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PRONAC 2511352Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Peça: “Ancestralidade (donzela, mãe e anciã)”

57.813.839 JULIANA APARECIDA VANELLI FERREIRA
Solicitado
R$ 169,3 mil
Aprovado
R$ 169,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2025
    Cadastro PRONAC
    Ano 25
  2. 12/05/2026Captando
    Autorizada a captação total dos recursos
  3. 04/07/2026
    Início previsto
  4. 10/12/2026
    Término previsto

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2026-07-04
Término
2026-12-10
Locais de realização (1)

Resumo

O projeto visa a confecção da dramaturgia e a realização do espetáculo teatral "Ancestralidade (donzela, mãe e anciã)". A obra narra as trajetórias entrelaçadas de Juliana (20 anos), Cynira (40) e Aurora (70), abordando temas como violência doméstica, homossexualidade, autismo, câncer de mama, autoconhecimento e amor próprio. A montagem, embalada por um violino, busca promover reflexão e empatia. Será oferecida uma oficina gratuita de produção cultural como contrapartida. As sessões da peça e a oficina terão intérprete de Libras.

Sinopse

Este projeto tem como escopo criar a dramaturgia e apresentar seis sessões da peça teatral "Ancestralidade (donzela, mãe e anciã)", que narra a história de vida de três mulheres em diferentes fases da vida: Juliana, na casa dos 20 anos; Cynira, na faixa dos 40 anos; e Aurora, aos 70 anos. As suas trajetórias se entrelaçam em uma trama contemporânea, ambientada em cenários onde o machismo estrutural ainda prevalece. Nessas cenas, elas compartilham suas experiências de vida, abordando temas como violência doméstica, homossexualidade, autismo, câncer de mama, autoconhecimento e amor próprio. A peça permeia de forma lúdica a vida dessas mulheres ao som de um violino, criando uma atmosfera sensível e envolvente. O público-alvo são pessoas a partir de 16 anos. A história dessas três mulheres é uma fonte de inspiração e reflexão sobre temas universais como resiliência, aceitação, busca por identidade e o entendimento de si mesmo. Ao transformar essas trajetórias em uma peça teatral, buscamos promover empatia, compreensão e estimular o público a refletir sobre suas próprias jornadas de vida, sempre com o plano de fundo na ancestralidade. A peça será apresentada em seis sessões, distribuídas ao longo de dois finais de semana, no Teatro Guairinha (Salvador de Ferrante). As sessões contarão com intérprete de Libras, garantindo acessibilidade. No elenco Juliana Vanelli, que dará vida à personagem Cynira; e Alini Maria, que interpretará Juliana; para a personagem Aurora (anciã) será feita uma seleção de atrizes com idade acima de 60 anos, dando oportunidade para atrizes idosas trabalharem, dando preferência para atrizes negras, indígenas ou de outras nacionalidades (o que gera inclusão, visibilidade, diversidade etária e étnica, combate ao etarismo e ao racismo e riqueza de conteúdo). A dramaturgia será de Paula Giannini, a direção teatral fica por conta da talentosa Cleide Piasecki, enquanto Mayra Fernandes coordena a produção cultural. A musicista Carla Zago será responsável pela trilha no violino; Erica Mytilko cuidará da iluminação; o figurino, cenário e adereços são de Jade Giaxa; a maquiagem será feita por Mayara Nassar; e a oficineira será Mayra Fernandes. Como contrapartida, será oferecida uma oficina de produção cultural a população. Acreditamos que a arte tem um poder curativo, e levar cultura e expressão artística para quem mais precisa é uma forma de promover cura e transformação.

