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O espetáculo TEIA vai retratar a condição da mulher e seus reflexos até os dias de hoje, resgatando fatos históricos e homenageando mulheres inspiradoras e importantes que teceram suas próprias histórias, emanando força, resiliência e coragem, numa sociedade patriarcal e misógina. A história da tecelagem servirá de pano de fundo para a trama, uma vez que o tear passou a ser o veículo de expressão das mulheres tecelãs na Antiguidade, um discurso social e artístico feminino alternativo ao silenciamento que as oprimiam. No palco, as acrobatas do Fantástico Mundo contam histórias inspiradoras em performances em aparelhos aéreos, como tecido, lira, corda, trapézio e rede. Unidas, transformam a teia-prisão em teia de conexão.
Objetivo Geral:- Convidar o público para uma reflexão sobre o que é o feminismo;- Questionar a estrutura patriarcal e o machismo estrutural;- Levar o espetáculo TEIA para outros teatros e aumentar o alcance e a visibilidade da arte circense, suas potências e sua amplitude;- Trazer o circo e a acrobacia aérea como opção cultural atrelada a atividades de bem-estar e saúde física e emocional;- Incentivar a promoção ativa da arte circense, ressaltando seu significativo apelo cultural e seu papel enriquecedor na diversidade artística;- Fortalecer a história do projeto Fantástico Mundo, que já desenvolve atividades de bem-estar e saúde física e emocional para diferentes públicos na praia da Boa Viagem, em Niterói.Objetivo Específico:- Realizar 16 apresentações na temporada 2026 do espetáculo TEIA, sendo 8 sessões em Niterói e 8 sessões na cidade do Rio de Janeiro;- Remontar a dramaturgia do espetáculo TEIA adaptando para um elenco menor;- Atingir um público de 100 espectadores em cada uma das 16 sessões, considerando a capacidade média dos equipamentos culturais do RJ;- Alcançar o público total atingido diretamente pelas apresentações será de 1.600 espectadores aproximadamente.- Disponibilizar os ingressos a preços populares no valor de R$20.00 (meia) e R$40.00 (inteira).- Contingenciar, de forma gratuita, cerca de 30% dos ingressos para estudantes e professores da rede pública de cada município. Isso gera um número de 480 ingressos gratuitos para esse público-alvo específico.- Disponibilizar 10% destinados a divulgação e 10% destinados ao patrocinador- Realizar palestras e oficinas em espaços públicos e de forma gratuita;- Promover ações de acessibilidade em todas as sessões.
A dificuldade de compreender o feminismo denuncia o quanto certas convenções estão enraizadas. Pregar igualdade não tem a ver com igualar homens e mulheres enquanto indivíduos, mas sim enquanto sujeitos sociais. Trata-se de uma luta contra a violência de gênero e pela igualdade de direitos e de condições das mulheres na sociedade. Estamos em 2025 e já celebramos muitas conquistas de direitos ao longo dos anos, como a Lei Maria da Penha (2006), a criminalização do feminicídio (2015), a conquista de espaços políticos por mulheres e o crescimento da participação feminina no mercado de trabalho formal. Segundo o IBGE (PNAD Contínua 2023), a taxa de participação das mulheres no mercado de trabalho brasileiro chegou a 54,5%, a maior da série histórica desde 2012. Também é relevante mencionar que, em 2022, o Brasil teve um número recorde de mulheres eleitas para o Congresso Nacional — ainda que sub-representadas, houve avanço.Mas ainda vivemos em uma sociedade patriarcal e misógina, marcada por desigualdade, preconceito de gênero, abuso, feminicídio e silenciamento. De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em 2023, o Brasil registrou 1.463 casos de feminicídio, uma alta de 2,6% em relação ao ano anterior. Isso significa que quatro mulheres são assassinadas por dia simplesmente por serem mulheres. Além disso, mais de 74 mil denúncias de violência doméstica foram registradas apenas no primeiro semestre daquele ano. Estudos mostram que as mulheres ainda recebem, em média, 22% menos que os homens para o mesmo trabalho (IBGE, 2023), e que muitas vivem sob a constante pressão de padrões estéticos, sobrecarga de trabalho doméstico e assédio em ambientes públicos e profissionais. A luta para manter e conquistar direitos é constante.O espetáculo TEIA propõe unir poesia, música, performance, acrobacia aérea e circo para provocar no público uma profunda reflexão sobre a condição da mulher na sociedade contemporânea. O circo, enquanto linguagem artística, é historicamente uma arte de resistência. Marginalizado por muito tempo e popular por essência, ele ocupa espaços alternativos, acessíveis e tem o poder de criar conexão direta com o público por meio do corpo e da emoção presente nas acrobacias.Ao abordar temas urgentes como o feminismo e a violência de gênero em um espetáculo circense, rompe-se a expectativa do "entretenimento puro", utilizando