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PRONAC 2511311Autorizada a captação total dos recursosMecenato

CENTRO CULTURAL NOVO SOL

KEVEN FONGARO AUDIOVISUAL E MIDIAS DIGITAIS LTDA
Solicitado
R$ 1,73 mi
Aprovado
R$ 1,73 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2025
    Cadastro PRONAC
    Ano 25
  2. 12/05/2026Captando
    Autorizada a captação total dos recursos
  3. 01/08/2026
    Início previsto
  4. 30/11/2027
    Término previsto

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
ConstruçãoManuImplant d EquipamCult em geral
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Construção, conservação e implantanção de equipamento cultural
Ano
25

Localização e período

UF principal
RO
Município
Ouro Preto do Oeste
Início
2026-08-01
Término
2027-11-30

Resumo

O projeto se propõe a realizar a criação e manutenção do Centro Cultural Novo Sol na cidade de Ouro Preto do Oeste (RO). O Centro Cultural é aberto ao público geral e apresenta uma programação artística, cultural e arte-educativa variada, com produções voltadas a diversos segmentos, tais como teatro, dança, cinema, música e artesanato. O Centro Cultural tem como um de seus objetivos principais valorizar e promover criações de artistas locais e/ou regionais, além de fomentar o acesso ao lazer, à cultura, à arte e à educação artística para o público geral da região. A proposta de viabilização do Centro Cultural aqui descrita inclui a reforma e adaptação de uma infraestrutura física que abrigará salas equipadas, banheiros e uma área aberta para acolher as especificidades da programação - e que também funciona como espaço de convivência apto a receber exposições, cursos, aulas, obras e eventos abertos ao público ao longo de um ano.

Sinopse

A realização e manutenção do primeiro centro cultural da cidade de Ouro Preto do Oeste (RO) - o Centro Cultural Novo Sol. Aberto para o público, oferecendo uma programação com produções culturais de diversos segmentos, tais como teatro, dança, cinema, música, e artesanato, além de agregar projetos artísticos favorecendo criadores e artistas locais e/ou regionais.- Ações Arte-Educativas e Formativas, como aulas, cursos, mentorias, palestras, oficinas e vivências artísticas, culturais e sociais, ministrada por profissionais das áreas indicadas. Classificação Indicativa Livre a depender da ação.- Exibições de filmes na sala de cinema, com uma variedade de programação atendendo tanto o público infantil, como ao público adulto em horários diversos. Classificação Indicativa a depender do filme.- Feiras de Artes Semanais - Com um espaço onde artistas locais poderão expor e vender suas obras de arte e cultura, incluindo artesanatos, esculturas, crochês, bordados, pinturas, fotografias e mais. Classificação Livre.- Exposições de obras artísticas e culturais de artistas locais ou regionais. Classificação Livre.- Ocupação dos espaços por artistas locais, com acesso a equipamentos técnicos de diferentes formatos artísticos (musical, teatral, artes plásticas, audiovisual, etc.)- Acesso ao espaço de convivência do centro cultural, durante todo seu horário de funcionamento. Classificação Livre.

