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O Cortejo Olodum Orquestra Percussiva — Pré-Carnaval de São Paulo 2026, de caráter de intercâmbio cultural, traz o Grupo Olodum para uma programação de seis dias com oficinas, vivências de dança e um grande cortejo musical no centro da cidade. O projeto visa à promoção da igualdade racial, ao fortalecimento da identidade afrocentrada nas manifestações de carnaval e à ativação do pertencimento como patrimônio imaterial. A iniciativa valoriza a cultura afro-baiana, promove bem-estar e saúde coletiva e reafirma São Paulo como território de diversidade, inclusão e celebração memorial.
O Cortejo Olodum Orquestra Percussiva — Pré-Carnaval de São Paulo 2026 é um espetáculo de arte pública e celebração afro-brasileira que une música, corpo, ancestralidade e cidade. Inspirado na trajetória do Grupo Olodum, o projeto apresenta uma programação de seis dias gratuitos, composta por oficinas formativas, vivências coletivas de dança afro-brasileira, rodas de mediação cultural e o grande cortejo percussivo nas ruas centrais de São Paulo, que marca o ponto alto do evento.A obra combina música percussiva afro-baiana, dança popular e performatividade urbana, transformando o espaço público em palco de convivência, bem-estar e pertencimento. O cortejo é conduzido por 50 integrantes do Grupo Olodum, referência mundial em samba-reggae e cultura afro-diaspórica, acompanhados por educadores, intérpretes de Libras e equipe de acessibilidade.Cada produto do projeto se articula como parte de um processo pedagógico e estético integrado:Oficinas Formativas de Percussão e Canto Afro-Baiano: Atividades educativas ministradas por mestres do Olodum, com base na metodologia Corpo e Tambor, abordando fundamentos rítmicos, canto coletivo e ancestralidade musical. Classificação indicativa: Livre.Vivências Coletivas de Dança Afro-Brasileira: Encontros abertos que promovem expressão corporal, consciência rítmica e integração comunitária, valorizando o corpo como território de memória e liberdade. Classificação indicativa: Livre.Rodas de Mediação Cultural e Encontros Formativos: Espaços de diálogo com artistas, mestres e pesquisadores afro-baianos e paulistas sobre identidade, economia criativa e pedagogias de resistência. Classificação indicativa: Livre.Cortejo Musical – Olodum Orquestra Percussiva: Grande desfile performático com trio elétrico, alas de percussão e canto coral afro-baiano, que percorre as ruas do centro de São Paulo, culminando em um show-síntese. Classificação indicativa: Livre.Documentação e Difusão Digital: Produção de vídeos acessíveis (com Libras, legendas e audiodescrição) e catálogo digital ilustrado com textos, imagens e QR Codes, ampliando o alcance educativo e memorial do projeto. Distribuição gratuita e livre.O Cortejo Olodum Orquestra Percussiva afirma o tambor como verbo e o corpo como instrumento de liberdade, transformando o som em ponte entre Salvador e São Paulo, tradição e contemporaneidade, arte e transformação social. Classificação indicativa geral: Livre para todos os públicos.
OBJETIVO GERAL: Promover um intercâmbio cultural, artístico e formativo entre Bahia e São Paulo, por meio da música percussiva e da dança afro-brasileira, valorizando o patrimônio imaterial afro-baiano, fortalecendo a identidade negra e periférica e garantindo acessibilidade cultural e inclusão social durante o período pré-carnavalesco paulistano.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:1) Realizar um grande cortejo público com o Grupo Olodum;2) Oferecer oficinas de percussão e canto afro-baiano gratuitas;3) Desenvolver vivências de dança e movimento voltadas ao bem-estar e à integração social;4) Assegurar acessibilidade plena (Libras, audiodescrição, piso tátil, áreas PCD);5) Estimular o pertencimento, a autoestima e o protagonismo de artistas negros e periféricos;6) Contribuir para o fortalecimento das culturas afro-brasileiras no circuito do pré-carnaval paulistano.OBJETIVOS CULTURAIS:· Valorizar o samba-reggae e a cultura afro-baiana como expressões de identidade nacional;· Promover o diálogo entre tradição e contemporaneidade;· Estimular a formação de público e o acesso democrático à arte;· Consolidar São Paulo como palco da diversidade cultural e racial brasileira.
