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O projeto "Tempo de Trégua" se propõe a realização de produção, montagem e temporadas em São Paulo e no Rio de Janeiro da peça de Mário Bortolotto. Escrita no ano 2000, Tempo de Trégua, traça a história de uma família de classe média, cujas relações estão desgastadas e que se reencontra para um acerto de contas na noite de natal. A direção será do próprio autor e no elenco teremos Norival Rizzo, Rodrigo Candelot, Charles Paraventi, Dani Costa, Biah Ramos e Jairo Matos, atores conhecidos do cenário teatral, televisivo e cinematográfico brasileiro. O projeto contempla apresentações no Rio e São Paulo, com 16 apresentações em cada cidade, num total de 32 apresentações. O projeto inclui sessões com intérpretes de libras e tem como público alvo, jovens e adultos, a partir dos 14 anos, moradores dessas regiões, dos mais diferentes extratos sociais e de diferentes gêneros, amantes do teatro e do gênero comédia, além de estudantes e profissionais da área de artes cênicas.
Escrita no ano 2000, Tempo de Trégua, de Mário Bortolotto traça a história de uma família de classe média, cujas relações estão desgastadas. Numa noite de Natal todos se encontram e acontece de modo fortuito um acerto de contas. Com seis personagens - dois irmãos no limite de sua rivalidade; o patriarca com alma de garoto, inspirado no legado da geração Beat; a caçula, uma mulher sem a menor classe; o primo, um professor decadente e sem estilo e a cunhada, uma promotora que tenta, com o possível de elegância, apaziguar um pouco os ânimos da família e caiu de paraquedas na história. O pai, Cesar, possui uma nítida predileção pelo filho mais novo, Nando, drogado e alcoólatra. Com a chegada do filho mais velho, Mauricio, inicia-se um conflito. Direção e Direção Musical de Mário Bortolotto. Com Norival Rizzo, Rodrigo Candelot, Charles Paraventi, Biah Ramos, Dani Costa e Jairo Matos. Classificação: 14 anos.
OBJETIVO GERAL: Realizar a produção e execução de duas temporadas do espetáculo Tempo de Trégua, por meio de 32 apresentações, com um período de realização de 9 meses, nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, em 2026. Desejamos promover o acesso do público a autores contemporâneos brasileiros, como o premiado autor Mário Bortolotto, considerado por muitos o novo Plínio Marcos, valorizando o gênero da comédia como instrumento de reflexão sobre as relações humanas. O espetáculo gira em torno de um tema universal: a familia. Nessa obra, Bortolotto traz a relação do sujeito com a família, como principal foco. Influenciado diretamente pelos autores da geração beat, Mário Bortolotto (Prêmio APCA e Shell) leva à cena uma galeria de anti-heróis desacreditados de certos valores e gostos burgueses. Trabalhando entre a sátira e a comédia de costumes, a crônica contemporânea do cotidiano, a ironia e o humor, o autor coloca no interior de seus textos uma inusitada abordagem existencialista do mundo real. A proposta busca unir humor e crítica social, proporcionando momentos de leveza e identificação ao público após um período de intensas transformações políticas e econômicas no país nos últimos anos. A obra é indicada para um público na maioria de jovens e adultos, a partir de 14 anos, sem gênero, nem classe social definidos. A obra deve atrair, além do público em geral, artistas, estudantes de teatro, psicologia, letras, amantes da comédia e o público PCD, beneficiado por ações de acessibilidade. Os locais escolhidos devem possuir espaços sem obstáculos físicos e reservas de assentos a cadeirantes. Objetivos EspecíficosProduto Principal _ Espetáculo de Artes CênicasÞ Realizar duas temporadas do espetáculo nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro, com 16 apresentações em cada capital, totalizando 32 apresentações, duas vezes por semana em cada cidade, durante 4 meses, promovendo o encontro do público com o teatro e o riso como forma de ressignificar experiências coletivas e pessoais.