Objetivos

Objetivos Gerais:1) Criar e viabilizar o primeiro Centro Cultural de Ouro Preto do Oeste (RO) de maneira sustentável e aberta ao público de terça a domingo - causando um impacto socioeconômico positivo.2) Apresentar no interior de Rondônia no interior de Rondônia, com o Centro Cultural Novo Sol, uma programação artística e cultural, diversa, com produções voltadas a diferentes segmentos, tais como teatro, dança, cinema, música e artesanato. 3) Criar, reformar e adaptar um espaço que abrigará o Centro Cultural oferecendo acesso à arte, cultura e formações artísticas, assim como movimentar a economia local dos trabalhadores da cultura, gerando empregos diretos ou indiretos para profissionais, técnicos e artistas locais. 4) Fazer manutenção e sustentar pelo período de um ano pelo período de um ano um espaço artístico cultural, influente no território, capaz de integrar a rota turística da região e servir de espaço de convivência para a população local.5) Gerir um centro artístico e cultural de convivência, com um espaço externo para receber feiras artísticas e eventos culturais; cinco salas equipadas para atender à programação continuada de atividades arte-educativas oferecidas para a população _ como palestras, oficinas, cursos práticos de fotografia, teatro, pintura em aquarela, capoeira, produção musical, produção audiovisual; e uma sala de cinema adaptada.Objetivos Específicos: 1- Estrutura e manutenção do espaço do Centro Cultural Novo Sol para acolher as cinco possibilidades de ações culturais que podem ocorrer simultaneamente - feira de artesanato, exposições, cursos/oficinas, mentorias e sessões de cinema: a) Feira de artesanato: espaço onde artistas locais poderão expor e vender suas obras de arte e cultura, incluindo artesanatos, esculturas, crochês, bordados, pinturas, fotografias e mais. Com duração de aproximadamente cinco a seis horas, prevista para ocorrer uma vez na semana, ao longo do período de execução do projeto.b) Quatro exposições de obras artísticas e culturais, de forma continuada, em Salas de Exposição (e nos corredores do espaço) com duração de dois meses cada ao longo do período de execução do projeto. As exposições ficarão disponíveis para visitação de terça a domingo. A cada dois meses um novo artista local passa pela chamada pública periódica do centro cultural para manifestar o interesse de expor. As obras expostas também ficariam à venda para os visitantes _ caso seja do interesse do artista, que receberia todo lucro obtido pela obra.c) Uma exposição permanente com acervo de registros audiovisuais, itens históricos ou obras artísticas de grande valor cultural para a história da cidade de Ouro Preto do Oeste.d) Cursos de educação artística, palestras, oficinas, apresentações artísticas, e demais ações culturais oferecidas em cinco salas adaptadas e equipadas para atender a população de maneira gratuita, respeitando a destinação de no mínimo 20% de gratuidade como previsto pelos artigos 46 e 45 da IN 23/35, respeitando 10% para professores e instituições públicas de ensino. Características da SALA 1 - SALA CORPORAL: sala com piso emborrachado e ar-condicionado para atividades culturais focadas no corpo, tais como aulas e oficinas de dança, teatro, capoeira e yoga; Características da SALA 2 - SALA PEDAGÓGICA: sala com projetor simples no teto, lousa e caixas de som. Cadeiras, poltronas ou puffs dispostos em semicírculo. A sala tem o objetivo de ser uma sala de aula multiuso, capaz de ser reorganizada para diversos fins, como mentorias, cursos práticos de fotografia, música, poesia, etc; Características da SALA 3 - SALA ATELIÊ: sala com chão forrado, cavaletes com telas e paredes disponíveis para pintura, além de itens para atividades de colagens e experimentações. Própria para estudo de pintura, grafite e similares. Um espaço para artistas locais também produzirem seus trabalhos autorais.Características da SALA 4 - SALA ESTÚDIO MUSICAL: sala adaptada para receber um estúdio de produção musical para gravações e mixagens, com microfones, isolamento acústico, etc. Um espaço para artistas locais também produzirem seus trabalhos autorais;Características da SALA 5 - SALA ESTÚDIO AUDIOVISUAL: sala adaptada para receber um estúdio de audiovisual com equipamentos de vídeo, som tais como câmeras, tripés, equipamentos de luz, itens de cenografia, etc. Um espaço para artistas locais também produzirem seus trabalhos autorais;Através das atividades nas salas fechadas, o Centro Cultural Novo Sol vai oferecer ações buscando alcançar a meta de aproximadamente 300 pessoas ao longo do ano de funcionamento do Centro.e) Mentorias artísticas individuais com vagas limitadas custando de R$150,00 (valor popular: R$50) a serem ofertadas em uma das cinco salas equipadas do Centro Cultural. O valor obtido será integralmente destinado ao arte-educador responsável pela mentoria.f)Sessões em 3 vezes por semana de filmes em uma sala de cinema adaptada - a primeira da cidade de Ouro Preto do Oeste. Com uma estrutura para receber até 40 pessoas. A venda de ingressos será totalmente revertida à manutenção da infraestrutura do espaço, dos equipamentos e da equipe do Centro Cultural, com ingressos acessíveis (inteira: R$15,00 / valor popular: R$7,50) além da distribuição de 20% dos ingressos de forma gratuita considerando critérios de vulnerabilidade social ou econômica tais como - pessoas idosas, indígenas, pessoas trans, mãe solo, pessoas de mobilidade de reduzida, profissionais da educação artística, etc.2) Preencher as vagas para aulas, cursos e oficinas oferecidos no Centro Cultural através de divulgação em redes sociais e de chamamento público, organizado e administrado pelos funcionários do próprio Centro. 3) Manter uma rede social atualizada para promover, divulgar e registrar as ações oferecidas pelo Centro Cultural Novo Sol.