Objetivos

Objetivo Geral:Criar a dramaturgia e apresentar seis sessões da peça teatral "Ancestralidade (donzela, mãe e anciã)". Objetivos Específicos: Apresentar 6 (seis) sessões da peça teatral "Ancestralidade (donzela, mãe e anciã)" no Teatro Guairinha (Salvador de Ferrante) com ingressos gratuitos;Realizar a seleção de 1 (uma) atriz com idade acima de 60 anos para o papel da personagem Aurora;Garantir a acessibilidade comunicacional todas as sessões da peça teatral por meio da contratação e disponibilização de intérprete de Libras;Oferecer 1 (uma) oficina de produção cultural gratuita à população como medida de contrapartida social do projeto;Ter 2 (dois) ensaios abertos ao público;O último dia de apresentação da peça terá transmissão ao vivo online pela internet;Contratar a equipe técnica e artística composta pelas profissionais: uma dramaturga, uma diretora, uma produtora, uma oficineira, uma violinista, uma iluminadora e operadora de luz, uma figurinista que fará também os adereços e o cenário, uma maquiadora, três atrizes, uma intérprete de Libras, uma operadora de som, videomaker, fotógrafa, assessora de imprensa e uma social mídia.

Justificativa

Vivemos em uma sociedade onde o machismo estrutural ainda prevalece, e enfrentamos diversas formas de violência e opressão, como violência doméstica, etarismo, lesbofobia, racismo, desigualdade salarial em profissões iguais, assédio moral e sexual no ambiente de trabalho, pressão estética, gordofobia, objetificação dos nossos corpos e relações amorosas pautadas no poder. Falar sobre esses temas é fundamental para informar e educar. Trazer essas questões para o palco, por meio de uma peça teatral, ajuda na cura das feridas que essas experiências deixam. Ao pensar na apresentação da peça "Ancestralidade (donzela, mãe e anciã)", quisemos refletir histórias reais de mulheres vivendo na contemporaneidade, muitas delas lidando com a descoberta tardia do autismo — uma condição que vem sendo cada vez mais reconhecida, especialmente em mulheres. Por muito tempo, o autismo foi estudado predominantemente em homens, e sua manifestação em mulheres é diferente, o que dificultou diagnósticos precisos por anos. A medicina ocidental explica que as mulheres tendem a mascarar mais os sintomas, o que atrasou o reconhecimento da condição, roubando anos de suas vidas e causando sofrimento até que possam compreender sua neurodivergência. Na nossa sociedade, é raro uma mulher que não tenha sofrido machismo ou até violência de qualquer tipo — física, psicológica, moral, sexual ou patrimonial. Desde cedo, meninas são objetificadas (cultura do estupro) e, com o tempo, o poder sobre elas parece passar das mãos do pai para as do marido. Muitas mulheres, mesmo abusadas, ainda enfrentam obstáculos para exercer o direito ao aborto, pois o Estado insiste em controlar seus corpos, muitas vezes sob influência de igrejas que ainda mandam no corpo feminino. Independente da orientação sexual, as relações amorosas muitas vezes carregam uma dinâmica de poder desigual, reforçando o machismo. Foi só recentemente que as mulheres conquistaram o direito ao voto e passaram a ser vistas perante a lei como indivíduos com direitos próprios, e não como propriedade de seus maridos. Ainda assim, ao ingressar no mercado de trabalho, enfrentam assédio, salários menores e a dupla jornada em casa. Temos muito a evoluir enquanto sociedade. No Brasil, por exemplo, morrem cerca de 17 mil mulheres por câncer de mama a cada ano, sendo a mortalidade maior entre mulheres negras de baixa renda. Por que isso ainda acontece? Por que o direito à saúde, garantido na Constituição, ainda não chega a todas? Ainda há mulheres que passam fome, sem acesso a necessidades básicas como uma menstruação digna, absorventes ou medicamentos — imagine o tratamento para o câncer. Com essa peça, queremos abordar esses temas de forma leve, trazendo a mulher como símbolo de nutrição, força e beleza. Nosso sangue nutre a terra, nossos corpos carregam música, poesia e beleza. Nossas vozes precisam ser ouvidas e respeitadas.A escolha pela Lei de Incentivo à Cultura se dá pela urgência de fomentar produções artísticas que abordem temas sociais relevantes e ainda silenciados, como o machismo estrutural, a violência contra a mulher, a invisibilidade do autismo em mulheres, o racismo, a desigualdade de gênero e o acesso precário à saúde. Através da peça "Ancestralidade (donzela, mãe e anciã)", buscamos dar voz a essas questões de forma sensível e acessível, alcançando públicos diversos e promovendo reflexão e transformação. A lei permite viabilizar uma produção comprometida com a inclusão, a representatividade e a democratização do acesso à cultura, valores fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa e empática.O presente projeto se enquadra nos incisos: I, II, III, V e VIII do artigo 1º da Lei 8313/91 e no artigo 3º, em seu incisos II, nas alíneas "c" e "e", e inciso IV, nas alínea "a" da mesma lei.

