo, durante o ano de 2025 e com venda de ingressos. A indicação etária será de 16 +. A previsão total de público é de 32.000 espectadores. O período total de execução do projeto será de 10 meses, cujo início será a partir de o 1º semestre do ano de 2025.

Sinopse

PRODUTO Espetáculo de Artes Cênicas (principal): Espetáculo de Teatro Em Nome da Mãe | Realização de temporada de 64 sessões, 5ª à domingo, do monólogo “Em Nome da Mãe”, distribuídas entre 32 apresentações no Rio de Janeiro (2 meses) e 32 apresentações (2 meses) em São Paulo. Haverá venda de ingressos. A indicação etária é de 16 +. PRODUTO Contrapartidas Sociais (secundário): OFICINA CULTURAL | Realização da oficina “TEATRO: Encenando o Papel da Ancestralidade Feminina”, no Rio de Janeiro e em São Paulo, por meio de jogos teatrais lúdicos. A oficina será gratuita e destinada à instituições do ensino médio e demais instituições abertas ao público, cujo perfil de atendimento seja o de pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

Objetivos

Objetivo Geral: Formação de plateia para as Artes Cênicas com ênfase para o formato monólogo. Formação de plateia para as Artes Cênicas por meio de obra intelectual, como referência para o desenvolvimento do ser humano. Fomentar a consciência da transversalidade da cultura. Fomentar a produção artístico cultural feminina. Fomentar a reparação e a equiparação profissional para a mulher na produção cultural. Fomentar o desenvolvimento de dramaturgia nacional feminina; Fomentar a desconstrução das barreiras de gênero. Fomentar a reflexão sociocultural. Objetivo específico: Realização de temporada de 64 apresentações do monólogo "Em Nome da Mãe", encenado e escrito por Suzana Nascimento, cujo texto é inspirado na obra de Erri de Luca e a direção de Miwa Yanagizawa. Para tanto, serão realizadas 2 temporadas com 32 sessões no Rio de Janeiro (2 meses) e 32 apresentações em São Paulo (2 meses). Os nomes dos teatros serão definidos durante a execução do projeto. Contudo, a previsão é que o espetáculo seja encenado em espaços com a capacidade média de 500 espectadores. Haverá comercialização e a indicação etária é de 16 +. Estima-se um total de 32.000 espectadores ao longo de toda a temporada. AÇÃO FORMATIVA: em cumprimento ao Art. 49, § 2º, inciso II da Seção IV - das Contrapartidas Sociais, Instrução Normativa MinC nº 23/2025 "oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e OFICINAS; ou" (grifo), a atividade de Ação Formativa oferecida, será uma oficina, para a promoção e formação de redes para o fortalecimento do setor criativo, caracterizada pela troca de conhecimento, assim definida, neste Plano de Execução: Oficina de Teatro: realização da oficina denominada "TEATRO: Encenando o Papel da Ancestralidade Feminina", ministrada pela atriz e dramaturga do espetáculo, "Em Nome da Mãe", Suzana Nascimento. DESENVOLVIMENTO: será um encontro com 3 horas de duração, no qual a ministrante provocará, por intermédio de jogos teatrais lúdicos, o papel do feminino personificado na dramaturgia, o qual evidencia o protagonismo de uma atriz. PÚBLICO ALVO: a oficina será oferecida gratuitamente para estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Serão pessoas oriundas de escolas da rede pública do ensino médio ou de instituições que atendam pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, tais como: grupos de apoio à mulher, círculos de mulheres, coletivos ou movimentos que promovam a união, a sororidade e o empoderamento feminino. Faixa indicativa: 16 +. Em cumprimento ao disposto no § 1º do Art. 49 da IN MINC Nº 23/2025, a quantidade de pessoas beneficiárias cumprirá ao MÍNIMO exigido, sendo oferecidas 45 vagas na cidade do Rio de Janeiro e 45 vagas na cidade de São Paulo. Dependendo da disponibilidade de cada instituição convidada, esse número poderá se elevar, ao teto, do máximo permitido pelo normativo (500 pessoas), reunindo as duas cidades. A oficina será realizada no próprio teatro. O período total de execução do projeto será de 10 meses, cujo início será a partir de o 1º semestre do ano de 2025, concluindo-se no primeiro semestre de 2026.