Justificativa

A proposta de criação e manutenção do Centro Cultural Novo Sol recorre ao incentivo de projetos culturais como única forma de viabilização tal como se apresenta, em uma perspectiva abrangente, inovadora e democrática, gerando empregos, oportunidades e promovendo arte e cultura na cidade de Ouro Preto do Oeste. Para justificar a obtenção dos recursos públicos, aqui estão descritas características do projeto que estão em consonância às finalidades estipuladas pelo Pronac, tais como vistas nos artigos da lei:Art. 1º I.Criar e viabilizar o primeiro Centro Cultural de Ouro Preto do Oeste (RO) de maneira sustentável e aberta ao público de terça a domingo - causando um impacto socioeconômico positivo, visto que a cidade possui artistas e profissionais da cultura que não têm como se manter unicamente com a renda de sua formação ou de seu trabalho autoral.Se constitui como espaço aberto, com programação diversa, oferecendo ações culturais e formações a preços acessíveis ou gratuitos, para os locais, para as cidades vizinhas e para os turistas. Serão respeitados os requisitos: todos os ingressos e todas as vagas dos produtos culturais oferecidas a preços acessíveis com distribuição de 20% dos ingressos de forma gratuita, respeitando os requisitos IN 23/25.II.Se configura como o primeiro centro cultural da cidade, e tem como prioridade a promoção de obras de artistas e trabalhadores da cultura local e regional, seja nas exposições, nas feiras de artesanato ou em outras ações.A proposta se torna ainda mais relevante considerando o estatuto de estância turística de uma cidade localizada no centro do estado e que ainda não apresenta evento semelhante, suprindo uma carência da região.A formação de artistas também tem como objetivo movimentar a economia local, abrindo postos de trabalho e diversificando o mercado.Ao viabilizar processos formativos com oficinas e cursos, também fornece subsídios, ferramentas e espaço para o surgimento e desenvolvimento de artistas e profissionais da cultura.Através do trabalho de arte-educação, acesso, visibilidade e contato com formatos distintos de produção artística, também visa estimular o surgimento de artistas locais.III. Ao priorizar artistas locais e regionais em sua curadoria, possibilita a valorização do trabalho desses artistas, ampliando o reconhecimento e o público, além da possibilidade de remuneração desses trabalhadores. O Centro ao registrar e divulgar os artistas e suas criações nas redes também amplifica a promoção dos trabalhos. Ao abrir uma programação diversa, proporciona a troca entre diferentes profissionais que poderão estabelecer novas relações a partir do Centro.Durante as exposições, o Centro favorece o contato do artista com um possível comprador, possibilitando uma ação difícil na cidade, que é a comercialização de artesanato e objetos artísticos, já que não há locais significativos que dão visibilidade e estrutura aos artistas.Também funciona como local de trabalho para os artistas e agentes culturais que serão formados, através das atividades pedagógicas, dando prioridade para grupos marginalizados. Sendo assim, é uma forma de registrar a memória desses grupos e facilitar suas expressões artísticas.IV. Através da exposição de obras locais, dando prioridade na curadoria para grupos minoritários na realidade socioeconômica ouropretense e brasileira, o Centro realiza uma manutenção de memória e cultura que ainda não é feita na cidade. Além disso, o Centro também será o primeiro espaço da cidade com condições mínimas para receber e armazenar obras de arte, onde elas serão cuidadas garantindo a longevidade para esses materiais.Considerando que o Centro prioriza a formação de grupos marginalizados e tem ações que facilitam o acesso destes, ao fornecer subsídios e espaço para a criação, formação, troca e circulação de obras e performances artísticas, o centro também contribui para o registro de memória e para o movimento de continuidade desses grupos.V.Oferece um espaço aberto e de livre trânsito, onde o público geral pode se encontrar, confraternizar e se relacionar socialmente.Oferece processos formativos e/ou de capacitação profissional para um público local que carece de oferta de formações, possibilitando que interessados se instrumentalizem e desenvolvam novas técnicas.Reúne registro de atividades realizadas por meio físico ou virtual, divulgando e preservando a memória das ações e criações;Estabelece uma curadoria que valoriza as produções e cultura local e respeita as diferenças e a pluralidade das criações culturais brasileiras, em particular de Ouro Preto do Oeste.VI. Se estabelece enquanto uma plataforma para promover bens materiais e imateriais do patrimônio cultural local e regional, com exposições, exibições, shows, e outros eventos, além do registro e divulgação para a preservação em mídias impressas, como catálogos e material de divulgação, como também em mídia digital nos perfis do Centro e de futuros parceiros associados.Reserva uma sala de sua estrutura para preservar e expor de maneira permanente um acervo histórico reunindo itens tais como fotografias antigas, registros audiovisuais, itens históricos, mobílias e obras artísticas de grande valor cultural para a história da cidade de Ouro Preto do Oeste, sendo até agora o único espaço da cidade destinado para exibição de objetos históricos regionais.IX. Acolhe, em sua programação, artistas locais e regionais, entendendo a produção local como constituinte importante da memória nacional, mas também agregando convidados e artistas de outras regiões, enriquecendo as trocas culturais. Ao promover em seu espaço feiras de arte e cultura semanalmente, também incentiva o circuito turístico. Ao oferecer infraestrutura e equipamentos para agentes culturais e artistas da cidade abre espaço e estimula a circulação e troca de saberes locais entre artistas amadores e profissionais.Com o avanço de políticas públicas para a democratização e regionalização na produção de cultura no país, tais como PNAB e Lei Paulo Gustavo, alguns problemas se evidenciam, como a falta de estrutura das cidades para abarcar, promover e circular produções locais. O Centro responde a essas novas demandas ao fornecer essa estrutura.Por isso, a proposta do Centro responde aos seguintes objetivos previstos no Art. 3° do mesmo documento:I. a); c);Oferecerá em sua programação mentorias artísticas que custarão de 150 reais, no qual 20% das vagas serão ofertadas gratuitamente.É parte essencial da proposta a instalação e manutenção das salas e equipamentos para a oferta de ações destinadas à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura. O Centro oferecerá em sua programação cursos de diversas áreas da cultura em caráter de gratuidade.II. a); e);Se estabelece também em sua vertente formativa e arte-educadora, possibilitando a capacitação técnica e instrumentalização dos participantes que poderão produzir a partir do equipamento disponibilizado, por exemplo, com oficinas de capacitação audiovisual; Assim como também consiste em um dos cernes do centro a realização e promoção de eventos tais como festivais, espetáculos e exposições.III. d);A programação se constitui como espaço de exposição, acervo e promoção de eventos e ações culturais e artísticas locais, em específico a feira de artesanato onde artesãos poderão exibir e comercializar seus produtos, recebendo o lucro total por suas vendas.IV. a);Parte da programação será disponível a preços acessíveis ou gratuitamente, assumindo o compromisso com a democratização e ampliação do acesso. O Centro se propõe a ofertar cursos continuados (fotografia, teatro, pintura em aquarela, capoeira e letramento digital para idosos) gratuitamente, assim como as 36 feiras, 4 exposições, eventos espontâneos e o acesso ao local, como área de convivência e lazer. As sessões de cinema prevêem distribuição de ingressos.

