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O projeto prevê a elaboração de uma dramaturgia cênica chamada "Orlando" sob influência do livro homônimo de Virginia Woolf e ao final da elaboração realizar ensaios abertos em caráter de mostra do processo de elaboração na praça Palco do IBT, de forma gratuita.
O coletivo “Teatro de Estilhaços” idealiza a criação da dramaturgia cênica original “ORLANDO”, inspirada no romance homônimo de Virginia Woolf. A obra acompanha a trajetória de Orlando, personagem que viveu por quase dois séculos como homem e, em um determinado momento, desperta como mulher. A dramaturgia pretende explorar esse trânsito de gênero e a passagem do tempo de forma poética, leve e acessível, utilizando uma linguagem musical que dialogue com as sonoridades brasileiras e a estética carnavalesca.A proposta é construir um texto plural, irônico e festivo, capaz de desmistificar questões de gênero e sexualidade para o grande público e celebrar a diversidade LGBTQIAPN+. Essa dramaturgia, ainda em processo de elaboração, busca traduzir o tom bem-humorado e a profundidade do romance de Woolf, incorporando elementos da cultura brasileira, especialmente a estética carnavalesca, que enfatiza a ideia da troca temporária de papéis sociais.O processo criativo contará com uma equipe diversa em gerações e experiências, liderada pela direção artística de Britney, primeira diretora trans da TV Globo, com co-direção de Rita Grillo, atriz e diretora com vasta atuação nacional e internacional. A trilha sonora, que influenciará o ritmo e a atmosfera da dramaturgia, será desenvolvida por Malka Julieta, compositora e multi-instrumentista. A dramaturgia será escrita colaborativamente, com a participação dos idealizadores Elisa Volpatto e Paulo Salvetti, em diálogo constante com o coletivo.Na dramaturgia, elementos da estética elisabetana se misturam ao inventivo e ao precário do carnaval, ressignificando padrões culturais históricos para refletir sobre o presente. Figurinos, objetos e cenários pretendem ser pensados a partir do diálogo entre épocas, mesclando referências da tradição brasileira e da iconografia do carnaval. Musicalmente, a obra inclui influências do samba, funk e feminejo, combinadas com instrumentos históricos como cravo e alaúde, criando uma linguagem sonora contemporânea que atualiza a narrativa para o Brasil do século XXI.Como parte do desenvolvimento, foram realizados dois ensaios abertos, em caráter de Mostra do processo criativo, na Praça do Instituto Brasileiro de Teatro (IBT). Essas sessões terão duração aproximada de 60 minutos, serão gratuitas e receberão até 150 pessoas por apresentação. Nessas leituras dramáticas, serão testados aspectos como oralidade, ritmo, pausas, entonações e marcações cênicas, além de possibilitar o diálogo com o público para aprimoramento do texto.O IBT, espaço cultural onde as atividades ocorrerão, conta com infraestrutura acessível para pessoas com mobilidade reduzida. Sua localização central em São Paulo facilita o acesso do público por meio do transporte coletivo.
Objetivo GeralPesquisar e criar a dramaturgia brasileira sob influência da obra de Virginia Woolf e realizar de forma gratuita 2 ensaios abertos em caráter de mostra de processo para até 300 pessoas. Objetivo específico (produtos)PRODUTO _ Espetáculo de Artes CênicasA estimativa de alcance de público é de 300 pessoas.Elaborar 01 dramaturgia cênica adaptada da obra de virginia Woolf Realizar 01 Pesquisar e compor as músicas autorais e originais do espetáculoGravar de 3 a 10 músicas do espetáculo Executar 2 ensaios abertos de forma gratuitaDesenvolver 01 elenco DiversificadoFomentar a cadeia de dramaturgia em torno das artes cênicas
A elaboração da dramaturgia de Orlando nasce de inquietações e nesse contexto de mudança de paradigmas, nos deparamos com a obra de Virginia Woolf - Orlando, publicada há mais de 100 anos. Nosso objetivo é que a partir das provocações sobre trânsitos de gênero, proposta por Virgínia no início do século XX, a elaboração da dramaturgia seja atualizada a partir de um olhar brasileiro e contemporâneo, ampliando consequentemente a urgência das pautas LGBTQIAP+ e promoção de letramento de gênero.Orlando é um jovem que percorre 300 anos de vida e um dia acorda mulher. E é a partir desse momento que começa a perceber o tanto de privilégios que perde em função de pertencer, agora, ao gênero feminino. Se no início do século XX Virginia estava, como a