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O projeto realizará sessões de contação de histórias sobre a cultura culinária brasileira, com cenografia imersiva e metodologia participativa do público.
Sabores do meu Brasil é um projeto cultural que se utiliza das contações de histórias para valorizar a gastronomia como parte integrante da identidade brasileira. Em uma carreta contêiner adaptada com um cenário imersivo que reproduz um espaço de encontro e convívio: uma cozinha. Dois artistas-contadores recebem o público em sua cozinha e, no tempo de uma xícara de café, os levam à uma viagem pelos sabores do Brasil. Com uma dramaturgia interativa, o público acrescenta seus próprios “ingredientes” à narrativa ao mesmo tempo que aprende sobre como alguns alimentos marcaram a história do seu país. Para além da importância nutricional adquiriram importância econômica e social por entrarem na mesa e no gosto brasileiro. Com classificação livre, a contação de histórias visam ser uma atividade envolvente para toda a família aprender sobre culinária brasileira, valorizando receitas de família, ingredientes brasileiros e o tempo do convívio.
GeralDesenvolver um projeto itinerante com cenografia imersiva para a realização de sessões de contação de histórias que valorizam a cultura culinária brasileira. Objetivos específicos - Realizar o desenvolvimento de uma contação de histórias com metodologia participativa do público com o objetivo de valorizar a cultura culinária brasileira. - Realizar 5 sessões por dia ao longo dos 14 dias de atividade em cada uma das 5 cidades. - Oferecer um total de 350 sessões, sendo que cada sessão comporta até 20 pessoas, resultando num público total estimado de 7.000 participantes. - Desenvolver um site oficial do projeto com download de um livreto ilustrado sobre a culinária brasileira, atingindo cerca de 3.000 acessos.
O projeto itinerante Sabores do meu Brasil propõe uma experiência cênica imersiva que convida o público a ver seu país a partir da gastronomia. Buscando valorizar a gastronomia como parte integrante da identidade cultural brasileira e a cozinha como um espaço de convivência, memória e identidade. De forma interativa, a dramaturgia será elaborada de modo a articular saberes populares e curiosidades sobre alimentos e receitas com café, mandioca, milho, cana de açúcar, entre outros. Explicando como estes alimentos marcaram a história do país e sua importância econômica e social para além da nutricional. Para alcançar públicos diversos, as contações de histórias acontecerão numa carreta-container que será adaptada com um cenário imersivo, possibilitando que as apresentações ocorram em diferentes regiões e cidades, incluindo localidades com pouca infraestrutura cultural. De forma a ampliar o alcance das ações e garantir o acesso democrático a experiências artísticas de qualidade. Como desdobramento, será desenvolvido um livreto digital gratuito, disponível em site exclusivo do projeto. De forma à complementar a circulação, oferecendo ao público a possibilidade de revisitar histórias, conhecer mais sobre a culinária brasileira e refletir sobre alimentação como identidade cultural, ampliando o alcance do projeto para além das apresentações presenciais. Assim, ao integrar Gastronomia e Artes Cênicas, o projeto cria uma experiência sensorial e participativa que promove acesso à arte, valoriza a riqueza dos saberes tradicionais e reforça a gastronomia como expressão da diversidade cultural brasileira. A proposta se enquadra no seguinte inciso do Art. 1º da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O objetivo que será alcançado com o projeto, se enquadra no seguinte inciso do Art. 3° da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Não se aplica.
Não se aplica.
Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade Física: Instalação de elevador na carreta. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Disponibilização de audiodescrição Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Tradução para LIBRAS com contratação de intérprete Acessibilidade para Pessoas que apresentam Espectros, Síndromes ou Doenças que Gerem Limitações aos Conteúdos, assim como Pessoas que Desconhecem as Linguagens ou Idiomas dos Conteúdos: Será realizada a contração de monitores treinados.