Estratégia de execução

Em 2021, produzi o primeiro longa-metragem filmado em Ouro Preto do Oeste – “Café do Oeste”. Conversando com pioneiros que fundaram a cidade e outros moradores, descobri algumas riquezas ouropretenses: o município quase foi a capital de Rondônia, já foram escavadas ferramentas e artefatos de cerâmica que indicam ocupação indígena séculos antes da chegada do homem branco, a cidade recebeu diversos eventos de motocross, parapente, concursos de beleza e carnavais fora de época que a tornaram conhecida como “capital das festas de Rondônia”, e, principalmente, existem muitos artistas e agentes culturais “disfarçados” entre frentistas, caixas de supermercado e motoboys. Naquela época, eu era um jovem recém-formado no curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal Fluminense – universidade com cerca de 70 mil alunos, quase o dobro de pessoas que vivem na cidade onde nasci e fui criado.Antes de produzir “Café do Oeste”, eu via minha Ouro Preto do Oeste e seus 35 mil habitantes como uma cidade que não tinha muito a oferecer. A melhor opção para a juventude parecia ser a de mudar para uma cidade grande. Estava enganado. Hoje, entendo que esse tipo de visão é fruto da falta de educação artística e oportunidades para ter contato com a cultura e a história local. Não temos museu, nem centro de preservação de memórias: nunca tinha visto as fotos e os vídeos dos caminhões pau de arara chegando carregados de pobres vindos de todo o Brasil para participar do Projeto de Colonização Integrada. Não temos profissionais ou espaços dedicados à arqueologia, nem eventos em homenagem à presença indígena na cidade. Parece difícil acreditar na ideia de que de vez em quando alguém acha uma machadinha quebrada durante uma reforma ou construção. Nunca tinha visto uma apresentação de balé em praça pública, não sabia das centenas de crianças que estudaram com Sirlei Gonçalves e suas filhas. Desfile de moda em Ouro Preto do Oeste? Nunca ouvi falar. Isso não apaga o trabalho da estilista local Amilys Maiany, nem o da Beatriz Leles, nem o das muitas mulheres que se sustentam com a costura.Hoje, como artista ouropretense engajado, percebo que algumas coisas mudaram nos últimos anos. A internet impulsionou trabalhos individuais que se deram sem apoio nenhum – por exemplo, os rappers ouropretenses Wesley SL e MC Lucax conseguiram, organizaram seis edições da Batalha da LBD, mobilizando MC’s, cantores e compositores de toda a região central de Rondônia para batalhas de rimas. Em 2025 pude acompanhar na minha cidade a Festa do Milho e a Feira de Empreendedores de Rondônia, onde pequenos produtores e empreendedores tiveram a oportunidade de apresentar seu trabalho, com destaque para os quitutes e a culinária ouropretense. Fiquei feliz em ver que há dois ou três anos os artesãos da cidade têm se organizado para promover pequenas feirinhas de artesanato – infelizmente, sem periodicidade e sem a estrutura adequada.Ano passado um pequeno grupo de artistas – liderados por Sirlei Gonçalves, Yves Castro e eu – conseguiu mobilizar a prefeitura e fundar o Conselho Municipal de Cultura de Ouro Preto do Oeste. Através dele, lutamos e conseguimos viabilizar editais da Lei Paulo Gustavo e da Política Nacional Aldir Blanc. Auxiliei muitos colegas na escrita, inscrição e gestão de seus projetos. Entre 2024 e 2025 estamos vendo um lindo florescimento da arte e cultura ouropretense: uma dezena de videoclipes está sendo lançada por nomes diversos, temos peças de teatro e balé sendo preparadas por Ana Karolina Gonçalves e Nayrini Souza, estou comandando cinemas de rua em espaços públicos da cidade, filmes estão sendo produzidos por mim, Emilly Lima e Karol Lima, e livros estão sendo lançados por Cleide Lombardo e Genéfisson Fagundes. Renato Soares e Cainã Lima organizam oficinas e apresentações de DJ de música eletrônica. Isabela Priscila oferece aulas de pintura em aquarela. Em uma reunião do Conselho, o senhor Irto Paganini compareceu e me presenteou com