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Projeto de formação artística para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, com oficinas de improvisação teatral, maquiagem cênica e musicalização infantil. As atividades acontecerão três vezes por semana, com metodologia própria voltada à escuta, aceitação e criatividade. A proposta contempla três aulas semanais durante o semestre letivo por um ano e culmina em mostras do processo, acessíveis, com foco em democratização cultural. Estrutura modular permite execução com orçamento parcial já confirmado.
1. Oficinas de Teatro de Improviso, Maquiagem Cênica e Musicalização InfantilAs oficinas formativas têm como objetivo desenvolver a expressão artística, a escuta ativa e a criatividade de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. As oficinas contemplam amplamente temáticas como — teatro de improviso, maquiagem cênica e musicalização —, as atividades acontecerão semanalmente durante dois ciclos de 4 meses, promovendo o contato com jogos teatrais, práticas de caracterização de personagens e vivências musicais a partir da cultura popular brasileira. A proposta utiliza a metodologia “Jogo da Cena”, criada por Ian Soffredini, que trabalha a espontaneidade, o corpo, a escuta e o coletivo como ferramentas de cena e de vida. As oficinas são abertas, acessíveis e inclusivas.Classificação indicativa: LivreLinguagens envolvidas: Artes Cênicas, Música e Artes Visuais (maquiagem)Formato: Presencial, com estrutura modular2. Apresentações de EncerramentoAo final da formação, será realizada uma apresentação aberta ao público com os participantes das oficinas. As cenas apresentadas serão fruto das vivências em improviso teatral, da criação de personagens com maquiagem e figurino e da prática musical. As apresentações ocorrerão em espaços comunitários com estrutura acessível, intérprete de Libras, material de divulgação inclusivo e reserva de vagas para pessoas com deficiência e outros públicos prioritários. O foco está na valorização do processo criativo, na alegria compartilhada e na ocupação simbólica e concreta dos espaços culturais da comunidade.Classificação indicativa: LivreLinguagem predominante: Teatro de Improviso com intervenções musicaisFormato: Espetáculo comunitário / cena-espetáculo / livre adaptação3. Registro Audiovisual e DifusãoSerão produzidos vídeos curtos registrando as apresentações e os processos criativos vividos pelos participantes, com legendas descritivas e linguagem acessível. O conteúdo será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais do projeto, e os vídeos também serão entregues ao patrocinador e às instituições parceiras. A intenção é ampliar o alcance da ação, valorizar a memória coletiva do território e inspirar outras comunidades a replicarem experiências semelhantes.Classificação indicativa: LivreFormato: Vídeo de registro.Acessibilidade: Legenda descritiva.
Objetivo GeralPromover o acesso à formação artística de qualidade por meio de oficinas regulares de improvisação teatral, maquiagem cênica e musicalização infantil, voltadas a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social no bairro Jardim Canadá II, em Nova Lima (MG), visando ao desenvolvimento da criatividade, da expressão e do senso coletivo, com apresentações abertas e acessíveis ao final de cada ciclo.Objetivos EspecíficosRealizar 2 ciclos formativos com duração de 4 meses cada, totalizando 8 meses de atividades ao longo do projeto.Oferecer, semanalmente, dois encontros por dia, 3 dias por semana, totalizando 6 oficinas semanais. Cada oficina com duração média de 1h30, distribuídas entre os eixos teatro de improviso, maquiagem cênica e musicalização infantil.Formar 3 multiplicadores locais por meio de um treinamento presencial intensivo e mentorias mensais remotas.Atender, por oficina: cerca de 30 crianças e adolescentes da comunidade, contabilizando mais de 1000 participações ao longo do projeto.Aplicar a metodologia "Jogo da Cena", com foco em escuta, aceitação, criatividade e expressão, adaptando-a à realidade local.Promover 2 mostras de encerramento com estrutura acessível (Libras, espaço reservado, cotas para público prioritário), gratuitas, livres e abertas à comunidade.Garantir estrutura modular, permitindo a execução com parte do orçamento já captado, e expansão proporcional a novos aportes.Realizar atividades em espaço seguro e acolhedor, em parceria e com apoio de moradores locais.Documentar e relatar os resultados obtidos, registrando o impacto formativo, social e cultural junto ao público participante e comunidade envolvida.