Þ Apresentar e difundir o trabalho de dramaturgos da cena teatral brasileira, como o premiado autor Mário Bortolotto, fortalecendo a dramaturgia nacional.Þ Apresentar uma encenação contemporânea, com direção de Mário Boortolotto, cenário e figurinos de Kleber Montanheiro, iluminação de Cesar Pivete e trilha sonora do próprio Bortolotto, evidenciando o trabalho coletivo de artistas reconhecidos e premiados do teatro brasileiro.Þ Garantir uma equipe artística e técnica especializada, experiente e premiada e oferecer infraestrutura adequada para a realização do espetáculo.Þ Enfatizar o processo de criação e experimentação, além de troca de experiências e reflexões entre o elenco, composto por atores do Rio de Janeiro e São Paulo, direção e o público.Þ Fomentar a formação de plateia e o interesse pelo gênero comédia, alcançando jovens e adultos de diferentes contextos sociais e cidades do país.Þ Estimular a formação de plateia e o desenvolvimento de uma visão crítica da sociedade por meio da linguagem teatral e das questões abordadas na peça. Þ Utilizar a arte e a cultura como ferramenta de desenvolvimento social.Þ Estimular o diálogo sobre os relacionamentos humanos, explorando o humor e as contradições das relações contemporâneas em um país diverso e socialmente desafiado.Þ Promover ampla divulgação para a diversificação de plateias, atraindo jovens e adultos de diferentes classes e regiões, além de estudantes de teatro, psicologia e letras, e apreciadores do gênero comédia.Þ Garantir acessibilidade e inclusão, com sessões interpretadas em Libras e espaços adaptados para pessoas com deficiência. Þ Fomentar o desenvolvimento social e econômico do setor cultural, gerando empregos diretos e indiretos e fortalecendo redes locais de produção em cada cidade participante.Þ Estimular o pensamento crítico e o olhar sensível sobre a sociedade, utilizando o humor e a linguagem teatral como ferramentas de reflexão e transformação cultural.Þ Realizar 2 bate-papos com o elenco, sendo 1 em cada cidade, estimulando o diálogo entre artistas e comunidade, como forma de democratização de acesso. Þ Debater as configurações familiares contemporâneas e seus conflitos, propondo caminhos e reflexões sobre a evolução dessas relações, juntamente com o público, nos bate papos, após a peçaÞ Democratizar o acesso ao teatro, oferecendo cotas gratuitas de ingressos para educandos, povos indígenas, comunidades quilombolas, população negra e grupos em situação de vulnerabilidade social, além de ingressos gratuitos e populares para escolas públicas, CIEPs, associações e entidades locais.Þ Promover 2 (dois) ensaios abertos — um no Rio de Janeiro e outro em São Paulo — com presença de intérprete de Libras, integrando as ações de DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO.Þ Garantir a ida aos ensaios aberto de educandos, através do aluguel de 4 ônibus e fornecimento de lanche, educandos esses que poderão comparecer à peça acompanhados de um responsável ou parente ou amigo maior de idade, para assistir gratuitamente as apresentações nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Serão 2 ônibus em cada cidade, transportando cerca de 42 pessoas em cada ônibus, num total de 84 pessoas em cada cidade e 168 pessoas atendidas. Os estudantes serão acompanhados de 2 professores ou 2 monitores.Produto Secundário _ Contrapartidas Sociais e Ações FormativasÞ Realizar ações de contrapartida social e formativa nas 2 cidades contempladas, por meio da oferta gratuita do Workshop "Interpretação para Teatro, TV e Cinema", ministrado por Rodrigo Candelot, com duração de 4 horas em cada localidade, voltado a jovens e adultos a partir de 16 anos, beneficiando 20 alunos por cidade, totalizando 40 beneficiados. Þ Realizar os workshops gratuitos de interpretação para teatro, TV e cinema nas seguintes cidades: Rio de Janeiro/RJ e São Paulo/SP, promovendo o acesso gratuito à formação artística e o intercâmbio cultural entre diferentes regiões.
