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O projeto Carnaval da Alegria: Blocos de Rua de Volta Redonda propõe a revitalização do carnaval popular da cidade, com foco em inclusão, acessibilidade e valorização da identidade cultural local. A iniciativa apoiará entre 10 e 25 blocos comunitários, promovendo oficinas pré-carnavalescas de percussão, figurino e dança, além de garantir infraestrutura acessível para o público e os participantes. A programação ocorrerá nos principais pontos de Volta Redonda durante o Carnaval de 2026, estimulando a ocupação dos espaços públicos e o protagonismo das manifestações populares. Por meio da arte e da celebração, o Carnaval da Alegria fortalecerá o turismo cultural e a economia criativa regional, promovendo geração de renda, participação social e o direito de todos à cultura e à festa popular.
O projeto Carnaval da Alegria: Blocos de Rua de Volta Redonda tem como objetivo potencializar o carnaval popular da cidade, apoiando entre 10 e 25 blocos comunitários e fortalecendo a cultura local com foco em inclusão, acessibilidade e participação social. Serão realizadas oficinas pré-carnavalescas de percussão, dança e confecção de figurinos, voltadas à formação artística de crianças, jovens e adultos. Durante o Carnaval de 2026, os blocos desfilarão nos principais pontos de Volta Redonda, com infraestrutura adequada e acessível. O projeto busca gerar renda e oportunidades para artistas, produtores e prestadores de serviços locais, promovendo o direito à cultura, o fortalecimento da economia criativa e a valorização do carnaval de rua como expressão do patrimônio cultural brasileiro.
Objetivo GeralPotencializar o carnaval popular de Volta Redonda, apoiando blocos de rua e ações formativas que integrem cultura, inclusão social e economia criativa, fortalecendo a identidade cultural local e o direito de todos à participação na vida artística e comunitária.Objetivos EspecíficosMobilizar e apoiar entre 10 e 25 blocos de rua da cidade, garantindo condições técnicas, artísticas e estruturais para suas apresentações;Realizar oficinas pré-carnavalescas de percussão, dança e confecção de figurinos e adereços, abertas à comunidade;Promover ações de inclusão e acessibilidade;Estimular o protagonismo comunitário, com a participação ativa de artistas locais, grupos culturais e lideranças populares;Valorizar o carnaval de rua como expressão do patrimônio cultural imaterial e símbolo da diversidade brasileira;Gerar trabalho e renda para artistas, produtores e prestadores de serviços locais, fortalecendo a economia criativa;Fortalecer o turismo cultural e a imagem de Volta Redonda como referência regional em cultura popular e inclusão social.
O Carnaval da Alegria: Blocos de Rua de Volta Redonda tem como propósito potencializar o carnaval popular da cidade, fortalecendo sua tradição de blocos de rua e promovendo a cultura como vetor de inclusão, identidade e desenvolvimento local. A proposta parte do reconhecimento de que o carnaval é uma das expressões mais autênticas da cultura brasileira, símbolo de diversidade e de ocupação democrática do espaço público, além de ser um dos pilares da economia criativa nacional.Volta Redonda, município de destaque na região do Médio Paraíba Fluminense, possui uma rica trajetória de manifestações carnavalescas que envolvem diferentes comunidades, faixas etárias e bairros. A cidade abriga dezenas de blocos de rua, responsáveis por mobilizar milhares de pessoas e dinamizar a vida urbana durante o período festivo. No entanto, muitos desses grupos atuam com recursos limitados, sem infraestrutura adequada ou apoio técnico suficiente para garantir a continuidade e a ampliação de suas atividades. O projeto busca potencializar essas iniciativas comunitárias, oferecendo suporte artístico e estrutural, além de criar um ambiente de valorização das tradições e da criatividade popular.A proposta contempla o apoio a 10 a 25 blocos de rua, articulando