Justificativa

"Em Nome da Mãe" é um projeto relevante e profundo por abrir reflexões sobre os comportamentos patriarcais que atravessaram o tempo e perduram até nossos dias, sendo um convite para um olhar contemporâneo e feminino sobre uma história milenar. A peça traz à luz nuances e contradições que moldaram a condição das mulheres ao longo dos séculos. No centro desse movimento está a figura de Maria, cuja imagem romântica de uma santa perfeita e silenciosa é desconstruída. A proposta é humanizá-la, apresentá-la em plena metamorfose diante das opressões e do silenciamento daquela que tem apenas seis falas em toda a Bíblia. No espetáculo "Em Nome da Mãe", ao se apropriar de sua história (até então escrita por homens), Maria expõe sua força e resiliência, enfrentando limitações impostas às mulheres da época, espelhando tantas "Marias" da atualidade. A relevância deste projeto reside também na colaboração para a construção de uma sociedade mais equilibrada e menos limitadora. Através do poder transformador da arte, o projeto acolhe todos os gêneros nessa discussão, contribuindo para um mundo mais igualitário, comprometendo-se em ser uma voz ativa nessa jornada. A história de Miriam (seu nome em hebraico) ecoa nas mulheres comuns de hoje, lutando contra a injustiça e a intolerância em um mundo que ainda as oprime. Esta peça desafia a lógica patriarcal, abrindo espaço para a narrativa feminina e desvendando os paralelos entre o passado e o presente. Ao trazer à tona questões contemporâneas, como as leis que perpetuam a submissão e a violência contra as mulheres, a peça nos confronta com a urgência de repensar e reestruturar nossas relações sociais, pois o machismo enraizado, ainda encontra amparo em leis e comportamentos atuais. "Em Nome da Mãe" é uma obra de relevância cultural, social e histórica, com potencial de apontar setas para um futuro mais equilibrado entre gêneros, onde a voz e o poder das mulheres sejam valorizados e respeitados. É uma chamada para a reflexão, a compreensão e a transformação. Artisticamente, ao propor uma experiência estética inspiradora, o espetáculo pretende traduzir o contraste de um imaginário feminino delicado e ao mesmo tempo forte e potente, conectado à força da terra. Com uma concepção cênica que mescla tecnologia em contraste com a rusticidade de elementos naturais, a peça contrapõe a imagem mítica da santa (frágil, construída, coberta pelo véu) e a mulher de carne e osso (real, aterrada em seus desafios concretos e sua potência). O monólogo "Em Nome da Mãe" é o que há de mais genuíno no que tange ao feminino: além da desconstrução de arquétipos, trata-se de uma produção FEMININA: A Atriz, A Concepção, A Diretora, A Cenógrafa, A Figurinista e A Diretora de Produção à frente de a gestão de uma produção cultural premiadíssima: 16º Prêmio APTR | MELHOR ATRIZ; 16º Prêmio APTR | MELHOR DIREÇÃO; 16º Prêmio APTR | MELHOR MÚSICA e 16º Prêmio APTR | MELHOR ESPETÁCULO. Para que possamos exaltar a singularidade deste coletivo FEMININO, dimensionando-o à Cena Cultural Brasileira, a Lei Rouanet, por intermédio de o Incentivo Fiscal Federal, torna-se a principal agente empreendedora da equidade do feminino, na conquista da produção cultural. Agrega-se também ao projeto, o fato de que por meio de a Lei Rouanet, uma gama de profissionais de Cultura e Arte -diretos e indiretos- poderá garantir sua territorialidade em prol de sua permanência e no seu desenvolvimento no mercado cultural das Artes Cênicas. Enquadrando-se, portanto, nos incisos I, II, III, IV, V, VII, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8.313/1991. E no que se refere aos objetivos alcançados pelo Art. 3º, esclareço: inciso II, alínea "c".