O projeto "Tempo de Trégua", com texto e direção de Mário Bortolotto, propõe a produção, execução e temporadas de um espetáculo de humor, com tintas de drama e que reflete, com leveza, ironia e sensibilidade, sobre as relações humanas e familiares contemporâneas. O elenco é composto por Norival Rizzo, Rodrigo Candelot, Charles Paraventi, Dani Costa, Biah Ramos e Jairo Matos.A proposta contempla 32 apresentações, com temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo, incluindo sessões acessíveis em Libras e voltadas a jovens e adultos a partir de 14 anos. Além das apresentações, o projeto realiza ações formativas e de democratização de acesso, com workshops gratuitos de interpretação nas duas cidades, ministrados por Rodrigo Candelot, beneficiando diretamente 40 participantes, além de 2 bate papos e 2 ensaios abertos.As contingências da vida tornam-se um fardo aos habitantes do mundo moderno. Vivemos integrados em redes de compartilhamento, mas solitários e absortos na nossa própria privacidade, rumando entre sensações sem fundo e discursos dissolvidos, sob a decadência, a abundância e o desconforto, espelhos das desilusões dos artistas, dos inconformados, dos Kerouac, Ginsberg, Corso, e Bukowski. Influenciado diretamente pelos autores da geração beat, Mário Bortolotto (Prêmio APCA 2000, Prêmio Shell 2000) usa da invocação desses perfis desacreditados dos valores genéricos da sociedade e traz à tona reflexões sobre a confusão das cidades contemporâneas; discute com humor ácido, poesia, e tons dramáticos, dos patéticos ao emocionantes, acerca das influências inescapáveis ao qual estamos expostos, enquanto também imersos na busca de nossas identidades. Ele leva à cena uma galeria de anti-heróis desacreditados de certos valores e gostos burgueses. Figuras excluídas do sistema, que estão dispostas a ganhar a estrada à troco de um trago, de um som, de uma transa. Trabalhando entre a sátira e a comédia de costumes, a crônica contemporânea do cotidiano, a ironia e o humor, o autor coloca no interior de seus textos uma inusitada abordagem existencialista do mundo real.Tema central da peça, a família e a dificuldade de relacionamento entre seus membros, seus valores, conceitos, temores e múltiplos desdobramentos, têm levado a sociedade a inúmeras discussões, muitas delas subjetivas. Nossa juventude se percebe aprisionada pelas contingências da fatal globalização, ou como diz Camões, por um não sei quê, que nasce de não sei onde, vem não sei como e dói não sei porque. A família retratada na peça é semelhante a de muitos brasileiros. Todos nos sentimos refletidos nesses personagens. A medida que a história vai sendo contada e os espectadores vão embarcando na peça, a verdade nua crua dos comportamentos cruéis do ser humano vão sendo apresentadas. O encontro dessa família na noite de Natal, deixa subentendido que é uma família que pouco se vê e que usa o período natalino como uma "desculpa" para todos se encontrarem e se "confraternizarem".Inédita nos palcos, Tempo de Trégua é uma peça provocativa, que traz um humor ácido e trata a vida de uma forma poética, patética e ao mesmo tempo, emocionante. Mário Bortolotto considerado por muitos o novo Plinio Marcos, é um marco para a produção teatral e literária brasileira atual. É um autor que deve ser montado hoje, agora. Admirado pelas novas gerações, ele traz à tonas as mais variadas discussões sobre os conflitos de nossa sociedade e provoca uma reflexão crítica sobre certos valores morais e éticos que se diluíram nos dias de hoje. Escrita no ano 2000, Tempo de Trégua traça a história de uma família de classe média, cujas relações estão desgastadas. Numa noite de Natal todos se encontram e acontece de modo fortuito um acerto de contas. Com seis personagens - dois irmãos no limite de sua rivalidade; o patriarca com alma de garoto, inspirado no legado da geração Beat; a caçula, uma mulher sem a menor classe; o primo, um professor decadente e sem estilo e a cunhada, uma promotora que tenta, com o possível de elegância, apaziguar um pouco os ânimos da família e caiu de paraquedas na história. O pai, Cesar, possui uma nítida predileção pelo filho mais novo, Nando, drogado e