apresentações em diferentes pontos da cidade e oficinas pré-carnavalescas de percussão, dança e figurino, abertas à comunidade. Essas ações contribuem para o fortalecimento das redes culturais locais e para o aprimoramento técnico e criativo dos grupos, ampliando sua capacidade de atuação e a qualidade estética das manifestações. Ao priorizar o envolvimento direto de artistas, produtores e moradores, o projeto reafirma o caráter participativo e descentralizado do carnaval de rua, entendendo-o como espaço de construção de pertencimento e cidadania.Outro eixo central do Carnaval da Alegria é o compromisso com a acessibilidade e a inclusão social. Todas as atividades previstas — das oficinas às apresentações nos blocos — serão realizadas com infraestrutura acessível, incluindo intérpretes de Libras, piso tátil, sonorização inclusiva e sinalização adequada, assegurando a participação de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Essa diretriz segue os princípios da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e reafirma o entendimento de que o acesso à cultura é um direito de todos, conforme estabelecem os arts. 215 e 216 da Constituição Federal.Além de promover o acesso e a diversidade, o projeto fortalece a economia criativa de Volta Redonda, impulsionando a geração de trabalho e renda para artistas, técnicos e prestadores de serviços locais. O investimento em produção cultural e em capacitação gera impactos diretos na economia do município e contribui para a sustentabilidade das manifestações populares. Essa dimensão econômica reforça a cultura como instrumento estratégico de desenvolvimento, em consonância com os princípios da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991) e do Plano Nacional de Cultura (Lei nº 12.343/2010), que preveem a valorização da diversidade e o estímulo a cadeias produtivas regionais.Por fim, o Carnaval da Alegria representa um esforço integrado de valorização da identidade cultural de Volta Redonda e de fortalecimento do sentimento de pertencimento das comunidades locais. Ao ocupar ruas, praças e bairros com arte, música e convivência, o projeto promove uma celebração popular inclusiva, gratuita e acessível, reafirmando o direito à cidade e à cultura. Com isso, consolida-se como uma ação de impacto simbólico e social duradouro, capaz de unir tradição e contemporaneidade em torno da maior festa do povo brasileiro.
ítulo: Carnaval da Alegria: Blocos de Rua de Volta RedondaNatureza: Projeto cultural – carnaval de rua / cultura popularLocal de realização: Volta Redonda (RJ)Período de execução: Janeiro a Junho de 2026Duração total: 6 mesesDescriçãoO projeto Carnaval da Alegria: Blocos de Rua de Volta Redonda propõe o apoio técnico, artístico e estrutural a 10 a 25 blocos de rua, com foco em formação, inclusão e valorização da cultura local. Serão realizadas oficinas pré-carnavalescas de percussão, dança e confecção de figurinos e adereços, abertas à comunidade, fortalecendo o protagonismo dos grupos participantes e o caráter formativo da proposta.Durante o Carnaval de 2026, os blocos apoiados realizarão apresentações públicas nos principais pontos da cidade, com infraestrutura adequada e acessível, garantindo condições seguras e inclusivas de participação para artistas e público.Todas as atividades serão gratuitas, reafirmando o compromisso do projeto com o direito à cultura e à democratização do acesso.Componentes técnicosFormação artística e cultural: oficinas pré-carnavalescas (percussão, dança, figurino/adereços);Produção das apresentações: apoio técnico e logístico aos blocos nos principais pontos da cidade durante o Carnaval de 2026;Infraestrutura acessível: rampas, intérpretes de Libras, sinalização e sonorização inclusiva, conforme as normas de acessibilidade vigentes;Comunicação e visibilidade: divulgação institucional do projeto e das atividades dos blocos;Gestão e acompanhamento técnico: supervisão integral das etapas e processos do projeto.EtapasPré-produção – 45 dias (janeiro a 15 de fevereiro de 2026)Planejamento geral; mobilização e apoio aos blocos participantes; realização das oficinas; contratações e organização operacional.Execução – 15 dias (14 a 28 de fevereiro de 2026)Realização das apresentações dos blocos nos principais pontos da cidade durante o período oficial do carnaval e nos dias complementares da programação.Pós-produção – 4 meses (março a junho de 2026)Organização final, avaliação interna e prestação de contas conforme a Lei Federal de Incentivo à Cultura.AcessibilidadeEm todas as etapas do projeto serão asseguradas condições de participação universal, com intérpretes de Libras, sinalização acessível e estrutura física adaptada, conforme as normas da Lei nº 10.098/2000, do Decreto nº 5.296/2004 e da Lei nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão).Participação da AM Assessoria e ServiçosA AM Assessoria e Serviços será responsável pela coordenação executiva e gestão técnica do projeto, abrangendo:Planejamento e acompanhamento administrativo;Apoio à mobilização dos blocos e realização das oficinas;Supervisão das atividades e infraestrutura durante o Carnaval de 2026;Comunicação institucional e prestação de contas final.Contrapartida socialParticipação gratuita em todas as atividades;Acesso aberto às apresentações dos blocos e às oficinas formativas;Divulgação pública com inserção das logomarcas da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991) e patrocinadores.
O Carnaval da Alegria: Blocos de Rua de Volta Redonda foi concebido com o compromisso de garantir acesso universal e participação plena de todos os públicos, em especial das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, conforme os princípios da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), do Decreto nº 5.296/2004 e das normas técnicas da ABNT NBR 9050/2020.As ações do projeto — tanto nas oficinas pré-carnavalescas quanto nas apresentações de rua — serão planejadas para assegurar acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, eliminando barreiras que limitem a fruição cultural.No que se refere à acessibilidade física, os locais selecionados nos bairros de Volta Redonda (Aterrado, Vila Santa Cecília, Retiro e Centro) contam com vias amplas e estruturas públicas adaptáveis, garantindo piso regular e antiderrapante, instalação de rampas de acesso, espaços reservados para cadeirantes e idosos e banheiros adaptados.A acessibilidade comunicacional será promovida com intérpretes de Libras nas principais atividades de abertura e encerramento, além de priorizar espaços com sinalização visual ampliada e tátil, informativos acessíveis em formatos digitais e impressos, e anúncios sonoros com linguagem inclusiva durante os desfiles. A sonorização será ajustada para equilibrar o volume e evitar desconforto auditivo, garantindo a participação de pessoas com sensibilidade sonora ou com uso de aparelhos auditivos.As oficinas formativas (de percussão, dança e figurino) também adotarão práticas inclusivas, com metodologias participativas, dinâmicas acessíveis e acompanhamento de monitores capacitados. Serão observadas as necessidades individuais de cada participante, estimulando o aprendizado coletivo e o convívio entre pessoas com diferentes habilidades.O projeto também incorporará ações de sensibilização e formação da equipe técnica e dos artistas, a fim de promover atitudes inclusivas e ampliar o conhecimento sobre acessibilidade cultural. Esse aspecto atitudinal é essencial para assegurar que o acolhimento e o respeito à diversidade sejam valores permanentes em todas as etapas da execução.Por fim, o Carnaval da Alegria reafirma que acessar, participar e celebrar são dimensões inseparáveis do direito à cultura. Ao garantir ambientes seguros, acolhedores e acessíveis, o projeto contribui para uma experiência de carnaval verdadeiramente democrática, fortalecendo a cidadania cultural e o papel da arte como instrumento de inclusão social.