feminista que era, interessada em questionar essas discrepâncias entre os direitos dos homens e das mulheres, nos dias de hoje, pesquisar e elaborar essa dramartugia, amplia esse interesse para a paridade entre as pessoas LGBTQIAP+ e para a ideia de fluidez de gênero como debate. Por isso, o elenco e a equipe de ORLANDO serão compostos na lógica da diversidade, na reflexão de que uma sociedade mais potente se constrói no encontro de corpos e ideias diversos. Nesse sentido, a encenação do espetáculo tem como conceitos o deboche e a carnavalização, para fazer da história uma alegoria aos moldes brasileiros. Com a intenção de possibilitar ao público uma reflexão mais profunda e esmiuçada sobre todas as questões que a dramaturgia irá atravessar, iremos ao final da elaboração da dramaturgia realizar leituras dramáticas. Restabelecer o livro de Virginia Woolf - Orlando, e criar uma dramaturgia musical brasileira é estremecer o status quo proposto pelo patriarcado. Esse projeto retoma a vontade do desvio, da fuga da norma e da abertura para o inesperado.SOBRE O USO DO INCENTIVO FISCAL a proposta se enquadra aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; eIII - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Sobre o enquadramento nos objetivos do Artigo 3º da Lei 8313/91:E o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91):II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.Acessibilidade (Arquitetônica, deficiente visuais, surdos, intelectuais e neuro divergentes )Atendendo ao disposto no art. 27 da IN nº11 de 2024, destacamos abaixo o detalhamento da acessibilidade prevista:
Criação: 1 dramaturgia cênica elaborada a partir da obra Orlando, de Virginia Woolf. A dramaturgia retrata um homem que, ao longo de mais de 300 anos, um dia acorda mulher. Quantidade 2 ensaios abertos ao público realizados em espaço público - Praça do IBT, (após a finalização da dramaturgia e em caráter de mostra de processo).Duração: 60 minutosPúblico: 150 pessoas por ensaio (estimativa de público presente). Totalizando cerca de 300 pessoas ao final. Local: Instituto Brasileiro de TeatroIngresso: 100% de acesso gratuito para todos os participantes.
⇒ ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: O local de realização do ensaio aberto, é o Instituto Brasileiro de Teatro. O espaço conta com recursos para receber pessoas idosas e com mobilidade reduzida. A área é adaptada para circulação de cadeirantes. Por fim, a estrutura é acessível, entretanto se necessário, reiteramos que vamos disponibilizar, rampas, corrimãos e até mesmo banheiros adaptados. ⇒ ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO PARA DEFICIENTES VISUAIS: Durante os ensaios abertos teremos monitores e serviço de audiodescrição devidamente preparados para atender deficientes visual. ⇒ ACESSIBILIDADE SURDOS E ENSURDECIDOS: Durante os ensaios abertos, prevemos sessões com intérprete de libras para atender a qualquer nível de deficiência auditiva. ⇒ ACESSIBILIDADE INTELECTUAL E NEURO DIVERGENTE - Teremos monitores durante todo o projeto espalhados pelo evento durante os ensaios abertos para auxílio e apoio. * Reiteramos que terá acessibilidade em todas as apresentações inclusive as ações evidenciada em atendimento ao Art. 30 da IN n°11/24
O objeto do projeto será totalmente gratuito, entretanto como complemento e em atendimento ao Art. 30 30 da IN nº11/24 destacamos: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;Iremos realizar 02 LEITURAS DRAMÁTICAS aberta ao público em geral. O objetivo é através das leituras abertas, evidenciar os resultados diários da investigação, experimentações envolvidas no desenvolvimento da dramaturgia além de outros aspectos que contribuíram na pesquisa artística aqui intitulada
* O elenco e equipe do projeto é composto na lógica da diversidade de gênero, sexualidade e raça.Nome: Andréas MendesRG: 35.019.393-9CPF: 339.533.248-96Função: AtrizAndreas Mendes é licenciada em teatro pela Faculdade Paulista de Artes e pós graduada em Gestão Cultural pelo Senac. Também é formada pela Escola de Arte Dramática ( EAD/ECA/USP) e na SP Escola de Teatro cursou Humor, tem em sua formação várias oficinas realizadas com diversos profissionais. Como artista trabalha em diversas vertentes como: atuação, direção, dramaturgia, produção cultural, arte educação, entre outros. Iniciou sua carreira na cidade de Ribeirão Preto em 2000. Em sua trajetória participou de mais de 25 espetáculos teatrais. Já foi