alcoólatra. Com a chegada do filho mais velho, Mauricio, inicia-se um conflito.Embora a violência seja a tônica de quase todos os seus textos, nessa obra, o autor Mario Bortolotto traz a relação do sujeito com a família, como principal foco. Na encenação será criada uma atmosfera de universo pop, com influências do cinema e dos quadrinhos. Intensificando esse clima, na trilha sonora (escolhida e criada pelo próprio autor) serão utilizados trechos de músicas de grupos de rock e blues conhecidos. Nos figurinos serão realçados os tons sóbrios, neutros como preto e azul marinho influência direta de cineastas como Tarantino e Irmãos Cohen. Como elementos cênicos, teremos uma sala de classe média visivelmente decadente, com uma mesa ao centro e uma janela na parede. A mesa toma a maior parte do espaço cênico. A mesa é o próprio local de encontro dos membros da família. É, ao mesmo tempo, o ponto de união e de ruptura. Nela se evocam afetos e carências, os laços e os nós, competições, cobranças e ressentimentos. O ringue onde as relações e os valores mais caros da família são expostos com um humor virulento.Para realizar essa montagem contamos com uma equipe com equidade de raça e gênero, especializada e premiada. Ele é composta pelo autor e diretor Mário Bortolotto, que também será o diretor musical do espetáculo, pelo experiente diretor de Produção Luis Henrique Costa da C5 produções, pelo cenógrafo e figurinista Kleber Montanheiro e pelo iluminador César Pivete.A viabilização desse projeto também favorece o alcance das metas institucionais do Plano Nacional de Cultura (PNC) do Ministério da Cultura, promovendo o acesso à arte, à educação, à cultura, à diversidade cultural e à difusão das linguagens artísticas, além de favorecer a produção do conhecimento e a manutenção de um diálogo permanente com os diversos públicos.Para finalizar, destacamos que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País.Também se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.Concluindo, a Capangas Produções, responsável por "Tempo de Trégua", reafirma seu compromisso com a excelência artística, transparência e gestão eficiente. Com mais de 13 anos de experiência, a empresa assegurará a execução integral do projeto, cumprindo metas e prazos em todas as etapas. O acompanhamento será feito por relatórios técnicos e financeiros, registros audiovisuais e indicadores de público, garantindo transparência e prestação de contas rigorosa junto ao Ministério da Cultura e patrocinadores.
PASSAGENS AÉREAS: São Paulo - 3 atores irão do Rio para SP fazer a peça, por 8 semanas. Total 16 trechos para cada, e no final, 48 trechos. Rio de Janeiro - 3 atores irão de SP para o Rio fazer a peça, por 8 semanas. Total 16 trechos para cada, e no final, 48 trechos. O diretor irá de Sp para o Rio na semana da estreia. Total: 2 trechos. Total final: 98 trechosA PRÉ PRODUÇÃO OCORRERÁ NO RIOA PRODUÇÃO EM SÃO PAULO E RIO DE JANEIRO, COM ESTRÉIA EM SÃO PAULOEXECUÇÃO EM SÃO PAULO E RIO DE JANEIROA PÓS PRODUÇÃO OCORRERÁ NO RIO
Produto principal Espetáculo de Artes CênicasTemporadas – “Tempo de Trégua”Rio de Janeiro/RJ· Duração: 1h15· Apresentações: 16· Lotação: 300 lugares· Quantidade de beneficiados: 300 x 16 = 4.800 pessoasSão Paulo/SP· Duração: 1h15· Apresentações: 16· Lotação: 400 lugares· Quantidade de beneficiados: 400 x 16 = 6.400 pessoas· Total Geral Estimado· Total de apresentações: 32· Público total estimado: 11.200 DemocratizaçãoBate- papo após cada apresentaçãoDuração: 20 Min.Lotação: 300 (RJ) e 400 (SP) pessoasQuantidade de beneficiados = 700 pessoas 2 Ensaio aberto 1h15 minDuração: 1h15 Min.Lotação: 300 (RJ) e 400 (SP) pessoasQuantidade de beneficiados = 700 pessoas Produto secundário – Contrapartida SocialWorkshop para escolas públicasTipo: Workshop Ministrante: Rodrigo Candelot Duração: 4 horas Quantidade de Workshops: 2 (1 em cada cidade da circulação) Locais: Rio de Janeiro/RJ e São Paulo/SP.Público-Alvo: jovens e adultos a partir de 16 anos, artistas iniciantes, estudantes de teatro e audiovisual, atores em formação e interessados em técnicas de interpretação. Beneficiados: 20 participantes por workshop (total de 40 beneficiados diretos).