Estratégia de execução

PROPOSTA DE ENCENAÇÃO | EM NOME DA MÃE: Longe do viés religioso, a obra investiga a situação de uma adolescente grávida, pobre, não casada, numa sociedade patriarcal e machista, num país ocupado por forças militares estrangeiras. A trama central é baseada na experiência da personagem Maria de Nazaré, na qual narra em primeira pessoa, a sua história, contemplando o período de sua gravidez. Maria é desmitificada e colocada no centro da sua própria história – até então contada por homens - permitindo a criação de um novo ponto de vista sobre uma figura tão emblemática: uma mulher lutando contra o preconceito da sociedade. A encenação quebra e reconstrói a quarta parede, num fluxo de mudanças de espaços e tempos. E múltiplos personagens são interpretados pela atriz. A direção de Miwa Yanagizawa é atenta e detalhista, criando o contraste de um imaginário feminino delicado e ao mesmo tempo forte e potente, conectado à força da terra. Cenicamente o espetáculo utiliza recursos contemporâneos e tecnológicos, em contraste com a rusticidade dos elementos naturais e a delicadeza de partes do cenário. Projeções, com as quais a atriz se funde, criam imagens oníricas, de memória e sonho, além de permitir que a personagem contracene consigo mesma, com sua imagem no passado e no futuro. A música é um elemento muito marcante do espetáculo e conta com a participação de várias vozes femininas, aludindo à divindades e a toda uma ancestralidade, com texturas que caminham por registros diversos: angelicais, viscerais, étnicos e poderosos, criando diferentes atmosferas, reunindo cordas, vozes e percussão, com referências a ritmos árabes e afrobrasileiros. A encenação traduz o contraste entre a imagem mítica da santa: frágil, construída, coberta pelo véu e a mulher de carne e osso: real, aterrada em seus desafios concretos, sua potência e seu crescimento. Com foco nas semelhanças entre as leis do passado e muitas práticas atuais.

Especificação técnica

Espetáculo de Teatro “Em Nome da Mãe”: serão 64 sessões, distribuídas entre o Rio de Janeiro/RJ e São Paulo/SP. Considera-se a previsão de seleção de espaço com 500 lugares: Rio de Janeiro | 500 lugares (32 apresentações x 500 = 16.000 expectadores); São Paulo | 500 lugares (32 apresentações x 500 = 16.000 expectadores), a previsão é de um total de 32.000 pessoas beneficiárias. Ação Formativa - Oficina “Teatro: Encenando o Papel da Ancestralidade Feminina”: a realização do produto de Contrapartida Social, cumpre a exigência do normativo MinC nº 23/2025, no que tange ao disposto no Art. 49 em que as pessoas beneficiárias da ação, por intermédio de oficina de teatro, contendo jogos teatrais lúdicos, dialogará sobre o papel das personagens femininas, personificado na dramaturgia. A duração de cada encontro será de 3 horas, sendo um encontro no Rio de Janeiro e outro em São Paulo, totalmente gratuito. Público alvo: escolas da rede pública do ensino médio ou instituições que atendam pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Será realizado 1 (uma) oficina de teatro por cidade, atendendo cada qual, 45 pessoas beneficiárias: (45 x 2 cidades = 90 beneficiárias). A carga horária total será de 6 horas. Faixa indicativa: 16 +.

Acessibilidade

O projeto cumpre as medidas de acessibilidade, de comunicação e divulgação acessíveis, preconizadas pelo Art. 42 da Instrução Normativa MinC nº 23 de 2025, assim compatíveis com o seu objeto: A acessibilidade física fica assegurada em seu amplo atendimento, tendo em vista que os teatros selecionados para receber a montagem, já estão dotados para o cumprimento de todas essas exigências, relevando reiterar, contudo, o disposto no § 1º do Art. 42 do supracitado normativo. No que tange à fruição de conteúdo, a produção do projeto se compromete a contratar serviços especializados em acessibilidade (em conformidade com o disposto no Art. 23 do normativo) para o planejamento e execução de medidas, assim definidas: materiais informativos, promocionais e de divulgação em formatos acessíveis; audiodescrição; libras; legendagem eletrônica e a disponibilização de monitoria especializada para o atendimento de pessoas com deficiência física, auditiva, visual e cognitiva, bem como na reserva de assentos nas primeiras fileiras da plateia, para esse mesmo público e acompanhante. A atividade de Ação Formativa também receberá acessibilidade, conforme tratativas realizadas junto às instituições de ensino contempladas pela mesma. Esclareço ainda que o projeto irá cumprir os requisitos dos incisos II e III do Art. 42, no que se refere ao aspecto comunicacional para a fruição de conteúdo e a divulgação, em consonância com o disposto no Art. 23 da IN MINC Nº 23/2025, no que diz respeito ao material de divulgação, exigido pelo Art. 42.