dirigida por Neyde Veneziano, Bete Dorgam, Silvana Garcia, Fernando Sampaio, Cida Almeida, Isabel Setti, Elisa Band, Magno Bucci, entre outros. Atualmente integra o elenco de “Agropeça” nova montagem do renomado grupo Teatro da Vertigem. É uma das fundadoras da Cia. do Estômago, que no ano de 2020 completou 15 anos de existência. Em seu trabalho artístico desenvolve a pesquisa sobre corpas gordas trans em cena. Nome: Elisa VolpattoRG: 8059818099CPF: 007.855.290-71Função: Atriz e DramaturgaElisa Volpatto é atriz formada em Artes Cênicas pela UFRGS e estudou também Method Acting no The Lee Strasberg Theater and Film Institute, em Nova York. Acumula longa trajetória no audiovisual, tendo ganhando o Kikito de melhor atriz no Festival de Cinema de Gramado pelo curta-metragem “Um Animal Menor”. Na TV se destacam as séries "Mulher de Fases" da HBO, “Assédio” da Globoplay (com Adriana Esteves e Antônio Calloni) e “Aruanas”, também da Globoplay, junto das atrizes Leandra Leal, Taís Araújo, Camila Pitanga e Débora Falabella. No thriller policial da Netflix “Bom dia, Verônica” se destacou como a antagonista Anita, ao lado de Tainá Muller, Reynaldo Gianecchini, Eduardo Moscovis e Camila Morgado. No teatro, Elisa deu vida à poetisa americana Sylvia Plath no monólogo “PULSO” e recentemente também participou do espetáculo “Diabinho e outras peças curtas de Caryl Churchill”, dirigida por Guto Portugal. Em 2023 dirigiu a peça “Stalking - um conto de terror documental”, sobre assédio no ambiente de trabalho. Nome: Paulo SalvettiRG: 32.647.166-2CPF: 277.716.478-98Função: Ator e DramaturgoPaulo Salvetti é ator, dramaturgo, escritor, produtor e educador. Tem formação multidisciplinar, com graduação em Letras Vernáculas pela Universidade Estadual de Londrina/PR, especialização em História da Arte pela mesma instituição e mestrado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com pesquisa sobre artes autobiográficas. Seu romance Cara Marfiza, foi contemplado pelo 1o Edital de Publicação de livros estreantes da prefeitura de São Paulo e publicado em 2018 pela Editora Reformatório. Em 2023, fez parte do Núcleo para criação de novas dramaturgias da Escola Itaú Cultural, com orientação de Marici Salomão e Silvia Gomez. É co- fundador do Teatro de Estilhaços junto do qual estreou em 2022 no CCSP o espetáculo STALKING - um conto de terror documental, do qual é dramaturgo e ator, com co-direção de Elisa Volpatto e Rita Grillo, que teve também temporadas no Teatro Cacilda Becker e no Galpão de Folias. Em 2023, o espetáculo foi contemplado pelo PROAC para circulação no interior do estado. Com o Núcleo Os Colecionadores, em 2015, ganhou o prêmio PROAC Primeiras Obras, junto do qual foi coordenador do processo criativo, ator e dramaturgo do espetáculo Gardênia e outras mães. Como ator, desde a adolescência, fez parte de diversos coletivos artísticos em Piedade, Londrina, Porto Alegre e São Paulo. Em São Paulo, atuou no espetáculo DOC. (des)prezados, do Núcleo de Artes Cênicas (NAC), dirigido por Lee Taylor, entre 2014-2016. Fez parte da Cia Ato Reverso, como ator no espetáculo Abigail Williams ou de onde surge o ódio coletivo?, que estreou em 2017. Foi ator dos espetáculos Interiores, de Lucas Mayor e Marcos Gomes, e A criança, de Lucas Mayor, junto ao Cemitério de Automóveis. Foi produtor local do Fronteiras do Pensamento e do Fronteiras Educação, RBS-RS, entre os anos de 2015 e 2021. É professor de escrita literária e, junto com a escritora Anita Deak, apresenta o podcast Litterae, sobre processos de criação literária. Em 2019, fez parte do CLIPE - Curso de Preparação do Escritor, na Casa das Rosas. Entende na palavra, escrita, falada e almejada, sua utopia de transformação do mundo. Nome: Ymoirá MicallRG: 48227370-7CPF: 394.257.218-40Função: AtrizYmoirá Micall é artista multidisciplinar, travesti, fundadora da Cia. Sacana - indicada ao Prêmio Shell por sua dramaturgia no espetáculo "Fracassadas BR" ao lado de Ave Terrena. Seu texto "Terra Brasilis Top Trans Pindorâmica" foi um dos selecionados da 9º edição da Mostra de Dramaturgia em Pequenos Formatos do CCSP, que esteve em cartaz também sob sua direção. Residente da cidade de São Paulo, iniciou carreira desenvolvendo seus primeiros trabalhos com grupos locais de Teatro y Dança na cidade de Guarulhos. Entre os cursos em que participou, estão: Escola de Atores Wolf Maya - SP, Oficina de Teatro - Os Satyros y 5a Dentição Universidade Antropófaga - Teatro Uzyna