Medidas de Acessibilidade – Alinhadas à IN MinC nº 23/2025 e à Legislação VigenteO projeto “Tempo de Trégua” está plenamente alinhado às diretrizes de acessibilidade previstas na Instrução Normativa MinC nº 23, de 05 de fevereiro de 2025, atendendo também ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto nº 5.761/2006, que estabelece a obrigação de “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741/2003 (Estatuto do Idoso), e a pessoas com deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298/1999)”.A acessibilidade constitui um princípio fundamental do projeto, assegurando o direito à participação cultural plena e promovendo a inclusão social. Para tanto, o projeto implementará as seguintes medidas:I – Aspecto ArquitetônicoRecursos de acessibilidade serão garantidos para pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas, assegurando acesso físico aos locais das atividades culturais e espaços acessórios, como sanitários acessíveis, rampas e áreas de circulação adequadas.Produto Principal – Espetáculo de Artes Cênicas: Os teatros contratados nas 2 capitais brasileiras — Rio de Janeiro/RJ e São Paulo/SP serão selecionados com base em sua estrutura arquitetônica acessível, incluindo rampas de acesso, elevadores, assentos reservados e sanitários adaptados para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.Produto Secundário – Contrapartidas Sociais: As atividades formativas ocorrerão em escolas e espaços culturais públicos que já dispõem de infraestrutura acessível (rampas, elevadores e sanitários adaptados), assegurando igualdade de condições de acesso a todos os participantes.Fundamentação legal: Art. 27, II, do Decreto nº 5.761/2006; Art. 23 da Lei nº 10.741/2003 (Estatuto do Idoso); Art. 46 do Decreto nº 3.298/1999.II – Aspecto Comunicacional e de ConteúdoRecursos de acessibilidade comunicacional serão oferecidos a pessoas surdas e com deficiência auditiva, promovendo uma experiência cultural inclusiva.Produto Principal – Espetáculo de Artes Cênicas:· Serão realizadas 2 apresentações e bate papos com intérprete de Libras, sendo uma em cada cidade, Rio de Janeiro/RJ e São Paulo/SP.· Haverá ainda 2 (dois) ensaios abertos acessíveis — um no Rio de Janeiro e outro em São Paulo — com presença de intérprete de Libras, integrando as ações de DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO.Itens Orçamentários: Custos vinculados à acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis, conforme art. 23 da IN nº 23/2025.III – Aspecto de Comunicação e Divulgação AcessíveisSerão disponibilizados materiais de divulgação em formatos acessíveis, com informações claras sobre os recursos de acessibilidade disponíveis em todas as atividades do projeto.Produto Principal – Espetáculo de Artes Cênicas:· Todos os vídeos promocionais do espetáculo contarão com legendagem e intérprete de Libras, garantindo o acesso de pessoas surdas ou com deficiência auditiva.· O material de divulgação (folders, redes sociais, website e convites digitais) incluirá informações detalhadas sobre os recursos de acessibilidade, permitindo que o público tenha pleno conhecimento antes de sua participação.· Será contratada consultoria especializada em acessibilidade na comunicação, bem como profissional de Libras para gravação de chamadas em vídeo.Produto Secundário – Contrapartidas Sociais:· Flyers, redes sociais, website e demais materiais promocionais dos workshops e atividades formativas também incluirão informações claras sobre os recursos de acessibilidade disponíveis.· As informações serão apresentadas em linguagem simples e acessível, conforme orienta o art. 44, III, da IN nº 23/2025, garantindo compreensão ampla e inclusiva.Fundamentação legal: Arts. 54 e 102 da Lei nº 13.146/2015 (LBI); Art. 44, III, da IN nº 23/2025. Itens Orçamentários: Custos vinculados à acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis, conforme art. 23 da IN nº 23/2025.Com essa estrutura, o projeto “Tempo de Trégua” demonstra conformidade integral com os incisos I, II e III do art. 42 da IN MinC nº 23/2025, assegurando que tanto o Produto Principal (Espetáculo de Artes Cênicas) quanto o Produto Secundário (Contrapartidas Sociais) contemplem acessibilidade arquitetônica, comunicacional e de comunicação/divulgação.Assim, o projeto reafirma seu compromisso com um processo cultural inclusivo, acessível e equitativo, garantindo participação plena de todos os públicos nas 2 cidades contempladas: Rio de Janeiro/RJ e São Paulo/SP.