Liberdade ao povo do Pelô, e das periferiasO Cortejo Olodum Orquestra Percussiva — Pré-Carnaval de São Paulo 2026 nasce do chamado dos tambores, com uma verdadeira orquestra popular de música ancestre e percussiva — esse som ancestral que atravessa o tempo e faz pulsar a alma brasileira.Cada batida carrega séculos de resistência, saberes e rememorações que ecoam das ladeiras do Pelourinho até o concreto paulistano. O tambor é verbo é o axé, corpo e memória: ele anuncia a presença preta e nordestina, reafirma o direito à alegria e transforma o espaço urbano em território de afeto e comunhão.Ao trazer o Olodum para o coração de São Paulo, o projeto ergue uma ponte viva entre Salvador e o mundo, unindo ritmos, gestos e histórias. O grupo, ícone da cultura afro-baiana, representa não apenas um estilo musical, mas uma filosofia de pertencimento e educação pela arte. Seu toque ressoa como manifesto pela dignidade, contra o silenciamento, e como exaltando da diversidade que forma o Brasil profundo e plural.O cortejo propõe a cidade como templo e a rua como palco: onde o batuque é sagrado, a dança é oração e o povo é protagonista. A orquestra percussiva se torna metáfora da coletividade — diferentes tambores compondo uma mesma harmonia —, símbolo da" convivência possível entre diferenças.Mais do que espetáculo, o projeto é ato político, pedagógico e espiritual.Promove encontros, desperta pertencimentos, inspira corpos e mentes a reconhecerem sua potência criadora. Ao unir música, corpo e acessibilidade, o Cortejo Olodum faz da cultura uma forma de cuidado, de saúde e de transformação social.Em tempos de urgência por escuta, equidade e reconstrução simbólica, o tambor do Olodum se faz chamado:que São Paulo se reconheça negra, mestiça e múltipla;que a arte volte a ocupar as ruas; que o batuque continue sendo o idioma da liberdade.Assim, o projeto afirma seu valor artístico, educativo e cultural como uma sinfonia de resistência e renascimento, ecoando a voz ancestral dos tambores que nunca se calaram.São Paulo é um coração plural que pulsa em muitos ritmos. Sua força nasce da mistura de povos e sonhos que aqui se encontram — especialmente da expressiva população baiana e nordestina, que trouxe consigo o som dos tambores, o sabor das feiras, a fé dos cortejos e a poesia dos terreiros. Esses corpos e memórias tecem a cidade todos os dias, transformando-a em um território de reinvenção constante. A capital paulista abriga comunidades inteiras vindas do Nordeste, que contribuíram decisivamente para sua identidade cosmopolita e integradora, fazendo da metrópole um mosaico vivo da diversidade cultural brasileira. No compasso do Olodum, São Paulo se reconhece: grande, mestiça, vibrante e capaz de acolher todas as vozes que fazem do Brasil um só tambor.Enquadramento Legal — Lei nº 8.313/1991 (Lei de Incentivo à Cultura)O projeto se enquadra nos incisos I, II e III do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, por:I _ contribuir para o desenvolvimento cultural nacional, por meio da valorização das expressões afro-brasileiras e da integração de comunidades diversas;II _ apoiar e difundir manifestações culturais que reforcem a identidade e a pluralidade do povo brasileiro;III _ garantir o pleno exercício dos direitos culturais, democratizando o acesso e estimulando a produção e difusão da cultura Além disso, o Cortejo Olodum Orquestra Percussiva contribui para os objetivos previstos no Art. 3º da referida Lei, especialmente:Inciso I: estimular a produção, difusão e o acesso aos bens culturais;Inciso II: proteger as expressões das culturas populares, indígenas e afro-brasileiras;Inciso IV: valorizar a diversidade cultural e as identidades regionais;Inciso V: apoiar a formação cultural e artística de agentes, produtores e comunidades.Por seu caráter educativo, formativo e de valorização do patrimônio imaterial afro-brasileiro, o projeto se enquadra no Art. 18 da Lei 8.313/91, garantindo 100% de dedutibilidade fiscal aos patrocinadores.Tal enquadramento se justifica por:possuir relevância cultural e interesse público comprovado;promover acessibilidade e democratização da cultura;contemplar formação, fruição gratuita e difusão cultural;e assegurar impacto social direto, fortalecendo as políticas de equidade racial e inclusão sociocultural.Necessidade do Incentivo Fiscal A utilização do mecanismo de incentivo à cultura é fundamental para viabilizar a realização deste projeto, que depende de estrutura técnica, logística e humana de grande porte (transporte aéreo, hospedagem, infraestrutura e acessibilidade integral), inviável sem o apoio via renúncia fiscal.O financiamento incentivado garante que a proposta alcance caráter público, gratuito e acessível, respeitando a diversidade e o direito à cultura previstos na Constituição Federal e na Lei 8.313/91.Assim, o Cortejo Olodum Orquestra Percussiva — Pré-Carnaval de São Paulo 2026 constitui-se como um projeto de relevância artística, social e educativa, capaz de unir corpo, ritmo e ancestralidade em uma experiência de celebração e pertencimento.É o tambor chamando à vida, à coletividade e à reconstrução simbólica do Brasil plural, afirmando a Lei de Incentivo à Cultura como instrumento de justiça e reparação histórica.
O Cortejo Olodum Orquestra Percussiva — Pré-Carnaval de São Paulo 2026 é mais do que um espetáculo musical: trata-se de um processo cultural e pedagógico de valorização das matrizes afro-brasileiras, que integra formação, fruição e difusão em um mesmo ciclo criativo. A proposta alia educação estética, intercâmbio cultural e acessibilidade universal, reafirmando a cultura como direito e como instrumento de transformação social.O projeto propõe um modelo inovador de orquestra percussiva itinerante, que conecta a tradição do samba-reggae de Salvador ao contexto multicultural paulistano, transformando a rua em espaço de convivência, aprendizado e celebração coletiva.Entre os diferenciais técnicos e artísticos, destacam-se:Integração pedagógica e estética: as oficinas formativas resultam diretamente no espetáculo final, unindo aprendizado e performance em uma experiência coletiva e participativa.Acessibilidade como valor central: o projeto adota recursos físicos, comunicacionais e digitais — Libras, audiodescrição, legendas descritivas, piso tátil e materiais acessíveis em PDF interativo — assegurando a plena participação de pessoas com deficiência.Democratização do acesso: todas as ações são gratuitas, realizadas em espaços públicos de ampla circulação, com programação aberta e difusão digital de livre acesso.Enfoque afrocentrado e decolonial: o cortejo reafirma o papel das culturas negras e periféricas como forças estruturantes da identidade brasileira, promovendo reparação simbólica e reconhecimento histórico.Impacto territorial e comunitário: o evento envolve artistas, educadores e coletivos de São Paulo e Salvador, fortalecendo redes culturais e o diálogo entre diferentes comunidades afro-descendentes.Compromisso ambiental e de bem-estar coletivo: o projeto adota práticas sustentáveis, como redução de impressos, uso de QR Codes, gestão responsável de resíduos e incentivo à mobilidade urbana.Memória e difusão: a série audiovisual e o catálogo “O Tambor é Quem Fala” asseguram o registro, preservação e multiplicação do conhecimento gerado, servindo como material educativo e formativo para escolas, coletivos e instituições culturais.Relevância