Especificação técnica

A presente oficina será ministrada pela Mayra Fernandes da produtora Cardume Cultural, produtora deste projeto.1. Identificação da OficinaA oficina de Produção Cultural tem o Título: Um mergulho na produção cultural e em criação de projetos culturais. O Público-Alvo é: Artistas, gestores, estudantes de cultura e interessados em geral, a partir de 18 anos, dando preferência as minorias. E os Pré-requisitos são: Noções básicas de informática e interesse pela área cultural. A Carga Horária Total é de 06 horas e o Período de Realização será: De 07 e 08/10/2026 (3h00 por encontro. O Local de realização será: on-line via Plataforma Zoom.2. EmentaA oficina visa fornecer aos participantes os conhecimentos e ferramentas essenciais para a concepção, planejamento, captação de recursos e gestão de projetos culturais, abrangendo desde a fase de idealização até a prestação de contas.3. ObjetivosObjetivo Geral: Capacitar os participantes a elaborar e gerenciar projetos culturais de forma profissional, compreendendo as etapas do ciclo de produção. Objetivos Específicos: Conhecer as etapas e a estrutura de um projeto cultural (conceito, objetivos, justificativa, público-alvo, equipe, orçamento, cronograma). Identificar diferentes fontes de recursos e formas de financiamento (editais, leis de incentivo, financiamento coletivo, patrocínio direto). Desenvolver um Plano de Comunicação e Divulgação eficaz para o projeto. Compreender os aspectos básicos da gestão e da prestação de contas.4. MetodologiaA oficina terá uma abordagem prática e dialógica, incentivando a participação ativa e o desenvolvimento de um projeto real (ou simulado) pelos participantes. Serão utilizadas Aulas Expositivas e Dialogadas para a apresentação dos conceitos-chave, com espaço para debate e troca de experiências. A metodologia também incluirá Estudos de Caso, por meio da análise de projetos culturais de sucesso e fracasso. As Atividades Práticas englobarão exercícios de escrita de justificativa, elaboração de planilha orçamentária e criação de cronograma. A Produção Final consistirá na orientação para a elaboração do pré-projeto cultural individual ou em grupo. Por fim, haverá o Uso de Recursos Didáticos como apresentações de slides, textos de apoio (editais modelo, planos de trabalho), vídeos e templates de projetos.5. Conteúdo ProgramáticoO conteúdo será dividido em módulos. Módulo 1: O Que é Produção Cultural? (Carga Horária: 1h, abordará Conceitos e papel do produtor cultural, O ciclo de vida de um projeto (idealização, planejamento, execução, avaliação) e Análise do contexto cultural e necessidades da comunidade. Módulo 2: Estrutura do Projeto Cultural (Carga Horária: 2h focará na Elaboração: Título, Ficha Técnica, Objetivos (Geral e Específicos) e Justificativa, Público-Alvo e Contrapartidas Sociais, e Detalhamento de Etapas, Cronograma e Equipe. Módulo 3: Orçamento e Financiamento (Carga Horária: 2h) cobrirá as Formas de Financiamento (Leis de Incentivo - Mecenato, Editais Públicos e Privados, Crowdfunding e Patrocínio Direto), Elaboração de Planilha Orçamentária e Dicas para o relacionamento com patrocinadores e escrita de propostas. Por fim, o Módulo 4: Execução, Comunicação e Avaliação (Carga Horária: 1h) tratará do Plano de Divulgação e Comunicação, Gestão de Riscos e Logística, Prestação de Contas (Financeira e Não Financeira), e Instrumentos de Avaliação e Relatórios.6. AvaliaçãoAvaliação do Participante: Os critérios de aprovação incluem Frequência mínima de 75% de presença nos encontros, o Desenvolvimento de Pré-Projeto, que é a entrega e apresentação final do pré-projeto cultural, aplicando os conhecimentos adquiridos, e Participação, avaliando o engajamento e contribuição nos debates e atividades práticas. Avaliação da Oficina: Os participantes farão uma avaliação do curso, abordando A clareza dos objetivos e conteúdo, A metodologia e os recursos didáticos, O desempenho da oficineira e A relevância do curso para a atuação profissional.7. CertificaçãoSerá fornecido certificado de 06 horas aos participantes que cumprirem os critérios de frequência e aprovação nas atividades propostas.