Todas as sessões serão gratuitas, restritas apenas à capacidade de lotação da carreta (conforme questões de segurança). Serão oferecidas sessões em 5 horários diferentes para garantir o maior número de público possível. Como medida de ampliação de acesso conforme artigo 28 da IN nº 01/2023, optou-se pelo inciso IV, na qual iremos: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;
Coordenação Geral - Clarice Bartilotti Clarice Bartilotti, graduada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Católica de Salvador, acumula mais de 12 anos de experiência em coordenação de projetos culturais e esportivos. Atuou como produtora executiva de diversos espetáculos, programas de rádio, shows e projetos audiovisuais. Na Bahia, trabalhou com importantes diretores, sendo eles: Hebe Alves, Gideon Rosa, Paulo Dourado, João Sanches e Anderson Cunha. Em 2013 abriu a Feijão de Corda Produtora, onde foi responsável para realização do projeto Leiturinhas Musicadas, vencedor do edital de Ocupação da Caixa Cultural 2014, assumiu a produção executiva do musical O Circo de Só Ler, que teve três indicações ao Prêmio Braskem de Teatro 2014, sendo vencedor na categoria Melhor Espetáculo Infanto-juvenil 2014. Produziu o espetáculo Palavra de Mulher, dos portugueses Sofia Vitória e Luiz Figueiredo, no Sesi São Paulo, com participação de Ivan Lins. Realizou a produção da exposição em homenagem aos 100 Anos da Avenida Sete, vencedora do edital de Ocupação da Caixa Cultural 2015. Em outubro foi uma das responsáveis pela produção local do espetáculo, "A Ópera do Malandro", de João Falcão, no Teatro Castro Alves, em Salvador. Produziu todas as temporadas de 2017 da peça Egotrip – Ser ou Não Ser? Eis a Comédia, que foi indicado a três categorias (Melhor direção (João Sanches), Melhor Ator (Igor Epifânio) e Melhor texto (João Sanches)) no prêmio Braskem de Teatro, sendo vencedora na categoria melhor ator. Produziu os trios de Alexandre Leão e Mametto Afro Bankoma, vencedores do chamamento público “Furdunço”, se apresentando no pré-carnaval de Salvador em mini trio. Produziu todas as temporadas do espetáculo musical Os Irmãos Macedo, com a família Macedo (Armandinho, Aroldo, Betinho e André) que conta a história do carnaval e do trio elétrico. Foi coordenadora de produção do aniversário do Esporte Clube Vitória, que contou com show de Edson Gomes. Foi produtora do evento Conexão Digital da Rede Bahia, na Concha Acústica, o evento contou com a apresentação de diversos artistas como: Daniela Mercury, Margareth Menezes, Saulo, Márcio Vitor, Olodum, Ilê Aiyê, entre outros. Atuou como assistente de direção de arte e figurino da série “O Pequeno Gigante” Sua trajetória continuou em São Paulo em 2018, onde atuou como coordenadora do setor de projetos culturais e esportivos até 2023, gerenciando projetos como Nômade Festival, Festival NaLata, Festival Sons da Rua, Arena Carnaval,São João de São Paulo, Arena Bskt 3x3, Esporte na Arena, Rodas de Rua, entre outros. Atuou também como coordenadora de camarim, atendendo eventos como Bloco do Silva, Ensaios da Anitta, Nômade e Wehoo – Erykah Badu, Viiixe, Farraial, gravação do DVD do Maneva, Pagode do Pericão, Baile da Santinha, Gravação do DVD de Tarcísio do Acordeon, entre outros. Produção Executiva – Gustavo Soares Gustavo Soares é um profissional especializado em Gestão de Projetos Culturais e Produção Executiva, residente em São Paulo, Brasil. Com mais de um ano de experiência na coordenação de projetos culturais incentivados. Sua experiência abrange a produção executiva, gestão de projetos e desenvolvimento de produto, adquirida em uma empresa líder em marketing cultural e incentivos fiscais. Ao longo de sua carreira, Gustavo acumulou mais de 15 anos de experiência como Produtor Executivo, colaborando com instituições e festivais renomados como Sesc Pernambuco, Teatro de Santa Isabel, Instituto Itaú Cultural e Theatro São Pedro. Ele possui uma especialização em Artes Cênicas com foco em Direção Teatral pela Faculdade Paulista de Artes, além de