Medidas de Democratização e Ampliação de Acesso – Alinhadas à IN MinC nº 23/2025Democratização do Acesso (Art. 46)Adotar-se-ão as seguintes medidas de democratização de acesso para o produto Espetáculo de Artes Cênicas – “Tempo de Trégua”, em conformidade com o disposto no art. 46 da IN MinC nº 23/2025:I – até 10% (dez por cento) dos ingressos serão destinados à distribuição gratuita promocional pelos patrocinadores; havendo mais de um, receberão quantidade proporcional ao investimento efetuado; II – até 10% (dez por cento) dos ingressos serão destinados à distribuição gratuita promocional pelo proponente, em ações de divulgação do projeto; III – mínimo de 10% (dez por cento) dos ingressos será destinado à distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituições públicas de ensino; IV – mínimo de 20% (vinte por cento) dos ingressos será destinado à comercialização a valores populares, que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais).Parametrização no Sistema (conforme § 2º do art. 46)· Meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% do total de ingressos comercializados, conforme §10 do art. 1º da Lei nº 12.933/2013;· Meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei nº 10.741/2003 (Estatuto do Idoso);· Meia-entrada garantida também para pessoas com deficiência e jovens de baixa renda portadores da ID Jovem, nos termos do Decreto nº 8.537/2015.Ampliação do Acesso (Art. 47, incisos I e V)Em complemento às medidas de democratização, o projeto “Tempo de Trégua” prevê ações de ampliação de acesso, conforme os incisos I e V do art. 47 da IN MinC nº 23/2025, a saber:· Doação de 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento) (inciso I);· Realização gratuita de atividades paralelas (inciso V), entre elas:o 2 (dois) ensaios abertos, destinados majoritariamente a estudantes e professores da rede pública de ensino e também à classe artística, patrocinadores e apoiadores e público interessado, sendo 1 (um) realizado no Rio de Janeiro/RJ e 1 (um) em São Paulo/SP;o 2 bate-papos gratuitos, realizados após o término das apresentações, sendo 1 (um) em cada cidade contemplada pelo projeto: Rio de Janeiro/RJ e São Paulo/SP, promovendo o diálogo entre artistas e comunidade.Distribuição Gratuita com Caráter Social e Educativo (Art. 48)A distribuição gratuita de caráter social será direcionada a grupos minoritários e comunidades em situação de vulnerabilidade, incluindo pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, populações tradicionais, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e beneficiários do Bolsa Família (CadÚnico).A distribuição gratuita de caráter educativo será voltada a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio e superior, e será realizada por meio de órgãos, entidades representativas e escolas públicas nas cidades acima mencionadas.Þ Para garantir a ida nos ensaios aberto, teremos 4 ônibus e lanche para educandos, que poderão comparecer à peça acompanhados de um responsável ou parente ou amigo maior de idade, para assistir gratuitamente as apresentações nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Serão 2 ônibus em cada cidade, transportando cerca de 42 pessoas em cada ônibus, num total de 84 pessoas em cada cidade e 168 pessoas atendidas. Os estudantes serão acompanhados de 2 professores ou 2 monitores.Com essas ações, o projeto “Tempo de Trégua” cumpre integralmente as exigências de democratização do acesso (art. 46) e de ampliação do acesso (art. 47, incisos I e V), previstas na IN MinC nº 23/2025, articulando-se ainda com:· a Lei nº 12.933/2013 (Meia-Entrada);· a Lei nº 10.741/2003 (Estatuto do Idoso); e· o Decreto nº 8.537/2015 (ID Jovem e PCD).Dessa forma, garante-se um processo cultural democrático, acessível e socialmente inclusivo, ampliando o impacto cultural, educativo e formativo junto ao público e reforçando o compromisso do projeto com a formação de plateia, a inclusão social e a descentralização cultural. O projeto “Tempo de Trégua” terá duração total de 9 meses, contados a partir do recebimento da captação dos recursos. O cronograma está dividido em etapas mensais, assegurando o desenvolvimento contínuo e articulado das metas artísticas, sociais e formativas, bem como o cumprimento integral dos prazos e objetivos estabelecidos.