O Carnaval da Alegria: Blocos de Rua de Volta Redonda é um projeto de caráter público, gratuito e comunitário, concebido para garantir o acesso amplo e equitativo à cultura, tanto na etapa de formação quanto nas atividades artísticas e festivas. Todas as ações serão realizadas em espaços públicos abertos, de livre circulação, assegurando a participação espontânea da população e o envolvimento direto das comunidades locais.A proposta contempla oficinas pré-carnavalescas abertas à comunidade, promovendo a inclusão de participantes de diferentes faixas etárias, gêneros e condições socioeconômicas, especialmente moradores dos bairros Aterrado, Vila Santa Cecília, Retiro e Centro, onde ocorrerá a programação principal. A seleção e mobilização dos grupos participantes se dará por meio de parcerias com associações de moradores, blocos de rua, coletivos culturais e instituições públicas municipais, fortalecendo as redes culturais já existentes e promovendo a participação social na organização e realização do evento.A gratuidade integral de todas as atividades — oficinas, desfiles e apresentações — assegura que o acesso à arte e à celebração carnavalesca não dependa de condições econômicas. Essa política de acesso gratuito segue os princípios do art. 215 da Constituição Federal, que garante a todos o pleno exercício dos direitos culturais, e do art. 1º da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991), que orienta a promoção da difusão da cultura brasileira e da democratização de seus bens e serviços.O projeto também amplia o alcance regional de suas ações ao fortalecer a integração cultural do Médio Paraíba, valorizando o carnaval de rua como tradição viva e elemento de identidade coletiva. A participação dos blocos de diferentes bairros promove o intercâmbio entre comunidades e descentraliza o acesso à produção cultural, contribuindo para a formação de novos públicos e o fortalecimento da convivência social.Durante o carnaval, as atividades serão livremente acessíveis, com infraestrutura que favoreça a permanência segura de pessoas idosas, famílias e pessoas com deficiência. A comunicação do projeto, tanto em meios digitais quanto impressos, adotará linguagem clara e inclusiva, ampliando o alcance das informações e garantindo o direito de todos à fruição cultural.Ao conjugar gratuidade, descentralização territorial, inclusão e participação comunitária, o Carnaval da Alegria se afirma como um modelo de política cultural pública e democrática, em que a arte popular e a festa de rua são reconhecidas como espaços legítimos de expressão, aprendizado e cidadania.
JOSECÉ ALVES DOS SANTOSFundador da ASANORTE (com mais de 200 artistas associados), é autor de dezenas de livros de cordel e fundador da Associação de Repentistas e Poetas do Norte de Minas. Criador do Jornal Calango, do Prêmio Sol e do Festival Universitário de Cultura, Arte e Poesia – FUCAP. Coordenou o grupo infantil sacro Pequenos Semeadores, fundou e dirigiu a seresta Namorados da Lua e foi idealizador dos blocos Saci e do Carnamontes. Co-criou os grupos musicais Agreste e Aroeira e é compositor de mais de 300 canções. Produziu coletâneas e CDs como Nossa Arte Nossa Gente, Festifeira e Vozes do Norte das Gerais, reunindo artistas regionais.Radialista nas emissoras Educadora do Norte e Vida Nova FM, criou os programas Nossa Arte, Nossa Gente e Associação dos Repentistas. Atuou na criação do Centro Cultural de Montes Claros, é roteirista, ator e fundador do Grupo de Teatro Asteroide. Promoveu eventos como Feira de Produtos Artesanais do Norte de Minas, Rádio Feira, PROMEMOC – Memórias de Montes Claros (com mais de 300 registros audiovisuais) e Seresta Itinerante.Na Associação de Moradores do Bairro Morada do Parque, coordenou oficinas de memória, artes plásticas (com a Unimontes), dança de salão e cursos de violão e cavaquinho. Recebeu inúmeras homenagens, como Cidadão Honorário de Montes Claros, Comendador da Cultura Popular, Medalha Urbes – 150 anos de Montes Claros e Placa Mérito Cultural Cândido Canela (Câmara Municipal de Montes Claros). É referência viva da cultura popular e da tradição oral no Norte de