simbólica: a presença do Grupo Olodum, ícone mundial da cultura afro-baiana, reforça o caráter histórico e a qualidade artística da iniciativa, projetando São Paulo como palco de diálogo entre tradições e contemporaneidades afro-brasileiras.Do ponto de vista de gestão e governança, o projeto será executado com transparência, planejamento técnico e acompanhamento pedagógico, com relatórios de acessibilidade, avaliação de público e indicadores de impacto cultural e social.O Cortejo Olodum Orquestra Percussiva consolida-se como uma ação de reconexão ancestral e inovação estética, capaz de articular educação, arte e cidadania em sintonia com os princípios da Lei nº 8.313/1991 (Lei de Incentivo à Cultura), dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 4, 10, 11 e 16) e das políticas de equidade racial e inclusão cultural.Assim, o projeto reafirma a potência do tambor como linguagem universal — símbolo da memória viva, da resistência e da coletividade — fazendo da cultura afro-brasileira um vetor de reencontro, aprendizado e celebração do Brasil plural.BibliografiaFANON, Frantz. Os condenados da Terra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005. Obra fundamental para compreender os processos de descolonização e resistência cultural dos povos negros e periféricos. Fundamenta a dimensão política e simbólica do projeto.GONZALEZ, Lélia. Por um feminismo afro-latino-americano: ensaios, intervenções e diálogos. Rio de Janeiro: Zahar, 2020. Base teórica para as práticas de interseccionalidade e valorização da mulher negra como sujeito ativo das expressões culturais afro-brasileiras.MBEMBE, Achille. Crítica da razão negra. Lisboa: Antígona, 2014. Referência teórica sobre identidade, modernidade e negritude na contemporaneidade. Fundamenta o conceito de ancestralidade como força civilizatória e epistemológica.NOGUEIRA, Walmir. Olodum: música, percussão e identidade afro-brasileira. Salvador: EDUFBA, 2010. Obra que documenta a trajetória e metodologia pedagógica do Grupo Olodum, essencial para a estrutura formativa e artística do projeto.SODRÉ, Muniz. A razão africana: introdução a uma filosofia afro-brasileira. Petrópolis: Vozes, 2017. Fundamenta a concepção estética e filosófica da proposta, articulando arte, oralidade e corporeidade como fundamentos de uma pedagogia afrocentrada.GARCIA, Stanley Kennedy. Corpo, Tambor e Memória: práticas afro-brasileiras de arte, educação e identidade. São Paulo: SKG Cultural Edições, 2025 (no prelo). Obra autoral que aborda as dimensões educativas e simbólicas do tambor na formação estética e comunitária, servindo como referência metodológica e conceitual para a integração entre arte, ancestralidade e pedagogia cultural no projeto.Normativos e Referências TécnicasBRASIL. Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991 (Lei de Incentivo à Cultura – PRONAC). Institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura, base legal do enquadramento do projeto no Art. 18.BRASIL. Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004. Regulamenta as Leis nº 10.048/2000 e nº 10.098/2000, que tratam da acessibilidade das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 9050:2020 – Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro: ABNT, 2020. Estabelece critérios e parâmetros técnicos de acessibilidade aplicáveis à execução física e comunicacional do projeto.ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS – ONU. Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Nova York: ONU, 2015. Base para os indicadores de impacto do projeto, em especial os ODS 4 (Educação de Qualidade), 10 (Redução das Desigualdades), 11 (Cidades Sustentáveis) e 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes).