seu livro de histórias infantis “Queremos nossa floresta!”, perguntando como transformá-lo em filme.Há dois anos, em 2023, ainda descobri que Ouro Preto do Oeste é referência muito respeitada em uma importante cultura amazônica: a Ayahuasca (também conhecida como Chá de Mariri ou Santo Daime). Esta medicina natural de origem indígena, um chá feito a partir do cozimento das folhas da chacrona e do cipó jagube, tem sido utilizado com altas taxas de sucesso em um centro de recuperação para dependentes químicos daqui, a casa Caminho de Luz. Também vem sendo usada em um grupo de auto-ajuda que participo, com metodologia similar ao grupo Alcoólicos Anônimos, onde são feitas meditações com a medicina. Neste grupo, inclusive, conheci meu amigo Fabrício – um dependente em recuperação e artesão que fabrica tambores entalhados em madeira e com couro de cabra. Com a Ayahuasca, recebemos visitantes de todo o país que chegam a Ouro Preto para conhecer mais desta cultura. Hoje, eu coordeno na cidade o único cineclube do Brasil onde os filmes são assistidos juntos a uma sessão de ayahuasca. Estamos produzindo o filme “Luz de uma nova vida” para apresentar este lado místico da cultura ouropretense.Ainda existem muitos outros nomes que posso citar, em trabalhos que envolvem a comédia (Cia de Comédia Os Marmotas), a pintura em tela (Isabela Priscila) e em paredes (Juliany), o canto (Emily Medina, Jeder Alejandro, Lai Lucatto), a arte digital (Emilly Lima, Karen Kern) e muitas outras áreas da arte e da cultura. Com tudo isso, quero apenas afirmar com a propriedade de ser um artista, agente cultural, produtor audiovisual e produtor cultural ouropretense: há cultura em Ouro Preto do Oeste, no interior de Rondônia, na Região Norte do Brasil, no centro da Floresta Amazônica. Este projeto, de criar o Centro Cultural Novo Sol, nasce de uma revolta e de uma esperança: como pode, diante de todo o histórico artístico e cultural dessa pequena cidade (que na verdade possui o estatuto de “Estância Turística” e não de “Município”), e diante de tanta gente com potencial para impactar o mundo positivamente através de sua obra... como pode Ouro Preto do Oeste não possuir um Centro Cultural?Quando a cidade foi fundada nos anos 70, tivemos uma sala de cinema que já não existe há algumas décadas. Quando era criança, lembro de uma Biblioteca Pública Municipal, que também já não existe mais. Em 2011, a prefeitura inaugurou um Teatro Municipal sem nenhum programa para incentivar que os artistas locais fizessem uso do espaço. Esse Teatro Municipal foi abandonado por uma das gestões municipais e, após reforma, foi reinaugurado em 2025 cheio de problemas: sem coxia, sem suporte para cortinas, sem suporte para iluminação e com acústica não-funcional: ou seja, apesar das verbas que estamos recebendo pelas leis de incentivo, todos esses artistas e agentes culturais que listei seguem sem um único espaço na cidade 100% dedicado à arte e cultura e que seja funcional naquilo que se propõe; seguimos sem um espaço para mostrar nossas obras, ministrar nossos cursos, confeccionar nossos trabalhos, e para fazer a nossa produção cultural ser entregue à população – ao invés de ficar guardada nos nossos computadores e em nossas próprias casas.O Centro Cultural Novo Sol é um projeto que busca resolver toda essa problemática e ser um ponto de partida para o florescimento de muitos outros projetos ouropretenses. Esperamos conseguir criar e manter uma estrutura artística e cultural, com equipamentos de qualidade, pessoas técnicas qualificadas e espaços preparados para a execução de diversos tipos de obras – com tudo isso estando à disposição dos artistas e agentes culturais da cidade, a fácil acesso, quase como um bem público e de interesse coletivo. Também esperamos fazer valer o título de Estância Turística, criando uma opção de lazer através de um espaço mutável e aberto ao público, onde qualquer família pode visitar sempre com a certeza de encontrar um bom contato com a arte e a cultura local.