Acessibilidade

O Teatro Guairinha (Salvador de Ferrante) assegura a plena acessibilidade para que a experiência cultural seja inclusiva e confortável para todos.As instalações contam com:Acessibilidade Física Completa: Rampas de acesso e elevadores que servem a todos os níveis do teatro, garantindo que pessoas em cadeira de rodas, com mobilidade reduzida, ou seus acompanhantes, se desloquem sem barreiras.Assentos Especiais: Poltronas reservadas para pessoas com deficiência, além de lugares adequados para pessoas obesas e seus acompanhantes, visando o máximo conforto.Infraestrutura de Apoio: Banheiros totalmente adaptados e a disponibilidade de cadeiras de rodas no local para auxiliar os visitantes durante sua permanência.Conveniência no Acesso: Uma entrada exclusiva para desembarque de passageiros facilita a chegada ao local.Acessibilidade Comunicacional: Adicionalmente, o projeto garante a inclusão do público surdo-mudo, com as seis sessões da peça contando com interpretação em Libras e a oficina também.

Democratização do acesso

Este projeto valoriza a democratização do acesso à cultura, oferecendo a gratuidade integral dos ingressos para a distribuição do produto cultural.Além das apresentações, o público poderá participar ativamente por meio de:Experiência de Bastidores: Serão realizados dois ensaios abertos para que a comunidade acompanhe de perto o processo criativo da montagem.Formação Cultural: Será oferecida uma oficina de produção cultural, promovendo a capacitação e o intercâmbio de saberes, tendo vagas reservadas as minorias.Alcance Ampliado: Para maximizar o acesso, o último dia de apresentação da peça será transmitido pela internet, permitindo que a arte chegue a um público ainda maior.O projeto em questão transcende o âmbito artístico, demonstrando um profundo alinhamento com a agenda global de desenvolvimento, ao contribuir diretamente para diversas Metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU:ODS 1 - Erradicação da Pobreza: Ao oferecer a gratuidade integral dos ingressos, o projeto remove barreiras financeiras e garante o acesso à cultura a todas as camadas da população, incluindo aquelas em situação de vulnerabilidade.ODS 3 - Saúde e Bem-Estar: A peça aborda de forma sensível temas de saúde como o câncer de mama e o autismo em mulheres, utilizando a arte como ferramenta de cura, informação e promoção do bem-estar mental e emocional.ODS 5 - Igualdade de Gênero: O coração da obra é a discussão do machismo estrutural, violência doméstica e a opressão feminina. O projeto atua ativamente na promoção da igualdade e no empoderamento das mulheres, dando visibilidade e voz às suas histórias.ODS 10 - Redução das Desigualdades: O compromisso com a inclusão é evidente: a acessibilidade física do teatro, as sessões com intérprete de Libras, a valorização de atrizes idosas e a discussão de temas como racismo e lesbofobia garantem que as minorias e os grupos historicamente marginalizados sejam contemplados e representados.