Minas.JOSÉ NAILTON SILVEIRA DE PINHOCientista social (UNIMONTES) e mestrando em Desenvolvimento Social, é jornalista diagramador registrado e produtor cultural. Participou de projetos premiados como o Prêmio Victor Civita – Professor Nota 10 (2005) e o Instituto Telemig Celular (2006). Foi secretário municipal em diferentes gestões (Planejamento, Administração, Cultura e Turismo) em municípios do Norte de Minas, e desenvolve intensa atuação em consultoria, escrita de projetos e produção cultural.Coautor dos projetos Causos Contados e Cantados, Trem da Leitura e Álbum de Figuronas Montesclarenses, é experiente em curadoria de exposições, festivais e projetos de economia solidária. Produziu eventos como o Festival Regional de Teatro de Montes Claros e o EcoFestival Meio Música Meio Ambiente, e foi coordenador de comunicação do Salão Nacional de Poesia Psiu Poético. Atuou na escrita e execução de projetos musicais, teatrais e audiovisuais, além de prestar consultoria a grupos e instituições culturais, sempre priorizando a valorização de artistas locais e o fortalecimento de redes de cultura popular.AMANDA CRISTINA CANGUSSU SILVABacharela em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES), atuou em programas sociais do Governo de Minas Gerais, como Poupança Jovem e Travessia Jovem, e foi secretária municipal de Assistência Social em Brasília de Minas (MG). Atualmente é assessora parlamentar na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), com foco em comunidades rurais e tradicionais.Tem experiência na formulação, execução e monitoramento de projetos sociais e culturais, contribuindo com diagnósticos territoriais e metodologias participativas voltadas à inclusão social e ao fortalecimento de políticas culturais locais.GEÉLISON FERREIRA DA SILVAPós-doutor em Ciência Política (UFG), doutor em Ciência Política e mestre em Sociologia (UFMG) e bacharel em Ciências Sociais (UNIMONTES). Professor da Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES) e coordenador de projetos de pesquisa e extensão nas áreas de políticas públicas, cidadania e cultura. É autor do livro Ciência e Política como Vocação (2025) e coordenador do projeto FAPEMIG As Pesquisas do LAPOP e a Legitimidade da Democracia nas Américas.No projeto, atua como consultor de metodologia participativa e avaliação de impacto sociocultural, integrando a dimensão acadêmica à prática de gestão cultural e à inovação em políticas públicas de cultura e inclusão social.MÉRCIO MOTA ANTUNESAdvogado, escritor e documentarista, com sólida atuação em assessoria jurídica para movimentos culturais e artistas. Publicou os livros Cruz Rosária e Outros Contos (2020), Útero Terra (2021) e Direitos do Usuário (2016), além de participar de coletâneas e integrar o conselho editorial da Sempre-Viva Editorial. No audiovisual, dirigiu No tempo das águas choviam histórias (2025), Cruz Rosária (2020) e Gata Bernarda (2019), e produziu documentários culturais.Atua como articulador em projetos de cultura popular e carnaval de rua, tendo contribuído para a organização e gestão de blocos em Montes Claros, como o Raparigas do Bonfim. É reconhecido pela experiência em mediação, gestão de equipes e prestação de contas em projetos incentivados. Atividades da AM Assessoria e ServiçosA AM Assessoria e Serviços será responsável pela coordenação executiva e apoio técnico-administrativo de todas as fases do projeto, incluindo:Planejamento operacional e elaboração de cronogramas;Apoio na contratação de profissionais e fornecedores;Organização financeira, controle orçamentário e prestação de contas;Acompanhamento das etapas de produção, montagem, execução e pós-produção;Suporte técnico às ações de comunicação, acessibilidade e logística;Elaboração de relatórios de resultados, garantindo a conformidade com as exigências da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991).A AM atuará em sinergia com a equipe de curadoria, produção artística e metodologia participativa, assegurando a qualidade técnica, o cumprimento das metas e a efetiva democratização do acesso às atividades culturais.
Periodo para captação de recursos encerrado.