Proponente: Capangas Produções Artísticas ltda me O PROPONENTE respeita a remuneração até o limite de 20% (vinte por cento) conforme IN 23/2025. Currículo do Proponente A empresa CAPANGAS PRODUÇÕS ARTISTICAS LTD A ME, fundada em 2012, atuante na área de produção teatral e atividades complementares às artes cênicas, tem como seus sócios e administradores os atores e produtores Rodrigo Candelot e Saulo Rodrigues.Produtores experientes, antes de criarem a empresa, Rodrigo e Saulo já tinham produzido as comédias “Trem Fantasma”, de Ivan Fernandes, direção de Mário Hermeto (Casa da Glória), em 2010 e “Os Capangas”, texto dos próprios e Paula Rocha, com direção de Rubens Camelo (Teatro Cândido Mendes e Miguel Falabella), de 2014 a 2016, as da “Cia Dezequilibrados”, desde 2001 e a peça “Cowboy”, direção de Henrique Tavares (Oi Futuro), em 2012. A Capangas Produções Artísticas produziu as três temporadas da comédia “Não Sabe Dublar Não Desce Pro Play”, de Rodrigo Candelot e Mauricio Branco (Bar das Artes, Cine Teatro , Casa Copabacana), de 2022 a 2023, as cinco temporadas da comédia “Enrolados”, vários autores, direção de Rodrigo Candelot (Teatro Cândido Mendes, Teatro Café Pequeno, Teatro Maria Clara Machado, Teatro Miguel Falabella) – 2021/ 2018/ 2017, as três temporadas da peça “Cemitério das Delicias”, Fernando Arrabal (Sesc Tijuca / Nathalia Timberg / Café Pequeno) - 2016/ 2017, entre outras. Recentemente, no 2o semestre de 2025, produziu as novas temporadas de Enrolados a comédia em São Paulo (Teatro Gazeta e Teatro Bibi Ferreira), São José dos Campos (Teatro Colinas) e Salvador (Teatro Faresi). EQUIPE TÉCNICA E ARTÍSTICA RODRIGO CANDELOT Função no Projeto: Coordenador Geral do Projeto / Ator / Ministrante das Contrapartidas Sociais Rodrigo Candelot é ator, autor, jornalista, professor de interpretação, músico, produtor e pós graduado em direção teatral. Como autor, escreveu sua primeira peça em 2010, Os Capangas. Em 2017 fez a dramaturgia e dirigiu “Enrolados a comédia”. Como ator, já esteve em mais de 18 peças, entre elas o musical da Disney O Rei Leão, de Julie Tamor. Em Cinema participou de alguns longas entre eles “Tropa de Elite 2”, de José Padilha. Em TV participou de inúmeras séries, programas e novelas como Questão de Familia(GNT) e 1 Contra Todos (Fox). Gravou durante 4 anos a série Detetives do Prédio Azul (Gloob). Pode ser visto na série “Coisa mais Linda” (Netflix). Esteve recentemente em Paulo o apóstolo (Record/TV) e Volte Sempre (Multishow). É professor de interpretação há mais de 20 anos. Está em turnê pelo país com a comédia “Enrolados”. Sócio da Capangas Produções Artísticas.LUIS HENRIQUE COSTA / C5 ProduçõesFunção no Projeto: Diretor de ProduçãoLuis Henrique Costa é produtor cultural com mais de 40 anos de experiência e mais de 3.000 eventos realizados. Criador da C5 Produções. Foi diretor de produção e produtor executivo de diversos espetáculos de grande circulação nacional, entre eles: “O Vendedor de Sonhos” (Augusto Cury), “Minha Vida em Marte” (Mônica Martelli), “O Analista e a Sexóloga de Bagé”, “Ilíada” (com Daniel Dantas e Letícia Sabatella) e “O Que Passa na Cabeça Dela” (com Bruna Louise), entre muitos outros.MÁRIO BORTOLOTTOFunção no Projeto: Autor, Diretor e Diretor MusicalMário Bortolotto escreve para teatro desde 1981. Em 1982 fundou seu próprio grupo, o Cemitério de Automóveis. Montou mais de cinquenta textos seus com seu grupo e ganhou vários prêmios como autor, diretor, ator, sonoplasta e iluminador. Em 2000 Mário Bortolotto recebeu o Prêmio APCA pelo conjunto da obra e o Prêmio Shell de Melhor Autor por Nossa Vida Não Vale Um Chevrolet. Tem quinze livros publicados. Já realizou no Centro Cultural São Paulo cinco mostras com Textos seus e adaptações que fez de livros de outros escritores. Responsável pela trilha sonora de todos os espetáculos de seu grupo. Também fez trilha para vários outros espetáculos de outros diretores.NORIVAL RIZZOFunção no Projeto: AtorFormado pela EAD/USP, Norival Rizzo é um ator conhecido da TV, do Teatro e do Cinema. Alguns Trabalhos em Teatro: Foi Bom Meu Bem?