Ficha técnica

Juliana Aparecida Vanelli Ferreira, nome artístico: Juliana Vanelli - Proponente, atriz e gestora do processo decisório (técnico-financeira), Atriz (DRT 34026), cantora e produtora cultural. iniciou sua carreira no teatro em 2003, tendo realizado seis anos de curso livre na Escola Pé no Palco. Possui graduação em Direito pela Unicuritiba e pós-graduação em Direito Contemporâneo, onde desenvolveu a pesquisa "Reconhecimento da união homoafetiva como entidade familiar: direitos e deveres dela decorrentes". Também estudou Filosofia na UFPR. No teatro, interpretou a Madame Liserberg e o Maestro na peça "Palhaços Urbanos" de Karl Valentin, e Joana d´Arc na peça "Atire a Primeira Pedra". Como cantora, integrou o Núcleo de Ópera Comunitário de Curitiba e o coral da OABPR. Entre suas realizações musicais estão a peça "A Terceira Margem" e a participação em quatro Concertos/Momentos Líricos de Natal (dezembro/2023) sob a regência do Maestro Ivan Moraes, além de eventos culturais como "MULHERES PARANAENSES" em 2022. É também a idealizadora da peça "Ancestralidade (Donzela, Mãe e Anciã)", que aborda temas e desafios enfrentados pelas mulheres ao longo da vida.Mayra Fernandes - produtora, Mayra Fernandes é uma profissional multifacetada, atuando como diretora, atriz (DRT 30442), diretora de produção (DRT 19208), curadora e gestora cultural. É a fundadora da Cardume Cultural, produtora que alcançou o reconhecimento como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura em 2025. Com uma carreira que ultrapassa duas décadas, Mayra possui um vasto know-how que engloba as áreas de Artes Cênicas, Audiovisual, Literatura, Música e Cultura Popular. Sua formação acadêmica inclui graduação em Teatro pela UNESPAR e uma pós-graduação em Neurociência e Mindfulness pela PUC-PR, onde pesquisou “O Estado de Presença do Ator”, complementando seus estudos com formação em Cinema, Palhaçaria e Antropologia Cultural. Sua experiência é marcada pela elaboração, coordenação e produção de mais de 250 projetos culturais. Entre suas realizações de destaque estão a coordenação e curadoria do Festival Novos Olhares, a direção de produção do espetáculo "Multidão", e a condução de iniciativas importantes no Recôncavo Baiano, frequentemente resgatando memórias da cultura popular e valorizando as narrativas femininas. Mayra também consolidou sua reputação como uma das referências em produção cultural no Brasil, tendo atuado como curadora e diretora de produção em grandes eventos como o Festival de Teatro de Curitiba, a Bienal Internacional de Arte e o Festival Psicodália. Além de sua intensa atividade de produção, Mayra Fernandes é uma dedicada educadora, tendo ministrado cursos de produção cultural em todo o Paraná e formado mais de 200 novos profissionais, fortalecendo o setor em âmbito estadual. Sua atuação é motivada pelo uso da arte como ferramenta de transformação social e pela dinamização da cena cultural de Curitiba e de outras regiões do país. Em reconhecimento à sua significativa contribuição para a cultura brasileira, Mayra Fernandes foi agraciada com prêmios como o Funarte Respirarte e o Prêmio da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná. Alini Maria Bianco, nome artístico: Alini Maria - atriz (DRT 32313), Alini Maria possui uma sólida formação em Artes Cênicas (Bacharelado em Teatro pela PUCPR, 2017-2021) e está em formação em Educação (Licenciatura em Pedagogia pela PUCPR, 2020-2025). Sua carreira é marcada pela docência em arte desde 2016, atuando como Arte-Educadora nos Cursos Livres de Teatro - Pé no Palco e como Professora Especialista em outras instituições, além de atuar no Projeto Palco Escola (Lei Federal de Incentivo à Cultura) na formação de crianças e jovens em vulnerabilidade (2023/2024).Como atriz, integra a Companhia Pé no Palco desde 2016 e tem participações de destaque em diversas produções de companhias como SIM e Sol.te. Seu