Democratização do acesso

O projeto cumpre as medidas de democratização (e ampliação) de acesso, determinadas pelos artigos 46 e 47 da Instrução Normativa MinC nº 23 de 2025, no que tange ao produto Espetáculo de Artes Cênicas, assim definidas: Conforme consta no Plano de Distribuição de Produto Cultural, as sessões do espetáculo cumprirão as medidas de democratização do acesso, conforme o disposto no Art. 46 da I.N. MinC nº 23/2025, em todos os percentuais exigidos nos incisos I, II, III e IV, bem como fica assegurado o cumprimento dos incisos I, II e III do § 2º, e o cumprimento dos §§ 3º (valor máximo do ingresso a R$ 80,00) e 4º, do mesmo artigo. No que se alude ao cumprimento do perfil de público beneficiado pelo inciso III do Art. 46, “10% (dez por cento) para distribuição gratuita com CARÁTER SOCIAL OU EDUCATIVO [...]” (grifo), os ingressos gratuitos informados no Plano de Distribuição de Produto Cultural atenderão ao perfil de público definido pelo Art. 48, do mesmo normativo. COMPLEMENTAÇÃO DE CONTRAPARTIDA (Art. 47, I.N. MinC nº 23/2025): dentre as alternativas designadas pelo artigo em referência, em seu inciso V: “realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ENSAIOS ABERTOS, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;” (grifo), o projeto se compromete a realizar GRATUITAMENTE, 2 (dois) ensaios abertos, sendo 1 (um) em cada uma das DUAS cidades. ESCLAREÇO POR FIM, que todo o meio de divulgação referente à democratização de acesso ao espetáculo, receberá o tratamento de publicização, garantindo equidade no direito de acesso à informação e ao projeto como um todo.