uma graduação em Licenciatura em Letras pela Faculdade Frassinetti do Recife e um curso técnico em Artes Cênicas pelo Sesc Santo Amaro. Entre fevereiro de 2019 e julho de 2019, Gustavo atuou como Programador Cultural e Produtor Cultural no Itaú Cultural, focado no núcleo de Artes Cênicas. No Theatro São Pedro, trabalhou como Analista Artístico e Analista de Operações de julho de 2019 a fevereiro de 2023. No Sesc Pernambuco, foi Produtor Executivo de junho de 2012 a setembro de 2018. No Teatro de Santa Isabel, ocupou a posição de Supervisor de Produção Cultural entre abril de 2013 e agosto de 2018. Dramaturgia - João Sanches João Sanches é um artista multidisciplinar, nascido e criado em Salvador, Bahia. Dramaturgo, encenador, diretor audiovisual e iluminador, costuma assinar também cenários, figurinos e concepções de maquiagem de seus espetáculos em colaboração com artistas de diferentes áreas. Doutor e mestre em Artes Cênicas, professor da Escola de Teatro e do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFBA, desenvolve pesquisa sobre poéticas contemporâneas a partir da noção de desvio. O humor mordaz, o uso constante de ironia, o diálogo com diversos gêneros e referências da cultura pop têm sido traços recorrentes em seus trabalhos. Em sua trajetória, destacam-se parcerias com importantes nomes do teatro nacional. São exemplos os espetáculos Eu te amo mesmo assim, musical com Laila Garin e Oswaldo Mil, produzido no Rio de Janeiro em parceria com o roteirista João Falcão; Pelo Telephone, musical com Marilice Consenza, produzido em São Paulo pelo tradicional Teatro Itália; Boca a Boca: um solo para Gregório, monólogo com o ator Ricardo Bittencourt que estreou em Lisboa no prestigiado Instituto Camões; Revele! solo autobiográfico protagonizado pelo radialista e diretor Fernando Guerreiro; A Paixão de Cristo, superprodução baiana com Regina Dourado, Jackson Costa e grande elenco. Além de colaborações com os grupos Odin Teatret (Dinamarca), Teatro Potlach (Itália) e com a Companhia Teatro dos Novos do Teatro Vila Velha (Brasil). Como dramaturgo e encenador, são destaques as peças Entre nós: uma comédia sobre diversidade e Egotrip – Ser, ou não ser? Eis a comédia[7], ambas publicadas pela Coleção Dramaturgia da EDUFBA. O texto Entre nós também ganhou montagem da companhia gaúcha Halarde Teatro, com direção de Paulo Guerra, em Porto Alegre. Já a conceituada montagem baiana rodou o país, fez temporadas nas cidades do Rio de Janeiro[8], São Paulo[9]e integrou a programação de importantes festivais nacionais e internacionais como o FITH – Festival Internacional de Teatro Hispânico de Miami, o Festival de Teatro de Curitiba, o Festival de Teatro Brasileiro, o Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia e Festival Internacional Latino Americano de Teatro. Atuação - Jakelyne Pimenta Jakelyne Pimenta é atriz, educadora, percussionista e produtora cultural com trajetória dedicada às artes cênicas e à pesquisa das tradições populares brasileiras. Desde a infância imersa no teatro, sua carreira é marcada pela atuação em companhias teatrais, pela mediação cultural em escolas e centros comunitários e pela criação de projetos que unem palco, identidade e memória coletiva. Pesquisadora e brincante das culturas populares do Brasil, Jakelyne canta, toca e dança ritmos tradicionais como maracatu, coco, samba de bumbo e folia de reis, aprendidos em vivências com mestres de diferentes regiões do país. Em sua atuação artística, entrelaça saberes ancestrais, técnicas de interpretação e musicalidade, criando experiências cênicas que dialogam com a história, a oralidade e a força da coletividade. Como fundadora da Casa Arteira e integrante dos coletivos Nós de Oz e Nóz Marias, Jakelyne promoveu feiras, oficinas, espetáculos e encontros que fortalecem a cultura popular e a economia solidária. Sua pesquisa conecta tradição e contemporaneidade, explorando a potência dos encontros entre corpo, voz, memória e alimento.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.