1. Cortejo Musical e Espetáculo Percussivo — Olodum Orquestra PercussivaFormato: Espetáculo musical e performático de rua, em formato de cortejo público com trio elétrico, alas rítmicas e corpo de dança afro-baiana. Duração: Aproximadamente 2h30, distribuídas entre deslocamento performático (1h), pausas de mediação (30min) e show final (1h). Local: Eixo central de São Paulo (trajeto proposto: Vale do Anhangabaú → Viaduto do Chá → Praça da República). Público estimado: 10.000 pessoas (fluxo contínuo). Materiais e estrutura:Trio elétrico completo com sistema de som profissional (mínimo 40.000 W RMS).Equipamentos de percussão originais do Olodum (surdos, repiques, timbais, caixas, agogôs, xequerês).Microfones sem fio, retornos de palco, monitores, estrutura móvel de apoio técnico.Uniformes e adereços cênicos com identidade afro-baiana.Sinalização bilíngue (Português/Libras visual), piso tátil, área reservada PCD.Equipe técnica: 50 músicos, 21 assistentes de produção, 30 seguranças, equipe de acessibilidade (Libras e audiodescrição). Projeto pedagógico e artístico: O cortejo representa o clímax pedagógico do projeto — a síntese viva da aprendizagem musical e corporal adquirida nas oficinas e vivências. O público é convidado a participar, cantando e dançando, transformando a rua em território simbólico de ancestralidade e celebração. Paginação (memorial técnico): 10 páginas (roteiro de cortejo, mapa de percurso, ficha técnica, protocolos de segurança e acessibilidade). Classificação indicativa: Livre para todos os públicos. 2. Oficina Formativa de Percussão e Canto Afro-BaianoFormato: Ação educativa e formativa em formato de laboratório musical coletivo. Duração: 3 dias consecutivos, com 4 horas diárias (total: 12h/aula). Local: Centro Cultural público ou espaço parceiro com infraestrutura acessível. Público: 60 participantes por turma (prioridade para jovens, artistas e educadores). Materiais:Instrumentos de percussão (surdos, repiques, timbais, caixas, agogôs).Som ambiente, microfones, lonas de sombra, hidratação e área acessível.Material didático impresso e digital acessível (PDF com QR Codes e vídeos). Projeto pedagógico: Metodologia “Corpo e Tambor”, criada pelo Olodum, que une prática rítmica, canto coral afro-baiano e fundamentos de ancestralidade. O aprendizado é coletivo, baseado na escuta, repetição e integração dos corpos. Conteúdo programático:Dia 1: Fundamentos rítmicos, postura, canto-resposta.Dia 2: Polirritmia e regência coletiva.Dia 3: Montagem da peça musical final para o cortejo. Paginação: Apostila didática de 12 páginas (A4, PDF acessível) + 3 vídeos curtos (3 a 5 min). Classificação indicativa: Livre. 3. Vivência Coletiva de Dança Afro-BrasileiraFormato: Encontro corporal coletivo ao ar livre, com foco em movimento, ritmo e expressão livre. Duração: 2 dias, 2 horas por dia (4h totais). Local: Praça pública, parque ou largo central. Público: Aberto ao público geral (estimativa de 900 participantes simultâneos). Materiais:Piso antiderrapante, tapete de segurança e cones de delimitação.Som portátil, microfone sem fio e comunicação visual acessível (pictogramas, contraste alto).Espaço sombreado e equipe de monitores de apoio. Projeto pedagógico: Baseada na metodologia “Corpo-Ritmo-Terra”, integra fundamentos da dança afro-brasileira, respiração consciente e improviso rítmico. Cada sessão encerra-se com roda de partilha e relaxamento guiado. Paginação: Material digital de 6 páginas (sequências de movimento e QR Codes para vídeos de alongamento e ritmo). Classificação indicativa: Livre. 