Especificação técnica

O Centro Cultural Novo Sol consiste num espaço aberto ao público gratuito para usufruto dos ambientes e da infraestrutura, como wifi, ar-condicionado, assentos, etc. Assim como um Centro Cultural que acomoda uma programação artística, arte-educativa e cultural em: 1 sala de exibição; 1 sala destinada a atividades culturais focadas no corpo, com piso emborrachado e espelho; 1 sala para uso pedagógico, com lousa, projetor, cadeiras e mesas; 1 sala-ateliê equipada com cavaletes e itens de pintura, cerâmica, grafite, etc; 1 sala de exposição com infraestrutura adequada para receber obras de artes plásticas; espaço externo com área verde para convivência e ocupação da feira; estúdio audiovisual com equipamentos de fotografia e projeção; estúdio musical com isolamento acústico, microfones, caixas de som e ilha de mixagem.Especificações técnicas das ações ofertadas:Aulas continuadas de TeatroProjeto pedagógico: Introdução, aulas de improviso, palhaçaria e montagem de espetáculoObjetivos Gerais: Possibilitar a linguagem do teatro para a população de Ouro Preto do Oeste de forma gratuita.Objetivos específicos: Formação de atores e produtores culturaisJustificativa: Por ser o primeiro centro cultural da cidade, será também o primeiro centro cultural a oferecer aulas de teatro gratuitamenteCarga Horária: 2 horas semanaisPúblico Alvo: Adolescentes e adultosCritério de Seleção: Ordem de inscriçãoMetodologia e Material didático a ser definido pelo educador da disciplinaAulas continuadas de PinturaProjeto pedagógico: Introdução, técnicas de pintura em aquarelaObjetivos Gerais: Fornecer aulas de pintura para a população de Ouro Preto do Oeste de forma gratuitaObjetivos específicos: Formação de pintores e agentes culturaisJustificativa: Criar acesso às diferentes linguagens artísticas para população de Ouro Preto do OesteCarga Horária: 2 horas semanaisPúblico Alvo: Adolescentes e adultosCritério de Seleção: Ordem de inscriçãoMetodologia e Material didático a ser definido pelo educador da disciplinaAulas continuadas de FotografiaProjeto pedagógico: Introdução, técnicas de luz e enquadramento, paisagem e autorretrato. Objetivos Gerais: Apresentar as técnicas de fotografia para a população de Ouro Preto do Oeste de forma gratuitaObjetivos específicos: Formação de fotógrafos e agentes culturaisJustificativa: Criar acesso às diferentes linguagens artísticas para população de Ouro Preto do OesteCarga Horária: 2 horas semanaisPúblico Alvo: Adolescentes e adultosCritério de Seleção: Ordem de inscriçãoMetodologia e Material didático a ser definido pelo educador da disciplinaAulas de CapoeiraProjeto pedagógico: Introdução à filosofia, história e prática da capoeira.Objetivos Gerais: Apresentar gratuitamente a disciplina, a história e as técnicas de capoeira para a população de Ouro Preto do OesteObjetivos específicos: Difusão de conhecimento corporal, histórico, social e cultural.Justificativa: Criar acesso às diferentes linguagens culturais para população de Ouro Preto do OesteCarga Horária: 2 horas semanaisPúblico Alvo: Adolescentes e adultosCritério de Seleção: Ordem de inscriçãoMetodologia e Material didático a ser definido pelo educador da disciplinaAulas de DançaProjeto pedagógico: Introdução, alongamento, dança contemporânea,Objetivos Gerais: Oferecer atividades físicas e culturais em caráter gratuito para a população de Ouro Preto do Oeste Objetivos específicos: Formação de dançarinos e de agentes culturais Justificativa: Criar acesso às diferentes linguagens artísticas para população de Ouro Preto do OesteCarga Horária: 2 horas semanaisPúblico Alvo: Adolescentes e adultosCritério de Seleção: Ordem de inscriçãoMetodologia e Material didático a ser definido pelo educador da disciplinaCursos Temporários: Que podem acontecer ou não dependendo de negociações futuras com profissionais regionais ou convidados. Objetivos Gerais: Expandir e fornecer gratuitamente conhecimentos específicos de arte e cultura para população de Ouro Preto do Oeste.Objetivos Específicos: Especialização e aprofundamento em diferentes linguagens artístico-culturais.Carga horária, metodologia e material didático a ser definido pelo educador da disciplina.Público Alvo: Adolescentes e adultosCritério de Seleção: Ordem de inscriçãoOs cursos temporários tem como objetivo fornecer o aprendizado de diferentes linguagens, como escrita criativa, história da literatura, técnicas de pintura em tela, teoria e prática de fotografia, teoria e prática de cinema, técnicas de balé, técnicas de streetdance, teoria e prática de canto, teoria e práticas de diversos instrumentos musicais, técnicas de artesanato.Mentorias: Produção Musical, Produção Audiovisual, Fotografia e PinturaProjeto pedagógico: Acompanhamento individual dependendo do conhecimento prévio e objetivo de cada alunoObjetivo Geral: Oferecer um acompanhamento mais específico e aprofundado ao público interessadoObjetivos Específicos: Remunerar os profissionais educadores com o valor integral cobrado pelo serviço.Carga Horária: 2 horas semanaisPúblico Alvo: Adolescentes e adultosCritério de Seleção: Ordem de inscriçãoMetodologia e Material didático a ser definido pelo educador da disciplina

Acessibilidade

O Centro Cultural Novo Sol se compromete com ações de acessibilidade que visam cumprir com os seguintes aspectos:I - No aspecto arquitetônico, de estrutura e mobilidade, as ações voltadas para garantir acesso universal do espaço físico, adaptações do espaço com rampas de acesso com corrimão para as passagens do centro cultural; 1 sanitário adaptado com barras laterais; Portas largas para acesso de salas fechadas e sala de cinema; Piso tátil direcional; Sinalização visual e tátil (inclusive em Braille); Disponibilização de 2 cadeiras de rodas para circulação interna; Assentos reservados em locais acessíveis (facilitando entrada/saída), para pessoas com debilidade física, pessoas com TEA e acompanhantes; II - No aspecto comunicacional e de conteúdo do projeto, as ações voltadas para a acessibilidade de pessoas PCD: gravações com descrição dos ambientes e obras em exposição no centro cultural; Audiodescrição de exposições artísticas; Legendagem oculta (closed caption) quando houver obra audiovisual; Em aulas arte-educativas o uso de Linguagem Simples em conteúdos escritos e falados; “Fast pass” (entrada facilitada) para evitar filas e multidões; Fornecimento de itens de conforto sensorial, como protetores auriculares.III - No aspecto de comunicação e divulgação acessíveis do projeto, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas, são: Materiais de divulgação em formatos acessíveis com fonte ampliada e áudio; Conteúdo digital compatível com leitores de tela; Informações sobre acessibilidade claramente divulgadas em todos os canais; Sinalização acessível nos meios de comunicação do centro (websites, redes sociais, folhetos, cartazes); Produção de vídeos com legendas.Todas as adaptações são razoáveis conforme Lei 13.146/2015 e estão de acordo com o percentual destinado à acessibilidade no orçamento - e são elaboradas a partir do diálogo com associações e pessoas com deficiência da região.