a fisicalidade e a expressividade do corpo como ferramentas de denúncia, empoderamento e cura. A linguagem do circo emociona e impacta, justamente por usar o corpo no limite. E neste caso, trata-se de corpos de mulheres que viveram situações de opressão e agora se expressam, com força e poesia, no ar.TEIA tem como grande diferencial o fato de ser protagonizado por mulheres reais de diferentes idades, com trajetórias diversas, unidas pela arte circense. Todas as participantes compartilham experiências de machismo estrutural, seja em casa, no trabalho, nas escolas, nas ruas ou nas relações afetivas. O processo de criação do espetáculo envolveu rodas de conversa, escuta ativa, desabafos e trocas emocionais que transformaram o ensaio em um espaço terapêutico coletivo.O processo de criação foi também um processo de cura. O espetáculo permitiu que cada artista externalizasse suas cicatrizes e se reapropriasse de sua história, não apenas através da fala, mas também por meio do movimento, da suspensão, do corpo em ação. Como afirma a filósofa e feminista Bell Hooks, "A arte pode ser usada como meio de contestação e transformação social, uma forma de resistência que permite dar voz aos que foram historicamente silenciados." Este projeto não busca apenas falar sobre as mulheres, mas com as mulheres, a partir de suas próprias vivências — e transformá-las em arte.TEIA se alinha diretamente aos princípios estabelecidos pela Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), especialmente no que se refere a democratização do acesso, no qual tem por objetivo promover a democratização do acesso aos bens culturais, a valorização da diversidade cultural brasileira, e o pleno exercício dos direitos culturais por todos os cidadãos e promove da diversidade e inclusão, uma vez que o projeto valoriza a pluralidade de vozes femininas, com representatividade geracional, corporal e socioeconômica; estimula a participação ativa de mulheres na produção, direção, criação e execução artística do espetáculo; e atua como ferramenta de formação de público e cidadania cultural.Dessa forma, vê-se o comprimento dos objetivos previstos no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, especialmente:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Além de, também, abranger o art. 3 da mesma lei, nos pontos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023)II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
Espetáculo Teia Local: Niterói e Rio de JaneiroData: Março a AgostoDuração: 50 min Tempo de montagem: 1 dia Tempo de desmontagem: 1 diaPalestraQuantidade: 3 Temática: "Produção Cultural", "História e desafios de um Coletivo de Formação em Circo" e "Papel da mulher circense na sociedade atual e relação com o processo criativo do TEIA" Local: Niterói e Rio de JaneiroData: Março a AgostoDuração: 1h30 minOficinaQuantidade: 3Temática: "Acrobacia aérea", "Vivência nas pesquisas de criação do TEIA" e "Montagem de espetáculo circense"Local: Niterói e Rio de JaneiroData: Março a AgostoDuração: 2h30 min
ACESSIBILIDADE FÍSICA - Locação de espaços teatrais acessíveis com rampas de acesso e/ou elevadores;- Contratação de equipe capacitada a dar suporte ao atendimento de tal público;- Espaço de regulação sensorial para receber esse público durante as apresentações;- Contenha rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeira de rodas;- Espaço que contenham iluminação adequada, rampas, elevadores, corrimãos e guarda-corpos;- Espaço com banheiros adaptados;- Espaço que contenham assentos para pessoas obesas;- Monitores capacitados para receber e auxiliar pessoas com deficiência na locomoção do espaço.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO- Todas as apresentações com Intérprete de Libras;- Todas as apresentações com audiodescrição;- Capacitar 50% da equipe de produção, que estará envolvida diretamente com a recepção do público, com o objetivo de acompanhar e promover o suporte necessário ao público PCD durante as sessões;- Inclusão do símbolo do espectro autista nas peças de divulgação para comunicar que o projeto possui soluções acessíveis para esse público- Anúncio prévio a cada sessão informando que o espetáculo é acessível a todos os públicos;- Contratação de uma consultora de acessibilidade especializada em acessibilidade cultural para capacitar equipe de produção e pedagógica, que estará envolvida no planejamento e execução do espetáculo e das oficinas;- Todas as sessões será permitido uma visita sensorial no espaço cênico a fim de conhecê-lo sensorialmente para o público cego;- Todos os vídeos produzidos e materiais de divulgação terão legenda e audiodescrição;- Publicações de divulgação com legendas para surdos e ensurdecidos;- Publicações de divulgação com linguagem simples; e- Publicações de divulgação com textos adaptados para software de leitor de tela.