4. Roda de Mediação Cultural e Encontros FormativosFormato: Mesa redonda e seminário cultural com mestres afro-baianos, artistas e pesquisadores paulistas. Duração: 3h, divididas em dois eixos temáticos e debate final. Local: Centro Cultural ou auditório público acessível. Público: 300 participantes presenciais + público online (streaming). Materiais:Sistema de som (4 microfones), projetor multimídia, gravação audiovisual.Mesa de apoio, banners e sinalização bilíngue (Português/Libras). Projeto pedagógico: A roda é estruturada em dois eixos:Identidade, ancestralidade e pedagogias afro-diaspóricas;Economia criativa, carnaval e políticas de acesso. O resultado é uma publicação digital com síntese dos debates e QR Codes para os registros audiovisuais. Paginação: 20 páginas (A4, PDF acessível) contendo falas, imagens e links. Classificação indicativa: Livre. 5. Documentação e Difusão Digital — Catálogo “O Tambor é Quem Fala”Formato: Registro audiovisual e editorial das ações do projeto, com catálogo digital acessível. Duração: 60 dias (captação, edição, acessibilidade e publicação). Equipe: Diretor de fotografia, editor de vídeo, designer gráfico, audiodescritor e intérprete de Libras. Materiais:Câmeras DSLR 4K, microfones lapela/boom, iluminação LED.Softwares Adobe Premiere, InDesign e DaVinci Resolve.Armazenamento em nuvem e canais digitais (YouTube, Issuu, site da proponente). Projeto pedagógico: O catálogo e os vídeos traduzem o processo artístico e formativo em linguagem educativa e acessível, com foco em difusão, memória e formação cultural continuada. Produtos finais:1 Catálogo digital (40 páginas, A4, PDF interativo com texto alternativo e QR Codes).6 vídeos acessíveis:Teaser (1 min)Vídeo-síntese (8 min)3 vídeos educativos (3 min cada)Making-of (5 min) Acessibilidade: Todos os conteúdos terão Libras, audiodescrição e legendas descritivas. Classificação indicativa: Livre.
Acessibilidade FísicaO Cortejo Olodum Orquestra Percussiva — Pré-Carnaval de São Paulo 2026 assegura acessibilidade física plena em todos os espaços de circulação, fruição e formação do projeto.As atividades ocorrerão em locais públicos centrais com infraestrutura adequada e rotas acessíveis, garantindo autonomia e segurança ao público com deficiência ou mobilidade reduzida.Serão implementadas as seguintes medidas:Instalação de rampas de acesso e pisos táteis direcionais;Banheiros adaptados e áreas de descanso acessíveis;Sinalização visual e tátil em pontos estratégicos;Equipe de apoio treinada para atendimento e orientação de pessoas com deficiência. Além disso, as áreas destinadas à plateia e às oficinas terão zonas reservadas para PCDs, com visibilidade e conforto adequados, respeitando as normas da ABNT NBR 9050 e as diretrizes do Decreto Federal nº 5.296/2004.Acessibilidade de ConteúdoO projeto também contempla acessibilidade de conteúdo, assegurando a compreensão, participação e fruição cultural plena por todos os públicos.Serão aplicadas as seguintes ações e recursos:Intérpretes de Libras durante todas as apresentações, oficinas e rodas de conversa;Audiodescrição ao vivo para o público com deficiência visual;Legendas descritivas nos conteúdos audiovisuais e de divulgação digital;Comunicação visual acessível nas peças gráficas e digitais, com contraste adequado, linguagem simples e pictogramas universais. A acessibilidade é tratada como valor transversal do projeto — não apenas como exigência técnica, mas como princípio de equidade e democratização cultural.Todas as ações serão acompanhadas pela Coordenação de Acessibilidade, garantindo que o público com deficiência participe como protagonista e não apenas espectador, reafirmando a cultura como direito de todos.