trabalho mais significativo recente é o espetáculo infantil "O Olho D’água" (2023), com extensa circulação no Paraná e Santa Catarina. Em 2024, expandiu sua atuação para a direção teatral. Alini também se consolidou na produção cultural, sendo Produtora Executiva da “Mostra Fátima Ortiz - 50 anos em cena” (2023). Sua excelência profissional é atestada por reconhecimentos, como o Prêmio no Edital de Seleção de TCCs do Itaú Cultural (2020) e as diversas premiações concedidas aos espetáculos em que atuou, a exemplo de "Agreste" (Troféu Gralha Azul 2018). Cleide Maria Piasecki, nome artístico: Cleide Piasecki - diretora, É natural de Curitiba (PR). Iniciou sua formação artística em 1976 pela dança moderna e clássica com Milena Morozowicz e cursos livres com Val Folly e Rocio Infante. Foi do Grupo de Dança Moderna de Rita Pavão. Com Eva Shull estudou técnica de Mary Wigman e Hanya Holm e com Deferson Melo, dança contemporânea. Estreou como atriz com o diretor Laerte Ortega profissionalizando-se em 1980. Desta data até 1994 participou de 31 montagens como assistente de direção, diretora de movimento, coreógrafa, preparadora corporal, bailarina e atriz. Trabalhou com grandes nomes da cena nacional, entre eles, Antônio Carlos Kraide, Ivone Hoffman, Ariel Coelho, Raul Cruz, Luís Melo, Gabriel Villela, Caíke Luna, Ênio Carvalho, entre outros, sempre em paralelo com a dança. Em 1989 ingressou no Curso Superior de Dança da PUC/PR. De 1987 a 1990 foi professora e diretora do curso e do Grupo de Dança do Sesc da Esquina. Em 1994 dirigiu seu primeiro texto para teatro, “A Feia” e manteve sua produção autoral reunindo 14 textos de sua autoria, 32 roteiros e 22 adaptações de autores diversos. Ministra cursos livres desde 2005 como Interpretação e Direção para teatro e vídeo, Criação de texto para teatro ou roteiro para audiovisual, Composição Coreográfica, Dança-Teatro e Expressão Corporal. Formou-se em Cinema Digital em 2012. Em 42 anos de carreira realizou 51 direções, 7 assistências de direção, 67 direções de movimento, 64 montagens como coreógrafa, 49 como preparadora corporal, 16 como bailarina e 39 como atriz. Seus trabalhos em artes cênicas conquistaram 30 prêmios e 32 indicações. Paula Giannini - dramaturga, Atuando desde 1986, Paula Giannini é dramaturga, roteirista, escritora e atriz com formação em Letras e Artes Cênicas. Reconhecida como autora essencial do teatro brasileiro (Revista Desacato e Alzira, 2020), ela é autora de "CASAL TPM", fenômeno teatral com 1 milhão de espectadores e roteiro adaptado para série finalista do Prêmio Rota. Sua obra inclui mais de 40 textos teatrais e roteiros, além de literatura adulta premiada, como o livro de contos "Pequenas Mortes Cotidianas" (finalista do PRÊMIO OCEANOS DE LITERATURA, 2018). Seu trabalho é fortemente ancorado na cultura popular e pesquisa para a infância, exemplificado pelo aclamado "Projeto Brincando com o Folclore". O livro "Se Essa Rua Fosse Minha – Livro de Brincar" (2017) foi selecionado para o Catálogo de Bolonha (2018) e integrado a mais de 50 mil escolas públicas pelo PNLD Literário do MEC. Recentemente, a autora investiu na autoprodução editorial com o selo Palco das Letras (lançado em 2021), publicando títulos como os infantis "Zumi Barreshti" e "Pra Você não esquecer", e o livro "Baderna – O Memoricídio no Dicionário" (2023). As atividades mais recentes de Giannini demonstram a união de sua escrita com o resgate cultural. Em 2023, "Baderna" ganhou destaque ao inspirar o enredo do Carnaval 2025 da União da Ilha do Governador, para o qual a autora coassinou a sinopse e recebeu o Troféu Band Folia de melhor enredo. Em 2024, lançou "Oryai – O Brinquedo dos Curumins" e prepara para 2025 o livro "Seba(S)Tiana". Além disso, atua como atriz em suas produções e manteve o quadro "Palco da Palavra" em programas de rádio entre 2021 e 2023.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Curitiba Paraná