Democratização do acesso

- CENTRO CULTURAL NOVO SOL ENQUANTO ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA ABERTO AO PÚBLICO: Divulgação no espaço e em redes sociais, através de material de divulgação e postagens, entrada gratuita e livre durante o período de funcionamento do estabelecimento.- FEIRINHA DE ARTE: Divulgação no espaço e em redes sociais, através de material de divulgação e postagens, com distribuição de ingressos gratuitos na entrada.- AULAS E MENTORIAS DE ARTE E CULTURA: Divulgação no espaço e em redes sociais, através de material de divulgação e postagens, com inscrições online e presenciais através do preenchimento de formulário.- SESSÕES DE CINEMA: Divulgação no espaço e em redes sociais, através de material de divulgação e postagens, com compra e retirada de ingressos presenciais.- EVENTOS ABERTOS AO PÚBLICO E AÇÕES CULTURAIS: Divulgação no espaço e em redes sociais, através de material de divulgação e postagens, com inscrições online e presenciais através do preenchimento de formulário.- PALESTRAS/ CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO: Divulgação no espaço e em redes sociais, através de material de divulgação e postagens, com inscrições online e presenciais através do preenchimento de formulário.- CICLO DE EXPOSIÇÕES E EXPOSIÇÃO PERMANENTE: Divulgação no espaço e em redes sociais, através de material de divulgação e postagens, com distribuição de ingressos gratuitos na entrada.- OCUPAÇÃO DOS ESPAÇOS ESTÚDIO MUSICAL/ESTÚDIO AUDIOVISUAL/ATELIÊ: Divulgação no espaço e em redes sociais, através de material de divulgação e postagens, com inscrições online e presenciais através do preenchimento de formulário.Seguindo as seguintes medidas conforme artigo 47 da IN 23/2025:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; IX - oferecer formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis;