Este projeto de formação artística será realizado no bairro Jardim Canadá II, localizado no município de Nova Lima (MG), uma comunidade extremamente desprovida de acesso à cultura, a equipamentos públicos de lazer, entretenimento e a oportunidades de formação profissional. A região sofre com diversas intempéries, especialmente, com a vulnerabilidade social.Diante da ausência de políticas culturais continuadas e da carência de espaços seguros para o desenvolvimento de crianças e adolescentes, o projeto surge como uma resposta concreta e urgente, oferecendo oficinas gratuitas de improvisação teatral, maquiagem cênica e musicalização, fundamentadas em metodologias afetivas e participativas.Por seu caráter formativo, artístico e social, o projeto se encaixa no Art. 18 da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), podendo contar com 100% de incentivo fiscal, uma vez que contempla a área de artes cênicas, com foco no teatro como instrumento de transformação social, expressão individual e construção coletiva.A realização do projeto depende do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, sendo esta a única via viável de financiamento diante do perfil socioeconômico da comunidade e da natureza do projeto, que não visa retorno comercial, e sim impacto cultural, formativo e comunitário.A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91:I _ Estímulo à formação cultural;II _ Estímulo à produção cultural;IV _ Desenvolvimento da cultura nacional e regional;VII _ Garantia do pleno exercício dos direitos culturais.E atende aos objetivos descritos no Art. 3º, especialmente:I _ Contribuir para a formação cultural do indivíduo e da sociedade brasileira;II _ Garantir a todos o pleno exercício dos direitos culturais;III _ Apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais;V _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;VII _ Priorizar o apoio aos projetos culturais com fins educativos e informativos.Além disso, a estrutura modular da proposta permite a realização com orçamento parcial já confirmado, viabilizando sua implementação mesmo em caso de captação parcial, e possibilitando expansão conforme entrada de novos patrocinadores. A aplicação dos recursos seguirá os critérios de acessibilidade, formação de público e prestação de contas conforme a Instrução Normativa MinC nº 23/2025.Dessa forma, o uso da Lei de Incentivo à Cultura se mostra absolutamente necessário e justificado, garantindo a realização de um projeto de forte impacto social e cultural, especialmente em um território carente de políticas públicas, onde o acesso à cultura se apresenta não como luxo, mas como reparação, dignidade e direito humano fundamental.
Este projeto nasce do compromisso com a democratização do acesso à cultura, especialmente em territórios impactados por crises socioambientais e historicamente negligenciados pelas políticas públicas. O bairro Jardim Canadá II, localizado em Nova Lima/MG, é um desses territórios: uma comunidade periférica afetada direta e indiretamente pelo rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, carente de equipamentos culturais e oportunidades de desenvolvimento artístico para crianças e adolescentes.A equipe do projeto reúne profissionais experientes nas áreas de formação, arte-educação e gestão cultural, com destaque para Ian Soffredini, criador da metodologia “Jogo da Cena”, que possui mais de 18 anos de atuação como ator, diretor, dramaturgo e formador. A formação de uma equipe técnica local também assegura a continuidade do impacto para além da duração formal da proposta.O projeto prevê ainda ações de acompanhamento e escuta ativa da comunidade, buscando construir relações duradouras com os moradores e identificar possíveis caminhos de continuidade, seja por meio da replicação do modelo, seja por parcerias futuras com redes culturais locais e escolas públicas.Por fim, a proposta se destaca por sua natureza inclusiva e integradora, promovendo um encontro entre diferentes linguagens artísticas (teatro, música e maquiagem), acessível a todos os públicos, sem pré-requisitos técnicos, de forma lúdica e transformadora.Importante destacar que esta é a segunda edição do projeto, cuja primeira realização já contou com aprovação e prestação de contas na Lei Rouanet, devidamente analisada e aprovada pelo Ministério da Cultura. Esse histórico comprova a seriedade da equipe proponente, a transparência na gestão dos recursos e a viabilidade da execução, reforçando a credibilidade da proposta junto aos patrocinadores e ao público beneficiado.Acreditamos que esse projeto contribui para o fortalecimento da cidadania cultural e para a formação de novas referências simbólicas e afetivas para os participantes — especialmente aqueles que, até hoje, foram excluídos do direito de criar, experimentar e ocupar o espaço artístico com liberdade e alegria.
