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Montagem, temporada em duas cidades e circulação por quatro cidades do espetáculo teatral Calibre 180 de Shirley Cruz.
CALIBRE.180 é um manifesto cultural. É um grito coletivo contra a violência que, todos os dias, ameaça e silencia a vida de milhares de mulheres no Brasil.O projeto nasce da urgência de transformar dor em potência criativa, convocando a arte como território de denúncia, resistência e revolução. Através da força do audiovisual e das artes cênicas, CALIBRE.180 expõe a realidade brutal da violência doméstica e do feminicídio, mas também aponta caminhos de esperança, liberdade e dignidade.CALIBRE.180 é um movimento de vida.
Objetivo Geral Fomentar a conscientização e o enfrentamento à violência contra a mulher no Brasil por meio das artes, transformando dor em potência criativa, promovendo reflexão, empoderamento e espaços de denúncia, e garantindo que a mensagem alcance diferentes públicos de forma acessível e inclusiva, com circulação nacional em Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza, Recife, Salvador e Porto Alegre. Objetivos Específicos Criar e estrear o espetáculo-manifesto CALIBRE.180 com elenco e equipe técnica diversificada, garantindo representatividade e protagonismo feminino. Realizar temporadas com 16 apresentações nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo e circulação por Fortaleza, Recife, Salvador e Porto Alegre.Promover oficinas e ações formativas para jovens, especialmente meninas, oferecendo certificação e materiais de apoio adaptados para acessibilidade. Realizar rodas de conversa, palestras e debates com artistas após as apresentações, criando espaços de escuta, diálogo e reflexão sobre violência de gênero e feminicídio. Sensibilizar e impactar diretamente 12 mil pessoas com as ações do projeto
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei no 8.313/91:I) contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III) apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV) proteger as expressções culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional.O projeto também cumpre os objetivos do Art. 3º, inciso I, alíneas a e c, ao:a) estimular e difundir a criação cultural, a produção artística e o acesso à cultura;c) preservar o conhecimento dos saberes ancestrais e fortalecer a identidade cultural afro-brasileira.
PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS 02 temporadas: Rio de Janeiro e São Paulo com 16 apresentações cadaCirculação por 04 cidades: Fortaleza, Recife, Salvador e Porto Alegre com 02 apresentações por cidade Duração do espetáculo: 60 minutos DEMOCRATIZAÇÃO E AMPLIAÇÃO DO ACESSO - 01 ensaio aberto do espetáculo antes da temporada, em cumprimento ao Art. 28º da IN Nº 1/2023 - 01 ação formativa em cada cidade para estudantes e professores da rede pública de ensino, em cumprimento ao Art. 30. da IN 01/2023 Mentoria artística para jovens periféricos e alunos de instituições públicas de ensino.
Acessibilidade1. Acessibilidade FísicaGarantir que todos os espaços de apresentação e atividades formativas sejam plenamente acessíveis para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, incluindo:Rampas e plataformas para acesso a palcos, áreas de circulação e plateias;Banheiros adaptados com dimensões adequadas, barras de apoio e sinalização tátil;2. Acessibilidade de ConteúdoAssegurar que o conteúdo do projeto seja compreendido por diferentes públicos, contemplando:Intérprete de Libras em todas as apresentações e ações formativas;Audiodescrição para pessoas cegas ou com baixa visão, permitindo compreensão detalhada de cenas, expressões e ações cênicas;Materiais em Braille para leitura e estudo;Legenda descritiva na divulgação do projetoVisita sensorial ou interativa nos bastidores ou espaços de cena, permitindo aproximação do conteúdo artístico por meio de outros sentidos (tato, olfato, audição), especialmente para pessoas neurodiversas ou com deficiência sensorial. Apoio a pessoas neurodivergentes, incluindo:Contratação de profissionais mediadores, treinados para orientar, acompanhar e facilitar a experiência de público neurodivergente;Sala de acolhimento sensorial, equipada para oferecer pausa, relaxamento e estímulos adequados;Distribuição de abafadores de som para reduzir sobrecarga durante apresentações ou oficinas.
O projeto respeitará o Art. 27º da IN Nº 1/2023, contendo em seu plano de distribuição: - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Conforme Art. 28º da IN Nº 1/2023, adotaremos a seguinte medida de ampliação de acesso: - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Será oferecido ao público em geral, 01 ensaio aberto em uma das cidades da circulação, 2 bate-papos, 1 no Rio e 1 em São Paulo, e 3 oficinas formativas.
Direção Geral: Shirley Cruz - ProponenteDireção de Produção: Rafael Lydio Elenco: Shirley Cruz Rafael Lydio - Direção de Produção Rafael Lydio é produtor e gestor cultural, formado pelo IFRJ e especialista em Gestão Cultural pelo SENAC-SP. Atuou em mais de 40 projetos nos segmentos de música, dança, teatro, artes visuais e audiovisual, incluindo festivais, exposições, espetáculos e documentários. Foi coordenador de produção da Sarau Cultura Brasileira, liderando projetos como Auê, Azira’i, Jacksons do Pandeiro, Museu Nacional – Todas as Vozes do Fogo, Portátil – um espetáculo Porta dos Fundos, Sísifo (com Gregório Duvivier), Viva o Povo Brasileiro – de Naê a Dafé e A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa. Dirige a Paragogí Cultural, onde realiza os projetos Parem de Falar Mal da Rotina (com Elisa Lucinda), Herdei Meu Corpo (com Valéria Monã), Chiquinha Gonzaga, Eu Quero Passar (com Raquel Paixão), Becos de Veias (com Camila Rocha) e a Orquestra dos Prazeres, em Recife.Shirley Cruz - Direção Geral, Elenco e Proponente Iniciou sua carreira no filme Cidade de Deus e em sua primeira atuação em séries, foi pré-selecionada para indicação ao Emmy Awards por Filhos do Carnaval (HBO Max). Além desta, atuou nas séries 3% (Netflix), Não Foi Minha Culpa (Star Disney+), Treze Dias Longe do Sol (Globoplay), entre tantas outras. Na televisão, fez parte do elenco principal da novela Bom Sucesso na TV Globo e, como jornalista, foi repórter do SBT Brasil, sob a direção de Ana Paula Padrão. É protagonista dos dois últimos filmes da premiada diretora Anna Muylaert, a mesma de Que Horas Ela Volta?, com Regina Casé. O Clube das Mulheres de Negócios, ao lado de Irene Ravache, Luís Miranda e grande elenco, premiado em Gramado 2024 e em A Melhor Mãe do Mundo, ao lado de Seu Jorge, sucesso no Festival de Cinema de Berlim, com estreia prevista para agosto de 2025. Atualmente, está no ar na série Cidade de Deus: A Luta Não Para (HBO Max), além de criar, dirigir, roteirizar e apresentar o podcast $EM GLAMOUR, com a atriz Roberta Rodrigues.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.