O Cortejo Olodum Orquestra Percussiva — Pré-Carnaval de São Paulo 2026, foi concebido para garantir acesso livre, gratuito e democrático à cultura, promovendo a inclusão social, racial e territorial por meio da arte e da ancestralidade afro-brasileira.Acesso Presencial e ParticipativoTodas as atividades — cortejo, oficinas, vivências e rodas culturais — serão totalmente gratuitas e realizadas em espaços públicos centrais de fácil acesso, como praças, ruas e centros culturais parceiros, permitindo a participação espontânea e comunitária do público.O evento contará com sinalização acessível, zonas de acolhimento e equipe de mediação cultural, garantindo o acolhimento de pessoas com deficiência, idosos, famílias, jovens e crianças.Distribuição e Comercialização dos ProdutosPor tratar-se de um projeto de caráter público e formativo, não haverá comercialização de ingressos ou produtos culturais. Todos os conteúdos produzidos serão de acesso gratuito e difusão aberta.Os materiais audiovisuais e fotográficos gerados durante o evento — registros do cortejo, oficinas e entrevistas — serão disponibilizados de forma pública e gratuita em plataformas digitais e redes sociais do projeto e do proponente (B15 Arte e Entretenimento), sob licenças de uso livre para fins educativos e culturais. O relatório-catálogo digital com registros do evento será distribuído gratuitamente em formato PDF para instituições culturais, escolas públicas e bibliotecas comunitárias de São Paulo, Salvador e outras cidades parceiras.Ampliação de Acesso e Ações ComplementaresPara ampliar o alcance e a democratização da proposta, serão implementadas ações complementares, tais como: Ensaio aberto do Grupo Olodum, realizado em praça pública, permitindo a aproximação direta do público com o processo criativo dos músicos e dançarinos;Oficinas paralelas de iniciação rítmica e corporal, destinadas a crianças, adolescentes e educadores da rede pública;Transmissão ao vivo (streaming) do cortejo e das oficinas formativas nas redes sociais oficiais do projeto, com interpretação em Libras e legendas descritivas;Rodas de conversa presenciais e online, aproximando o público de mestres da cultura afro-baiana e de agentes culturais paulistas;Produção de conteúdo educativo e acessível (vídeos curtos e cartilhas digitais) para uso em escolas e coletivos culturais. Essas ações visam expandir a fruição para além do evento presencial, alcançando públicos de outras regiões do Brasil e fortalecendo a rede de intercâmbio entre artistas, educadores e comunidades.Compromisso com o Acesso CulturalA democratização é, portanto, eixo central do projeto: não se limita à gratuidade, mas envolve a criação de condições reais de acesso, com políticas de inclusão, acessibilidade e difusão contínua. O Cortejo Olodum Orquestra Percussiva reafirma a cultura como direito de todos e ferramenta de transformação social, aproximando o público da arte, da memória e da potência criadora do povo afro-brasileiro.
Proponente / Dirigente: Ame Educação e Arte Ltda. (CNPJ 26.134.844/0001-19), representada por Ana Carolina Oliveira Araujo (CPF 322.055.098-37), é responsável pela coordenação geral e execução institucional do projeto. A proponente responde pela articulação com órgãos públicos, contratações, cronograma, prestação de contas, acessibilidade e conformidade com a Lei nº 8.313/1991.Coordenação Geral / Responsável Legal: Ana Carolina Oliveira Araujo — produtora cultural e gestora executiva. Responsável pela direção institucional do projeto, articulação com poder público municipal e estadual, viabilização do circuito formativo e do cortejo percussivo, contratação de equipe, mediação comunitária e supervisão da prestação de contas.Direção Executiva: Bruno Cavalini Bispo de Araújo — diretor executivo do projeto, com atuação em produção cultural, curadoria e gestão de iniciativas multiculturais e de impacto social. Atua na integração entre o Grupo Olodum, a equipe de produção local e as ações formativas, alinhando fruição artística, inclusão social e comunicação pública.Produção Executiva / Produção Técnica: Alexandre Lima dos Santos — produtor cultural e produtor executivo de shows, com mais de 25 anos de experiência em produção de eventos musicais, turnês nacionais e internacionais, festivais