Ficha técnica

Nome Completo: Keven Fongaro FonsecaFunção no projeto: Coordenador do projetoCurrículo resumido: Keven é formado em Licenciatura em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal Fluminense, onde possui também mestrado em Cinema e Audiovisual. Atualmente dirige a produção da 2ª temporada da websérie “Aprenda Cinema em Vídeo”, projeto fomentado pela Lei Paulo Gustavo do Estado de Rondônia, e também está dirigindo o filme “Luz de uma nova vida”, selecionado pela PNAB de Ouro Preto do Oeste. Atualmente também trabalha como produtor executivo em diversos projetos contemplados pela Lei Paulo Gustavo e PNAB do estado de Rondônia e dos municípios de Ouro Preto do Oeste e Ji-Paraná, tais como o filme curta-metragem Através da Sacada, a 7ª Edição da Batalha da LBD, a exposição de pinturas A Jornada, e a produção de 7 videoclipes de jovens artistas do interior de Rondônia. Keven ainda possui longa trajetória com educação audiovisual, tendo coordenado projetos de formação de professores de escolas públicas no estado do Rio de Janeiro; também foi coordenador do projeto Cinema, Sujeitos e Territórios, que promoveu oficinas gratuitas de cinema socioambisental em Niterói-RJ; e ministrou cursos e oficinas em diversos espaços como escolas, festivais, empresas e ONGs. Possui ainda trajetória como roteirista, sendo autor do livro “Uma Introdução aos Fundamentos da Narratologia” e tendo assinado o roteiro de diversas obras como as webséries “Aprendi Com a Pref” (Prefeitura de Porto Velho) e “ALERO Cidadania” (Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia).Nome Completo: Isabela Priscila Vieira RodriguesFunção no projeto: Coordenadora de produçãoCurrículo resumido: Isabela Rodrigues é uma artista que trabalha com pintura em aquarela e produção cultural no interior de Rondônia. Atualmente trabalha na produção da 2ª temporada da websérie “Aprenda Cinema em Vídeo”, projeto fomentado pela Lei Paulo Gustavo do Estado de Rondônia, e também atua na produção de dois projetos de cinema de rua contemplados pela Lei Paulo Gustavo do município de Ouro Preto do Oeste. No momento, ainda coordena o projeto Clube Toquinho, um clube com aulas, oficinas e encontros gratuitos dedicados à pintura em aquarela para jovens de Ouro Preto do Oeste.Nome Completo: Valéria Ferreira BarbosaFunção no projeto: Agente de captaçãoCurrículo resumido: Valéria Barbosa é produtora cultural e gestora experiente, com mais de 10 anos de atuação voltada para a valorização da identidade amazônica e das artes em Rondônia. Graduada em Letras e pós-graduanda em Produção Cultural, atua como diretora criativa da Mafuá de Ideias e na Casa do Rio Filmes, onde lidera projetos culturais e audiovisuais. Foi responsável por ações significativas como a coordenação da implementação da Lei Aldir Blanc em Rondônia, sendo responsável técnica pela elaboração dos 09 editais, e a implantação do Museu da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Sua trajetória inclui produção executiva, direção artística e consultoria para iniciativas que promovem cultura, educação artística e memória regional.Nome completo: Yves Estevam Pereira CastroFunção no projeto: Arte-educadorCurrículo resumido: Yves é um produtor cultural nascido em Ouro Preto do Oeste. Possui 20 anos de carreira na música alternativa rondoniense, sendo sua principal atuação a liderança da banda O Retrô Ativo, onde é compositor e cantor. Já coordenou a produção musical de diversas obras e também realizou a direção de mais de dez curta-metragens independentes, atuando como produtor audiovisual. Também é idealizador e organizador do evento Noite Alternativa, evento com 14 edições realizadas em 5 cidades rondonienses ao longo de 8 anos com a proposta de promover a música alternativa local.Nome completo: Wesley Silva LacerdaFunção no projeto: Técnico audiovisualCurrículo resumido: Wesley Silva Lacerda, ou “SL”, é um rapper, produtor musical e audiovisual, e um produtor de eventos com mais de seis anos de atuação na cultura de Ouro Preto do Oeste. Seu estilo de arte na música é voltado às pautas ambientais e representativas das dores rondonienses. Em suas plataformas digitais SL acumula mais de 100 mil reproduções em suas composições musicais, além de fazer colaborações com diversos artistas de relevância nacional e estadual. Como produtor musical e audiovisual, viabilizou músicas e videoclipes de diversos artistas do rap, trap e hip-hop do interior de Rondônia. Também é responsável por organizar a Batalha da LBD, evento realizado desde 2016 em Ouro Preto do Oeste onde são promovidas batalhas de rimas de MC’s profissionais e amadores rondonienses.Nome Completo: Guilherme Augusto CirqueiraFunção no projeto: Produtor ExecutivoCurrículo resumido: Guilherme Cirqueira é produtor, pesquisador e educador audiovisual com formação em Cinema e Audiovisual pela UFF e em Produção Executiva para Cinema e TV pela AIC. Atualmente colabora na pesquisa para a série documental sobre as basquetebolistas Hortência e Paula, com previsão de lançamento em 2026, e foi pesquisador na série AS BICAMPEÃS (Sportv, 2024). Como produtor executivo, já realizou os curtas-metragens BENEDITA (2025), que estreou no Curta Cinema, além dos documentários UM FILME SOBRE A GENTE (2025), que estreia no FestCine Itaúna 2025, e UM DESERTO NO RIO (2025).Nome Completo: Lane Lopes de SouzaFunção no projeto: Produtora ExecutivaCurrículo resumido: Lane Lopes é especialista no desenvolvimento de projetos da área da cultura com 5 anos de experiência no mercado. Trabalhpu como produtora executiva junto a produtoras audiovisuais ou de maneira independente atuando na elaboração de projetos, adaptando-os para inscrições em editais e em leis de incentivo, e com isso já tendo sido aprovada em diversos editais públicos ou privados. Atua como consultora para outros prestadores de serviço interessados em adaptar suas ideias e torná-las em projetos realizáveis. Também é roteirista e pesquisadora. Foi assistente de roteiro de PASÁRGADA de Dira Paes (Seleção Oficial Festival Gramado - 2024) e roteirista da série AS BICAMPEÃS (2024) do SporTV. É diretora e roteirista de BENEDITA (2025) curta premiado que já circulou diversos de festivais nacionais e internacionais. É coautora e codiretora de CARNE VIVA, curta-metragem aprovado pelo edital da RioFilme 2024 (em fase de pós-produção). Possui dupla formação em Cinema e Audiovisual e em Ciências Sociais pela UFF e atualmente é mestranda em Artes da Cena pela UFRJ onde estuda processos de educação e formação em dramaturgia. Tem dois livros publicados.Nome Completo: Isadora Spohr KrummenauerFunção no projeto: Produtora ExecutivaCurrículo resumido: Isadora Krummenauer é roteirista, pesquisadora e produtora, Mestra em Cinema pela UFF. Iniciou sua trajetória como assistente de produção executiva na Tambellini Filmes e Focus Filmes. Sua dramaturgia PARTO foi financiada pela Lei Aldir Blanc (2020/2021). Em 2022, atuou como roteirista na Formata Produções e integrou a equipe criativa da Raccord Produções. Em 2023, trabalhou como assistente de roteiro da série Vovó Tatá (Canal Gloob) e como roteirista de reality (2024, Canal OFF). Seu longa metragem MAL EDUCADA, integrou a Residência de Roteiro da EICTV (2024) e o Cine Qua Non Lab (2025). O curta-metragem CARNE VIVA, do qual é roteirista e diretora, está em pós-produção, financiado pela RioFilme (2024).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Locais de realização (1)
Ouro Preto do Oeste Rondônia