Ficha técnica

Equipe Técnica: Direção Cênica: Miwa Yanagizawa. Concepção, Dramaturgia e Atuação: Suzana Nascimento. Direção de Arte, Figurino e Cenografia: Desirée Bastos. Direção de Movimento: Denise Stutz. Iluminação: Hugo Mercier. Trilha Sonora Original: Federico Puppi. Participações Especiais – em OFF (voz cantada) das Cantoras: Rita Beneditto, Kacau Gomes, Mari Blue, Fernanda Santanna e Alexia Evellyn. Percussão – em OFF: Marco Lobo - Voz da Mãe e Irene Pereira do Nascimento. Design Gráfico: Raquel Alvarenga. Fotografias: Elisa Mendes e Júlio Ricardo. Idealização: Suzana Nascimento e Federico Puppi. Equipe de Produção: Diretora de Produção: Alessandra Reis. Coordenadora de Produção: Suzana Nascimento. Produtor Executivo: Horlan Gentil. Assistente de Produção: Wesley Cardozo (o nome da segunda pessoa será confirmado durante a execução do projeto). Assessoria de Imprensa e Gestão de Rede Social: Vanessa Cardoso. BIOS (resumidas): Ficha Técnica, Equipe Técnica e Equipe de Produção | os principais. Releva notar que na aba "Anexar documentos", consta o portfolio da Entidade Proponente, conforme o arquivo “Proponente ALESSANDRA REIS 27 PRODUCOES ARTISTICAS LTDA.pdf”. SUZANA NASCIMENTO: atriz, dramaturga e diretora, com 20 anos de carreira | Melhor Atriz APTR 2022 por “Em Nome da Mãe” (em audiovisual); Melhor Atriz na FITA e Cena Contemporânea 2014, por “Calango Deu!”, dir. Isaac Bernat; Melhor Elenco na FITA 2023 por “Julius Caesar – Vidas Paralelas”, dir. Gustavo Gasparani - 35 anos da Cia. dos Atores; MIWA YANAGIZAWA | vencedora dos Prêmios de Melhor Direção APTR 2022, por “Em Nome da Mãe” on-line; Prêmio Shell 2019 por "Nastácia"; dirigiu "Iago" (indicação ao Shell de Melhor Ator 2019). DESIRÉE BASTOS | desde 2002 atua em teatro, dança, vídeo, ópera e artes plásticas. Trabalhou com diretores como Carla Camurati, Pablo Maritano, Fernando Bicudo, Adriano Garib, Felipe Vidal, Georgette Fadel, Isaac Bernat, Ivan Sugahara, João Fonseca, Lázaro Ramos, Paulo de Moraes, Thierry Trèmouroux e Vinícius Arneiro; expôs o cenário da peça “A Inquietude no World Stage Design em Cardiff”, Reino Unido 2013; expôs o trabalho “Cena para um Figurino na Quadrienal de Praga” 2011; indicada aos Prêmios APTR 2022 por “Em Nome da Mãe” on-line; Prêmio Zilka Salaberry, por “A menina Edith e a Velha Sentada” 2013. ALESSANDRA REIS | foi Coordenadora de Artes Cênicas da Secretaria Municipal de Cultura/RJ (na primeira gestão do prefeito Eduardo Paes), sendo: articuladora da implementação dos editais de fomento à cultura e de ocupação, inauguração das Arenas, Teatro Ipanema e Cidade das Artes; é diretora de produção do espetáculo “Ficções” (desde 2022), monólogo premiado com a atriz Vera Holtz; direção de produção de “Malala - a Menina que Queria ir para a Escola” (2018/2019), “O que é que ele tem?”, com Louise Cardoso (2018/2019), “Recital da Onça”, com Regina Casé (2019), entre outros; à frente da empresa Alessandra Reis 27 Produções Artísticas Ltda, realiza o Festival da Lua Cheia (2015 a 2023) e Ativação Cultural Itaguaí (2018 a 2023). HORLAN GENTIL | Horlan Gentil é designer e produtor cultural com experiência de 20 anos em produção criativa (moda; figurino; carnaval; teatro; cinema) trabalhando para marcas como Cantão; Farm; Animale; Osklen entre outras. Foi Superintendente de Cultura e Sociedade em Itaguaí, onde implementou ações para o cumprimento da lei 10/639 (Cultura Afro nas Escolas da Rede Pública). Foi produtor executivo do projeto Rotas e Redes Literárias, onde reformulou o design de 40 salas de leitura da rede pública de ensino em Mangaratiba. Há seis anos atua como coordenador artístico e produtor do projeto sociocultural Ativação Cultural Itaguaí. É cofundador do Instituto Mazomba. VANESSA CARDOSO | Com vasto conhecimento na área cultural, caracteriza-se pelo planejamento estratégico minucioso e o atendimento personalizado que realiza com cada um de seus clientes. A jornalista Vanessa Cardoso, referência no mercado de entretenimento, onde opera há 20 anos, seu escritório se destaca também pela transparência, solidez e credibilidade no relacionamento com seus parceiros e a imprensa. Com portfólio diferencial, reúne uma extensa seleção de nomes e projetos, inseridos nos mais variados setores culturais (artes visuais, cinema, dança, eventos, literatura, música, teatro e televisão): Adriana Calcanhotto, Milton Nascimento, Maria Bethânia, João Gilberto, Marco Nanini, Marieta Severo, Renata Sorrah, Wagner Moura, Deborah Colker, Pina Bausch, Bob Wilson, João Falcão, Claudio Botelho & Charles Möeller, Felipe Hirsch, Adriana Varejão, Beatriz Milhazes, Antony Gormley, Anima Mundi, BMW Jazz Festival, Prêmio da Música Brasileira, Fifa Fan Fest, Tim Festival, Circuito Cultural Banco do Brasil, PercPan...

Providência

PROJETO ARQUIVADO.