O espetáculo possui classificação livre com público alvo com enfoque em jovens, crianças e idosos, mulheres, LGBTQIAP+, das classes B, C, D;comunidade surda, cega e pessoas com espectro autista.Prevê-se a execução plena do Art. 27 da IN 01/2023:“O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos”.Tal projeto prevê no produto “Espetáculo TEIA", a execução plena do Art. 27. da IN 01/2023, no qual diz: O plano de distribuição da proposta contem as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais, observados os seguintes limites:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - 30% (trinta por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; eIV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta.Já os demais produtos serão todos disponibilizados de forma gratuita. Em complemento, serão abrangidas algumas ações do art 28 da mesma normativa como: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;O local escolhido para realização das atividades será situado no centro da cidade permitindo fácil acesso por transportes públicos. Para construir um público amplo e heterogêneo, o plano de comunicação contará: Contratação de assessoria de imprensa que fará contato com mídia impressa e digital com enfoque na cidade e regiões periféricas; Ações de engajamento e contato direto com ONGs parceiras, educadores da rede pública de ensino a fim de estabelecer parcerias e divulgação do espetáculo e inscrição nas oficinas. A produção do espetáculo TEIA tem a intenção de contribuir com o processo de democratização de acesso por meio de parceria com a Secretaria da Mulher de Niterói para realizar ações sociais. A intenção é oferecer 10% dos ingressos para famílias que são atendidas pela Secretaria, além de oferecer uma palestra gratuita sobre o tema do espetáculo em um equipamento cultural na cidade de Niterói e também em um dos campus da Universidade Federal Fluminense no Rio de Janeiro. Além disso, na página específica do projeto, as divulgações da programação incentivará ao público o uso de transportes públicos e conterá um conjunto de posts regulares sobre o processo criativo e a inserção das logomarcas segundo o Manual disponibilizado nas peças de comunicação.
Ficha Técnica:Direção Geral: Val MartinsCoordenação Técnica: Tayara MacielDireção de Produção: Giovanna DeppeCoordenação do Projeto: Verônica FreitasCoordenação Artística: Yohana RangelDramaturgia: Val Martins e Yohana RangelCoreografia: Mari Duque Cenografia: Alê Costa Elenco: Larissa de Castro, Mari Duque, Val Martins, Verônica Freitas, Yohana RangelMinibio: Alessandro Moisés da Costa (Alê Costa)Bacharel em História da Arte e mestre em Arte e Cultura Contemporânea (UERJ), atua como artista visual, acrobata e performer, com 20 anos de experiência em teatro, circo, exposições e arte contemporânea em instituições públicas e privadas. Desenvolve pesquisas que unem performance, movimento e questões sociais, políticas e filosóficas, explorando técnicas como balé clássico, dança contemporânea e acrobacia aérea. Integra o Fantástico Mundo do Circo, contribuindo com criação, concepção plástica, coreografia e performance em espetáculos, mostras e oficinas do projeto.Giovanna DeppeProfissional com experiência em gestão comercial e produção executiva, atuando no setor cultural desde 2018. É responsável pela produção executiva do projeto Fantástico Mundo do Circo, em Niterói, coordenando mostras, espetáculos e eventos institucionais. Produziu os espetáculos “A Ponte” (2021), “Voar pra dentro de si” (2022 e “Teia” (2024), no Theatro Municipal de Niterói, e “Hámar” (2023), no Teatro Popular Oscar Niemeyer. Também foi responsável pela exposição “O Caminho do Sentir” e pela Ocupação Aflora (2022), realizadas no MAC Niterói e no Reserva Cultural, além das mostras artísticas anuais abertas ao público.Larissa de CastroPsicóloga, iniciou nas acrobacias aéreas em 2020. Integra a equipe de professores do Fantástico Mundo do Circo, em Niterói, onde