/ Cala Boca Já Morreu/ Besame Mucho/ Muito Barulho Por Nada/ 12 Homens e uma Sentença/ Ator Mente. Novelas: Sangue Bom/ Alto Astral/ Fina Estampa/ Haja Coração/ Apocalipse/ Cúmplices de um resgate/ Gênesis. Séries: 9 MM São Paulo/ 171 Negócios em Família/ 3%/ Sessão de Terapia. Cinema: Magal e os Formigas/ Real, o Plano Por Trás da História/ Meu Querido Embaixador, entre outras.CHARLES PARAVENTIFunção no Projeto: AtorCharles Paraventi é ator premiado, com extensa trajetória no teatro, cinema e televisão. No teatro, atuou em peças como “Bárbara Não lhe Adora” e “O Burguês Ridículo”. No cinema, participou de produções consagradas como “Cidade de Deus”, “Chamas da Vingança” e “Os Farofeiros”, entre outros trabalhos de grande repercussão nacional.JAIRO MATOSFunção no Projeto: AtorJairo Mattos é ator de teatro, cinema, televisão e Palhaço. Iniciou sua carreira nos circos Royal, Chambinho, Circo-escola picadeiro, Metrópole arte-circo entre outros. É cofundador do grupo Parlapatões Patifes e Paspalhões e do Teatro de Câmara de São Paulo. Alguns trabalhos em teatro: Medusa de Rayban, A Queima Roupa, Fuck You Baby, Uma Fabula Podre, Nossa Vida Não Vale Um Chevrolet (Mário Bortolotto) e Novas diretrizes em tempo de paz (Bosco Brasil). Alguns trabalhos em cinema: Tainá uma Aventura no País das Amazonas e Bicho de Sete Cabeças. Alguns trabalhos em TV: novelas Rei do Gado, Por Amor, Celebridade, Bang Bang e Orgulho e Paixão (TV Globo) e Bicho do Mato e Genesis (Record TV).DANI COSTAFunção no Projeto: AtrizDani Costa é atriz e pedagoga. Atuou como Vivi na série “Body by Beth”, da HBO, protagonizada por Marisa Orth, e recentemente participou da websérie “Todo Dia Nada Igual”, com direção de Marco Rodrigo. Em televisão, integrou o elenco da novela “Verdades Secretas”, exibida pela TV Globo.BIAH RAMOSFunção no Projeto: Atriz e Produtora ExecutivaAtriz, roteirista, produtora experiente, Biah Ramos tem 25 anos de carreira, formada pela Escola Superior de Artes Célia Helena, publicitária formada na Universidade Paulista. Foi integrante do grupo de Teatro Fábrica São Paulo e atuou em 16 peças de teatro. Sua última peça em 2025 foi: “Música para Ninar Dinossauros” do Mario Bortolotto. Roteirista, atriz e produtora dos seus projetos, apresentou a peça “Sofisma” teatro/cinema, na Pandemia, onde realizou todas essas funções.CÉSAR PIVETEFunção no Projeto: IluminadorPivete é Lighting Designer, com 26 anos de carreira dedicados ao teatro, tv e eventos e ao longo da carreira desenvolveu projetos no Brasil e em algumas partes do mundo.Trabalha e trabalhou em parceria com dezenas de diretores: Marcio Macena, Naum Alves de Souza, Bibi Ferreira e Jorge Farjalla, entre outros. Já foi indicado e ganhou vários prêmios, entre eles, em 2018 foi indicado ao prêmio Aplauso Brasil de Teatro na categoria melhor Iluminação por “Silêncio.doc”; em 2019 foi indicado aos Prêmio Shell de teatro, Bibi Ferreria e Cenyns na categoria melhor Iluminação por "O mistério de Irma Vap e venceu o Bibi Ferreira. Nesse mesmo ano venceu o Prêmio Aplauso Brasil na categoria melhor iluminação por “Dolores”.KLEBER MONTANHEIROFunção no projeto: Figurinista e CenógrafoKleber criou cenário, figurino e luz dos espetáculo Misery, com Marisa Orth e Luis Gustavo; Cada um com seus ‘pobrema’, de Marcelo Médici, entre muitos outros. Foi vencedor dos prêmios APCA e FEMSA 2012 pelos cenários e figurinos de “A História do Incrível Peixe Orelha”. Recebeu o prêmio São Paulo pelos figurinos da peça “Carmen, a Grande Pequena Notável”. Em 2018 foi indicado ao prêmio Shell de melhor figurino e ao prêmio Bibi Ferreira de melhor cenografia pelo espetáculo Um Beijo Em Franz Kafka, de Sérgio Roveri, direção Eduardo Figueiredo. Em 2019 foi indicado ao prêmio Shell de melhor cenografia por Visceral, de Nanna de Castro, dirigido por Dan Rosseto.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.