e carreiras artísticas. Atuou em festivais como Festival de Inverno de Bonito (2024, 2025), Festival do Campão (2025) e Festival América do Sul (2025). Experiência com Olodum em múltiplos contextos (Virada Cultural, Festival Coala, ações de carnaval com Ivete Sangalo), além de produções com Vanessa da Mata, Ney Matogrosso, Jorge Vercillo, Banda Black Rio, César Camargo Mariano e Beto Guedes. Especialista em planejamento logístico, negociação com artistas e patrocinadores, coordenação de equipes técnicas e controle financeiro. Contato: (11) 97746-3066 · alexandrelimma@gmail.com · São Paulo/SP.Coordenação de Produção: Equipe B15 Arte e Entretenimento — responsável pela operação técnica e logística do projeto: contratação de estrutura (trio elétrico, som, segurança, acessibilidade, sinalização, banheiros), montagem, desmontagem, plano de rotas e interface com CET, Subprefeitura e Secretaria Municipal de Cultura.Coordenação de Acessibilidade: Profissional especializado(a) em acessibilidade cultural responsável pela execução de todas as medidas de acessibilidade física e de conteúdo, conforme ABNT NBR 9050:2020 e Decreto Federal nº 5.296/2004. Inclui Libras, audiodescrição, legendas descritivas, piso tátil, áreas PCD e comunicação acessível.Coordenação de Comunicação: Responsável pela identidade visual afrocentrada do projeto, estratégias de divulgação e difusão dos conteúdos acessíveis. Atua com campanhas educativas em redes sociais, rádios comunitárias, assessoria de imprensa e cobertura ao vivo das ações.Consultoria em Saúde, Corpo e Bem-Estar: Juliana Romantini — treinadora de corpo e mente, especialista em Mindfulness (Unifesp) e certificada em Medicina do Estilo de Vida pela Harvard University. Graduada em Educação Física e pós-graduada em Reabilitação Cardíaca e Grupos Especiais, com formação em treinamento físico e expansão da consciência com Nuno Cobra (preparador de Ayrton Senna). Com 30 anos de experiência na integração entre saúde física e bem-estar emocional, Juliana desenvolveu a Prática Integral, um método que une movimento, consciência corporal e autoconhecimento como forma de transformação e equilíbrio. Autora do livro “Prática Integral – Um método revolucionário de treinamento físico e mental para a saúde” (Jefte Editora, 2025), ela compartilha sua experiência e técnicas em palestras, cursos e vivências presenciais. No projeto, Juliana coordena a integração entre o eixo Corpo–Ritmo–Saúde, aplicando princípios de atenção plena, movimento consciente e práticas restaurativas durante as Vivências Coletivas de Dança Afro-Brasileira e momentos de preparação física e emocional das equipes. Sua presença amplia o diálogo entre arte, ancestralidade e saúde integral, reforçando a dimensão do cuidado e da vitalidade no contexto do cortejo afro-brasileiro. Contato: juliana.romantini@praticaintegral.com.br · São Paulo/SP.Equipe Artística: Grupo Olodum — coletivo afro-baiano com 50 integrantes entre músicos, cantores e dançarinos. Referência internacional em samba-reggae e pedagogia da percussão afro-brasileira.Consultoria Pedagógica / Oficinas Formativas Mestres do Olodum — responsáveis pela metodologia formativa “Corpo e Tambor”, que integra prática rítmica, canto coletivo, consciência corporal e memória afro-brasileira. Coordenam as oficinas de percussão e canto afro-baiano e o repertório apresentado no cortejo.Produção Técnica e Logística de Campo 21 assistentes de produção territorial, equipe de apoio à sonorização móvel, técnicos de palco/trio, motoristas e suporte operacional.Segurança Operacional 30 agentes de apoio e controle de público, responsáveis pela orientação de fluxo, contenção de risco, sinalização de acessibilidade e monitoramento de áreas PCD.Equipe de Acessibilidade Intérpretes de Libras, audiodescritores e monitores de acessibilidade e acolhimento, garantindo participação efetiva de pessoas com deficiência.Equipe Audiovisual e Memória Diretor de fotografia, operadores de câmera, captação de som direto, edição e design gráfico. Responsáveis pela documentação audiovisual e pelo Catálogo Digital Acessível “O Tambor é Quem Fala”, com legendas, Libras e audiodescrição integradas.mento de formação cultural continuada.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.