coordena coreografias técnicas e artísticas. Participou dos espetáculos “A Ponte” (2021), “Voar pra dentro de si” (2022) e "Teia" (2024), no Theatro Municipal de Niterói, e “Hámar” (2023), no Teatro Popular Oscar Niemeyer. Passou a integrar a turma de acrobacia aérea do Teatro de Anônimo em 2023 e, desde então, se apresentou nos espetáculos “Entre Mundos" (2023) e "Ao Redor do Buraco tudo é Beira" (2024). Em 2025, passou a fazer parte do corpo de professores de acrobacia aérea da escola AeroArte, no clube Hebraica.Mariana Duque de MelloAcrobata e artista circense há mais de 20 anos, apresentou-se em diversos teatros do Rio de Janeiro. Desde 2018 integra o corpo docente do projeto Fantástico Mundo do Circo, em Niterói, onde atua também como coreógrafa técnica. Ganhou o 1º lugar na Mostra Competitiva de Circo Amador (MCCA, 2019) e assinou coreografias dos espetáculos “A Ponte” (2021), “Voar pra dentro de si” (2022), “Hámar” (2023) e “Teia” (2024), todos realizados em teatros da cidade, como o Theatro Municipal e o Teatro Popular Oscar Niemeyer.Tayara MacielÉ produtora cultural, atriz, cantora, acrobata aérea com especialidade em tecido e dança vertical, pernalta e multi instrumentista. Pós graduada em Gestão Cultural no SENAC SP, Formada em Turismo na UNIRIO, em Artes Cênicas na Escola Técnica de Teatro Martins Penna e em Canto Lírico - MezzoSoprano na Escola de Música Villa Lobos.Durante moradia na Espanha, trabalhou na área cultural e cursou oficinas como Taller Intensivo de Verano "Dar forma a la imaginación" com Olivier Décriaud, Sophie Kasser y Stéphane Lévy no MOVEO - Centro de mimo corporal y teatro físico (Barcelona), “Stage de Mime Corporel Dramatique” - Ivan Bacciochi - International Mime School (Paris - França) e “Curso Intensivo de Commedia Dell'Arte” - Javier Tenías (Madrid).Atualmente ingressa a equipe da Aventura Teatros como Produtora Cultural, como produtora do Circo da Silva, atriz e produtora do Coletivo En la Barca Jornadas Teatrais.Val MartinsComunicadora, pós-graduada em Gerenciamento de Projetos e em Gestão e Liderança pela FGV/DF, artista circense (DRT 0056727-RJ) e professora de yoga certificada pela Yoga Alliance RYT. Atuou em agências de publicidade, rádio e televisão, sendo gerente de marketing da TV Record Brasília por 10 anos. É idealizadora e diretora do projeto Fantástico Mundo do Circo, criado em 2017 em Niterói, que une arte, educação e bem-estar por meio de aulas, mostras e espetáculos. Desde então, dirige e produz projetos culturais, mostras e espetáculos em espaços como o Theatro Municipal de Niterói, o Teatro Popular Oscar Niemeyer e o MAC, em Niterói. Em 2023, passou a integrar o Teatro de Anônimo (RJ) como artista acrobata, ampliando sua pesquisa e atuação na cena circense.Verônica de Castro FreitasFisioterapeuta e artista circense, iniciou nas acrobacias aéreas em 2015. Integra a equipe de professores do Fantástico Mundo do Circo, onde atua na coordenação de coreografias técnicas e artísticas. Apresentou-se nos espetáculos “A Ponte” (2021), “Voar pra dentro de si” (2022) e “Teia” (2024), todos no Theatro Municipal de Niterói, e no “Hámar” (2023), no Teatro Popular Oscar Niemeyer, além de assinar coreografias para mostras e apresentações do projeto.Yohana Rangel MansourRoteirista, revisora e artista circense, graduada em Letras e em Cinema e Audiovisual pela UFF. Desde 2014 participa de espetáculos de acrobacia aérea do Tetro de Anônimo, no Rio de Janeiro, com experiência em tecido, trapézio, rede e lira acrobática. Integra o Fantástico Mundo do Circo como professora, roteirista e coreógrafa técnica e artística. Além de assinar as coreografias das mostras artísticas do projeto, foi responsável por roteiro, direção artística e performance nos espetáculos “A Ponte” (2021), “Voar pra dentro de si” (2022), “Hámar” (2023) e “Teia” (2024), todos em teatros de Niterói, como o Theatro Municipal e Oscar Niemeyer.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.