Uzona. Entre os trabalhos que desenvolveu enquanto atriz, estão as companhias teatrais: Fuerza Bruta (Buenos Aires), Cia. Barca Cênica (Guarulhos) y Cia. Sacana (São Paulo), além de atuar como diretora y dramaturga nos trabalhos: "Canção de Outono", "Bem-Vindo ao Paraíso", "O Canto de Odé", "Pindaúna", "Uma" , "Estou aqui, mas talvez não esteja”, "Fracassadas BR" y "Terra Brasilis Top Trans Pindorâmica". Musicistas em cena Nome: Ultra MartiniRG: 3166852CPF: 052.035.441-90Função: MusicistaUltra Martini é formado em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília. É ator, diretor, roteirista, humorista e compositor. Duas vezes ganhador do prêmio de melhor atriz no festival FESTU (Festival de Teatro Universitário do Rio de Janeiro), com os espetáculos “Stanisloves-me” (2016) – Criação Ultra Martini e Simone Reis – e “Ab-reação” (2017) – Criação e direção de Ultra Martini. Também com a peça “Stanisloves-me” ganhou o Prêmio Sesc de Melhor Sonoplastia (2018), Além de ter sido indicado três vezes consecutivas ao prêmio Sesc de Melhor Atriz, com “Entre-quartos”(2016), “Copo de Leite” (2017) e “Stanisloves-me” (2018). Fez direção Musical do espetáculo “Decadenta” (2016) - Dirigido por Felícia Johansson. Foi assistente de direção e trabalhou como ator no espetáculo “estrada sem mapa” (2019) de Silvero Pereira, realizado pelo Espaço Cultural Renato Russo, fez direção musical e foi ator performer no espetáculo de Janaína Leite “ A história do Olho” (2021) com a estreia na MIT (Mostra Internacional de São Paulo). Atuou no Espetáculo imersivo de Felipe Hirsh, "Autorretrato" (2023) e atualmente é co-diretor junto com Janaína Leite em seu novo trabalho "Deeper" Patrocinado pelo Itaú e com estreia em Edimburgo (2023). Trabalhou como Sonoplasta e diretor musical no espetáculo "VINEN POR MI"(2022) Dirigido por Janaina Leite.Nome: Abraão KimberleyRG: 374523964CPF: 473.866.648-77Função: MusicistaAbraão Kimberley é preparador vocal, trompetista, cantor, compositor e ator na companhia Coletiva Ocupação, participando dos Espetáculos Quando Quebra Queima e Erupção circulando por todo Brasil, sescs, escolas públicas e também passando por festivais como Mexe Festival - Portugal, Contact Theater - Leeds UK, Young Theater - Manchester UK Battersea Arts Center - London UK, Centre National De La Danse - Paris, France. É ator e Músico da Trupe Lona Preta, grupo com mais de 15 anos de experiência com circulações pelas comunidades periféricas de São Paulo, Sescs e também Cuba e Bolívia. Em 2020 Criou uma Produtora de cinema chamada Madrugada Filmes contemplado com o Fomento de Incentivo a Culturas Negras em 2021 com a série Atroz, em 2022 também contemplado com o edital de produção de curtas metragens da SPcine estreando o curta metragem desse programa no NewFilmmakers LA com parceria The Academy of Motion Picture, Arts and Science, oscars com o curta Semana Que Vem Te Prometo Palmares. Atualmente é aluno de Canto Lírico da Escola de Música do Theatro Municipal De São Paulo - Emmsp, Graduando em Bacharelado em Regência pelo Instituto de Artes da Unesp e também aluno da Escola de Arte Dramática Da Universidade de São Paulo.Nome: Valéria Barcellos RG: CPF: Função: Nome: Malka JulietaRG: 28998423-3CPF: 316.985.868-84Função: Direção MusicalMalka Julieta é multi-instumentista, compositora, produtora musical e dj. Tem vinte anos de carreira musical e uma trajetória única. Sua versatilidade a leva para lugares como festas eletrônicas, eventos de rap e funk, festivais, orquestras (primeira travesti a tocar na Sala São Paulo), espetáculos de teatro, cabarés, casas de jazz e blues e rodas de samba. Desenvolveu a trilha sonora para o espetáculo “Fracassadas-BR”, direção e dramaturgia de Ave Terrena e Ymoirá Micall, projeto contemplado pelo Chamamento piloto do IBT. Também fez trilha para “A Segunda Queda”, de Ave Terrena, contemplado pelo prêmio Zé Renato e apresentada no Teatro Oficina e para o longa-metragem Indianare, de Marcelo Barbosa e Aude Chevaliet, seleção oficial de Cannes e filme melhor avaliado no Mubi de todo o mundo. Atua também como educadora, realizando oficina de produção musical e beats nas periferias e como produtora cultural, com o Sarau das Diferenças, em parceria com o projeto Biblioteca Viva da Prefeitura Municipal de São Paulo. No meio eletrônico, é residente da Mamba Negra e Sangra Muta, e está em processo de lançamento de álbum pela Mamba Rec.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.