Produto: Curso de Iniciação Artística com Ênfase em Teatro de Improviso, Maquiagem Cênica e Musicalização InfantilCarga horária total: 144 horas/aula Formato: Presencial, com 6 encontros semanais de 1h30 cadaDuração: 16 semanas consecutivas.Número de aulas por semana: 6 aulas.Classificação indicativa: LivreProjeto PedagógicoO projeto pedagógico tem como base a metodologia “Jogo da Cena”, criada por Ian Soffredini, com foco na espontaneidade, na escuta ativa e na construção coletiva da cena. O conteúdo é dividido em três núcleos complementares:Teatro, Improviso e Criatividade Aplicação de jogos de improviso inspirados nas técnicas de Keith Johnstone e Viola Spolin, desenvolvendo os pilares do improviso: Sim, Aceitação, Escuta e Generosidade, com foco em presença cênica, trabalho em grupo e criatividade.Maquiagem e Pintura ArtísticaIntrodução à maquiagem teatral com foco na expressão facial e na caracterização de personagens. Os alunos aprendem desde a preparação da pele até a construção de personagens cômicos e expressivos, como o palhaço.Música e Musicalidades Musicalização por meio de práticas musicais, com ênfase em gêneros da música popular brasileira, as dinâmicas são escolhidas com base em sua acessibilidade vocal e relevância cultural.Materiais Didáticos e TécnicosKit básico de maquiagem teatral por participante (esponja, pincel, paleta de cores, base, pó compacto, batom, lenços).Materiais de apoio para a realização das oficinas.Instrumentos de percussão acessíveis (pandeiros, tambores, agogôs, claves).Equipamento de som básico para o dia da apresentação (caixa amplificada, microfone, cabo auxiliar)Caderno didático para o professor(impresso e digital), com atividades de registro, exercícios de expressão e trilhas musicais indicadasEspaço adaptado com recursos de acessibilidade (rampa móvel, cadeira extra, sinalização visual) e aluguel de cadeiras (cerca de 100 cadeiras).Mostra de processoAo final do ciclo, será realizada uma apresentação pública com a mostra do processo dos participantes, em formato de cena-aula-espetáculo, reunindo as linguagens trabalhadas. As apresentações terão estrutura acessível, com intérprete de Libras, sinalização inclusiva, e convites físicos e digitais com linguagem acessível. Serão também produzidos vídeos de registro com legendas descritivas, a serem distribuídos nas redes sociais do projeto.
Este projeto entende a acessibilidade como um valor central, e não como um item complementar. Por isso, serão adotadas medidas que promovam a participação de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, tanto na fruição quanto no acesso ao conteúdo artístico-formativo.Acessibilidade FísicaAs mostras do processo acontecerão em espaço com fácil acesso e entrada em nível (sem degraus), com possibilidade de adaptação de sala para a circulação de cadeirantes. Acessibilidade de ConteúdoA equipe prevê a adoção de diferentes medidas para garantir que o conteúdo das oficinas e das apresentações finais seja compreendido e acessível a públicos diversos:Intérprete de Libras nas apresentações públicas de encerramento;Legenda descritiva em vídeos de registro e divulgação (quando houver);Descrição oral das cenas durante as apresentações, sempre que possível, como forma de facilitar a fruição para pessoas com baixa visão;Caso haja recursos adicionais captados, o projeto prevê a inclusão de:Visita sensorial ao espaço cênico antes da apresentação para pessoas cegas ou com baixa visão;A inclusão será tratada com cuidado ético, escuta ativa e diálogo com as famílias e instituições locais, assegurando não apenas presença, mas participação efetiva e digna.
A proposta prevê a gratuidade total em todas as suas ações, garantindo acesso universal e prioritário para moradores do bairro Jardim Canadá II, em Nova Lima (MG), território de alta vulnerabilidade social e carente de políticas públicas culturais permanentes. As oficinas formativas em teatro de improviso, maquiagem cênica e musicalização serão abertas à comunidade, com inscrição presencial e apoio das instituições locais, como a Creche São Judas Tadeu, que atuará como ponto de contato e mobilização.Além das atividades regulares, o projeto prevê as seguintes ações complementares para ampliar o alcance e a democratização do acesso:Apresentações públicas gratuitas ao fim de cada ciclo, com espaço reservado para pessoas com deficiência, público idoso e familiares dos participantes. Os espetáculos ocorrerão em locais acessíveis, com medidas de acessibilidade física e de conteúdo já descritas.Priorizar a participação nas oficinas e eventos para pessoas com deficiência, crianças de famílias de baixa renda e atendidas por instituições sociais da região.Registro audiovisual de algumas aulas e das mostras de processo, com produção de vídeos curtos com legendas descritivas, que serão divulgados gratuitamente nas redes sociais e em plataformas abertas.Divulgação com flyers e cartazes, bem como impulsionamento nas caras atendidas.Todas essas estratégias têm como objetivo garantir que o projeto atinja públicos diversos, inclusive aqueles que historicamente foram excluídos da produção e fruição cultural, alinhando-se ao compromisso da Lei nº 8.313/91 com a valorização do acesso, da descentralização dos recursos e da promoção da diversidade cultural.
Ficha TécnicaAtividade da Proponente e Dirigente A instituição proponente, Jornaleiro Participações e Serviços Teatrais Ltda., sob direção de Ian Soffredini, será responsável pela coordenação geral, concepção pedagógica e curadoria artística do projeto Jogo da Cena – em Formação. Ian coordenará as etapas formativas, a aplicação da metodologia “Jogo da Cena” e o acompanhamento dos educadores, assegurando a coerência pedagógica, artística e social das ações junto à comunidade. Principais ParticipantesIAN SOFFREDINI – Direção Geral e Coordenação Pedagógica Ator, diretor e educador com mais de 20 anos de experiência em teatro e improvisação. Criador da metodologia Jogo da Cena, aplicada em formações artísticas em São Paulo, Minas Gerais e Goiás, com mais de 3.000 alunos beneficiados. Dirigiu espetáculos como Espontânea, Não Tem Xícara e Haroldo, e coordenou mostras como Mostra Espontânea (ProAC/SP) e o Festival Improvisorama (2024). Sua atuação se destaca pela integração entre improvisação, escuta e transformação socialPORTFOLIO IAN S..ALÍCIA IGNÁCIO – Assistente de Direção e Produção Executiva Atriz, produtora e pesquisadora de improvisação teatral. Atua ao lado de Ian Soffredini na coordenação da Escola Jogo da Cena, colaborando na direção de espetáculos e na produção de festivais e oficinas como o Improvisorama (2024) e as Imersões de Improviso em Goiás (2023-2024). É responsável pela organização pedagógica e apoio criativo às mostras e formações do projetoPORTFOLIO IAN S..HELENA MARQUES – Educadora de Teatro e Palhaçaria Atriz, palhaça e brincante formada pelo Teatro Universitário da UFMG. Atua no Instituto HAHAHA e em diversos projetos voltados à infância, juventude e comunidades tradicionais. Tem experiência em palhaçaria relacional, máscaras teatrais e teatro popular, com passagens por grupos como Cia. Candongas e Armatrux. Foi indicada ao prêmio de Melhor Atriz no Festival Nacional de Passos de Minas e dirigiu o projeto Cadernos de Helena (Fundação Helena Antipoff, 2023)Helena Marques 2025.EQUIPE PEDAGÓGICA COMPLEMENTAREducadores Locais: 3 profissionais de teatro, música e maquiagem cênica, atuando como facilitadores das oficinas;Produtor Local: apoio à logística e mobilização comunitária;Assistente de Produção: acompanhamento de cronograma, registros e relatórios;Audiovisual: responsável pelo registro e edição dos materiais formativos e mostras.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.